Scarlett Johansson é a estrela que mais vendeu ingressos em 2016
A atriz Scarlett Johansson lidera a lista dos astros de maior bilheteria individual de Hollywood em 2016. Trata-se de uma façanha, já que Hollywood costuma privilegiar atores masculinos em projetos de blockbusters. E, de fato, Scarlett foi acompanhada de perto por seus colegas vingadores Chris Evans e Robert Downey Jr. Os três participaram juntos do filme que liderou a bilheteria de 2016, “Capitão América: Guerra Civil”. A diferença é que a atriz participou de mais sucessos. No período, Scarlett estrelou “Ave, César!” (bilheteria mundial de US$ 63 milhões), “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Mogli, O Menino Lobo” (US$ 966 milhões) e a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” (recém-lançado e já com US$ 129 milhões). Detalhe: a lista da Forbes não considerou desenhos animados, o que faria o desempenho de Scarlett disparar bem a frente dos demais. Mesmo assim, a Marvel não planejou, até agora, um solo da personagem da atriz em seus filmes, a Viúva Negra. De forma inédita, o Top 5 ainda incluiu mais mulheres que homens. A segunda atriz mais bem-sucedida do ano foi a australiana Margot Robbie, que aparece em 4º lugar pelas bilheterias de “Esquadrão Suicida” (US$ 745,6 milhões) e “A Lenda de Tarzan” (US$ 356,7 milhões). Já o 5º lugar ficou com Amy Adams, estrela de “Batman v Superman” (US$ 873,2 milhões), “A Chegada” (US$ 144,4 milhões) e “Animais Noturnos” (US$ 21,9 milhões), que só estreia na quinta (29/12) no Brasil. Confira o Top 10 abaixo: 1. Scarlett Johansson 2. Chris Evans 3. Robert Downey Jr. 4. Margot Robbie 5. Amy Adams 6. Ben Affleck 7. Henry Cavill 8. Ryan Reynolds 9. Felicity Jones 10. Will Smith
Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual
O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.
Disney bate recorde histórico de faturamento nos EUA
Os recentes sucessos de “Doutor Estranho” e “Moana” ajudaram a Disney a bater o recorde anual de faturamento doméstico de Hollywood. A empresa já faturou US$ 2,49 bilhões nos EUA em 2016, o maior valor anual já obtido por uma empresa cinematográfica no país em todos os tempos, deixando para trás os US$ 2,45 bilhões conquistados pela Universal no ano passado. A Disney também atingiu US$ 4 bilhões no mercado internacional, sendo apenas o segundo estúdio a conseguir chegar nesta marca, cruzada pela primeira vez pela Universal em 2015. Com isso, a empresa está prestes a bater também o recorde mundial de faturamento. Atualmente com US$ 6,5 bilhões, o estúdio se aproxima dos US$ 6,8 bilhões obtidos pela Universal no ano passado. E ainda nem lançou “Rogue One: Uma História Star Wars”… Os valores são impressionantes, ainda mais considerando que, anteriormente, o maior desempenho mundial do estúdio tinha sido de US$ 5 bilhões, obtidos no ano passado graças ao lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”. Além dos filmes citados, os outros blockbusters da Disney em 2016 foram “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Zootopia” e “Mogli”. O sucesso reflete a política de aquisições da Disney, que somou a seu tradicional portfólio de filmes infantis as marcas da Pixar, Marvel e LucasFilm, que a transformaram numa fábrica de franquias. A política de aquisições da empresa provou-se um verdadeiro golpe de mestre, transformando a dona da velha Disneylândia num exemplo para a indústria cinematográfica do século 21. Não por acaso, muitas de suas estratégias estão sendo imitadas pelos concorrentes – lançar super-heróis, explorar sagas, criar universos compartilhados, produzir animações de bichos falantes, etc – ainda que sem o mesmo resultado. Para se ter noção da importância dos filmes da Disney para o universo geek, a empresa tem a sua própria “Comic-Con”, chamada D23 Expo.
Sebastian Stan posta foto de possível escudo do Soldado Invernal
O ator Sebastian Stan postou em seu Instagram uma foto em que aparece um novo escudo, similar ao do Capitão América. A diferença está nas cores. A peça tem tonalidade metálica e traz cor apenas no centro, onde exibe uma estrela vermelha. Nisto, reflete exatamente o braço metálico do Soldado Invernal. Ele brincou na legenda da foto: “‘Com licença… onde é o banheiro?’ Um enorme obrigado para Casey McBroom por fazer isto para mim. Vai vir a calhar…”. E acrescentou as hashtags #wintersoldier e #marvel. Quem viu “Capitão América: Guerra Civil”, sabe que Steve Rogers (Chris Evans) renunciou ao uniforme do Capitão América após sua briga com o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), abandonando seu escudo no campo de batalha. Mas a cena extra do filme também revelou que o Soldado Invernal foi colocado em animação suspensa em Wakanda, para não voltar a ser controlado por algum inimigo dos Vingadores. O detalhe é que a nação africada governada pelo Pantera Negra (Chadwick Boseman) possui a única fonte conhecida de Vibranium, a poderosa substância metálica que foi usada para criar o escudo do Capitão América e o braço do próprio Soldado Invernal. Pois o herói vivido por Sebastian Stan não vai ficar muito tempo adormecido. Ele está entre os personagens confirmados de “Vingadores: Guerra Infinita”, com estreia marcada para 26 de abril de 2018. Mas é possível que apareça até no filme solo do “Pantera Negra”, previsto para 15 de fevereiro de 2018.
Homem-Aranha: Tom Holland revela em quantos filmes viverá o super-herói da Marvel
Zendaya não foi a única integrante de “Homem-Aranha” a jogar areia sobre um boato relacionado a seu personagem. Na entrevista de capa da revista The Hollywood Reporter, o Tom Holland encerrou os rumores sobre sua ausência no próximo filme dos Vingadores, ao revelar detalhes de seu contrato com a Marvel. O novo intérprete do Homem-Aranha contou que está contratado para três filmes solos do Aranha e três aparições em outros filmes da Marvel. A primeira delas foi em “Capitão América: Guerra Civil” e a próxima deverá ser em “Vingadores: Guerra Infinita”. Mas há possibilidades de mudanças, de acordo com a agenda do ator. “Eles dão opções, que podem ser feitas quando possível. Como uma aparição nos Vingadores”, contou Holland sobre a Marvel. “Não tenho certeza sobre quais serão os outros filmes, mas sei que tenho três aparições como Homem-Aranha e três filmes solos. Mesmo assim, se aparecer outro trabalho para eu fazer nesse meio tempo, a Marvel ajeita a agenda para me permitir fazer esse projeto independente. Eles são muito respeitosos nesse sentido e entendem que você tem que trabalhar em outros filmes.” A introdução de Holland como Homem-Aranha foi umas partes mais comemoradas de “Capitão América: Guerra Civil” e os fãs esperam ver o herói ter uma participação ainda maior em “Vingadores: Guerra Infinita”, que estreia em 2018. A revelação da extensão de seu contrato acaba por encerrar o suspense, que até o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, ensaiou fazer, dizendo não ter certeza se ele poderia aparecer entre os Vingadores, numa entrevista com o site Collider. Pura enrolação. A sinceridade de Holland acabou com o cinismo de Feige, que talvez planejasse fazer uma grandiosa “confirmação oficial” de algo já garantido por contrato.
Disney fatura US$ 6 bilhões anuais pela primeira vez em sua história
Graças à mágica espetacular da Marvel, Pixar e LucasFilm, a Disney não pára de soltar fogos de artifício. “Doutor Estranho”, que faturou mais de US$ 300 milhões nas bilheterias de todo o mundo em seus primeiros dias de exibição, foi o empurrão que faltava para o estúdio ultrapassar pela primeira vez a marca de US$ 6 bilhões em arrecadação mundial num único ano. Em toda a história, a Disney é apenas o segundo estúdio a superar esse montante. Neste ano, a empresa criada por Walt Disney já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Vale observar que as quatro maiores bilheterias de 2016 são produções da Disney: “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão), “Zootopia” (US$ 1 bilhão) e “Mogli, o Menino Lobo” (US$ 966 milhões). Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é provável que a Disney consiga quebrar o recorde histórico registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Este valor já poderia ter sido alcançado, caso todas as apostas do estúdio tivessem funcionado. Afinal, apesar do sucesso, a Disney também amargou alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.
Disney comemora o ano de maior bilheteria mundial de sua história
Os estúdios Walt Disney estão em clima de conto de fadas, registrando o melhor ano de sua história. Graças aos sucessos de “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Mogli, o Menino Lobo” e “Zootopia”, a Disney faturou US$ 5,9 bilhões nos primeiros dez meses de 2016, o que já supera o resultado total de suas bilheterias do ano passado (US$ 5,8 bilhões). “Pelo segundo ano consecutivo, o Walt Disney Studios alcançou um novo recorde na bilheteria graças a uma coleção absolutamente extraordinária de estreias de Disney, Disney Animation, Pixar, Marvel e LucasFilm”, disse o presidente Alan Horn, em comunicado celebratório. Neste ano, o estúdio já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é possível que a Disney quebre o recorde registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Mesmo assim, o estúdio amarga alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.
Homem-Aranha pode ficar fora do novo filme dos Vingadores por culpa da burocracia
O próximo filme dos Vingadores vai juntar o maior número de super-heróis já vistos num filme da Marvel. Mas o Homem-Aranha pode não estar entre eles. O presidente do Marvel Studios Kevin Feige revelou, em entrevista ao site Collider, que a parceria entre a Sony e seu estúdio só incluía o Homem-Aranha em “Capitão América: Guerra Civil” e tinha, como contrapartida, a inclusão de heróis da Marvel no filme solo do herói. Ou seja, o contrato teria que ser renegociado se a Marvel quiser incluir o personagem em “Vingadores: Guerra Infinita”. “Estamos conversando sobre isso. Nossa negociação com a Sony só envolvia ‘Capitão América: Guerra Civil’ e ‘Homem-Aranha’. Agora estamos começando a traçar os futuros longas e redefinindo as coisas. Estamos conversando com eles sobre o que poderia ser divertido para o futuro do personagem”, afirmou o produtor. Por sua vez, o ator Tom Holland revelou à revista Variety que adoraria que chegassem num acordo para ele poder participar do filme. “Pelo que eu sei, eles estão conversando sobre o acordo. Mas ainda não me contaram como vai ser”, afirmou.
Deadpool entra na Guerra Civil e zoa Homem-Aranha em vídeo perfeito criado por fã
Os fãs estão sempre produzindo mash-ups no YouTube, mas de vez em quando o resultado se revela tão bom que vale a pena divulgar. É o caso de um vídeo em que Deadpool é inserido no meio do conflito de “Capitão América: Guerra Civil” e tem um diálogo com o Homem-Aranha. A montagem dos dois filmes é perfeita, rendendo uma interação convincente, que mantém as características dos personagens e continuidade entre fundos e valores de produção, embora “Deadpool” seja um lançamento da Fox e “Capitão América” pertença à Disney. Apesar de curto, o vídeo ainda tem uma “cena extra”, tirada inteiramente do longa do Capitão América, para se autorreferenciar. O vídeo foi criado por Redditor –zach–, que, por sua vez, usou um GIF criado por outro Redditor, /u/riceandnori.
Marvel estaria desenvolvendo série dos Novos Guerreiros com a Garota Esquilo
A Marvel e o ABC Studios estão desenvolvendo uma nova série de super-heróis. Segundo o TV Line, trata-se de uma adaptação dos quadrinhos dos Novos Guerreiros. A atração em potencial é descrita como uma versão júnior dos Vingadores, uma vez que os Novos Guerreiros são um grupo formado por heróis adolescentes. Mas o episódios teriam um tom mais cômico, visando o formato de uma série de comédia de 30 minutos. Criado pelo ex-editor da Marvel Tom DeFalco em 1989, os Novos Guerreiros originaram-se da reunião de heróis juvenis secundários da editora, como Namorita (a prima do Príncipe Submarino), Kid Nova (antigamente conhecido apenas como Nova), Marvel Boy (que depois passou a se chamar Justiça), Speedball, Radical (Night Trasher) e Firestar (a Flama do desenho “Homem-Aranha e Seus Amigos”). Mas a história não acabou bem, com debandadas e a reformulação do grupo para um reality show, que acabou em tragédia, com 612 mortes, inclusive dos heróis, dando início à “Guerra Civil” dos quadrinhos – o acidente fatal foi adaptado com os Vingadores, mas sem fatalidades entre os heróis, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Segundo o TV Line, a nova atração traria como um dos personagens principais Doreen Green, a Garota Esquilo (no original, Squirrel Girl). Ela só apareceu como integrante da equipe na série animada “Ultimate Homem-Aranha”. A heroína mutante tem supervelocidade e superforça, mas também uma cauda de esquilo e o poder de controlar esquilos, o que certamente renderia muito humor. Marvel e ABC Studios estariam oferecendo o projeto para canais pagos e plataformas de streaming. E aí vale lembrar que, nos quadrinhos, Doreen é a babá do filho de Luke Cage e Jessica Jones. Será que a Netflix já imagina um novo crossover?
Veja oito vídeos com cenas deletadas, erros de gravação e bastidores de Capitão América: Guerra Civil
A Marvel divulgou mais oito vídeos extraídos do Blu-ray de “Capitão América: Guerra Civil”, que incluem featurettes, making of, erros de gravação e duas cenas deletadas – uma que mostra o Soldado Invernal com o escudo do Capitão América e outra em que a Viúva Negra chama o Pantera Negra de ingênuo. Maior bilheteria do ano, “Capitão América: Guerra Civil” arrecadou mais de US$ 1,15 bilhão em todo o mundo e chega em 14 de setembro ao mercado nacional de home video.
Thor: Vídeo revela onde estava o Deus do Trovão durante a Guerra Civil
A Marvel divulgou um divertido vídeo para explicar a ausência de Thor em “Capitão América: Guerra Civil”. Exibido originalmente na San Diego Comic-Con, ele agora chega oficialmente ao YouTube (sem legendas), revelando o que o Deus do Trovão fez durante a luta dos super-heróis do filme passado. Em tom de documentário, o vídeo revela que Thor, vivido por Chris Hemsworth, ficou morrendo de tédio, levando uma vida pacata na Austrália, enquanto os outros heróis brigavam entre si. Em busca de experiências com “pessoas comuns”, ele divide um pequeno apartamento com um rapaz chamado Darryl Jacobson, com direito a um pequeno berço para colocar Mjolnir, seu machado, para dormir. Mas isso não significa que tenha deixado de pensar nas batalhas, criando um quadro elaborado para reunir todas as informações disponíveis sobre o vilão Thanos, como, por exemplo, que “ele não gosta de ficar em pé”. O vídeo ainda conta com participação de Mark Ruffalo, intérprete de Hulk, que estará no filme “Thor: Ragnarok”. O humor, por sinal, lembra um trabalho anterior do diretor do próximo longa de Thor, Taika Waititi, que também assina essa brincadeira. Trata-se do falso documentário de vampiros “What We Do In the Shadows”, considerado Melhor Filme do Festival de Stieges e da Sessão Midnight Madness do Festival de Toronto em 2014. Por sua vez, “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Chris Evans não será mais o Capitão América nos filmes da Marvel
O diretor Joe Russo explicou o significado da cena final de “Capitão América: Guerra Civil”, que mostrou Steve Rogers, interpretado por Chris Evans, abandonando o escudo do Capitão América. Em entrevista ao site Huffington Post, ele disse que, a partir de agora, Steve Rogers não será mais o Capitão América. “Acho que ele deixar o escudo de lado é também deixar a sua identidade. É ele admitindo que a identidade Capitão América estava em em conflito com suas escolhas pessoais”, explicou o diretor. Isso não significa que não veremos mais Chris Evans nos filmes da Marvel, pois sua participação está confirmada em “Vingadores: Guerra Infinita”, filme que deve marcar a passagem de bastão, com a introdução de um novo Capitão América. Steve Rogers já deixou de ser o Capitão América várias vezes nos quadrinhos. A ocasião mais emblemática aconteceu durante a década 1970, por ocasião do escândalo político do caso Watergate. Na versão Marvel da história de escutas ilegais envolvendo o Presidente Richard Nixon, o Capitão descobria que um congressista era o chefe de uma gangue criminosa e, decepcionado com os rumos da política americana, decide pendurar seu escudo, assumindo a identidade secreta de Nômade, um super-herói sem nacionalidade. A fase não durou muito e logo o Capitão voltou a vestir as cores da bandeira americana. Já na fase mais recentemente de seus quadrinhos, ele foi assassinado e precisou ser substituído pelo Soldado Invernal. Posteriormente, mesmo com Steve Rogers de volta às revistas da editora, o Falcão foi quem acabou assumindo o uniforme estrelado do herói.











