Preta Gil fará cirurgia para retirar câncer: “Esse pesadelo vai acabar”
A cantora Preta Gil revelou na segunda-feira (31/7) que fará uma cirurgia para a retirada do câncer no intestino nas próximas duas semanas. No Instagram, ela cravou seus planos e disse que está aproveitando seus últimos momentos do processo de cura. “Último dia no paraíso. Eu já estou como? Chateada… Mas vamos voltar! Tem muita coisa boa pra acontecer. Meu aniversário é na semana que vem. Na outra semana, a gente opera”, ela explicou nos Stories. Preta também se mostrou preparada para a cirurgia invasiva: “Se Deus quiser, vai dar tudo certo e esse pesadelo vai acabar. Enquanto isso, vamos aproveitar o último dia. Vamos pra praia!” No último domingo (30/7), a artista de 48 anos já havia comentado sobre o período no litoral: “Está me curando de várias formas. A força da natureza desse lugar faz a gente se sentir mais perto de Deus.” Câncer no intestino Preta Gil entrou numa nova fase do tratamento contra o câncer de intestino em maio deste ano, quando viajou a São Paulo para conhecer a equipe médica e começar as sessões de radio e quimioterapia oral. Já em junho, ela contou que seria submetida a cirurgia na região do tumor e disse que precisava usar uma bolsa de colostomia “para dar um sossego” ao seu organismo. “A gente tem muito esses monstros. Os médicos me mostram como é, como se faz. E para tudo na vida a gente tem uma solução. Tem que ter esse otimismo”, afirmou no “Mais Você”.
Jorge Aragão responde ao tratamento de câncer e recebe previsão de alta
Jorge Aragão apresentou “ótimos resultados” no tratamento contra um linfoma não-Hodgkin, tipo raro de câncer que acomete o sistema linfático. Segundo boletim médico, o cantor deverá receber alta no final de semana. “O artista vem respondendo bem ao tratamento e faz esse primeiro acompanhamento no hospital apenas por precaução médica. Aragão tem previsão de alta para o fim de semana e todos os seus exames apresentam ótimos resultados”, diz a nota. Problemas de saúde Nos últimos anos, Jorge Aragão enfrentou alguns problemas de saúde. Durante a pandemia, ele permaneceu mais de suas semanas internado no Rio de Janeiro por complicações de Covid-19 em 2020. Embora tenha recebido alta, o sambista confessou que achava que não sobreviveria. Já em novembro de 2021, ele ficou internado por três dias para tratar problemas no coração e realizou um cateterismo cardíaco com angioplastia coronariana, procedimento para tratar problemas nos vasos sanguíneos. O cantor também precisou ser internado em junho de 2022 para tratar de um problema na vesícula. Ele relatava incômodos desde 2020, mas não pode tratar cirurgicamente por conta da Covid-19.
Jorge Aragão é diagnosticado com câncer no sistema linfático
O cantor Jorge Aragão foi diagnosticado com um linfoma não-Hodgkin, tipo raro de câncer que acomete o sistema linfático. A informação foi confirmada pela assessoria do sambista em um comunicado à imprensa. “Em respeito aos amigos, contratantes e fãs, o cantor e compositor Jorge Aragão, através de sua assessoria de imprensa, torna público informar que após uma bateria de exames foi diagnosticado com um linfoma não Hodgkin”, diz a nota. A equipe ainda detalhou o tratamento da doença. “O artista iniciará imediatamente o seu tratamento e segue confiante, sob o cuidado da hematologista Caroline Rebello, e contando com o apoio, orações e energias positivas de todos para seguir tranquilo”, afirmou. O comunicado confirmou que o cantor vai manter os compromissos profissionais “à medida do que for possível”. De acordo com o Metrópoles, fontes próximas ao cantor revelaram que ele precisou cancelar alguns shows por conta do problema de saúde e que o tratamento será iniciado já na próxima semana. O tipo de câncer Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o linfoma não Hodgkin é um tipo de câncer que se inicia nas células do sistema linfático e “se espalha de maneira não ordenada”. Os principais sintomas da doença são inchaço nos gânglios do pescoço, das axilas e da virilha, suor noturno excessivo, febre, coceira na pele e perda de peso. Outras celebridades como o ator Edson Celulari, a dramaturga Glória Perez e o ator Reynaldo Gianecchini já foram diagnosticados com a doença antes. A atriz americana Jane Fonda revelou que foi diagnosticada com o linfoma em setembro do ano passado, e declarou sucesso no tratamento em dezembro. Problemas de saúde Nos últimos anos, o cantor enfrentou alguns problemas de saúde. Durante a pandemia, ele permaneceu mais de suas semanas internado no Rio de Janeiro por complicações de covid-19 em 2020. Embora tenha recebido alta, o sambista confessou que achava que não sobreviveria. Já em novembro de 2021, ele ficou internado por três dias para tratar problemas no coração e realizou um cateterismo cardíaco com angioplastia coronariana, procedimento para tratar problemas nos vasos sanguíneos. Para completar, o cantor se internou para tratar de um problema na vesícula em junho de 2022.
Preta Gil se afasta das redes sociais após separação: “Doente emocionalmente”
Preta Gil anunciou nesta quarta-feira (12/7) que pretende se afastar das redes sociais para cuidar da saúde mental. A cantora, que enfrenta um câncer no intestino, ainda não aprendeu a lidar com a separação após ter sido traída por Rodrigo Godoy. No Instagram, a artista refletiu sobre como a Internet tem sido prejudicial neste período conturbado de sua vida pessoal. “Queria começar esse texto dizendo que estou doente e não me refiro ao câncer”, iniciou Preta. “Estou doente emocionalmente. Nesses últimos três meses tentei de todas as maneiras me manter sã dentro do possível, onde minha vida que já estava muito difícil, ficou bem pior”, seguiu a artista. Doente de corpo e mente Preta Gil também falou que a dor da decepção pode atrapalhar no processo de recuperação da doença. A cantora tem planos de se aprofundar na busca por uma cura emocional e espiritual durante o afastamento. “Eu me cuido, tenho psiquiatra, psicanalista, terapeuta, rede de apoio e mesmo assim, a dor e a decepção são tão, mas tão fortes, que eu adoeci. Eu decidi que preciso me afastar das redes sociais e mergulhar mais fundo na minha cura emocional e espiritual, pois sinto que essa dor está atrapalhando meu processo de cura do câncer.” Em seguida, a filha de Gilberto Gil garantiu que estará acompanha de pessoas próximas nesse período. “Tenho amigos fiéis que não me abandonaram, uma família que é meu alicerce, fãs lindos que me enchem de amor, a melhor equipe médica e mais um monte de gente que me ama e me apoia. Me sinto grata demais por isso”, disse ela. Por fim, Preta Gil assegurou que a pausa nas redes sociais será breve e que ela voltará assim que se sentir melhor emocionalmente. “Não se preocupem comigo, sei que vou superar, sei que vai passar. O tempo é rei. Sei também que ainda vai doer, mas vencerei e me curarei dessas doenças! Obrigada pelo carinho e amor, até breve!”, concluiu a artista.
Paul Geoffrey, ator de “Excalibur” e “Greystoke”, morre aos 68 anos
O ator inglês Paul Geoffrey, conhecido por papéis em “Excalibur” e “Better Call Saul”, faleceu no sábado passado (3/6) em Santa Fé, Novo México (EUA), aos 68 anos. Sua morte aconteceu após uma batalha contra o câncer. Ele deixou sua esposa Sue Taylor e seus três filhos, Alex, Oliver e Daisy. “Ele amava vinhos e pratos franceses, tinha grande conhecimento de história e era um torcedor fiel do Arsenal, além de ser extremamente bem-sucedido como o cara mais gentil do mundo”, diz o obituário divulgado pela família ao jornal local Santa Fe New Mexican. Excalibur Nascido na Inglaterra, Geoffrey começou sua carreira nas telas britânicas em 1977. Durante os primeiros anos, fez participações pequenas em filmes e séries. Foi em 1981 que ganhou notoriedade ao estrelar o filme de fantasia medieval “Excalibur”. Ele interpretou o cavaleiro Perceval na trama que retrata a lenda do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. Seu personagem recebeu destaque no filme cultuado de John Boorman (“Esperança e Glória”), que trouxe Nigel Terry (“Caravaggio”) como o Rei Arthur e também contou com Patrick Stewart (“Star Trek: Picard”) e Liam Neeson (“Assassino Sem Rastro”) no elenco. Elogiado pelo público e pela crítica, “Excalibur” ganhou o prêmio de Melhor Contribuição Artística em Cannes em 1981 e foi indicado ao Oscar na categoria de Melhor Fotografia. Greystoke – A Lenda de Tarzan Em 1983, Geoffrey atuou na minissérie “Spyship”, do canal britânico BBC e, no ano seguinte, estrelou sua próxima grande produção: “Greystoke – A Lenda de Tarzan”, dirigida por Hugh Hudson (“Carruagens de Fogo”). Na trama, Geoffrey interpretou o Lord John “Jack” Clayton, o pai de Tarzan (vivido por Christopher Lambert). Considerado a melhor adaptação da obra de Edgar Rice Burroughs, o longa foi aclamado pela crítica e recebeu 3 indicações ao Oscar. Mas os papéis diminuíram drasticamente depois disso, e ele se viu obrigado a dividir seu tempo entre filmes, séries e o trabalho de corretor de imóveis. Um de seus últimos destaques foi como o Sr. Lockwood na adaptação de 1992 do clássico “O Morro dos Ventos Uivantes”, da autora Emily Brontë. O longa foi dirigido por Peter Kosminsky (“A Promessa”) e foi estrelado pelo ator Ralph Fiennes (“O Menu”) ao lado da atriz francesa Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”). Séries Geoffrey também fez aparições em produções televisivas, como “The Jewel in the Crown” (1984), “Zina” (1985), “Anna Karenina” (1985), “Napoleon and Josephine: A Love Story” (1987), “The Manageress” (1989), “Acapulco HEAT” (1993) e “The Staircase” (1998), e voltou ao cinema na comédia “Thomas Crown, a Arte do Crime” (1999), estrelada por Pierce Brosnan (“Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”). Após um período de mais de 10 anos longe das telas, o ator reapareceu em 2015, num papel em “Better Call Saul”, série derivada do sucesso “Breaking Bad”, como o alfaiate do personagem principal, interpretado pelo ator Bob Odenkirk. Depois disso, ainda atuou nas séries “Get Shorty: A Máfia do Cinema” (2017) e “Perpetual Grace, LTD” (2019), seus últimos trabalhos.
Preta Gil atualiza estado de saúde no “Mais Você”: “Estou bem, não morri”
Preta Gil atualizou seu estado de saúde na manhã desta terça-feira (6/6), durante participação no programa “Mais Você”. A cantora garantiu que está se recuperando após tratamento contra o câncer de intestino. “Eu estou bem, não morri”, afirmou ela. Na conversa, Preta revelou que realizará sua última sessão de radioterapia nesta tarde e afirmou que a dedicação integral ao tratamento fez diferença nesse período delicado. “É importante quando a puxa as rédeas da própria vida e pode se expressar. E dizer para as mulheres que a gente coloca muita expectativa no outro. Mas é importante ter amor-próprio, o amor pela gente mesmo”, disse ela. “Segunda chance” Na entrevista, Preta Gil se emocionou ao agradecer pela evolução de seu quadro clínico. A apresentadora Ana Maria Braga também não conteve as lágrimas. Ela contou que até chegou a morrer por alguns minutos. Ela precisou ser reanimada durante o choque séptico que sofreu no hospital em que tratava o câncer no intestino. “Eu passei por uma septicemia que eu fui entender a gravidade só depois, quando fui voltando. Os médicos disseram: a gente te reanimou, a gente te trouxe de volta. Eu falei: então Deus me deu uma segunda chance de viver”, relembrou a cantora. Preta diz que a septicemia e o câncer a obrigaram a encarar a própria mortalidade: “A gente, no Ocidente, não fala, né? É uma coisa da nossa cultura, a morte é um tabu e é um assunto que não se toca”. Cirurgia e bolsa de colostomia Preta Gil também contou que em breve será submetida a uma cirurgia na região do tumor. “Em agosto eu volto para uma cirurgia para retirar o tumor com a esperança de que a radioterapia tenha diminuído ele, para que a cirurgia seja menor e com menos agressividade”, revelou a artista. “Eu vou passar por um período que é outra fase, que tem os fantasmas. Vou ter que usar uma bolsa de colostomia para poder dar um sossego ali”, acrescentou Preta Gil. “”A gente tem muito esses monstros. Os médicos me mostram como é, como se faz. E para tudo na vida a gente tem uma solução. Tem que ter esse otimismo.” “Quero mandar um beijo agora para todos os médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, todos físicos, todos que estão comigo nessa jornada, que me deram muito suporte, muito amor, muita segurança. Eu devo muito a vocês”, agradeceu ela, que recebeu uma homenagem dos profissionais de saúde. “É um grau de profissionalismo e humanidade que acolhe a gente. Porque a gente está muito fragilizado e com medo, eles são a nossa segurança e porto seguro. Quando o médico fala que a gente tem chance de se curar, que vai estar com a gente, isso é muito bonito”, completou. "É importante a gente te amor próprio" ✨ #MaisVocê pic.twitter.com/0eO2Owb4jJ — TV Globo 📺 (@tvglobo) June 6, 2023
Rita Lee revela ataques de pânico e arrependimento por vício em cigarro em última biografia
Falecida no dia 8 de maio, Rita Lee está de volta, ao menos nas livrarias, com o lançamento de “Rita Lee: Outra Biogradia” nesta segunda-feira (22/5). Na obra, a artista aborda seus três últimos anos de vida – período que envolve a pandemia mundial de Covid-19, seu diagnóstico de câncer de pulmão e o tratamento. De forma leve e divertida, Rita contou como foi a sua luta contra a doença. Entre outras revelações, Rita Lee conta que os efeitos colaterais da vacina contra a Covid, que tomou em 2021, a ajudaram a descobrir o câncer. “Foi uma sorte, disseram, eu ter tido reação à vacina, já que, do contrário, não teria ido ao hospital e nem descoberto o câncer rapidamente”, relatou. Ao ir ao hospital para tratar os efeitos, exames identificaram uma “massa” no pulmão, que mais tarde confirmou ser um câncer maligno. Rita também usou a publicação para lamentar seu vício em tabagismo, possivelmente relacionado ao câncer, revelando que chegava a fumar três maços de cigarro por dia. “A noia existencial e as notícias me faziam consumir três maços e meio por dia, daí batia a culpa por não estar me alimentando (…) ‘Amanhã eu como’, mentia pra mim mesma. E nessas virei uma caveira fumante, acendendo um cigarro depois do outro”, escreveu a cantora. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tabagismo está associado a 85% dos casos diagnosticados de câncer no pulmão. Ao longo do tratamento, as sensações desagradáveis da cantora aumentaram cada vez mais. Durante a sua primeira internação, ela teve sua primeira crise de pânico. “Bateu uma crise forte de pânico. Dizem que fiz uma cena digna de ‘One Flew Over The Cuchoo’s Nest’ [Um Estranho no Ninho]. Minha cabeça pirava de cinco em cinco minutos porque era um entra e sai de médicos, enfermeiras, nutricionistas, fisioterapeutas, faxineiras… todos me fazendo perguntas as quais eu respondia, aflita, que só queria voltar para minha casa”, explicou Rita. “Em certo momento, estava com quatro enfermeiras em cima de mim, me segurando na cama para não sair feito louca pelo corredor ou me atirar pela janela. Me senti meio Linda Blair, a menina-atriz possuída de O Exorcista”, descreveu. Para prevenir as crises, seus familiares encontraram um psiquiatra que trocou seus medicamentos por opções que não geravam dependência. “Minha família encontrou um psiquiatra que me pareceu sensível e não invasivo. Falava baixo, era bem jovem e não tinha nada contra a minha espiritualidade. Demorou um pouco pra eu perceber que as crises, a ansiedade e a depressão deram lugar à calmaria”, contou. “E nessas, ao pressentir uma noia invadindo a cabeça que me fazia tremer e hiperventilar, eu conseguia com muito custo lembrar de controlar a respiração e daí não tinha jeito, precisava tomar um benzodiazepínico. Às vezes dava certo, mas o pânico invadia sem aviso, parecendo destruir meus neurônios, já tão assustados pelas idas e vindas do hospital”, continuou. Rita Lee contou ainda que não fazia questão do tratamento. Porém, isso não se devia apenas à sua “relação tranquila” com a morte que, segundo ela, não devia ser vista com “cara de enterro”. Havia também um trauma vivenciado ao ver sua mãe sofrendo com um tratamento contra o câncer. Por isso, ela deixou sua família decidir se faria ou não. Apesar dos desafios, a narrativa de Rita Lee carrega o carisma que a cantora sempre demonstrou durante a vida. Com bom-humor e diversas referências a clássicos da cultura pop, como “O Exorcista” e “Carrie, a Estranha”, a cantora falou sobre tudo o que viveu enquanto passava pelo tratamento. Ao todo, Rita Lee lançou nove livros: três biográficos, cinco infantis e uma coletânea de contos.
Anderson, do grupo Molejo, retoma tratamento contra câncer raro
Anderson Leonardo, o vocalista do grupo Molejo, revelou que precisou retomar o tratamento contra um câncer raro, que avançou em seu corpo e atingiu os testículos. Em janeiro deste ano, o cantor havia anunciado a cura da doença inguinal, na região da virilha. No podcast “Rocinha Cast”, o artista contou que o inchaço na região íntima tem causado desconforto e chamado atenção das pessoas. “Quando vi que estava voltando a inchar, reparei que estava inchando em outra região. Está muito inchado. É fod* para colocar uma roupa, muito complicado. esses dias eu fui tocar e vi que um casal ficou me olhando. Eu queria entrar num buraco. O casal saiu, senti que foi comentado, sabe?”, ele desabafou. Na sequência, Anderson relatou uma situação desconfortável vivida num show, quando uma fã notou o inchaço na região da virilha e questionou se ele estava com uma ereção. “Eu ficava tentando puxar a camisa. Mas agora estou usando uma camisa mais longa. Comecei a ficar preocupado com isso. Cheguei no camarim e comecei a chorar. É fod* para mim”, seguiu. O vocalista do Molejo ainda falou sobre as próximas etapas e disse estar preparado para os desafios. “Estou me preparando para uma nova fase, mas estou legal. O meu câncer é um câncer raro, que eu já consegui controlar. Mas sempre tem a possibilidade de ele irradiar para outro lugar. Essa semana foi muito pesada para mim, mas já conversei com a galera do grupo e vou enfrentar isso”, afirmou. “Tem dia que tu fica bagaçado. Por exemplo, eu vou para a academia e não faço o treino que eu poderia estar fazendo, mas para mim é melhor eu me ocupar, tocar, fazer música, ir para a academia, do que ficar parado”, explicou ele, que busca se inspirar em pessoas próximas que se curaram da doença. Por fim, Anderson Leonardo comentou sobre o novo tratamento: “A gente vai fazer uma punção e vai controlar com quimioterapia, não com radio mais”, completou.
Emílio Surita confirma câncer e repudia fofoca: “Timing errado”
Emílio Surita confirmou nesta quarta-feira (17/5) que está lutando contra um câncer de estômago. O apresentador se pronunciou após retornar para o comando do programa “Pânico”. Ele estava afastado da Jovem Pan para realizar o tratamento da doença há quase duas semanas. O diagnóstico foi antecipado pelo jornalista Odair Dal Pozzo num vídeo publicado nas redes sociais, na última terça (16/5). No entanto, Surita parece ter se incomodado com o vazamento. “Que timing errado, sério”, lamentou ele, que havia solicitado o silêncio dos veículos de imprensa. Surita estava em tratamento no Hospital São Luiz, na unidade de São Paulo, desde o início do ano. Por conta dos resultados positivos, o apresentador preferiu não tornar o assunto público. Seu desejo não foi correspondido. “Eu acho o seguinte: O cara do rádio, o cara da televisão, nunca pode ficar doente. E nesse momento, você quer preservar as pessoas de se preocuparem com você. O problema é que, quando o cara deu essa notícia, a internet explodiu. Foi muita mensagem de gente legal que gosta da gente. Até gente que me odeia me desejou saúde, com dó”, disse entre risos. “Aí eu falei: ‘Vou lá prestar um esclarecimento’. Mas eu estou bem, fiz exames, e os resultados são bons. Estou tranquilo. Eu vou fazer todo o tratamento. Eu estou perfeito, deu tudo certo, graças a Deus. E graças também à equipe médica do Hospital São Luiz, ao doutor Carlos Davi, que foi um anjo na minha vida”, concluiu. Apesar de Emílio Surita não culpar o comunicador bolsonarista, a situação incomodou outros membros do programa “Pânico”. “Isso não é furo, é desrespeito”, opinou o economista Samy Dama. Curiosamente, o retorno do apresentador balançou a audiência da Jovem Pan, que bateu na casa dos 0,40 pontos durante a média na primeira hora. Já as concorrentes CNN e GloboNews, conseguiram apenas 0,20 pontos.
Emílio Surita, do “Pânico”, estaria internado com câncer no intestino
O apresentador Emílio Surita, do “Programa Pânico”, estaria hospitalizado devido ao diagnóstico de câncer no intestino. A notícia viralizou após ser publicada pelo jornalista Odair Del Pozzo em seu perfil do Instagram. Segundo afirma Pozzo, ele passou por uma cirurgia no Hospital São Luiz Itaim, em São Paulo, e agora está em recuperação no quarto, após cerca de uma semana na UTI. O comunicador bolsonarista afirmou que uma pessoa que trabalha com Surita na Jovem Pan lhe revelou que o quadro é complicado. “Ele fez uma operação bastante delicada, depois foi para a UTI oncológica, ficou quase uma semana e agora já está no quarto, ainda bem, com dreno, com tudo”, detalhou. Ainda segundo Del Pozzo, amigos próximos dizem que ele já “passou pelo pior”. Para o jornalista, casos de câncer deveriam ser abordados com naturalidade. “É uma notícia triste? É. Está sendo tratada como um tabu e as pessoas não querem falar, enfim. [Mas] a experiência me diz que você tratando com simplicidade, até as coisas mais chatas ficam… Entendeu?”, disse ele antes de explicar o caso. Ausente no programa ao vivo, Surita está sendo substituído por Daniel Zukerman. As assessorias do apresentador e do “Pânico” ainda não se pronunciaram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Odair Del Pozzo (@odairdelpozzo)
Dolph Lundgren revela batalha contra câncer terminal
O veterano ator Dolph Lundgren (“Rocky IV”) revelou uma batalha de oito anos contra um câncer que foi considerado terminal até uma rodada de tratamento que ele considera mais bem-sucedida. Em uma entrevista para o programa “In Depth with Graham Bensinger”, Lundgren contou pela primeira vez que foi diagnosticado em 2015 com câncer no rim, que foi removido. Após a cirurgia, ele permaneceu sem sintomas por cerca de cinco anos. Porém, durante uma visita ao médico em uma viagem à Suécia em 2020, foram encontrados outros tumores no rim, no fígado, no estômago e na coluna. O tumor no fígado era grande demais e não podia ser removido através de cirurgia. Com isso, o médico que o atendia na época afirmou que Lundgren teria apenas dois ou três anos de vida e aconselhou-o a passar mais tempo com sua família. Na entrevista, ele relata que, na época, pensou: “Eu tive uma vida ótima. Eu vivi com cinco vidas a mais. Então, não foi como se eu me sentisse amargo, mas senti muito por meus filhos e minha noiva”, disse. Depois disso, Lundgren foi atrás de uma segunda opinião com a oncologista Dra. Alexandra Drakaki, do UCLA Medical Center. A partir disso, o artista foi submetido a uma medicação desenvolvida recentemente. Segundo ele, o tratamento tem mostrado uma eficácia de 90%. Dolph Lundgren ainda precisa passar por uma cirurgia adicional, mas acredita que depois dela não haverá mais “atividade cancerígena” em seu corpo. A Dra Drakaki afirma no vídeo que agora espera que a taxa de sobrevivência do ator possa ser medida em anos em vez de meses. “Minha esperança e objetivo é tentar mantê-lo nessa medicação o máximo possível e continuar fazendo biópsias à medida que as coisas mudam em seu corpo para tentar identificar novos alvos para o tratamento”, disse ela. Questionado sobre sua perspectiva atual, Lundgren diz: “Você simplesmente agradece por ter sorte o suficiente para estar vivo e agradece por cada momento”.
Rita Lee, a rainha do rock nacional, morre aos 75 anos
Rita Lee, uma das maiores cantoras e compositoras brasileiras, morreu na noite de segunda-feira (8/5). Ela estava com 75 anos e lutava contra um câncer de pulmão, descoberto em 2021. Nas redes sociais, a família da artista divulgou a triste notícia. “Comunicamos o falecimento de Rita Lee em sua residência, em São Paulo, capital, no final da noite de ontem, cercada de todo o amor de sua família, como sempre desejou”, escreveram. O velório de Rita Lee será aberto ao público na quarta-feira (10/5), das 10h às 17h, no Planetário do Parque Ibirapuera, em São Paulo. A cantora deixa um legado revolucionário na história do rock nacional devido à explosão criativa de sua carreira, iniciada em pleno tropicalismo. Ao longo da carreira, ela apresentou uma variedade de tópicos políticos disfarçados de entretenimento, que ajudaram a apresentar ao público brasileiro ideias feministas como sexualidade feminina e prazer. Ela também foi uma ávida ativista dos direitos dos animais. Rita Lee Jones nasceu em São Paulo, em 31 de dezembro de 1947. Ela era uma das filhas do dentista Charles Jones, descendente de imigrantes americanos, e da pianista Romilda Padula, que incentivou a cantora a estudar o instrumento e a cantar com as irmãs. Com 16 anos, Rita integrou as Teenage Singers, um trio vocal feminino que se apresentava em festas escolares. Na época, o produtor Tony Campello descobriu o grupo e as convidou para participar de gravações como backing vocals. Em 1964, a cantora entrou no grupo de rock Six Sided Rockers, que teve mudanças de formações e de nomes. Dois anos depois, o grupo se tornou os famosos Mutantes, formado por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. Os Mutantes foram fundamentais na era do tropicalismo por unir psicodelia e ritmos locais. Eles se tornaram o grupo nacional com maior reconhecimento entre as estrelas do rock mundial, como por Kurt Cobain, David Byrne, Jack White, e outros. Já em 1967, o trio acompanhou o cantor Gilberto Gil em “Domingo no Parque”, apresentado no 3º Festival de Música Popular Brasileira, da Record. No ano seguinte, eles seguiram Caetano Veloso em “É Proibido Proibir” no 3º Festival Internacional da Canção, promovido pela Globo. E foram vaiados por uma juventude de esquerda, que era contra guitarras elétricas. Rita Lee fez parte dos Mutantes entre 1966 e 1972, no período considerado como o mais marcante e criativo da banda. Nessa fase, o fim do relacionamento com Arnaldo Baptista coincidiu com a despedida da cantora no trio. Contudo, o primeiro álbum solo de Rita Lee, intitulado “Build up”, foi lançado ainda antes dela deixar o grupo, em 1970. A cantora também lançou “Hoje é o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida”, ainda gravado com o trio, em 1972. Após deixar o grupo, a carreira de Rita Lee tomou forma com um novo grupo, nomeado de Tutti Frutti – com Luis Sérgio Carlini e Lee Marcucci, entre outros. Nesse período, a artista gravou cinco álbuns e ganhou destaque com o lançamento de “Fruto Proibido”, em 1975. O disco, que contém os sucessos “Agora Só Falta Você”, “Esse Tal de Roque Enrow” e “Ovelha Negra”, vendeu 200 mil cópias e deu à Rita Lee o apelido de “Rainha do Rock Brasileiro. No ano seguinte, ela conheceu e se apaixonou por seu futuro marido, o guitarrista Roberto de Carvalho. E durante sua primeira gravidez foi presa por porte e uso de maconha – para “servir de exemplo à juventude da época”. Condenada, ficou um ano em prisão domiciliar, precisando de permissões especiais do juiz para sair de casa e fazer shows. É desta época a música “Arrombou a Festa”, que criticava o cenário da MPB da época — e que vendeu mais de 250 mil cópias. Mas o sucesso estava apenas começando. Sua estreia musical em novelas aconteceu em 1978, com o folhetim “O Pulo do Gato”, no qual cantou o tema “Eu e Meu Gato”. A partir de 1979, a cantora firmou parceria com Roberto de Carvalho e se aventurou de vez na carreira solo com canções de pop-rock. O álbum “Rita Lee”, com os sucessos “Mania de Você”, “Chega Mais” e “Doce Vampiro”, marcou uma virada comercial em sua carreira, levando a cantora às trilhas de novela da Globo com as duas últimas faixas. Ela chegou a virar personagem da novela “Vamp” e cantar “Doce Vampiro” num dos capítulos da produção. O estouro foi ainda maior no disco seguinte, de 1980, com “Lança Perfume”, “Baila Comigo”, “Nem Luxo, Nem Lixo” e outras faixas. A parceria com o marido fez que o disco de 1982 fosse chamado de “Rita Lee e Roberto de Carvalho”, com hits como “Flagra” e “Cor de Rosa Choque” – duas trilhas da Globo, que marcaram as aberturas da novela “Final Feliz” e do programa “TV Mulher”. Ela se apresentou na primeira edição do Rock in Rio e seguiu gravando e tocando até 1991, quando o casal tirou um hiato de quatro anos para retornar com o álbum “A Marca da Zorra” e abrir os shows nacionais dos Rollings Stones. Numa vida digna de estrela do rock, Rita Lee caiu da varanda de seu sítio sob efeito de remédios em 1996. Na ocasião, ela quebrou o recôndito maxilar. Segundo o “Fantástico”, a cantora só conseguiu largar o álcool e as drogas em janeiro de 2006. Em 2001, Rita Lee ganhou um Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa com o disco “3001”. Nos anos seguintes, ela recebeu mais cinco indicações e, em 2022, venceu o prêmio de Excelência Musical pelo conjunto da obra. A cantora anunciou que deixaria de fazer shows por causa da fragilidade física em 2012. Na mesma época, Rita se tornou usuária do Twitter e informou que não estava se aposentando da música. Para provar, lançou um álbum no mesmo ano, “Reza”, saiu em abril de 2012. A faixa-título foi descrita pela cantora como uma “reza de proteção de invejas, raivas e pragas”. Mas este acabou sendo seu último álbum de estúdio. Ao todo, Rita Lee gravou 40 álbuns, sendo apenas 6 com os Mutantes – dois deles, como artista “solo”. Em 2016, a artista lançou sua primeira autobiografia com revelações intensas, como caso de abuso sexual infantil, luta contra o alcoolismo e até expulsão dos Mutantes. O livro se tornou um sucesso de vendas. No mês passado, Rita Lee anunciou mais uma autobiografia, escrita pelo jornalista Guilherme Samora, com detalhes sobre o câncer de pulmão que ela enfrentava há dois anos. A cantora passou por tratamentos de imunoterapia e radioterapia, e chegou a ser considerada curada da doença em abril de 2022. “Achei que nada mais tão digno de nota pudesse acontecer em minha vidinha besta. Mas é aquela velha história: enquanto a gente faz planos e acha que sabe de alguma coisa, Deus dá uma risadinha sarcástica”, disse a artista. Rita Lee deixa três filhos, Roberto, João e Antônio.
Preta Gil anuncia nova fase do tratamento contra o câncer
A cantora Preta Gil revelou no domingo (30/4) que entrou numa nova fase do seu tratamento contra o câncer de intestino, descoberto no começo deste ano. Nas redes sociais, ela se mostrou confiante com a próxima etapa. Num vídeo, Preta contou ter viajado a São Paulo para conhecer o médico cirurgião e outros profissionais responsáveis pelo seu caso. A cantora deve começar as sessões de radio e quimioterapia oral nos próximos dias. “Estou muito entusiasmada, muito esperançosa, e com muita certeza de que esse tratamento vai se bem suceder, e que, ao final dessa estrada, tem uma cura me esperando”, afirmou a artista. Em seguida, Preta Gil prometeu trazer notícias sempre que estiver se sentindo bem. “[É] pra você verem que eu tô bem. Foi uma semana muito boa, mais uma vez eu dei passos muito importantes que eu dei rumo à cura”, seguiu ela. Em janeiro, Preta Gil sentiu fortes dores no abdômen, antes de passar por exames num hospital de referência no Rio. Os resultados apontaram o câncer no intestino e a artista precisou iniciar o tratamento imediatamente. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Preta Gil 🎤 (@pretagil)







