Modern Family pode acabar na atual temporada devido aos salários do elenco
A série “Modern Family” pode exibir seu último episódio em abril. Segundo informações do site The Hollywood Reporter, a atração vai terminar sua 8ª temporada sem ter renovado o contrato do elenco para novos capítulos. Fontes ouvidas pelo site afirmam que, apesar da boa audiência da atração, com 7,2 milhões de telespectadores por episódio, a 20th Century Fox Television e a rede ABC estão travando uma disputa com os atores para diminuir o custo da produção, que paga um dos maiores cachês da televisão. Por conta disso, a 9ª temporada ainda não foi confirmada. A produtora Fox ainda nem sequer abriu ainda as negociações com os seis astros da série: Sofia Vergara (Glória), Julie Bowen (Claire), Ty Burrell (Phil), Eric Stonestreet (Cameron), Jesse Tyler Ferguson (Mitchell) e Ed O’Neill (Jay). Cada um deles já ganha pelo menos US$ 350,000 por episódio, sem contar a parte de lucros. E todos devem exigir um aumento pare renovarem seus contratos. Embora os valores sejam bem menores que os salários milionários de “The Big Bang Theory”, “Modern Family” tem metade dos telespectadores da série campeã de audiência dos EUA e, portanto, gera muito menos lucro. No Brasil, “Modern Family” é exibida pelo canal pago Fox e tem temporadas disponíveis na Netflix.
Produzida por Matt Damon e Ben Affleck, série sci-fi Incorporated é cancelada
O canal pago americano SyFy decidiu não renovar a série “Incorporated”, produzida pelos atores Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Ben Affleck (“Batman vs Superman”). A série não decolou, registrando uma média de 500 mil telespectadores por episódio. Para completar, sua trama foi considerada clichê pela crítica, ainda que bem interpretada e com ótima cenografia. “Incorporated” foi criada pelos irmãos espanhóis David e Alex Pastor (“Vírus”) e se passa num futuro em que as corporações têm poder aparentemente ilimitado. A trama girava em torno dos esforços de um homem (Sean Teale, da série “Reign”) para burlar o sistema e salvar a mulher que ama. O elenco também contava com Eddie Ramos (série “Teen Wolf”), Dennis Haysbert (série “24 Horas”), Allison Miller (série “Terra Nova”) e Julia Ormond (série “As Bruxas de East End”). A série estreou em 30 de novembro e seu último episódio foi exibido em 25 de janeiro nos EUA.
Spin-off de Doctor Who, Class teria sido cancelada na 1ª temporada
A série britânica “Class”, spin-off de “Doctor Who”, teria sido cancelada após sua 1ª temporada. A informação é do tabloide inglês Daily Mirror, mas a BBC ainda não fez o anúncio oficial. A atração estreou em outubro e teve oito episódios em sua 1ª temporada, mas nem a participação de Peter Capaldi como Doctor Who no primeiro episódio a ajudou a decolar. A estreia foi disponibilizada antecipadamente no aplicativo BBC iPlayer, onde foi assistida por 550 mil pessoas. E esta foi a maior audiência registrada pela série, seja online ou em suas “reprises” televisivas. Criada por Patrick Ness (roteirista de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), “Class” chegou a ser descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica, por girar em torno de um grupo de alunos de uma famosa escola fictícia, a Coal Hill School – cenário do primeiríssimo episódio de “Doctor Who”, o clássico “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. O elenco incluía Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”) como uma professora e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah como os estudantes da Coal Hill School. “Class” não chegou a estrear nos EUA.
Nova série estrelada por Katherine Heigl é cancelada após dois episódios
Katherine Heigl deve estar cada vez mais arrependida de ter saído de “Grey’s Anatomy”. Enquanto a série médica encontra-se renovada para sua 14ª temporada, a carreira da atriz segue ladeira abaixo. Não bastasse não conseguir mais papéis em bons filmes, ela está sofrendo até para retornar a TV. Sua segunda tentativa consecutiva foi um fiasco de audiência e acabou cancelada em tempo recorde. A série “Doubt”, em que Heigl interpretava uma advogada impulsiva, atraída por um cliente suspeito de assassinar a própria esposa, foi tirada do ar após a exibição de apenas dois episódios. Em seu lugar, a rede CBS já programou a antecipação da estreia da 2ª temporada de “Criminal Minds: Beyond Borders”, que começa a partir do dia 8 de março. Criação do casal Tony Phelan e Joan Rater (de “Grey’s Anatomy”), “Doubt” ainda incluía em seu elenco Steven Pasquale (série “Rescue Me”), Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”), Dulé Hill (série “Psych”), Dreama Walker (série “Apartment 23”) e o veterano Elliott Gould (“Onze Homens e um Segredo”). A estreia da série obteve 5,3 milhões de telespectadores e críticas muito negativas. O segundo episódio sofreu uma queda de 25%, atingindo 4 milhões ao vivo. Os números foram considerados baixos demais para o canal líder de audiência nos EUA. Heighl atuou nas seis primeiras temporadas de Grey’s Anatomy, e deixou o elenco em 2010, para se dedicar ao cinema. Mas os fracassos de bilheteria viram minguar as ofertas de bons papeis, fazendo a atriz tentar retornar para a TV em 2014, com “State of Affairs”, série que durou apenas 13 episódios na rede NBC. Com “Doubt”, o fracasso veio ainda mais rápido. A atriz poderá ser vista a seguir no cinema, em “Paixão Obsessiva”, suspense trash que marca a estreia da produtora Denise Di Novi (“Mulher-Gato”, “Um Homem de Sorte”) na direção. A estreia no Brasil está marcada para junho.
Trailer do próximo episódio destaca chegada de Rihanna ao Bates Motel
O canal pago A&E divulgou o comercial do segundo episódio da 5ª e última temporada de “Bates Motel”. Além de mostrar Norman mergulhado em sua psicose, após a morte de sua mãe, a prévia mostra seu encontro com a personagem de Rihanna, Marion Crane. A personagem foi interpretada por Janet Leigh no clássico “Psicose” (1960), de Alfred Hichcock, e todos os cinéfilos lembram o que aconteceu com ela no chuveiro do motel Bates. Assim como as temporadas anteriores, o último ano também terá 10 episódios. Intitulado “The Convergence of the Twain”, o segundo capítulo vai ao ar na segunda (27/2) nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Universal.
MTV cancela Loosely Exactly Nicole e Mary + Jane, enquanto decide futuro de Sweet/Vicious
A MTV anunciou o cancelamento de duas séries de comédia que estrearam no ano passado. “Loosely Exactly Nicole” e “Mary + Jane” não terão 2ª temporada. E o futuro não parece muito promissor também para “Sweet/Vicious”. As decisões foram tomadas após uma “conversa honesta com produtores”, revelou o presidente da emissora, Chris McCarthy, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. McCarthy assumiu a presidência da MTV no final de outubro, quando as séries já estavam em produção, e está encarregado de realizar uma grande mudança na emissora, como foco de uma estratégia global da Viacom, que pretende transformar seus principais canais de TV em indústrias de franquias. “‘Mary + Jane’ e ‘Nicole’ não voltarão”, disse McCarthy ao THR. “Nós amamos os produtos e pensamos que são grandes histórias. Nós amamos Nicole e Snoop e temos um monte de negócios com Snoop [incluindo séries do canal VH1]. Mas essas séries simplesmente não estavam ressoando da maneira que gostaríamos que tivessem. Já ‘Sweet/Vicious’ é uma história que pensamos que ser extremamente importante e muito oportuna e estamos tentando descobrir qual é o caminho certo para relançá-la e descobrir no que poderia se tornar. Não foi tomada nenhuma decisão ainda, mas nós amamos o show e estamos tentando descobrir como fazer funcionar”. O caso é que “Sweet/Vicious” foi a única das três séries de comédia que conseguiu repercutir junto a crítica e conquistar comentários positivos. As demais foram simplesmente ignoradas. Mas, ironicamente, as duas canceladas tiveram muito público que ela. “Loosely Exactly Nicole” tinha uma média de 198 mil espectadores, enquanto “Mary + Jane” alcançava quase o dobro, 368 mil pessoas. Já “Sweet/Vicious” estava sendo vista por 180 mil espectadores. A trama de “Loosely Exactly Nicole” acompanhava o cotidiano da atriz/personagem Nicole Byer, uma jovem negra e acima do peso que tenta decolar sua carreira como comediante. “Mary + Jane” era uma produção do rapper Snoop Dogg centrada em duas amigas que vendiam maconha. A atração foi criada por Deborah Kaplan e Harry Elfont, dupla responsável por várias comédias de cinema, da adolescente “Mal Posso Esperar” (1998) à romântica “Casa Comigo?” (2010). Já “Sweet/Vicious” acompanha duas garotas universitárias, vividas por Eliza Bennett (série “Broadchurch”) e Taylor Dearden (série “101 Ways to Get Rejected”), que resolvem se unir para se vingar, com máscara e roupas pretas, dos estudantes machistas, estupradores e abusivos, levando o combate ao crime à era do empoderamento feminino.
Paramount mata Jason e enterra remake de Sexta-Feira 13
O monstro imortal da franquia “Sexta-Feira 13” não vai mais voltar do além. Os planos da produção de um remake foram enterrados pela Paramount. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio teria confirmado a morte de Jason Voorhees, que não voltará a assustar mais nenhum campista no Lago Cristal, pondo fim ao seu longo reinado de terror. Os planos do remake sumiram do calendário de lançamentos da Paramount pouco mais de um mês antes da data marcada para o início das filmagens. Especula-se que a decisão tenha sido tomada após o fraco desempenho de “O Chamado 3” nos EUA. Apesar de ter estreado em 1º lugar no Brasil, o filme deixou a desejar nas bilheterias americanas, arrecadando apenas US$ 13 milhões para um orçamento de US$ 25 milhões em seu primeiro fim de semana. Em vez de considerar que “O Chamado 3” possa ter fracassado simplesmente por ser um filme ruim, parece existir um entendimento de que o filme demorou demais a ser feito e, após 12 anos, outra geração de frequentadores de cinema não tinha a mesma expectativa de quem assistiu aos primeiros filmes. A culpa seria, portanto, do tempo. Neste mesmo raciocínio, o último “Sexta-Feira 13” foi lançado há oito anos. O remake começaria a ser rodado em março, sob direção de Breck Eisner (“O Último Caçador de Bruxas”), visando um lançamento na sexta-feira 13 de outubro, duas semanas antes do fim de semana do Halloween. Segundo o produtor Brad Fuller (“Ouija”), o roteiro escrito por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”) traria mudanças em relação à origem de Jason, apresentada no primeiro “Sexta-Feira 13” (1980), por conta da introdução do pai do monstro.
Bates Motel ganha coleção de pôsteres mórbidos para sua temporada final
O canal pago americano A&E divulgou quatro pôsteres mórbidos de “Bates Motel”, que mostram Norman Bates (Freddie Highmore) e o cadáver de sua mãe (Vera Famiga). A atriz continua na trama, mesmo após sua personagem ser assassinada pelo rapaz no final da temporada passada. Criada pelo roteirista Anthony Cipriano (série “The Jersey”), “Bates Motel” acompanha a juventude do perturbado Norman Bates para revelar o que o levou a se tornar o serial killer visto no clássico “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock. A 5ª e última temporada irá finalmente conduzir o personagem aos eventos do famoso filme. A maior novidade dos episódios finais é justamente a escalação da cantora Rihanna para viver Marion Crane, a famosa vítima do chuveiro do motel, interpretada por Janet Leigh no filme de 1960. Assim como as temporadas anteriores, o último ano de “Bates Motel” também terá 10 episódios. A estreia vai acontecer nos EUA em 20 de fevereiro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal. Aproveite para conferir o trailer da temporada.
Rihanna se hospeda no Bates Motel no trailer da temporada final
O canal pago A&E divulgou o trailer completo da 5ª e última temporada de “Bates Motel”. Além de mostrar Norman mergulhado em sua psicose, após a morte de sua mãe, a prévia e as fotos destacam a participação especial de Rihanna, no papel de Marion Crane. A personagem foi interpretada por Janet Leigh no clássico “Psicose” (1960), de Alfred Hichcock, e todos os cinéfilos lembram o que aconteceu com ela no chuveiro do motel Bates. Assim como as temporadas anteriores, o último ano também terá 10 episódios. A estreia vai acontecer em 20 de fevereiro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal.
Amazon desiste de produzir série de comédia de Sacha Baron Cohen
Após encomendar a produção de “Highston”, uma nova série de comédia criada por Bob Nelson (roteirista de “Nebraska”), produzida pelo ator Sacha Baron Cohen (“O Ditador”) e dirigida pelo casal de cineastas Jonathan Dayton e Valerie Faris (“A Pequena Miss Sunshine”), a Amazon desistiu do projeto. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a produção foi interrompida e o motivo não foi divulgado. Na única declaração oficial, Joe Lewis, chefe de desenvolvimento do Amazon Studios disse: “Nós amamos Bob, Jon e Val, ambos os produtores chamados Todd e o elenco incrivelmente talentoso. Infelizmente, nem toda série funciona”. Vale observar que o nome de Sacha Baron Cohen foi omitido. “Highston” iria girar em torno de um rapaz de 19 anos chamado Highston Liggetts (Lewis Pullman), que tem muitos amigos famosos. O problema é que só ele conseguia vê-los. Seus pais o forçam a procurar ajuda psiquiátrica, mas o seu tio acha que ele está bem. O piloto contava ainda com a participação de Shaquille O’Neal e do baixista Flea, da banda Red Hot Chili Peppers.
Comercial do último episódio de Salem promete o diabo e mostra Marilyn Manson
O canal pago americano WGN America divulgou o comercial do último episódio da série “Salem”, produção de bruxas do século 17, que chega ao final na quarta-feira (25/1), após três temporadas. Em meio a cenas de sangue, trevas, Marilyn Manson e o próprio diabo, o narrador usa “voz de terror” para afirmar que “todo o inferno se liberta” no capítulo final. Manson entrou na série justamente na 3ª temporada, no papel do “barbeiro/cirurgião” da cidade de Salem, chamado Thomas Dinley. Mas seu relacionamento com os produtores é mais antigo, já que canta a música tema da abertura. A série se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Só que na trama, as bruxas são reais. Malvadas no começo da atração, elas se tornam a última esperança da humanidade para deter os planos do diabo, que as traiu. Em vez de trazer o paraíso livre da hipocrisia puritana, conforme o desejo das bruxas, o malvado decide simplesmente espalhar morte e destruição. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” foi a primeira série original do WGN America. Seu sucesso permitiu ao canal entrar nesse mercado competitivo com a encomenda de novas produções, como “Manhattan”, que durou só duas temporadas, “Underground” e “Outsiders”.
Personagens da Black Sails ilustram 57 retratos da última temporada
O canal pago americano Starz divulgou 57 retratos dos personagens centrais da 4ª e última temporada da série de piratas “Black Sails”. As fotos trazem cada personagem em um ambiente diferente, referenciando seu espaço na trama. Uma das melhores e mais subestimadas atrações da TV americana, a série é produzida pelo cineasta Michael Bay (franquia “Transformers”) e inspirada no clássico “A Ilha do Tesouro”, romance de Robert Louis Stevenson publicado no final do século 19, além de relatos verídicos da história dos piratas do Caribe. Criação de Jon Steinberg e Robert Levine (ambos roteiristas das séries “Jericho” e “Human Target”), a série se passa antes dos eventos do livro de Stevenson e acompanha a tripulação do Capitão Flint (Toby Stephens, de “007 – Um Novo Dia Para Morrer”), o pirata mais temido da história, em confronto contra as forças coloniais britânicas. A trama também mostra como John Silver (Luke Arnold) virou o mais famoso pirata de perna de pau da literatura. E ainda inclui o célebre pirata Barba Negra (Ray Stevenson). Filmada em locações na África do Sul, a 4ª temporada vai estrear em 29 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo Fox Action e também pela Netflix. Aproveite e confira aqui o trailer épico dos episódios finais.
Série baseada em Atração Fatal é descartada pela Fox
A Fox desistiu de realizar uma série baseada no suspense clássico “Atração Fatal”. Apesar dos títulos traduzidos de forma similar, o projeto é bem diferente da adaptação da comédia “Atração Mortal”, que foi aprovada para virar série no canal pago TV Land. O filme de 1987 era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A trama girava em torno de Dan Gallagher (papel de Michael Douglas), um rico advogado de Manhattan que tem um caso com a lunática Alex Forrest (Glenn Close) enquanto sua boa esposa, Beth (Anne Archer), está viajando. Quando resolve encerrar o relacionamento, ele passa a ser assediado e ameaçado fisicamente, levando o público a refletir sobre os perigos da traição. A versão para a TV pretendia explorar o mesmo conceito, mostrando o que acontece quando um marido bem-sucedido resolve trair sua mulher com a primeira louca da esquina. O roteiro da série foi escrito pelo casal Maria e Andre Jacquemetton, que já assinou episódios de atrações tão fatalmente diferentes quanto “SOS Malibu” (Baywatch) e “Mad Men”, sob produção da divisão televisiva da Paramount, estúdio responsável pelo filme. Curiosamente, o atual diretor de entretenimento da Fox, David Madden, participou do desenvolvimento do longa de 1987. Não se sabe se foi por isso que ele rejeitou o projeto. Após receber o roteiro, a Fox decidiu não investir sequer na produção do piloto.











