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    Castle Rock é cancelada após duas temporadas

    3 de novembro de 2020 /

    A plataforma Hulu anunciou o cancelamento da série de terror “Castle Rock” após duas temporadas. A atração tinha formato de antologia e contou duas histórias diferentes durante dois anos distintos, utilizando a cidade e personagens criados pelo mestre do terror Stephen King. Na 2ª temporada, Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) deu vida à Annie Wilkes, vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990). O último episódio foi exibido há quase um ano, em dezembro de 2019. A série era uma criação de Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”) e tinha produção de JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e do próprio Stephen King. O escritor citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. E um dos personagens daquele filme, “Ace” (interpretado no longa por Kiefer Sutherland), também apareceu na série (na pele de Garrett Hedlund). Apesar do cancelamento, King e Abrams vão continuar sua parceria, que também inclui a minissérie “11.22.63”, lançada em 2016 na Hulu. A dupla vai agora realizar um spin-off de “O Iluminado”, chamado “Overlook Hotel”, para a plataforma HBO Max. Não é demais lembrar que “Castle Rock” encerrou sua 1ª temporada com uma cena pós-créditos que aludia a uma história em potencial focada em “O Iluminado”.

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    Séries NeXT e Filthy Rich são canceladas

    31 de outubro de 2020 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “NeXT” e “Filthy Rich”, duas das poucas séries com capítulos inéditos na atual programação televisiva dos EUA. Ambas estrearam na emissora há poucos dias. A rede tomou a decisão de não produzir novos episódios após a exibição do segundo capítulo de “NeXT” e do quinto de “Filthy Rich”. A Fox manterá as séries no ar até esgotar sua encomenda inicial de 10 episódios de cada uma delas. “NeXT” era uma série sci-fi tecnológica estrelada por John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). Originalmente concebida para a midseason, quando estreiam séries de menor potencial comercial, foi promovida para a temporada principal para cobrir a falta de programas na TV. Criação de Manny Coto (de “24 Horas”), com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), a série se passa durante o ataque de uma Inteligência Artificial maligna, que aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet, câmeras e equipamentos computadorizados para promover destruição e mortes. Remake de uma produção neozelandesa, “Filthy Rich” era uma comédia novelesca desenvolvida pelo cineasta Tate Taylor (de “Histórias Cruzadas” e “A Garota no Trem”) e estrelada por Kim Cattrall (“Sex and the City”). A trama girava em torno das revelações trazidas à tona pela morte do proprietário da maior rede evangélica de TV dos EUA. Considerado um grande religioso, ele nomeou filhos ilegítimos, que ninguém conhecia, em seu testamento, fazendo a viúva (Cattrall) mostrar as garras para não abrir a mão da herança. Como se não fosse suficiente, a morte do milionário, por queda de avião, começava a levantar suspeitas. A média de audiência da comédia era de 3,2 milhões de espectadores, com uma classificação de 0,5 ponto entre adultos de 18 a 49 anos após cada semana de exibição, enquanto a sci-fi atraiu apenas 2,8 milhões de espectadores e a mesma classificação demográfica. Veja abaixo os trailers das duas séries, que não chegaram ao Brasil.

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    Admirável Mundo Novo não terá 2ª temporada

    29 de outubro de 2020 /

    A plataforma Peacock decidiu não realizar uma 2ª temporada de “Brave New World”, sua adaptação do clássico sci-fi “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Embora tenha sido concebido como uma minissérie, a atração deixou aberta possibilidades narrativas para a produção de uma nova temporada. “Há espaço para temporadas futuras”, chegou a dizer o showrunner David Wiener ao site Inverse. “Deixamos muitas portas abertas no final da temporada, que podem levar com sucesso a uma segunda temporada. Espero que sim.” A 2ª temporada seria inspirada no ensaio “Regresso Ao Admirável Mundo Novo”, em que Huxley reexaminou seu próprio trabalho – e o mundo ao seu redor – , 26 anos após o lançamento do livro original. Mas essa continuação não vai acontecer. “Não haverá 2ª temporada de ‘Brave New World’ na Peacock”, disse o streamer em um comunicado. “David Wiener criou uma adaptação cinematográfica e instigante. Somos gratos ao elenco e à equipe que deram vida a este mundo. Estamos ansiosos para contar mais histórias com David no futuro”. Primeiro “cancelamento” da Peacock, a série também foi a primeira atração original da plataforma, ainda que não tenha sido feita para ela. Produzida para o canal pago USA Network com um orçamento de US$ 100 milhões, “Brave New World” acabou indo para o streaming “em cima da hora”, para ajudar a lançar o serviço da NBCUniversal, já que era a única série inédita original que estava pronta para acompanhar sua inauguração apressada (para chegar próximo da HBO Max) em 15 de julho. Para quem não conhece a história, ela apresenta um futuro onde a sociedade conquistou paz e equilíbrio após a proibição do dinheiro, da família, da monogamia, da privacidade e do livre arbítrio. A trama acompanha dois cidadãos de Nova Londres, Bernard Marx (vivido na série por Harry Lloyd, de “Counterpart”) e Lenina Crowne (Jessica Brown Findlay, de “Downton Abbey”), que, curiosos para explorar a vida além das estruturas da civilização, embarcam em férias para as Terras Selvagens, onde se envolvem em uma rebelião violenta e são resgatados por John (Alden Ehrenreich, de “Han Solo: Uma História Star Wars”), um selvagem criado à margem da sociedade, que ao viajar com eles para Londres logo começa a questionar o conceito de felicidade do sistema. O elenco da superprodução ainda incluía Demi Moore (“A Noite é Delas”), Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”), Joseph Morgan (“The Originals”), Nina Sosanya (“His Dark Materials”), Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e Sen Mitsuji (“Altered Carbon”). Uma 2ª temporada seria a chance de rever essa história por outra ótica. Publicado em 1932, o livro de Aldous Huxley conseguiu antecipar um futuro que acabou se materializando, por meio dos bebês de proveta, análise de DNA e até antidepressivos como o Prozac. Mas o autor depois questionou se não tinha defendido uma posição muito conservadora, o que deu origem à continuação filosófica da história em 1958, até hoje nunca adaptada para as telas. A produção foi a terceira minissérie derivada da obra clássica e tinha como showrunner David Wiener (“Fear The Walking Dead”), que trabalhou em cima de roteiros da dupla Brian Taylor e Grant Morrison (criadores da série “Happy!” no Syfy). Para completar, os dois primeiros (de um total de nove) episódios foram dirigidos por Owen Harris, responsável pelo premiado “San Junipero” da série “Black Mirror”. Veja abaixo o trailer da minissérie milionária.

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    David Fincher anuncia fim de Mindhunter

    23 de outubro de 2020 /

    O diretor David Fincher confirmou ter encerrado a série “Mindhunter”, que ele produzia para a Netflix. Em entrevista ao site Vulture, o cineasta afirmou que o drama criminal, baseada em fatos reais, sobre a formação de uma unidade do FBI especializada na caça de serial killers, não terá 3ª temporada. Ele justificou o fim da série pelo excesso de trabalho e tempo que demandava sua produção. “Nós vivemos por lá [Pittsburgh] por quase três anos”, disse Fincher. “Não ano após ano, provavelmente seis ou sete meses no ano… Foi muito para mim”. Fincher explicou que fez a 1ª temporada sem um showrunner, “só comigo resolvendo tudo, semana a semana”. E que isso quase implodiu a série já na 2ª temporada. “Começamos a receber os roteiros para a 2ª temporada, e quando vi o que estava escrito decidi que não gostava de nada. Então, jogamos fora e começamos de novo”. Só que, em vez de contratar showrunner experiente, ele preferiu uma assistente de direção, Courtenay Miles, e acabou coproduzindo a série com ela. “Era uma semana de trabalho de 90 horas. A série absorve tudo em sua vida. Quando terminei, estava bastante exausto e disse: ‘Não sei se tenho forças para fazer a 3ª temporada”, continuou. Além do grande esforço, ele considera que a série é muita cara para a audiência que atingiu, e confidenciou ter falado sobre isso com a Netflix. Mas os responsáveis pela plataforma não concordaram imediatamente em encerrar a produção. “Termine ‘Mank’ e depois veja como você se sente”, teriam dito, segundo Fincher. “Mas, honestamente, não acho que conseguiremos fazer a série por menos do que custou a 2ª temporada. E em algum nível, você tem que ser realista quanto ao fato de que os dólares têm que atrair público suficiente”, completou. A declaração de Fincher confirma boatos que circulavam desde janeiro, quando veio à toa que o diretor não tinha agendado o retorno da produção, preferindo se dedicar a outros projetos na própria plataforma de streaming. Anteriormente, Holt McCallany tinha dito que Fincher planejava cinco temporadas de “Mindhunter” e que pretendia continuar na série enquanto o cineasta estivesse envolvido. A 2ª temporada foi disponibilizada em agosto de 2019 e atingiu impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes. De acordo com o Vulture, apesar da baixa audiência, a Netflix estaria aberta a retomar e concluir a série. A ideia é deixar Fincher descansar. O diretor vai lançar seu novo filme, “Mank”, pela Netflix em dezembro. E pode muito bem retomar “Mindhunter” mais adiante, já que realmente continua envolvido em outras produções da plataforma. Um porta-voz da Netflix, ouvido pelo site, acrescentou: “Talvez em cinco anos.”

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    Away: Série sci-fi de Hilary Swank é cancelada na 1ª temporada

    20 de outubro de 2020 /

    A Netflix cancelou “Away”, série de ficção científica estrelada por Hilary Swank, vencedora de dois Oscars, após apenas uma temporada. A decisão foi anunciada seis semanas depois da estreia da série, em 4 de setembro. O detalhe é que “Away” ficou no Top 10 de audiência semanal de séries dos serviços de streaming nos Estados Unidos durante suas primeiras três semanas. A lista é feita pela Nielsen, empresa especializada em pesquisas de mercado. A plataforma de streaming, que não revela números de audiência, costuma decidir sobre renovações e cancelamentos a partir de um comparação entre o custo de um programa e seu alcance global de público. Mas às vezes a conta é desequilibrada por políticas empresariais. Recentemente, a Netflix sofreu mudanças importantes de bastidores. A executiva Channing Dungey, que aprovou a produção de “Away”, acaba de trocar de empresa, anunciada como nova diretora de conteúdo da divisão de séries e programas televisivos da Warner Media. Criada pelo roteirista Andrew Hinderaker (“Penny Dreadful”), a série trazia a vencedora do Oscar por “Meninos Não Choram” (1999) e “Menina de Ouro” (2004) como uma astronauta americana, que deixa seu marido e sua filha adolescente para comandar uma tripulação internacional numa missão arriscada: a primeira expedição humana para o planeta Marte. O tema já tinha sido explorado em outras séries rapidamente canceladas, como “The First”, em que Sean Penn era o astronauta rumo à Marte, e a pioneira “Defying Gravity”, que tinha o mesmo tom de novela de “Away” e, ao tentar chegar a Vênus em 2009, também ficou no meio do caminho na 1ª temporada. A equipe de produção de “Away” ainda juntava o cineasta Matt Reeves (do novo “Batman”), o produtor Jason Katims (“Parenthood”) e a roteirista Jessica Goldberg (criadora de “The Path”), que servia como showrunner.

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    LA’s Finest é cancelada após duas temporadas

    15 de outubro de 2020 /

    A companhia de TV paga americana Spectrum anunciou o cancelamento de “LA’s Finest”, sua primeira série original, após duas temporadas. Derivada da franquia cinematográfica “Bad Boys” e estrelada por Gabrielle Union e Jessica Alba, a série foi o programa escolhido para lançar a plataforma Spectrum Originals em 2019. A trama era centrada na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003), que assim como no filme é interpretada por Gabrielle Union. Replicando a dinâmica do cinema, ela ganhou uma parceira na série, propiciando o retorno de Jessica Alba à TV, 17 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). A decisão de encerrar a produção vem cinco semanas depois do lançamento da 2ª temporada, que teve todos os seus episódios disponibilizados em estilo de maratona na plataforma, e enquanto a 1ª temporada era exibida na Fox, licenciada para a TV aberta para suprir a falta de novos programas, devido à pandemia de coronavírus. A verdade é que “LA’s Finest” teve um histórico problemático desde seu começo. O piloto original chegou a ser rejeitado pela rede americana NBC. Mas a Sony acreditava tanto em seu potencial que foi atrás de parceiros pouco convencionais para reverter a rejeição. Para começar, fechou acordo de coprodução com a Bell Media, dona da rede canadense CTV, e buscou um nova mídia para exibir o programa nos Estados Unidos. As negociações acabaram originando a primeira série da Spectrum, terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga nos Estados Unidos. Desde então, a Spectrum já encomendou mais duas produções. Encontrar um lar não encerrou os problemas da atração, que continuaram durante as gravações da 1ª temporada. Um acidente trágico no set, quando um carro usado numa cena de ação perdeu o controle, levou um dos criadores da série, Brandon Sonnier, a passar por cirurgia de emergência e precisar amputar uma de suas pernas. A tragédia não emocionou a crítica, que odiou a produção. Com apenas 24% de aprovação, “LA’s Finest” tornou-se uma das séries pior avaliadas da história do Rotten Tomatoes. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AXN, que pertence à Sony.

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    Last Man Standing vai acabar na próxima temporada

    14 de outubro de 2020 /

    A Fox anunciou que a 9ª temporada de “Last Man Standing” será a última da série de comédia estrelada por Tim Allen. Os episódios começaram a ser gravados nesta semana e têm estreia marcada para janeiro. “Tive a sorte de ter feito parte de ‘Last Man Standing'”, disse Allen em comunicado. “Agradeço muito ao apoio incrível de nossos fãs nesta quase década de trabalho. À medida que nos aproximamos da 9ª temporada, eu simplesmente admiro e me sinto grato por todo o trabalho árduo que nosso elenco e equipe realizaram. Todos nós tínhamos pensado em encerrar a série após a última temporada, mas, junto com a Fox, decidimos adicionar um ano para que pudéssemos produzir uma temporada completa e assim criar um adeus gentil e divertido. Estou ansioso por uma temporada final memorável e hilária.” A próxima temporada será apenas a terceira de “Last Man Standing” na Fox, que se mudou para a rede depois de seis temporadas na ABC. Muitos críticos comentaram, na época, que a ABC tinha cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), visto que ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear em “Toy Story”) interpreta Mike Baxter, o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – , que se sente extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual – ou, como diz a descrição oficial, ele é um homem “que tenta manter sua masculinidade em um mundo cada vez mais dominado por mulheres”. Com o ator principal, também voltaram quase todas as mulheres de sua família televisiva: Nancy Travis (a esposa Vanessa), Amanda Fuller (a filha mais velha Kristin) e Kaitlyn Dever (a caçula Eve), mas Molly Ephraim (a filha do meio Mandy) preferiu não participar do resgate – e foi substituída por Molly McCook (a Darlene da série “The Ranch”). Além delas, também retornaram Jonathan Adams (Chuck), Christoph Sanders (Kyle), Jordan Masterson (Ryan) e Hector Elizondo (Ed). A 7ª temporada manteve uma média de 5,8 milhões de telespectadores ao vivo, excelente para o padrão das comédias da Fox, mas a 8ª caiu para 4,2 milhões. Não deixa de ser simbólico que a decisão de encerrar a produção aconteça na véspera de uma eleição presidencial que demonstra uma nova mudança de rumo nos EUA, com o provável fim do governo Trump. Com o encerramento de “Last Man Standing”, a Fox ficará com apenas duas comédias live-action em sua programação: “The Moodys”, estrelada por Denis Leary e Elizabeth Perkins, e a vindoura “Call Me Kat”, estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory).

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    Elenco de GLOW lança campanha para encerrar a série com filme

    11 de outubro de 2020 /

    O elenco completo de “GLOW” se reuniu num evento virtual no sábado (10/11) para relembrar os melhores momentos da série. O encontro, que deveria ser festivo, acabou tendo clima de velório, porque a série foi cancelada pela Netflix na semana passada, após ter sido renovada para sua 4ª temporada. A plataforma justificou a decisão pelas dificuldades criadas para gravar cenas de lutas em meio à pandemia de coronavírus. Ao introduzir a reunião, a atriz Betty Gilpin ressaltou que ela foi programada antes do cancelamento ser anunciado. “A gente ainda achava que teríamos uma 4ª temporada, então parece que a gente convidou vocês para o nosso casamento e daí o noivo fez sexo com uma garçonete e agora só estamos bêbadas no salão de festa gritando ‘aproveitem os quiches porque acabou!'” Durante a conversa, o ator Marc Maron defendeu que a Netflix fizesse um filme para concluir a história de “GLOW” e dar um encerramento mais respeitoso à série. “Seria uma coisa muito divertida, e me parece algo que a Netflix poderia fazer. Seria simples e resolveria o problema. Mas quem sabe o que eles vão fazer? Eu acho uma ótima ideia e eu espero que as pessoas apoiem o suficiente para levantar o interesse dos executivos lá”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão.

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    Elenco de GLOW reage com tristeza ao cancelamento da série

    6 de outubro de 2020 /

    O elenco de “GLOW” lamentou nas redes sociais a forma como aconteceu o cancelamento inesperado da série, anunciado pela Netflix na segunda-feira (5/10). A plataforma considerou que a produção tinha ficado inviabilizada, após seguidos adiamentos de gravações da 4ª temporada, devido à pandemia de coronavírus, e deixou a trama sem o final prometido. Alison Brie, Marc Maron e outras estrelas declararam-se tristes e desapontados com a decisão. “Vou sentir falta disso… Mas serei sempre grata à minha família ‘GLOW’ por mudar minha vida para sempre”, escreveu Brie no Instagram, compartilhando uma foto com suas colegas de elenco no set da produção, fazendo caretas estúpidas em seus trajes de luta. Rebekka Johnson, por sua vez, reagiu à notícia pedindo aos seguidores do Twitter que usassem suas máscaras, já que a covid-19 continua impedindo gravações de diversos outros títulos. Veja as reações das estrelas abaixo. Ver essa foto no Instagram Going to miss this… Forever grateful to my GLOW family for changing my life forever. ❤️ #glownetflix Uma publicação compartilhada por Alison Brie (@alisonbrie) em 5 de Out, 2020 às 4:32 PDT WEAR A MASK! 😭😭😭😭 https://t.co/nqTE7Rcirz — rebekka johnson (@HelloRebekka) October 5, 2020 devastated. #saveglow https://t.co/4eOhFlmTrG — Kimmy Gatewood (@kimmygatewood) October 6, 2020 No more GLOW. Sorry. Stinks. — marc maron (@marcmaron) October 5, 2020 My heart. pic.twitter.com/JCaQwTpfC3 — Britt Baron (@brittbaron) October 5, 2020 So glad to have been a tiny part of this show. I will play Betty Gilpin’s husband or ex-husband or mail carrier or anything, anytime anyone ever asks me to. She’s one of my favorite scene partners of all time, and I was beyond lucky to get to stand toe-to-toe with her. https://t.co/RgoPjZRJU0 — Rich Sommer (@richsommer) October 5, 2020 Thank you for changing my life Liz. https://t.co/ochd0m7LSw — Shakira Barrera (@Shakirax3) October 5, 2020

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    GLOW: Pandemia impede 4ª temporada e série é cancelada

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar a série “GLOW” após vários adiamentos do começo das gravações de sua 4ª temporada. As restrições impostas pelos protocolos de higiene e segurança para a retomada dos trabalhos durante a pandemia tornaram muito difícil a continuidade da produção, graças ao contato físico constante exigido pelas cenas que retratam lutas livres femininas. “Tomamos a difícil decisão de não fazer uma 4ª temporada de ‘GLOW’ devido ao coronavírus, que tornou a gravação desta série fisicamente íntima com seu grande elenco especialmente desafiadora”, disse a Netflix em um comunicado. “Somos muito gratos aos criadores Liz Flahive e Carly Mensch, Jenji Kohan e todos os escritores, elenco e equipe por compartilhar esta história sobre as mulheres incríveis de ‘GLOW’ conosco e com o mundo.” A série tinha sido renovada no ano passado e a produção chegou a começar os trabalhos da 4ª temporada nos primeiros meses do ano, mas foi interrompida em seu início devido à pandemia. Segundo apurou a revista Variety, os atores foram pagos integralmente pela 4ª temporada. “O coronavírus matou seres humanos reais. É uma tragédia nacional e deve ser nosso foco. O coronavírus também aparentemente tirou nosso programa do ar”, disseram os criadores da série, Liz Flahive e Carly Mensch, em um comunicado. “A Netflix decidiu não terminar as gravações da última temporada de ‘GLOW’. Recebemos liberdade criativa para fazer uma comédia complicada sobre mulheres e contar suas histórias. E lutas. E agora isso se foi. Há um monte de coisas ruins acontecendo no mundo que são muito maiores do que isso agora. Mas ainda é uma pena que não possamos ver essas 15 mulheres juntas novamente. Sentiremos falta de nosso elenco de palhaços estranhos e de nossa equipe heroica. Foi o melhor trabalho”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão. A notícia é especialmente ruim para a produtora Jenji Kohan, que, além de “GLOW”, ainda perdeu sua nova série, “Caçadora de Recompensas”, também cancelada pela Netflix nesta segunda (5/10).

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    Netflix cancela Caçadoras de Recompensas na 1ª temporada

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix cancelou a série “Caçadoras de Recompensas”, que no Brasil eliminou parte de seu título original. A série era na verdade sobre caçadoras de recompensa adolescentes e a palavra eliminada do título original, “Teenage Bounty Hunters”, é que fazia a diferença – e dava o tom – da produção. O cancelamento foi confirmado cerca de dois meses após a estreia da produção, que disponibilizou seus 10 episódios no dia 14 de agosto. A série girava em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao descobrir que são capazes de surpreender e prender criminosos, porque ninguém desconfia que adolescentes possam fazer isso, e decidem se juntar a um caçador de recompensas veterano para aprender os truques do negócio. Os episódios mostravam as duas equilibrando os riscos de sua profissão secreta com os problemas de sua vida no ensino médio, incluindo romance, sexo, aulas e, claro, as terríveis meninas populares da escola. O elenco era encabeçado por Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”) como as irmãs caçadoras de recompensa, Kadeem Hardison (“Agente K.C.”) como seu mentor, Virginia Williams (“Charmed”) e Mackenzie Astin (“Homeland”) como os pais sem noção e Spencer House (“The Society”) como o bonitão da classe. Primeira série criada por Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), “Caçadoras de Recompensas” contava com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio.

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    F Is For Family é renovada para 5ª e última temporada

    1 de outubro de 2020 /

    A Netflix renovou “F Is for Family” para sua 5ª e última temporada. A série animada, que lembra uma mistura de “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”, acompanha a família Murphy, bem mais desbocada que os personagens das animações da Fox. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“Big Little Lies”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin, além de incluir participações do comediante Vince Vaughn (“Os Estagiários”), que também é produtor da atração. “Trabalhar neste programa com o grande Bill Burr, Vince Vaughn e nosso incrível elenco, escritores, produtores e equipe foi a maior alegria da minha vida, e estou muito feliz por podermos fazer mais uma temporada com os Murphys, disse o co-criador e produtor executivo Price em comunicado. “Serei eternamente grato a todos na Netflix, Gaumont e Wild West que nos deixaram compartilhar essa família estressada, desbocada e amorosa com o mundo.” A 4ª temporada foi disponibilizada em junho passado e não há previsão para a estreia dos novos/últimos episódios.

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    Netflix cancela O Cristal Encantado e deixa série sem fim

    21 de setembro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. O cancelamento foi comunicado após a série ganhar o Emmy de Melhor Programa Infantil na semana passada, e um ano após a estreia da atração. “Podemos confirmar que não teremos mais temporadas de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, disse a produtora Lisa Henson, em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda (21/9). “Sabemos que os fãs gostariam de saber como esse capítulo da saga se encerra, por isso nós procuraremos formas de contar essa história no futuro”, ela acrescentou. “Agradecemos à Netflix por ter acreditado na gente e realizado uma série tão ambiciosa. Estamos muito orgulhosos pelo trabalho feito em ‘A Era da Resistência’, que foi aclamado pelos fãs, pela crítica e por nossos colegas”, encerrou a produtora. Com a decisão, a série ficou sem final, já que acabou num cliffhanger. Não está claro porque exatamente a produção não foi renovada ou o que levou a Netflix a se manifestar apenas após um ano, mas o site The Hollywood Reporter apurou que “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” foi considerada um fracasso para a plataforma de streaming, a ponto de ser citada como um dos motivos do afastamento da executiva de longa data Cindy Holland, que ajudou a dar vida à série. Uma “decepção cara”, de acordo com uma fonte não identificada. Ao falar sobre a série com o site Gizmodo, no início deste ano, o produtor executivo Javier Grillo-Marxuach observou que o programa não era apenas caro como também apresentou a produção mais longa da história da Netflix. “Esta série não é uma franquia que você pode dizer ‘Ok, vamos contratar um monte de novos escritores para desenvolver a primeira temporada’. Este é um trabalho dinástico de amor artesanal. Para fazer direito, você precisa de todos. Você precisa dos Hensons, você precisa dos Frouds. Você precisa de um certo compromisso financeiro e também aceitar o fato de que leva tempo. E é difícil acertar. De tudo em que trabalhei, este era provavelmente a série mais difícil de acertar. E todas as condições precisam ser reunidas para que seja exatamente o que precisa ser”, explicou o produtor. A série era um prólogo do clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não são fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso foi mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. O comando da produção ficou nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que produziu e dirigiu os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reuniu uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), que deram vida aos heróis Rian, Brea e Deet, protagonistas da série. Além deles, o elenco coadjuvante era igualmente impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).

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