Power Rangers: Elizabeth Banks aparece como Rita Repulsa em nova foto
A página oficial do filme “Power Rangers” no Instagram divulgou uma nova imagem da atriz Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) caracterizada como a vilã Rita Repulsa. O elenco ainda traz Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Power Rangers: Nova foto mostra os heróis perfilados de uniforme
A Lionsgate divulgou uma nova foto do filme dos “Power Rangers”. A imagem traz o quinteto perfilado em seus uniformes: Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto e Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela O elenco ainda traz Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) no papel de Zordon e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) encarnando Rita Repulsa. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Power Rangers: Nova foto traz briga de Rita Repulsa e a Ranger Amarela
A revista Entertainment Weekly divulgou uma nova foto do filme dos “Power Rangers”. A imagem traz a vilã clássica Rita Repulsa, vivida por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), experimentando suas garras na identidade civil da Ranger Amarela, interpretada por Becky Gomez (série “Empire”). Clique na imagem para ampliá-la. O elenco ainda traz Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Power Rangers: Novos heróis da franquia ganham pôsteres individuais
Após a falta de criatividade polêmica do primeiro cartaz, os novos heróis do filme “Power Rangers” ganharam pôsteres individuais, com um raio sobre o rosto, à la “Alladin Sane”, de David Bowie. Os atores reunidos são Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa e RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul. No filme, eles enfrentarão uma nova versão da vilã clássica Rita Repulsa, vivida por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), e contarão com a mentoria de Zordon, interpretado por Bryan Cranston (série “Breaking Bad”). A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bryan Cranston diz que filme do Power Rangers será como Batman
Bryan Cranston deixou os fãs da série “Breaking Bad” descrentes, ao aceitar participar do filme dos “Power Rangers”. Afinal, poucos lembram que, antes da fama, o ator trabalhou como dublador na série dos anos 1990. Mas ele garante que não foi por isso que aceitou o convite para viver Zordon, o mentor dos Rangers. A culpa foi de Batman. Cranston admitiu que o programa de TV dos cinco super-heróis coloridos era “uma farsa, bobo, ‘pow’ e ‘zow’, com movimentos estranhos e coisas assim”, mas, segundo ele, a série é tão diferente do filme quanto o Batman televisivo dos anos 1960 era da trilogia “Cavaleiro das Trevas”, de Christopher Nolan. “Eu não estava empolgado até conversar com o produtor, ler o roteiro e falar com o diretor. Depois disso, pensei: ‘Isso é diferente’. É tão diferente quanto reimaginar a série de TV do Batman se tornando os filmes do Batman. Você não pode comparar os dois, assim como não pode comparar o filme dos Power Rangers com a série de TV”, disse o ator em entrevista ao site Huffington Post. “O filme é irreconhecível. Há princípios que você percebe, claro, mas a inspiração é diferente, a sensibilidade e a abordagem são completamente diferentes”, explicou. Descrevendo o longa, ele diz que a trama se apropria “da vida adolescente”. “Passa pelo colégio, pela popularidade ou falta dela, os valentões, e todas as diferentes partes e subpartes da vida adolescente, as inseguranças desses garotos e coisa do tipo, sonhos e esperanças. Você vai abraçar tudo isso numa releitura, numa nova versão, numa reinvenção dos ‘Power Rangers'”. Dirigido por Dean Israelite (“Projeto Almanaque”), o longa conta ainda com Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) no papel de Rita Repulsa, o que gerou controvérsia entre os fãs dos “Power Rangers” originais. A estreia está marcada para 23 de março de 2017 no Brasil.
Tinha que Ser Ele?: Trailer de comédia traz James Franco como genro de Bryan Cranston
A Fox divulgou o trailer legendado de “Tinha que Ser Ele?” (Why Him?), comédia estrelada por James Franco (“A Entrevista”) e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”). A prévia mostra como o personagem de Cranston passa a odiar o de Franco, ao descobrir que ele está namorando sua filha (Zoey Deutch, de “Tirando o Atraso”). Milionário, desbocado e excêntrico, o papel de Franco é um pesadelo ambulante para qualquer pai. Mas, na trama, o rapaz está determinado a conquistar o sogrão e, sem mudar seu estilo de vida, conseguir sua benção para o casamento. Dirigido por John Hamburg (“Eu Te Amo, Cara”), “Tinha que Ser Ele?” também traz Megan Mullally (série “Will & Grace”) como a esposa de Cranston e conta com uma participação especial do youtuber brasileiro PC Siqueira. A estreia está marcada para o dia 22 de dezembro no Brasil, três dias antes do lançamento nos EUA.
Trailer de comédia traz James Franco como genro dos pesadelos de Bryan Cranston
A 20th Century Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Why Him?”, comédia estrelada por James Franco (“A Entrevista”) e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”). A prévia mostra como o personagem de Cranston passa a odiar o de Franco, ao descobrir que ele está namorando sua filha (Zoey Deutch, de “Tirando o Atraso”). Milionário, desbocado e excêntrico, o papel de Franco é um pesadelo ambulante para qualquer pai. Mas, na trama, o rapaz está determinado a conquistar o pai da namorada e, sem mudar seu estilo de vida, conseguir sua benção para o casamento. Dirigido por John Hamburg (“Eu Te Amo, Cara”), “Why Him?” também traz Megan Mullally (série “Will & Grace”) como a esposa de Cranston e conta com uma participação especial do youtuber brasileiro PC Siqueira. A estreia está marcada para o dia 22 de dezembro no Brasil, três dias antes do lançamento nos EUA.
Power Rangers: Primeiro pôster do filme rende polêmica
O filme dos “Power Rangers” já está acumulando polêmicas, oito meses antes de sua estreia. Após reclamações a respeito da etnia da intérprete de Rita Repulsa nos cinemas, a nova confusão diz respeito ao primeiro pôster divulgado do longa-metragem. Alguns fãs reparam que o cartaz recicla uma imagem disponível no banco de imagens do site Shutterstock. Isto não significa necessariamente um plágio, já que a imagem pode ter sido comprada com o objetivo de ser retocada para o pôster. Mas demonstra que a equipe encarregada pela produção não se deu ao trabalho de ser criativa com o material. Zero em originalidade, como pode ser visto na comparação acima. O pôster oficial apenas destaca as silhuetas dos heróis, que serão interpretados por Naomi Scott (“Perdido em Marte”), Dacre Montgomery (“A Few Less Men”), Ludi Lin (série “Marco Polo”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) e Becky Gomez (série “Empire”), que aparecem em trajes civis. No filme, eles viverão os Rangers Rosa, Vermelho, Preto, Azul e Amarelo, respectivamente. E além de Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como Rita Repulsa, o elenco também destaca Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, o mentor dos Rangers. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo filme dos Power Rangers ganha primeiro pôster
A Lionsgate divulgou o primeiro pôster do novo filme dos “Power Rangers”, que destaca as silhuetas dos heróis. Os atores reunidos são Naomi Scott (“Perdido em Marte”), Dacre Montgomery (“A Few Less Men”), Ludi Lin (série “Marco Polo”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) e Becky Gomez (série “Empire”), que aparecem em trajes civis. No filme, eles viverão os Rangers Rosa, Vermelho, Preto, Azul e Amarelo, respectivamente, e enfrentarão a vilã Rita Repulsa, vivida por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”). O elenco também destaca Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, o mentor dos Rangers. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bryan Cranston será o mentor dos Power Rangers no novo filme
Eis o que acontece quando se mistura séries. O mentor da nova geração de Power Rangers será… Walter White! Já imaginou? Na verdade, o ator Bryan Cranston, que estrelou a série “Breaking Bad”, foi confirmado no papel de Zordon, o eterno inimigo de Rita Repulsa (Elizabeth Banks), responsável por recrutar os jovens heróis que formam os Power Rangers. Foi o próprio ator quem fez o anúncio em seu Twitter. Além disso, ele revelou uma conexão curiosa entre o filme e a série “Breaking Bad”. Lambram que Cranston, no papel de Walter White, produzia metanfetamina azul? Pois “Power Rangers” terá um Ranger Azul, cuja identidade civil foi batizada de… Billy Cranston! A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bryan Cranston vai estrelar e produzir nova série sci-fi
O ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) vai retornar à TV em uma nova série, desta vez como ator e produtor. O anúncio foi feito pelo canal britânico Channel 4, que irá exibir a atração. Intitulada “Electric Dreams: The World of Philip K. Dick”, a série terá formato de antologia e irá adaptar os contos do escritor Philip K. Dick ao longo de 10 episódios. Cranston vai estrelar um dos episódios e coproduzir a temporada com Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica” e “Outlander”) e Michael Dinner (diretor-produtor da série “Justified”). Considerado um visionário, o americano Philip Kindred Dick antecipou o subgênero da ficção científica que ficou conhecido como cyberpunk, com tramas intrincadas sobre as consequências das inovações tecnológicas do futuro. Apesar de sua reconhecida influência, que lhe rendeu vários prêmios literários, ele só foi descoberto por Hollywood nos momentos finais de sua vida. A primeira versão cinematográfica de suas obras estreou justamente no ano de sua morte, 1982. O título da série de Cranston, por sinal, é inspirado no conto que abriu o filão das adaptações, “Andróides Sonham com Ovelhas Elétricas?” (no original, “Do Androids Dream of Electric Sheep?”). O texto virou o filme “Blade Runner”. O culto à visão futurista de “Blade Runner” abriu caminho para uma enxurrada de adaptações cinematográficas da obra do escritor. Mas foi só em 2015 que seus livros passaram a inspirar séries. Foram duas de uma vez: “Minority Report”, cancelada na 1ª temporada, e “The Man in the High Castle”, renovada para a 2ª. Atualmente, também há dois filmes baseados em criações do autor em desenvolvimento: uma continuação de “Blade Runner”, com direção do canadense Denis Villeneuve (“Sicario”), prevista para outubro de 2017, e “Ubik”, do cineasta francês Michel Gondry (“Besouro Verde”), ainda em pré-produção.
Bryan Cranston e Kevin Hart negociam estrelar o remake do sucesso francês Intocáveis
Os atores Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”) estão negociando estrelar o remake do sucesso francês “Intocáveis” (2011), que será dirigido por Simon Curtis (“A Dama Dourada”). As informações são do site da revista Variety. Um dos maiores sucessos franceses desta década, “Os Intocáveis” arrecadou US$ 416 milhões mundialmente, estabelecendo o ator Omar Sy como uma estrela internacional. A trama acompanhava o relacionamento de um tetraplégico rico (François Cluzet) e seu cuidador (Sy), um imigrante negro pobre. De fato, o filme fez tanto sucesso que todo mundo interessado na história já a conhece de cor, a ponto de já estirem variações jovens e românticas da premissa em produção. Caso de, por exemplo, “Como Eu Era Antes de Você”, que estreia em junho no Brasil. O remake será produzido pela TWC (The Weinstein Company), apesar da visível onda de fracassos de remakes americanos, que já deveria ter desencorajado este tipo de investimento. O mais recente, “Olhos da Justiça” (remake do argentino “O Segredo dos seus Olhos”) rendeu apenas US$ 20 milhões no mercado doméstico e foi praticamente ignorado no exterior, onde somou US$ 12 milhões. Antes disso, “Oldboy” (remake do thriller sul-coreano homônimo) fez fiasco ainda maior, com US$ 2 milhões nos EUA e a mesma quantia em todos os demais países do mundo. O roteiro do “Intocáveis” americano está a cargo de Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”). A produção está prevista para começar a ser rodada no verão americano deste ano e é considerada de alta prioridade para o estúdio.
Trumbo lembra histeria anticomunista que afligiu Hollywood
Dalton Trumbo foi um dos mais bem-sucedidos roteiristas da história de Hollywood. Escritor muito talentoso, era capaz de produzir desde histórias banais, com personagens sem sentido, em função de atender às expectativas de lucro fácil dos produtores, a obras elaboradas, sofisticadas, passando por épicos, blockbusters e outros tipos de sucessos populares. Mas filiou-se ao Partido Comunista Americano num período em que, por conta da 2ª Guerra Mundial e suas consequências, muitos acreditavam que poderiam melhorar, transformar o mundo. Ocorre que, no pós-guerra, a paranoia anticomunista atingiu níveis brutais nos Estados Unidos, culminando na Guerra Fria e na política que sustentou as ditaduras da América Latina. Mas tudo começou com um movimento nacional de “caça às bruxas”. A partir de 1947, o chamado Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso dos Estados Unidos voltou sua atenção para Hollywood e pretendeu extirpar de seu meio os que eram denunciados como comunistas. E o fez marcando-os, publicamente, impedindo-os de trabalhar em seu ofício e, em vários casos, encarcerando-os por algum tempo. Foi precisamente o caso do roteirista, cuja história é narrada no filme “Trumbo – A Lista Negra”, dirigido por Jay Roach (“Entrando numa Fria”). O filme procura mostrar quem foi esse personagem, suas relações profissionais e familiares, suas crenças e, sobretudo, a luta que travou para poder trabalhar e viver, dando trabalho a outros talentosos escritores banidos, além de seu permanente combate pelo fim da lista negra. Por mais de uma década, ele atuou clandestinamente, sem poder assinar seus roteiros e, ironicamente, venceu o Oscar por duas vezes, com os filmes “A Princesa e o Plebeu” (1953) e “Arenas Sangrentas” (1957), impedido de aparecer para receber o prêmio, que não estava em seu nome. Só a partir de “Spartacus”, dirigido por Stanley Kubrick, e por iniciativa do ator Kirk Douglas, seu nome pôde voltar a figurar nos créditos. No mesmo ano, em 1960, ele também assinou “Êxodus”, dirigido por Otto Preminger, e a abominável lista caiu por terra. Não está no filme, que vai até 1970, mas um dos mais importantes trabalhos de Dalton Trumbo no cinema foi a adaptação de sua obra literária “Johnny Vai À Guerra”, de 1939, que ele mesmo dirigiu em 1971. Vale a pena complementar a sessão, pois se trata de um dos mais importantes filmes sobre guerra já feitos. “Trumbo – A Lista Negra” funde cenas dos filmes originais à filmagens feitas agora, tanto em preto e branco como a cores, de um modo muito eficiente. Tem atuações marcantes do trio central de atores: Bryan Cranston (série “Breaking Bad”), como Trumbo (indicado ao Oscar pelo papel), Diane Lane (“O Homem de Aço”), como sua mulher, Cleo Trumbo, e a vilã da história, representada pela personagem Hedda Hopper, ex-atriz do cinema mudo e colunista de sucesso, que combateu ferozmente os chamados traidores comunistas de Hollywood. O papel coube à grande Helen Mirren (“A Dama Dourada”), que faz a vilã em um figurino excêntrico, com um chapéu diferente a cada cena, cada um mais extravagante do que o outro. E roupas de igual teor. O figurino e a caracterização de época são outro ponto alto do filme, por sinal. E seu senso de humor, também. Trata-se, no entanto, de um filme político e muito atual. A paranoia anticomunista continua por aí, travestida de outros nomes, às vezes. Mas nada mudou, essencialmente. As práticas políticas se repetem à exaustão, incluindo o ódio e a intolerância, simplistas e grosseiros, que fizeram parte do legado do período macartista da caça às bruxas, quando Dalton Trumbo realizava seu trabalho, com muito esforço e dedicação, em Hollywood.









