Série da Patrulha do Destino ganha primeiro teaser, pôsteres e data de estreia oficial
A plataforma DC Universe divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro teaser da série da “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), grupo que foi introduzido em “Titãs” (Titans). A prévia revela a data de estreia da atração, que será a segunda produção live-action do serviço de streaming, enquanto os cartazes destacam individualmente cada intérprete e seu personagem. Os quadrinhos dos heróis perderam popularidade com o tempo, mas a Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics. Na verdade, o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. O grupo da DC é até mais rejeitado pela humanidade que os mutantes, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que apareceram em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série acrescentou mais dois personagens ao grupo e mudou praticamente todo o elenco, embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Já o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em sua estreia, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. A série da Patrulha do Destino vai estrear em 15 de fevereiro nos Estados Unidos, e deve chegar ao Brasil entre abril e maio via Netflix.
Série Titans revela a Patrulha do Destino em vídeos e fotos
A plataforma DC Universe divulgou o trailer, uma cena e as fotos do episódio de “Titans” que vai introduzir a Patrulha do Destino. Pelas imagens divulgadas, eles entram na trama por sua relação com Mutano (Ryan Potter, de “Supah Ninjas”). Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar nos Titãs. Ele era filho adotivo de Rita Farr e seu marido Steve Dayton, identidade dos heróis conhecidos como Mulher-Elástica e Mento. A Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Isto porque os personagens tinham origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causavam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que aparecerão em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. Eles vão ganhar uma série própria após essa aparição, mas o elenco vai mudar bastante. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) será mantida como Mulher-Elástica. Mulher-Elástica e o Chefe, na verdade, são os únicos que mostram seus rostos no grupo original. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titans”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série “Doom Patrol” (o título original da Patrulha do Destino). O Homem-Robô e o Homem-Negativo, vividos por figurantes em “Titans”, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks na outra série por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Atualmente em produção, a série da Patrulha do Destino ainda não tem previsão de estreia. Já o próximo episódio de “Titans”, que introduzirá os personagens, será exibido nesta sexta (2/11) nos Estados Unidos. “Titans” vai chegar ao Brasil pela Netflix em 2019.
Matt Bomer será o Homem-Negativo na série da Patrulha do Destino
A série da Patrulha do Destino completou seu super-elenco com o anúncio de que Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) viverá o herói Homem-Negativo. A escalação foi compartilhada durante painel da plataforma DC Universe na New York Comic Con. A grande ironia da contratação é que o ator, conhecido pela boa aparência, vai interpretar um personagem que nos quadrinhos se esconde o tempo inteiro atrás de bandagens – como o Homem Invisível clássico. Larry Trainor era um piloto de testes da Força Aérea que entrou em contato com uma estranha energia radioativa durante um acidente de avião. Como resultado, ganhou a capacidade de projetar-se fora de seu corpo, voar e muito mais, mas precisa se manter coberto por bandagens para evitar a propagação de sua radioatividade. Por conta disso, Bomer fará basicamente trabalho de dublagem e aparecerá em flashbacks, enquanto um dublê (Matthew Zuk) aparecerá sob as bandagens. A maioria dos personagens da série, por sinal, tem alguma deformação ou “defeito”, porque adquiriram poderes graças a tragédias, sofrendo mutilações ou desequilíbrio mental no processo. A Patrulha do Destino foi concebida desta forma pelos autores dos quadrinhos, Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, que queriam personagens capazes de causar mais medo e repulsa que as reações positivas associadas aos super-heróis. Nisto são parecidos com os X-Men, com quem costumam ser comparados. Com o detalhe de que os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. O anúncio de Matt Bomer também confirma que “Doom Patrol” (o título original) terá elenco diferente daquele que será introduzido na série dos “Titãs”. Originalmente apresentada como um spin-off, a produção só manterá uma intérprete inalterada entre a aparição nos Titãs e a estreia da série própria. Curiosamente, é uma das poucas personagens que não se disfarça, a Mulher-Elástica. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a heroína tanto em “Titã” quando na série da Patrulha. Os demais intérpretes são Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) como o Homem-Robô, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue e Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como o Dr. Niles Caulder, mais conhecido como O Chefe. Eles enfrentarão Alan Tudyk (da série “Powerless”), que viverá o vilão Sr. Ninguém. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e fará parte do universo DC administrado pelo produtor Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de oito adaptações de quadrinhos da DC Comics, nove se “Batwoman” for confirmada, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e aumentará seu recorde histórico para 16 séries em produção simultânea. Ainda sem previsão de estreia, “Doom Patrol” fará parte da programação exclusiva da plataforma de streaming DC Universe, lançada em 15 de setembro nos Estados Unidos.
Timothy Dalton vai liderar os super-heróis da Patrulha do Destino em série da DC Comics
O ator Timothy Dalton, que foi o agente secreto James Bond nos anos 1980 e recentemente estrelou a série de terror “Penny Dreadful”, vai comandar a Patrulha do Destino. Ele vai viver o Dr. Niles Caulder, mais conhecido pela alcunha de O Chefe, em “Doom Patrol”, a nova série de super-heróis da DC Comics. Originalmente considerada um spin-off de “Titans”, série dos Novos Titãs que estreia em outubro, a atração vai surgir com novo elenco em sua série própria. A maior mudança é justamente no papel do Chefe, que vai aparecer em “Titans” vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”). Os dois atores nem sequer compartilham a mesma etnia. As mudanças de intérpretes nos demais personagens passam mais despercebidas, visto que um deles usa bandagens (o Homem Negativo) e outro é uma criação robótica (o Homem-Robô). Curiosamente, a única que não se disfarça, a Mulher-Elástica, terá a mesma intérprete tanto em “Titans” quando na série própria da Patrulha, April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”). Os demais intérpretes são Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) como o Homem-Robô e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue. Ainda falta definir o Homem-Negativo, que será vivido por Dwain Murphy (visto em dois episódios de “Star Trek: Discovery”) em “Titãs”. Eles enfrentarão Alan Tudyk (da série “Powerless”) como o vilão Sr. Ninguém. A Patrulha do Destino é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. E, desde sua concepção, o grupo se tornou conhecido por causar mais medo e repulsa que as reações positivas associadas aos super-heróis. Isto porque seus integrantes são pessoas que adquiram poderes após sofrerem acidentes ou tramas terríveis, ficando mutiladas ou enlouquecidas no processo. A sinopse oficial da série reflete essa premissa. Diz o texto: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e fará parte do universo DC administrado pelo produtor Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de sete adaptações de quadrinhos da DC Comics, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e baterá o recorde de 14 séries em produção simultânea. Ainda sem previsão de estreia, “Doom Patrol” fará parte da plataforma de streaming DC Universe, que será lançada em 15 de setembro nos Estados Unidos.
Alan Tudyk viverá supervilão na série da Patrulha do Destino
O ator Alan Tudyk (da série “Powerless”) entrou em “Doom Patrol”, a série baseada nos quadrinhos da Patrulha do Destino. Ele foi escalado para interpretar o vilão Sr. Ninguém. O personagem foi introduzido em sua identidade original de Eric Morden em 1964 e só virou o Sr. Ninguém em 1989, na fase malucaça em que Grant Morrison assumiu a publicação e começou a incluir influências das artes plásticas na trama. Nesta época, os personagens incluíam até um rua chamada Danny – uma avenida com sentimentos. A presença do Sr. Ninguém é sinal de que a série vai aderir à essa fase mais surreal. Nos quadrinhos, ele foi responsável por introduzir a Irmandade Dada – referência ao movimento artístico do dadaísmo – , grupo que não reconhece a existência do bem e do mal. A Patrulha do Destino vai aparecer primeiro na série “Titans”, dos Novos Titãs, com estreia prevista para outubro no serviço de streaming DC Universe, antes de ganhar sua série própria. Diz a sinopse: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais integrantes que aparecerão primeiro em “Titans” são Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica, mas outros foram incorporados após a série ser oficializada. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a Mulher-Elástica, Dwain Murphy (visto em dois episódios de “Star Trek: Discovery”) será o Homem-Negativo, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) aparecerá como Crazy Jane, Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) interpretará o Homem-Robô e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) terá o papel do herói Ciborgue. Falta ainda definir se se Bruno Bichir (série “Narcos”), interprete do Chefe em “Titans”, também repetirá o papel na nova série. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e fará parte do universo DC administrado por Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de sete adaptações de quadrinhos da DC Comics, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e baterá o recorde de 14 séries em produção simultânea. “Doom Patrol” ainda não tem previsão de estreia. Ela fará parte do conteúdo exclusivo da plataforma de streaming DC Universe, que será lançada em 15 de setembro nos Estados Unidos.
Brendan Fraser vai viver o Homem-Robô na série da Patrulha do Destino
O ator Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) vai estrelar a próxima série de super-heróis da DC Comics. Ele viverá o Homem-Robô em “Doom Patrol”, baseada nos quadrinhos da Patrulha do Destino. O personagem era um piloto de corrida chamado Cliff Steele, que teve seu cérebro transplantado para um corpo de metal após sofrer um grave acidente nas pistas. Fraser irá dublar o Homem-Robô, que aparecerá numa armadura metálica, além de viver Steele em flashbacks. Um dublê interpretará o personagem sob a amardura. Na série “Titans”, dos Novos Titãs, que introduzirá o personagem, o intérprete anunciado foi Jake Michaels (visto num episódio de “Designated Survivor”). A Patrulha do Destino é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. E, desde sua concepção, o grupo se tornou conhecido por causar mais medo e repulsa – formado por pessoas que foram mutiladas, desfiguradas ou tem poderes assustadores – que as reações positivas associadas aos super-heróis. A sinopse oficial da série reflete essa premissa. Diz o texto: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais integrantes que aparecerão primeiro em “Titans” são Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica, mas outros foram incorporados após a série ser oficializada. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a Mulher-Elástica e Dwain Murphy (visto em dois episódios de “Star Trek: Discovery”) será o Homem-Negativo, mas ainda não foi definido se Bruno Bichir (série “Narcos”) manterá o papel de Chefe, que terá em “Titans”. Além destes, a produção também anunciou Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e a produção faz parte do universo DC administrado por Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de sete adaptações de quadrinhos da DC Comics, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e baterá o recorde de 14 séries em produção simultânea. “Doom Patrol” ainda não tem previsão de estreia. Ela fará parte do conteúdo exclusivo da plataforma de streaming DC Universe, que deve ser lançada ainda este ano pela Warner, tendo como primeira estreia justamente a série dos Titãs.
Associação do Globo de Ouro diz que assédio sexual sofrido por Brendan Fraser foi “piada”
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), responsável pela premiação do Globo de Ouro, declarou ter investigado as alegações de assédio sexual feitas pelo ator Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia”) contra Philip Berk, ex-presidente da organização, e chegado à conclusão de que nada de grave aconteceu. Teria sido uma “piada” mal-interpretada, segundo comunicado oficial. Um dos atores mais populares dos anos 1990, Brendan Fraser contou originalmente à revista americana GQ, em fevereiro, ter entrado em depressão e ficado sem vontade de continuar a carreira por conta de um assédio sexual que sofreu em 2003, durante um almoço realizado pela HFPA. Uma jornalista do The New York Times já havia revelado na época que Philip Berk, ex-presidente da organização, havia apertado as nádegas do ator durante o evento. Mas, segundo Fraser, Berk foi além: “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, relembrou o ator. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” À época da divulgação da história, a associação prometeu que iria realizar uma investigação interna sobre o caso, apesar de Berk negar a alegação, classificando-a como mentirosa. A investigação chegou à conclusão diferente. O fato teria realmente acontecido. Mas, diante do escândalo, a HFPA procurou o ator para propor um comunicado conjunto que classificaria a questão como uma piada. O ator não aceitou. Mesmo assim, a HFPA emitiu seu comunicado jogando panos quentes na polêmica, sem punir seu ex-presidente. “Apesar de ter sido concluído que o Sr. Berk tocou inapropriadamente o Sr. Fraser, a evidência aponta que o toque era para ser levado como uma piada, não como um avanço sexual”, diz o texto, que ainda acrescenta que “todas as partes consideram o caso concluído”. O ator, entretanto, não se deu por satisfeito. “Eu não entendi a piada”, afirmou ele em nova declaração à GQ, dizendo que se sentiu violado com o toque. “Eu sou o único que sabe onde fui tocado”. Fraser ainda revelou que a HFPA se negou a compartilhar com ele o relatório completo com os resultados da investigação. Citando o sigilo necessário para proteger testemunhas, a associação enviou a ele apenas um resumo das conclusões. Fraser disse se sentir como se estivesse sendo novamente forçado a se calar sobre o caso. “Há um sistema com regras não-escritas. Se você obedecer a ele, você será recompensando. Se não, você não será. Mas, além disso, eu quero encerrar esse episódio da minha vida e da minha carreira e seguir em frente, na esperança de que outros conseguirão o mesmo no futuro”. O ator se pronunciou novamente na esperança de que a HFPA tome atitudes e peça a renúncia de Berk. “Queria dar a eles todas as oportunidades para mudarem isso. Acho que sou o primeiro tijolo do caminho. Talvez alguém coloque outro e o caminho continue. Não sei. Ainda não é tarde demais. Eles ainda podem fazer a coisa certa”. Novamente procurado pela revista, Philip Berk, que dizia que Fraser tinha mentido, agora afirmou não ter recebido nenhuma reprimenda da Associação pela “piada” e que continua membro dela. A HFPA não se pronunciou mais. Vale lembrar que o último Globo de Ouro foi marcado por manifestações do movimento #MeToo, com destaque para o figurino totalmente preto das atrizes que participaram da premiação, em protesto justamente contra assédios como o sofrido por Fraser.
Família Getty prepara processo contra o canal FX pela minissérie Trust
Ariadne Getty, irmã de John Paul Getty III, prepara um processo contra o canal pago FX e os produtores da série “Trust” pela forma como sua família está sendo retratada na minissérie. De acordo com documentos obtidos pela revista The Hollywood Reporter, o advogado de Ariadne Getty, o já notório Martin Singer (advogado de Stallone e Brett Ratner em casos de abuso sexual), afirma que a série é “uma descrição difamatória, cruel e malvada” da família. “É irônico que você tenha intitulado sua série de televisão com o nome de Trust (confiança, em inglês)”, escreveu Singer. “Os títulos mais apropriados seriam mentira ou desconfiança, uma vez que a história difamatória que conta sobre a situação dos Getty durante o seqüestro é falsa e enganadora”. A série aborda o sequestro de John Paul Getty III, que também foi explorado no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” sem maiores controvérsias. A diferença é que a versão da história desenvolvida por um cineasta inglês Danny Boyle e o roteirista Simon Beaufoy, ambos premiados com o Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008), sugere que tudo começou como um plano do próprio sequestrado para extorquir dinheiro do avô, o magnata do petróleo John Paul Getty. “Vocês estão usando uma versão falsa da tragédia da família Getty para gerar entretenimento e para seus próprios ganhos financeiros”, escreve Singer. “Isso é realmente irônico, uma vez que um dos temas de ‘Trust’ é retratar a família da minha cliente como sendo impulsionada pela ganância”. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares, já vistos no filme de Ridley Scott. Mas, na versão televisiva, o crime teria sido imaginado pela própria vítima, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe liberava dinheiro. O que deveria ser um falso rapto acaba ganhando contornos inesperados quando o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para piorar, o pai do jovem, envolvido em drogas, não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe, quebrada financeiramente, tentar resolver. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia no próximo domingo, dia 25 de março, nos Estados Unidos.
História de Todo o Dinheiro do Mundo vira comédia no trailer da série Trust
O canal pago americano FX divulgou um novo trailer de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia ajuda a explicar porque Ridley Scott fez de tudo para lançar seu filme antes da produção televisiva, já que sugere uma história muito mais – com direito a trocadilho – rica e divertida que a versão cinematográfica. O tom é de comédia noir de humor negro, como o primeiro longa de seu diretor. “Trust” também foi desenvolvida por um cineasta inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria entre ele e o roteirista Simon Beaufoy. Os dois fizeram juntos “Quem Quer Ser um Milionário?” e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). Mas “Trust” remete à “Cova Rasa” (1994), que colocou Boyle na mira dos cinéfilos. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares. A diferença é que, na versão televisiva, a própria vítima planeja o crime, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe libera dinheiro. Só que o plano não corre como esperado, pois o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para completar, o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe do rapaz, quebrada financeiramente. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia em 25 de março nos Estados Unidos.
Brendan Fraser culpa assédio de ex-presidente do Globo de Ouro por declínio na carreira
Um dos atores mais populares dos anos 1990, Brendan Fraser desapareceu nos últimos anos. Mas a causa não teriam sido fracassos de bilheteria no começo do século. Ele finalmente resolveu contar sua versão da história, como mais um a dizer #MeToo (eu também). Em uma longa reportagem publicada pela revista americana GQ, o astro da trilogia “A Múmia” revelou que, além da atenção necessária para cuidar do filho autista, um fato o deixou depressivo e sem vontade de continuar a carreira: o assédio sexual que ele sofreu em 2003, durante um almoço realizado pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na singla em inglês), que promove o Globo de Ouro. Uma jornalista do The New York Times já havia revelado na época que Philip Berk, ex-presidente da organização, havia apertado as nádegas do ator durante o evento. Mas, segundo Fraser, Berk foi além: “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, relembrou o ator. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” Berk, que ainda é membro da HFPA, foi procurado pela GQ e contestou a história: “Fabricação total”. Entretanto, há fatos que atestam a veracidade da acusação. Além do relato da jornalista, os representantes do ator pediram na época um pedido de desculpas por escrito à Associação. Berk escreveu uma carta, mas afirmou que não admitiu “nenhuma transgressão”. “[Escrevi] o habitual. ‘Se eu fiz qualquer coisa que aborreceu o Sr. Fraser, não foi intencional e peço desculpas.” Fraser ainda comentou que tem acompanhado o movimento das mulheres que têm denunciado casos de assédio, tanto dentro quanto fora de Hollywood. “Eu conheço Rose [McGowan], conheço Ashley [Judd], eu conheço Mira [Sorvino]. Eu trabalhei com elas. Não falo com elas há anos, mas as considero minhas amigas. Eu assisti a este movimento maravilhoso, essas pessoas com a coragem de dizer o que não tive coragem de dizer.” O ator revelou também que desde o incidente com o ex-presidente da HFPA raramente é convidado ao Globo de Ouro. Berk nega qualquer tipo de boicote. “Sua carreira declinou sem nossa culpa”, diz o acusado de assédio. Brendan Fraser poderá ser visto a seguir no elenco da série “Trust”, que estreia em 25 de março no canal pago americano FX. Na produção, sobre o sequestro do neto de John Paul Getty nos anos 1970, ele terá o mesmo papel vivido por Mark Wahlberg no filme “Todo o Dinheiro do Mundo”.
Trust: Trailer sugere que minissérie pode ser melhor que o filme Todo o Dinheiro do Mundo
O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer completo de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia ajuda a explicar porque Ridley Scott fez de tudo para lançar o filme antes da produção televisiva, já que sugere uma história muito mais – com direito a trocadilho – rica que a versão cinematográfica. “Trust” também foi desenvolvida por um diretor inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria do diretor com o roteirista Simon Beaufoy, com quem fez o filme citado e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). E o vídeo demonstra qualidades típicas da obra de ambos: um visual cinematográfico, cenas praticamente psicodélicas – ao som de Pink Floyd! – e um humor negro que ironiza o drama. Ambientada em 1973, a trama também aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares. A diferença é que, na versão televisiva, o próprio rapaz planeja o crime, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe libera dinheiro. Só que o plano não corre como esperado, já que o magnata se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Para completar, o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para mãe do rapaz, quebrada financeiramente. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para negociar sua vida. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que ainda conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie também ganhou data de estreia, e vai chegar em 25 de março à TV dos EUA.
Trust: Minissérie sobre mesma história do filme Todo o Dinheiro do Mundo ganha teaser
O canal pago americano FX divulgou o primeiro teaser de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia mostra o ator Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”) como o bilionário John Paul Getty, mesmo papel que seria desempenhado por Kevin Spacey (série “House of Cards”) no filme. Na verdade, o diretor Ridley Scott correu para filmar seu longa em tempo recorde por causa da produção televisiva, mas acabou esbarrando num escândalo sexual e, com medo de um adiamento, decidiu refilmar as cenas de Spacey, após a produção estar finalizada, com Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”) em seu lugar. “Trust” também foi desenvolvida por um diretor inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria do diretor com o roteirista Simon Beaufoy, que fizeram juntos o filme citado e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem John Paul Getty III é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Como o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos sequestradores, sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar sua vida. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração. Além de Sutherland, o elenco ainda inclui Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”) e Brendan Fraser (“A Múmia”) – nos papéis que no cinema serão vividos por Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”). A minissérie ainda não teve a data de estreia confirmada, mas a expectativa era de um lançamento no começo de 2018.









