História do grupo de rap Wu-Tang Clan vai virar série
A história de um dos maiores grupos de rap vai virar série. A plataforma Hulu encomendou a produção de “Wu-Tang: An American Saga”, série limitada de 10 episódios que vai acompanhar a trajetória, do surgimento à dispersão, do fenômeno Wu-Tang Clan. Desenvolvida em parceria por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, e pelo roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), com produção da Imagine Television, a atração vai se passar no começo dos anos 1990 em Nova York e mostrar como Bobby Diggs (The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontram divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso do rap. A série terá produção de outro membros do grupo, Method Man, e contará com Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard, como consultores. “Sou fã do Wu-Tang desde meados dos anos 1990 e reconheci rapidamente o quanto o Wu-Tang e The RZA eram significativos para o mundo da música e da cultura hip-hop. Ao longo dos anos, conheci RZA e ficou claro que ele é a alma e o contador de histórias do Wu-Tang”, disse o produtor Brian Grazer, sócio do cineasta Ron Howard na produtora Imagine. “Trabalhar com RZA e Alex Tse nesta série tem sido um dos momentos favoritos da minha carreira e a Hulu é a parceira perfeita para levar essa história a um público global.” Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop. Lançou cinco álbuns de ouro e platina e vendeu 40 milhões de discos em todo o mundo, além de render carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. Relembre abaixo meia-duzia hits do grupo.
Criador de Cara Gente Branca vai filmar cinebiografia de Sylvia Robinson, a “Mãe do Hip-Hop”
O diretor Justin Simien, responsável pelo filme e a série “Cara Gente Branca” (Dear White People), vai filmar uma cinebiografia da cantora e empresária musical Sylvia Robinson, conhecida como “Mãe do Hip-Hop”. Como cantora de R&B, Robinson foi responsável por dois grandes sucessos: “Love Is Strange”, hit de 1957 que ela lançou como integrante da dupla Mickey & Sylvia, e “Pillow Talk”, um funk de 1973 que estourou sua carreira solo. Mas seu lugar de destaque na história da música se deve mais ao fato de ter fundado com o marido Joe Robinson a Sugar Hill Records, gravadora que mudou a História da Música em 1979 com o lançamento do single “Rapper’s Delight”, do grupo Sugarhill Gang, o primeiro lançamento de um novo gênero musical: nada menos que o rap. Ela própria compôs e produziu a canção. A Sugar Hill Records também lançou “The Adventures of Grandmaster Flash on the Wheels of Steel” (1981), de Grandmaster Flash, primeira música criada totalmente por DJ e considerada primeiro lançamento autêntico de hip-hop, “The Message” (1982), de Grandmaster Flash & The Furious Five, primeiro rap consciente, com letra focada em problemas sociais em vez de festas, e “White Lines” (1983), de Grandmaster Melle Mel, primeiro rap a falar de drogas que também fez História por seu clipe, o primeiro da carreira do jovem Spike Lee. Sylvia morreu de insuficiência cardíaca em 2011, ao 75 anos. Os direitos para a produção de um filme baseado em sua vida foram adquiridos em 2014 pela produtora Paula Wagner, parceira de Tom Cruise durante muitos anos. O roteiro começou a ser escrito naquela época. É assinado por Malcolm Spellman, Carlito Rodriguez e Tracy Oliver. Os dois primeiros são produtores-roteiristas da série musical “Empire”, enquanto a terceira assinou a comédia de sucesso “Viagem das Garotas”. O filme vai se focar mais na relação de Robinson com o surgimento do rap, mostrando como ela se tornou um magnata da música depois de gravar “Rapper’s Delight”, em 1979. A produção tem sinergia dentro da WarnerMedia. O filme é iniciativa do estúdio Warner Bros, do mesmo conglomerado da Rhino Records, gravadora especializada em clássicos que comprou o catálogo da Sugar Hill nos anos 1990. Ou seja, os direitos musicais são da própria Warner. Relembre abaixo as músicas da época
Série Genius pode retratar a vida da cantora Aretha Franklin
A 3ª temporada da série “Genius” pode retratar a vida de Aretha Franklin, que morreu em agosto deste ano aos 76 anos. Originalmente, a produção trabalhava com a ideia de abordar a escritora Mary Shelley, após destacar Albert Einstein e Pablo Picasso nas duas primeiras temporadas. Mas, de acordo com o site Deadline, a história de Shelley seria deixada para o futuro. Vale reparar que a criadora de “Frankenstein” acaba de render uma cinebiografia estrelada por Elle Fanning. Eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone e capa da revista Time em 1968, ela foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e suas inúmeras conquistas incluem 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis dos negros norte-americanos. Apesar disso, existem muitos obstáculos para a materialização de uma temporada de “Genius” centrada em Aretha Franklin, como a garantia dos direitos necessários, junto à sua família e junto às gravadoras de suas músicas. Mas, ainda segundo o Deadline, os produtores estão otimistas e avançando no desenvolvimento dos roteiros. A 1ª temporada de “Genius”, que trouxe Geoffrey Rush como Albert Einstein, teve a maior estreia de uma série do canal pago National Geographic, atraindo mais de 45 milhões de espectadores em todo o mundo. A série ganhou dez indicações ao Emmy, uma indicação ao Globo de Ouro e uma indicação ao prêmio SAG. A 2ª temporada, em que Antonio Banderas viveu Pablo Picasso, recebeu cinco indicações ao Emmy, mas críticas menos positivas – de 83% de aprovação, caiu para 53% no segundo ano, na média do site Rotten Tomatoes. Criada por Kenneth Biller (que também criou “Perception” e “Legend of the Seeker”) e Noah Pink (roteirista de “Esta é a Sua Morte”), a série tem produção do cineasta Ron Howard (“Han Solo”). Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada.
Ator de Kinsgman voa ao piano no primeiro teaser legendado da cinebiografia de Elton John
A Paramount divulgou o primeiro teaser de “Rocketman”, cinematografia do músico Elton John estrelada pelo ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”). Na prévia, ele aparece literalmente voando ao piano. Além disso, o figurino e a recriação de época se revelam bastante caprichados. O que destoa é que o ator é fisicamente muito diferente do cantor. Anteriormente cotado para o papel, Justin Timberlake (“Roda Gigante”) viveu um Elton John perfeito em 2001, num clipe do cantor (“This Train Don’t Stop There Anymore”). Mas a escolha do intérprete podia ter sido pior. O musculoso Tom Hardy (“Venom”) chegou a ser escalado na produção. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele de John Reid, o empresário de longa data do artista. A cinebiografia tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (que completou “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen), e acompanha Elton John desde o começo da carreira até o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.
Rocketman: Astro de Kingsman vira Elton John na primeira foto oficial da cinebiografia
Após o vazamento das primeiras imagens do set, a Paramount finalmente divulgou uma foto oficial de “Rocketman”, que traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o músico Elton John. O figurino caprichado não esconde que o ator é fisicamente muito diferente do cantor. Anteriormente cotado para o papel, Justin Timberlake (“Roda Gigante”) viveu um Elton John perfeito em 2001, num clipe do cantor (“This Train Don’t Stop There Anymore”). Mas a escolha do intérprete podia ter sido pior. O musculoso Tom Hardy (“Venom”) chegou a ser escalado no papel. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele de John Reid, o empresário de longa data do artista. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (que completou “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen), e acompanha Elton John desde o começo da carreira até o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.
Taron Egerton aparece com dois visuais diferentes para viver Elton John nas filmagens de Rocketman
O ator Taron Egerton (“Kingsman”) foi flagrado por paparazzi com dois visuais distintos durante as filmagens de “Rocketman”, em que interpreta o músico Elton John. Numa das sequências de fotos, em que está mais cabeludo, ele aparece ao lado do ator Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop. O elenco da produção também inclui Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John e Richard Madden (“Game of Thrones”), intérprete de John Reid, o empresário de longa data do artista. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (que completou “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen), e acompanha Elton John desde o começo da carreira até o ponto alto de seu sucesso, com o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.
Atriz transexual viverá Roberta Close no filme de Hebe Camargo
A atriz Renata Bastos, de 36 anos, foi escalada para viver a famosa transexual Roberta Close, que foi símbolo sexual dos anos 1980, no filme “Hebe”, cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo. Com 1,77m de altura, Renata também é transexual, modelo e trabalha há cinco anos como produtora de moda em uma agência em São Paulo, onde vive. Mas já tem alguns filmes importantes em seu currículo, com participações em “Carandiru’, Bruna Surfistinha” e “Nina”. Ela foi escolhida para o longa de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”) por conta da semelhança física com Roberta Close. “Tive ela como ícone de beleza na minha adolescência”, contou a atriz, ao jornal Extra. No filme, ela aparecerá como entrevistada de Hebe. “Entro num momento muito especial da transição da Hebe, quando ela muda de emissora. A Roberta é uma das entrevistadas do novo programa dela”, contou Renata. O papel da personagem-título é interpretado por Andréa Beltrão (série “A Grande Família”) e a trama vai se passar na década de 1980, quando a apresentadora se transformou em uma das personalidades mais amadas do Brasil. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura, que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos. Ainda não há previsão para a estreia.
Fenômeno da era das discotecas, a história de Sister Sledge vai virar filme
Responsável por alguns dos hits mais contagiantes da era das discotecas, o quarteto feminino Sister Sledge terá sua trajetória transformada em filme, segundo as próprias irmãs contaram à revista Variety. Com o título de “Life Song”, o filme vai abordar a ascensão das irmãs Kim, Debbie, Joni e Kathy Sledge ao estrelato após uma juventude humilde na Filadélfia. Graças a produção do lendário guitarrista da banda Chic, Nile Rodgers, elas estouraram no mundo inteiro com canções que viraram clássicos dançantes, como “We Are Family”, “He’s the Greatest Dancer”, “As”, “All American Girls”, “Thinking of You” e “Lost in Music”. O filme vai adaptar uma autobiografia ainda não publicada, escrita por Kim Sledge, que recebeu apoio de duas das irmãs sobreviventes. As três ainda fazem shows juntas. A quarta, Joni, morreu em 2017 aos 60 anos de idade. O projeto deve registrar não apenas a história da irmãs Sledge, mas também a época em que o soul se tornou a música mais proeminente dos Estados Unidos, ao mostrar o encontro das cantores com lendas do gênero, como James Brown, Stevie Wonder e os Jackson Five – e até Elton John. “Sister Sledge participou de alguns dos momentos mais importantes do país, tanto política quanto culturalmente”, apontou Kim em entrevista para a Variety. Ainda não há previsão de estreia. Relembra abaixo os maiores sucessos das cantoras.
Atriz de Jurassic World será mãe de Elton John em cinebiografia
A atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vai interpretar a mãe do músico Elton John na cinebiografia “Rocketman”. Ela se junta no elenco a Taron Egerton (“Kingsman”), que vive o cantor em sua juventude, Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, seu fiel parceiro de composição, e Richard Madden (“Game of Thrones”), intérprete de John Reid, o empresário de longa data do artista. O cantor teve uma relação complicada com a mãe, Sheila, que morreu em dezembro de 2017. Os dois estiveram brigados desde 2008, após uma mudança na equipe de empresários causar tensão entre eles, mas retomaram contato alguns meses antes da morte dela, aos 90 anos de idade. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (“Voando Alto”), e irá acompanhar Elton John desde o começo da carreira até o ponto alto de seu sucesso, com o lançamento do sétimo disco de estúdio, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.
História da criação da Nike vai virar filme da Netflix
A história de Phil Knight, fundador da Nike, vai virar filme da Netflix. A produção será baseada na autobiografia “A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike”, tradução pomposa para o best-seller americano originalmente intitulado “Shoe Dog”, que conta como surgiu o império da marca de material esportivo. O livro revela que Knight pediu US$ 50 emprestado ao pai nos 1960 para começar seu negócio, que atualmente fatura cerca de US$ 36 bilhões por ano. “Não poderíamos estar mais animados em fazer ‘A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike’ com Phil Knight, um dos mais icônicos empresários do mundo e um grande contador de histórias”, disse em comunicado Scott Stuber, responsável pelo segmento de filmes da Netflix. “Através de inovação, paixão e tentativa e erro, Phil criou algo que virou parte da cultura. Mal podemos esperar para dividir isso com o mundo”, completou, no comunicado do projeto. A adaptação está sendo escrita por Scott Alexander e Larry Karaszewski, criadores da série “American Crime Story” e responsáveis pelo premiado arco limitado “The People v. O. J. Simpson”. E a produção é de Frank Marshall, parceiro de Steven Spielberg em diversos clássicos do cinema, como os filmes de Indiana Jones, “Poltergeist”, “Gremlins”, “Os Goonies” e “De Volta para o Futuro”. “Estou ansioso para trabalhar com meu amigo, o grande Frank Marshall, em trazer minha história e a história da Nike para a tela”, disse Knight, no mesmo comunicado. “Fiquei satisfeito com a recepção que meu livro recebeu e acho que podemos explicar minha jornada e a história da Nike para um público ainda maior em colaboração com a Netflix.” O filme ainda não tem diretor definido, cronograma de produção, nem data para chegar no serviço de streaming.
Bruno Gagliasso vai viver o cantor Leonardo no cinema
Em meio a polêmicas nas redes sociais, o ator Bruno Gagliasso segue com a agenda cheia e bastante disputado para trabalhos no cinema. Segundo o colunista Flávio Ricco do UOL, ela está confirmado para interpretar o cantor sertanejo Leonardo em cinebiografia a ser dirigida por Mauro Lima, intitulada “Não Aprendi Dizer Adeus”. Ele é o único nome confirmado na produção até o momento. E não há previsão para o começo das filmagens justamente por conta dos compromissos de Gagliasso para os próximos meses. O ator está escalado para ser um dos protagonistas de “O Sétimo Guardião”, a futura novela das nove. Assim, ele somente poderia fazer o longa depois do fim das gravações da Globo, o que só deve ocorrer no primeiro semestre de 2019. Apesar da carreira bem-sucedida na televisão, possui uma carreira ainda tímida nos cinemas com apenas três longas nos currículo: “Mato sem Cachorro” (2013), “Isolados” (2014) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Mas logo vai dobrar este número, pois já filmou os vindouros “Todas as Canções de Amor” e “Loop”, e atualmente trabalha em “Marighella”. Já Mauro Lima vem se especializando em cinebiografias, como “Tim Maia” (2014) e “João, o Maestro” (2017), sobre João Carlos Martins, sem esquecer “Meu Nome Não é Johnny” (2008), focado no traficante João Guilherme Estrella. Atualmente, ele também desenvolve “Casagrande e Seus Demônios”, sobre o jogador de futebol que virou comentarista da rede Globo.
Andréa Beltrão vira Hebe Camargo na primeira foto oficial do filme da apresentadora
A produção da cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo (1929-2012) ganhou sinopse e sua primeira foto oficial, que mostra a atriz Andréa Beltrão (série “A Grande Família”) caracterizada como a famosa apresentadora de TV. O filme será dirigido por Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), que trabalhou com Beltrão na série “Tapas & Beijos”. A trama vai se passar na década de 1980 e mostrará a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso para se transformar em uma das personalidades mais amadas do Brasil. Leia abaixo a sinopse oficial: “São Paulo, anos 1980. O Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras, dona de sua voz e única autora de sua própria história. Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs”. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura, que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos.
Vida de Silvio Santos vai render dois filmes com atores diferentes
Rodrigo Faro não será o único Sílvio Santos do cinema. O projeto da Paris Filmes, baseado no livro “Silvio Santos — A Biografia”, terá concorrência de outra produção simultânea. Segundo o colunista do UOL Flavio Ricco, o outro projeto é uma produção da Film Land, que foi escrita pelo roteirista Paulo Cursino (dos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte os Separe”) e será dirigida por Pedro Amorim (“Divórcio”). A ideia é definir o protagonista nos próximos dias e começar as filmagens no segundo semestre. Já o primeiro filme anunciado definiu até agora apenas o intérprete principal. A produção está em ritmo de Copa do Mundo, com tudo parado, a espera do final dos jogos da seleção brasileira para começar a escolher diretor, roteirista e elenco. Neste ritmo, as filmagens só devem acontecer em 2019. Por conta disso, o filme de Cursino e Amorim tende, inclusive, a chegar bem antes nos cinemas.












