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    Ed Westwick é investigado por estupro pela promotoria de Los Angeles

    27 de março de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles confirmou que o ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, está sendo investigado após ser acusação de estupro acusado de estupro por quatro mulheres. O ator negou a primeira acusação dizendo que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras três mulheres se manifestaram. “Posso confirmar que um caso foi apresentado ao nosso escritório envolvendo Ed Westwick”, disse um porta-voz da promotoria ao site Deadline. “O assunto está sob investigação. O Gabinete do Procurador Distrital não identifica vítimas de crimes sexuais e, portanto, não pode fornecer qualquer informação sobre quem as alegações envolvem”, completou. Westwick esteve no Brasil no ano passado para curtir um evento pré-Carnaval em São Paulo e, em julho, para prestigiar um evento de grife de moda no Rio. Desde que as acusações vieram à tona, ele foi dispensado de todos projetos, inclusive a série britânica “White Gold” que estrelava, e foi substituído na minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.

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    Requiem: Série britânica de terror ganha trailer legendado da Netflix

    14 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um trailer legendado de “Requiem”, série de terror britânica criada pelo australiano Kris Mrksa (cocriador da série “The Slap”, que ganhou remake americano). A trama gira em torno de Matilda Gray, uma instrumentista erudita de Londres, que, após o súbito suicídio de sua mãe, descobre indícios de que toda sua vida foi uma mentira e que ela pode ter sido raptada ainda bebê de uma família galesa. Mas após viajar à comunidade distante e isolada de seus potenciais parentes biológicos, o mistério se revela um terror gótico, com fantasmas e casas mal-assombradas. “Requiem” é estrelada por Lydia Wilson (do filme “Uma Questão de Tempo” e da série “Ripper Street”) e ainda inclui no seu elenco Joel Fry (série “Game of Thrones”), Tara Fitzgerald (também de “Game of Thrones”), Brendan Coyle (série “Downton Abbey”), James Frecheville (“Invasão de Privacidade”), Sian Reese-Williams (série “Hinterland”), Richard Harrington (também de “Hinterland”), Joanna Scanlan (“Notas sobre um Escândalo”) e Simon Kunz (série “The Last Kingdom”). Com seis episódios, “Requiem” começou a ser exibida em fevereiro pelo canal BBC One e será disponibilizada pela Netflix em 23 de março, após a transmissão do último capítulo no Reino Unido.

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    Atriz mirim de Logan vai estrelar série baseada em A Bússola de Ouro

    10 de março de 2018 /

    Os fãs que ficaram frustrados com a falta de continuação do filme “A Bússola de Ouro” (2007) finalmente poderão ver uma adaptação completa da obra do escritor Philip Pulman. A rede britânica BBC anunciou a produção de uma minissérie baseada na franquia literária de Pulman, conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials, no original). A atração será dirigida pelo cineasta Tom Hooper, vencedor do Oscar por “Discurso do Rei” (2010) e responsável também por “Os Miseráveis” (2012) e “A Garota Dinamarquesa” (2014). E já definiu a atriz Dafne Keen, revelação de “Logan” como a feroz mutante Laura (a X-23), no papel da jovem protagonista Lyra. A trilogia de Pullman inclui os livros “A Bússola de Ouro”, “A Faca Sutil” e “A Luneta Âmbar”. Todos os três livros serão abordados na série. Em vez de seguir a tradição da HBO de adaptar um livro por temporada, a BBC pretende contar toda a história das “Fronteiras do Universo” numa única tacada, ao longo de oito episódios. A história acompanha duas crianças órfãs, Lyra (Keen) e Will, entre universos paralelos. “A Bússola de Ouro” apresenta a menina e sua busca por um amigo sequestrado, numa trama que encobre um plano sinistro envolvendo crianças roubadas e um fenômeno conhecido como “O Pó”. É no segundo livro que ela conhece Will, em meio a uma guerra entre mundos que tem sua conclusão na terceira obra. A versão cinematográfica do primeiro livro foi comandada por Chris Weitz, antes dele emplacar o blockbuster “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” (2009). A adaptação era estrelada por Nicole Kidman, Daniel Craig, Eva Green e trazia a estreante Dakota Blue Richards no papel de Lyra. O belo visual da fantasia não foi suficiente para impedir um fracasso de bilheterias. Como curiosidade, o Brasil foi um dos poucos países do mundo em que a produção lotou os cinemas.

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    Ator de Gossip Girl é acusado de escravizar sexualmente uma mulher

    9 de março de 2018 /

    O ator Ed Westick, intérprete de Chuck Bass na série “Gossip Girl”, virou alvo de nova denúncia de abuso sexual. Desta vez, ele foi acusado por uma estilista de escravizá-la sexualmente por dois dias após uma festa na casa do ator. O caso veio à tona durante um processo da estilista Haley Camille Freedman, localizado pelo site de celebridades TMZ. Na ação, ela alega ter ido com um grupo de amigos à casa de Westick em 2014. Após todos irem embora, ela permaneceu na residência e os dois fizeram sexo. Mas as coisas ficaram estranhas quando ele lhe pediu para estrangulá-lo, espancá-lo e cuspir nele. Quando ela se negou a fazer isso, o ator teria começado a fazer nela. Após o sexo, a estilista teria caído no sono e passado a noite na casa. Na manhã seguinte, quando estava tomando banho, Westick entrou no banheiro e fez sexo com ela contra a sua vontade. Em seguida, ela percebeu que estava presa no local, com o ator se recusando a liberá-la. Ela ficou trancada por dois dias sem sinal de telefone. Westick a teria trancado para continuar fazendo sexo com ela e a agredir. Ainda na acusação, Haley afirma que sofreu contusões e sangramentos. O curioso é que o processo não é criminal nem dirigido contra o ator, mas uma ação civil por indenização contra ex-parceiros de negócios da atriz, que a afastaram quando ela ameaçou denunciar Westwick na imprensa. Freedman afirma que levou a história para a imprensa, mas a equipe de relações públicas do ator barrou a divulgação, afirmando que se tratou de sexo consensual. Ela ainda sofreu uma campanha de difamação e perdeu clientes. Mas após o movimento #MeToo, outros casos vieram à tona. Freedman é a quarta mulher a dizer que foi estuprada pelo ator. Por coincidência, todos os eventos aconteceram em 2014 – período em que ele estava desempregado. Westwick afirma que todas as alegações contra ele são mentirosas. Sua carreira praticamente acabou após a primeira acusação vir à tona. Sem projetos encaminhados, o ator foi demitido de todas as séries em que trabalhava. Além disso, os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e regravaram a produção já finalizada para substitui-lo por outro intérprete.

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    Série sobre a guerra de Troia lidera audiência e vira polêmica racial no Reino Unido

    24 de fevereiro de 2018 /

    A série “Troy: Fall of a City”, produção da BBC sobre a lendária Guerra da Troia, virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais inglesas na última semana. A atração estreou em 1º lugar na audiência no sábado passado (17/2), com 3,2 milhões de telespectadores britânicos ao vivo, mas a repercussão foi muito maior na mídia e nas redes sociais, graças à escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A grande repercussão foi consequência da escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A decisão foi toma em nome da liberdade artística dos produtores, que optaram por anacronismo politicamente correto para retratar personagens descritos como brancos por Homero e retratados em afrescos, estátuas e até em moedas da Grécia antiga dessa forma. As mudanças mais significativas envolveram Aquiles, interpretado por David Gyasi (“Interestelar”), Eneias, vivido pelo “brasileiro” Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”), e até Zeus, maior deus dos gregos, representado por Hakeem Kae-Kazim (“Black Sails”) – jogando por terra inúmeras representações pictóricas do velhinho de barbas, roupas e pele claras, soltando raios nos pobres mortais. Como as escalações dizem mais respeito ao século 21 do que ao século 13 antes de Cristo, alegraram os defensores de uma agenda de inclusão, mas frustram quem esperava uma recriação mais fiel do épico de Homero, a ponto de gerar editoriais sobre o assunto. “Por que a nova série da BBC ‘Troy: Fall of a City’, passada há 1,2 mil anos antes de Cristo, sente a necessidade de nos doutrinar sobre raça e gênero?’, indagou uma manchete do tabloide The Sun. “Controvérsia espreita a escalação do mítico Aquiles com um ator negro no novo épico da BBC”, publicou o site Greek Hollywood Reporter. Os produtores defenderam as escalações em entrevista à revista Variety, afirmando que o “mundo dos mitos” permite “uma liberdade maravilhosa” de casting. “Diversidade está no coração do nosso casting e no coração do que a BBC e a Netflix querem. Isto só é controverso se as pessoas tentam criar uma controvérsia a partir disso”, afirmou Derek Wax, numa frase digna, como diriam os gregos, dos melhores sofistas. Comentários no Twitter lembram que os africanos não tem nenhuma relação com a mitologia grega ou com a história da Grécia antiga. Alguns se disseram “chocados” com a “tentativa da BBC de reescrever a História da Grécia”. Poderia se argumentar que pelo menos os troianos não eram europeus brancos, já que sua cidade ficava na Turquia. Mas a verdade é que até eles eram gregos. A região de Anatólia foi colonizada pelos gregos e pertencia à civilização helênica, compartilhando, inclusive, os mesmos deuses, como descreve o poema épico de Homero. Enquanto alguns se limitaram à discussão histórica, a polêmica também traz à tona argumentos francamente racistas. Nunca falta tampouco quem lembre situação oposta, um filme sobre o Pantera Negra estrelado por um ator branco. Entretanto, antes de “Pantera Negra” existiu “O Fantasma” (1996), herói branco de quadrinhos passados na África. A cultura e a sociedade simplesmente evoluem. Mas a polêmica não é realmente sobre os avanços do presente, mas a respeito do anacronismo representado pela ação afirmativa da escalação. Recriar o passado sob uma ótica politicamente correta pode, em seu extremo, levar à situação-limite de retratar o período da escravidão sem escravos negros. A abordagem inclusiva também falha em respeitar os povos e culturas originais, tendo efeito oposto ao esperado. Criador da série, David Farr defendeu sua opção dizendo que lidou com mitos e não com História factual para justificar suas decisões de elenco. “Ninguém sabe se a versão de Homero, que foi escrita 500 anos depois [da Guerra de Troia], é fiel aos fatos ou se é inteiramente mítica”, ele afirmou, referindo-se ao poema épico “A Ilíada”, de 3,2 mil anos atrás. É bom lembrar que o mesmo poderia ser dito sobre a Bíblia.

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    Carey Mulligan investiga assassinato no trailer legendado da minissérie Collateral

    23 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.

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    Carey Mulligan investiga assassinato em imagens e trailers da minissérie Collateral

    20 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix e a BBC divulgaram fotos, o pôster e os trailers de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.

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    Michael Shannon entra na minissérie baseada em A Garota do Tambor

    26 de janeiro de 2018 /

    O ator Michael Shannon (“A Forma da Água”) entrou no elenco da minissérie da BBC que vai adaptar o célebre romance de espionagem “A Garota do Tambor”, de John le Carré. Ele se junta aos anteriormente anunciados Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) e Florence Pugh (“Lady Macbeth”) na produção, que será dirigida pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook, dos cultuados “Oldboy” (2003) e “A Criada” (2016). A trama gira em torno de uma atriz inglesa de esquerda cooptada pelo Mossad, o serviço de inteligência secreta de Israel, para ajudar a capturar um terrorista palestino. Mas ao se infiltrar entre os terroristas, ele simpatiza com a causa palestina e entra em conflito com sua missão. Pugh tem o papel principal, Sarkarsgard será seu aliciador e Shannon o líder da missão. Publicado em 1983, o livro já teve uma adaptação cinematográfica, levada ao cinema no ano seguinte, com Diane Keaton como protagonista. Intitulada “The Little Drummer Girl”, a minissérie terá seis episódios, com previsão de lançamento para 2019. A produção será a terceira adaptação consecutiva de uma obra de John Le Carré realizada pela rede BBC. A primeira foi a recente “The Night Manager”, premiada no Emmy, BAFTA e Globo de Ouro do ano passado, e a segunda já está sendo gravada: “The Spy Who Came in from the Cold”, adaptação do clássico “O Homem que Veio do Frio”, prevista para 2018, com Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) no papel principal.

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    Peter Jackson vai dirigir documentário 3D sobre a 1ª Guerra Mundial

    22 de janeiro de 2018 /

    O diretor Peter Jackson, responsável pelas fantasias de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, anunciou seu próximo filme: um documentário em 3D sobre a 1ª Guerra Mundial. O cineasta neozelandês se associou à BBC para ter acesso aos arquivos da rede pública britânica de TV e rádio, e o filme contará com cenas raras do conflito, além de material inédito cedido pelo Museu Imperial de Guerra de Londres. Todas as imagens serão colorizadas e tratadas com tecnologia atual para exibição em 3D. O documentário irá marcar os 100 anos do final da guerra, que durou de 28 de julho de 1914 a 11 de novembro de 1918. Ainda sem título, a produção será lançada no Festival de Londres, em outubro de 2018, seguida por exibição na TV britânica pela BBC. Não há previsão para um lançamento mundial.

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    Ruth Wilson vai estrelar minissérie de época sobre a vida de sua avó

    17 de janeiro de 2018 /

    A atriz Ruth Wilson (série “The Affair”) vai produzir e estrelar uma minissérie de época sobre avó. Intitulada “Mrs. Wilson”, a produção acompanhará a vida de Alison Wilson entre os anos 1930 na Índia e os 1960 na Inglaterra. Casada com um escritor de mistério, a sra. Wilson fica surpresa ao virar viúva e descobrir que seu marido tinha diversas outras esposas, porque mantinha inúmeras identidades diferentes e secretas. Ele não era um escritor, mas, na verdade, um espião inglês. A minissérie é uma coprodução da rede pública britânica BBC com a rede pública americana PBS, com roteiro de Anna Symon (“Indian Summers”), e ainda não tem previsão de estreia.

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    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie chega à TV brasileira

    10 de janeiro de 2018 /

    O documentário “The Last Five Years”, sobre os últimos cinco anos da vida de David Bowie, será exibido na noite desta quarta (10/1) no canal pago Bis, às 21h30. Inédito no Brasil, o filme detalha o processo criativo dos dois últimos álbuns do cantor, “The Next Day”, lançado em 2013, e “Blackstar”, lançado em 2016, dois dias antes da morte do artista, que completa dois anos neste 10 de janeiro. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” foi transmitido nos Estados Unidos pela HBO na segunda-feira, no aniversário do cantor, festejado em 8 de janeiro. Veja o trailer abaixo.

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    Criador de Hard Sun revela que a série é inspirada em música de David Bowie

    9 de janeiro de 2018 /

    Lançada na noite de sábado (6/1) no Reino Unido, dois dias antes do aniversário de David Bowie, a série sci-fi “Hard Sun” surpreendeu o público ao terminar seu episódio de estreia com uma música clássica do cantor, que soava estranhamente como um resumo da atração. A escolha da trilha não foi coincidência. O criador da série, Neil Cross (criador também da série “Luther”), acabou confessando para a imprensa britânica que escreveu a história inspirado na letra de “Five Years”, música que abre o álbum sci-fi de Bowie, “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, de 1972. “A canção de David Bowie, ‘Five Years’, foi mesmo a inspiração”, disse o roteirista e produtor, em entrevista para o site Radio Times.”‘Five Years’ é sobre um jovem Bowie caminhando por Londres após descobrir que a Terra tem apenas cinco anos antes de se extinguir. E agora que ele está ciente do fim do mundo, tudo se torna carregado de valor e maravilhamento”. “Mas esta música sobre o fim do mundo não é o que se poderia esperar”, ele acrescenta. “Não é um rock pesado, sombrio e niilista. É uma balada épica que, estranhamente, afirma a vida. E essa foi a inspiração para ‘Hard Sun’.”. Na trama da série, uma dupla de policiais londrinos formada por Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e a ex-modelo Agyness Deyn (“Fúria de Titãs”) encontra um flashdrive roubado contendo informações secretas sobre um iminente “evento de nível de extinção”. De acordo com os dados, o mundo acabará em cinco anos. E ter essa informação faz a dupla ser perseguida por pessoas misteriosas e violentas, além de revelar a existência de uma conspiração. Com seis capítulos dirigidos por Brian Kirk (série “Game of Thrones”), Nick Rowland (“Ripper Street”) e Richard Senior (“Doctor Who”), a série não tem previsão de estreia no Brasil. Vale lembrar que as músicas de David Bowie inspiraram mais duas séries britânicas neste século, “Life on Mars” (2006-2007) e “Ashes to Ashes” (2008-2010) – a segunda é continuação da primeira. Além disso, a série “The Last Panthers” (2015) tinha como tema a canção “Blackstar”, um dos últimos trabalhos do cantor.

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    BBC vai regravar minissérie para excluir ator Ed Westwick, acusado de estupro

    5 de janeiro de 2018 /

    Os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e anunciaram que a produção, já finalizada, passará por refilmagens para substituir o ator Ed Westwick (série “Gossip Girl”), que foi denunciado por estupro. Diversas cenas terão que ser refilmadas, uma vez que a minissérie estava pronta para ir ao ar no Natal passado, e teve sua exibição cancelada diante da polêmica com o ator. A BBC anunciou que Westwick será substituído por Christian Cooke, conhecido por seu trabalho no filme “Caindo no Mundo” (2010). A opção foi a mesma utilizada por Ridley Scott em “Todo o Dinheiro do Mundo”, diante das denúncias contra Kevin Spacey. O ator foi substituído por Christopher Plummer em refilmagens, após uma versão completa do longa ter sido finalizada. “Ordeal by Innocence” também conta com Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), Catherine Keener (“Corra!”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Eleanor Tomlinson (série “Poldark”), Anthony Boyle (“Z: A Cidade Perdida”), Luke Treadaway (série “Fortitude”), Morven Christie (série “Doctor Who”), Crystal Clarke (“Assassin’s Creed”) e Ella Purnell (“O Lar das Crianças Peculiares”). A adaptação do livro “Punição para a Inocência” foi escrita por Sarah Phelps, que no ano passado adaptou o livro “Testemunha de Acusação” em outra minissérie para a BBC, e a direção está a cargo de Sandra Goldbacher (“Eu sem Você”, “Dançando para a Vida”). A minissérie tinha estreia prevista para o Natal, dando sequência a uma leva de minisséries derivadas da obra da escritora, como “And Then There Were None”, “The Witness for the Prosecution” e “Partners in Crime”, mas a programação foi suspensa após as acusações de três mulheres contra Westwick. Além disso, as gravações já iniciadas da 2ª temporada da série “White Gold”, protagonizada pelo ator, foram interrompidas e não devem ser retomadas. A atração passada nos anos 1980 era uma coprodução entre a BBC e a Netflix. Westwick foi acusado de estupro por Kristina Cohen, Aurélie Wynn e Rachel Eck. Segundo as vítimas, os três casos aconteceram em 2014. Desde a primeira denúncia, o ator nega que tenha cometido agressões sexuais e garantiu que trabalha com as autoridades para provar sua inocência.

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