“Homem-Aranha: Um Novo Dia” chega a US$ 1,6 bilhão no segundo fim de semana
Filme de super-herói bate novos recordes, enquanto “A Odisseia” vira maior sucesso de Christopher Nolan
“A Odisseia” ultrapassa US$ 1 bilhão em três semanas
Novo filme de Christopher Nolan se aproxima do recorde do diretor antes mesmo de estrear na China
“A Odisseia” tem maior estreia da carreira de Christopher Nolan
Épico estrelado por Matt Damon conquistou US$ 264 milhões em bilheteria mundial
“A Odisseia” se torna filme mais bem avaliado de Christopher Nolan
Épico com Matt Damon mantém 95% de aprovação e supera “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “Amnésia” e “Oppenheimer”
Christopher Nolan e Sean Astin assumem comando dos sindicatos de Hollywood
Diretor de "Oppenheimer" foi eleito presidente do DGA e ator de "O Senhor dos Anéis" venceu disputa pelo SAG-AFTRA
“Barbie” supera “Harry Potter” como maior bilheteria mundial da Warner
“Barbie” é mais popular que “Batman” e “Harry Potter”. O filme que traz Margot Robbie no papel da famosa boneca da Mattel tornou-se a maior bilheteria mundial da História da Warner Bros., superando a marca de US$ 1,342 bilhão estabelecida por “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”. O filme ultrapassou esses números nesta segunda-feira (28/8), de acordo com comunicado do estúdio. “Alcançar esse feito notável é um lembrete do poder dos cinéfilos – de países em todos os cantos do globo – se unindo para aumentar a celebração de uma personagem icônica que nos entreteve por tantas décadas”, disseram os co-CEOs do Grupo de Filmes da Warner Bros., Michael De Luca e Pam Abdy, em um comunicado. A dupla também elogiou o elenco, que inclui Ryan Gosling, além do co-roteirista Noah Baumbach e os produtores David Heyman e Tom Ackerley. Outros recordes de “Barbie” Mas não é apenas no ranking mundial que Barbie vem fazendo história. Em 16 de agosto, o longa superou “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, de Christopher Nolan, tornando-se o maior sucesso da Warner Bros. nos EUA e Canadá. O filme vai cruzar a marca de US$ 600 milhões em bilheteria doméstica nesta semana, tornando-se o 13º na História a atingir esse feito. Além disso, “Barbie” superou recentemente “Super Mario Bros. – O Filme” para se tornar a maior bilheteria de 2023 na América do Norte. Nesta semana, também deve superar a bilheteria global de US$ 1,36 bilhão da animação da Universal para se consagrar como a maior bilheteria do ano em todo o mundo. Para completar, “Barbie” ainda tem a ambição de ultrapassar a arrecadação mundial de “Frozen II”, de US$ 1,43 bilhão, e se tornar o filme de maior bilheteria de todos os tempos dirigido por uma mulher, seja animado ou live-action. Greta Gerwig, a diretora do filme, já detém o título de diretora feminina com a maior bilheteria de um filme live-action no mundo, bem como a maior bilheteria de uma diretora feminina na América do Norte. .
“Psicose” é eleito melhor filme de todos os tempos pela Variety
A revista americana Variety publicou nesta quarta (21/12) a sua primeira lista com os 100 melhores filmes de todos os tempos. A veterana revista especializada, que recentemente completou 117 anos, é pioneira na cobertura de cinema, tendo sido a primeira publicação a contabilizar bilheterias de filmes, além de ter criado palavras novas, como “showbiz”, que hoje fazem parte do vocabulário do entretenimento. Mas mesmo com sua longa tradição no gênero, nunca tinha feito uma lista de melhores filmes de todos os tempos. A relação foi compilada a partir de escolhas individuais de 30 críticos, redatores e editores da publicação e seu site. E o resultado colocou o filme “Psicose” (1960) em 1º lugar. O longa-metragem de Hitchcock é seguido pelo clássico “O Mágico de Oz” (1939) na 2ª posição, e por “O Poderoso Chefão” (1972), em 3º lugar. Velho campeão dessas listas, “Cidadão Kane” (1941) apareceu em 4º, acompanhado por um filme bem mais moderno, “Pulp Fiction – Tempos de Violência” (1994). A compilação marca um contraste bem grande com a recente lista da revista britânica Sight & Sound, do British Film Institute, que conta com a participação de alguns dos críticos e estudiosos de cinema mais importantes do mundo. Como diferença mais notável, “Jeanne Dielman” (1975), da belga Chantal Akerman, 1º colocado na Sight & Sound, ficou na 78ª posição na lista da Variety. Por ser uma revista americana, a Variety também selecionou uma grande maioria de produções de Hollywood, tanto clássicas (como “Cantando na Chuva” e “Casablanca”) quanto contemporâneas (como “Batman – O Cavaleiro das Trevas” e “Toy Story”). Além de liderar a lista com “Psicose”, Alfred Hitchock ainda emplacou mais dois filmes entre os favoritos da Variety: “Um Corpo que Cai” (1958) e “Interlúdio” (1946) – mas não “Janela Indiscreta” (1954)! Não foi o único. Billy Wilder e Francis Ford Coppola mereceram o mesmo destaque. A filmografia clássica de Wilder contou com o noir “Pacto de Sangue” (1944) e as comédias “Quanto Mais Quente Melhor” (1959) e “Se Meu Apartamento Falasse” (1960). Essa seleção também chamou atenção por uma ausência gritante: “Crepúsculo dos Deuses” (1950). Já Coppola compareceu com seus filmes dos anos 1970: “O Poderoso Chefão” (1972), “O Poderoso Chefão II” (1974) e “Apocalypse Now” (1979). Entre os filmes internacionais, somente uma produção brasileira foi mencionada: “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980), de Hector Babenco, em 80º lugar. Mas estão lá os suspeitos de sempre: Kurosawa (“Os 7 Samurais”), Fellini (“8½”), Truffaut (“Os Incompreendidos”), Buñuel (“A Bela da Tarde”), Dreyer (“O Martírio de Joana D’Arc”), Godard (“Acossado”), Murnau (“Aurora”), Renoir (“A Regra do Jogo”), De Sica (“Ladrão de Bicicletas”), Antonioni (“A Aventura”), Bresson (“Um Condenado à Morte Escapou”), Polanski (“O Bebê de Rosemary” e “Chinatown”) e Almodóvar (“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”), ao lado de mestres da velha (Ford, Capra, Curtis, Chaplin, Peckinpah) e da nova Hollywood (Scorsese, Tarantino, Spielberg, Lynch, Coen). O título mais antigo é “Intolerância” (1916), filme mudo de D.W. Griffith, e o mais novo é “Parasita” (2019), do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor do Oscar de 2020. Confira abaixo a lista completa. 1. “Psicose” (1960) 2. “O Mágico de Oz” (1939) 3. “O Poderoso Chefão” (1972) 4. “Cidadão Kane” (1941) 5. “Pulp Fiction – Tempos de Violência” (1994) 6. “Os Sete Samurais” (1954) 7. “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968) 8. “A Felicidade Não Se Compra” (1946) 9. “A Malvada” (1950) 10. “O Resgate do Soldado Ryan” (1998) 11. “Cantando na Chuva” (1952) 12. “Os Bons Companheiros” (1990) 13. “A Regra do Jogo” (1939) 14. “Faça a Coisa Certa” (1989) 15. “Aurora” (1927) 16. “Casablanca” (1942) 17. “Nashville” (1975) 18. “Persona” (1966) 19. “O Poderoso Chefão 2” (1974) 20. “Veludo Azul” (1986) 21. “…E o Vento Levou” (1939) 22. “Chinatown” (1974) 23. “Se Meu Apartamento Falasse” (1960) 24. “Era uma Vez em Tóquio” (1953) 25. “Levada da Breca” (1938) 26. “Os Incompreendidos” (1959) 27. “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Bala” (1967) 28. “Luzes da Cidade” (1931) 29. “Pacto de Sangue” (1944) 30. “Guerra nas Estrelas: O Império Contra-Ataca” (1980) 31. “Rede de Intrigas” (1976) 32. “Um Corpo que Cai” (1958) 33. “8½” (1963) 34. “No Tempo das Diligências” (1939) 35. “O Silêncio dos Inocentes” (1991) 36. “Sindicato de Ladrões” (1954) 37. “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) 38. “Lawrence da Arábia” (1962) 39. “Quanto Mais Quente Melhor” (1959) 40. “Fargo” (1996) 41. “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969) 42. “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016) 43. “Shoah” (1985) 44. “A Aventura” (1960) 45. “Titanic” (1997) 46. “Interlúdio” (1946) 47. “Caminhos Perigosos” (1973) 48. “O Piano” (1993) 49. “O Massacre da Serra Elétrica” (1974) 50. “Acossado” (1960) 51. “Apocalypse Now” (1979) 52. “A General” (1926) 53. “Amor à Flor da Pele” (2000) 54. “Mad Max 2 – A Caçada Continua” (1981) 55. “Pather Panchali” (1955) 56. “O Bebê de Rosemary” (1968) 57. “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005) 58. “E.T. O Extraterrestre” (1982) 59. “Os Renegados” (1985) 60. “Moulin Rouge – Amor em Vermelho” (2001) 61. “A Paixão de Joana d’Arc” (1928) 62. “Jovens, Loucos e Rebeldes” (1993) 63. “Bambi” (1942) 64. “Carrie, a Estranha” (1976) 65. “Um Condenado à Morte Escapou” (1956) 66. “Paris Is Burning” (1990) 67. “Ladrões de Bicicleta” (1948) 68. “King Kong” (1933) 69. “Bom Trabalho” (1999) 70. “12 Anos de Escravidão” (2013) 71. “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (1997) 72. “Ondas do Destino” (1996) 73. “Intolerância” (1916) 74. “Meu Amigo Totoro” (1988) 75. “Boogie Nights – Prazer Sem Limites” (1997) 76. “A Árvore da Vida” (2011) 77. “007 Contra Goldfinger” (1964) 78. “Jeanne Dielman” (1975) 79. “Esperando o Sr. Guffman” (1996) 80. “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980) 81. “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) 82. “Parasita” (2019) 83. “Kramer vs. Kramer” (1979) 84. “O Labirinto do Fauno” (2006) 85. “Assassinos por Natureza” (1994) 86. “Close-Up” (1990) 87. “A Noviça Rebelde” (1965) 88. “Malcolm X” (1992) 89. “A Bela da Tarde” (1967) 90. “O Iluminado” (1980) 91. “Cenas de Um Casamento” (1974) 92. “Pink Flamingos” (1972) 93. “O Samurai” (1967) 94. “Missão Madrinha de Casamento” (2011) 95. “Toy Story” (1995) 96. “Os Reis do Iê, Iê, Iê” (1964) 97. “Alien – O 8.º Passageiro” (1979) 98. “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988) 99. “12 Homens e uma Sentença” (1957) 100. “A Primeira Noite de um Homem” (1967)
Nova Mulher-Gato revela rejeição em outro “Batman” por ser negra
A atriz Zoë Kravitz, que interpreta a nova Mulher-Gato em “Batman”, revelou que já foi vetada da franquia em um filme anterior por ser uma “pessoa de cor” – POC (person of color) é uma expressão utilizada nos EUA para definir todos não brancos. Em entrevista ao The Guardian, ela contou que tentou uma vaga no filme “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2012), dirigido por Christopher Nolan, mas foi rejeitada devido ao fato de ser negra. A atriz ressalta não ter certeza se a negativa veio diretamente do cineasta ou de algum outro responsável pela produção. “Eu não sei se veio diretamente do Chris Nolan. Acho que provavelmente foi um diretor de elenco, ou um assistente do diretor de elenco… Mas sendo uma mulher e uma atriz negra e ouvir, na época, que eu não funcionaria por ser uma pessoa de cor, e a palavra ‘urbana’ sendo jogada daquela maneira, aquilo deixou o momento bem difícil”, declarou. A atriz não deixou claro se tentava justamente o papel de Mulher-Gato na época, que acabou sendo interpretado por Anne Hathaway. A outra personagem feminina relativamente importante da trama era Miranda/Talia al Ghul, vivida pela francesa Marion Cotillard. Zoë Kravitz tem sido muito elogiada por seu papel em “Batman”, principalmente pela química que demonstra com Robert Pattinson, intérprete do herói, nas cenas em que ambos interagem. Ela não foi a primeira atriz negra a interpretar a Mulher-Gato. A primazia coube à Ertha Kitt em 1967, na série televisiva estrelada por Adam West. Halle Berry também estrelou o papel-título de “Mulher-Gato” em 2004, e elogiou nas redes sociais a escolha de Kravitz para o novo filme. Com direção de Matt Reeves, “Batman” estreou no último fim de semana e já faturou US$ 248,5 milhões em todo o mundo, liderando as bilheterias na maioria dos países em que foi lançado – inclusive no Brasil, onde levou 2,2 milhões de espectadores às salas de exibição.
Crítica internacional rasga elogios para “Batman”
As primeiras críticas de “Batman” começaram a ser publicadas nesta segunda (28/2), iniciando uma avalanche de elogios ao filme dirigido por Matt Reeves e estrelado por Robert Pattinson. A produção da Warner Bros. atingiu 90% de aprovação com quase 150 avaliações de publicações em inglês (dos EUA, Canadá e Reino Unido), reunidas no portal americano Rotten Tomatoes. Para dar medida de comparação, apenas o icônico “Batman: O Cavaleiro das Trevas” teve aprovação maior: 94% em 2008. Todos os demais filmes de Batman tiveram nota menor, incluindo os dois que completam a trilogia de Christopher Nolan e os dois assinados por Tim Burton. Os críticos da mídia geek, que escrevem em blogs dedicado ao universo dos quadrinhos, foram os mais entusiasmados. Mas os chamados críticos top se dividiram, fazendo a nota cair para 78% de aprovação quando consideradas apenas as resenhas publicadas na grande imprensa. As críticas positivas dos principais veículos de comunicação exaltaram a excelência em todos os aspectos da produção (o jornal USA Today), “a química entre Pattinson e [Zoe] Kravitz”, a Mulher-Gato (o jornal Arizona Republic), o fato de ser tão ou mais sombrio que os filmes anteriores (o site da rede britânica BBC), sua evocação do melhor do cinema noir (o jornal britânico Daily Mirror) e sua capacidade de prender a atenção em cada minuto de suas três horas de duração (de acordo com o site The Hollywood Reporter). A revista Variety, ainda chamou o filme de “um dos melhores do gênero” por “sua vontade de desmontar e interrogar o próprio conceito de super-heróis”. E a Screen Internacional foi ainda mais longe, ao afirmar que “Batman” tem “uma grandeza que poucos de seus contemporâneos no cinema de super-heróis podem igualar”. Já os textos negativos se fixaram na falta de complexidade das interpretações (o jornal britânico Times), no roteiro fraco (“um amontoado de ideias ruins”, segundo o jornal San Francisco Chronicle), na longa duração (“para quê?”, questionou o New York Post) e na escuridão exagerada (“ninguém em Gotham ouviu falar em lâmpadas”, ironizou o Seattle Times, que descreveu o filme como “depressivo, sombrio e interminável”). Um meio termo foi encontrado pelo jornal britânico The Independent: “‘Batman’ é um filme muito bom do Batman. Pensar nele como algo mais que isso só conduzirá à ilusão própria ou decepção”. Para completar, vale destacar a crítica que deve estar agora emoldurada acima da mesa do presidente da Warner Bros. Pictures. O jornal canadense Globe and Mail simplesmente publicou: “Depois de assistir Pattinson em ação, estou conclamando a indústria de cinema a trazer todos os seus muitos Batmen, Batwomen e Batbats. Mantenha-os quentes e vindo até engasgarmos com um capuz”. “Batman” estreia nesta quinta (3/3) no Brasil.
Tommy “Tiny” Lister (1958 – 2020)
O ator e lutador Tommy “Tiny” Lister, conhecido por participar de filmes como “Sexta-Feira em Apuros” (1995) e “O Quinto Elemento” (1997), foi encontrado morto na quinta (10/12) em seu apartamento em Marina Del Rey, Califórnia, aos 62 anos. Sua agente, Cindy Cowan, contou à revista People que apesar de não ter testado positivo para o coronavírus, ele morreu após apresentar “sintomas de covid-19” por uma semana. De acordo com ela, o ator estava escalado para trabalhar em um filme nos próximos dias, mas já havia cancelado. “Ele estava reclamando, mas estava fraco para ir ao médico”, disse. “Ele era um gigante gentil e único”, desabafou ela. “Um homem que é meu irmão há 20 anos”, acrescentou Cindy. Antes de atuar, ele foi um lutador profissional da federação de luta-livre, creditado como Zeus e ZGangsta nas competições da WWE. A mudança de carreira começou em 1985, quando apareceu no clássico de ação “Expresso para o Inferno”. Mas Lister seguiu exercendo as duas atividades paralelamente por um bom tempo, até aparecer como ele mesmo no filme “Desafio Total” (1989), estrelado pelo também lutador Hulk Hogan. Ao todo, Lister participou de mais de 80 filmes, incluindo os dois da franquia “Sexta-Feira em Apuros”, ao lado de Ice Cube. Entre seus papéis de destaque, incluem-se atuações em vários blockbusters, como “O Quinto Elemento” (1997), onde teve uma participação memorável como o presidente Lindberg, “Um Tira da Pesada II” (1987), “Soldado Universal” (1992), “Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro” (2002) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). Nos últimos anos, porém, vinha fazendo filmes de baixo orçamento para o mercado de VOD (locação digital). Ele deixou finalizadas participações em cinco longas desse tipo, ainda inéditos.
Cinemas brasileiros exibem Festival Christopher Nolan como esquenta de Tenet
Em antecipação à estreia de “Tenet” na próxima semana, os cinemas brasileiros começam a exibir um pequeno festival dedicado a seu diretor, Christopher Nolan, a partir desta quinta (15/10). A programação inclui quatro filmes do cineasta americano: “A Origem” (2010), que comemora seu aniversário de 10 anos, “Dunkirk” (2017), “Interestelar” (2014) e “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008). Durante a projeção, também haverá a exibição de material especial e inédito de bastidores de “Tenet”, com 10 minutos de duração. Com estreia prevista para 29 de outubro no Brasil, “Tenet” foi a única produção orçada em mais de US$ 200 milhões a arriscar um lançamento nos cinemas durante a pandemia de coronavírus. O filme da Warner acabou faturando mais de US$ 320 milhões em todo o mundo, mas fracassou na América do Norte, onde sua bilheteria estacionou em US$ 48,3 milhões. O desempenho serviu de alerta para os estúdios rivais, que decidiram adiar todos seus grandes lançamentos para 2021 – ou, no caso da Disney, disponibilizá-los diretamente em streaming.
Coringa ganha 20 fotos inéditas
A Warner divulgou 20 fotos de “Coringa” (Joker), filme que traz Joaquin Phoenix (“A Pé Ele Não Vai Longe”) como uma versão inédita do famoso vilão dos quadrinhos. Vencedor do Festival de Veneza, o longa é cotado para disputar o Oscar em várias categorias As imagens destacam Phoenix, além de ressaltar o tom, o figurino e a cenografia, inspirados em produções da virada dos anos 1970 para os 80, o que também torna referencial a participação de Robert De Niro no elenco – “Taxi Driver” (1976) e “O Rei da Comédia” (1982), de Martin Scorsese, são apontados como inspirações da trama. O elenco ainda conta com Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”). A direção é de Todd Phillips (“Se Beber Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). A estreia está marcada para 3 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Coringa: Diretor da DC Comics diz que filme influenciará quadrinhos do personagem
Mesmo após a recepção consagradora no Festival de Veneza, “Coringa” ainda tem dividido opiniões de fãs do personagem, que não aprovaram a versão do diretor Todd Phillips por ser totalmente diferente da origem tradicional dos quadrinhos. Mas esta polêmica não deve crescer, porque o diretor criativo da DC Comics, o artista Jim Lee, declarou que considera aproveitar elementos do filme em novas histórias em quadrinhos do Coringa, tamanha a empolgação com a obra. “O filme do Coringa de Todd Phillips é intenso, cru e comovente. Ele falou sobre como sua visão a respeito do Coringa não está relacionada às raízes do personagem nos quadrinhos. Dito isto, não há absolutamente nada neste filme incongruente com a nossa compreensão de quem é o Coringa. De qualquer forma, a transformação hipnotizante e perturbadora de Joaquin Phoenix como o Coringa nos dá uma visão profunda e plenamente realizada de um de nossos vilões favoritos, e tenho certeza de que elementos serão adotados no futuro em nossa mitologia em constante evolução. É isso que histórias poderosas e atraentes fazem”, declarou Lee em seu Instagram. Veja o post original abaixo. Filmes e séries já influenciaram anteriormente os rumos de personagens da DC, desde a criação de Batgirl, Mercy Graves e Arlequina, incorporadas aos quadrinhos, até o resgate de Vicki Vale, namorada esquecida de Bruce Wayne, trazida de volta às páginas de “Batman” por ocasião do filme dirigido por Tim Burton em 1989. “Coringa” tem estreia marcada para 3 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Director Todd Phillip’s @jokermovie is intense, raw and soulful. He’s talked about how his take on the Joker is not beholden to the character’s comic book roots. That said, there’s absolutely nothing in this film incongruous with our understanding of who the Joker is. If anything, Joaquin Phoenix’s mesmerizing and unsettling turn as the Joker gives us a deep and fully realized look into one of our favorite villains, and I’m sure elements will be embraced going forward in our ongoing, ever evolving mythology. That’s what powerful, compelling stories do. And without a doubt—long time DC fans will be spending a lot of time unpacking the many story revelations and questions this harrowing cautionary tale raises. #joker #thejoker #dccomics Uma publicação compartilhada por Jim Lee (@jimlee) em 31 de Ago, 2019 às 10:57 PDT












