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    Vídeo de Exterminador do Futuro 6 mostra reencontro de Scharzenegger com falecido produtor da franquia

    25 de janeiro de 2019 /

    A Fundação Nacional de Cinema da Hungria divulgou um vídeo dos bastidores das filmagens do sexto “Exterminador do Futuro”, que presta homenagem a seu ex-presidente, o produtor Andrew G. Vajna, que morreu no domingo passado (20/1) aos 74 anos. O vídeo destaca os modernos equipamentos do estúdio Korda, em Budapeste, que se transformou num dos mais modernos da Europa sob a política cultural estabelecida por Vajna para o cinema do país. Também traz elogios do diretor Tim Miller (“Deadpool”) e do astro Arnold Schwarzenegger para os profissionais locais e se encerra com a aparição de Vajna, velho amigo de Schwarzenegger, que retornava de forma indireta à franquia dos robôs assassinos. Vajna produziu “O Exterminador do Futuro 2” (1991), o filme mais bem-sucedido da franquia, e também sua sequência de 2003. O reencontro com Schwarzenegger, flagrado pelas câmeras, foi também uma despedida. “Este é um filme muito especial. É muito próximo ao meu coração”, comentou o produtor no vídeo. Durante os últimos anos de sua vida, Vajna atuou como uma espécie de embaixador cinematográfico da Hungria, fazendo contato com produtores de Hollywood e convencendo-os a filmar no país. “Andy, obrigado por nos pressionar para vir à Hungria”, diz Schwarzenegger ao final.

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    Denúncias de abuso sexual contra Bryan Singer foram recusadas por outra revista

    23 de janeiro de 2019 /

    As novas acusações de abuso de menor publicadas pela revista The Atlantic contra o diretor Bryan Singer são as mesmas que seriam publicadas na Esquire no ano passado, mas a revista acabou vetando seu conteúdo. Em outubro, Singer usou suas redes sociais para se defender a reportagem, ao saber que amigos estavam sendo procurados para dar declarações que o comprometessem. Desde então, a editora da Esquire, Hearst Media, mandou suspender a reportagem. Mas os jornalistas a levaram para outra revista. “A última vez que postei sobre este assunto, a revista Esquire estava se preparando para publicar um artigo escrito por um jornalista homofóbico que tem uma obsessão bizarra por mim desde 1997”, apontou o cineasta em comunicado sobre a reportagem escrita por Alex French e Maximillian Potter. “Após cuidadosa checagem de fatos e, em consideração à falta de fontes confiáveis, a Esquire escolheu não publicar este pedaço de jornalismo vingativo”, acrescentou. “Isso não impediu que este autor vendesse [o conteúdo] para a revista The Atlantic”, continuou a declaração. “É triste que a Atlantic se rebaixe a este baixo padrão de integridade jornalística. Mais uma vez, sou forçado a reiterar que essa história retoma as afirmações de ações judiciais falsas, executada por um elenco de pessoas de má reputação, dispostas a mentir por dinheiro ou atenção.” ‘E não é surpresa que, com ‘Bohemian Rhapsody’ sendo um sucesso premiado, esta peça homofóbica foi convenientemente planejada para tirar proveito de seu sucesso”, completou Singer. A reportagem traz à tona quatro novas acusações contra o diretor, que teria feito sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado. Victor Valdovinos alegou ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores permaneceram anônimos, identificados apenas por pseudônimos, e alegam ter participado de relações sexuais com o diretor quando eram menos, entre 15 e 17 anos. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. A acusação de Guzman coincidiu com a demissão do cineasta na reta final da produção de “Bohemian Rhapsody”, após atrasos, sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção do longa, que foi premiado no Globo de Ouro e indicado na categoria de Melhor Filme no Oscar 2019.

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    Capitã Marvel ganha coleção de pôsteres com 10 personagens

    16 de janeiro de 2019 /

    A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres de “Capitã Marvel”. São dez imagens que destacam alguns dos personagens principais do filme. Todos aparecem sem identificação, já que não há planos para revelar o papel desempenhado por Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) antes da estreia. O ator viveria o herói Mar-Vell ou o vilão Yon-Rogg. Ambos já foram identificados em embalagens precoces de brinquedos licenciados e em falhas técnicas do site oficial do filme. Ou seja, a resposta desse mistério tende ser a primeira palavra de uma das frases anteriores. Curiosamente, Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) também não teve sua personagem confirmada, mas isso não parece interessar ninguém. Os demais personagens são conhecidos – alguns, inclusive, velhos conhecidos. Brie Larson (vencedora do Oscar por “O Quarto de Jack”) é a Capitã Marvel, Samuel L. Jackson (“Os Vingadores”) é Nick Fury, Clark Gregg (“Agents of SHIELD”) é o agente Coulson, Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) é Korath, Gemma Chan (“Humans”) é Minn-Erva (Doutora Minerva), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) é o skrull Talos e as artes ainda destacam o bichano que “interpreta” o gato da heroína, Goose. Em compensação, ficou faltando Lee Pace (também de “Guardiões da Galáxia”) como Ronan. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    José Mayer é dispensado da Globo, dois anos após acusação de assédio

    15 de janeiro de 2019 /

    A Globo esperou o contrato do ator José Mayer vencer, em dezembro, para dispensá-lo. O acordo não foi renovado após ele ser acusado de assediar sexualmente uma figurinista. Assim, seu afastamento por tempo indefinido se tornou definitivo. Mayer deixou de gravar novelas depois de “A Lei do Amor”, na qual interpretou o vilão Tião. Ele foi suspenso no início de 2017, após a denúncia mobilizar as atrizes do canal, que ensaiaram boicote à qualquer projeto que o incluísse. “Depois de mais de 35 anos de uma trajetória iniciada na novela ‘Guerra dos Sexos’, em 1983, com participação em mais de 40 obras, entre novelas, séries, minisséries e especiais, a Globo e o ator José Mayer informam o fim da parceria, de comum acordo, no final de 2018”, afirmou a emissora em nota, diante de consulta da imprensa. O ator foi denunciado pela assistente de figurino Susllem Tonani, que revelou suas investidas, com toques indevidos em suas partes íntimas, para o Departamento de Recursos Humanos da emissora em 2016, mas, como isso não gerou resultados, decidiu tornar o fato público em março de 2017, no blog Agora É Que São Elas, da Folha de S. Paulo. O caso acabou ganhando grande repercussão e uniu as atrizes da emissora em apoio à figurinista, com direito a hashtag, camiseta e slogan contra o assédio, “Mexeu com uma, mexeu com todas”. Apesar da polêmica, Aguinaldo Silva ainda tentou escalá-lo na novela “O Sétimo Guardião”, mas seu nome foi vetado pela Globo. Mesmo assim, o teledramaturgo prosseguiu em campanha em prol do ator. No última segunda (14/1), Silva publicou o seguinte Twitter: “Não há crime se não há queixa à polícia nem denúncia na Justiça, por isso… VOLTA, JOSÉ MAYER!” Apesar desta mensagem, a figurinista tentou, sim, levar o caso à Justiça. Ela alegou no ano passado que foi “extremamente inibida por um delegado” logo após sua denúncia. Vendo que o machismo policial trataria de inocentá-lo de qualquer acusação, ela desistiu de processar Mayer criminalmente. Ao longo da carreira, Mayer se destacou na Globo por interpretar personagens “pegadores”, que se envolviam com várias mulheres – geralmente, mais de uma ao mesmo tempo. A emissora seguiu escalando-o em personagens com esse perfil mesmo quando sua idade se tornou mais adequada para papéis de vovô. Para complicar ainda mais, muitas de suas parceiras românticas poderiam viver suas netas. Mayer só foi quebrar a imagem de machão em “Império” (2014), novela de Aguinaldo Silva em que interpretou o homossexual Cláudio Bolgari. Mas mesmo gay ele se envolvia com um parceiro muito mais jovem, vivido por Klebber Toledo.

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    Produtor de Capitã Marvel confirma que vilão Yon-Rogg está no filme

    12 de janeiro de 2019 /

    Um dos “segredos” do filme “Capitã Marvel” foi “revelado” pelo produtor Jonathan Schwartz. Em entrevista para o site Screen Rant, ele confirmou a presença do personagem Yon-Rogg. “O Yon-Rogg aparece, sim. Ele é uma parte importante da mitologia”, disse Schwartz. Vilão famoso dos quadrinhos, a participação do personagem já tinha sido vazada por, claro, brinquedos. A primeira vez que o nome de Yon-Rogg apareceu relacionado a “Capitã Marvel” foi numa arte da linha de bonecos Funko POP! dedicada ao filme. O nome foi rapidamente trocado para uma denominação mais genérica, de Star Commander (Comandante Estelar), em nova versão da embalagem do brinquedo. Mas bastou para sugerir que o papel de Jude Law no filme não fosse o do herói Mar-Vell (o Capitão Marvel original) como especulado, mas sim o do inimigo do herói. Logo em seguida, a Lego lançou sua própria linha de bonecos, batizando o personagem de Jude Law como Mar-Vell. Para completar, o site oficial do filme identificou uma foto do ator como Mar-Vell. E horas depois apagou a legenda. Pois é. As idas e vindas, afirmações e confirmações parecem sugerir que o papel de Law é dois-em-um, com uma provável reviravolta em sua identidade real.

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    Criminal Minds vai acabar na próxima temporada

    11 de janeiro de 2019 /

    A série “Criminal Minds” foi renovada para a 15ª temporada, que também será sua última da atração na rede CBS. “É um sentimento bem agridoce, mas eu estou muito, muito grato à CBS por nos dar esse aviso. Eu acho que um dos meus maiores medos sempre foi, ‘Ah cara, e se não soubermos e eles simplesmente não trouxerem a série de volta? Mas eles respeitam essa série, o elenco, a equipe e os fãs o bastante para acabar de forma adequada”, disse a showrunner Erica Messer ao site TVLine. Uma das séries mais longevas da TV americana, a série exibiu recentemente seu 300º episódio. Atualmente em hiato, a 14ª temporada de “Criminal Minds” voltará a ser exibida em 23 de janeiro nos EUA. Já a temporada final será mais curta, com apenas 10 episódios, que começam a ser gravados ainda neste primeiro semestre de 2019.

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    Capitã Marvel: Vídeo de bastidores revela treinos de Brie Larson

    10 de janeiro de 2019 /

    “Capitã Marvel” ganhou um pequeno vídeo de bastidores que revela gravações de algumas das cenas do filme e parte do treinamento da atriz Brie Larson para o papel, tanto os nove meses de treinos físicos quanto o aprendizado com pilotos de caças. Confira abaixo. Além de Larson, o elenco do filme conta com Samuel L. Jackson, repetindo seu papel de Nick Fury, além de Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Gemma Chan (da série “Humans”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e os retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como seus personagens de “Guardiões da Galáxia” (2014). “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Primeiras críticas de Vidro consideram filme “a maior decepção”

    10 de janeiro de 2019 /

    Prestes a chegar nos cinemas, “Vidro” teve suas primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos. E as opiniões são majoritariamente negativas. A avaliação média das 36 críticas computadas até o momento no site Rotten Tomatoes rende aprovação de apenas 36% ao longa e a conclusão de se trata de um dos piores filmes de M. Night Shyamalan – diretor da obra-prima “O Sexto Sentido” (85% no RT), mas também de lixos como “Fim dos Tempos” (18%) e “Depois da Terra” (11%). “Vidro”, por sinal, conclui uma trilogia iniciada por dois dos maiores sucessos do diretor, “Corpo Fechado” (69%) e “Fragmentado” (76%), juntando os astros dos dois filmes, James McAvoy, Bruce Willis e Samuel L. Jackson. Na trama, seus personagens se encontram num hospício, recebendo tratamento de uma psiquiatra especializada num novo distúrbio, que faz pessoas acreditarem ser super-heróis – ou, no caso de dois deles, supervilões. “Vidro é a maior decepção da carreira de M. Night Shyamalan”, publicou o IndieWire. “Em seus trabalhos anteriores, Shyamalan mostrou um conhecimento maravilhoso de linguagem cinematográfica e um controle magistral de controle de câmera. Mas nada disso está em ‘Vidro’… um filme visualmente pobre e vazio”, considerou o Slash Film. “Para dizer em termos de quadrinhos, ‘Glass’ leva tempo demais de ir de um quadrinho para o outro”, comparou a revista Entertainment Weekly. “Completamente insatisfatório”, lamentou o IGN. “A conclusão é um desastre”, resumiu o CinemaBlend. Apesar das críticas negativas, projeções apontam uma boa bilheteria de estreia nos Estados Unidos. Com roteiro e direção de M. Night Shyamalan, o filme estreia na próxima quinta (17/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Metade do filme da Capitã Marvel se passa no espaço

    10 de janeiro de 2019 /

    O produtor Jonathan Schwartz revelou que metade do filme “Capitã Marvel” se passa no espaço. “É 50% no espaço e 50% na Terra. O filme começa no espaço, depois vem para a Terra bem rápido, e voltamos para o espaço para o terceiro ato. A trama que se passa na Terra nos ajuda a amarrar as coisas que se passam no espaço”, ele explicou, em entrevista ao site Comic Book. Schwartz disse ainda que a guerra entre os kree e os skrull, alienígenas do filme, estará no centro da trama. “É bem focado nisso”, disse. “Há elementos de outras histórias, mas o coração do filme é este conflito”. Em “Capitã Marvel”, a heroína interpretada por Brie Larson acha que faz parte da civilização kree, mas aos poucos começa a lembrar ter um passado na Terra. Ao chegar ao planeta, ela se junta a Nick Fury (Samuel L. Jackson) para combater os invasores Skrull e começa a resgatar sua memória. “Uma das coisas mais bacanas sobre este filme é que, embora seja uma história de origem, não é uma história de origem tradicional”, comentou a diretora Anna Boden, que assina o filme ao lado do marido Ryan Fleck. “A parte divertida e surpreendente é que o público vai descobrir quem é essa heroína junto com ela mesma”. Além de Larson e Jackson, o elenco do filme conta com Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Gemma Chan (da série “Humans”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e o retorno de Djimon Hounsou e Lee Pace como seus personagens de “Guardiões da Galáxia” (2014). “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vidro: Veja 20 fotos oficiais do crossover de Fragmentado e Corpo Fechado

    9 de janeiro de 2019 /

    A Buena Vista divulgou 20 fotos oficiais de “Vidro”, que registra todos os personagens do filme sem logotipos de revistas/sites. A continuação/crossover de “Fragmentado” (2016) e do clássico “Corpo Fechado” (2000) reúne os astros dos dois filmes, James McAvoy, Bruce Willis e Samuel L. Jackson. Na trama, seus personagens se encontram num hospício, recebendo tratamento de uma psiquiatra especializada num novo distúrbio, que faz pessoas acreditarem ser super-heróis – ou, no caso de dois deles, supervilões. O filme, por sinal, tira seu título de um dos malvadões, Mr. Glass (Sr. Vidro), personagem de Samuel L. Jackson, que tem como superpoder seu intelecto e como franqueza seus ossos frágeis como vidro – daí o apelido/codinome. Ele se alia a Kevin Wendell Crumb (McAvoy), que sofre de distúrbio de múltiplas personalidades, com o objetivo de trazer à tona a Besta, cuja força é capaz de libertá-los. Ao mesmo tempo, o vilão retoma seu jogo com David Dunn (Willis), desafiando-o a assumir-se como herói e enfrentá-los. Sarah Paulson (da série “American Horror Story”) vive a psiquiatra que supervisiona o trio e o elenco também inclui Anya Taylor-Joy (de “Fragmentado”), Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard (ambos de “Corpo Fechado”), repetindo seus personagens dos filmes anteriores. Com roteiro e direção de M. Night Shyamalan, o filme estreia em 17 janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Capitã Marvel ganha novo trailer legendado com o mesmo final de desenho animado

    8 de janeiro de 2019 /

    A Marvel divulgou novos pôsteres e mais um trailer legendado de “Capitã Marvel”, que mistura várias cenas apresentadas anteriormente com algumas novidades. O destaque positivo é o carisma da atriz Brie Larson (que venceu o Oscar por “O Quarto de Jack”). O negativo é que o final mantém-se inalterado, com a heroína virando desenho animado da Disney para voar de forma “apoteótica”. Já cansou. O problema não é apenas estético, é também reflexo da forma como a Marvel gerencia suas produções, contratando diretores sem experiência em filmes de grandes orçamentos e delegando para profissionais de animação a realização de diversas cenas. Isto sem aprofundar como a opção subestima a capacidade da atriz principal para realizar cenas em cabos suspensos como a maioria dos atores masculinos da Marvel têm feito. Trailer após trailer, esse quadro fica cada vez mais evidente. Mas, até aqui, parece que só a Pipoca Moderna implica com isso. Todo o resto baba ao ver sempre as mesmas cenas da mesma forma, como se a heroína não parecesse o Pica-Pau em seu momento de close com moicano em meio ao voo animado. Enfim, o filme ainda está em pós-produção e há tempo de melhorar esses efeitos. A trama do longa se passa nos anos 1990 e acompanha a Capitã Marvel após cair na Terra e ser encontrada por Nick Fury (Samuel L. Jackson), acreditando ser uma heroína kree em guerra contra os skrulls. Mas ao enfrentar as criaturas que podem mudar de forma, a personagem passa a ter flashbacks de sua vida como piloto americana, o que a faz questionar sua própria existência como kree. O elenco também inclui Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Gemma Chan (da série “Humans”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e o retorno de Djimon Hounsou e Lee Pace como seus personagens de “Guardiões da Galáxia” (2014). Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vidro: James McAvoy, Bruce Willis e Samuel L. Jackson ganham novos pôsteres e vídeos individuais

    5 de janeiro de 2019 /

    A Buena Vista divulgou três vídeos legendados de “Vidro” (Glass), que também ganhou novos pôsteres individuais, centrados em seus protagonistas. A continuação/crossover de “Fragmentado” (2016) e do clássico “Corpo Fechado” (2000) reúne os astros dos dois filmes, James McAvoy, Bruce Willis e Samuel L. Jackson. Na trama, seus personagens se encontram num hospício, recebendo tratamento de uma psiquiatra especializada num novo distúrbio, que faz pessoas acreditarem ser super-heróis – ou, no caso de dois deles, supervilões. O filme, por sinal, tira seu título de um dos malvadões, Mr. Glass (Sr. Vidro), personagem de Samuel L. Jackson, que tem como superpoder seu intelecto e como franqueza seus ossos frágeis como vidro – daí o apelido/codinome. Ele se alia a Kevin Wendell Crumb (McAvoy), que sofre de distúrbio de múltiplas personalidades, com o objetivo de trazer à tona a Besta, cuja força é capaz de libertá-los. Ao mesmo tempo, o vilão retoma seu jogo com David Dunn (Willis), desafiando-o a assumir-se como herói e enfrentá-los. Sarah Paulson (da série “American Horror Story”) vive a psiquiatra que supervisiona o trio e o elenco também inclui Anya Taylor-Joy (de “Fragmentado”), Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard (ambos de “Corpo Fechado”), repetindo seus personagens dos filmes anteriores. Com roteiro e direção de M. Night Shyamalan, o filme estreia em 17 janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Estrelas de Bohemian Rhapsody assumem namoro na vida real

    5 de janeiro de 2019 /

    O ator Rami Malek, estrela do fenômeno “Bohemian Rhapsody”, assumiu o namoro com sua colega de elenco do filme, a atriz Lucy Boynton. Os dois vivem um casal nas telas, respectivamente Freddie Mercury e Mary Austin, para quem o cantor do Queen escreveu “Love of My Life”, apesar de se descobrir homossexual. Pois Malek quase recitou a letra da famosa música ao citar a atriz no agradecimento por um prêmio conquistado por sua interpretação, durante o Festival de Internacional de Cinema de Palm Springs. “Obrigado, Lucy Boynton. Você foi minha aliada, minha confidente, você é meu amor. Eu te amo muito“, declarou o ator, confirmando o relacionamento pela primeira vez em público. Os dois se conheceram durante as filmagens e já haviam sido visto juntos, andando abraçadinhos por Hollywood no ano passado, mas só agora o romance foi realmente confirmado. Antes de viver Freddie Mercury, Rami Malek era mais conhecido como protagonista da série “Mr. Robot” e como o faraó egípcio da franquia “Uma Noite no Museu”. Já Lucy Boynton foi revelada em outro filme musical, o maravilhoso “Sing Street”, de 2016, e ainda integrou o elenco grandioso de “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017).

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