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    “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” vira animação mais vista da Netflix

    21 de julho de 2021 /

    A animação “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” virou o filme animado mais visto da Netflix em todos os tempos. Originalmente produzido para o cinema pela Sony Pictures, o filme foi negociado com a plataforma de streaming por causa da pandemia e acabou visto por 53 milhões de contas em seu primeiro mês de seu lançamento. Os dados constam do relatório trimestral da Netflix para seus investidores. O desempenho supera o recorde anterior, que era de “A Caminho da Lua”. Indicada ao Oscar 2021, a animação musical foi vista por 43 milhões de contas no mesmo período de tempo. Lançada em 30 de abril, “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” acompanha uma família distanciada pela tecnologia moderna que se torna a última esperança da humanidade quando máquinas ganham vida para dominar o mundo. Escrita e dirigida por dois estreantes em longas, a dupla Michael Rianda e Jeff Rowe, roteiristas da série “Gravity Falls”, a animação contou com uma dupla de peso em sua produção: Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Pra completar, o elenco de dubladores originais destaca Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) como o pai, Maya Rudolph (“The Good Place”) como a mãe, Abbi Jacobson (“Broad City”) como a filha adolescente e o diretor Michael Rianda como o filho caçula, além de Olivia Colman (“A Favorita”), Eric André (“A Noite É Delas”), o apresentador Conan O’Brien e o casal Chrissy Teigen e John Legend em papéis coadjuvantes. Veja abaixo o trailer oficial do filme em duas versões – com dublagem em inglês e português.

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    Sucesso de “Manifest” em streaming está prestes a render “descancelamento”

    21 de julho de 2021 /

    Desde que foi cancelada pela rede americana NBC no mês passado, “Manifest” viu seus fãs se multiplicarem. Não apenas em campanhas pelo salvamento da série, mas em audiência mesmo. A atração estreou na Netflix na mesma época do cancelamento e desde então a lidera a audiência da plataforma, consagrando-se por semanas consecutivas como o programa mais visto em streaming dos EUA. Atentos a este desdobramento, o criador da série, Jeff Rake, e a equipe da Warner Bros. TV tentaram convencer a Netflix a salvar a atração. A princípio, a resposta da plataforma foi negativa. Mas os números de audiência não caíram como muitos acreditavam que aconteceria com o cancelamento, que deixou a trama sem fim. Ao contrário, as maratonas aumentaram, mantendo a série na liderança do Top 10 da Netflix por um mês inteiro. Impressionada com esse fenômeno, a Netflix teria voltado à mesa de negociações. Mas enquanto a plataforma ia e vinha, outra reviravolta ainda mais inesperada aconteceu na televisão. A própria NBC teria se arrependido do cancelamento. As informações são do site Deadline, que buscou representantes da Warner, Netflix e NBC para confirmar os rumores, mas todos se recusaram a comentar. Neste caso, a recusa serviu como confirmação tácita da negociação em andamento – negar a história seria bem fácil, se nada estivesse acontecendo nos bastidores. A verdade é que a NBC percebeu tardiamente ter tomado a decisão errada em relação a “Manifest”, seu cancelamento de maior audiência. A ideia era renovar apenas uma das quatro atrações que balançavam no canal e a opção teria sido “Good Girls”. Só que, na hora de assinar os contratos para a 5ª temporada, não houve acerto financeiro com as atrizes da atração, que acabou cancelada apesar de tudo. A NBC também não se animou com um novo derivado de “Law & Order”, chamado “Law & Order: For the Defense”, e anunciou ter desistido do projeto na semana passada. Com isso, ficou com verbas extras de produção e um buraco na programação que não existiam quando “Manifest” foi abandonada. A nova situação teria levado a rede a buscar a Warner para reabrir as conversas sobre a série. Só que, a esta altura, a Netflix já estava em negociações. Um acordo entre as partes interessadas é improvável, porque a Warner vendeu os direitos internacionais de “Manifest” para diferentes empresas, mercado por mercado – por exemplo, para o canal pago Sky no Reino Unido e a plataforma Globoplay no Brasil. Portanto, estaria descartada uma divisão que deixasse uma vindoura temporada inédita na NBC nos EUA e na Netflix no exterior. Os únicos direitos na mesa são para exibição nos EUA. Mas o sucesso de “Manifest” em streaming nos EUA é muito grande para a Netflix ignorar. Enquanto NBC, Netflix e Warner não entram em acordo, o showrunner Jeff Rake voltou a atiçar os fãs com os supostos desenvolvimentos de bastidores. Em 12 de julho, ele começou a retuitar histórias sobre o forte desempenho da série na Netflix, acrescentando legendas como “O caso da renovação” e “O caso da renovação se constrói”, pedindo repetidamente aos fãs que “mantenham a fé”. Até que, na segunda-feira (19/7), publicou: “Vocês estão sendo ouvidos”. E fixou este tuite no topo de seu feed.

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    “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas da Netflix

    21 de julho de 2021 /

    A Netflix revelou que “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas de assinantes desde seu lançamento em 4 de junho. Os números foram revelados no relatório trimestral de lucros da empresa. Graças a esse desempenho, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics, produzida pelos astro Robert Downey Jr., foi a série de maior sucesso do trimestre e entrou na lista das 10 séries originais em inglês mais assistidas da Netflix em todo o mundo. “Sweet Tooth” ocupa o 6º lugar do ranking, à frente de “Emily em Paris” e logo abaixo de “O Gambito da Rainha”. “Bridgerton” lidera a lista de atrações originais com 82 milhões de visualizações. Apesar deste desempenho, a série ainda não foi oficialmente renovada. Mas os números são fortes indicadores de que isso já estaria encaminhado nos bastidores. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas (“era uma vez…”) e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Veja abaixo o trailer oficial da 1ª temporada.

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    “Good Girls” é cancelada após quatro temporadas

    25 de junho de 2021 /

    A série “Good Girls” foi cancelada pela rede NBC na reta final de sua 4ª temporada. Os últimos episódios inéditos serão exibidos ao longo das próximas semanas nos EUA. A trama da série deveria durar mais uma temporada, mas embora existissem conversas para levar a produção para a plataforma Peacock, que pertence ao conglomerado NBCUniversal, um contrato anterior, firmado com a Netflix, impediu o negócio. “Good Girls” era produzida em parceria com a Netflix, que adquiriu os direitos de exibição internacional exclusiva num acordo feito antes de a NBCUniversal lançar seu próprio serviço de streaming. Com a impossibilidade de levar à série para a Peacock, os produtores da Universal Television ainda tentaram convencer a Netflix a assumir mais custos de produção para uma última temporada, mas não conseguiram avançar nessas negociações. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), a série girava em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local. Mas quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, com consequências para o resto da série. As protagonistas eram interpretadas por Christina Hendricks (“Mad Men”), Mae Whitman (“Parenthood”) e Retta (“Parks and Recreation”). Os fãs brasileiros acompanhavam a série pela Netflix, que até o momento disponibilizou as três primeiras temporadas.

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    Netflix não salva “Manifest” e elenco se despede

    23 de junho de 2021 /

    A Netflix examinou os números e decidiu não salvar “Manifest”, que acabou ficando sem fim ao ser cancelada pela rede NBC. Após a emissora exibir o final da 3ª temporada, deixando o mistério da trama sem resolução, os produtores tentaram uma salvação junto à Netflix, aproveitando que maratonas da atração lideravam o ranking de audiência da plataforma na última semana. Mas os responsáveis pela decisão resolveram não repetir “Lucifer”, salva do cancelamento também após três temporadas. Com a recusa da Netflix, o estúdio Warner Bros. Television desistiu de buscar um lar alternativo para continuar a série. Como os contratos do elenco já tinham expirado e eles se mantinham ligados ao projeto apenas por boa vontade, todos foram notificados de que não há mais chances de a série ser retomada. “Estamos destruídos”, disse Matt Long, intérprete de Zeke, em um post no Instagram, refletindo como os atores reagiram ao cancelamento. A maioria do elenco foi às redes sociais se despedir, entre eles Josh Dallas, que interpretou Ben Stone, o principal protagonista, que agradeceu o apoio dos fãs. “Lamento dizer que é o fim da linha”, ele anunciou. “Estamos muito orgulhosos de ter trazido essa história para vocês ao longo de três temporadas. Gostaríamos muito de poder terminar a jornada com vocês. Mas não estava nas cartas”, explicou. O criador da série, Jeff Rake, disse que jamais esquecerá a devoção dos fãs da série. “Vocês assistiram religiosamente, analisando cada palavra, choraram muito, riram um pouco, resolveram um quebra-cabeças e nunca, jamais, hesitaram em seu apoio. Eu nunca poderei me esquecer disso”, escreveu. Rake nunca escondeu o plano de contar a história em seis temporadas, das quais apenas metade foram produzidas. Veja abaixo alguns dos “manifestos” da equipe de “Manifest” sobre o fim da série. Manifest Gratitude, Final Edition Thank YOU, our fans. You became the Manifesters at Comic-Con 2018. Ever since, you’ve watched religiously, parsed every word, cried a lot, laughed a little, puzzle-solved, and never, ever, wavered in your support. I’ll never forget it. 🙏❤️ — Jeff Rake (@jeff_rake) June 22, 2021 directors, stunning cast and the best damn crew in the business. Thanks to @warnerbrostv and @nbc for giving us a home. And lastly, thank you to the fans who embraced #manifest and these characters and flew with us on #flight828. I love you all… onwards! Ben Stone, out. ♥️♥️♥️✈️ — joshdallas (@JoshDallas) June 22, 2021 Hanging up the Stone hat now. Love Michaela pic.twitter.com/tRtYCf1ugg — Melissa Roxburgh (@melissaroxburgh) June 22, 2021 Honestly I have never been more proud to be part of an ensemble more committed, selfless and honest than these beautiful souls. They have become my family. Thank you @warnerbrostv n @nbc for giving us a platform. Three years isn’t an easy feat in this business so thanks! — JR Ramirez (@JR8Ramirez) June 22, 2021 thank u @jeff_rake for letting me bring olive to life. she will always be a part of me. ❤️ i will be forever grateful. #Manifest ily — luna blaise (@lunablaise) June 22, 2021 I will always be grateful to @jeff_rake for letting me be part of this amazing show. #manifest brought together a group of people, both cast and crew, who became a family. I learned so much and will always be "connected" to them. Thank you to the amazing fans too. You rock. ✈️ — Jack Messina (@theJackMessina) June 22, 2021 These 3 years felt like what I imagine college years feel like. I left home, I explored, I failed, tried new things, pushed myself, found my confidence and found a small crew of people who I could be myself around. I’m closing this chapter with a ❤️ full of gratitude. #manifest pic.twitter.com/DWAv8xnQfC — parveen kaur (@Misspkc) June 22, 2021 I’ve been acting professionally since my 20s. I’ve never worked With a cast or crew like Manifest. I’ve never engaged with fans like manifesters. Clever, supportive, brilliant and kind. I’ll see you all next time 🙂 love you, keep the faith🙏🏿❤️🙂 — Daryl Edwards (@Darylgedwards) June 22, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Long (@realmattlong) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Athena Karkanis (@athenakarkanis)

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    His Dark Materials: Gravações da última temporada já começaram

    22 de junho de 2021 /

    A atriz Dafne Keen divulgou em seu Instagram que as gravações da terceira e última temporada de “His Dark Materials” estão a todo vapor. Ela postou uma foto do set, ao lado de Amir Wilson, segurando uma claquete que traz a data de 24 de maio, sugerindo que as gravações tiveram início há um mês. O início da produção também foi confirmado oficialmente via comunicado da BBC e da HBO, que anunciou os novos nomes do elenco. Os oito episódios finais estão sendo gravados no País de Gales e na Inglaterra e adaptarão na história de “A Luneta Âmbar” (2000), último livro da saga, que conclui as aventuras da menina Lyra Belacqua por universos paralelos, numa guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. Com isso, a produção conclui a adaptação completa da trilogia literária do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, e seu ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começou a se entrelaçar com o de Lyra na 2ª temporada. Os próximos episódios também devem trazer de volta James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), que teve sua participação cortada devido à pandemia de coronavírus, após uma 2ª temporada menor que o previsto. Já as novidades incluem Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), Jamie Ward (“Tyrant”), Kobna Holdbrook-Smith (“Liga da Justiça de Zack Snyder”), Simon Harrison (“Terra de Ninguém”) e Chipo Chung (“Into the Badlands”). Ainda não há previsão para a estreia dos capítulos finais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dafne Keen (@dafnekeen)

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    Manifest pode ser salva pela Netflix

    19 de junho de 2021 /

    O desempenho de “Manifest” em streaming pode salvar a série, que foi cancelada pela rede NBC na terça passada (15/6), após três temporadas, deixando sua história sem fim. A Netflix se tornou o principal alvo da Warner Bros. TV, responsável pela produção, para um resgate de última hora, graças ao sucesso das duas primeiras temporadas da série na empresa. O timing foi bastante oportuno, já que a estreia de “Manifest” aconteceu na quinta-feira retrasada (10/6) no catálogo americano da Netflix, onde subiu rapidamente ao 1º lugar e passou a liderar o ranking como conteúdo mais visto da plataforma por uma semana consecutiva. Segundo o site Deadline, as conversas entre a Warner e a Netflix já teriam começado. A empresa de streaming estaria avaliando a viabilidade e os custos de produzir uma 4ª temporada da atração. Embora muitas produtoras vejam o streamer como salvação, a Netflix não resgatou muitas séries, sendo a mais notável “Lucifer”. Como “Lucifer” é uma produção da Warner Bros. TV, já existe uma base de entendimento entre o estúdio e o serviço sobre como proceder. Outra coincidência é que Netflix também assumiu “Lucifer” após três temporadas e renovou a série por outras três. “Manifest”, que encerrou sua 3ª (e até o momento última) temporada em 10 de junho, também tinha um plano de durar seis temporadas. O criador da série, Jeff Rake, ainda tem esperanças de contar a história completa e tem apoiado o movimento #SaveManifest, que está crescendo visivelmente nas redes sociais. O elenco topou esperar duas semanas pelas conversas com a Netflix, antes de procurar outras opções para suas carreiras. Todos também apoiaram a hashtag dos fãs e, segundo as fontes do Deadline, estariam dispostos a continuar no programa. No Brasil, “Manifest” faz parte do acervo do Globoplay e chegou a ter seu primeiro episódio exibido na rede Globo com grande audiência – 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da faixa chamada de “Tela Quente”.

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    Sucesso de “Loki” faz Disney+ mudar estreias de séries para quartas-feiras

    18 de junho de 2021 /

    O sucesso do lançamento de “Loki” numa quarta-feira motivou a Disney+ a mudar a data das estreias de todas as suas séries. Até então disponibilizadas nas sextas, as novas séries vão passar a chegar na plataforma todas as quartas, como capítulos inéditos semanais. A mudança também visa evitar a concorrência direta da Netflix, que libera bem mais novidades semanalmente, e a maioria delas nas sextas. Com estreias nas quartas, a Disney+ acredita contar com mais visibilidade para suas séries de maior destaque. Apesar dessa alteração, os filmes da plataforma, que muitas vezes também chegam nos cinemas, continuarão a manter as sextas como padrão. Nesta semana, “Luca” estreou na sexta-feira (18/6).

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    “Manifest” é encerrada na 3ª temporada e fica sem final

    15 de junho de 2021 /

    A série “Manifest” foi cancelada ao final de sua 3ª temporada. A notícia foi revelada pelo criador da série Jeff Rake, que prometeu aos fãs procurar uma nova casa para a trama. “Meus queridos Manifesters, estou devastado com a decisão da NBC de nos cancelar. Sermos interrompidos no meio [de uma trama planejada para seis temporadas] é um soco no estômago, para dizer o mínimo. Espero que possamos encontrar um novo lar. Vocês, os fãs, merecem um fim digno para a sua história. Obrigado pelo amor mostrado a mim, ao elenco e à equipe. #SalveManifest”, tuitou ele durante a madrugada. O cancelamento aconteceu cinco dias após a exibição do último episódio, que encerrou a temporada com um grande cliffhanger (gancho), sem resolver nenhum dos mistérios da trama. Para piorar, o último ciclo somou ainda mais misticismo à história do grupo de passageiros que retorna num avião desaparecido, após vários anos, sem saber que o tempo passou e com estranhas premonições. A decisão também foi tomada em cima da hora para o salvamento da série. Neta terça (15/6), os contratos com o elenco se encerram e precisariam ser renovados para a produção da próxima temporada. O elenco era liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Athena Karkanis (série “Zoo”), Elizabeth Marvel (“Homeland”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”), que estaria fora dos próximos episódios de qualquer forma. Uma possibilidade de resgate encontra-se no desempenho da série na Netflix, onde foi recém-lançada nos EUA, tornando-se a atração mais assistidas da plataforma nesta semana. No Brasil, “Manifest” faz parte do acervo do Globoplay e chegou a ter seu primeiro episódio exibido na rede Globo com grande audiência – 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da faixa chamada de “Tela Quente”.

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    “Loki” bate recorde de audiência na Disney+

    10 de junho de 2021 /

    O primeiro episódio de “Loki”, nova série da Disney+, bateu o recorde de visualizações das atrações da Marvel na plataforma, superando o lançamento de “Falcão e o Soldado Invernal” e “WandaVision” em suas primeiras 24 horas de exibição. A vantagem não está sendo contada pela Disney, que permanece muda sobre o desempenho de seus conteúdos de streaming, mas da agência de estatísticas SambaTV, que cravou que a série teve a maior audiência de estreia da Marvel Studios na Disney+ americana. Segundo a Samba, 890 mil assinantes assistiram “Loki” no dia do lançamento, número maior que os 759 mil de “Falcão e o Soldado Invernal” e os 655 mil de “WandaVision”, além da série ficar à frente do primeiro fim de semana completo de “Cruella”. Números abaixo de 1 milhão parecem pequenos diante da contabilidade da Netflix, mas a SambaTV mede a audiência de streaming em apenas 3 milhões de lares com Smart TVs nos EUA. Além disso, todos sabem que os totais da Netflix são irreais. Considerando o universo total de TVs conectadas pela SambaTV, “Loki” foi assistido por 25% de todos os lares contabilizados nas primeiras 24 horas de seu lançamento. A série estrelada por Tom Hiddleston também chegou ao streaming acompanhada pelas críticas mais positivas de toda a Marvel, com uma média de aprovação de 96% na análise do site Rotten Tomatoes, que compila as principais críticas publicadas em inglês sobre filmes e séries. Apenas um título anterior da Marvel teve notas iguais: o filme “Pantera Negra”. Para dar a dimensão de sua aprovação, as duas séries lançadas este ano pelo Marvel Studios, “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, alcançaram 91% e 89% respectivamente – e já eram consideradas excepcionais.

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    “Army of the Dead” entra no Top 10 de todos os tempos da Netflix

    29 de maio de 2021 /

    A Netflix já começou a alardear o sucesso de “Army of the Dead” na plataforma, celebrando sua entrada no Top 10 de seus filmes mais assistidos de todos os tempos. A empresa divulgou uma estimativa de 72 milhões de visualizações para o longa em seu primeiro mês de exibição. Só tem um detalhe: a aventura de terror foi lançada há apenas uma semana. Apesar de ser uma projeção, muita gente – vários sites brasileiros, por exemplo – , embarcaram na confusão de afirmar que o filme recém-lançado deve superar “Resgate”, thriller com Chris Hemsworth, que teve marca maior no mesmo período projetado, por acreditar que os dados seriam referentes à sua primeira semana do lançamento. Não são. A contabilidade da Netflix tem o costume de divulgar projeções de números futuros, evitando abrir dados factuais. O fato é que, depois do comunicado inicial, não toca mais nesses números, sem dizer qual foi realmente a totalização final do período previsto. A menos que haja superação das expectativas, como aconteceu com “Bridgerton”. Outro fator obscuro embutido em seus dados é que a empresa considera que um filme inteiro foi visto se um assinante assistir a somente dois minutos de sua duração. Este balanço futurista e inflado faz parte do estilo triunfal da Netflix, que busca citar sempre números gigantes e esconder fatos negativos. Isto também está por trás da tendência de transformar até cancelamentos em notícias positivas. Nos últimos tempos, em vez de falar em cortes, a plataforma tem anunciado que séries foram renovadas para mais uma temporada, que por acaso serão suas últimas. Já se a decisão for simplesmente tirar do ar, a Netflix opta por ignorar o assunto, deixando elenco e produtores com a missão de dizer aos fãs que suas séries favoritas acabaram, muitas vezes com tramas interrompidas. Não há o tradicional comunicado de agradecimento pelo trabalho realizado. O que é certo em relação a “Army of the Dead” é que a Netflix investiu pesado no filme de Zack Snyder. Além do grande orçamento e uma refilmagem caríssima para trocar um ator na pós-produção, a empresa fez o maior lançamento cinematográfico de sua História ao distribuir o longa em 600 cinemas dos EUA antes da estreia em streaming. Também se adiantou encomendando um filme derivado e uma animação baseada nos personagens, alimentando uma expectativa que ajudou o filme a atingir o 1º lugar na plataforma em 70 países. É um sucesso. Mas não é um sucesso de 72 milhões de visualizações em uma semana. Pelo menos, “Army of the Dead” dispõe de números. Chutados, mas que não deixam de ser parâmetros para avaliar o desempenho do longa em relação a outras contagens similares. Pela matemática da própria Netflix, “Army of the Dead” seria o 9º maior sucesso de seu catálogo de filmes originais, empatado com “O Céu da Meia-Noite”. Isto é mais do que se pode dizer sobre a forma como a HBO Max tratou “Liga da Justiça de Zack Snyder”, filme do mesmo diretor, que não teve nem sequer projeções divulgadas. É um fracasso. Mas é difícil precisar de qual tamanho, embora dados não oficiais da Samba TV tenham apontado meros 1,8 milhão de views. Veja abaixo a lista dos dez maiores sucessos da Netflix com a audiência projetada (e nunca totalizada) pela própria empresa no primeiro mês de exibição. 1. “Resgate” – 99 milhões 2. “Bird Box” – 89 milhões 3. “Troco em Dobro” – 85 milhões 4. “Esquadrão 6” – 83 milhões 5. “Mistério no Mediterrâneo” – 83 milhões 6. “The Old Guard” – 78 milhões 7. “Enola Holmes” – 76 milhões 8. “Power” – 75 milhões 9. “O Céu da Meia-Noite” e “Army of the Dead” – 72 milhões 72 million households are betting on dead. ARMY OF THE DEAD has been the #1 film around the world and is projected to be one of Netflix’s most popular films ever in its first 4 weeks. pic.twitter.com/85foTPFAny — NetflixFilm (@NetflixFilm) May 28, 2021

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    “Evil” e “SEAL Team” trocam TV pela Paramount+

    20 de maio de 2021 /

    As séries “Evil” e “SEAL Team” estão deixando a TV convencional para se transformar em atrações de streaming. Originalmente exibidas pela rede CBS nos EUA, elas passarão a ter seus próximos episódios disponibilizados pela plataforma Paramount+. Com a mudança, “SEAL Team” foi oficialmente renovada para uma 5ª temporada. Já “Evil” teve a confirmação de sua 2ª temporada em setembro de 2019, mas ainda não disponibilizou nenhum episódio inédito desde o fim de sua leva de capítulos inaugurais. “Nossos estúdio e rede têm um forte histórico de desenvolvimento de dramas de alta qualidade, que atingem sucesso em multiplataformas, e essas séries mostraram essa força”, disse George Cheeks, presidente e CEO do CBS Entertainment Group, no comunicado sobre a mudança. “Esses movimentos marcam outro exemplo de como nosso ecossistema linear e de streaming pode trabalhar estrategicamente em conjunto para maximizar o valor do conteúdo e beneficiar as séries e seus criadores.” “Estamos entusiasmados em trazer novas temporadas dessas séries fenomenais para a Paramount Plus”, disse Julie McNamara, vice-presidente executiva e chefe de programação do streamer. “Temos um forte histórico de construção de públicos incríveis com essas equipes criativas, incluindo a incomparável ‘The Good Fight’ de Robert e Michelle King [criadores de ‘Evil’], e estamos ansiosos para trazer aos nossos assinantes ainda mais temporadas de séries que eles amam.” Os planos de transição incluem a exibição de uma parte da 5ª temporada de “SEAL Team” na CBS durante o outono norte-americano (nossa primavera), antes de se tornar uma atração exclusiva da Paramount+. Já a 2ª temporada de “Evil” estreará exclusivamente no streamer. “Evil” é o novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”. A trama acompanha um funcionário da Igreja Católica, encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja e a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga. O elenco também destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como investigador técnico dos fenômenos e Michael Emerson (“Person of Interest”) no papel de Townsend, que se revela um agente do Mal. Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), “SEAL Team” tira proveito da popularidade dos Navy Seals, que se tornaram proeminentes nos EUA após a missão que resultou no assassinato de Osama Bin Laden, para contar histórias de uma unidade desta elite militar, um grupo altamente treinado, que é enviado em ações cirúrgicas no combate ao terrorismo internacional. Mas também revela como é o cotidiano desses soldados quando retornam a seus lares. O elenco destaca David Boreanaz (“Bones”), Max Thierot (série “Bates Motel”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (série “Justified”), Toni Trucks (série “Franklin & Bash”) e Jessica Paré (série “Mad Men”). Além das duas séries, a estreante “Clarice”, derivada do livro e do filme “O Silêncio dos Inocentes” (1991) também deve se mudar para a plataforma, mas a renovação de sua 2ª temporada ainda não foi confirmada. De acordo com a revista Variety, os acordos ainda estão sendo negociados.

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  • Série

    Terminam as gravações da 4ª temporada de “Cobra Kai”

    3 de maio de 2021 /

    A 4ª temporada de “Cobra Kai” terminou suas gravações. O anúncio foi feito pelos atores William Zabka e Ralph Macchio, que coproduzem a atração da Netflix. Cada um deles postou duas imagens no Instagram para contar a novidade. Zabka trouxe imagens em que aparece treinando com máscara de proteção contra coronavírus, e revelou que a etapa de fotografia principal levou 3 meses e meio para ser completada, enquanto Macchio mostrou fotos de dois momentos diferentes: da apresentação da série para a imprensa, há três anos, e do jantar com os produtores para celebrar o fim das gravações do quarto ano. Criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”), “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube Premium, um projeto que tentava transformar o YouTube num serviço de assinaturas para rivalizar com a Netflix, mas a iniciativa não emplacou porque as demais atrações não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto de conteúdo pago do portal. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. Ao chegar na Netflix, a série comprovou sua popularidade. As duas temporadas que já tinham sido exibidas no YouTube tiveram juntas mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma, enquanto o terceiro ano inédito, que também teve episódios produzidos pelo YouTube, atingiu mais de 40 milhões de assinantes. A 4ª temporada será a primeira totalmente feita pela Netflix. Continuação de “Karatê Kid”, a trama retoma os personagens que marcaram época, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Os dois são homens muito mudados, e Lawrence, que era um vilãozinho, experimenta uma jornada de redenção na trama. Mas isso também faz reviver sua antiga rixa com LaRusso, com consequências dramáticas. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos capítulos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por William Zabka (@william_zabka) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ralph_macchio (@ralph_macchio)

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