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    Kevin Spacey planeja retorno após acusações de assédio: “Estão prontos pra me contratar”

    14 de junho de 2023 /

    Kevin Spacey (“House of Cards”) está otimista com um possível retorno à atuação. Após evitar processos e condenação por abuso sexual nos EUA, ele revelou que conta com apoio de pessoas da indústria para voltar a fazer filmes. Atualmente, o ator o vencedor do Oscar ainda enfrenta um processo no Reino Unido, em que é acusado de agressão sexual. Embora tenha se declarado inocente, Spacey aguarda o julgamento. Durante entrevista à revista ZEITmagazin, o ator comentou em que pé está a retomada da sua carreira. “É um momento em que muitas pessoas têm muito medo de me apoiar, com medo de serem canceladas”, disse ele. “Mas eu sei que há pessoas que estão prontas pra me contratar assim que eu for absolvido dessas acusações em Londres. No momento em que isso acontecer, eles estão prontos para seguir em frente”. Apesar do processo acumular 12 acusações, Spacey não esboçou preocupação quando a sua reputação. “Em 10 anos, isso não significará nada. Meu trabalho viverá mais do que eu, e é isso que será lembrado”, declarou. O julgamento está marcado para o dia 28 de junho. As acusações de agressão sexual contra Spacey incluem alegações de que ele abusou sexualmente de três homens enquanto era diretor artístico do teatro Old Vic de Londres, entre 2004 e 2015.   Inocentado de abusar ator de “Star Trek” No mês de outubro do passado, o ator foi inocentado da acusação de agressão sexual feita pelo ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”). Segundo Rapp, Spacey agiu para gratificar seu desejo sexual durante um encontro em uma festa em Manhattan, em 1986, quando Rapp tinha apenas 14 anos e Spacey estava com 26 ou 27 anos. O caso veio à tona em 2017, quando o site BuzzFeed publicou uma entrevista com Rapp, em que ele relatou o ocorrido. Segundo o ator, Spacey estava bêbado e o agarrou no final de uma festa com o elenco de uma peça, colocou-o em cima de uma cama, subiu em cima dele e fez avanços sexuais (tocando as suas nádegas). “Quando uma investigação é realizada, essas coisas se desmoronam”, declarou Spacey na entrevista a ZEITmagazin. “Isso é o que aconteceu no caso do [Anthony] Rapp, e é isso que vai acontecer neste caso”.   Escândalo e sorte Apesar de ter sido inocentado nesse caso, o ator foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o longa não perder sua data de estreia. Spacey também já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento.   Retomada da carreira Graças à falta de condenações, ele conseguiu voltar a atuar em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”. Além disso, Spacey foi confirmado no próximo filme independente de Gene Fallaize (“Superman: Requiem”) e recebeu uma homenagem ao ministrar uma masterclass no Museu Nacional de Cinema da Itália, em Turim.

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  • Filme

    Intérprete de Namor, da Marvel, é acusado de assédio sexual

    11 de junho de 2023 /

    O ator mexicano Tenoch Huerta, conhecido por interpretar o anti-herói Namor em “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”, enfrenta uma grave acusação de assédio sexual. A denúncia foi feita publicamente nas redes sociais pela musicista e ativista Maria Elena Rios, após ela deixar o grupo antirracista Poder Prieto, do qual Huerta é membro. Rios alega que o ator teria sido protegido pela organização, apesar de saberem do ocorrido. De acordo com Rios, ela deixou o grupo antirracista após a suposta proteção a Huerta. “Deixei muito claro na minha saída dessa sua seita que protege ao violentador e predador sexual Tenoch Huerta, que não publicariam nada de mim. Mas eles foram atrás de mim para evitar escândalos por causa do seu filme da Marvel”, ela escreveu.   A Trajetória de Rios A saxofonista mexicana Maria Elena Rios se tornou ativista após ser vítima de um ataque violento planejado pelo seu ex-namorado, que contratou dois homens para jogar ácido em seu rosto em 2019. A musicista ficou seis meses hospitalizada, se recuperando das queimaduras e, após o incidente, tornou-se uma importante voz contra a violência de gênero. Apesar disso, Rios expressou a dificuldade de falar sobre o abuso sofrido de um ator tão amado no mundo do cinema. Sem entrar em detalhes sobre o suposto assédio, ela afirmou não ter feito a denúncia antes por viver em um país machista onde a justiça é inatingível. “Por que me deu medo de que nada aconteceria: as pessoas recusaram-se a crer que um super-herói é abusador, manipulador e predador sexual”. Entretanto, afirmou que não foi a única vítima de Huerta e deu a entender que mais detalhes seriam revelados no futuro.   Problemas com atores da Marvel As acusações contra Tenoch Huerta ocorrem menos de seis meses após o ator Jonathan Majors, também da Marvel, ter sido acusado de agressão por uma ex-namorada. O intérprete do vilão Kang, de “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, chegou a ser preso. Com duas acusações graves contra atores do universo Marvel, a Disney e a Marvel Studios terão que tomar decisões rápidas e firmes a respeito dos casos, já que ambos deveriam participar de novos filmes do MCU (universo cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês. Jonathan Majors se diz inocente, enquanto Tenoch Huerta não se pronunciou sobre as acusações até o momento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por • Elena Ríos 📍𝕆𝕒𝕩𝕒𝕔𝕒 (@brujamixteca) ¿Por qué me tarde en hablarlo?Porque tengo un proceso. ¿Por qué no denuncié? Porque me dio miedo de que esto pasara: personas que se resisten a creer que un SÚPER HÉROE es abusador, manipulador y depredador sexual . Si, tú @TenochHuerta abusas porque sabes que tienes poder. pic.twitter.com/VXHpMmI7hB — •𝐄𝐥𝐞𝐧𝐚 𝐑í𝐨𝐬 🎷 (@_ElenaRios) June 11, 2023 Me provocan, les contesto y me bloquean. Hablan de la cancelación y lo primero que hacen cuando no aguantan la verdad es evadir 🤷🏽‍♀️ pic.twitter.com/kg6pf2hTfg — •𝐄𝐥𝐞𝐧𝐚 𝐑í𝐨𝐬 🎷 (@_ElenaRios) June 10, 2023

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  • Música,  Reality

    Lexa e MC Guimê anunciam reconciliação após polêmica no “BBB 23”

    9 de junho de 2023 /

    O casal de funkeiros Lexa, 28 anos, e MC Guimê, 30 anos, anunciaram através do Instagram que retomaram seu casamento. A relação estava fragilizada desde que o cantor foi expulso do “BBB 23”, acusado de importunação sexual contra Dania Mendez. “Durante esse pós (reality show) vi dor e arrependimento sincero de uma pessoa disposta a mudar e a aprender. Seguimos por aqui.. na paz. É só o que desejamos. Essa decisão é extremamente pessoal. MC Guimê, te amo”, declarou Lexa na rede social. MC Guimê também se expressou sobre a reconciliação, agradecendo a Lexa publicamente em um post apaixonado no Instagram. “Obrigado por ter me perdoado, obrigado por escolher caminhar ao meu lado. Te amo pra sempre!”. Lexa ainda reforçou o motivo de ter reatado: “Vocês sabem que minha vida pessoal sempre foi muito discreta, nosso casamento sempre foi muito feliz, aliás, 8 anos incrivelmente vividos e sem nenhuma polêmica”.   As reações na web As reações nas redes sociais à reconciliação do casal foram diversas. No Twitter, os usuários criticaram Lexa por perdoar MC Guimê. No entanto, no Instagram, muitos famosos e admiradores desejaram o melhor ao casal. “Sejam felizes”, disse Larissa Santos, parceira de Guimê no “BBB 23”. “Sejam felizes! Uma vida a dois nunca é construída numa linha reta. Pelo contrário, é cheia de lombadas e curvas e só diz respeito a vocês”, escreveu Marcos Mion. Valesca Popozuda escreveu: “Seja feliz. Parceria”. Jeniffer Nascimento desejou: “Amor e proteção pra vocês”. Ticiane Pinheiro celebrou: “Uhu, que alegria. O amor sempre vence”. E Gaby Amarantos declarou: “Amiga, se botar esse amor na vitrine a gente vai vibrar pela felicidade enorme”.   O caso de importunação sexual MC Guimê e Cara de Sapato foram acusados de importunar sexualmente a mexicana Dania Mendez durante uma festa do “BBB 23” na madrugada do dia 16 de março. Os dois foram expulsos do reality show durante a edição ao vivo seguinte, e ainda respondem a inquérito policial no Rio de Janeiro. Os dois se desculparam publicamente. “Entendo a gravidade da situação e venho aqui para me desculpar. Sinto muito por tudo o que aconteceu no programa, peço desculpas sinceras a Dania, a Lexa, a Bruna e a todas as mulheres que, de certa forma, se sentiram ofendidas”, disse Guimê num vídeo publicado nas redes sociais.   O casal Lexa e MC Guimê Lexa e MC Guimê se conheceram em 2015 durante uma participação especial no programa “Encontro”, da Globo. Eles assumiram namoro depois de lançar uma música juntos, “Fogo”, e se casaram em 2018, com uma cerimônia luxuosa na Catedral da Sé, em São Paulo. Em outubro de 2022, anunciaram sua primeira separação, mas reataram dias antes do funkeiro ser anunciado como participante do “BBB 23”. Durante o programa, ele elogiou muito a esposa e não deu em cima de nenhuma concorrente, mas demonstrou ter problemas com o álcool. Combinando a chegada da intercambista mexicana com uma bebedeira, ele acabou dando vexame em rede nacional. Após Guimê passar a mão em Dania e ser expulso, ele foi acolhido por Lexa e a mãe dela, mas a funkeira não escondeu que o casamento estava em crise, embarcando numa viagem com Anitta e mantendo-se afastada do marido. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lexa (@lexa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC GUIME 💎 (@mcguime)

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  • Série

    Ator de “Wandinha” se defende de acusações de assédio sexual

    8 de junho de 2023 /

    O ator Percy Hynes White, conhecido por sua atuação como Xavier Thorpe na 1ª temporada de “Wandinha”, divulgou uma declaração na quarta (7/6) sobre as acusações de abusos sexuais de que foi alvo nas redes sociais. Em janeiro, várias postagens no Twitter acusaram o jovem de 21 anos de envolvimento em atividades sexuais com diversas mulheres, incluindo pelo menos uma menor de idade. Embora esses tuítes tenham sido todos apagados, a repercussão chegou a gerar uma campanha viral “Cancele Percy” e prejudicou a carreira do ator White se pronunciou sobre as acusações nos Stories do Instagram, mas evitou entrar em detalhes específicos e não explicou o motivo da demora em responder às acusações iniciais. “Alguém que eu nunca conheci iniciou uma campanha de desinformação contra mim na internet no começo deste ano”, compartilhou White. “Como resultado, informações privadas sobre minha família foram expostas e meus amigos receberam ameaças de morte. “Eu nego as acusações. Rejeito a imagem que foi pintada de mim como alguém preconceituoso ou negligente com a segurança das pessoas. Essas alegações infundadas e prejudiciais podem gerar desconfiança em relação às verdadeiras vítimas.” Ele afirmou que a confusão entre seu personagem em “Wandinha” e sua personalidade na vida real contribuiu para o mal-entendido. “Fotos minhas de quando eu era menor de idade foram usadas e situações que interpretei em personagens de ficção foram interpretadas como manifestações de ódio”, acrescentou White. “Minha amiga Jane foi falsamente apresentada como vítima e suas tentativas de esclarecer a situação foram ignoradas. Ela me autorizou a mencioná-la nesta declaração.” Para concluir, ele expressou gratidão aos seus apoiadores. “É perturbador saber que essas informações errôneas têm abalado as pessoas”, escreveu. “Agradeço imensamente a todos que permaneceram ao meu lado e ajudaram a disseminar os fatos reais. Peço que cessem o assédio a minha família, amigos e colegas de trabalho. Agradeço por terem lido isto”, completou.

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  • Filme

    Diretor de “X-Men” planeja filme sobre denúncias de abuso sexual que enfrentou

    6 de junho de 2023 /

    O diretor Bryan Singer (da franquia “X-Men”) planeja realizar um documentário que irá abordar as alegações de má conduta sexual contra ele. No projeto, ele pretende narrar sua tentativa de retorno ao mercado cinematográfico anos após o declínio de sua carreira. Segundo a Variety, o próprio diretor está financiando o empreendimento. Singer está fora dos holofotes desde 2019, quando uma matéria na revista The Atlantic expôs uma série de alegações contra ele. A reportagem apontou quatro acusadores que relataram que o cineasta estuprou meninos adolescentes. Antes de toda a exposição, Singer havia sido contratado para dirigir o remake de “Red Sonja”, um clássico dos anos 1980. No entanto, foi retirado do projeto após a publicação da reportagem. Antes disso, em 2017, ele foi demitido do filme biográfico “Bohemian Rhapsody”, sobre Freddie Mercury e a banda Queen, após uma série de ausências do set. Em um passado não muito distante, o diretor chegou a ser considerado um arquiteto da franquia “X-Men”, tendo dirigido o filme original de 2000 e a sequência de 2003, “X-Men 2”, bem como “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Além da franquia, ele também esteve à frente de “Superman: O Retorno (2006) e o thriller da 2ª Guerra Mundial “Operação Valquíria” (2008), estrelado por Tom Cruise.   Relembre as acusações O cineasta foi acusado de estuprar um jovem de 17 anos em um iate em 2003. Segundo Cesar Sanchez-Guzman, autor da denúncia, Singer o teria forçado a fazer sexo e comprado seu silêncio em troca de um papel em um de seus filmes. Na época, a ação foi protocolada junto à corte de Seattle, a vítima alegou que o iate em que estavam era de Lester Waters, um investidor descrito como “anfitrião de festas para jovens gays na cidade”. Por meio de um representante, o diretor negou categoricamente as acusações e disse que se defenderia até que o processo chegasse ao fim. O advogado que defendeu Sanchez foi o mesmo que defendeu Michael Egan, em 2014, quando ele também acusou Singer de estuprá-lo quando ainda era menor de idade. A acusação, no entanto, tinha muitas inconsistências e caiu por terra quando o diretor conseguiu provar que na época que o suposto crime teria acontecido no Havaí, ele estava no Canadá filmando um longa da franquia “X-Men”.

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  • Schwarzenegger assume ter apalpado mulheres
    Série

    Schwarzenegger assume ter apalpado mulheres: “Não tem desculpas”

    5 de junho de 2023 /

    Em um dos episódios da série documental “Arnold” da Netflix, o astro Arnold Schwarzenegger (“O exterminador do futuro”) admitiu ter apalpado mulheres há algum tempo atrás. Em 2003, seis mulheres o acusaram de apalpá-las e humilhá-las, em uma matéria publicada pelo jornal The Los Angeles Times cinco dias antes da eleição para governador da Califórnia. Schwarzenegger negou as acusações na época, mas sugeriu que já havia se comportado mal no passado. Durante o episódio da nova atração, Schwarzenegger disse que a princípio negou as acusações, pois sua reação inicial foi ficar na defensiva. Ele acrescenta que hoje pode olhar para a situação de uma forma totalmente diferente. “Independente da época, não importa. Se foi há 40 anos, ou hoje, o que fiz foi errado. Foi uma palhaçada. Não tem desculpas, foi errado”. A série “Arnold” é dividida em três episódios e mostra um pouco dos bastidores da vida de Schwarzenegger. Durante a produção, é possível conferir sua trajetória no fisiculturismo, bem como sua fama e ainda sua transição da vida como astro do cinema para a política. A produção mostra ainda o dia a dia de sua vida pessoal. Relembre o caso Durante um dos episódios, a série foca a polêmica corrida em 2003. A produção mostra como as acusações contra Schwarzenegger surtiram pouco efeito. Mesmo com a reportagem investigativa apontando todas as acusações das vítimas, ele venceu a eleição com 48,6% dos votos contra 31,5% do democrata Cruz Bustmante. A repórter Carla Hall, responsável pela reportagem original, relatou que, quando Schwarzenegger anunciou que iria participar das eleições, a equipe do Los Angeles Times iniciou uma série de investigações. “Ouvimos diversas histórias por anos, mas ninguém nunca havia parado para investigar completamente o ocorrido”. Ela chegou às vítimas, que aceitaram ser identificadas, mas se surpreendeu com o fato de que as denúncias não afetaram o resultado das eleições. “Pensei que as pessoas ficariam mais ofendidas”, disse. A série documental “Arnold” será na lançada na quarta-feira (7/5) na Netflix. A atração tem direção e produção de Lesley Chilcott (produtora de “Uma Verdade Inconveniente”) e Allen Hughes (diretor de “O Livro de Eli”).

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  • Música

    DJ Paul Oakenfold é acusado de assédio sexual por ex-assistente

    4 de junho de 2023 /

    O renomado DJ Paul Oakenfold, compositor da trilha sonora de “A Senha: Swordfish” (2001), foi acusado de assédio sexual por sua ex-assistente pessoal. A possível vítima, identificada apenas como Jane Roe, uma mulher de 24 anos, alega também ter tido inúmeros direitos trabalhistas violados.  O processo foi aberto no dia 2 de junho no Tribunal Superior de Los Angeles. A autora alega que duas empresas administradas pelo CEO Paul Stepanek, New Frequency Management e Stepanek Management – Oakenfold, violaram seus direitos trabalhistas. A autora do processo declara que após conseguir um emprego em outubro de 2022, ela foi designada para ser assistente de Oakenfold. Para esse trabalho ela receberia US$ 20 por hora.  Jane Roe trabalhava na casa do DJ, segundo relata, e logo no início o DJ chegou a se masturbar na frente dela. Em meados de novembro de 2022, ele teria feito isso quatro vezes em um único dia. Ele também teria praticado o ato dentro do seu veículo.  Após relatar o processo à administração, a autora do processo relatou ter recebido um acordo de confidencialidade. Ela chegou também a ser impedida de voltar ao trabalho por não ter assinado tal acordo e teria sido ameaçada de demissão.  Ainda de acordo com o processo, a vítima relata ter assinado o termo de confidencialidade “sob coação”. Ela foi autorizada a voltar para o trabalho, no entanto, não foi designada para o mesmo posto e deixou de trabalhar com Oakenfold.  Contudo, segundo ela, suas horas de trabalho foram reduzidas e ela acabou sendo demitida em março deste ano por “falta de trabalho”. A reclamação possui cinco reivindicações e busca uma compensação de danos superiores a US$ 25 mil. Saiba quem é Paul Oakenfold Paul Oakenfold é DJ e produtor musical britânico. Considerado um dos pioneiros da música eletrônica, é um dos artistas mais influentes do ramo. Oakenfold iniciou sua carreira em meados dos anos 1980 e se tornou um dos principais nomes da cena clubbing de Londres.  Em 1987, ele lançou sua primeira mixtape, “The Theory of Mixtion”. O projeto foi um sucesso absoluto e levou o DJ a tocar em festas e clubes por toda a Europa. Oakenfold também é conhecido por ter sido um dos principais responsáveis pela popularização da música eletrônica nos Estados Unidos, tendo feito uma série de shows em clubes e festivais americanos na década de 1990.  Ele já produziu remixes para artistas como Madonna, U2 e Michael Jackson, além de ter lançado diversos álbuns de sucesso, como “Bunkka” e “A Lively Mind”, e continua a ser um dos DJs mais requisitados para shows, com apresentações em festivais e clubes ao redor do mundo.

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  • TV

    Bill Cosby é acusado de drogar e estuprar ex-modelo da Playboy

    2 de junho de 2023 /

    O veterano comediante americano Bill Cosby recebeu na quinta-feira (1/6) novas acusações de agressão sexual. Desta vez, ele foi acusado de drogar e estuprar uma ex-modelo da Playboy. O caso teria acontecido em 1969. O processo foi movido por Victoria Valentino, de 80 anos, que se valeu de uma nova lei do estado americano da Califórnia. A legislação permite que as vítimas de agressão sexual acionem à Justiça mesmo que os crimes tenham ocorrido há muito tempo. Victoria afirma ter sido abordada por Cosby em um café, quando ela estava chorando pelo afogamento de seu filho de 6 anos. A modelo acrescentou que ele a convidou para ir a um tratamento de Spa com uma amiga, local onde Cosby teria dado comprimidos às garotas durante um jantar, sob alegação de que as pílulas as fariam “se sentirem melhor”. No processo, Victoria relatou que Cosby decidiu levá-las para casa, quando ela desmaiou no caminho. Após recuperar a consciência, a modelo viu o humorista estuprando sua amiga e depois foi forçada a ter relações sexuais. Ela destacou que não conseguiu resistir por conta dos efeitos da droga. O porta-voz do ator, Andrew Wyatt, negou as alegações de Victoria Valentino e disse que o processo foi aberto “sem qualquer prova ou fato”. Em comunicado, ele também condenou as leis de “janela retrospectiva” e frisou que “são uma violação absoluta de todos os direitos constitucionais americanos”. Desde 2014, Bill Cosby recebe acusações de agressão sexual, assédio sexual e estupro de mais de 60 mulheres. Há menores de idade entre as vítimas. O humorista foi uma das primeiras celebridades a enfrentar consequências legais por conta do movimento #MeToo, que denunciou vários abusos na indústria do entretenimento dos EUA. Ele chegou a ser preso entre setembro de 2018 e junho de 2021, condenado por agressões sexuais com sentença de 3 a 10 anos de prisão, por drogar e agredir sexualmente Andrea Constand, ex-funcionária da universidade onde ele estudou, em 2004. Entretanto, foi liberado da prisão após a condenação no caso de Andrea ter sido anulada. Mas, no início deste ano, o comediante voltou a ser considerado culpado por um júri da Califórnia em um caso de abuso sexual de uma adolescente, em 1975. A denúncia também envolveu estupro após fornecimento de entorpecente. Ao todo, mais de 60 mulheres acusaram Bill Cosby de abusos sexuais ocorridos entre 1960 e 2000.

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  • Etc

    Wolf Maya rebate acusações de assédio de Alexandre Frota: “Pessoa deplorável”

    1 de junho de 2023 /

    O diretor Wolf Maya se defendeu das acusações de assédio feitas pelo ator e ex-deputado federal Alexandre Frota. Segundo o relato, o diretor teria tentado fazer sexo com ele nos bastidores da novela “Livres para Voar”, de 1985. No Instagram, Maya negou o episódio e detonou as atitudes do ator de 59 anos. Durante sua participação em um podcast, Frota disse que Maya teria o chamado para entrar em seu quarto e pedido para Frota tirar a roupa. Nesta quinta-feira (1/6), o diretor de 69 anos comentou o caso em uma publicação do blogueiro Hugo Gloss no Instagram. Maya relatou que foi amigo de Frota no início da carreira do ator, mas que o artista perdeu diversas amizades devido a suas atitudes. “No passado, o Alexandre fez comigo os seus melhores trabalhos como ator, e não precisei comê-lo para isso. Fomos amigos”, relatou o diretor. “No presente, ele se tornou essa pessoa deplorável e perdeu todos os amigos. Inclusive os novos de Brasília”, continuou. Wolf Maya se referiu ao período em que Frota trabalhou como deputado federal por São Paulo, entre 2019 e 2023. Frota compartilhou sua história no podcast “Não é Nada Pessoal”, apresentado por Arthur Pires e Gabriel Perline. Na ocasião, ele acrescentou que Wolf Maya ia “ficar put* de eu falar isso”. E confirmou que, após o episódio, eles se tornaram amigos. “Depois disso fiz outros trabalhos com ele, fiz [a peça] ‘Blue Jeans’, e ele nunca tocou no assunto comigo, tipo: ‘Pô, tu lembra lá quando a gente estava fazendo a novela’”, completou.

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  • Etc

    Alexandre Frota diz que Wolf Maya o assediou durante novela da Globo

    31 de maio de 2023 /

    O ator e ex-deputado federal Alexandre Frota revelou que o diretor da Globo Wolf Maya quis fazer sexo com ele nos bastidores da novela “Livre Para Voar” em 1985. As declarações foram dadas no podcast “Não é Nada Pessoal”, apresentado por Arthur Pires e Gabriel Perline. Na época, todo o elenco da trama morou em Poços de Caldas (MG) por um tempo para as gravações. Certa vez, Wolf teria convidado o ator para ir ao quarto dele no hotel. Segundo Frota, o diretor estava de roupão, com segundas intenções. “O Wolf correu atrás de mim. [Ele] me chamou lá no quarto, fui trocar uma ideia com ele… Veio com aquele papo, tira a calça aí, o caramba, e eu meio que corri assim por dentro do quarto…. [Falei:] ‘Porr* Wolf, tá louco’. E aí peguei e consegui sair do quarto, ele estava de roupão”, declarou. “Ele vai ficar put* de eu falar isso”, acrescentou. Apesar de achar que o diretor não vai ficar contente com a revelação, Frota contou também que, após o episódio, eles se tornaram amigos. “Depois disso fiz outros trabalhos com eles, fiz [a peça] ‘Blue Jeans’, e ele nunca tocou no assunto comigo, tipo: ‘Pô, tu lembra lá quando a gente estava fazendo a novela'”, completou. “Livre Pra Voar” foi exibida na faixa das seis da Globo e fechou com uma média surpreendente: 39 pontos no Ibope. Escrita por Walther Negrão (“Araguaia”) e Alcides Nogueira (“Tempo de Amar”), o elenco contou também com Tony Ramos (“Getúlio”), Carla Camurati (“Irmã Vap: O Retorno”), Elias Gleizer (“Caminho das Índias”), Laura Cardoso e Nívea Maria (ambas de “A Dona do Pedaço”).

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  • Filme

    Juíza rejeita processo por nudez com menores em “Romeu e Julieta” de 1968

    25 de maio de 2023 /

    O processo de abuso sexual e negligência relacionado ao filme “Romeu e Julieta” lançado há 55 anos, em 1968, será arquivado. A decisão foi estabelecida pela juíza Alison Mackenzie nesta quinta-feira (25/5). A justificativa foi de que o filme lançado pela Paramount é protegido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão. Em dezembro do ano passado, os protagonistas do filme, Olivia Hussey e Leonard Whiting, que deram vida ao casal principal, moveram uma ação legal contra o estúdio. Eles alegaram que foram coagidos pelo diretor Franco Zeffirelli a realizar uma cena de nudez no longa. Na época das filmagens, Hussey tinha 16 anos, enquanto Whiting tinha 17 anos. Como resposta, a Paramount solicitou o arquivamento do processo com base na lei anti-SLAPP da Califórnia, que tem o objetivo de eliminar processos judiciais incoerentes que restringem a liberdade de expressão. Apontando a indenização de US$ 100 milhões dos atores contra a Paramount, a juíza afirmou que a acusação de Hussey e Whiting contém uma “grosseira descaracterização” do ocorrido. Ela também rejeitou o argumento dos atores de que a cena de nudez poderia ser considerada “pornografia infantil”. “Os requerentes não apresentaram nenhuma evidência que comprove que o filme em questão pode ser considerado suficientemente sugestivo do ponto de vista sexual, a ponto de ser concluído que é ilegal”, escreveu a juíza. “O argumento dos requerentes se limita à interpretação seletiva de estatutos federais e estaduais, sem oferecer qualquer evidência sobre a interpretação ou aplicação dessas disposições legais a trabalhos artísticos de mérito, como o aclamado filme em questão”. Sob justificativa da emenda, a juíza concedeu a moção da Paramount para rejeitar o processo, concluindo que os requerentes não cumpriram as disposições de uma lei da Califórnia que suspende temporariamente o prazo de prescrição para alegações de abuso sexual infantil. “A moção especial do réu para eliminar toda a reclamação dos autores… é CONCEDIDA, pois cada causa de ação reivindicada surge de atividade protegida e os autores falharam em mostrar uma probabilidade de sucesso nos méritos dessas reivindicações”, declarou. Solomon Gresen, advogado representante de Hussey e Whiting, afirmou em entrevista que está consultando advogados especializados em apelações e planeja abrir um processo separado em um tribunal federal. Os atores planejam basear o novo processo em um Blu-ray lançado pela distribuidora Criterion em fevereiro, que inclui uma restauração digital em 4K. “As crianças não podem consentir com o uso dessas imagens”, defendeu Gresen. “Eles estão lucrando com essas imagens sem consentimento”. No filme, a cena polêmica mostra os dois atores em um quarto, com uma tomada prolongada das nádegas de Whiting e um breve vislumbre dos seios de Hussey quando ela sai da cama. Ambos prestaram depoimentos ao tribunal em 11 de maio, descrevendo sua experiência durante as filmagens. Segundo Hussey, durante a cena, Whiting “voltou para a cama, se cobriu com as cobertas, deitou-se em cima de mim e agimos como se estivéssemos tendo relações sexuais”. Já Whiting deu um relato semelhante, afirmando que “deitou-se embaixo das cobertas com a autora Hussey, subiu em cima dela e agiram como se estivessem tendo relações sexuais”. Em resposta, os advogados da Paramount chamaram esses depoimentos de “testemunhos completamente falsos e perjuros”. Eles afirmaram que o filme “representa uma cena e uma sequência de eventos completamente diferentes”. Já tendo enfrentado acusações de assédio sexual e agressão sexual no passado, o diretor Franco Zeffirelli faleceu em 2019, ficando incapaz de responder às acusações de Hussey e Whiting. Por outro lado, seu filho, Pippo Zeffirelli, comentou sobre o caso em seu nome. “É constrangedor ouvir que hoje, 55 anos após as filmagens, dois atores idosos que devem sua notoriedade essencialmente a este filme acordam para declarar que sofreram um abuso que lhes causou anos de ansiedade e desconforto emocional”, disse ele em janeiro de 2023. Lançado em 1968, “Romeu e Julieta” recebeu diversas indicações em premiações renomadas, incluindo nas categorias de Melhor Filme e Melhor Diretor no Oscar, onde o longa levou a estatueta por Melhor Fotografia e Melhor Figurino. Já no Globo de Ouro, a premiação reconheceu Hussey e Whiting como artistas revelação, com o longa vencendo na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

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  • TV

    Ana Maria Braga e Patrícia Poeta se unem a protesto contra assédio na Globo

    22 de maio de 2023 /

    Um caso de assédio revelado pela revista Piauí deixou os funcionários da rede Globo totalmente revoltados. Nesta segunda-feira (22/5), diversos comunicadores fizeram um protesto silencioso contra assédio moral e sexual na emissora. Segundo a reportagem, a engenheira Esmeralda da Silva (nome fictício adotado pela Piauí) teria sofrido violência sexual e moral por quatro colegas que trabalhavam no setor técnico da emissora. Em um dos casos, um dos funcionários (com mais de 20 anos de rede Globo) chegou a calar sua boca com a mão e tentou estuprá-la numa sala da sede de São Paulo. Além disso, Esmeralda também sofria xenofobia dentro da emissora por ter nascido na Paraíba. A engenheira afirmou ter seu sotaque satirizado pelos funcionários. Por causa do trauma, a funcionária desenvolveu depressão e síndrome do pânico. O caso polêmico resultou num processo movido pela engenheira na Justiça do Trabalho, que reconheceu os danos morais e decidiu pelo pagamento de uma multa de R$ 2 milhões. A ação ainda impediu a demissão da engenheira que, neste momento, está afastada. A revista não revelou os nomes dos acusados, mas afirmou que um dos profissionais ainda é funcionário da rede Globo. A não-demissão do profissional foi o estopim para o início do “Movimento Esmeralda”, protesto organizado na última sexta-feira (19/5) através de grupos de WhatsApp. No total, o protesto recebeu adesão de mais de 300 profissionais, que aceitaram trabalhar de verde, a cor da pedra esmeralda. A maior parte destes são funcionários de São Paulo, mas também há nomes do Rio de Janeiro. O movimento entrou em vigor nesta segunda-feira (22/5) depois que o protesto majoritariamente feminino se reuniu na sede paulista e entregou um manifesto para os chefões da rede Globo. O grupo ainda tirou fotos de apoio, que se espalharam pela empresa. Por conta da repercussão, as comunicadoras Ana Paula Araújo (“Bom Dia Brasil”), Patrícia Poeta (“Encontro”) e Ana Maria Braga (“Mais Você”) decidiram participar do ato e foram vistas com roupas verdes. Além delas, o apresentador Felipe Andreoli (“Globo Esporte SP”) também participou do “Mais Você” com trajes na cor verde. Nos bastidores, Ana Maria Braga e Patrícia Poeta reforçaram seu apoio e ainda se colocaram à disposição para usar sua influência no que for possível. Elas querem aumentar a pressão contra os casos de assédio vividos por funcionárias da emissora. As lideranças do “Movimento Esmeralda” vão se reunir com os chefes globais nos próximos dias. A reunião deve abordar o atual combate ao assédio no ambiente de trabalhos. Novas práticas serão sugeridas pelos protestantes. No Instagram, as jornalistas do movimento fizeram uma postagem confirmando o que aconteceu. “Quando‎ uma‎ de‎ nós‎ é‎ assediada‎ e‎ estuprada‎ dentro‎ da‎ empresa,‎ o‎ problema‎ é‎ de‎ todos.‎ A‎ história‎ de‎ Esmeralda‎ foi‎ publicada‎ pela‎ revista‎ Piauí‎ na‎ última‎ sexta-feira‎ (19/05),‎ nos‎ provocando‎ indignação‎ e‎ revolta. Precisamos‎ sim‎ ser‎ ouvidas‎ para‎ que‎ abusos‎ assim‎ não‎ se‎ repitam!‎ Hoje‎ usamos‎ verde‎ em‎ apoio‎ à‎ Esmeralda‎ e‎ a‎ todas‎ as‎ mulheres‎ pelo‎ nosso‎ direito‎ a‎ um‎ ambiente‎ seguro‎ de‎ trabalho”, diz o comunicado compartilhado por diversos perfis. A Globo afirmou que está ciente do protesto e deu apoio à livre manifestação de seus funcionários. “A livre manifestação dos profissionais da empresa está em total alinhamento com a nossa gestão de transparência e diálogo permanente. De qualquer forma, a Globo reitera que não comenta casos de Compliance e aproveita para reiterar também que a empresa mantém um Código de Ética em linha com as melhores práticas atualmente adotadas, que proíbe terminantemente o assédio e deve ser cumprido por todos os colaboradores, em todas as áreas da empresa”, afirmou em nota. A emissora acrescentou que vai analisar os casos criteriosamente, desde que registrados nas centrais. “Da mesma maneira, a Globo mantém uma Ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação de seu Código de Ética, que são apurados criteriosamente, com a punição dos responsáveis por desvios. Nesse mesmo Código, assumimos o compromisso de sigilo em relação a todos os relatos de Compliance, razão pela qual não fazemos comentários sobre as apurações. Nosso sistema de Compliance também prevê o apoio integral aos relatantes, proibindo qualquer forma de retaliação em razão das denúncias”, concluiu. #MovimentoEsmeralda Foi revoltante descobrir por meio de uma reportagem que uma colega teve a vida arrasada por múltiplos assédios sexuais e morais, inclusive estupro, em seu local de trabalho (que também é o nosso). Hoje viemos vestidas de verde em apoio à "Esmeralda". pic.twitter.com/OaUnmGVbtf — Carolina Moreno (@anarina) May 22, 2023 Profissionais da Globo SP participaram hoje do "Movimento Esmeralda" e usaram verde para protestar contra mais um caso de assédio registrado na emissora e revelado pela Revista Piauí na sexta passada. A Globo diz estar ciente do protesto e que mantém uma ouvidoria para acusações. pic.twitter.com/Y6nZalKNKW — fabiossance 🪩 (@souufabio) May 22, 2023 Quando uma de nós é assediada e estuprada dentro da empresa, o problema é de todos. A história de Esmeralda* foi publicada pela @revistapiaui na última sexta (19), provocando indignação e revolta. Precisamos, sim, ser ouvidas para que abusos assim não se repitam (+) pic.twitter.com/4RlNKeR4jn — Paula Lago (@paulalake) May 22, 2023

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    Luís Miranda é acusado de assédio sexual por três atores da Globo

    18 de maio de 2023 /

    Depois de apoiar Dani Calabresa nas acusações de assédio sexual contra Marcius Melhem, o ator Luís Miranda se tornou alvo de denúncias pelo mesmo motivo. Segundo o jornalista Ricardo Feltrin, o artista teria assediado ao menos três atores homens da Globo. De acordo com a reportagem, as vítimas, que preferiram não ser identificados, relataram incômodo com as atitudes inadequadas de Luís Miranda durante o trabalho na emissora, como toques na cintura e conversas ao pé do ouvido. Um deles também acusou dois diretores. Os casos teriam ocorrido entre 2013 e 2015. Na época, a Globo não havia o compliance, departamento que deu voz às denúncias de Calabresa. Portanto, os atores não prestaram queixas com medo de perder o emprego. Hoje, apenas uma das vítimas continua na emissora. Além disso, uma das supostas vítimas disse ter feito um relato público sobre o caso durante as gravações da novela “Geração Brasil” (2014). Na trama, Luís Miranda interpretou a socialite transgênero Dorothy Benson. Luís Miranda, por sua vez, rebateu às acusações e afirmou tratar todos os funcionários com respeito. Além de negar as acusações, o ator disse “que isso é coisa plantada e jogo sujo de Melhem”, que teria se revoltado com sua defesa de Dani Calabresa. No entanto, o jornalista Ricardo Feltrin afirmou que os atores da Globo não eram do mesmo núcleo do ex-diretor da área de humor.

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