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    Ex-diretor da Globo, Marcius Melhem é denunciado criminalmente por assédio sexual

    8 de agosto de 2023 /

    O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) ofereceu, na tarde desta terça-feira (8/8), a primeira denúncia oficial contra Marcius Melhem, ex-chefe do humor da Globo, por assédio sexual. A promotora Isabela Jourdan, cuja atuação no caso é questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela defesa do acusado, deu aval à denúncia. A decisão ainda precisa ser homologada pela juíza do caso, Juliana Benevides de Barros Araújo. Entre as vítimas está a atriz Carol Portes, que já havia relatado ter sido assediada por Melhem, então idealizador, ator e redator final do programa “Tá no Ar”, exibido pela TV Globo. Além de Carol Portes, a denúncia é baseada nos depoimentos da atriz Georgiana Góes e de outra funcionária, M.T.C.L., que preferiu ter a identidade preservada. As acusações foram feitas por oito mulheres e ganharam notoriedade quando a atriz Dani Calabresa, uma das mais conhecidas vítimas, denunciou o ex-diretor. No entanto, a denúncia feita por Calabresa, que causou maior repercussão pública, foi arquivada, segundo a revista Veja. Apesar disso, o Ministério Público decidiu prosseguir com outros três casos que constam do mesmo inquérito.   Globo contesta assédio sexual Na época das denúncias, a rede Globo fez sua própria investigação interna e afirma que o suposto assédio sexual não foi comprovado pelo setor de Compliance da emissora e do Ministério Público Federal, afastando a hipótese. A empresa está atualmente enfrentando uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), que alega que ela permitiu casos de assédio no ambiente de trabalho ao longo dos últimos anos. Essa informação foi revelada em um documento de 2,5 mil páginas obtido pela revista Veja e divulgado em maio passado. Após avaliar os materiais apresentados tanto a favor quanto contra Marcius Melhem, o Compliance da Globo concluiu, segundo o documento, que “restou, de fato, constatada a inadequação do artista com seus subordinados, sem que fosse possível comprovar prática deliberada de assédio sexual, dados os contornos legais que a conduta exige para sua caracterização”.   Polêmica envolvendo a promotora Durante uma live em julho, Marcius Melhem afirmou que as acusadoras teriam realizado uma “reunião secreta” com Luciano Mattos, procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro. Ele argumenta que o encontro teria favorecido a escolha de uma nova promotora, Isabela Jourdan da Cruz Moura, após dois anos de trabalhos sem que houvesse encontrado mérito para aceitar a denúncia de assédio. A defesa de Melhem levou a questão para o Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo os advogados do ex-diretor da Globo, a escolha de Jourdan viola o princípio do promotor natural, que determina que o promotor de justiça deve ser o primeiro na lista de antiguidade na respectiva entrância ou promoção. A reclamação está nas mãos do ministro Gilmar Mendes desde 17 de julho. Se o ministro acatar a reclamação, os atos da promotora poderão ser anulados. Em resposta, o Ministério Público afirmou que a reunião de fato aconteceu, mas não foi secreta. “Não houve reunião secreta em relação ao caso, que se encontra em investigação em inquérito policial. A reunião foi formalizada a pedido do Núcleo de Apoio às Vítimas (NAV/MP-RJ), órgão que promove a ligação das vítimas com os promotores e que solicitou uma audiência do procurador-geral com as inúmeras vítimas. Elas solicitaram celeridade na análise por parte da instituição”, informou o comunicado oficial. Além disso, o órgão confirmou que não houve incoerência na escolha da nova promotora. “A designação foi feita com base nas leis e no regramento interno, que concede tais poderes ao PGJ, não havendo qualquer violação ao promotor natural”, alegou. Desde que foi instaurado, o inquérito já teve quatro delegados diferentes e trocou de promotor três vezes, sem conseguir formalizar denúncia.   Promotora descarta opinião da delegada De acordo com a revista Veja, a primeira atitude de Jourdan foi requisitar a remessa eletrônica dos autos que estão na Delegacia de Atendimento à Mulher no Rio de Janeiro (Deam). A titular responsável pelo inquérito, Alriam Miranda Fernandes, vinha prometendo nos bastidores que faria um relatório para se posicionar a respeito do inquérito, sem se curvar a qualquer tipo de pressão. Assim, a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra Melhem abriu mão da opinião da delegada que estava à frente da investigação. Além disso, Jourdan iniciou dentro do Ministério Público outra investigação contra Melhem, fora dos autos do inquérito na Deam. Segundo nota oficial do MPRJ, foi instaurado por ordem dela um Procedimento Investigativo Criminal (PIC) para apuração de caso envolvendo violência psicológica. Segundo o MPRJ, a denúncia foi enviada para lá pelo Ministério Público de São Paulo.   A defesa de Melhem A defesa de Melhem ainda não comentou a denúncia por assédio sexual feita na tarde desta terça. A respeito do caso do PIC, por meio de uma nota, os advogados dele afirmaram que não tinham conhecimento da investigação, acrescentando o seguinte: “Só podendo imaginar tratar-se de mais uma tentativa de dar uma sobrevida às inverídicas acusações feitas no Inquérito 912-01533/2021, que está perto de completar três anos e no qual Marcius Melhem refutou, com farto conteúdo probatório, cada uma das acusações que lhe foram feitas. Além disso, houvesse qualquer desvio de conduta desta natureza por parte de Melhem no curso da investigação, tal desvio deveria ser levado ao Juízo natural, onde há uma medida protetiva que o impede de fazer qualquer contato, por qualquer meio, com as supostas vítimas. Isso não foi feito”.   Início do caso Melhem é investigado desde dezembro de 2019, quando Dani Calabresa e outras mulheres o denunciaram como “assediador” no compliance da Globo. O caso se tornou público no mesmo mês, numa nota do colunista Leo Dias. Em março de 2020, o comitê de compliance do Grupo Globo absolveu o comediante das denúncias. Mesmo assim, a empresa encerrou o contrato com o então chefe de departamento da emissora, divulgando um texto elogioso sobre o profissional em agosto. Em outubro de 2020, as acusações contra Melhem deixaram de ser boatos e assumiram o peso de denúncia de uma advogada, Mayra Cotta, que se apresentou como representante das mulheres supostamente assediadas nas páginas do jornal Folha de S. Paulo. Em dezembro, a revista Piauí publicou a primeira reportagem sobre o caso, repleta de informações detalhadas – algumas desmontadas – sobre os casos de assédio de Melhem contra ex-funcionárias, especialmente Dani Calabresa. A publicação gerou ira nas redes sociais contra Melhem, que entrou na justiça contra a revista, a advogada, Calabresa e vários colegas comediantes que o chamaram de assediador. O caso chama especial atenção por conta desse detalhe. Não foram as supostas vítimas, mas o acusado que decidiu tirar tudo à limpo, ao fazer, em dezembro de 2020, uma interpelação extrajudicial para que Dani Calabresa confirmasse ou desmentisse o teor da reportagem da revista Piauí, que não cita fontes nem usa declarações entre aspas. Foi só depois disso que a advogada entrou com ação criminal por assédio contra o humorista. Melhem então passou a dar entrevistas e apresentar as mensagens trocadas com Calabresa como prova de sua versão dos fatos. As mensagens apresentadas à Folha e à rede Record demonstravam que os dois mantinham uma relação íntima e amigável entre os anos de 2017 e 2019, época em que, segundo a revista Piauí, ele teria assediado a atriz moral e sexualmente. Dois dias depois, a defesa de Calabresa entrou na Justiça para impedir a divulgação dos textos e áudios, e com um pedido de indenização por danos morais por Melhem ter revelado conversas privadas. A alegação é que a atriz estava tendo sua “vida íntima devassada”. Além disso, a defesa das atrizes alegou que as peças estavam sendo tiradas do contexto e usadas para tentar constrangê-las. Passaram-se quase dois anos, mas a Justiça negou o pedido de Calabresa, dando direito a Melhem de se defender na mídia, onde estava sendo atacado.   Dificuldades do processo Apesar do inquérito ter apresentado inicialmente relatos de oito mulheres, uma das envolvidas afirmou que nunca se apresentou como vítima. Suzana Pires declarou ser apenas uma testemunha disposta a continuar colaborando, o que reduziu para sete denúncias. O MP acabou descartando mais acusações, incluindo de Dani Calabresa. Segundo a Veja, as acusadoras representadas pela advogada Mayra Cotta enfrentaram o desafio de provar a consistência das denúncias realizadas. A situação engloba um assunto bastante complexo e discutido na mídia. Apesar disso, a falta de casos similares para análise judicial no Brasil dificulta ainda mais o processo.

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    Lizzo se pronuncia sobre acusações de assédio sexual e discriminação

    3 de agosto de 2023 /

    A cantora Lizzo se pronunciou nesta quinta-feira (3/8) sobre as acusações de assédio sexual, agressão, discriminação e “ambiente de trabalho hostil” feitas por três ex-dançarinas. Num relato publicado no Instagram, a artista lamentou que sua ética e moral tenham sido questionadas e afirmou que suas antigas funcionárias teriam sido demitidas por comportamento inadequado durante uma turnê. “Estes últimos dias foram terrivelmente difíceis e esmagadoramente decepcionantes”, começou, em tom desabafo. “Minha ética de trabalho, moral e respeito foram questionados. Meu caráter foi criticado. Normalmente, escolho não responder a falsas alegações, mas elas são tão inacreditáveis quanto parecem e ultrajantes demais para não serem abordadas. Essas histórias sensacionalistas vêm de ex-funcionárias que já admitiram publicamente que foram informadas de que seu comportamento na turnê era inapropriado e pouco profissional”, descreveu.   Defesa de Lizzo Lizzo ainda ponderou que precisa tomar decisões sérias no trabalho e negou ter a intenção de diminuir sua equipe. “Como artista, sempre fui muito apaixonada pelo que faço. Eu levo minha música e minhas apresentações a sério porque, no final das contas, só quero lançar a melhor arte que represente a mim e aos meus fãs. Com a paixão vem o trabalho duro e os altos padrões. Às vezes tenho que tomar decisões difíceis, mas nunca é minha intenção fazer alguém se sentir desconfortável ou como se não fosse valorizado como uma parte importante da equipe”, ela alegou. Ainda na postagem, a artista disse que não pretende sair como a vítima da história, mas achou necessário se defender das falsas acusações. Ela pede respeito às mulheres: “Não estou aqui para ser vista como uma vítima, mas também sei que não sou a vilã que as pessoas e a mídia me retrataram nos últimos dias.” “Sou muito aberta com minha sexualidade e com minha expressão, mas não posso aceitar ou permitir que as pessoas usem essa abertura para me fazer parecer algo que não sou. Não há nada que eu leve mais a sério do que o respeito que merecemos como mulheres no mundo. Eu sei como é sentir vergonha do corpo diariamente e absolutamente nunca criticaria ou demitiria um funcionário por causa de seu peso.” “Estou magoada, mas não vou deixar que o bom trabalho que fiz no mundo seja ofuscado por isso. Quero agradecer a todos que estenderam a mão para me apoiar durante esse período difícil”, concluiu Lizzo.   Acusações contra Lizzo No início desta semana, Lizzo se tornou alvo de processo de três ex-dançarinas: Arianna Davis, Crystal Williams e Noelle Rodriguez. As ex-funcionárias alegam que foram vítimas de assédio sexual, cárcere privado, discriminação religiosa e racial, ridicularização, entre outros danos morais, como body shaming e agressões verbais, seguidas por demissões de uma das dançarinas. A ação ainda destaca que as ex-dançarinas foram pressionadas, por medo de perderem seus empregos, a tocar dançarinos nus durante um show de sexo ao vivo no Red Light District, uma região conhecido de profissionais do sexo em Amsterdam. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lizzo (@lizzobeeating)

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    Carlinhos Maia filma beijo roubado em Pyong Lee e revolta web: “Assédio”

    2 de agosto de 2023 /

    O humorista Carlinhos Maia voltou a ser alvo de críticas nesta quarta-feira (2/8) após exibir imagens de Pyong Lee recebendo um beijo forçado enquanto dormia na “Casa da Barra”. No vídeo, o ex-BBB aparece confuso depois de ser beijado à força por Vanessa Apois. “Você não percebeu?”, questionou Carlinhos. “Óbvio que não, eu tava dormindo aí eu senti alguma coisa, e do nada ela mordeu! A pessoa mordeu meu lábio!”, respondeu Pyong. As imagens feitas pelo humorista levantaram um debate intenso sobre assédio e importunação sexual no Twitter/X. “Mesmo eu não indo com a cara do Pyong, isto não se faz, é importunação”, afirmou um perfil no Twitter. “Que nojo. [Carlinhos está] influenciando mulher abusar de homem bêbado desacordado. É isso que Carlinhos mostra nas redes sociais dele? Porradaria, assédio… Coitado do Pyong Lee. Assédio é crime”, esbravejou outro usuário “Tudo que acontece nos stories do Carlinhos Maia é armado. Óbvio que esse beijo no Pyong foi combinado. O problema, na minha visão, é que a moça tem problemas mentais, toma remédio controlado e tudo”, disparou mais um. “Eu nem gosto do Pyong, nunca gostei. Mas se fosse um homem fazendo com a mulher era a internet toda fazendo um cabaré, mas por ser uma mulher no homem duvido que falem”, comentou outro. Vale lembrar que a lei brasileira diz que beijo sem consentimento pode ser considerado crime como estupro (quando a ação ocorre com violência física ou ameaça) ou importunação sexual (quando ocorre sem consentimentos; famoso “beijo roubado”).   Deu no que falar A situação polêmica de Pyong Lee não termina por aí, já que ele também foi alvo de críticas dos internautas por conta da mesma festança promovida por Carlinhos Maia. Na terça-feira (1/8), o filho de três anos de Pyong Lee com Sammy Sampaio estava bastante doente. A influenciadora chegou a comentar sobre maternidade solo enquanto o hipnólogo se divertia na “Casa da Barra”, de Carlinhos Maia. “Ser mãe solteira, não ter rede de apoio nenhuma e morar longe da minha família, as vezes significa: Acordar de madrugada com o vômito do filho que está doente, tirar toda a roupa dele, limpar ele todo, tirar todos os lençóis, edredom, fronhas…”, descreveu Sammy. Com a repercussão, a influenciadora esclareceu que não teve a intenção de atacar Pyong Lee, já que teria bloqueado os perfis do ex-marido. “A gente está doente há algumas semanas… O que eu quero dizer é que o meu perfil é de vida real, maternidade real, eu mostro o que todo mundo passa e ninguém fala”, ela afirmou. “Exatamente pra você que tá em casa, que está passando por coisa até pior, não perder a esperança. Você não está sozinha, a gente consegue! Coincidiu de gerar essa comoção na internet porque coincidiu do momento de outra pessoa, que é bloqueada. Inclusive, não acompanho até para não dar motivo de falar. Não vejo e não sei”. Que nojo 🤮 Influenciando mulher abusar de homem bêbado desacordado. É isso que Carlinhos mostra nas redes sociais dele? Porradaria, assédio… coitado do #pyonglee #assedioécrime #carlinhosmaia #casadabarra pic.twitter.com/9v9MUAk08y — tem nada de+ aqui (@PedroSantis_) August 2, 2023 E a Vanessa que Beijou ó Pyonglee dormindo o que vocês achou? 😱😱🤣 pic.twitter.com/zn7TVWVpcy — RENAN MAMEDE  (@mamederenan_) August 2, 2023 Eu nem gosto do Pyong, nunca gostei. Mas se fosse um homem fazendo com a mulher era a internet toda fazendo um cabaré, mas por ser uma mulher no homem duvido que falem.. — RY∆N (@oficialryanb) August 2, 2023 E é, mesmo eu não indo com a cara do Pyong, isto não se faz, é importunação. Claro se ele estiver mesmo a dormir e não foi para "o vídeo"… — Titinha SCaeiro 🫣🤭 (@TitinhaSCaeiro) August 2, 2023 Tudo que acontece nos stories do Carlinhos Maia é armado . Óbvio que esse beijo no Pyong foi combinado . O problema na minha visão tá é que a moça tem problemas mentais ,toma remédio controlado e tudo . — Maranhense 1️⃣3️⃣ (@MaranhenseChato) August 2, 2023 🚨VEJA: Internautas criticam Pyong Lee por estar curtindo na casa de Carlinhos Maia, enquanto Sammy cuida do filho, que está doente, sozinha. pic.twitter.com/NVWtb0is6Y — INSTA DA GOSSIP (@instadagossip) August 1, 2023 🚨Sammy revela como é a relação com Pyong Lee em meio à polêmica: “Não acompanho” pic.twitter.com/5p4Fx7COoo — Gordo Fofoqueiro (@gordofofoqueiro) August 2, 2023

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    Lizzo é processada por ex-dançarinas por assédio sexual e discriminação

    1 de agosto de 2023 /

    A cantora Lizzo, vencedora de quatro prêmios Grammy, está sendo processada por três ex-dançarinas de sua equipe por assédio sexual, agressão, discriminação e por criar um “ambiente de trabalho hostil”. Arianna Davis, Crystal Williams e Noelle Rodriguez, em uma ampla queixa por danos morais apresentada nesta terça-feira (1/8) em Los Angeles, também alegam que foram vítimas de body shaming, submetidas a uma audição “excruciante” para seus próprios empregos após serem acusadas de beber durante o expediente, e mantidas em “retenções suaves” proibitivas. Segundo o processo, Lizzo teria ainda obrigado uma dos acusadoras a tocar uma pessoa nua em uma boate de Amsterdam, na Holanda.   Acusações de assédio sexual O processo também nomeia a Big Grrrl Big Touring, Inc. e Shirlene Quigley, chefe da equipe de dança da artista, e descreve vividamente que as dançarinas foram forçadas a assistir e participar de shows sexuais durante a turnê, tendo sua virgindade ridicularizada. Elas também teriam sido submetidas a ataques religiosos. Shirlene Quigley, que também atuou como jurada no reality show de Lizzo na Amazon, “Lizzo Procura por Mulheres Grandes”, é acusada de impor suas crenças cristãs aos dançarinos. Segundo o processo, após descobrir que Davis era virgem, Quigley rotineiramente discutia o assunto, trazia-o à tona em entrevistas e até postava sobre ele nas redes sociais. Um dos detalhes mais impressionantes da ação é a alegação de que as dançarinas foram pressionadas, por medo de perderem seus empregos, a tocar dançarinos nus durante um show de sexo ao vivo no Red Light District de Amsterdam, notoriamente conhecido por sua prostituição, teatros de sexo, bares e clubes nus. “Como a atração principal da ‘The Special Tour’, era claro que Lizzo era a autoridade decisória final e supervisora das demandantes”, afirma o processo. “Além disso, como capitã do elenco de dança, a Sra. Quigley também ocupava um papel de supervisão dentro da produção. Em nenhum momento alguém da administração da BGBT nem da equipe de Lizzo interveio para pôr fim a esse comportamento inadequado. Portanto, os réus são estritamente responsáveis pelo comportamento de assédio de Lizzo e da Sra. Quigley”.   Acusações de discriminação racial O processo também alega discriminação racial da equipe de gestão, toda branca, contra Davis, Williams e outras dançarinas. As demandantes alegam que a equipe de gestão da BGBT rotulou Williams, Davis e os outros membros negros de sua equipe de dança como preguiçosos, não profissionais, “respondões” e geralmente com atitudes ruins. Nenhuma dessas alegações foi feita contra dançarinas brancas. Uma das denunciantes ainda afirmou que Lizzo praticou gordofobia, ao criticar seu ganho de peso, agredi-la verbalmente e demiti-la após a dançarina gravar uma reunião em que Lizzo deu notas aos dançarinos sobre suas performances.   Advogado critica conduta de Lizzo “Como resultado direto da conduta dos réus, as demandantes também sofreram angústia emocional severa, ansiedade, dor e sofrimento, lesões físicas, doenças físicas, despesas médicas, despesas médicas futuras, honorários advocatícios e outros danos a serem determinados em julgamento de acordo com a prova”, diz a ação assinada pelo advogado Ronald Zambrano, da firma West Coast Employment Lawyers, com sede em Los Angeles. Zambrano afirmou que “a natureza impressionante com a qual Lizzo e sua equipe de gestão trataram seus artistas parece ir contra tudo o que Lizzo defende publicamente, enquanto no privado ela envergonha seus dançarinos e os rebaixa de maneiras que não são apenas ilegais, mas absolutamente desmoralizantes.”

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    Danny Elfman, compositor de “Wandinha”, é acusado de assédio sexual

    20 de julho de 2023 /

    Danny Elfman, compositor musical de produções como “Wandinha”, “Os Simpsons” e “Batman”, e ex-cantor da banda Oingo Boingo, foi acusado por crime sexual. De acordo com uma investigação realizada pela Rolling Stone, o músico está sendo processado pela violação de um contrato estabelecido em resposta a alegações de assédio sexual feitas por Nomi Abadi, uma pianista e compositora indicada ao Grammy. A publicação revelou que Abadi está processando o compositor por não cumprir os pagamentos estipulados no acordo de confidencialidade estabelecido pelos dois em 2018, após a pianista acusá-lo. O documento legal afirma que Elfman teria que realizar quatro pagamentos pelo silêncio da compositora ao longo de cinco anos, totalizando um valor de US$ 830 mil. Segundo o veículo, a pianista fez uma denúncia dos comportamentos inapropriados de Elfman em novembro de 2017. No relato da polícia, ela alega que o músico se expôs e se masturbou na frente dela diversas vezes. A investigação também apontou que ela afirma ter sido coagida a participar de uma sessão de fotos nua, com ele garantindo que seria uma “sessão artística”. Em outra ocasião, Elfman ainda teria lhe oferecido um copo com sêmen. De acordo com a Variety, ele supostamente enviou uma foto do copo a Abadi por e-mail com a legenda “para aguçar sua imaginação”. Entretanto, um representante do músico afirmou à Rolling Stone que ele “nunca afirmou que era sêmen” e categorizou o e-mail como “uma piada”, esclarecendo que a substância era, na verdade, um creme hidratante.   Elfman negou tudo Desde então, o compositor negou todas as acusações de Abadi. Um de seus representantes ainda categorizou que as “interações limitadas entre Elfman e Abadi, que não envolveram contato sexual, foram totalmente consensuais”. O músico repudiou as denúncias da pianista em uma declaração para a publicação da Rolling Stone, que não trouxe relatos de Abadi. “Como devo responder a acusações tão graves que ser inocente não é uma defesa válida? É angustiante considerar que uma carreira de 50 anos possa ser destruída em um ciclo de notícias devido a acusações vis e completamente falsas de má conduta sexual”, declarou. “As alegações da Sra. Abadi simplesmente não são verdadeiras”. “Permiti que alguém se aproximasse de mim sem saber que eu era a ‘paixão de infância’ dela e que a intenção dela era terminar com o meu casamento e substituir minha esposa. Quando essa pessoa percebeu que eu queria me afastar dela, ela deixou claro que eu pagaria por tê-la rejeitado”, continuou. “Deixei que uma amizade mal aconselhada tivesse consequências de longo alcance, e esse erro de julgamento é totalmente culpa minha. Não fiz nada indecente ou errado, e meus advogados estão prontos para provar com volumosas evidências que essas acusações são falsas. Esta será a última vez que falarei sobre esse assunto”, finalizou. Em contrapartida, o advogado de Abadi, Jeff Anderson, desmentiu todas as declarações do compositor. “Elfman disse que seu relacionamento com Nomi Abadi era platônico e consensual. Sua versão é tão bizarra quanto seu comportamento em relação a ela anos atrás. Não foi platônico. Foi bizarro”, declarou à Variety.   Comportamentos impróprios Ao longo da reportagem, a Rolling Stone ainda reuniu relatos de amigos de Abadi, que afirmaram que os dois se conheceram em 2015. “[Ela] esperava que ele a aceitasse como aprendiz e fosse um trampolim para sua carreira”, disseram. “Abadi visitou o estúdio de gravação de Elfman várias vezes ao longo do ano, onde as alegações de má conduta de Abadi teriam ocorrido”. De acordo com fontes próximas da pianista, diversas situações mostravam o comportamento inapropriado de Elfman. “Ele disse que queria mostrar a ela seu eu autêntico; aparentemente, isso envolvia estar nu frequentemente”, declarou outra fonte. Segundo o veículo, o relatório policial de Abadi afirma que o “comportamento de Elfman mudou de aparentemente amigável para inadequado dentro do primeiro ano”.   O acordo diante do movimento MeToo Na época, Elfman ofereceu um acordo pelo silêncio de Adabi sobre a situação em troca do retorno financeiro. A investigação da Rolling Stone afirmou que ela assinou o contrato “sentindo que tinha pouca escolha”. “Ela sentia que sua carreira acabaria se dissesse que Elfman era um tarado. E ela está certa. Lamento dizer, mas infelizmente é assim que essa indústria funciona”, declarou outro amigo da pianista à publicação. Vale mencionar que o contrato estabelece que parte do valor seria destinada a organizações de caridade e não diretamente a Abadi. Embora o acordo não especifique a causa, o veículo relata que “com base em várias fontes e documentos, a disputa refere-se a alegações de má conduta sexual”. A alternativa foi uma saída encontrada pela equipe de Elfman para preservar a carreira do compositor diante da ascensão do movimento #MeToo, que consistiu em uma enorme ação contra violência sexual. O movimento ganhou notoriedade por expor os crimes sexuais cometidos por grandes nomes da indústria do entretenimento. “Quando confrontado com ameaças da outra parte de tornar públicas inverdades no auge do movimento #MeToo, [Elfman] enfrentou a escolha impossível entre liquidar e continuar sua carreira, ganhando o sustento para sua família, ou decidir lutar pelo que na época era uma batalha impossível, de vencer para contar a verdade – Danny escolheu sua família”, declarou um representante do músico à reportagem. “É decepcionante, mas infelizmente não surpreendente, que essa narrativa infundada seja revivida agora que os pagamentos foram interrompidos. Acusações por si só não equivalem à culpa, e Danny se defenderá e limpará seu nome com o volume de evidências e com as próprias palavras da outra parte – as palavras dela falam por si mesmas”, finalizou. Antes do processo vir a público, Abadi já havia falado abertamente sobre a corrupção e toxicidade na indústria musical, afirmando que o movimento #MeToo ignorou o mundo da composição. Diante do acordo de confidencialidade, esta é a primeira vez que o nome de Elfman é associado as alegações da pianista. “Embora não possamos comentar sobre um processo que ainda não recebemos, o fato é que ele chegou à mídia antes de o réu mostrar que isso é apenas mais uma manobra em uma campanha de anos para exigir dinheiro do Sr. Elfman e sua família. As alegações são infundadas”, afirmou à Variety.

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    Marcius Melhem reclama de manipulação em denúncia de assédio

    14 de julho de 2023 /

    Marcius Melhem se mostrou indignado com a nova atualização no processo contra Dani Calabresa e outras mulheres que o acusam de assédio sexual. Segundo uma reportagem publicada pela Veja, a promotora Isabela Jourdan da Cruz Moura foi incluída no processo para auxiliar no caso. O humorista e ex-ator da Globo afirma que a decisão foi tendenciosa. Durante uma live na última quarta-feira (12/7), Melhem afirmou que as acusadoras teriam realizado uma “reunião secreta” com Luciano Mattos, procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro. Ele argumenta que o encontro teria favorecido a escolha da nova promotora. “Aconteceu alguma coisa no caso que justificasse essa intempestiva nomeação?”, questionou na live. “O que aconteceu após uma reunião em que as advogadas das acusadoras tiveram com a procuradoria? […] Elas também foram recebidas em Brasília. […] Levaram até câmera, pessoal de documentário. Tudo divulgado com antecedência, com fotos e vídeos de cada reunião. Por que a reunião delas com a procuradoria ficou escondida, já que era republicana?”, continuou. Melhem é investigado desde 2019 pelas acusações feitas pelo grupo de mulheres. Para que o ator se torne réu, a Justiça terá que aceitar uma denúncia feita pela nova promotora. “Não é a primeira pessoa que vai entrar na ação predisposta a me acusar. Elas geralmente leem e saem. Por que ninguém dá um fim, que seria o arquivamento? A verdade é que a pressão é muito grande”, argumentou. Na reportagem da Veja, a equipe de defesa de Melhem destacou a questão como desfavorável ao humorista. “A designação de uma promotora para atuar em um inquérito específico de outra promotoria, na qual há um promotor em exercício, viola frontalmente a garantia constitucional do promotor natural”, afirmaram. “Essa designação especial, sem justa causa, fere princípio fundamental do devido processo legal, na medida em que se está permitindo que o Estado escolha quem vai acusar o cidadão investigado, de acordo com a conveniência da situação”.   Reunião esclarecida Em resposta às queixas de Melhem, o Ministério Público do Rio de Janeiro esclareceu que a reunião com suas acusadoras realmente aconteceu, mas não foi secreta. “A reunião foi formalizada a pedido do Núcleo de Apoio às Vítimas (NAV/MP-RJ), órgão que promove a ligação das vítimas com os promotores e que solicitou uma audiência do procurador-geral com as inúmeras vítimas”, disse o órgão em comunicado. “Elas solicitaram celeridade na análise por parte da instituição”. O órgão público ainda afirmou que a inclusão de Isabela Jourdan da Cruz Moura, delegada titular da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Violência Doméstica da área Oeste/Jacarepaguá no Rio de Janeiro, não fere a legislação. “A designação foi feita com base nas leis e no regramento interno, que concede tais poderes ao PGJ, não havendo qualquer violação ao promotor natural”, concluiu o texto. Da mesma forma, a procuradoria geral do RJ se manifestou em defesa da inclusão da promotora para auxiliar na ação. “Considerando que o promotor titular está afastado, a designação do membro que irá atuar é do procurador-geral de Justiça, que poderá escolher o substituto. […] Ela foi nomeada para prestar auxílio especificamente no procedimento”, comunicou a procuradoria.   Pronunciamento das acusadoras O grupo de mulheres encabeçado por Dani Calabresa também se posicionou e ressaltou a gravidade da situação. “O caso reúne quase duas dezenas de pessoas, homens e mulheres, entre vítimas e testemunhas, e será um grande exemplo da resposta que a Justiça pode dar à sociedade em casos de assédio sexual”, disseram. “Entendemos e respeitamos que o processo tem tempo próprio, mas confiamos no Judiciário brasileiro para que, dois anos e meio depois da abertura do inquérito, esta resposta venha logo, à altura do que um caso emblemático como esse exige para as vítimas e para a sociedade”, completaram.   Início do caso O caso Melhem veio a à tona em dezembro de 2019, numa nota do colunista Leo Dias. Em março de 2020, o comitê de compliance do Grupo Globo absolveu o comediante das denúncias. Mesmo assim, a empresa encerrou o contrato com o então chefe de departamento da emissora, divulgando um texto elogioso sobre o profissional em agosto. Em outubro de 2020, as acusações contra Melhem deixaram de ser boatos e assumiram o peso de denúncia de uma advogada, Mayra Cotta, que se apresentou como representante das mulheres supostamente assediadas nas páginas do jornal Folha de S. Paulo. Em dezembro, a revista Piauí publicou a primeira reportagem sobre o caso, repleta de informações detalhadas – algumas desmontadas – sobre os casos de assédio de Melhem contra ex-funcionárias, especialmente Dani Calabresa. A publicação gerou ira nas redes sociais contra Melhem, que entrou na justiça contra a revista, a advogada, Calabresa e vários colegas comediantes que o chamaram de assediador. O caso chama especial atenção por conta desse detalhe. Não foram as supostas vítimas, mas o acusado que decidiu tirar tudo à limpo, ao fazer, em dezembro de 2020, uma interpelação extrajudicial para que Dani Calabresa confirmasse ou desmentisse o teor da reportagem da revista Piauí, que não cita fontes nem usa declarações entre aspas. Foi só depois disso que a advogada entrou com ação criminal por assédio contra o humorista. Melhem então passou a dar entrevistas e apresentar as mensagens trocadas com Calabresa como prova de sua versão dos fatos. As mensagens apresentadas à Folha e à rede Record demonstravam que os dois mantinham uma relação íntima e amigável entre os anos de 2017 e 2019, época em que, segundo a revista Piauí, ele teria assediado a atriz moral e sexualmente. Dois dias depois, a defesa de Calabresa entrou na Justiça para impedir a divulgação dos textos e áudios, e com um pedido de indenização por danos morais por Melhem ter revelado conversas privadas. A alegação é que a atriz estava tendo sua “vida íntima devassada”. Passaram-se quase dois anos, mas a Justiça negou o pedido de Calabresa, dando direito a Melhem de se defender na mídia, onde estava sendo atacado.   Últimas atualizações Apesar do inquérito ter apresentado inicialmente relatos de oito mulheres, uma das envolvidas afirmou que nunca se apresentou como vítima. Suzana Pires declarou ser apenas uma testemunha disposta a continuar colaborando, o que reduziu para sete denúncias. Ela continua envolvida no processo, mas não é mais representada pela equipe do grupo. Segundo a Veja, as acusadoras representadas pela advogada Mayra Cotta enfrentam o desafio de provar a consistência das denúncias realizadas. Enquanto isso, o relatório do inquérito ainda está sendo realizado por Alriam Miranda Fernandes, delegada na Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAM). A situação engloba um assunto bastante complexo e discutido na mídia. Apesar disso, a falta de casos similares para análise judicial no Brasil dificulta ainda mais o processo.

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  • Etc

    Gérard Depardieu recebe 14ª acusação de importunação sexual

    10 de julho de 2023 /

    Uma profissional da indústria do cinema revelou ter sido assediada pelo ator Gérard Depardieu, que já enfrenta processos por outros 13 casos semelhantes. Segundo o canal francês FranceInfo, a nova vítima preferiu não prestar queixas por medo de represálias trabalhistas. De acordo com o depoimento, a assistente de produção trabalhou duas vezes com Depardieu, que teria feito comentários impróprios na frente da equipe, além de propostas sexuais e toques indesejados. A vítima também acrescentou ter visto os órgãos genitais do ator e disse ter sido bloqueada em um corredor. Membros da equipe confirmaram que a funcionária teria feito relatos dos ataques no final das filmagens. “Ele abaixou as calças e me mostrou o pênis. Fiquei com medo e saí da sala o mais rápido que pude. Ele me alcançou no corredor, me prendeu contra a parede com a sua barriga, me bloqueando, então, eu não pude não fazer nada”, disse a vítima.   Denúncias graves Desde 2018, Gérard Depardieu recebe acusações de importunação sexual nos bastidores de diferentes produções. Ao todo, o ator teria assediado 14 mulheres entre 2004 e 2022. As denúncias surgiram através no portal Médiapart, em abril do ano passado. Segundo os relatos, os casos teriam acontecido nas filmagens de títulos franceses como “Piaf – Um Hino ao Amor” (2007), “Hello Goodbye” (2008), “L’Autre Dumas” (2010) e da série “Marseille” (2016-2018). A primeira acusação partiu de Charlotte Arnould, uma atriz na casa dos 20 anos, que teria sido estuprada em duas ocasiões distintas por Depardieu. As situações teriam ocorrido em uma das residências do ator, dentro de um contexto de “ensaio informal” de uma peça. Em 2020, Depardieu foi indiciado por estupro e agressão sexual após um longo período de investigação sobre a denúncia da atriz. Ele sempre negou todas as acusações. O artista voltou a ser alvo de denúncias em abril deste ano, quando outras vítimas decidiram acusá-lo de importunação sexual em sets de filmagens. Apenas três delas prestaram depoimento à polícia, pois não teriam sido levadas a sério pelos diretores das produções.

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  • Reality,  TV

    Lexa defende MC Guimê no “Altas Horas”: “Excelente marido”

    9 de julho de 2023 /

    Um mês após reatar o casamento com MC Guimê, Lexa abriu o jogo sobre a decisão de perdoar o funkeiro após o episódio de importunação sexual a Dania Mendez no “BBB 23”. O casal participou junto do “Altas Horas” de sábado (8/7), e a cantora aproveitou para defender o marido. “Não desisto tão fácil assim, nem das pessoas nem da minha vida”, ela justificou. Lexa disse ter sofrido muita pressão social para encerrar seu casamento, em meio à repercussão do caso. “Me senti muito pressionada a ir para uma direção que as pessoas queriam que eu fosse. Na verdade, parei e precisei lembrar quem eu sou”, disse a artista, ressaltando oito anos de um relacionamento geralmente positivo com MC Guimê. Ela desabafou: “Será que eu jogo isso pro ar? Tem gente que jogaria isso para o ar. Não é o meu lugar. Decidi estar com ele, assessorá-lo. É uma história de amor, carinho e admiração”.   A repercussão do assédio A cantora relatou como soube do episódio: “Eu estava fazendo uma festa. Quando tudo começou a acontecer… Sendo muito sincera, eu me enchi de tranquilizante para ficar bem. Eu fiquei completamente atordoada”. Ela agradeceu também o apoio que recebeu das pessoas e relembrou os momentos de angústia, entre ataques de pânico e um apagão dissociativo. “Sendo muito sincera: eu me enchi de tranquilizantes”, contou, chorando. Por outro lado, Lexa buscou ressaltar a trajetória de Guimê no reality show: “É muito triste que as pessoas fixem só a imagem dele naquele momento, e não do excelente jogador que ele foi, assim como ele foi um excelente marido para mim”. Segundo ela, MC Guimê sempre foi um marido extraordinário e, apesar do erro grave, ela acredita em sua capacidade de recomeço. Guimê, por sua vez, também falou sobre sua participação no BBB: “Foi uma experiência muito bacana para o meu aprendizado. Se eu não tivesse aceitado o convite, talvez me arrependeria depois”. Ele reconheceu a tristeza pelo episódio final, mas enfatizou que se orgulhava de todos os outros dias do programa.   A culpa é da bebida? Em meio à polêmica, Lexa apontou a bebida como um agravante do comportamento de Guimê, mas não como justificativa: “É até um alerta, gente. Não tô jogando jamais a culpa na bebida, porque a gente não tem transferir culpa. É um erro e ponto. Ele sabe disso. Mas a bebida realmente, quando você perde a mão, ela traz desgraça”. As declarações de Lexa geraram repercussão negativa nas redes sociais, com muitos acusando a cantora de minimizar a gravidade da situação. Apesar das críticas, o casal segue junto e tenta lidar com as consequências do episódio do BBB 23. O cantor foi acusado, junto com Cara de Sapato, de importunar sexualmente a mexicana Dania Mendez durante uma festa do “BBB 23” na madrugada do dia 16 de março. Após a expulsão do reality show, Guimê pediu desculpas publicamente em um vídeo. “Entendo a gravidade da situação e venho aqui para me desculpar. Sinto muito por tudo o que aconteceu no programa, peço desculpas sinceras a Dania, a Lexa, a Bruna e a todas as mulheres que, de certa forma, se sentiram ofendidas.” Lexa sobre ela e MC Guimê."Foram 8 anos sem me fazer nada, então assim. Eu acho que, é a gente tá sujeito sim a cometer falhas graves, mas a gente tá sujeito a recomeçar, e saber pedir desculpas, ele soube, então, é o que vale pra mim." #AltasHoras pic.twitter.com/ASJOA1RCQL — Brenno De Moura  (@mbrenno_) July 9, 2023 A Lexa falou sobre importunação sexual de Guimê no BBB 23 #AltasHoraspic.twitter.com/WB2vzynqFk — Allan (@limalblue) July 9, 2023 A cara da Adriana Esteves vendo a Lexa e Guime relembrando o caso de assédio no bbb e o fato dela ter perdoado e reatado o casamento. #AltasHoras pic.twitter.com/d4v0cv0oAt — Fillipe Conegundes (@Fconegundes) July 9, 2023

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    Caso de assédio de Jonathan Majors tem reviravolta e acusadora pode acabar presa

    1 de julho de 2023 /

    O caso de violência sexual envolvendo o ator Jonathan Majors, interprete do vilão Kang no Universo Cinematográfico da Marvel, teve uma reviravolta surpreendente. De acordo com informações do site Insider, a advogada de Majors, Priya Chaudhry, apresentou denúncias contra a acusadora e ex-namorada de Majors, Grace Jabbari, que podem resultar na prisão da mesma. Segundo o jornal, equipe de defesa de Majors afirma que Jabbari agrediu o ator com tapas e arranhões quando ela estava “bêbada e histérica”. O contraponto ainda foi reforçado pela apuração outros veículos de imprensa. Em uma reportagem do jornal The New York Times, três fontes afirmaram que o Departamento de Polícia de Nova York acredita ter evidências suficientes para apoiar a prisão de Jabbari. Já o Yahoo Entertainment confirmou que o departamento encontrou motivos para prender Jabbari após a ida de Majors ao tribunal pela primeira vez na semana passada. Um porta-voz da polícia informou ao veículo que “uma investigação está em andamento” em relação ao incidente, mas que “não há prisões neste momento”.   Embate nas acusações Diante do novo desdobramento, a defesa de Majors solicitou o arquivamento imediato de todas as acusações e a abertura de um processo contra Jabbari, responsabilizando-a pelas supostas agressões contra o ator. O tribunal marcou a data do julgamento de Majors para o dia 3 de agosto. “O Sr. Majors busca justiça como vítima e merece que sua agressora seja presa e levada ao tribunal para enfrentar as acusações contra ela”, disse a advogada de Majors em comunicado. “Até agora, a procuradoria tem afirmado que não dará tratamento especial ao Sr. Majors por ele ser uma pessoa conhecida”. “Agora que o Departamento de Polícia de Nova York, que investigou de fato a Sra. Jabbari, está pronto para prendê-la, esperamos sinceramente que a promotoria não atrase o processo judicial contra a Sra. Jabbari devido à notoriedade deste caso. Seria hipócrita, injusto e injustificável. Agradecemos aos detetives da NYPD e esperamos que a justiça seja feita para o Sr. Majors”, completou. Em resposta, o advogado de Jabbari, Brad Edwards, disse ao The New York Times que não há motivo para prender sua cliente e que ele “não viu nada confiável que indique que qualquer agência tenha desenvolvido uma opinião diferente”. “Na verdade, entendemos que o caso criminal contra o Sr. Majors está seguindo conforme o esperado”, acrescentou ele. “Por respeito ao processo criminal e aos promotores, que tomarão decisões com base nas evidências, não pretendemos responder a rumores”.   Denúncias contra Majors O ex-casal teve um relacionamento por vários anos, período onde Jabbari também trabalhou como treinadora de movimento ao lado de Majors no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” (2023). Em março deste ano, ela formalizou a primeira acusação de violência doméstica contra Majors, que resultou em uma prisão provisória do ator. Segundo o relato, ela afirma que Majors a agrediu e a enforcou dentro de um táxi, após ela confrontar o ator quando reparou mensagens de outra mulher em seu celular. No contraponto apresentado ao tribunal no dia 20 de junho, a equipe de defesa do ator afirma que o agredido na situação foi Majors e mostrará “evidências irrefutáveis” ao tribunal. O ator ainda reforçou que o motorista do veículo testemunhará que foi ele quem foi atacado. O relato de Jabbari ainda afirma que ela foi a uma casa noturna após a briga e, horas depois, ela foi à residência de Majors, que não estava em casa. Quando ele chegou, supostamente a encontrou desmaiada e seminua em seu closet. Seus ferimentos podem ter ocorrido durante o desmaio. A publicidade em torno do caso levou a imprensa a procurar mulheres que poderiam denunciar outros atos de agressão do ator, resultando em outras supostas vítimas acusando Majors de assédio sexual e violência. Nenhuma, porém, deu entrada em processo. Mas a repercussão fez o ator ser demitido de dois grandes projetos em que estava envolvido.   Futuro na Marvel Por outro lado, a Marvel não rompeu os laços com o ator ou emitiu qualquer pronunciamento sobre o caso. Apresentado na série “Loki” (2021) e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, seu personagem Kang seria o grande vilão da nova fase do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) com um conflito marcado para “Vingadores: Dinastia Kang”, em 1º de maio de 2026. Na última semana, o ator Anthony Mackie, o novo Capitão América no MCU, quebrou o silêncio dos artistas do estúdio e defendeu Majors. “Nada foi provado sobre esse cara. Nada. Portanto, todos são inocentes até que se prove o contrário. Isso é tudo o que posso dizer”, ele declarou a revista Inverse.

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    Anthony Mackie defende Jonathan Majors: “Nada foi provado”

    29 de junho de 2023 /

    Anthony Mackie, o novo Capitão América no MCU (universo cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), quebrou o silêncio dos artistas da Marvel sobre as acusações de assédio contra Jonathan Majors. O interprete de Kang, grande vilão em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, chegou a ser preso em março e vai enfrentar o tribunal no dia 3 de agosto deste ano sob acusações de agressão da ex-namorada, Grace Jabbari. Em entrevista à revista Inverse, Mackie enfatizou que nada sobre Majors foi comprovado e que é necessário aguardar os desdobramentos legais antes de tirar conclusões precipitadas. “Somos um país que foi construído com base na ideia de ‘todos são inocentes até que se prove o contrário'”, disse. “Nada foi provado sobre esse cara. Nada. Portanto, todos são inocentes até que se prove o contrário. Isso é tudo o que posso dizer”, completou. Vale mencionar que após a prisão do ator, novas acusações de mulheres que teriam sido vítimas de violência doméstica, assédio e abuso foram apresentadas contra ele. Com o processo em andamento, a continuação de Majors no Universo Cinematográfico Marvel permanece incerta. Apresentado na série “Loki” (2021), seu personagem seria o grande vilão da nova fase da Marvel, com um conflito marcado para “Vingadores: Dinastia Kang”, adiado para 1º de maio de 2026. Até o momento, o estúdio não se pronunciou.   Acusações contra Majors chegam ao tribunal Em março, a primeira acusação contra Majors foi formalizada pelo escritório da promotoria de Manhattan, que encaminhou uma prisão provisória do ator por violência doméstica. Segundo o relato de sua ex-namorada, Grace Jabbari, Majors a agrediu e a enforcou dentro de um táxi, após ela confrontar o ator quando reparou mensagens de outra mulher em seu celular. Com a repercussão do caso, Majors foi demitido de dois grandes projetos em que estava envolvido. No mês seguinte, uma ordem de proteção temporária foi concedida à Jabbari, proibindo qualquer tipo de contato direto ou indireto entre os dois. O ator compareceu ao tribunal pela primeira vez com sua advogada, Priya Chaudhry, na terça-feira (20/6). Após a audiência, ela afirmou que foram entregues evidências que comprovam não apenas a inocência de Majors, mas que ele é a verdadeira vítima da situação. A advogada também solicitou o arquivamento imediato de todas as acusações e a abertura de um processo contra Jabbari, responsabilizando ela pelas supostas agressões contra o ator.

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    Globo recria núcleo de Humor após escândalo de Marcius Melhem

    22 de junho de 2023 /

    A Globo comunicou na noite desta quinta-feira (22/6) uma grande reformulação em sua estrutura. A rede televisiva planeja ressuscitar o núcleo responsável pela avaliação e produção de projetos humorísticos, que estava suspenso desde a demissão de Marcius Melhem – posteriormente acusado de assédio sexual e moral de suas subordinadas na emissora. Patricia Pedrosa, diretora artística de sucessos como “Cine Holliúdy” e “Todas as Mulheres do Mundo” (2020), foi a escolhida para liderar o novo núcleo.   Mudança de gênero no humor A escolha é significativa depois das denúncias de Melhem por funcionárias da emissora. Será a primeira vez que uma mulher ficará responsável pelo departamento de Humor da Globo. O escândalo envolvendo Marcius Melhem levou à paralisação de todos os projetos de humor da Globo e ao cancelamento dos programas do gênero. Agora, sob a direção de Patricia Pedrosa, a emissora busca um novo começo no setor. Patricia, que também tem no currículo trabalhos em “A Grande Família” (2001-2014), “Chapa Quente” (2015-2016) e “A Fórmula” (2017), assumirá o departamento e será responsável por desenvolver produções para todos os formatos e plataformas. Com isso, o conteúdo original para o Globoplay também estará sob sua responsabilidade. O novo núcleo de Direção de Gênero Humor funcionará de maneira independente do de Dramaturgia, uma mudança em relação à época de Melhem. Assim, Patricia irá gerir o setor sem interferências do trabalho desenvolvido por José Luis Villamarim, que assumiu o setor de Dramaturgia após a saída de Ricardo Waddington.   Outras reformulações Além do núcleo de Humor, a Globo também anunciou a criação da Direção de Gênero Auditório, que será chefiada por Mônica Almeida. Atualmente, ela está produzindo o documentário de Xuxa Meneghel para a Globoplay. Mônica ficará encarregada de trabalhar com os apresentadores e diretores de “Domingão com Huck”, “Caldeirão com Mion” e “Altas Horas”. O Núcleo de Filmes de Janela Curta é outra novidade, e funcionará dentro da Direção de Gênero Dramaturgia. Raphael Cavalo assumirá como gerente de produção, e José Luiz Villamarim se encarregará da produção de longas para atender às demandas da TV Globo e do Globoplay, além de ser o “guardião” das novelas. Segundo Amauri Soares, diretor dos Estúdios Globo, “a nova estrutura de gestão e criação dos Estúdios Globo trará maior sinergia e eficiência entre os nossos ativos e oportunidades para os talentos da Globo”. Ele também ressaltou que as mudanças trarão novas parcerias com o mercado audiovisual, especialmente nos projetos de filmes.

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  • Filme

    Elenco original de “Zoey 101” se reúne no primeiro trailer do filme derivado

    20 de junho de 2023 /

    A Paramount+ divulgou o pôster e o primeiro trailer do filme derivado de “Zoey 101”, intitulado “Zoey 102”. O longa traz Jamie Lynn Spears de volta ao papel de Zoey Brooks, após 15 anos do final da série da Nickelodeon. A prévia revela o grande motivo por trás do reencontro dos ex-estudantes da PCA (Pacific Coast Academy): o casamento de Quinn (Erin Sanders) e Logan (Matthew Underwood). Na trama, os personagens já passaram da adolescência e encaram os desafios da vida adulta. Após anos afastados desdo o fim do Ensino Médio, todos se reúnem para celebrar o casamento. A prévia ainda revela que Zoey e Chase (Sean Flynn) não permaneceram juntos após o final da série, o que gera tensão no reencontro. Com isso, a personagem contrata um namorado fictício para acompanhá-la no evento e não precisar encarar o ex-namorado solteira. Com uma proposta nostálgica, a trama também promete revelar o paradeiro de outros personagens queridos ao longo dos anos. Dentre eles, Michael Barrett (Christopher Massey), melhor amigo de Chase. Além disso, Abby Wilde e Jack Salvatore voltam como Stacey Dillsen e Mark Del Figgalo, respectivamente.   Ausência polêmica no elenco Embora a sequência da série reúna grande parte dos personagens, nem todos integrantes do elenco original estarão presentes no longa. Por mais que sua ausência já fosse esperada, a atriz Alexas Nikolas realmente não aparece na produção. Nos últimos anos, ela relatou diversas acusações de abuso infantil contra o criador do seriado, Dan Schneider. Na série, ela deu vida à Nicole Bristow, colega de quarto e melhor amiga de Zoey até a 2ª temporada. Outros personagens ausentes são Lola Martinez, interpretada por Victoria Justice, e o ator indicado ao Oscar Austin Butler, que interpretou James Garret. Enquanto Justice entrou na série na 2ª temporada como a colega de quarto de Zoey, o intérprete de Elvis no cinema foi o interesse amoroso da protagonista na 4ª e última temporada. Além dos rostos conhecidos, o filme apresentará novos personagens. Thomas Lennon (“Reno 911!”) será Kelly Kevyn, o chefe de Zoey, enquanto Owen Thiele (“Theater Camp”) assumirá o papel de Archer March, um amigo próximo da protagonista. Por fim, Dean Geyer (“A Praia Assassina”) será Todd, o namorado de mentira de Zoey.   Dan Schneider não está envolvido no projeto É importante ressaltar que Dan Schneider, criador da série original, não está envolvido na produção. Responsável por outros programas de sucesso do canal, como “Drake & Josh” e “Brilhante Vitória”, ele permanece afastado de todos os projetos da Nickelodeon/Viacom após uma série de acusações de assédio sexual e moral. A direção do longa é de Nancy Hower, enquanto o roteiro foi escrito por Monica Sheer e Madeline Whitby. Além de protagonizar a sequência, Jamie Lynn Spears também atua como produtora executiva ao lado de Alexis Fisher. “Zoey 102” tem estreia prevista ainda para 2023 na Paramount+, sem uma data confirmada. 102 reasons to RSVP “yes” 💍 #Zoey102, an all-new movie, premieres on #ParamountPlus July 27! pic.twitter.com/Clh8JCvVPx — Paramount+ (@paramountplus) June 20, 2023

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    Bill Cosby enfrenta 9 acusações novas de agressão sexual

    15 de junho de 2023 /

    Bill Cosby, ator e comediante americano, enfrenta novas acusações de agressão sexual. Ao todo, nove mulheres alegam que foram drogadas e agredidas por Cosby entre os anos de 1979 e 1992, em casas, vestiários e hotéis em Las Vegas, Reno e Lake Tahoe, nos Estados Unidos. De acordo com o site The Hollywood Reporter, os processos foram abertos em um tribunal federal de Nevada. Em uma das acusações, a vítima relata que Cosby a chamou de Nova York para Nevada, alegando que seria seu “mentor de atuação”. Ao invés disso, o ator a estuprou em um quarto de hotel após drogá-la com uma bebida que ele afirmava ser espumante sem álcool.   Nova lei viabiliza acusações contra Cosby O novo processo surge algumas semanas após o governador de Nevada, Joe Lombardo, assinar uma lei que suspende o prazo de prescrição de dois anos para adultos que desejam entrar com processos por abuso sexual. Dessa forma, não há mais uma restrição de tempo para uma vítima poder denunciar o agressor, viabilizando punições por crimes cometidos há muitos anos. Uma das acusadoras de Cosby, identificada como Lise-Lotte Lublin, é natural do estado e apoiou a mudança na lei. “Durante anos, lutei pelos sobreviventes de agressão sexual, e hoje é a primeira vez que poderei lutar por mim mesma”, declarou. “Com a nova mudança na lei, agora posso levar meu agressor Bill Cosby ao tribunal. Minha jornada está apenas começando, mas sou grata por esta oportunidade de buscar justiça”. Ela afirmou que o ator a estuprou em um hotel em Las Vegas em 1989. A lista de denunciantes inclui uma ex-modelo da Playboy, que alegou ter sido drogada e agredida sexualmente por Cosby, juntamente com outra mulher, em sua residência em 1969. O responsável pelas relações públicas de Cosby, Andrew Wyatt, criticou essas leis em um comunicado, afirmando que as mulheres estão buscando atenção da mídia ao processar o ator. “A partir de hoje, não permitiremos mais que essas mulheres apresentem múltiplas alegações supostas contra o Sr. Cosby sem que sejam examinadas no tribunal de opinião pública e no tribunal em si”, declarou.   #MeToo colocou o ator na prisão por 3 anos Anteriormente, o artista de 85 anos chegou a ser condenado por estupro, além de enfrentar acusações de agressão e assédio sexual por mais de 60 mulheres. Cosby foi a primeira celebridade a ser julgada e condenada na época do movimento #MeToo, movimento liderado por diversas artistas e ativistas para incentivar mulheres a denunciarem crimes de violência sexual. Ele passou quase três anos em uma prisão estadual na Filadélfia antes de ter sua condenação anulada por um tribunal superior em 2021. Mesmo assim, o ator voltou a enfrentar processos. No início deste ano, um júri de Los Angeles concedeu uma indenização de US$ 500 mil a uma mulher que afirmou ter sido abusada sexualmente por Cosby na Mansão Playboy quando ela tinha apenas 16 anos, em 1975.

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