PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Estreias | Filme do Mamonas Assassinas chega aos cinemas

    28 de dezembro de 2023 /

    Dois filmes nacionais tem tratamento de blockbuster nesta quinta (28/12) após fracassos consecutivos do cinema americano no país. “Mamonas Assassinas – O Filme” e “Minha Irmã e Eu” chegam em cerca de mil salas do circuito nacional. Além deles, as estreias incluem um terror britânico e um drama francês. Confira os detalhes.   MAMONAS ASSASSINAS – O FILME   A cinebiografia conta a história da banda de Guarulhos que se tornou sensação nacional em meados anos 1990. Ela acompanha a vida dos Mamonas antes da fama, principalmente Dinho, as dificuldades no início da carreira e mostra como um conjunto fracassado de rock progressivo, chamado Utopia, se reinventa como uma banda comédia e se torna um fenômeno. Mamonas Assassinas acabou virando uma das bandas mais amadas do Brasil com sua alegria contagiante, mas sua trajetória foi curta, interrompida por um fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. Entretanto, quem não conhece direito a banda pode ter dificuldades em entender a trama, que é apresentada de forma episódica, sem um desenvolvimento narrativo coerente. Isso talvez se deva ao fato do projeto original ter sido concebido por Carlos Lombardi – autor de novelas como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e escrito pelo repórter Carlos Amorim como uma minissérie da Record TV. O projeto acabou reconfigurado para as telas grandes com direção de Edson Spinello, que comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012), e faz sua estreia no cinema. Entretanto, a impressão é que faltam “capítulos” na história. A Record deve exibir a versão com todos os episódios ainda em 2024. O que a produção tem de positivo é a energia do elenco, composto por atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais, que entregam performances melhores que o próprio filme. Ruy Brissac, que interpreta o vocalista Dinho, repete o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, e que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que vive o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que interpreta o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas, que tem o papel do baixista Sérgio Reoli, trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. Já o guitarrista Bento quase foi vivido pelo cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que acabou substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, que tinha 17 anos durante a produção, filmou com a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. As filmagens marcam sua estreia nas telas. Outro nome que estreia como atriz na produção é a famosa tiktoker Fernanda “Fefe” Schneider, intérprete de Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula mais de 16 milhões de seguidores na plataforma. Para completar, os pais de Dinho são interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”.   MINHA IRMÃ E EU   Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vivem duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar em seu novo encontro cinematográfico. Amigas de longa data, as duas já dividiram a tela em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Desta vez, elas vivem as irmãs Mirian (Ingrid) e Mirelly (Tatá), que nasceram em Rio Verde, Goiás, mas seguiram caminhos opostos na vida. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Já Mirelly partiu cedo para o Rio de Janeiro e toda a família acompanha pelas redes sociais seu sucesso, sempre rodeada de amigos famosos. O que os familiares não sabem é que é tudo fake. Na verdade, ela vive com as contas atrasadas e passa muito perrengue fazendo bicos e cuidando dos animais de estimação de celebridades, como a cantora IZA e o casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo (que interpretam a si mesmos na produção), que ela mente que são seus amigos. Acreditando na mentira, Mirian decide que sua mãe (Arlete Salles) passará a morar com a irmã rica. A situação gera uma grande discussão e o caos culmina com o desaparecimento da mãe das duas, que a partir daí têm que deixar de lado as diferenças e se unir para procurá-la. “Minha Irmã e Eu” é o terceiro filme com “Minha” no título da diretora Susana Garcia, após “Minha Vida em Marte” e o blockbuster “Minha Mãe é uma Peça 3”. Explorando a dinâmica de opostos das irmãs, a comédia de apelo popular é uma das mais divertidas a chegar aos cinemas em 2023.   O SENHOR DO CAOS   O terror folk britânico acompanha Rebecca Holland, interpretada por Tuppence Middleton (“Sombras da Guerra”), uma pregadora cristã que se muda para a cidadezinha de Burrow com a filha Grace e é recebida com curiosidade pela comunidade local, cujas crenças ainda mantém tradições pagãs. Uma dessas tradições é um festival agrícola, que acaba escolhendo Grace como o “Anjo da Colheita”. Entretanto, a menina desaparece misteriosamente durante o evento, levando a protagonista a uma busca angustiante, que revela segredos sombrios sobre o local e seu líder. A atmosfera do filme é impulsionada pelas performances marcantes, especialmente a de Ralph Ineson (“A Bruxa”), que vive o líder carismático e ameaçador da comunidade. As descobertas da protagonista sobre a natureza da cidade e o misterioso festival proporcionam reviravoltas na trama, mantendo o suspense. Com roteiro de Tom Deville (de “A Maldição da Floresta”) e direção de William Brent Bell (de “A Órfã 2: A Origem”), o filme segue alguns padrões do terror pagão rural, estabelecidos no clássico “O Homem de Palha” (1973), mas também oferece surpresas e uma cinematografia marcante, que enfatiza a beleza natural do cenário campestre, capaz de se apresentar tanto de forma idílica quanto inquietante.   PARE COM SUAS MENTIRAS   Adaptação cinematográfica do romance autobiográfico de Philippe Besson, o drama gira em torno de Stéphane Belcourt (interpretado por Guillaume de Tonquédec, de “Qual É o Nome do Bebê”), um autor famoso que retorna, após 35 anos, à sua cidade natal na região francesa de Cognac. O motivo de seu retorno é um convite para um evento, mas suas verdadeiras intenções são reencontrar seu passado romântico, e ao chegar estabelece uma conexão com Lucas (Victor Belmondo, neto do icônico Jean-Paul Belmondo), filho de seu primeiro amor perdido. A narrativa se alterna entre o presente e flashbacks do jovem Stéphane, um estudante desajeitado do último ano do ensino médio, interpretado por Jérémy Gillet, e sua relação com Thomas Andrieu (Julien De Saint Jean), um aluno popular. A história explora a intensidade do primeiro amor e as repercussões de um romance secreto e envergonhado. Apresentado com duas narrativas paralelas – a do Stéphane adulto, celebridade local em Cognac, e a de seu eu jovem em 1984 – , o filme investiga as ramificações da fascinação do protagonista por outro jovem, às vezes beirando o sentimentalismo. A obra guarda semelhanças com “Verão de 85” de François Ozon, ambas adaptações de romances que lidam com o romance gay masculino às vésperas da crise da AIDS, e ambas apaixonadas por um amante que anda de moto. A dor de um tempo desperdiçado e de um amor perdido é um tema familiar no cinema queer, mas o filme de Olivier Peyon (“O Filho Uruguaio”) também oferece uma reflexão comovente sobre o amor adolescente.

    Leia mais
  • Série

    Disney planeja reboot de “Arquivo X” com diretor de “Pantera Negra”

    19 de dezembro de 2023 /

    A Disney pretende resgatar o legado de “Arquivo X”, uma das séries mais populares que a empresa adquiriu junto do catálogo da antiga divisão televisiva da Fox. Segundo a agência Bloomberg, o estúdio está trabalhando com Ryan Coogler, o diretor de “Pantera Negra”, em um reboot da clássica série dos anos 1990. Coogler serviria como produtor da nova versão, que ainda não tem outros nomes associados ou um cronograma de desenvolvimento conhecido. Criada originalmente por Chris Carter, “Arquivo X” foi lançada em 1993 e virou um fenômeno de audiência ao acompanhar as investigações misteriosas dos agentes do FBI Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Os dois trabalhavam em uma divisão desprestigiada da agência, dedicada a casos inexplicáveis de ocorrências sobrenaturais ou alienígenas. A série teve nove temporadas até 2001, rendeu dois filmes, em 1998 e 2008, e ainda ganhou uma continuação de duas temporadas em 2016 e 2018. Todas as produções da franquia estão disponíveis na plataforma Star+.

    Leia mais
  • Série

    Filme “Segundas Intenções” vai virar série da Prime Video

    4 de dezembro de 2023 /

    Depois de anúncios e desistências, o filme “Segundas Intenções” (Cruel Intentions) vai mesmo virar série. A Prime Video encomendou a produção, que servirá como uma atualização do filme de 1999. O projeto está a cargo das roteiristas Sara Goodman e Phoebe Fisher, que já adaptaram outro filme dos anos 1990, “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado”, para a Prime Video. Desta vez, a trama será ambientada em uma prestigiosa universidade em Washington, DC.   A jornada da adaptação Esse projeto estava em desenvolvimento há dois anos e inicialmente seria exibido na Freevee, uma plataforma gratuita da Amazon. Entretanto, agora será exclusivo da Prime Video. Vale lembrar que a rede NBC também flertou com a possibilidade de transformar o filme em série em 2015. Aquela versão traria Sarah Michelle Gellar de volta ao papel que desempenhou no cinema e acompanharia o filho adolescente de Sebastian Valmont (Ryan Phillippe no filme) e Annette Hargrove (Reese Witherspoon), quando ele descobre o diário antigo do pai e viaja para São Francisco para descobrir mais segredos da família. O protagonista seria vivido por Taylor John Smith (da série “American Crime”), mas os executivos da emissora não aprovaram o episódio piloto. Vale lembrar que “Segundas Intenções” já era uma adaptação de outro texto, uma versão teen do romance clássico “Ligações Perigosas”, publicado por Choderlos de Laclos em 1782. A obra original ganhou diversas adaptações cinematográficas, sendo a mais bem-sucedida a versão dirigida por Stephen Frears em 1988, estrelada por Glenn Close, John Malkovich e Michelle Pfeiffer, que venceu três Oscars. A produção ganhou até uma versão brasileira, exibida como minissérie na rede Globo. Apesar da frustração dos produtores da primeira versão, a Sony Pictures Television, que detém os direitos do filme, não desistiu do projeto e conseguiu emplacar uma nova configuração da série para a plataforma da Amazon.   Declarações sobre o projeto “Do filme clássico cult dos anos 1990 ao romance do século 18 do qual foi adaptado, ‘Segundas Intenções’ cativou o público com uma história que transcende o tempo”, disse Lauren Anderson, chefe de produções originais do Amazon MGM Studios, em comunicado. “Estamos muito entusiasmados em compartilhar o próximo capítulo da intrigante trama de engano, inteligência e acerto de contas de ‘Segundas Intenções’ com os clientes Prime e não poderíamos estar mais gratos pelo comprometimento, dedicação e talento de toda essa equipe – nosso elenco incrível, escritores infinitamente inteligentes, liderados por Phoebe e Sara, nossas fantásticas parceiras na Sony e na Original Film, e pelos executivos que abriram caminho no Amazon MGM Studios”, completou. As roteiristas também se manifestaram. “Estamos muito entusiasmadas por trabalharmos juntos para continuar o legado de ‘Segundas Intenções’, um filme que continua amado por tantos – incluindo nós!”, disseram Goodman e Fisher no comunicado. “Prometemos tornar esta próxima versão tão divertida, irreverente e inovadora quanto o original, e somos gratos aos nossos parceiros da Original Film, Sony e Amazon MGM Studios por confiarem em nós para manter nossas Intenções.”

    Leia mais
  • Filme

    Leonardo DiCaprio diz que Sharon Stone foi a primeira a reconhecer seu talento: “Não canso de agradecer”

    17 de novembro de 2023 /

    Leonardo DiCaprio revelou ao E! News que não se cansa de agradecer a Sharon Stone “muitas vezes” por ajudá-lo no começo de sua carreira, pagando do próprio bolso seu salário para incluído no filme “Rápida e Mortal” (1995), de Sam Raimi, após o estúdio recusar-se a contratar um menino desconhecido. Ela foi a primeira a reconhecer seu talento em Hollywood. DiCaprio tinha acabado de finalizar seu primeiro papel de destaque, no filme indicado ao Oscar “Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador” (1994), e Stone queria trabalhar com o então jovem ator e também com outro desconhecido, Russel Crowe, brigando com o estúdio pela escalação dos dois. “Ela disse: ‘Esses são os dois atores com quem quero trabalhar’”, lembrou DiCaprio. “É incrível. Ela tem sido uma grande defensora do cinema e de dar oportunidades a outros atores, então estou muito grato”, lembrou DiCaprio. “Já agradeci a ela muitas vezes”, acrescentou. “Não sei se enviei a ela um presente físico de agradecimento, mas não canso de agradecê-la o suficiente.”   Briga por DiCaprio foi parar em livro Em “Rápida e Mortal”, Stone vive uma pistoleira que entra numa competição de duelos numa cidadezinha do Velho Oeste para acertar contas com seu líder (Gene Hackman). Em suas memórias de 2021, “The Beauty of Living Twice”, ela revelou que teve que pagar o salário de DiCaprio depois que o estúdio TriStar Pictures se recusar a incluí-lo no elenco. “Esse garoto chamado Leonardo DiCaprio foi o único que acertou em cheio no teste”, escreveu Stone, acrescentando que fez o teste com vários atores adolescentes para o papel de The Kid. “Na minha opinião, ele foi o único que entrou e chorou, implorando ao pai que o amasse enquanto ele morria no local.” Stone se lembra dos executivos do estúdio dizendo a ela: “Por que um desconhecido, Sharon, por que você está sempre atirando no próprio pé?’” “O estúdio disse que se eu o quisesse tanto, poderia pagá-lo com meu próprio salário. Foi o que fiz”, explicou Stone. Esta briga acabou motivando Stone a se tornar produtora, para brigar pelo elenco que acreditava merecer o trabalho.   Russell Crowe também agradece Além de DiCaprio, Russell Crowe também se lembra com carinho da defesa de Sharon Stone a sua escalação, dizendo que devia a sua carreira a ela. Em entrevista de 2020 no talk show de Seth Meyers, ele disse que talvez não estivesse mais no cinema se a atriz não tivesse lutado por ele naquele filme. “Demorei 18 meses ou mais e literalmente centenas e centenas de reuniões antes de conseguir um trabalho americano. E só consegui porque Sharon Stone viu um filme que eu estrelei [na Austrália]”, ele contou. “E ela estava em uma guerra de espadas com os produtores masculinos do filme e bateu o pé para dizer: ‘Vou contratar a pessoa que quiser contratar como interesse amoroso’”, Crowe contou. No filme, Crowe interpretou Cort, um ex-pistoleiro e fora-da-lei que se tornou pregador. Foi sua estreia no cinema americano. Dois anos depois, ele estrelou “Los Angeles: Cidade Proibida”, filme indicado a 9 Oscars, e nunca mais parou, vencendo seu próprio Oscar por “O Gladiador” (2000). No mesmo ano em que “Rápida e Mortal” estreou, DiCaprio estrelou “Diário de um Adolescente” e “Eclipse de uma Paixão”. No ano seguinte, a carreira do ator explodiu com o sucesso de “Titanic”, de James Cameron. Com isso, o estúdio Tri-Star assumiu seu erro. Quando “Rápida e Mortal” saiu em vídeo em 1996, o nome do “desconhecido” foi realçado à condição de coprotagonista no trailer do lançamento. Veja abaixo a divulgação do VHS.

    Leia mais
  • Música

    Pavement é confirmado no C6 Fest 2024, em São Paulo

    6 de novembro de 2023 /

    Pavement, banda icônica do indie rock americano, é a primeira atração confirmada para o C6 Fest 2024, evento que ocorrerá nos dias 18 e 19 de maio no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Após uma pausa de 12 anos, a banda retorna ao Brasil, onde já marcou presença no extinto festival Planeta Terra em 2010. E retorna com a formação clássica, composta por Stephen Malkmus, Scott Kannberg, Mark Ibold, Bob Nastanovich e Steve West, com o mesmo rock alternativo que marcou os anos 1990. Conhecidos por sua influência no cenário musical com faixas como “Cut Your Hair”, “Spit on a Stranger” e “Stereo”, os californianos inspiraram bandas como Blur, Radiohead e Weezer com sua mistura de sons dissonantes, que desafiavam os padrões comerciais da época. Após sua separação em 1999, a banda teve uma breve reunião em 2010, e agora, com o retorno em 2022, esperam-se apresentações que revisitem seu repertório influente. O que esperar do C6 Fest 2024 O C6 Fest, patrocinado pelo C6 Bank e organizado pela Dueto Produções, busca criar uma experiência diversificada para o público, seguindo o sucesso da edição anterior que contou com artistas bem diversificados como Kraftwerk, Underworld, Samara Joy e Jon Batiste. A segunda edição deve manter o padrão. Portanto, o anúncio de uma banda que se eternizou na história do rock alternativo pode ser acompanhado por artistas de diferentes perfis. Veja abaixo o clipe mais recente do Pavement, lançado no ano passado quando oficializou seu retorno – o vídeo junta imagens clássicas da banda e a atriz Sophie Thatcher (de “Yellowjackets”).

    Leia mais
  • Música

    Guitarrista do Massive Attack morre aos 62 anos

    24 de outubro de 2023 /

    O guitarrista Angelo Bruschini, da banda Massive Attack, morreu na madrugada desta terça-feira (24/10) aos 62 anos, vítima de câncer de pulmão. O anúncio foi postado nas redes sociais do grupo britânico, que reverenciou Bruschini como um “talento singularmente brilhante e original”, destacando a impossibilidade de quantificar sua contribuição para as músicas do Massive Attack. “Como tivemos sorte de compartilhar uma vida juntos”, acrescenta o texto. Massive Attack foi formado em 1988, na cidade de Bristol, Inglaterra, por Robert “3D” Del Naja, Adrian “Tricky” Thaws, Andrew “Mushroom” Vowles e Grant “Daddy G” Marshall​1​. O primeiro álbum da banda, “Blue Lines”, foi lançado em 1991, destacando-se o single “Unfinished Sympathy” que alcançou as paradas de sucesso e foi posteriormente votado como a 63ª melhor canção de todos os tempos em uma enquete realizada pela publicação musical NME​​.   Legado de Bruschini O guitarrista Angelo Bruschini, ex-Blue Aeroplanes, integrou-se ao Massive Attack em 1995, na época da turnê de “Protection”, contribuindo na construção da identidade musical do grupo. A trajetória de Bruschini com a banda foi marcada por colaborações importantes, notadamente nos álbuns “Mezzanine” (1998) e “100th Window” (2003). Ambos alcançaram o topo das paradas no Reino Unido​ e renderam hits como “Teardrop”, que acabou virando tema de abertura da série americana “House”, e “Angel”. A faixa “Angel”, do álbum “Mezzanine”, é uma das obras mais emblemáticas onde a guitarra de Bruschini tem destaque. A canção é conduzida por uma “parede de guitarras”, e exemplifica o papel crucial de Bruschini em enriquecer o som eletrônico do Massive Attack com elementos analógicos, proporcionando uma textura orgânica que contrasta com a precisão digital predominante. “Angel” também se tornou a música mais conhecida do grupo no Brasil, graças à sua transformação em tema de abertura da novela “Verdades Secretas”, exibida em 2021 na Globo.   Diagnóstico de câncer Em julho, Bruschini compartilhou em sua conta no Facebook eu diagnóstico de câncer de pulmão e como seu estado de saúde havia se deteriorado. Na postagem, ele refletiu sobre sua vida, mencionando a possibilidade de escrever um livro. Apesar do diagnóstico, ele continuou a escrever e postar críticas contra o governo conservador britânico até seus últimos dias.

    Leia mais
  • Série

    Suzanne Somers, estrela de “Three’s Company” e “Step by Step”, morre aos 76 anos

    15 de outubro de 2023 /

    A atriz Suzanne Somers, conhecida por seus papéis em séries de sucesso como “Three’s Company” e “Step by Step”, faleceu neste domingo aos 76 anos em sua casa em Palm Springs, Califórnia, cercada por sua família. Nascida em San Bruno, Califórnia, em 16 de outubro de 1946, Suxanne foi a terceira de quatro filhos em uma família católica irlandesa-americana, e enfrentou desafios em sua infância, incluindo o alcoolismo de seu pai, um trabalhador braçal, quando ela tinha apenas 6 anos. Sua carreira de atriz começou com papéis de figurante em filmes como “Bullitt” (1968), “A Psicose do Medo” (1969), “A Mulher que Desejei” (1970), “Magnum 44” (1973), com Clint Eastwood, e o clássico “Loucuras de Verão” (American Graffiti, 1973) de George Lucas. Sem ter seu nome sequer creditado nos filmes, ela partiu para a TV, onde apareceu em diversas séries dos anos 1970, de “O Barco do Amor” a “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, antes de conseguir seu primeiro papel fixo.   O sucesso de “Three’s Company” Ela alcançou reconhecimento em 1977 ao ser escalada como Chrissy Snow em “Three’s Company” (que no Brasil ganhou o longo título de “Um é Pouco, Dois é Bom e Três é Demais”), papel que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro. Exibida por oito temporadas, de 1977 a 1984, a sitcom acompanhava as aventuras de três colegas de quarto: duas mulheres solteiras, incluindo Somers, e um homem, interpretado por John Ritter, que se passava por gay para ser aceito no apartamento das moças pelo proprietário. A série se destacou por seu humor de duplo sentido e enredos engraçados, muitas vezes envolvendo mal-entendidos e situações hilárias. O papel de Somers, uma típica “loira burra”, a transformou em um ícone da cultura pop. Mas a produção também abordou questões relacionadas à convivência entre homens e mulheres, tocando em temas considerados tabus na época. Com o sucesso, Somers pediu um aumento de salário, buscando igualar sua remuneração à de John Ritter, que era o ator principal da série. Ela propôs um aumento de US$ 30 mil por episódio para US$ 150 mil, que era o valor que Ritter recebia e também estava alinhado com os salários de outros astros de séries de comédia da época. No entanto, a rede ABC recusou a demanda de Somers e o impasse fez com que ela fosse cortada na 5ª temporada, após 100 episódios. A série durou mais três anos sem ela.   Uma xerife na TV Com isso, a atriz foi virar xerife em outra comédia, “She’s the Sheriff”, que foi ao ar de 1987 a 1989. A trama girava em torno de uma viúva que acidentalmente se tornava a xerife de uma cidade do oeste dos Estados Unidos após a morte de seu marido xerife. Sua personagem, Hildy Granger, era incomum para sua época, já que quebrava estereótipos de gênero ao assumir um papel tradicionalmente associado a homens. A série explorava as situações cômicas que surgiam quando uma mulher se esforçava para ser levada a sério como xerife, enquanto lidava com os desafios típicos de manter a ordem em uma cidade. Embora tenha tido uma premissa interessante, “She’s the Sheriff” não alcançou o mesmo nível de sucesso de “Three’s Company” e foi cancelada logo após sua 2ª temporada.   Passo a passo para a volta ao estrelato Dois anos após a decepção, ela encontrou sucesso novamente com “Step by Step”, que durou oito temporadas como “Three’s Company”, entre 1991 e 1998 – e foi exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Criada por William Bickley e Michael Warren, os mesmos criadores de “Três É Demais” (Full House), “Step by Step” seguia a vida de duas famílias que se tornam uma só quando seus pais se casam. A série girava em torno de Frank Lambert, interpretado por Patrick Duffy (de “Dallas”), um viúvo e pai de três filhos, e Carol Foster, interpretada por Suzanne Somers, uma viúva e mãe de três filhos. Depois de um encontro romântico e casamento impulsivo em uma viagem ao Havaí, Frank e Carol decidem se casar e unir suas famílias. O resultado é uma casa cheia de crianças e adolescentes com personalidades diferentes, criando muitas situações cômicas e conflitos familiares. “Step by Step” abordou temas familiares, como relacionamentos, educação dos filhos, namoro e o desafio de combinar duas famílias distintas. Embora não tenha alcançado o status icônico de “Three’s Company”, foi igualmente bem-sucedida e ajudou a consagrar Suzanne Somers como uma das atrizes mais populares da TV americana de sua geração.   Outros talentos O sucesso ainda lhe rendeu uma carreira paralela, tornando-a a rainha dos infomerciais televisivos de fitness da década de 1990, como garota propaganda do equipamento de exercícios ThighMaster. Em março de 2022, ela falou sobre o sucesso do produto no podcast Hollywood Raw, revelando que mais de 15 milhões de unidades do ThighMaster foram vendidas por causa de suas propagandas. O fim de “Step by Step”, porém, também marcou o fim de sua trajetória nas telas. Sua última aparição numa obra de ficção foi como ela mesma na comédia “Diga que Não é Verdade”, em 2001. Depois disso, fez sua estreia na Broadway em 2005 com seu espetáculo solo “The Blonde in the Thunderbird” e se tornou autora de diversos livros sobre bem-estar, perda de peso e saúde. Lembre abaixo as aberturas de suas séries clássicas.

    Leia mais
  • TV

    Globo perde marca e terá que mudar nome do remake de “Renascer”

    11 de outubro de 2023 /

    A rede Globo enfrenta um contratempo legal para sua próxima novela das nove, “Renascer”. De acordo com o Notícias da TV, a emissora não conseguiu registrar a marca no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) a tempo e agora está impossibilitada de usar o nome. Luiz Carlos da Silva, que registrou o nome Renascer para um salão de beleza, se opôs ao uso do termo pela emissora. A Globo tentou contornar a situação registrando “Renascer Remake”, mas ainda enfrenta incertezas jurídicas. Histórico da marca “Renascer” O nome “Renascer” já havia sido utilizado pela Globo em 1993, quando foi registrado por uma fundação que não se opôs ao seu uso pela emissora. Na época, o nome não estava na classificação 41, que abrange projetos nas áreas de educação, treinamento, entretenimento e atividades culturais. Em 2004, o registro expirou e, dez anos depois, foi adquirido por Luiz Carlos da Silva, que o incluiu na classificação que interessa à Globo até 2027. Implicações e prazos legais Aproveitando-se da lentidão do INPI, a emissora registrou “Renascer Remake” e o prazo para oposição expirou sem manifestação de Luiz Carlos. No entanto, o INPI ainda pode negar o pedido, o que deixaria a emissora em uma situação delicada. Mas o processo de análise do registro geralmente leva entre um e dois anos, período em que a novela de Bruno Luperi já terá sido concluída. A Globo só enfrentará problemas se Luiz Carlos recorrer à Justiça comum.

    Leia mais
  • Música

    Paramount+ fará documentário sobre boy bands dos anos 1990 e 2000

    3 de outubro de 2023 /

    A Paramount+ anunciou a produção de um documentário que vai explorar o fenômeno das boy bands e seu impacto na cultura pop. O projeto reúne Johnny Wright, empresário de grupos como New Kids On The Block e ‘N SYNC, e Van Toffler, CEO da Gunpower and Sky, para dissecar a era dominada por essas bandas no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Bruce Gilmer, responsável pela programação musical da Paramount, declarou sobre o projeto: “A era das boy bands nos anos 1990 teve um impacto indelével e estará para sempre entrelaçada no cenário da cultura pop. Boy bands continuam sendo sensações globais genuínas até hoje, como visto na histeria dos fãs em todo o mundo durante a reunião do ‘N SYNC no palco do VMA deste ano e na dominação cada vez maior de grandes grupos de K-Pop como BTS, Stray Kids e TXT.” O documentário vai além da música e mergulha nas personalidades que definiram essa época. O filme contará com entrevistas de figuras-chave e acesso a arquivos de imagens e músicas. A direção está a cargo de Tamra Davis, que começou a carreira dirigindo clipes de bandas indies, como The Smiths e Sonic Youth, antes de estourar em Hollywood com a comédia de Adam Sandler “Billy Madison, um Herdeiro Bobalhão” (1995).   De Jackson 5 a BTS Van Toffler, que passou 28 anos na MTV, comentou: “Se você pensar em grupos como o Jackson 5, que abriram o caminho para as boy bands, essa música dominou as paradas por décadas, mas sempre houve um estigma associado a ela. A realidade é que esses são caras insanamente talentosos, que lideravam os pedidos toda semana quando eu administrava o TRL nos anos 1990 e início dos anos 2000. E, quando todos pensamos que o fervor pelas boy bands havia se dissipado, surgem One Direction ou BTS, e seus discípulos como Harry Styles e Justin Timberlake assumem a cultura pop.” O documentário é a mais recente adição à série de documentários musicais da Paramount+, que tem aproveitado sua ligação com a MTV para explorar o segmento no streaming.

    Leia mais
  • Série

    Trailer revela premissa da volta da série clássica “Frasier”

    21 de setembro de 2023 /

    A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer do revival da série clássica “Frasier”, que traz Kelsey Grammer ao lado de novos coadjuvantes e em diferentes locações. A premissa que justifica a mudança de elenco é bem simples: Frasier volta a Boston para tentar se reconectar com seu filho, que está bem crescido desde que foi visto pela última vez na série original, encerrada em 2004. Nos bastidores da produção, o motivo para a ausência dos demais atores da atração original seria o salário do elenco, que era um dos mais altos da TV quando a série terminou. Frasier retorna à cidade de “Cheers” para tentar se reconectar com seu filho Freddy (Jack Cutmore-Scott, de “Deception”), agora adulto e bombeiro de Boston. Mas o rapaz tem uma nova namorada (Jess Salgueiro, de “The Expanse”) e não quer exatamente passar todos os momentos com seu pai. Por isso, claro, Frasier se convida para morar com ele. E como não poderia deixar de ser, encontra um novo bar para desabafar suas mágoas. Os habitués incluem o inglês Nicholas Lyndhurst (“Lassie”) e a nigeriana Toks Olagundoye (“Atração Fatal”). A história premiada de “Frasier” Os americanos simplesmente amam “Frasier”, que durou 11 temporadas, entre 1993 e 2004, e venceu 39 prêmios Emmy para a rede NBC. Curiosamente, esse sucesso não se repetiu no Brasil, onde “Frasier” só foi exibida na TV paga, pelo canal Sony. Além disso, apenas as suas três primeiras temporadas chegaram a ser lançadas em DVD por aqui. A série era um spin-off de “Cheers”, série passada num bar de Boston, em que Grammer vivia Frasier Crane. Em sua própria série, o psicólogo se mudava para Seattle para trabalhar num programa de rádio e viver com o pai e o irmão. David Hyde Pierce e John Mahoney (falecido em 2018) interpretavam, respectivamente, o irmão e o pai de Frasier, e o elenco também destacava Jane Leeves e Peri Gilpin. A retomada da série se encaixaria nos planos da ViacomCBS para explorar marcas conhecidas como forma de atrair assinantes para seu serviço de streaming. Gravada à moda dos sitcoms antigos, em estúdio diante de uma plateia, o revival estreia em 13 de outubro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Comédia sobre história dos celulares BlackBerry ganha trailer nacional

    13 de setembro de 2023 /

    A Diamond Films divulgou o pôster e o trailer nacionais da comédia “BlackBerry”, filme que mostra a criação, o sucesso e a queda do dispositivo móvel que revolucionou a indústria de telefonia. Dirigido por Matt Johnson (“Operação Avalanche”), o filme adapta o livro biográfico “Losing the Signal: The Untold Story Behind the Extraordinary Rise and Spectacular Fall of BlackBerry” para a tela grande. A trama conta a história de Doug e Mike, dois jovens que descobrem um sinal sem fio inexplorado na América – a internet – , que os leva a desenvolver o primeiro dispositivo móvel com recursos de telefone e e-mail. Mas depois de criarem um império com o lançamento do BlackBerry, os dois acabam falindo após o lançamento do iPhone no mercado. Na produção, o próprio Johnson interpreta o co-fundador da empresa, Douglas Fregin, enquanto Jay Baruchel (“É o Fim”) vive seu sócio Mihal “Mike” Lazaridis. A epopeia dos dois jovens empreendedores ganha ímpeto quando cruzam o caminho do investidor Jim Balsillie, vivido por Glenn Howerton (“Adrenalina”), que topa tirar o projeto da dupla do papel em troca do cargo de CEO e 50% da empresa. O elenco também conta com as participações de Cary Elwes (“Esquema de Risco – Operação Fortune”), Saul Rubinek (“Crimes no Paraíso”), Michael Ironside (“Anônimo”), Rich Sommer (“Verão de 84”) e Michelle Giroux (“A Vida Em Um Ano”). Exibido nos festivais de Berlim, na Alemanha, e no SXSW, nos EUA, o longa praticamente só recebeu críticas positivas e atingiu 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia nos cinemas do Brasil vai acontecer em 12 de outubro.

    Leia mais
  • Música

    Último disco do Nirvana vai ganhar edição de 30 anos com 53 faixas inéditas

    6 de setembro de 2023 /

    O álbum “In Utero”, último disco com gravações inéditas de estúdio do Nirvana, vai ganhar uma edição especial em seu aniversário de 30 anos com 53 faixas inéditas. A edição comemorativa será lançada em 27 de outubro e vai reunir todas as músicas e outtakes do álbum (faixas que ficaram de fora), juntamente com dois shows completos da turnê de divulgação, somando 72 faixas ao todo – sendo 53 delas inéditas, segundo informações da revista Variety.   Shows e faixas bônus As faixas inéditas são gravações ao vivo de shows completos de Los Angeles e Seattle, além de seis faixas bônus ao vivo de Springfield, Nova York e Roma (de um dos últimos shows da banda). O produtor e engenheiro Jack Endino, que comandou o álbum de estreia da banda em 1988, “Bleach”, reconstruiu as faixas ao vivo a partir de fitas de mesa de som estéreo, melhorando o som das performances. Além disso, as 12 faixas originais do álbum, mais cinco faixas bônus e lados B que acompanharam os singles da época, também foram remasterizadas para o lançamento especial.   Kit para fãs Além da edição em CD, fãs também poderão comprar kits com vários materiais promocionais da época, incluindo painel removível de acrílico com o anjo presente na capa do álbum, um livro de capa dura de 48 páginas com fotos inéditas, um fanzine de 20 páginas, uma litografia de pôster da turnê de Los Angeles; réplicas da promoção da loja de discos de 1993, Angel Mobile, três folhetos de shows, dois canhotos de ingressos para Los Angeles e Seattle, um laminado de turnê All-Access e quatro passes de pano para os bastidores: imprensa, foto, pós-show e equipe local. O lançamento também vai acontecer em vinil, numa edição limitada com nada menos que 8 LPs. O terceiro e último álbum do Nirvana, “In Utero” não tem o mesmo impacto cultural de seu antecessor, “Nevermind”, que causou uma verdadeira mudança de paradigma, trazendo o rock alternativo para o mainstream. Mas inclui algumas das melhores canções de Kurt Cobain e marca a despedida da banda mais importante do final do século 20.

    Leia mais
  • Música

    Mais 50 clipes clássicos para celebrar os 50 anos de hip hop

    27 de agosto de 2023 /

    A segunda playlist em celebração aos 50 anos da criação do hip hop traz uma nova seleção de 50 clipes clássicos que definiram e continuam a moldar este universo sonoro. A lista inclui nomes icônicos como Run DMC, Public Enemy, Ice-T, Ice Cube e Dr. Dre, que não apenas dominaram as paradas de sucesso, mas também desafiaram convenções sociais e políticas através de suas letras incisivas e produções inovadoras. A seleção abrange diferentes eras e estilos dentro do hip hop, desde a proclamação do rap como o novo rock em “King of Rock” do Run DMC até o domínio do gênero sobre a música pop, marcado por “Still D.R.E.” de Dr. Dre. A lista inclui artistas que uniram rock e hip hop de maneira inovadora. Todos sabem que Run DMC gravou com Aerosmith. Mas quem lembra de “Bring Tha Noize”, uma colaboração entre Anthrax e Public Enemy? A seleção destaca também o impacto feminino de MC Lyte, Queen Latifah e Eve, clássicos do gangsta rap e do rap alternativo, além dos toques do Sul com Outkast e Geto Boys. Os clipes da seleção não apenas acumularam milhões de visualizações ao longo dos anos, mas também se tornaram referências em cinematografia musical. Por exemplo, “No Sleep Till Brooklyn” dos Beastie Boys e “Don’t Sweat The Technique” de Eric B. & Rakim são conhecidos tanto por suas batidas contagiantes quanto por suas imagens memoráveis. Além disso, muitos dos astros selecionados se projetaram para outras plataformas de entretenimento, como Fresh Prince, que ficou mais conhecido como o ator Will Smith, além de Ludacris, astro da franquia “Velozes e Furiosos”, e Ice-T e LL Cool J, estrelas de séries duradoras da televisão americana, demonstrando que o hip hop se tornou uma força cultural com impacto em vários aspectos da sociedade. De suas raízes nas ruas do Bronx até sua influência global, esta seleção serve não apenas como um lembrete da riqueza e diversidade do hip hop, mas também como um tributo aos artistas que tornaram tudo isso possível, muitos deles, inclusive, já falecidos, como Jam Master Jay (Run DMC), Adam “MCA” Yauch (Beastie Boys), DMX, The Notorious B.I.G., Bushwick Bill (Geto Boys) e Prodigy (Mobb Deep).     Run DMC | Beastie Boys | LL Cool J | Public Enemy | Tone Loc | Schoolly D | Kurtis Blow | The Sugarhill Gang | Kool Moe Dee | Young MC | The Roots | Ice-T | Goodie Mob | Fugees | Boogie Down Productions | Black Star | KRS-One | Missy Elliott | Jungle Brothers | DMX | Ludacris | Nelly | James Brown | Afrika Bambaataa | Digital Underground | Fu-Schnickens | Roxanne Shanté | Showbiz & A.G. | Eric B. & Rakim | Cypress Hill | House of Pain | Black Sheep | A Tribe Called Quest | Jurassic 5 | Queen Latifah | Geto Boys | Ice Cube | The Notorious B.I.G. | Dr. Dre | Mobb Deep | Busta Rhymes | Outkast | MC Lyte | Eve | DJ Jazzy Jeff & The Fresh Prince | De La Soul | The UMC’s | Nas | Kanye West | DJ Shadow

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie