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  • Série

    Nós Somos Campeões: Filme da Disney dos anos 1990 vai virar série

    22 de janeiro de 2018 /

    O filme esportivo infantil “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks) deve virar série. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio ABC Signature está desenvolvendo o projeto como parte de uma estratégia de explorar novas franquias da Disney. A produção original foi um grande sucesso do estúdio em 1992, e contava a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, era sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que a Disney produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série teria partido do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que ficará encarregado de escrever o roteiro do piloto. O produtor da franquia, Jordan Kerner, também estaria envolvido. Entretanto, nem a ABC nem a Disney confirmaram o projeto.

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  • Filme

    Edir Macedo aparece preso no pôster de seu filme

    22 de janeiro de 2018 /

    A Record divulgou o pôster da cinebiografia do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. A imagem registra o ator Petronio Gontijo (novela “Os Dez Mandamentos”), intérprete de Macedo, atrás das grades. A imagem se refere à prisão do bispo em 1992, acusado de charlatanismo, estelionato e curandeirismo. Na época, a prisão gerou repercussão negativa e muitas críticas na sociedade civil. Após vários dias numa cela do 91º DP de São Paulo, ele acabou solto, e a medida considerada ilegal e antidemocrática. Na biografia que inspira o filme, Macedo acusa a Igreja Católica de estar por trás de sua prisão. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, a produção deve se configurar como dois filmes. E o primeiro já estreia em 29 de março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os filmes já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).

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  • Música

    Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro pôster

    20 de janeiro de 2018 /

    O filme “Lord of Chaos”, uma das avant-premières mais esperadas do Festival de Sundance 2018, divulgou seu primeiro pôster. E é puro heavy metal. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, “Lord of Chaos” é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa pretende narrar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Mas a linha entre realidade e publicidade logo começou a se fundir, e a banda se viu envolvida em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg, Jack Kilmer interpretará Dead, Valter Skarsgård incorporará Faust e Sky Ferreira dará vida a uma personagem chamada Ann-Marit, que não faz parte de nenhuma banda da época. Uma possibilidade é Ann-Marit Sæbønes, prefeita de Oslo no período do assassinato de Euronymus. Já Faust deve ser Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Para completar, a trilha do filme, nas cenas não musicais, também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial acontece na terça (23/1) em Sundance e ainda não há previsão de lançamento comercial.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Dorothy Malone (1925 – 2018)

    20 de janeiro de 2018 /

    A atriz americana Dorothy Malone, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme “Palavras ao Vento” (1956), morreu na manhã de sexta-feira (19/1) aos 92 anos, por causas naturais. Malone iniciou a sua carreira artística nos anos 1940, estrelando dezenas de westerns e filmes noir, venceu o Oscar quase duas décadas depois e atingiu o pico de sua fama nos anos 1960, graças a seu trabalho na série “Caldeira do Diabo” (Peyton Place), exibida entre 1964 e 1969. Dorothy Eloise Maloney nasceu em Chicago em 30 de janeiro de 1925 e teve seu encontro com o destino enquanto estudava na faculdade para virar enfermeira. Sua beleza chamou atenção de um olheiro de Hollywood, que a levou a assinar um contrato com o estúdio RKO Radio Pictures aos 18 anos de idade. Ela figurou em inúmeras produções dos anos 1940, mas foi só quando se acertou com a Warner e encurtou o nome para Malone que sua carreira desabrochou. Howard Hawks ficou impressionado quando ela apareceu entre os figurantes do estúdio. Em 1946, a escalou em “A Beira do Abismo” (The Big Sleep), um dos maiores clássicos do cinema noir. Era um pequena participação, em que ela aparecia diante de Humphrey Bogart para fechar uma livraria e dizer uma única frase. Mais tarde, o diretor revelou que incluiu a sequência no filme “só porque a menina era muito bonita”. Em pouco tempo, seus diálogos aumentaram, num crescimento que envolveu filmes de verdadeiros gênios de Hollywood, como “Canção Inesquecível” (1946), de Michael Curtiz, “Ninho de Abutres” (1948), de Delmer Davis, e “Golpe de Misericórdia” (1949), de Raoul Walsh. Até que, a partir de 1949, seu nome passou a aparecer nos cartazes de cinema. Seu contrato de exclusividade acabou na virada da década, e ela seguiu carreira em westerns baratos, virando uma das “mocinhas” mais vistas nos filmes de cowboy da década de 1950 – ao lado de astros do gênero, como Joel McCrea, Randolph Scott, Jeff Chandler, Fred MacMurray, Richard Egan, Richard Widmark, Henry Fonda e… o futuro presidente Ronald Reagan. Ela chegou até a ilustrar um pôster dispensando “mocinhos”, de chapéu, calças e dois revólveres nas mãos – “Guerrilheiros do Sertão” (1951). Mas não abandonou o cinema noir, coadjuvando em “A Morte Espera no 322” (1954), de Richard Quine, “Dinheiro Maldito” (1954), de Don Siegel, e “Velozes e Furiosos” (1955), um dos primeiros filmes de carros de fuga, dirigido e estrelado por John Ireland. Todos cultuadíssimos. Também fez dois filmes com Jerry Lewis e Dean Martin, outro com Frank Sinatra e causou grande impacto no drama “Qual Será Nosso Amanhã” (1955), seu reencontro com o diretor Raoul Walsh, no papel da esposa solitária de um jovem fuzileiro (Tad Hunter) que embarca para a 2ª Guerra Mundial. Ela completou sua transformação no melodrama “Palavras ao Vento” (1956), do mestre Douglas Sirk. A morena deslumbrante virou uma loira fatal. E roubou a cena da protagonista – ninguém menos que Lauren Bacall. Como um Iago (com “I” maiúsculo”) de saias, ela semeava ciúmes e destruição em cena, colocando dois amigos (Rock Hudson e Robert Stark) em conflito por causa da personagem de Bacall, sem que nenhum tivesse feito nada de errado, além de amar a mesma mulher. Em meio a tantas estrelas, Malone venceu o único Oscar do filme, como Melhor Atriz Coadjuvante. A atriz voltou a se reunir com Hudson, Stack e o diretor Douglas Sirk em “Almas Maculadas” (1957), interpretou a mulher do lendário ator Lon Chaney na cinebiografia “O Homem das Mil Faces” (1957), até ver seu nome aparecer antes de todos os demais pela primeira vez, em “O Gosto Amargo da Glória” (1958). O filme era outra cinebiografia de atores célebres, em que Malone interpretou Diana Barrymore, tia de Drew Barrymore e filha do famoso John Barrymore (vivido no drama por Errol Flynn), numa espiral de autodestruição. No auge da carreira cinematográfica, ela fez seu derradeiro e melhor western, “O Último Por-do-Sol” (1961), uma superprodução estrelada por Rock Hudson e Kirk Douglas, escrita por Dalton Trumbo e dirigida por Robert Aldrich em glorioso “Eastman Color”, antes de inesperadamente virar a “coroa” de um filme de surfe, o cultuado “A Praia dos Amores” (1963), que lançou a “Turma da Praia” de Frankie Avalon e Annette Funicello. As novas gerações acabariam adorando Dorothy por outro papel, como a mãe solteira e superprotetora Constance MacKenzie na série “A Caldeira do Diabo”. A produção fez História como o primeiro novelão do horário nobre da TV americana. Além da narrativa melodramática, tinha a novidade de continuar no próximo capítulo, algo inédito na programação noturna da época, e de abordar sexo fora do casamento, outra ousadia. A personagem de Dorothy já tinha sido interpretado por Lana Turner no cinema, num filme de 1957 que rendeu o Oscar para a atriz. A versão televisiva trouxe uma indicação ao Globo de Ouro para Malone, que interpretava a mãe da futura esposa de Woody Allen, Mia Farrow. A atriz sofreu uma embolia pulmonar enquanto trabalhava na série em 1965 e precisou passar por sete horas de cirurgia durante a produção, sendo substituída temporariamente por outra atriz no programa. Mas também teve que lutar por sua vida na ficção, quando os roteiristas resolveram “matá-la” em 1968, após reclamações de descaso com sua personagem. Dorothy foi à justiça contra a 20th Century Fox e recebeu uma fortuna – mais de US$ 1 milhão na época – e sua Constance sobreviveu, mas saiu da série. Sem problemas, pois “A Caldeira do Diabo” acabou no ano seguinte sem ela. Apesar do clima inamistoso com que saiu da produção, a atriz voltou ao papel de Constance MacKenzie mais duas vezes, em telefilmes que reuniram o elenco original da série, exibidos em 1977 e 1985. Ela ainda contracenou com Alain Delon no giallo “Crepúsculo dos Insaciáveis” (1969), mas o resto de sua carreira foi preenchido por pequenas participações em filmes e séries. Seu último trabalho aconteceu em 1992, no papel de uma amiga de Sharon Stone no suspense “Instinto Selvagem”. O sucesso profissional não se refletiu em sua vida pessoal. Seus casamentos duraram pouco. O primeiro foi com o ator francês Jacques Bergerac, ex-marido de Ginger Rogers, em 1959, com quem teve duas filhas. O matrimônio terminou num divórcio amargo, em que Malone acusou Bergerac de se casar com atrizes famosas para promover sua própria carreira. Em 1969, ela se uniu ao empresário Robert Tomarkin, mas o casamento foi anulado em questão de semanas, com acusações ainda piores: ele seria um golpista tentando extorqui-la – anos depois, Tomarkin foi preso por roubo. O último casamento foi com um executivo do ramo de motéis, Charles Huston Bell, em 1971. Igualmente curto, terminou após três anos. Dorothy Malone costumava dizer que sua vida tinha mais drama que a ficção de “A Caldeira do Diabo”. Cinéfilos também poderiam afirmar que ela foi uma atriz com muito mais classe que a maioria dos filmes que estrelou. Mas quando se portava mal, fazia um bem danado para o cinema.

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  • Filme

    Brie Larson visita base da Força Aérea como preparação para viver a Capitã Marvel

    19 de janeiro de 2018 /

    Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”) começou seu trabalho de pesquisa para viver a super-heroína Capitã Marvel no cinema. Alguns militares da Base da Força Aérea de Nellis, em Nevada, postaram fotos em que revelam a visita da atriz na quinta-feira (18/1) para aprender como se portam os pilotos e como eram os aviões de caça dos anos 1990. Ela chegou a vestir um uniforme de piloto e visitar o cockpit de uma aeronave, enquanto teve aulas com os militares. Nos quadrinhos, a identidade secreta da heroína é uma piloto de caça, a Capitã Carol Danvers. Por enquanto, o passeio foi só uma preparação. Mas as filmagens não vão demorar. A produção deve começar a ser rodada em meados de março. Com Brie Larson no papel-título, o primeiro filme de super-heroína da Marvel voltará a trazer Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) como Nick Fury, além de Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Ben Mendelson (“Rogue One”) e DeWanda Wise (série “She’s Gotta Have It”). Law daria vida ao kree Mar-Vell, o Capitão Marvel, segundo rumores. Só o que foi oficialmente revelado até agora é que os skrulls estarão na trama e que a história será passada nos anos 1990. O roteiro foi finalizado por Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Tomb Raider”), contratada em agosto para trabalhar em cima da premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para março de 2019. Had the opportunity to have lunch with Brie Larson today!! Going to show her around the F15 later for her upcoming movie “Captain Marvel” We even FaceTimed @muddcat6 lol #brielarson #USAF #MarvelComics #LasVegas #NoBigs Uma publicação compartilhada por Don (@dwallace85) em 18 de Jan, 2018 às 1:29 PST Awesome time today showing the F15C to @brielarson and telling her the history, can’t wait for @captainmarvelmovie to come out!! @marvel @marvelstudios @USAF @captainmarvel_ig @F15 @nellisafb Uma publicação compartilhada por Don (@dwallace85) em 18 de Jan, 2018 às 7:04 PST Got the opportunity to meet Actress Brie Larson. She was on Nellis doing some work for her movie “Captain Marvel” (March 2019). #CaptainMarvel @brielarson Uma publicação compartilhada por Eric Zupanc (@sgt_awesome) em 18 de Jan, 2018 às 3:17 PST I was able to meet @brielarson with @mainman913 today at work while she stopped by to check out the hangar and prepare for her flight #usafthunderbirds #solosrule #5load #marvel #captainmarvel #leadinglady #lasvegas #f16 Uma publicação compartilhada por zack (@whoiszackfrye) em 18 de Jan, 2018 às 7:33 PST

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  • Série

    Everything Sucks: Série adolescente passada nos anos 1990 ganha primeiro teaser legendado

    16 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou quatro fotos e o primeiro teaser legendado de sua nova série de comédia “Everything Sucks!”, sobre a juventude dos anos 1990. A prévia divertida compara vários hábitos dos adolescentes da época com seus equivalentes atuais. A série é uma criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano: o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”). A trama se passa em Boring, uma cidade que realmente existe com este nome (Tedioso, em inglês) no Oregon, durante 1996, e acompanha os esforços de um grupo de estudantes do Ensino Médio para suportar a vida no local. Com este objetivo, o clube de audiovisual e o clube de drama do colégio decidem juntar forças para criar um filme. O elenco inclui Peyton Kennedy (do terror “Fábula Americana”), Jahi Winston (minissérie “The New Edition Story”), Rio Mangini (série “Bella e os Bulldogs”), Sydney Sweeney (série “The Handmaid’s Tale”), Zachary Ray Sherman (série “90210”) e Patch Darragh (série “The Path”). A estreia está marcada para 16 de fevereiro.

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  • Etc

    Arnold Schwarzenegger se diz “em choque e muito triste” por denúncia de abuso de Eliza Dushku

    16 de janeiro de 2018 /

    Arnold Schwarzenegger, astro de “True Lies”, manifestou-se sobre a denúncia de abuso sexual sofrido pela atriz Eliza Dushku durante as filmagens do longa de 1994, quando ela tinha 12 anos. Ela acusa o coordenador de dublês Joel Kramer de se aproveitar de sua posição na equipe para levá-la para sua piscina em seu hotel e depois boliná-la em seu quarto. “Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, contou Eliza em seu Facebook. O ator se manifestou no Twitter ao responder uma mensagem de seu colega Tom Arnold. “Tom, você pode apostar que nós faríamos alguma coisa [se soubéssemos]. Eu estou em choque e muito triste por Eliza, mas eu também tenho orgulho dela por ter se transformado em um grande talento e uma mulher extraordinária. Ela é muito corajosa”. Eliza interpretou a filha do personagem de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis em “True Lies”. Além de Schwarzenegger, também se manifestaram sobre o caso, a atriz Jamie Lee Curtis e o diretor James Cameron. E, depois da denúncia de Eliza, outras duas mulheres relataram abusos de Kramer nos anos 1980 e 1990. Kramer trabalhou como dublê de Schwarzenegger por mais de uma década, entre “Comando Para Matar” (1985) e “Batman e Robin” (1997). Diante da repercussão das denúncias, ele foi dispensado pela agência que cuidava de sua carreira, mas nega todas as acusações, as quais chama de “fabricadas”. “Com todas essas acusações, parece até que sou um monstro. Não preciso esconder nada”, declarou. Tom, you bet your ass all of us would have done something. I’m shocked and saddened for Eliza but I am also proud of her – beyond being a great talent and an amazing woman, she is so courageous. https://t.co/EJJbkdior2 — Arnold (@Schwarzenegger) 16 de janeiro de 2018

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  • Etc

    Dublê acusado por abuso de Eliza Dushku é denunciado por mais duas mulheres

    16 de janeiro de 2018 /

    Após a denuncia de Eliza Dushku, que acusou o coordenador de dublês Joel Kramer de abuso sexual durante as filmagens de “True Lies”, quando ela tinha apenas 12 anos, mais duas mulheres se manifestaram contra ele. Uma das acusações parte da dublê Laura Albert. Ela conta que em 1997, quando trabalhou com Kramer em “Vírus”, convidou sua irmã e uma amiga dela, ambas com 16 anos na ocasião, para acompanharem os bastidores do filme. Após as filmagens, as meninas quiseram acompanhar a equipe para uma corrida de kart. Mas Kramer as convenceu a dar um mergulho na piscina do hotel em que ele estava hospedado, antes de irem embora. Eliza Dushu também contou que foi convidada para a piscina, antes de sofrer abusos do responsável pelos dublês. Já na piscina, Kramer teria mostrado o pênis para as menores. Laura conta que sua irmã conseguiu escapar nesse momento, mas a amiga não. Joel confirma que fez sexo com a outra menina de 16 anos (que preferiu não se identificar), mas garante que a relação foi consensual e que ele não sabia a idade da garota. A outra acusação é mais antiga. Vem de outra dublê que filmou com Kramer no início dos anos 1980. A mulher conta que pegou uma carona com o coordenador após um encontro da equipe e que ele a teria levado de carro para um lugar calmo e residencial. Lá, ela teria sido obrigada a praticar sexo oral. Atualmente com 60 anos, Joel Kramer foi o dublê oficial de Arnold Schwarzenegger por mais de uma década, entre “Comando Para Matar” (1985) e “Batman e Robin” (1997). Entre seus filmes mais recentes, estão “Exterminador do Futuro: Gênesis” (2016), “Velozes e Furiosos 7” (2016), “Invocação do Mal 2” (2016) e “Blade Runner 2049” (2017). Diante da repercussão das denúncias, ele foi dispensado pela agência que cuidava de sua carreira, mas nega todas as acusações, as quais chama de “fabricadas”. “Com todas essas acusações, parece até que sou um monstro. Não preciso esconder nada”, declarou.

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    Jamie Lee Curtis diz que Eliza Dushku trouxe à tona o abuso de crianças em Hollywood

    14 de janeiro de 2018 /

    A atriz Jamie Lee Curtis, que interpretou a mãe da personagem de Eliza Dushku em “True Lies” (1994), revelou que a amiga tinha lhe contado sua história de abuso sexual “há alguns anos atrás” e que, apesar disso, continuava a ficar chocada e entristecida com o relato “até hoje”. Curtis escreveu um artigo para o site Huffington Post neste domingo (14/1), ponderando o novo horror que a denúncia de Dushku representava. “Todos começamos a despertar para o fato de que abusos terríveis, que agora viraram notícias diárias, aconteciam o tempo inteiro no passado”, ela apontou. “Estes relatos freqüentemente são acompanhados por contestações dos perpetradores de que, como adultas, as vítimas teriam consentido com os atos. Mas a história de Eliza agora nos desperta do nosso sono de negação para uma realidade nova e horrível. O abuso de crianças”. Dushku revelou ter sido abusada aos 12 anos de idade, durante as filmagens de “True Lies”, pelo coordenador de dublês Joel Kramer, num texto publicado em seu Facebook no sábado (13/1). “Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, escreveu a atriz, acrescentando ter se sentido ameaçada para não contar nada, chegando a sofrer um “acidente” durante as filmagens, depois que Kramer, responsável por sua segurança nas cenas de ação, descobriu que ela falou para sua agente. Lembrando do acidente, Curtis considerou que a história de Dushku era agravada pelo fato de o agressor acusado ser alguém que “estava literalmente encarregado de nossas vidas, nossa segurança”. Ela ainda aponta que “muitos de nós envolvidos em ‘True Lies’ somos pais. Jim, Arnold e eu. Pais de filhas. O que alegadamente aconteceu com Eliza, longe do nosso alcance, é uma coisa terrível, difícil de saber e de aceitar”. “A verdade nos libertará”, ela completa. “Espero que essa liberdade [de contar a verdade] traga uma nova capacidade para se denunciar abuso e, quando esse abuso ocorrer, gerar ações rápidas e consistentes, para que ninguém mais precise esperar 25 anos para que sua verdade seja ouvida”.

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    Testemunhas de Eliza Dushku acusam produtora de True Lies de saber dos abusos e não fazer nada

    14 de janeiro de 2018 /

    Duas pessoas próximas de Eliza Dushku na época dos abusos denunciados pela atriz, sua agente JoAnne Colonna e sua guardiã nas filmagens, Sue Booth-Forbes, confirmaram a veracidade da acusação contra o coordenador de dublês Joel Kramer durante a produção de “True Lies” (1994). Na época, a atriz tinha 12 anos. Num longo texto publicado em seu Facebook no sábado (13/1), a atriz relatou como foi abusada por Kramer. “Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, contou Eliza em seu Facebook. E de como se sentiu ameaçada para não falar nada, chegando a sofrer um “acidente” durante as filmagens, depois que o coordenador de dublês, responsável por sua segurança nas cenas de ação, descobriu que ela contou o abuso para sua agente. Colonna representava Dushku quando a jovem conseguiu o papel em “True Lies”, para viver a filha de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis, e se apresentou como a “amiga adulta” que ela menciona em seu relato, a quem havia confiado seu “terrível segredo”. Ao saber da história, a agente peitou o coordenador de dublês e denunciou o caso à produção do filme. O resultado? Uma repreensão da produtora Rae Sanchini, responsável pelas filmagens, que teria lhe dito: “O que uma menina de 12 anos estava fazendo com a equipe tarde da noite?”. “Ninguém fez nada”, Colonna relatou. Sue Booth-Forbes também levou o caso a Sanchini e a denúncia “não chegou em lugar nenhum”. Ou melhor, como Dushku contou, rendeu um acidente muito suspeito logo em seguida, durante uma cena de ação sob controle de Kramer. “Eu fui com ela ao hospital e posso garantir que ela se feriu e fraturou as costelas. Certamente, existem registros médicos em algum lugar para provar isso”, afirmou, contrariando declaração de Kramer, que disse que ela reclamava de um “machucadinho”. Diante da repercussão da denúncia, Sanchini divulgou uma declaração em que nega qualquer conhecimento prévio do abuso – o que é contrariado pelas testemunhas de Eliza. “Fiquei chocada e entristecida por ler a história de Eliza sobre o abuso sexual que sofreu durante a filmagem de ‘True Lies’. Ela tem meu apoio total e simpatia”, disse Sanchini, acrescentando: “Eu quero declarar que, até ontem, eu não sabia de nenhum caso ou acusação de assédio sexual ou ataque contra Eliza. Se eu soubesse, teria tomado medidas imediatas e vigorosas”. JoAnne Colonna e Sue Booth-Forbes afirmam que procuraram a produtora para denunciar Kramer. Ela foi informada. E não tomou “medidas imediatas e vigorosas”. Na verdade, não tomou medida alguma. O diretor James Cameron, que comandou o filme, também veio à público neste domingo (14/1) afirmar que não sabia de nada e que teria agido “sem piedade” se soubesse do abuso. Sanchini trabalha nos filmes de Cameron desde “True Lies” – foi produtora de “Titanic” (1997) e consultora de “Avatar” (2009). Ela nunca mais contratou os serviços de Joel Kramer após o longa de 1994.

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  • Etc

    James Cameron aplaude coragem de Eliza Dushku e diz que agiria “sem piedade” se soubesse do abuso

    14 de janeiro de 2018 /

    O diretor James Cameron se manifestou após a denúncia de Eliza Dushku de que sofreu abuso sexual durante as filmagens de “True Lies”, clássico do cinema de ação. Ela interpretou a filha de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis na produção de 1994 e acusa Joel Kramer, coordenador de dublês do filme. Na época, ela tinha 12 anos. Cameron disse que teria agido “sem piedade” se ele soubesse o que Eliza Dushku passou no set de seu filme. A afirmação foi feita durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), em que Cameron apresentou seu projeto “Visionaries”, que contará a história da ficção científica. “Acabei de ouvir sobre isso, mas, obviamente, Eliza é muito corajosa por falar, e acho que todas as mulheres que estão denunciando querem um acerto de contas agora”. Expressando uma necessidade de mudança em todo o quadro, Cameron continuou: “Eu acho que isso tem sido endêmico em todos os sistemas humanos, e não apenas em Hollywood. A diferença é que Hollywood vitimou mulheres que eram desconhecidas há 10, 15, 20 anos atrás, mas hoje elas são famosas e conseguem ter uma voz mais alta quando se apresentam, então parabéns para elas por fazê-lo, e eu estou feliz que Eliza tenha feito isso. Mas é simplesmente doloroso o que aconteceu com ela”. Cameron lembra do homem que Dushku está acusando de molestá-la. “Eu conheço a outra parte, não tão bem, porque ele não trabalhou mais para mim desde então”, disse ele, “mas o fato de que isso estava acontecendo sob nossos narizes, e nós não sabíamos disso…” O diretor disse que não tinha ideia do que estava acontecendo porque ele sempre se distanciou de relacionamentos interpessoais nos sets, já que geralmente fica muito focado em seu processo criativo. “Os diretores são historicamente muito alheios às coisas interpessoais que estão acontecendo nos sets”, disse ele. “Se eu soubesse disso, não haveria piedade. Agora, especialmente que eu tenho filhas, realmente não teria tido piedade”. Claramente, Cameron sentiu-se perturbado a nível pessoal pelo testemunho de Eliza, apesar da esperança de que as coisas mudem em todas as indústrias. “Eu acho que este é um ótimo momento na história, infelizmente baseado em tragédias pessoais para tantas dessas mulheres. Isso não é um julgamento sobre Hollywood, isso não é um julgamento sobre os americanos, este é um julgamento sobre a raça humana. Esta merda vem acontecendo desde o primeiro dia…” “Espero que possamos criar uma nova prática na indústria para fazer o máximo que pudermos para mudar isso”, ele apontou. “É importante para todas as indústrias e, certamente, Hollywood, criar uma forma segura para que as pessoas possam denunciar qualquer um que possa ser um predador ou um agressor, e que isso seja encorajado e não haja vergonha por isso, haja consequências”.

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    Eliza Dushku revela ter sofrido abuso sexual nas filmagens de True Lies, quando tinha 12 anos

    13 de janeiro de 2018 /

    A atriz Eliza Dushku, estrela das séries clássicas “Buffy: A Caça-Vampiros” e “Dollhouse”, revelou ter sido abusada sexualmente nos anos 1990, enquanto filmava “True Lies”, do diretor James Cameron. Ela interpretou a filha de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis na produção de 1994 e acusa Joel Kramer, coordenador de dublês do filme. Na época, ela tinha 12 anos. “Eu me lembro como Joel Kramer me fez sentir especial, como ele metodicamente construiu a minha confiança e a dos meus pais por meses; exatamente como ele me atraiu para o seu quarto de hotel ao prometer para os meus pais que me levaria para nadar na piscina com o restante do elenco. Lembro vividamente como ele metodicamente diminuiu as luzes; como ele deixou o ar-condicionado em uma temperatura congelante; como ele desapareceu no banheiro e depois voltou nu, usando apenas uma toalha de rosto na frente. Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, contou Eliza em seu Facebook. Além do relato, Eliza afirmou que sofreu um acidente no set de filmagem logo após uma integrante mais velha do elenco ter confrontado Kramer sobre o abuso. A atriz quebrou algumas costelas e passou uma noite no hospital. “Para deixar claro, Joel Kramer era o responsável pela minha segurança no filme, que na época foi um marco no cinema de ação. Diariamente, ele pendurava o meu corpo de 12 anos em fios. Minha vida estava literalmente em suas mãos: ele me erguia ao ar livre, em uma torre ou no topo de um prédio. Para quem deveria ser o meu protetor, ele era meu abusador”. Em entrevista ao site The Wrap, Kramer negou as acusações. “Uau, isso é novidade para mim. Eu nunca a abusei. Ela era uma garota doce. Todos nós cuidamos dela, então isso é surpreendente. Estou chocado. Não sei por que ela está dizendo isso. Nós a levamos para jantar e depois a levamos para nadar na piscina do nosso hotel”. “Eu gostava da Eliza. Agora ela pode acabar com a minha carreira”, completou Kramer. A atriz foi vista recentemente nas séries “Banshee” e “Bull”, e participou de um piloto recusado para coestrelar o remake da série clássica “The Saint” (O Santo).

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  • Música

    Novo clipe de Bruno Mars homenageia programa clássico In Living Colour

    6 de janeiro de 2018 /

    O cantor Bruno Mars homenageou seu “programa de TV favorito de todos os tempos”, como ele mesmo definiu no Twitter, na gravação do clipe de “Finesse”. A produção conta com figurino, coreografia e visual colorido dos anos 1990, mas principalmente com uma recriação da abertura e do cenário do programa humorístico “In Living Colour”, que lançou as carreiras dos astros Jim Carrey, Jamie Foxx, Jennifer Lopez, irmãos Wayans e muitos outros. A música reflete a época, num remix com batidas dançantes, acompanhada por dancinhas sincronizadas e participação da rapper Cardi B (revelada no reality show “Love & Hip Hop: New York”), emulando a Mary J Blige de 25 anos atrás. O próprio Bruno Mars assina a direção da sessão nostálgica. Compare abaixo com a abertura do programa original, em 1990. E o detalhe: diversos integrantes do programa, como os irmãos Shawn, Damon, Kim e Marlon Wayans, agradeceram a homenagem no Twitter, o que fez o cantor agradecer de volta pelas boas memórias. Veja as mensagens logo após os vídeos. This video is dedicated to one my favorite T.V shows of all time — Bruno Mars (@BrunoMars) January 4, 2018 Huge S/O to @BrunoMars & @iamcardib for this In living color tribute it was hot and we appreciate the love??? #InLivingColor pic.twitter.com/kAKU3LlS3M — Shawn Wayans (@shawn_wayans) January 5, 2018 As an alumni of #inlivingcolor i must day this was doooope as fuck @brunomars @iamcardib https://t.co/6KzDIgZbkV — marlon wayans (@MarlonWayans) January 4, 2018 Dope video! S/O my brother Ivory @keeneniwayans @brunomars @iamcardib #inlivingcolor #newschool… https://t.co/1N2g3q8asj — Damon Wayans (@DamonkWayans) January 4, 2018 What an amazing tribute to # In Living Color.! Made me emotional. Thanks for the love, Bruno. I'm a big fan! https://t.co/2YVL30ZocK — Kim Wayans (@kimwayans) January 4, 2018 David Alan Grier on Bruno Mars and Cardi B’s “Finesse” video aka the perfect In Living Color tribute https://t.co/OJLuZTCV2b via @thefader — David Alan Grier (@davidalangrier) January 5, 2018 #FlashBackFriday: Last Night, Cardi B and Bruno Mars Gave Us Our Entire Lives—in Living Color https://t.co/W2BuRhqU2j — Tommy Davidson (@tommycat) January 5, 2018 In living color was it growing up. Pop culture, Comedy, Fashion, Dance & all y’all superstars. There has never been another show like it. ? https://t.co/gIWY6wXB5v — Bruno Mars (@BrunoMars) January 5, 2018

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