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  • Filme

    Remake de O Rei Leão é tão realista que se torna sério demais

    27 de julho de 2019 /

    A obsessão da Disney em realizar remakes live-actions de suas animações chega ao maior clássico do estúdio nos últimos 25 anos, “O Rei Leão”. A escolha de Jon Favreau para dirigir o longa é óbvia, afinal ele fez um milagre com “Mogli, O Menino Lobo”. Não somente elevando a qualidade dos efeitos visuais com um realismo impressionante na renderização de seus animais, mas por atualizar o desenho de meio século sem se render à nostalgia. Os efeitos estão ainda melhores em “O Rei Leão”. Entretanto, o original ainda é relativamente atual e perfeito em sua forma original. Isto rendeu um remake mais reverente que “Mogli”, praticamente seguindo o roteiro do filme de 1994, numa recriação das cenas quadro a quadro. Sem nada para acrescentar à história, restou a Favreau concentrar toda sua energia na tecnologia. Ele é bom no que faz, tanto que a diferença entre “Mogli” e “O Rei Leão” é vista em cada frame. O nível alcançado pelo fotorrealismo faz cair o queixo com locações que parecem existir de verdade, embora inspiradas na animação clássica. Mas é tudo – menos uma cena – computação gráfica. Isso quer dizer que “O Rei Leão” atingiu o topo e, agora, o desafio é superar a qualidade de seus efeitos. Por outro lado, como os animais são realistas demais, essa versão se torna mais séria, o que prejudica um pouco o resultado. Nem é o caso de observar que os animais não apresentam expressões humanas como no desenho. Não é que falta alma, porque animais têm suas expressões e elas estão lá. O problema é outro. Em “Babe”, por exemplo, os animais falam, porém ninguém esperneou. Em “O Rei Leão”, eles ainda cantam. A diferença é que “Babe” era apresentado como uma fábula. “O Rei Leão” não. É para ser “real”. E aí entra um equívoco de premissa, porque animais não falam e, muito menos, cantam. Favreau foi ao limite de limar as coreografias do desenho, que não combinariam com o objetivo de tornar seu filme o mais realista possível. Então, não há elefantes e avestruzes em cima uns dos outros, para que Simba possa cantar lá no alto. Os bichinhos apenas andam e… cantam. As diferenças entre as histórias são mínimas. Ambas têm como base a jornada do herói, além de “Hamlet”, de William Shakespeare, e o evidente “Kimba, o Leão Branco”, de Osamu Tezuka. A versão CGI inclui leoas mais valentes e alguns detalhes escatológicos que não constam do original, mas a verdade é que só agrada porque o filme de 1994 tem uma uma história extraordinária. “O Rei Leão” clássico tornou-se uma influência tão grande que seu impacto pode ser traçado até “Pantera Negra”. Já a versão de Jon Favreu não deixará qualquer outro legado que não seja a evolução dos efeitos digitais. Não é pouca coisa. Mas também não é muita coisa.

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  • Série

    Will & Grace vai acabar (de novo) na próxima temporada

    25 de julho de 2019 /

    Os produtores de “Will & Grace” decidiram finalizar a série na próxima temporada, que estreia em 2020. O anúncio foi feito em comunicado conjunto de Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, que revelaram ter chegado a esta decisão em comum acordo com o elenco. “Pensamos em ‘Will & Grace’ como Karen pensa sobre seus martínis – 51 não é o bastante, mas 53 é demais”, brincaram. “Por isso, após consultar o nosso elenco, decidimos que esta será nossa última temporada”. A próxima temporada é a 3ª do revival iniciado em 2017, mas a 11ª desde que a produção estreou em 1998. Ou seja, esta será a segunda vez que a série vai acabar. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. “O impacto e o legado de ‘Will & Grace’ simplesmente não podem ser exagerados. Ela mudou o jogo quando estamos falando de retratos da comunidade LGBTQIA+”, acrescentaram representantes da rede NBC, que exibe a série nos EUA. “Devemos um enorme agradecimento a Max, David, Jimmy e ao elenco, por seu brilhantismo durante este incrível período”, conclui o comunicado. O revival é escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou as gravações das oito temporadas originais. Mas apesar da ênfase na decisão criativa, o anúncio do final também reflete a perda de quase metade dos telespectadores na temporada encerrada em abril passado – de 5,5 milhões em 2018 para 3 milhões de telespectadores ao vivo. O elenco também recebeu aumentos consideráveis – de US$ 250 mil por episódio a US$ 350 mil na nova temporada. Assim, a série acabou ficando muito cara para seu retorno em audiência. A última temporada deve ir ao ar no começo de 2020, durante a midseason.

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  • Filme

    Diretor de Viagem das Garotas vai filmar Space Jam 2

    17 de julho de 2019 /

    A Warner contratou o cineasta Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (Girls Trip, 2017), para comandar a continuação de “Space Jam”, o blockbuster animado de 1996 em que Michael Jordan entrou no time do Pernalonga para jogar basquete no espaço. Ele é o terceiro diretor ligado ao projeto desde 2016, quando LeBron James foi anunciado como o “novo Michael Jordan” da produção – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Justin Lin saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”. Já Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”) estava à frente do projeto até a semana passada e o motivo de sua substituição não foi divulgado. O longa contará também com Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as jogadoras da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. A expectativa é que mais jogadores da NBA e da WNBA sejam confirmados em breve. Para completar, a atriz Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) viverá a esposa de Lebron, e Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) também está no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia está marcada para julho de 2021.

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  • Série

    BH90210: Astros de Barrados no Baile se reencontram em novo teaser do revival

    14 de julho de 2019 /

    A Fox divulgou um novo teaser de “BH90210”, série derivada de “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 90210), que mostra o reencontro do elenco original de um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1990. A produção será uma minissérie de seis episódios que, como mostra a prévia, tratará seu tema com metalinguagem. Ou seja, os astros não interpretarão seus personagens, mas versões de si mesmos. A trama vai acompanhar um reencontro entre Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David), Tori Spelling (Donna) e Shannen Doherty (Brenda), quando um deles sugere um revival de “Barrados no Baile”. A história vai acompanhar o processo para tirar o projeto do papel, que promete, segundo os produtores, ser mais dramático que a ficção. Por sinal, os sete atores são creditados como produtores da atração, ao lado de Chris Alberghini e Mike Chessler, que trabalharam como roteiristas-produtores do reboot “90210” e voltarão como showrunners. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Também fez parte de seu elenco histórico o ator Luke Perry, “>recém-falecido, que deverá ganhar uma homenagem da produção. Vale lembrar que a série já teve um spin-off, “90210” da rede CW, que em 2008 usou os personagens clássicos como gancho para apresentar uma nova geração mimada de Beverly Hills. A estreia de “BH90210” vai acontecer em 7 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    Filme Sexy Beast vai virar série da Paramount

    14 de julho de 2019 /

    A Paramount encomendou uma temporada de 10 episódios de “Sexy Beast”, série que adapta o filme homônimo de 2000. A produção é uma parceria entre os estúdios Anonymous Content e Paramount Television, responsáveis por sucessos como “13 Reasons Why” e “The Alienist”. Estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” é um filme de gângsteres que rendeu até uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama, Ray Winstone vive Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também está no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A série será um prólogo que contará o passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass e Gal conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e a série vai explorar o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. A atração foi desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e o primeiro episódio terá direção da cineasta Karyn Kusama (“O Peso do Passado”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Sadako: Trailer de terror resgata criatura e diretor do filme O Chamado original

    10 de julho de 2019 /

    A produtora Kadokawa divulgou o segundo trailer e um vídeo musical de “Sadako”, novo filme da franquia japonesa que deu origem ao fenômeno “O Chamado”. E desta vez há um motivo para despertar o interesse do público. O longa marca a volta do diretor original, Hideo Nakata, responsável pelo primeiro “O Chamado” (Ringu), de 1998, à personagem do título. “Sadako” é, na verdade, o quarto filme de Nakata inspirado no livro do escritor japonês Kôji Suzuki. Ele também dirigiu “O Chamado 2” (1999) e até seu remake americano de 2005. Para quem não lembra, Sadako era a aparição feminina de cabelos sobre o rosto que inspirou inúmeras cópias, além de lançar a lenda urbana das antigas fitas de videocassete amaldiçoadas. Ela virou Samara nas versões feitas por Hollywood. A franquia duradoura começou com uma trilogia original japonesa – o terceiro longa contava a origem de Sadako. Após o frenesi inicial, Sadako voltou aos cinemas japoneses em 2012, após descobrir a internet em “A Invocação 3D” e na sua continuação de 2013. Ela até acabou brigando com a segunda aparição de cabelos na cara mais famosa do J-horror, Kayako (de “O Grito”), num crossover chamado “Sadako vs. Kayako” (2016), antes de voltar ao básico no novo filme. Na nova trama, Kazuma Akigawa (Hiroya Shimizu) é um aspirante a YouTuber que tenta testar a maldição de Sadako para conseguir mais seguidores… Claro que dá m. E sobra para Mayu (Elaiza Ikeda), a irmã de Kazuma, que é uma psicóloga que, ainda por cima, cuida de uma garota misteriosa com amnésia (Himeka Himejima). A estreia japonesa já aconteceu e agora o filme começa a circular pela Ásia, com lançamento marcado para o final de agosto em Taiwan e na Indonésia. O trailer com legendas em inglês foi feito para acompanhar a première no Festival Fantasia International, que acontece nesta quinta-feira (11/7) no Canadá. Não há previsão para a distribuição no Brasil.

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  • Etc,  Série

    Eddie Jones (1937 – 2019)

    8 de julho de 2019 /

    O ator Eddie Jones, que ficou conhecido por interpretar Jonathan Kent na série “Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman”, morreu no sábado (6/7), em Los Angeles, aos 82 anos. Com cerca de 75 créditos em atuações no cinema e na TV, ele acabou tendo como maior destaque o papel de pai adotivo de Superman (Dean Cain) na série de TV, ao longo de quatro temporadas, entre 1993 e 1997. Apesar disso, tem uma extensa filmografia. Sempre em pequenos papéis, ele apareceu em filmes de grandes diretores como “O Príncipe da Cidade” (1981), de Sydney Lumet, “Trocando as Bolas” (1983), de John Landis, “O Ano do Dragão” (1985), de Michael Cimino, “Os Imorais” (1990), de Stephen Frears, “Rocketeer” (1991), de Joe Johnston, “Uma Equipe Muito Especial” (1992), de Penny Marshall, “Quebra de Sigilo” (1992), de Phil Alden Robinson, “Seabiscuit – Alma de Herói” (2003), de Gary Ross, e “O Terminal” (2004), de Steven Spielberg. Mas os papéis de mais destaque se restringiram à televisão. Além de “Lois & Clark”, ele integrou os elencos de “The Equalizer”, do remake de “Dark Shadows” e do “Homem Invisível” dos anos 2000, sem esquecer diversas aparições em episódios de séries clássicas – de “Cheers” a “Party of Five” (O Quinteto). Jones também integrava a Interact Theatre Company, companhia de teatro que ajudou a criar.

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  • Música,  Série

    Série sobre a história da banda de rap Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer

    4 de julho de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história da banda de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Trailer da série inspirada por Quatro Casamentos e um Funeral destaca atriz de Game of Thrones

    1 de julho de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster, nove fotos e o primeiro trailer da série “Four Weddings and a Funeral”, inspirada na comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral”, responsável pela febre do gênero nos anos 1990. A atração é estrelada pela atriz Nathalie Emmanuel, conhecida pelo papel de Missandei na série “Game of Thrones”. E o detalhe é que a atriz Andie MacDowell, que estrelou o filme de 1994, também faz participação especial na série. Outros integrantes do elenco incluem Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Zoe Boyle (“Frontier”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”), John Reynolds (“Search Party”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). Como no filme que transformou o ator Hugh Grant em ídolo das comédias românticas, a série acompanhará um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos – Maya (Emmanuel), Craig (Smith), Ainsley (Rittenhouse) e Duffy (Reynolds) – que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. Relacionamentos são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos, casos de amor são inflamados e, claro, há quatro casamentos e um funeral. A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. A estreia está marcada para 31 de julho.

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  • Filme,  Música

    Ator de Trainspotting vira dono da gravadora Creation em primeira foto de cinebiografia

    25 de junho de 2019 /

    A produtora Burning Wheel divulgou a primeira foto de “Creation Stories”, filme sobre a influente gravadora britânica Creation Records, que realizou uma revolução musical nos anos 1980. A imagem traz o ator escocês Ewen Bremner (o Sput de “Trainspotting” e sua continuação) caracterizado como Alan McGee, o fundador e dono da gravadora. O ator não é o único egresso de “Trainspotting” no projeto. O roteiro foi escrito por Irvine Welsh, autor do livro que virou “Trainspotting”, e a produção está a cargo de Danny Boyle, o diretor daquele filme. “Creation Stories” é baseado na autobiografia de McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. O lendário empresário escocês ganhou projeção ao montar um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). Ele também tinha uma banda, a Biff Bang Pow, e foi o primeiro empresário do Jesus and Mary Chain, além de ter gravado o primeiro single do grupo. The Jesus and Mary Chain não foi a única banda famosa lançada pela Creation, que também gravou discos do Primal Scream, My Bloody Valentine, Teenage Fanclub, House of Love, Ride e até Oasis. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. O filme tem direção do ator Nick Moran, que virou diretor com outra cinebiografia de produtor prodígio, “Telstar: The Joe Meek Story” (2008). O elenco inclui Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Rupert Everett (“O Lar das Crianças Peculiares”), Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kirsty Mitchell (“Dupla Explosiva”), Mel Raido (“Lendas do Crime”) e Matthew Durkan (“Coronation Street”) como William Reid, o guitarrista do Jesus and Mary Chain. Ainda não há previsão para o lançamento.

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  • Série

    Elenco de Angel se reencontra em comemoração aos 20 anos da série

    22 de junho de 2019 /

    O elenco da série clássica “Angel” se reuniu para uma reportagem comemorativa dos 20 anos de lançamento da atração, realizada pela revista Entertainment Weekly. Além de David Boreanaz, intérprete do vampiro com alma do título, Charisma Carpenter (Cordelia), Amy Acker (Winifred/Illyria), Alexis Denisof (Wesley), James Marsters (Spike) e J. August Richards (Charles) participaram do reencontro. Spin-off de outra série clássica, “Buffy: A Caça-Vampiros”, a atração de 1999 estrelada por Boreanaz acompanhava o namorado vampiro de Buffy. E, ao contrário da série principal, que concluiu sua história, teve um cancelamento abrupto em 2004, que deixou os fãs sem final e em campanha eterna por alguma conclusão. Joss Whedon, co-criador da série com o roteirista Daid Greenwalt, porém, disse na reportagem comemorativa que o final exibido não era cliffhanger, mas como a série realmente terminava, mostrando que a luta dos personagens era eterna. Entretanto, ele entende porque os fãs gostariam de um conclusão diferente. Tanto que, quando Boreanaz mencionou em março que algo especial relacionado a “Angel” estava sendo preparado, os fãs vibraram pela possibilidade de um revival. Mas nada nesse sentido foi mencionado na reportagem. Aparentemente, o “algo” citado pelo ator era apenas a matéria da Entertainment Weekly. Os atores ainda vão voltar a se juntar na Comic Con de Nova York, em outubro. E tanta nostalgia pode inspirar “algo” diferente. Veja abaixo as fotos do reencontro.

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  • Filme

    Atriz de Circulo de Fogo: A Revolta vai estrelar remake de Jovens Bruxas

    21 de junho de 2019 /

    A atriz Cailee Spaeny (de “Circulo de Fogo: A Revolta” e “Suprema”) vai viver a protagonista do remake de “Jovens Bruxas” (The Craft), sucesso de 1996, que vai voltar como produção da Blumhouse – produtora de “Corra!”, “Nós”, “Fragmentado”, “Uma Noite de Crime”, etc. A trama acompanha uma jovem recém-chegada numa nova escola, que faz amizade com três garotas malvadas e excluídas, envolvidas em bruxaria. Mas a irmandade formada por elas é quebrada quando uma das bruxas abusa do poder. Ao se voltarem contra a novata, esta se mostra muito mais poderosa que o esperado. A Sony tenta filmar o remake desde 2015, quando contratou a cineasta Leigh Janiak (do terror indie “Honeymoon”) para o projeto. Na ocasião, a iniciativa não deu em nada. Assim, o estúdio se acertou com a Blumhouse, que escalou a atriz Zoe Lister-Jones para escrever e dirigir a nova versão. Cineasta novata, ela chamou atenção com sua estreia como diretor, a comédia musical indie “Band Aid”, premiada em festivais norte-americanos em 2017. O novo “The Craft” (título em inglês) ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Veja abaixo o trailer para relembrar o filme original, ao som do cover de “How Soon Is Now” (The Smiths) cantado por Richard Butler (Psychedelic Furs) na banda Love Spit Love, que viraria tema de abertura da série “Charmed”. Para quem não lembra, o elenco original incluía Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”), Fairuza Balk (Ginger em “Ray Donovan”), Neve Campbell (a Sidney Prescott da franquia “Pânico”), Rachel True (série “Half & Half”) e Skeet Ulrich (o FP Jones de “Riverdale”).

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  • Etc

    Filmagens do remake de Convenção das Bruxas são interrompidas por briga de faca no set

    19 de junho de 2019 /

    As filmagens do remake da fantasia “Convenção das Bruxas” (The Witches), estrelada por Anne Hathaway (“As Trapaceiras”), foram interrompidas por um incidente violento. Um membro da equipe de bastidores foi esfaqueado no set do filme, nos estúdios da Warner Bros. no Reino Unido. Segundo o jornal local Hertfordshire Mercury, a polícia prendeu um suspeito pouco depois do incidente, embora não tenha conseguido identificá-lo. O integrante da equipe está em recuperação no hospital. O boletim de ocorrência revela que a vítima, que tampouco foi identificada pela polícia, foi ferida no pescoço e imediatamente socorrida por uma ambulância. O suspeito deve ser oficialmente indiciado por agressão com intenção de provocar sérios danos corporais. Fontes ouvidas pelo jornal Daily Mirror dizem que os dois faziam parte da equipe da produção e começaram a discutir durante o trabalho, até a situação se tornar violenta. Um deles seria o encarregado de transportar a cenografia e o outro um dos montadores. Não há informações sobre se o elenco, que também inclui Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Stanley Tucci (“O Silêncio”) e Chris Rock (“Lá Vêm os Pais”), estava no set no momento do incidente. O filme está sendo rodado no estúdio de Leavesden, em Hertfordshire, em que a Warner filmou a saga “Harry Potter”. A produção é uma adaptação do livro infantil “As Bruxas”, de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), sobre um garoto que descobre que bruxas são reais e planejam transformar as crianças em ratos, começando por ele próprio. O livro de 1973 já foi levado ao cinema em 1990, em versão estrelada por Anjelica Houston. Hathaway vive a líder das bruxas, justamente o papel que foi desempenhado por Houston há três décadas. A nova adaptação tem direção de Robert Zemeckis (“Forrest Gump”) e previsão de estreia para outubro de 2020.

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