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    Últimos dias de Tancredo Neves vão virar filme

    21 de maio de 2017 /

    A história da jovem e corrompida democracia brasileira vai ganhar um novo capítulo cinematográfico. Desta vez, o projeto pretende mostrar como tudo começou, retratando os dramáticos últimos 30 dias da vida de Tancredo Neves, durante a transição da ditadura para a liberdade política. Com direção de Sérgio Rezende, que visitou a própria ditadura em “Lamarca” (1994) e “Zuzu Angel” (2006), além de outros períodos diferentes do Brasil em longas como “Guerra de Canudos” (1997) e “Salve Geral” (2009), o filme “O Paciente” lembrará como a saúde do primeiro presidente civil do país, após duas décadas de ditadura militar, quase colocou em risco o processo da redemocratização do Brasil. A trama será uma adaptação do livro “O Paciente: O Caso de Tancredo Neves”, de Luiz Mir, que descreveu o último mês de vida do político veterano e o nervosismo que acompanhou sua internação hospitalar em 1985. Tancredo Neves foi eleito, mas não sobreviveu para tomar posse, o que levou José Sarney, originalmente seu vice, a assumir a presidência. Segundo apurou a Folha de S. Paulo, a produção será um thriller que mostrará os duelos da equipe de médicos de Tancredo e a instabilidade política que os boletins de sua saúde suscitavam. Ainda não há elenco definido, mas as filmagens estão previstas para o segundo semestre.

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    Idris Elba vai estrear como diretor de cinema

    21 de maio de 2017 /

    O ator Idris Elba planeja virar diretor de cinema. Ele prepara sua estreia na direção com “Yardie”, adaptação do livro homônimo de Victor Headley, que se passa em meio ao submundo do crime e aos protestos raciais de Londres nos anos 1980. O longa será estrelado pelo jovem Aml Ameen (o primeiro intérprete de Capheus em “Sense8”) como o “yardie” do título. A expressão é gíria para quem mora nos “Minha Casa, Minha Vida” do governo britânico – prédios chamados de “government yards”. O protagonista é chamado de D., e chega em Londres no começo dos anos 1980, logo se deparando, sem querer, com o responsável pela morte de seu irmão na Jamaica. A briga pessoal transforma-se em um confronto violento pelas ruas da capital inglesa, coincidindo com o turbilhão político e social da época. “Estou interessado em fazer histórias humanas com personagens cheios de graça ou ódio. Em “Yardie”, o público verá um filme que trará uma mensagem para eles. Estou honrado em poder filmar em minha cidade natal, Londres, e na Jamaica”, declarou Elba, no comunicado do projeto. O roteiro do filme foi escrito por Brock Norman Brock (“Bronson”) e Martin Stellman (do clássico mod “Quadrophenia”), e o elenco ainda inclui Naomi Ackie (“Lady Macbeth”). A produção é da Warp Films, com distribuição do StudioCanal. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Remake de Dinastia ganha trailer escandaloso, com muito sexo, ostentação e cabelos puxados

    20 de maio de 2017 /

    A rede CW divulgou as fotos e o primeiro trailer de “Dynasty”, remake da série novelesca “Dinastia”, grande sucesso dos anos 1980. A prévia mostra uma revisão escandalosa do original, com muito sexo, inclusive sexo gay, numa atualização sem pudor, que ainda aumenta a ostentação e a rivalidade de tapas e cabelos puxados das atuais protagonistas rivais. Sexy ao extremo, o remake explicita o que era sugestão e transforma a vida de luxo da família Carrington em pura luxúria. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. Em seu pico de audiência, entre 1984 e 1985, “Dinastia” foi o programa de televisão mais visto nos EUA. A prévia, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão exagerada dos momentos clássicos da 1ª temporada original. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama ainda noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, ganham interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. A trama apresentada intensifica o conflito entre a filha promíscua e a madrasta manipuladora, que nos anos 1980 acabou ofuscado pela chegada da primeira esposa, vivida por Joan Collins a partir da 2ª temporada. O remake parece também ter guardado a personagem para mais tarde. A produção foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, já que foram os criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. O piloto tem direção de Brad Silberling (do filme “Desventuras em Série”) e a exibição vai acontecer às quartas, na temporada de outono dos Estados Unidos.

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  • Série

    Netflix anuncia série baseada na animação clássica O Cristal Encantado

    20 de maio de 2017 /

    A Netflix anunciou que irá lançar uma série baseada no clássico filme infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. O vídeo que revela o projeto traz um depoimento do próprio Henson, dizendo como se orgulhava do projeto, seguido por desenhos dos personagens da produção original, que logo se mesclam à fabricação de novos bonecos baseados naqueles designs e a apresentação de uma das criaturas animatrônicas da série. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, e se movimentavam por meio de comandos eletrônicos (animatronics) e isso será mantido na série. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os gelflings. A série vai se chamar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (The Dark Crystal: Age of Resistance) e está sendo desenvolvida pelo cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”). Ele vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix. Já os roteiros estão a cargo de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Criador dos Muppets e dos bonecos de “Vila Sésamo”, Henson faleceu em 1990, mas sua empresa continua produzindo novos projetos. Além dessa série, também está atualmente em desenvolvimento um remake de “Labirinto” (1986), último filme de Henson, que terá direção do uruguaio Fede Alvarez (“O Homem das Trevas”).

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  • Série

    Alison Brie vira estrela dos ringues no trailer de GLOW, série de lutas femininas da Netflix

    18 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou 12 fotos novas e o primeiro trailer de “GLOW”, série passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A prévia explica a premissa, ao mostrar como a atriz aspirante vivida por Alison Brie (série “Community”) se torna uma estrela dos ringues. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série é inspirada por histórias reais e gira em torno de uma atriz desempregada, que encontra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um seriado semanal sobre luta livre feminina. Pelos ringues de Los Angeles, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem lutará por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Sunita Mani (série “Mr. Robot”), Ellen Wong (série “The Carrie Diaries”), Betty Gilpin (série “Master of Sex”), a cantora irlandesa Kate Nash e várias atrizes novatas. A estreia está marcada para 23 de junho. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Powers Boothe (1948 – 2017)

    16 de maio de 2017 /

    Morreu o veterano ator Powers Boothe, um dos grandes vilões do cinema e da TV, que enfrentou Jean-Claude Van Damme, Superman e os Agentes da SHIELD. Ele morreu em casa, em Los Angeles, aos 68 anos, de causas naturais enquanto dormia. Boothe, que cresceu em uma fazenda no Texas, começou sua carreira de ator no teatro, em uma série de produções shakespearianas, e foi fazer sua estréia na Broadway no final dos anos 1970. Por coincidência, foi como um ator numa peça de Shakespeare que ele apareceu pela primeira vez no cinema, durante uma sequência do romance clássico “A Garota do Adeus” (1977), de Herbert Ross. Também teve um pequeno papel em “Parceiros da Noite” (1980), de William Friedkin, antes de se voltar para a TV. Ele conquistou o primeiro reconhecimento da carreira ainda em 1980, ao interpretar seu maior vilão: Jim Jones, o líder de uma seita suicida, no telefilme baseado na tragédia real da morte de seus seguidores. Boothe venceu o Emmy de Melhor Ator pela produção, exibida no Brasil como “Jim Jones: O Pastor do Diabo”. A repercussão do prêmio o levou a conquistar papéis importantes em filmes cultuados, como “O Confronto Final” (1981), de Walter Hill, “Amanhecer Violento” (1984), de John Milius, e “A Floresta de Esmeraldas” (1985), de John Boorman. Este último foi filmado no Brasil, ocasião em que Boothe contracenou com vários atores brasileiros, como Dira Paes e Gracindo Júnior. Paralelamente, ele continuou desenvolvendo trabalhos na TV, como uma série em que encarnava o célebre detetive noir Phillip Marlowe – vivido por Humphrey Bogart no cinema. Sua filmografia ainda destaca os últimos filmes de ação violenta à moda antiga, antes do gênero virar pastiche de si mesmo e passar a alimentar o mercado de vídeo. Em ótimos passatempos da época, enfrentou Nick Nolte como rei do crime em “O Limite da Traição” (1987), foi parceiro do falecido Brandon Lee como policial incorruptível em “Rajada de Fogo” (1992) e cultivou o extremo da canastrice como terrorista em “Morte Súbita” (1995), no qual lutou contra Jean-Claude Van Damme. Graças à voz grave e presença intimidadora, acabou consolidando um perfil de intérprete de malvadões, que explorou de forma caricatural em “Sin City” (2005) e sua sequência de 2014. E também como dublador dos supervilões dos quadrinhos Gorila Grodd, em duas séries animadas da “Liga da Justiça”, e Lex Luthor, no longa animado “Superman: Brainiac Ataca” (2006). Ao mesmo tempo, mostrou versatilidade ao ingressar em diferentes gêneros, como o western em “Tombstone – A Justiça Está Chegando” (1993), o romance em “Céu Azul” (1994) e o drama histórico em “Nixon” (1995), de Oliver Stone. Sua presença também engrandeceu séries premiadas. Um de seus papéis mais memoráveis foi como o implacável dono de saloon Cy Tolliver na melhor série já feita sobre o Velho Oeste, “Deadwood” (2004-2006). Viveu ainda o perigoso vice-presidente dos EUA Noah Daniels na série “24 Horas” e no telefilme “24 Horas: A Redenção” (2008), o juiz Valentine “Wall” Hatfield na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2012), o pai de Connie Britton em “Nashville” (de 2012 a 2014) e o vilão Gideon Malick na temporada passada de “Agents of SHIELD”, papel também vislumbrado no filme “Os Vingadores” (2012).

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  • Série

    Os Goldbergs é renovada para mais duas temporadas

    13 de maio de 2017 /

    A rede ABC fechou a renovação da série “Os Goldbergs” (The Goldbergs) por duas temporadas. O acordo é similar ao que a emissora fez com “Modern Family”. O contrato de dois anos prevê a produção da 5ª e 6ª temporadas. A série é considerada um grande sucesso da ABC, sua segunda sitcom mais assistida – atrás apenas de “Modern Family”. Já teve mais de 7 milhões de telespectadores por episódio, mas atualmente está com 6 milhões sintonizados ao vivo. De forma interessante, a produção não começou com tanto público, encerrando a sua 1ª temporada com 4 milhões de telespectadores em 2014. Seu sucesso se deve a uma mudança de horário e insistência do canal com a atração, que ao ser descoberta por mais pessoas se tornou um vício televisivo. “Os Goldbergs” é um autobiografia nostálgica, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, criada e produzida por Adam F. Goldberg. Passada nos anos 1980, acompanha o crescimento do jovem Adam em sua família peculiar. Os integrantes da família são vividos por Wendi McLendon-Covey, Jeff Garlin, Sean Giambrone, Troy Gentile, Hayley Orrantia e o veterano George Segal, que faz rir desde os anos 1960. No Brasil, a série é exibida no canal pago Comedy Central, com o “The” traduzido para “Os” no título nacional. Apesar do sucesso da atração, o projeto de um spin-off passado na década de 1990, que chegou a ganhar piloto recente, não deve ir adiante.

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  • Etc,  Filme

    Trailer de Blade Runner 2049 ressuscita a marca Atari

    9 de maio de 2017 /

    Além do visual futurista, o trailer de “Blade Runner 2049”, lançado na segunda-feira (8/5), chamou atenção por um detalhe nostálgico: um enorme logotipo da Atari, exibido com destaque durante os primeiros segundos. Principal empresa de videogames dos anos 1970, a Atari entrou em decadência no ano seguinte ao lançamento do “Blade Runner” original e nunca mais se recuperou. Mas em 1982, quando Rick Deckard ainda caçava androides, parecia que a companhia se tornaria uma das maiores do mundo. Por isso, o futuro imaginado por “Blade Runner” incluía várias referências à Atari em sua cenografia, que a primeira prévia da continuação extrapola ainda mais, mostrando a onipresença da empresa no ano de 2049. A citação pode ser simples nostalgia e uma forma de manter coesão com o filme dos anos 1980 – que na verdade se passava em 2019. Entretanto, outras empresas antigas citadas em “Blade Runner”, como PanAm e RCA, não ganharam a mesma homenagem. Pode-se alegar que a Atari pertencia à Warner, responsável pela franquia cinematográfica. Mas a companhia de games foi dividida e vendida em 1985. Parte destes direitos foram novamente revendidos em 1998 e 2000. E em 2013 o que sobrou da Atari pediu falência. Desde então, o negócio tenta se reerguer focando games online, ao estilo de cassinos. Ou seja, a Atari não morreu, apenas se tornou irrelevante. Para saber se o lançamento de “Blade Runner 2049” tem a ver com alguma estratégia comercial para reabilitar a marca, será necessário aguardar a estreia do filme, marcada para 5 de outubro no Brasil.

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    Harrison Ford diz que continuação de Blade Runner é “emocionalmente profunda”

    9 de maio de 2017 /

    O novo trailer de “Blade Runner 2049”, que já está na internet, foi apresentado originalmente num evento para a imprensa, nos EUA, realizado na segunda-feira (8/5) com a presença dos atores Ryan Gosling e Harrison Ford. Durante a entrevista coletiva, Ford disse que o novo filme será “emocionalmente profundo” e destacou a primeira cena “complexa” que compartilhou com Gosling durante as filmagens. “Era uma cena sobre todo o ocorrido desde a última vez que vimos meu personagem e a primeira vez que ele é visto neste filme, e as referências que unem estes dois personagens (o de Ford e o de Gosling), que são inesperadamente profundas, emocionalmente profundas e realmente ricas”, comentou. O ator explicou que o novo longa-metragem “reconhece e trata algumas das questões éticas que a tecnologia apresenta hoje em dia” e que a trama explorará tanto os benefícios como as consequências desses avanços. Após retomar outros personagens clássicos de sua carreira como Indiana Jones e Han Solo, Ford também explicou porque decidiu retornar a Rick Deckard, o protagonista do “Blade Runner” original, lançado em 1982. “O personagem se encaixa na história de uma maneira que me intrigou. Há um contexto emocional muito forte e a relação entre meu personagem, Deckard, e o resto me pareceu fascinante. É interessante desenvolver um personagem assim depois de tanto tempo. Foi uma experiência muito gratificante”, comentou. Já Ryan Gosling, que interpreta no filme o novo Blade Runner, oficial K, afirmou que nunca fez parte de um projeto tão ambicioso. “Eu me vi completamente submerso neste universo com o qual cresci. Para mim, a chave foi não demonstrar na câmera o que sentia, porque se supõe que meu personagem está acostumado a essa realidade, embora eu nunca tenha visto cenários assim. Nunca trabalhei em algo nesta escala”, disse o ator canadense. Além dos atores citados, o elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A direção é de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e a produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Novo trailer legendado de Blade Runner 2049 replica clássico e faz várias revelações

    8 de maio de 2017 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Blade Runner 2049”, que replica o visual do filme de 1982 e até a trilha sonora de Vangelis. Mas também há várias novidades, e não apenas na evolução dos efeitos visuais. Entre elas, destacam-se a revelação dos personagens interpretados por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), um fabricante de replicantes um tanto bizarro, e pela cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), no papel de uma replicante que evoca com Ryan Gosling (“La La Land”) o clímax do primeiro filme, o famoso encontro no terraço chuvoso entre os antagonistas, mas de forma sensual. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A trama gira em torno da investigação de um novo caçador de andróides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. Além dos citados, o elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Continuação de Blade Runner ganha novo teaser tenso

    6 de maio de 2017 /

    A Warner divulgou um novo teaser de “Blade Runner 2049”, antecipando o segundo trailer, que será lançado na segunda-feira (8/5). A prévia é tensa, tem narração da personagem de Robin Wright (“Há uma ordem para as coisas. Isso é o que fazemos aqui”), cenas de ação de Ryan Gosling, que aparece surtando e ensanguentado, um vislumbre de Harrison Ford no papel clássico de Rick Deckard, e muitos efeitos visuais. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. O filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original de 1982. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e veja aqui o primeiro trailer da produção.

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    Xuxa perde processo em que tentava fazer Amor, Estranho Amor sumir do Google

    4 de maio de 2017 /

    Xuxa Meneghel teve mais um recurso negado na longeva ação que ela promove contra o Google. Desde 2010, a apresentadora pede que o site de buscas retire de seus resultados fotos em que aparece nua no filme “Amor, Estranho Amor” (1982) e frases que a relacionem à prática de pedofilia. O filme trazia Xuxa, então com 18 anos, em uma cena quente com um garoto de 12 anos. O processo, atualmente em segunda instância, foi negado pela 19ª Câmara Cível do Rio de Janeiro. “Por unanimidade, depois de rejeitadas as preliminares, no mérito, negou-se provimento ao recurso, nos termos do voto da desembargadora relatora Valeria Dacheux Nascimento”, diz o texto da decisão promulgada na terça-feira (2/5). Curiosamente, Xuxa venceu na Justiça de primeira instância no Rio de Janeiro, mas a decisão foi reformada pelo Tribunal de Justiça do Estado em 2015. Os desembargadores do TJ-RJ decidiram restringir apenas algumas imagens apresentadas pela defesa da artista. O caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que cassou a decisão, entendendo que os sites de busca não podem “ser obrigados a eliminar do seu sistema resultados derivados da busca de determinado termo ou expressão, tampouco os resultados que apontem para uma foto ou texto específico”. Após a decisão, os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo e o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. De acordo com o ministro do Supremo, não foi verificada, na decisão do STJ, “a existência de qualquer juízo, ostensivo ou disfarçado, de inconstitucionalidade das normas legais”. Ele considerou a reclamação da artista “inacolhível”. Em 2013, a apresentadora venceu um processo que impediu a Cinearte Produções, distribuidora do filme, de relançar o longa. Dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003) em 1982, o drama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – trazia a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – como uma garota de programa que seduzia um menor de idade. Além de cenas de nudez, Xuxa simulava sexo com o garoto. O menino em questão não persistiu na carreira – a menos que se conte os filmes pornográficos explícitos que protagonizou, rodados em 2008 pela produtora Brasileirinhas. Ela, por outro lado, alavancou-se como uma sensação nacional e tornou-se referência no nicho das louras infantilizadas.

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    Ryan Gosling e Harrison Ford ilustram dois pôsteres da continuação de Blade Runner

    4 de maio de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou dois pôsteres da aguardada continuação de “Blade Runner” (1982), que destacam individualmente os personagens de Ryan Gosling (“La La Land”), o novo caçador de androides, e Harrison Ford, o Blade Runner original. Intitulado “Blade Runner 2049”, em alusão ao ano em que se passa a trama, o filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do filme de 1982. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), o filme vai acompanhar a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e veja aqui o primeiro trailer da produção.

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