PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Blade Runner ganha curta animado do criador de Cowboy Bebop

    26 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou o terceiro e último curta passado no universo de “Blade Runner”, que tem direção de Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. Único dos três realizados como animação, “2022: Black Out” também é o mais longo, com 15 minutos de duração, e o que revela mais detalhes sobre o futuro em que se passará o novo filme, “Blade Runner: 2049”. O vídeo narra um ataque de replicantes que causa um black-out tecnológico completo, levando ao fim da fabricação dos modelos Nexus e à falência da Tyrrel Corporation, responsável por suas criações. A história antecede a trama dos outros dois curtas dirigidos por Luke Scott (“Morgan”), filho de Ridley Scott, e ainda inclui um personagem do longa de 1982, Gaff (vivido por Edward James Olmos). A produção é uma iniciativa do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”), responsável por “Blade Runner 2049”, que convidou Watanabe a desenvolver o curta, passado no intervalo entre o longa original, dirigido por Ridley Scott em 1982, e o seu, que chega aos cinemas em 5 de outubro. Veja também os curtas “2036: Nexus Dawn”, com Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), e “2048: Nowhere to Run”, com David Bautista (“Guardiões da Galáxia”) clicando nos seus títulos.

    Leia mais
  • Série

    Série baseada no filme Máquina Mortífera ganha três comerciais da 2ª temporada

    24 de setembro de 2017 /

    A rede Fox divulgou três comerciais da 2ª temporada de “Lethal Weapon” série baseada no filme “Máquina Mortífera”. As prévia são repletas de momentos emotivos, entre uma explosão e um tiroteio. Assim como a franquia cinematográfica dos anos 1980 e 1990, a série acompanha a improvável dupla policial formada pelo veterano sargento Roger Murtaugh (Damon Wayans Sr.) e o impulsivo detetive Martin Riggs (Clayne Crawford), que trabalham juntos no Departamento de Polícia de Los Angeles, e precisam aprender a conciliar seus estilos opostos de trabalho. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller (criador de “Forever”) e o elenco também conta com Kevin Rahm (série “Desperate Housewives”) como o Capitão Avery, chefe da dupla, Golden Brooks (série “Hart of Dixie”) como Trish Murtaugh, esposa do personagem de Wayans, e Jordana Brewster (uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”) no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A 1ª temporada estabeleceu que o durão Riggs é também um marmanjo carente e que o coração taquicárdico de Murtaugh também é grande o suficiente para que o parceiro integre sua família. Tudo para não deixá-lo sozinho, amargando a morte da esposa e alimentando o desejo de se arriscar mais que a saúde de Murtaugh aguentaria. A 2ª temporada teve encomenda de mais 22 episódios, resultado da boa audiência conquistada em seus primeiros episódios – uma média de 6,6 milhões de telespectadores ao vivo. A estreia acontece na terça (26/9) nos Estados Unidos. No Brasil, a atração é exibida no canal pago Warner e, desde sexta (22/9), também na TV aberta, pela rede Globo.

    Leia mais
  • Filme

    20 minutos de vídeos mostram bastidores de Blade Runner 2049 e a duradoura influência do filme original

    24 de setembro de 2017 /

    A revista Vice publicou uma longa reportagem em vídeo que revela muitos detalhes dos bastidores de “Blade Runner 2049”, incluindo a preferência do diretor Dennis Villeneuve por efeitos práticos, com sets funcionais, armas, veículos e até os vermes servidos como comida futurista. Confira abaixo o material, que inclui ainda muitas entrevistas e uma reflexão sobre a influência do filme original de 1982 nas artes e na tecnologia moderna. São dois vídeos num total de cerca de 20 minutos de material. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação traz Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides (blade runner), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Novo cartaz de Stranger Things homenageia Os Goonies

    21 de setembro de 2017 /

    A Neflix divulgou mais um pôster de “Stranger Things” que presta homenagem a um filme clássico. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986), “A Hora do Pesadelo” (1984), “O Sobrevivente” (1987), “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), “Chamas da Vingança” (1984) e “Tubarão” (1975), a vez de “Os Goonies” (1985). Apesar do fundo ser diferente, o conceito e as poses dos personagens são similares. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Bernie Casey (1939 – 2017)

    21 de setembro de 2017 /

    Ex-jogador de futebol americano e ator de vários sucessos do cinema, Bernie Casey morreu na terça (19/9), após “uma breve doença”, aos 78 anos. Casey começou sua carreira no futebol americano na época da universidade e chegou a participar da Olimpíada de 1960. Ao encerrar a participação no esporte aos 30 anos, começou a investir na carreira artística. Seu primeiro longa foi o western “A Revolta dos Sete Homens”, lançado em 1969, e logo em seguida ele participou do segundo longa do então desconhecido Martin Scorsese, “Sexy e Marginal” (1972). Sua aparência física atlética também foi explorada em vários lançamentos do auge da blaxploitation, incluindo “O Justiceiro Negro” (1972) e “Cleopatra Jones” (1973). Apesar da popularidade conquistada no esporte, ele teve poucos papéis de protagonista, e exclusivamente em sua fase blaxploitation, entre eles os personagens-títulos do drama criminal “Hit Man” (1972), do drama esportivo “Maurie” (1973) e do terror “Dr. Black, Mr. Hyde” (1976), além do cultuado “Brothers” (1977), sobre Panteras Negras aprisionados. De todo modo, é mais lembrado por trabalhos de coadjuvante. Sua filmografia inclui até a sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976), estrelada por David Bowie, e “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983). Mas foi com “A Vingança dos Nerds” (1984), que caiu na comédia e nas graças do grande público. No filme, ele era o presidente de uma organização de fraternidades negras que aceita a candidatura dos nerds para criar uma filial em sua universidade – o que permite a virada da história. A partir daí, Casey se especializou em comédias. Emplacou “Os Espiões que Entraram numa Fria” (1985), “As Amazonas na Lua” (1987), “Um Tira de Aluguel” (1987), “Vou Te Pegar Otário” (1988), “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), “48 Horas – Parte 2” (1990) e até os telefilmes “A Vingança dos Nerds III: A Nova Geração” (1992) e “Os Nerds Também Amam”, em que retomou o papel de U.N. Jefferson, do longa de 1984. O ator também coadjuvou no thriller de ação “A Força em Alerta” (1992), maior sucesso de Steven Seagal, e no terror “À Beira da Loucura” (1994), de John Carpenter, além de aparecer em inúmeras séries, com destaque para “Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine”, na qual estrelou um episódio duplo como comandante da Federação dos Planetas Unidos. Ele chegou a escrever, dirigir e estrelar um longa-metragem em 1997, “The Dinner”, mas a partir daí foi parando aos poucos. Seu último trabalho foi “Vegas Vampires”, lançado em 2007.

    Leia mais
  • Filme

    Diretor de Thor: Ragnarok negocia filmar o cultuado mangá Akira

    20 de setembro de 2017 /

    A adaptação americana de “Akira” voltou à tona. Segundo o site Deadline, o neozelandês Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor: Ragnarok”, está negociando com a Warner para dirigir o filme. O projeto está em desenvolvimento há 15 anos, e é curioso que o estúdio volte a considerá-lo num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos – especialmente após o ator inglês Ed Skrein (“Deadpool”) desistir de um papel em “Hellboy” para não tirar a oportunidade de um colega asiático. Um dos roteiros anteriores do filme trocava a ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York, como justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. O roteirista mais recente a trabalhar no projeto foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”). Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, quase saiu do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Embora “Akira” seja mais conhecido pelo famoso anime de 1988, que chamou atenção do mundo para a animação japonesa, o projeto foca a adaptação dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente e são muito mais complexos. Por isso a Warner chegou a considerar dividir o filme em duas partes. Todas as versões desenvolvidas até aqui previam um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. Caso Waititi embarque no projeto, ele só deve filmá-lo após “Jojo Rabbit”, uma comédia dramática ambientada na 2ª Guerra Mundial, que já tem filmagens marcadas para o segundo trimestre de 2018.

    Leia mais
  • Filme

    Hugh Jackman é o favorito à presidência dos EUA na primeira foto de The Front Runner

    19 de setembro de 2017 /

    O ator Hugh Jackman (“Logan”) divulgou em seu Twitter a primeira foto de seu novo filme, “The Front Runner”, drama político baseado em fatos reais, com direção de Jason Reitman (“Amor sem Escalas”). A trama acompanha o senador Gary Hart (Jackman), candidato democrata favorito à presidência dos EUA em 1988, cuja campanha promissora foi interrompida pela divulgação de um escândalo sexual, que se tornou uma das maiores histórias dos tabloides da época. Considerado mulherengo, ele foi seguido por paparazzi em suas viagens, que flagram uma pernoite de Donna Rice, futura CEO da ONG Enough Is Enough, apesar dele ser casado. Sara Paxton (série “Murder in the First”) interpreta Donna Rice no longa, que ainda tem em seu elenco Vera Farmiga (série “Bates Motel”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Kaitlyn Dever (série “Last Man Standing”), Molly Ephraim (também de “Last Man Standing”), Ari Graynor (série “I’m Dying Up Here”), Mike Judge (o criador da série “Silicon Valley”) e Kevin Pollak (“Cães de Guerra”). Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Destaque do Festival de Toronto, Me Chame pelo Seu Nome ganha trailer legendado

    19 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “Me Chame pelo Seu Nome” (Call Me By Your Name), um romance gay sensível de Luca Guadagnino (“Um Mergulho No Passado”), que foi o terceiro filme mais votado do Festival de Toronto e o vencedor do prêmio do público do Festival de Melbourne. A prévia destaca as belas imagens que costuma acompanhar os filmes do cineasta italiano, que pela primeira vez trabalha com o diretor de fotografia tailandês Sayombhu Mukdeeprom (do assombroso “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”). Passada numa idílica mansão rural italiana dos anos 1980, a trama acompanha como o jovem filho de um professor americano se encanta com o novo pupilo convidado a passar o verão com a família. O elenco destaca Timothée Chalamet (“Interestelar”) como o filho, Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) como o pai e Armie Hammer (“Cavaleiro Solitário”) como o convidado. Adaptação de um romance aclamado de André Aciman, o filme estreia em 24 de novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Blade Runner 2049 ganha novo curta centrado no personagem de Dave Bautista

    18 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou um segundo curta-metragem inédito de seis minutos passado no universo de “Blade Runner”. O novo vídeo é um prólogo imediato da trama de “Blade Runner 2049”, centrado em Sapper, o personagem de Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). O curta tem uma introdução do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”), responsável por “Blade Runner 2049”, que revela ter convidado cineastas a desenvolverem três histórias, passadas no intervalo entre seu filme e o original de Riddley Scott, lançado em 1982. Assim como o primeiro curta, “2048: Nowhere to Run” tem direção de Luke Scott (“Morgan”), filho de Ridley Scott. Enquanto o primeiro se passava numa sala hermética e acompanhava Niander Wallace (Jared Leto, de “Esquadrão Suicida”), responsável pela criação de uma nova série de replicantes, a Nexus 9, mais evoluídos que os vistos anteriormente, o segundo acompanha o replicante foragido vivido por Bautista, forçado a enfrentar um dilema moral e usar de violência no mercado decadente de contrabandos da trama. Previsto para chegar ao Brasil em 5 de outubro, “Blade Runner 2049” se passa 30 anos depois dos eventos do primeiro longa, e mostra a busca do agente K (Ryan Gosling, de “La La Land”) por Rick Deckard (Harrison Ford), o caçador de androides original, desaparecido desde então.

    Leia mais
  • Música

    John Carpenter dirige clipe que resgata o tema do terror Christine – O Carro Assassino

    17 de setembro de 2017 /

    O célebre diretor de clássicos do terror John Carpenter voltou a dirigir. Mas não é um novo filme. Ele assina o clipe de “Christine”, música que integra seu novo disco de releituras de suas trilhas mais famosas. O vídeo recria o clima de “Christine – O Carro Assassino”, adaptação de Stephen King que ele realizou em 1983, utilizando a música-tema e o mesmo modelo de carro do filme, um Plymouth Fury vermelho de 1958. O carro dispara pelas ruas, até jogar seus faróis sobre uma jovem com problemas mecânicos e avançar… Quem viu o filme imagina um assassinato brutal. Mas a porta do veículo se abre e revela John Carpenter – de aparência sinistra, mas prestativo – oferecendo uma carona. Sim, John Carpenter dirige literalmente “Christine”. A garota em perigo é vivida por Rita Volk (da série “Faking It”). Pioneiro das trilhas sintetizadas em filmes de terror, o músico e cineasta é uma das maiores influências de diversas tendências do som eletrônico contemporâneo. Seu estilo musical pode ser traçado como principal referência da trilha da série “Stranger Things” e de filmes como “Corrente do Mal” e “Raw”, entre outras produções recentes. “Christine” integra o disco “Anthology: Movie Themes 1974-1998”, que reúne músicas de seus filmes, inclusive sua primeira composição para o cinema, o tema da sci-fi “Dark Star” (1974). Os projetos alternativos compensam a longa ausência do diretor de clássicos como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982) do cinema. Ele não filma desde “Aterrorizada” (2010).

    Leia mais
  • Filme

    Criador de Cowboy Bebop desenvolve curta animado de Blade Runner

    16 de setembro de 2017 /

    A Warner do Japão divulgou um vídeo com bastidores e prévia do próximo curta passado no universo de “Blade Runner”, que tem direção de Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. A produção é uma iniciativa do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”), responsável por “Blade Runner 2049”, que convidou três cineastas a desenvolverem histórias sobre o universo do filme, passadas no intervalo entre o longa original, dirigido por Ridley Scott em 1982, e o seu, que chega aos cinemas no começo de outubro. O primeiro foi um curta de Luke Scott (“Morgan”), filho de Ridley Scott, intitulado “2036: Nexus Dawn”, que introduziu o novo personagem de Jared Leto na franquia. O curta de Watanabe será animado e se passa cronologicamente antes daquele. Intitulado “2022: Black Out”, vai contar uma história passada durante um grande apagão energético. Ainda não há previsão para sua estreia. Já “Blade Runner 2049” chega ao Brasil em 5 de outubro, centrado na busca do agente K (Ryan Gosling, de “La La Land”) por Rick Deckard (Harrison Ford), o caçador de androides original, desaparecido há 30 anos.

    Leia mais
  • Série

    Trailer e imagens de Fuller House comemoram o aniversário de 30 anos de Três É Demais

    16 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, os pôsteres e 20 fotos da 3ª temporada de “Fuller House”, que celebram o aniversário de 30 anos da série “Três É Demais” (Full House), que originou a atração. A prévia mostra um reencontro dos pais originais para a celebração com suas filhas, atuais protagonistas do spin-off, que se passa no mesmo endereço cenográfico da trama dos anos 1980. Os pôsteres, inclusive, chamam atenção para este detalhe. “Fuller House” é um spin-off de “Três É Demais” e acompanha as meninas da série original, já crescidas e com seus próprios filhos, numa continuação da trama clássica. Há 30 anos, um pai (Bob Saget) tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem é vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin já apareceu como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas. A 3ª temporada vai chegar em 22 de setembro na Netflix. Que é exatamente a data do aniversário de 30 anos de “Três É Demais” (Full House).

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Harry Dean Stanton (1926 – 2017)

    15 de setembro de 2017 /

    Morreu o ator Harry Dean Stanton, estrela de “Alien” (1979), “Paris, Texas” (1984), “Twin Peaks” e inúmeros outras produções clássicas e cultuadas. Ele tinha 91 anos e faleceu de casas naturais em um hospital em Los Angeles. Harry Dean Stanton nasceu em 14 de julho de 1926, em West Irvine, uma pequena comunidade do Kentucky. Seu pai era fazendeiro e barbeiro, sua mãe era uma cabeleireira, e o jovem Harry virou cozinheiro, quando serviu na Marinha durante a 2ª Guerra Mundial. Após a Guerra, ele chegou a se matricular na Universidade de Kentucky para estudar jornalismo, mas acabou tomando outro rumo. Mais especificamente, um ônibus Greyhound para Los Angeles, onde desembarcou em 1949 disposto a fazer sucesso. Chegou a se apresentar como cantor e até como pregador batista, antes de tentar o que a maioria dos recém-chegados tentava naquela cidade: virar ator. Sua estreia aconteceu na série “Inner Sanctum”, em 1954, seguida por uma figuração num clássico de Alfred Hitchcock, “O Homem Errado” (1956). Em pouco tempo, estabeleceu-se como vilão do episódio da semana das séries de western, vestindo chapéu preto em produções como “As Aventuras de Rin Tin Tin”, “Bat Masterson”, “O Homem do Rifle”, “Johnny Ringo”, “Paladino do Oeste”, “Gunsmoke” e “Couro Cru”, entre outras. Isto lhe abriu as portas para seu primeiro papel coadjuvante, como filho do vilão fazendeiro do western “O Rebelde Orgulhoso” (1958), de Michael Curtis. Ele também apareceu no clássico “A Conquista do Oeste” (1962), de John Ford, mas sua carreira só foi deslanchar na década de 1970, quando trabalhou com alguns dos maiores diretores da chamada Nova Hollywood. Tudo por conta de dois pequenos papéis, chamando atenção de forma memorável em “Rebeldia Indomável” (1967), de Stuart Rosenberg, e “Corrida Sem Fim” (1971), de Monte Hellman. A explicação de Stanton para roubar as cenas foi seguir um conselho de Jack Nicholson nas filmagens de “A Vingança de um Pistoleiro” (1966): não fazer nada e deixar o figurino trabalhar. Este seria o segredo de seu método de “interpretação natural”. E, de fato, deu tão certo que ele e Nicholson se tornaram melhores amigos – e vizinhos. Ao todo, a dupla rodou seis filmes juntos – os demais foram “Rebeldia Violenta” (1970), “Duelo de Gigantes” (1976), “O Cão de Guarda” (1992), “A Promessa” (2001) e “Tratamento de Choque” (2003). Sua fama de “não fazer nada” tornou-se ainda mais lendária quando Stanton passou a trabalhar com alguns dos maiores mestres do cinema americano. A lista invejável inclui Sam Peckimpah (em “Pat Garrett e Billy the Kid”, 1973), Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão 2”, 1974), Arthur Penn (“Duelo de Gigantes”, 1976), John Huston (“Sangue Selvagem”, 1979), John Carpenter (“Fuga de Nova York”, 1981), Garry Marshall (“Médicos Loucos e Apaixonados”, 1982), Robert Altman (“Louco de Amor”, 1985), Martin Scorsese (“A Última Tentação de Cristo”, 1988), David Lynch (“Coração Selvagem”, 1990), John Frankenheimer (“A Quarta Guerra”, 1990) e Frank Darabont (“À Espera de um Milagre”, 1999). Por menor que fosse o papel, ele sempre dava um jeito de chamar atenção, o que, muitas vezes, fazia com que seus diretores famosos lhe convidassem para um bis, repetindo as parcerias, como Coppola em “O Fundo do Coração” (1981) e Lynch com “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1994) e “Império dos Sonhos” (2006). Houve, inclusive, um período de oito anos, entre 1978 e 1986, em que ele parecia estar em todos os filmes que importavam. Nesta fase, era praticamente impossível ir na videolocadora e não alugar um VHS com Staton no elenco, fosse sci-fi, comédia, drama, terror, suspense, filme de adolescente e até musical. Seu nome estava simplesmente em “Alien” (1978), “A Rosa” (1979), “A Recruta Benjamin” (1980), “Fuga de Nova York” (1981), “Christine, O Carro Assassino” (1983), “Amanhecer Violento” (1984), “Repo Man – A Onda Punk” (1984) e “A Garota de Rosa-Shocking” (1986) – como o pai desempregado de Molly Ringwald – , entre outros sucessos da época. Tornou-se tão ubíquo que até Deborah Harry, a cantora da banda Blondie, lhe dedicou uma música, “I Want That Man” (1989). A letra começava assim: “I want to dance with Harry Dean/ Drive through Texas in a black limousine”… Os dois namoraram. Apesar disso, Stanton raramente viveu um protagonista. Mas na primeira oportunidade, o filme que ele estrelou venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. “Paris, Texas” tornou-se um dos maiores lançamentos dos anos 1980, colocando seu diretor, o alemão Wim Wenders, no patamar dos grandes mestres. Na trama, Staton vivia Travis, um homem e um pai quebrado pelo amor não correspondido, que vagou por quatro anos sem destino pelas estradas empoeiradas do sul americano, e ao ser encontrado no deserto tenta juntar os cacos de sua vida para entender o que aconteceu. Seu rosto triste marcou gerações. Stanton chegou a dizer, na ocasião: “Depois de todos esses anos, finalmente consegui o papel que queria interpretar. Se nunca mais fizesse outro filme depois de ‘Paris, Texas’, ficaria feliz”. Além de estrelar “Paris, Texas”, ele ainda cantou na trilha sonora, composta por Ry Cooder. E esta era outra faceta de seus múltiplos talentos. O ator tinha uma voz angelical, que foi explorada em outros filmes, como “Rebeldia Indomável”, no qual viveu um presidiário que trabalhava duro em rodovias, e em “Cisco Pike” (1972), em que foi uma estrela de rock decadente, melhor amigo do roqueiro traficante vivido por Kris Kristofferson. Por curiosidade, ele também fez dois filmes com Bob Dylan – “Pat Garrett e Billy the Kid” e o mítico “Renaldo and Clara” (1978), dirigido pelo próprio Dylan. E, fora das telas, tinha sua própria banda, Harry Dean Stanton and the Repo Men, que dava shows nas casas noturnas de Los Angeles. Os cineastas mais jovens também o veneravam, como demonstram suas aparições em “Alpha Dog” (2006), de Nick Cassavetes, “Aqui é o Meu Lugar” (2011), do italiano Paolo Sorrentino, “Rango” (2011), de Gore Verbinski, “Os Vingadores” (2012), de Joss Whedon, e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), do inglês Martin McDonagh. Mas, nos últimos anos, o ator vinha se destacando mais na TV, graças ao papel assustador do vilão polígamo e autoproclamado profeta Roman Grant, na série “Big Love” (Amor Imenso, 2006–2011) da HBO. Além disso, sua pequena aparição no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” lhe rendeu uma longa participação recorrente no revival da série “Twin Peaks” deste ano, em que reprisou o papel de Carl Rodd, o dono de um parque de trailers – e também cantou. Seu último lançamento previsto é o drama indie “Lucky”, de John Carroll Lynch, que teve première no Festival SXSW e chega aos cinemas norte-americanos em 29 de setembro. O filme é um despedida magistral, em que Stanton, no papel-título, canta, anda pelo deserto texano, contracena com velhos amigos (David Lynch e Tom Skerritt, seu comandante em “Alien”) e pondera o que existe depois da morte. Com exceção de um breve casamento, Stanton viveu a maior parte da vida sozinho. Assim como Travis, de “Paris, Texas”, isto se devia a um coração partido. No documentário sobre sua carreira, “Harry Dean Stanton: Partly Fiction” (2012), ele confessa ter ficado amargurado após perder seu grande amor, a atriz Rebecca De Mornay (atualmente na série “Jessica Jones”). “Ela me deixou por Tom Cruise”, diz ele no filme.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie