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  • Filme

    Me Chame pelo seu Nome é um romance tão arrebatador que até seu sofrimento é bonito

    21 de janeiro de 2018 /

    Inspirado no livro homônimo de André Aciman, “Me Chame Pelo Seu Nome” descreve o primeiro amor de Elio (a revelação Timothée Chalamet), um menino de 17 anos aproveitando a juventude na casa dos pais em algum lugar do norte da Itália no ano de 1983. Elio tem uma namoradinha, mas rapidamente se encanta pelo estudante mais velho, Oliver (Armie Hammer), que ficará hospedado em sua casa durante seis semanas, a convite de seu pai. Os dois rapidamente travam uma amizade, que evolui para uma paixão. Afinal, não se vai para uma Itália tão ensolarada somente para devorar livros e estudar. É como se o diretor italiano Luca Guadagnino (“Um Sonho de Amor”) utilizasse a arte que pulsa ao redor, assim como as belezas naturais do cenário, como convites para um romance inevitável. É possível sentir o calor da região, o cheiro das plantas, o gosto da comida e os drinks. Os grandes diretores conseguem transmitir isso à plateia. Por exemplo, David Lean colocou o espectador na temperatura infernal do deserto em “Lawrence da Arábia” (1962) e Steven Spielberg fez a sala de cinema se transformar num campo de batalha com cheiro de fogo e morte em “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). Luca Guadagnino fisga os sentidos ao aproveitar o ambiente para que os jovens não tenham escapatória e se entreguem um ao outro da mesma forma que o cinéfilo ao filme. Se o sentimento existe, por que alguém decidiria ignorá-lo? Inicialmente, Elio se faz essa pergunta. Não sabe se diz a Oliver o que realmente sente ou se esconde a verdade para evitar um sofrimento desnecessário. É claro que o ato de reprimir sentimentos ou impulsos gera sofrimento, embora as pessoas não estejam habituadas a aceitar isso quando estão na linha tênue entre se jogar ou não numa relação amorosa. O roteiro de James Ivory (cineasta veterano, responsável por “Retorno a Howards End” e “Vestígios do Dia”) provoca perguntas que todo mundo se fez ou fará algum dia: Se Elio jamais tivesse contado a verdade a Oliver, isso o pouparia de futuras dores ou mágoas? Seria o amor uma maldição? Teria sido melhor apenas manter a amizade? Ou será que ninguém precisa temer um momento especial mesmo sabendo que existe começo e fim para tudo? Mas Elio escolhe arriscar – senão, não teríamos filme. E ao fazer isso, leva o espectador a lembrar do primeiro beijo, do primeiro amor, daquele relacionamento mal-resolvido, mas também daquela pessoa a quem nunca scontou o que realmente sentia por ela. Esse é o poder do filme de Luca Guadagnino, que gruda na retina e não sai mais, com sua beleza e ternura, principalmente após a fala nos minutos finais do personagem de Michael Stuhlbarg, que interpreta o pai de Elio. Um monólogo que jamais será esquecido ao fazer a cabeça girar em torno de memórias, amores jamais superados, responsabilidade afetiva e desejos não concretizados. Porém, a maior qualidade de “Me Chame Pelo Seu Nome” é materializar algo simples e bastante corajoso: uma história de amor entre dois homens sem que, acredite, existe uma cena ou qualquer diálogo que sugira manifestações de preconceito. Mesmo assim, é um romance que só poderia ser contado nos dias de hoje, uma proposta que nunca teria uma visibilidade tão grande no mercado cinematográfico antes dos sucessos de obras como “Brokeback Mountain” e “Moonlight”, que fizeram todos os públicos pensarem. Filmes que ajudaram todos a olhar em volta, entender como é o mundo de verdade e as pessoas que nele vivem com suas próprias escolhas no caminho para a felicidade. “Me Chame Pelo Seu Nome” vem na sequência de algumas histórias que já foram contadas, mas é a virada de página. Não importa se Elio e Oliver são dois homens ou duas mulheres. Importa que eles sejam felizes enquanto o filme dura na tela. É o recado otimista de Luca Guadagnino, que carrega nas cores fortes para imaginar um mundo melhor e sem medo de amar. Uma experiência arrebatadora, de sensibilidade rara, que torna bonito até o sofrimento.

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  • Filme

    Trailer de terror passado nos anos 1980 traz adolescentes contra serial killer

    21 de janeiro de 2018 /

    O terror indie “Summer of ’84” ganhou pôster, fotos e seu primeiro trailer. A prévia acompanha um grupo de adolescentes que acredita que o policial vizinho é na verdade um serial killer, que está fazendo os jovens da cidade desaparecerem. O clima é definitivamente “Stranger Things”, a começar pela escolha de situar a trama nos anos 1980, mas os binóculos dos meninos também apontam para “Paranóia” (2007), “It – A Coisa” e uma combinação de slashers e aventuras da época focada. A direção é do trio canadense que assina como RKSS (Anouk Whissell, Francois Simard e Yoann-Karl Whissell), que já manifestaram seu fetiche pelos anos 1980 no thriller pós-apocalíptico “Turbo Kid” (2015). Ou seja, antes de “Stranger Things” virar, como dizem os americanos, “a thing”. O elenco teen inclui Graham Verchere (série “The Good Doctor”), Judah Lewis (“A Babá”), Caleb Emery (“Te Pego na Saída”), Cory Gruter-Andrew (série “Van Helsing”) e Tiera Skovbye (série “Riverdale”), além de Rich Sommer (série “Glow”) como o policial suspeito. A pré-estreia mundial vai acontecer na segunda (22/1) no Festival de Sundance 2018 e ainda não há previsão para o lançamento comercial.

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  • Música

    Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro pôster

    20 de janeiro de 2018 /

    O filme “Lord of Chaos”, uma das avant-premières mais esperadas do Festival de Sundance 2018, divulgou seu primeiro pôster. E é puro heavy metal. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, “Lord of Chaos” é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa pretende narrar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Mas a linha entre realidade e publicidade logo começou a se fundir, e a banda se viu envolvida em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg, Jack Kilmer interpretará Dead, Valter Skarsgård incorporará Faust e Sky Ferreira dará vida a uma personagem chamada Ann-Marit, que não faz parte de nenhuma banda da época. Uma possibilidade é Ann-Marit Sæbønes, prefeita de Oslo no período do assassinato de Euronymus. Já Faust deve ser Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Para completar, a trilha do filme, nas cenas não musicais, também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial acontece na terça (23/1) em Sundance e ainda não há previsão de lançamento comercial.

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  • Série

    Veja três minutos da abertura da série dos heróis Manto e Adaga

    19 de janeiro de 2018 /

    O canal pago Freeform divulgou três minutos da abertura da série “Cloak and Dagger”, sua primeira parceria com a Marvel. A prévia mostra o primeiro encontro de Tyrone “Ty” Johnson, o Manto (Cloak, em inglês), e Tandy Bowen, a Adaga (Dagger). Nos quadrinhos originais, os dois jovens, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” dos quadrinhos criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Entretanto, a sinopse da série é vaga em relação à origem dos herói. Segundo o texto, os dois adolescentes, que cresceram em lugares muito diferentes, carregam o peso de seus recém-adquiridos superpoderes, ao mesmo tempo em que se apaixonam. Tandy pode criar adagas de luz enquanto Tyrone possui a habilidade de fazer com que os outros sejam tomados pela escuridão. Eles rapidamente aprendem que funcionam melhor juntos do que separados – mas seus sentimentos fazem com que tudo se torne ainda mais desafiador. O elenco é encabeçado por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. Os coadjuvantes incluem Andrea Roth (série “Rescue Me”), Gloria Reuben (série “Mr. Robot”), James Saito (série “Eli Stone”) e J.D. Evermore (série “Rectify). A adaptação está a cargo do roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e da diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. A primeira notícia das negociações entre o estúdio e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, data de 2010. A 1ª temporada terá 10 episódios e a previsão de estreia é apenas para 7 de junho.

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  • Série

    Heathers: Série baseada na comédia cult Atração Mortal ganha primeiro trailer

    18 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano Paramount (antigo Spike) divulgou o trailer de “Heathers”, série baseada na comédia cult “Atração Mortal” (1988). A prévia mostra que os personagens estão muito diferentes, mas as cenas parecem iguais às do filme de 30 anos atrás. Além disso, o vídeo inclui a participação de Shannen Doherty, que estrelou o longa original. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer (papel de Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), que convence sua namorada (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”) a embarcar numa matança “justificada”. Na serie, a anti-heroína Veronica Sawyer é interpretada por Grace Victoria Cox (a Melanie de “Under the Dome”) e lida com um grupo muito diferente de Heathers, mas igualmente maldoso. No lugar das magrelas branquelas do filme, as novas Heathers são estereótipos “modernos”: um gay (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). O elenco central se completa com o estreante James Scully como J.D. (o papel de Slater). Além deles, Selma Blair (“Hellboy”) vive uma personagem que não existia no filme: Jade, uma ex-stripper que aplicou o golpe do baú para virar madrasta de uma das novas Heathers, e passa o tempo aguardando o marido de 82 anos morrer para herdar tudo. Já Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, faz apenas uma participação especial. A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012). “Heathers” será exibida a partir de 7 de março nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Filme

    Hugh Wilson (1943 – 2018)

    17 de janeiro de 2018 /

    O cineasta e roteirista Hugh Wilson, diretor das comédias “Loucademia de Polícia” (1984) e “O Clube das Desquitadas” (1996), faleceu no fim de semana aos 74 anos de idade em sua casa, no interior da Virgína, nos Estados Unidos. A causa da morte foi divulgada como “doença”. Nascido em Miami, em 1943, Wilson começou sua carreira como roteirista das séries de comédia “The Bob Newhart Show” e “The Tony Randall Show” em meados da década de 1970. E em 1978 criou sua primeira série, a influente sitcom “WKRP in Cincinnati”, passada nos bastidores de uma estação de rádio. A série durou quatro temporadas na rede CBS, entre 1978 e 1982, e disputou o Emmy de Melhor Série de Comédia por três anos consecutivos. Um dos episódios, com tema do Dia de Ação de Graças, entrou numa lista de revista TV Guide entre os 100 Melhores Episódios de Todos os Tempos da TV. Ele criou outras séries nos anos 1980, que não tiveram o mesmo impacto, mas acabou influenciando o cinema ao mudar de mídia. Após estrear como roteirista cinematográfico com “O Imbatível” (1983), comédia estrelada por Burt Reynolds, ele fez sua estreia como diretor à frente de “Loucademia de Polícia” (1984), um besteirol desvairado que fez enorme sucesso e virou franquia. Além de dirigir, Wilson também ajudou a escrever a história sobre como um grupo de cadetes incompetentes que se tornavam policiais. A produção fez tanto sucesso que acabou dando o tom do humor da década. Wilson não participou das sequências de “Loucademia de Polícia” e levou mais 12 anos para emplacar um novo sucesso, após diversas comédias sem graça. Mas voltou a marcar época com “O Clube das Desquitadas” (1996), em que três mulheres divorciadas (e não “desquitadas” como no título nacional) se unem para se vingar dos ex-maridos que as trocaram por garotas mais novas. Estrelado por Goldie Hawn, Bette Midler e Diane Keaton, a produção foi pioneira do humor feminino que apenas recentemente passou a ser incentivado entre as comédias de Hollywood. O diretor ainda comandou duas comédias estreladas por Brendon Fraser, “De Volta para o Presente” (1999) e “Polícia Desmontada” (1999). A última, baseada num desenho animado, era uma grande aposta da Universal Pictures, e seu fracasso de público e crítica causou estrago na carreira de todos os envolvidos. Wilson só fez mais um filme depois disso. E, curiosamente, seu primeiro e único drama: “Mickey” (2004).

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  • Série

    Astro de Silicon Valley vai escrever e estrelar série baseada no cult dos anos 1980 Minha Bela Lavenderia

    15 de janeiro de 2018 /

    O ator Kumail Nanjiani, estrela da série “Silicon Valley” que se destacou em 2017 na comédia indie “Doentes de Amor”, vai criar e estrelar uma série baseada no cultuado filme dos anos 1980 “Minha Bela Lavanderia” (My Beautiful Laundrette). O filme de 1985 catapultou as carreiras do diretor Stephen Frears (“A Rainha”) e do ator Daniel Day-Lewis (“Lincoln”), que na época eram desconhecidos do grande público. Elogiadíssimo por seu retrato autêntico de imigrantes e gays, “Minha Bela Lavanderia” virou o principal catalizador de uma renovação completa no cinema indie britânico. A trama girava em torno de um jovem descendente de paquistaneses (Gordon Warnecke), que convence seu namorado punk (Day-Lewis) a gerenciar com ele uma lavanderia londrina, usada por seu tio gângster para literalmente lavar dinheiro. A revista Variety, que divulgou o projeto, não cravou que Nanjiani viverá o protagonista Omar, mas é muito provável que ele tenha o papel principal. A série ainda não tem canal definido, mas será produzida pela Super Deluxe, produtora do grupo Turner (dono da TNT). O filme original de Frears tem muitas semelhanças com “Doentes de Amor”, que Najiani também escreveu, além de estrelar. Ambos tratam de imigrantes de segunda geração do sul asiático, envolvidos com namorados de comunidades brancas. A diferença é que “Doentes de Amor” gira em torno de um casal heterossexual.

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  • Filme

    Stallone anuncia que fará Mercenários 4

    14 de janeiro de 2018 /

    Sylvester Stallone fez dois posts em sua conta no Instagram para confirmar que “Mercenários 4” vai acontecer com sua participação. “Barney estará de volta, mais a equipe e um par de novos membros”, ele escreveu, referindo-se à seu personagem e ao elenco grandioso da franquia. O anúncio é uma reviravolta na produção. Em março do ano passado, o ator brigou com o produtor Avi Lerner e disse que não faria mais parte da franquia. Mas já na época o produtor afirmava que a continuação “não está morta ainda”. Um mês depois, o ator já tinha mudado de tom. Perguntado pelo site TMZ se consideraria fazer “Os Mercenários 4”, o ator respondeu “absolutamente”. E acrescentou que, para isto acontecer, bastaria “tirar alguns obstáculos do caminho”, no sentido de que mudanças precisariam ser feitas. O desentendimento entre o ator e o chefe da produtora Nu Image/Millennium aconteceu em torno da definição do novo diretor, roteiro e alguns “elementos qualitativos” do filme, com ênfase para os efeitos visuais. Lerner queria usar sua própria empresa de efeitos para a produção, enquanto Stallone contestava a qualidade do serviço. Desde que a saída do astro foi anunciada, Arnold Schwarzenegger afirmou que não faria um novo filme sem o amigo, que foi quem criou a franquia. Em seguida, Wesley Snipes e Dolph Lundgren também se manifestaram, deixando claro que não filmariam “Os Mercenários 4” sem Stallone. Recentemente, porém, o ator foi envolvido na onda de denúncias de assédio sexual que vem sacudindo Hollywood. Ele foi acusado por duas mulheres de estupro nos anos 1980. Just when you thought it was safe to go outside…They’re coming back! Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em 12 de Jan, 2018 às 10:12 PST BARNEY WILL BE BACK ! PLUS THE CREW AND A COUPLE NEW MEMBERS … Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em 13 de Jan, 2018 às 2:07 PST

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  • Filme

    Trailer de Kickboxer Retaliation traz Ronaldinho Gaúcho e Mike Tyson como treinadores de MMA

    7 de janeiro de 2018 /

    A Well Go USA divulgou o pôster e o trailer de “Kickboxer Retaliation”, continuação do remake de “Kickboxer”, que volta a trazer o dublê Alain Moussi (“Pompeia”) num dos papéis mais famosos de Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”) nos anos 1980. O próprio Van Damme faz parte do elenco, repetindo o papel de mentor do novo discípulo, que j[s havia encenado no remake de 2016. Na trama, Kurt Sloane (Moussi) agora está preso e precisa treinar com outros detentos, entre eles o brasileiro Ronaldinho Gaúcho e o ex-boxeador Mike Tyson, para enfrentar um novo desafio: ninguém menos que o homem mais forte do mundo, o islandês Hafthor Júlíus Bjornsson (o Montanha da série “Game of thrones”). Por curiosidade, Ronaldinho vai interpretar Ronaldo, um especialista em artes marciais que mostrará ao protagonista como refinar seu chute mortal. O filme também inclui no elenco o veterano Christopher Lambert (“Mortal Kombat”) e marca a estreia da lutadora Paige Vanzant como atriz. Com direção de Dimitri Logothetis (“Código Mortal”), “Kickboxer Retaliation” chega aos cinemas americanos em 26 de janeiro, mas não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    She’s Gotta Have It: Série de Spike Lee é renovada para a 2ª temporada

    2 de janeiro de 2018 /

    A Netflix renovou a série “She’s Gotta Have It”, adaptação do filme “Ela Quer Tudo” (1986), de Spike Lee, para sua 2ª temporada. O próprio cineasta anunciou a novidade, num vídeo postado em seu Instagram. Veja abaixo. A atração tem o título original da comédia, que foi primeiro longa-metragem da carreira de Spike Lee, rodado em duas semanas de 1986 por apenas US$ 175 mil. Mas amplia, atualiza e extrapola a trama, centrada em Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco, que foi reformulado para manter os personagens jovens, traz DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. O próprio Spike Lee criou a série e dirigiu todos os 10 episódios da 1ª temporada, que estreou em 23 de novembro e foi bastante elogiada, com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ainda não há previsão para o lançamento da 2ª temporada. Happy New Year. Happy Year. Great News For 2018. Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 1 de Jan, 2018 às 3:09 PST

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  • Filme

    Cena inédita do clássico O Clube dos Cinco é recuperada e disponibilizada na internet

    31 de dezembro de 2017 /

    Uma cena inédita de um dos filmes mais cultuados da década de 1980, “O Clube dos Cinco”, surgiu na internet. Trata-se de uma conversa no banheiro da escola entre as personagens de Molly Ringwald (a mãe de Archie, para as novas gerações) e Ally Sheedy, em que a primeira tenta se conectar e esbarra na barreira antissocial da segunda. O encontro acabou cortado na edição final do clássico do diretor John Hughes. Mas foi recuperado e será incluído como bônus do lançamento do filme em Blu-ray, agora dentro da The Criterion Collection, uma coleção de títulos cinéfilos remasterizados e acompanhados por material exclusivo. Quem é adolescente em 2017 talvez não saiba, mas “O Clube dos Cinco” foi o filme que definiu a adolescência como é conhecida hoje em dia, mostrando que, ao contrário dos dramas de rebeldia juvenil anteriores, os estudantes do Ensino Médio não eram todos iguais. Ao contrário, eles se dividiam em tribos distintas. Na trama, escrita e dirigida por Hughes, cinco alunos ficam de castigo no fim de semana na escola, e isso serve para introduzir suas tribos: a patricinha (Molly Ringwald), o atleta (Emilio Estevez), o rebelde (Judd Nelson), o nerd (Anthony Michael Hall) e a antissocial (Ally Sheedy). Mas a convivência forçada, ao longo do dia, mostra que, mesmo diferentes, eles podem encontrar pontos de conexão. Uma das lendas do clássico de 1985 é que os atores filmaram muito mais do que foi visto nos cinemas. Mas o próprio Hughes teria destruído todos os negativos com as cenas que não entraram na versão final. A cena extra seria apenas um aperitivo do material que acompanha a versão Criterion do filme, que será lançada em 2 de janeiro nos Estados Unidos.

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    Drew Barrymore recria vestidos e visuais de sua infância em ensaio fotográfico muito fofo

    29 de dezembro de 2017 /

    A revista InStyle realizou um ensaio fofíssimo com Drew Barrymore, que traz a atriz revisitando alguns dos estilos que marcaram sua infância em Hollywood, incluindo o vestido que usou no Oscar de 1983, quando tinha apenas oito anos de idade. As fotos recriam o visual da época, enquanto ela comenta o período e o que lembra das fotos originais. “Eu cresci e mudei e evolui com os anos, mas não sou, em espírito, tão diferente daquela criança nas fotos usando vestidos enormes e pomposos. Eu tinha muita rebelião dentro de mim”, brinca ela na produção de moda, que também foi disponibilizada em vídeo. Veja abaixo. Após estourar com apenas sete anos de idade, graças a seu papel em “E.T.” (1982), ela virou protagonista antes de atingir dez anos, estrelando “Chamas da Vingança” (1984), mas o sucesso a fez passar por uma adolescência conturbada, marcada por problemas com drogas e, como ela disse, “muita rebelião” – tatuou-se de verdade para um filme, namorou roqueiros, posou nua para a Playboy, etc. Até retornar no final dos anos 1990 mais comportada, firmando-se como estrela de comédias românticas e produtora de cinema e séries. Atualmente, ela estrela e produz a série “Santa Clarita Diet” na Netflix.

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  • Série

    Tatiana Maslany não vai mais estrelar a nova série de Ryan Murphy

    27 de dezembro de 2017 /

    O sinal verde para a produção da série “Pose”, desenvolvida por Ryan Murphy, veio com um efeito colateral. A atriz Tatiana Maslany (série “Orphan Black”) não vai mais participar das gravações. Segundo o canal FX, ela deixou a produção porque seu papel, uma professora de dança moderna, foi reescrito para ser vivido por uma mulher afro-americana de 50 anos de idade. Em seu lugar, entrou Charlayne Woodard (de “Law & Order: SVU”). Maslany recentemente finalizou a série “Orphan Black”, que estrelou por cinco temporadas e lhe rendeu um prêmio Emmy de Melhor Atriz. O FX oficializou a encomenda de “Pose” nesta quarta-feira (27/12). Ela será a quarta atração do produtor para o canal pago americano, após “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”, e retratará a Nova York dos anos 1980, mostrando o cruzamento entre os vários estratos sociais que formam a metrópole: do mundo luxuoso que deu luz a Donald Trump aos clubes gays da periferia. A 1ª temporada terá oito episódios e contará no seu elenco com Evan Peters (série “American Horror Story”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), além de diversos atores transgêneros – de fato, um número recorde de integrantes transexuais/a> – , dentre os quais apenas MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”) e Angelica Ross (série “Transparent”) já atuaram na TV anteriormente. Murphy criou a série em parceria com seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”). As gravações vão começar em fevereiro em Nova York, mas ainda não há previsão para a estreia.

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