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  • Filme

    Diretor de Doutor Sono já desenvolve nova adaptação de Stephen King

    6 de novembro de 2019 /

    O diretor Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), responsável por “Doutor Sono”, revelou que já está trabalhando em uma nova adaptação de Stephen King. “Estou conversando com Stephen sobre o que podemos fazer a seguir, e já temos uma grande ideia do que pode ser. Ainda não posso revelar, mas é realmente ótimo. Espero ter a oportunidade de continuar trabalhando nessa caixinha de areia”, disse o cineasta, em entrevista ao site CinemaBlend. Flanagan já tinha filmado outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso” (lançado na Netflix em 2017), e se tornou bastante amigo do escritor – que por sinal não se cansa de elogiar a adaptação de “Doutor Sono”. O filme “Doutor Sono”, que estreia nesta quinta-feira (7/11) no Brasil, é a continuação oficial de “O Iluminado”, também inspirado na obra de King, e traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de 1980. O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história, além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”).

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  • Série

    O Protetor: Personagem de Denzel Washington vai virar Queen Latifah em projeto de série

    4 de novembro de 2019 /

    A franquia “O Protetor” (The Equalizer) pode ganhar uma nova série. Caso seja aprovada, será um reboot completo, que mudará até o sexo do protagonista. Concebido originalmente como uma série dos anos 1980 estrelada por Edward Woodward, “O Protetor” foi recentemente adaptado para o cinema com sua primeira mudança significativa, que alterou a raça do personagem-título em dois filmes com Denzel Washington. No novo projeto, a personagem será uma mulher vivida por Queen Latifah (“Star”). Mas a premissa vai permanecer quase inalterada. Uma mulher enigmática, provavelmente aposentada do serviço secreto, usa seu treinamento para ajudar pessoas a sair de situações difíceis. O projeto está em desenvolvimento na rede CBS, que tem a programação mais antiga da TV americana, repleta de remakes de séries clássicas, como “Hawaii Five-0”, “MacGyver” e “Magnum”. A série original foi criada por Richard Lindheim e Michael Sloan, e exibida entre 1985 e 1989, num total de 88 episódios. A nova produção – que por enquanto recebeu encomenda apenas de piloto – está a cargo de Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e sua mulher Terri Miller (“It Takes Two”). O piloto ainda vai ser gravado e precisa ser aprovado para “O Protetor” voltar a virar série.

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  • Filme

    Continuação de Halloween encerra suas filmagens

    4 de novembro de 2019 /

    O perfil da franquia “Halloween” anunciou no Twitter que as filmagens do novo capítulo da saga, “Halloween Kills”, foram encerradas. O anúncio foi acompanhado por uma imagem de bastidores com dois personagens do filme original, que tinham desaparecido das continuações. Os dois personagens eram as crianças que estavam sob os cuidados da então babá Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) durante o primeiro ataque do psicopata mascarado em 1978. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.), repete seu papel da época, como Lindsey Wallace, mas Tommy Doyle ganhou novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Jamie Lee Curtis também estará de volta, assim como Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta de Laurie Strode no filme de 2018. O próximo filme será o segundo de uma nova trilogia, iniciada no ano passado por “Halloween” e que se encerrará em 2021 com “Halloween Ends”. Novamente dirigido por David Gordon Green, “Halloween Kills” tem estreia prevista para o próximo Halloween. That’s a wrap on #HalloweenKills, in theatres October 16, 2020! ?? #Halloween #MichaelMyers pic.twitter.com/H3TSXmvGHd — HalloweenMovies™ (@Halloweenmovies) November 4, 2019

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  • Filme

    Jamie Lee Curtis revela primeiro teaser de Halloween Kills

    31 de outubro de 2019 /

    A atriz Jamie Lee Curtis aproveitou a data do Halloween nesta quinta (31/10) para compartilhar as primeiras cenas de bastidores da continuação da franquia nas redes sociais. Ela postou um vídeo que serve como teaser de “Halloween Kills”, próximo capítulo de sua eterna luta contra o psicopata mascarado Michael Meyers, iniciada em 1978. A prévia traz o diretor David Gordon Green gritando “ação!” e trechos carregados de tensão, com aparições breves do assassino Michael Myers e de Laurie Strode, a personagem de Curtis. Ela aparece ensanguentada numa maca, desejando um “feliz Halloween” aos fãs. O próximo filme será o segundo de uma nova trilogia, iniciada no ano passado por “Halloween” e que se encerrará em 2021 com “Halloween Ends”. Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta de Curtis no filme de 2018, também devem retornar ao elenco, assim como as crianças do filme original, que estavam sob os cuidados da então babá Laurie durante o primeiro ataque do psicopata mascarado, há 41 anos. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.), repetirá seu papel da época, como Lindsey Wallace. Mas Tommy Doyle terá novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). “Halloween Kills” tem estreia prevista para o próximo Halloween. ‘Tis the season….. to start screaming. First look at the mayhem David has created for all of you. @halloweenmovie #halloweenkills #strodesstrong @universalpictures @miramax @blumhouse @halloweenmovie pic.twitter.com/klrpzk1Ykg — Jamie Lee Curtis (@jamieleecurtis) October 31, 2019

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  • Série

    Stranger Things terá personagens novos em sua 4ª temporada

    31 de outubro de 2019 /

    A 4ª temporada de “Stranger Things” terá quatro novos personagens masculinos, três deles adolescentes. Os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores, diretores e produtores da série, estão neste momento à procura dos intérpretes dos novos jovens da trama, que, segundo o site TV Line, são identificados como sendo um metaleiro, um garoto popular e outro amalucado – similar ao surfista Jeff Spicoli, interpretado por Sean Penn em “Picardias Estudantis” (Fast Times at Ridgemont High, 1982). Vale lembrar que “Picardias Estudantis” foi uma das principais influências da 3ª temporada da série, desde a inclusão de um Shopping Center suburbano como locação principal até uma cena de piscina ao som de “Moving in Stereo”, da banda The Cars. Com relação ao quarto personagem inédito, o adulto não será da cidade de Hawkins. Ele provavelmente será alguém do novo lugar em que Joyce (Winona Ryder) vai morar com as crianças – os irmãos Will (Noah Schnapp) e Jonathan (Charlie Heaton) e a “refugiada” Eleven/Onze (Millie Bobby Brown). Um teaser foi divulgado pela Netflix com a frase “Não estamos mais em Hawkins”. A próxima temporada terá oito episódios, mas ainda não possui previsão de lançamento.

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  • Filme

    Rachel Weisz vai estrelar cinebiografia de Elizabeth Taylor centrada em ativismo contra a Aids

    28 de outubro de 2019 /

    A atriz Rachel Weisz (“A Favorita”) vai viver uma das maiores lendas de Hollywood em seu próximo filme, ninguém menos que Elizabeth Taylor em “A Special Relationship”. A produção cinebiográfica será focada no ativismo de Taylor em prol das vítimas de HIV/AIDS, nos anos 1980. Na época, a atriz tinha como assistente pessoal o jovem gay Roger Wall, com quem formou um estreito laço de amizade e que a ajudou a se informar sobre a epidemia do HIV. A morte de Rock Hudson, com quem ela contracenou em “Assim Caminha a Humanidade”, vítima de Aids em 1985, também foi um momento chave para transformar a estrela na face mais conhecida do movimento de conscientização contra a Aids. Neste papel, ela apostou sua reputação para enfrentar diretamente o então presidente Ronald Reagan, responsável por travar a formulação de políticas de contenção da doença e investimentos para seu tratamento por puro e assumido preconceito – porque a doença afetava desproporcionalmente a comunidade LGBTQIA+. Barbara Berkowitz e Tim Mendelson, que administram o legado de Elizabeth Taylor, aprovaram a produção do longa-metragem, que está sendo escrito pelo roteirista inglês Simon Beaufoy, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário” (2008). “A Special Relationship” ainda não tem data de estreia definida.

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  • Etc,  Série,  TV

    Jorge Fernando (1955 – 2019)

    28 de outubro de 2019 /

    O ator e diretor Jorge Fernando morreu no domingo (27/10), aos 64 anos, após dar entrada no Hospital CopaStar, em Copacabana, devido a uma parada cardíaca. Ele vinha se recuperando de um AVC (acidente vascular cerebral), que sofreu há dois anos, e tinha inclusive retomado a carreira, como ator e diretor da novela “Verão 90”, encerrada em julho passado. Jorge começou a atuar na escola onde estudava no Méier, Zona Norte do Rio, e se lançou em meio ao boom do teatro besteirol, estreando como ator profissional em 1976, na peça “As Mil e uma Encarnações de Pompeu Loredo”, de Mauro Rasi e Vicente Pereira. A carreira televisiva começou dois anos depois, como ator na série “Ciranda, Cirandinha”, de 1978, no papel de Reinaldo (Rei). Mas ele não queria ficar só na frente das câmeras. Mostrando sua versatilidade, no mesmo ano estrelou e dirigiu a peça “Zoológico” e foi assistente de direção do filme “Na Boca do Mundo”. Ele fez transição para as novelas com um papel de destaque em “Pai Herói” (1979), onde viveu o antagonista de Tony Ramos. Mas ao atuar em sua novela seguinte, “Água Viva” (1980), passou a se interessar mais pelo trabalho atrás das câmeras, acumulando sem créditos o papel de co-diretor. Sua estreia oficial como diretor da Globo aconteceu logo em seguida, em “Coração Alado”, de Janete Clair, em 1980. Ao todo, ele dirigiu 34 novelas, minisséries e séries. Um dos seus sucessos mais marcantes foi “Guerra dos Sexos” (1983), escrita por Sílvio de Abreu, que tinha como protagonistas Fernanda Montenegro e Paulo Autran (seu pai em “Pai Herói”). O tom de humor que ajudou a imprimir na produção acabou virando sua marca, e por um bom tempo determinou o estilo das novelas das 19h. Ele próprio assinou a direção de alguns dos maiores sucessos do horário, como “Vereda Tropical” (1984), “Cambalacho” (1986), “Brega & Chique” (1987) e “Que Rei Sou Eu?” (1989), antes de fazer sua transição para o “horário nobre” com “Rainha da Sucata” (1990), mais uma parceria bem-sucedida com o escritor Sílvio de Abreu. A partir daí, passou a transitar entre os dois horários, assinando hits pela noite inteira da Globo, de “Vamp” (1991), às 19h, até “A Próxima Vítima” (1995), às 20h, que fez o Brasil parar para debater a identidade de seu grande assassino. Consagrado como diretor de novelas, passou a se desafiar com outros formatos. Dirigiu séries (“Armação Ilimitada”, “Sai de Baixo”), programas infantis (“Angel Mix”, “Gente Inocente”), de variedades (“Não Fuja da Raia”, “TV Xuxa”) e foi redefinir o horário das 18h com “Chocolate com Pimenta” (2003), de Walcyr Carrasco, com quem trabalhou em mais quatro folhetins, entre eles “Alma Gêmea” (2004), que bateu recorde de audiência do horário. O último foi “Êta Mundo Bom!”, em 2016. Esteve à frente, também, dos remakes de “Ti Ti Ti” (2010) e da própria “Guerra dos Sexos” (2012). E estabeleceu uma parceria criativa com o casal Fernanda Young e Alexandre Machado em duas séries de comédia, “Nada Fofa” (2008) e “Macho Man” (2011). Além de dirigir, ele também estrelou a última produção no papel principal, como um ex-gay determinado a provar sua heterossexualidade. Para completar, trouxe sua mãe, Hilda Rebello, para atuar em algumas novelas que dirigiu, permitindo-lhe início tardio de uma vida artística, reprimida na juventude. Sua carreira, entretanto, não coube inteira na TV. Jorge Fernando também desenvolveu diversos trabalhos no cinema e no teatro. Dirigiu (e atuou em) “Sexo, Amor e Traição” (2004), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “A Guerra dos Rocha” (2008), além de aparecer no clássico “Alma Corsária” (1993), de Carlos Reichenbach, e no blockbuster “Se Eu Fosse Você” (2006), de Daniel Filho. No palco, esteve à frente de sucessos do teatro besteirol, comandou Cláudia Raia no musical “Não Fuja da Raia”, coordenou a adaptação teatral de “Vamp” e criou a peça autobiográfica “Salve Jorge”, com histórias que marcaram sua trajetória profissional. Sua vida se multiplicou em arte.

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  • Filme,  Música

    A Música da Minha Vida celebra Bruce Springsteen e o poder da música

    27 de outubro de 2019 /

    Filme indie britânico baseado nas memórias do jornalista inglês de ascendência paquistanesa Sarfraz Manzoor (e registradas no livro “Greetings from Bury Park: Race, Religion and Rock N’ Roll”, lançado por ele em 2007), “A Música da Minha Vida” (“Blinded by the Light”, no original) é uma declaração de amor a Bruce Springsteen, num contexto direto, e ao poder revolucionário da música, numa visão mais ampla. A trama retorna aos difíceis anos 1980 com Margaret Thatcher como primeira ministra do Reino Unido. A família de Manzoor (aqui apresentada como Javed Khan) vive em Luton e, seguindo seus preceitos, deseja encontrar uma parceira para o rapaz, tanto quanto espera que ele siga uma profissão tradicional, como médico ou advogado. Javed (interpretado por Viveik Kalra), porém, escreve poesias e também letras de música para uma banda de amigos e tem seu texto elogiado na escola, o que rende um estágio no jornal local, e o sonho de alçar voos mais altos… sozinho. Mas os dogmas da família (e o desemprego do pai) começam a pesar sobre seus ombros, e é neste momento em que ele encontra a luz, ou melhor, Bruce Springsteen, numa fita cassete emprestada por um amigo de escola (que, assim como ele, sofre racismo por seus pais também não serem ingleses – ainda que ele seja). Para Javed, Bruce traduz seus sentimentos, suas angustias e duvidas em canções como “Born To Run”, “The River”, “Badlands” e “Thunder Road”, e ancorado nelas ele pretende enfrentar o mundo (começando por sua família). Filme agridoce, previsível e que apenas tateia temas espinhosos (como o racismo, religião e a extrema-direita britânica), “A Música da Minha Vida” tem direção de Gurinder Chadha (de “Driblando o Destino” e carrega todos os cacoetes de uma produção independente, mas se destaca por sua bela trilha sonora (Bruce não apenas cedeu arrasadoras versões ao vivo raras como também uma canção inédita, “I’ll Stand By You”, que havia sido feita para um dos filmes de Harry Potter, mas ficou de fora) e sua força sonhadora, alcançando um resultado muito mais (hummm) honesto e interessante do que, digamos, “Yesterday”, “Rocketman” e “Bohemian Rhapsody”, ainda que aquém (emocionalmente) de “Springsteen on Broadway” e “Springsteen & I”.

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  • Filme

    Doutor Sono: Continuação de O Iluminado ganha 25 imagens novas

    26 de outubro de 2019 /

    A Warner divulgou dois pôsteres e 25 fotos de “Doutor Sono”, aguardada continuação de “O Iluminado”, que traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. As imagens chegam a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick, mas se dedicam principalmente aos novos personagens. Assim como “O Iluminado”, o novo filme também é baseado num livro de Stephen King – a sequência oficial da obra original e premiada com o Bram Stoker Award (o “Oscar” das publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (a estreante Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, e a elogiada série “A Maldição da Residência Hill”. Ele também reescreveu o roteiro – originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King). O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). A estreia está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    She-Ra e as Princesas do Poder ganha novo trailer da 4ª temporada

    25 de outubro de 2019 /

    A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da 4ª temporada (já!) da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder”. Sem legendas, a prévia revela que a luta por Etheria continua, mas uma possível espiã entre as Princesas pode colocar tudo a perder. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTQs entre as heroínas. A série também mudou o visual da personagem clássica dos anos 1980, que ganhou aparência de anime, deixando-a menos sexualizada e mais adolescente. A 4ª temporada será a terceira de “She-Ra e as Princesas do Poder” lançada na Netflix em 2019. O segundo ano de produção foi disponibilizado em abril, o terceiro em agosto e os novos episódios estreiam em 5 de novembro.

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  • Filme

    Taika Waititi confirma que vai filmar Akira após Thor: Love and Thunder

    19 de outubro de 2019 /

    O diretor Taika Waititi não desistiu de dirigir a adaptação live-action de “Akira”. Em entrevista ao site IGN para promover seu novo filme “Jojo Rabbit”, Waititi confirmou que a produção da Warner será seu próximo trabalho após “Thor: Love and Thunder” e, inclusive, explicou porque as filmagens foram adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de Akira, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Todas as versões desenvolvidas pela Warner preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York seria a justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”).

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  • Filme

    Diretor anuncia final das filmagens do novo Caça-Fantasmas

    19 de outubro de 2019 /

    O diretor Jason Reitman anunciou o final das filmagens do novo “Caça-Fantasmas”. Ele compartilhou a novidade em seu Instagram, revelando que foram 68 dias de trabalho e todo mundo “ainda ri”. A informação foi acompanhada por uma foto de bastidores, em que o cineasta aparece ao lado de seu pai e do elenco, incluindo Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”). Veja abaixo. Filho de Ivan Reitman, diretor dos primeiros “Caça-Fantasmas” – e que atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989 – , Jason Reitman revelou que sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Ou seja, será uma continuação de “Os Caça-Fantasmas II”. A sinopse ainda não foi divulgada, mas a trama vai girar em torno da família vivida por Coon, Wolfhard e Grace. Três integrantes do elenco original dos anos 1980 também confirmaram sua participação nas filmagens: Dan Aykroyd, Ernie Hudson e Sigourney Weaver. A estreia está marcada para 10 de julho de 2020. Ver essa foto no Instagram Wrapped! 68 days and still smiling. #GB20 Uma publicação compartilhada por Jason Reitman (@jasonreitman) em 18 de Out, 2019 às 1:51 PDT

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  • Série

    Terror Maniac Cop vai virar série do diretor de Drive

    13 de outubro de 2019 /

    O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, conhecido por filmes como “Drive” (2011) e “O Demônio de Neon” (2016), fechou contrato para desenvolver uma série baseada no terror “Maniac Cop – O Exterminador” (1988), filme cult da era dos slashers sangrentos, que será exibida pelos canais pagos HBO nos Estados Unidos e Canal+ (Canal Plus) na França. “Maniac Cop” era uma história típica de psicopata deformado, mas trocava o monstro mascarado e o cenário suburbano/campestre de filmes como “Halloween” e “Sexta-Feira 13” por um policial fardado e psicopata, que assassinava brutalmente inocentes nas ruas de Nova York. O filme original tinha roteiro de Larry Cohen (“Nasce um Monstro”) e direção de William Lustig (“O Maníaco”), dois mestres do terror, e ainda por cima incluía Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) como um dos suspeitos de ser o assassino. Fez tanto sucesso que rendeu duas continuações. Refn chegou a anunciar em 2017 planos de transformar “Maniac Cop” num filme, mas o projeto tomou outro rumo, com menos ênfase na trama de terror e tendência a refletir as críticas à brutalidade policial nos EUA. A trama vai ser adaptada por John Hyams, roteirista-produtor das séries de zumbis “Z Nation” e “Black Summer”. Refn e Hyams também vão se alternar na direção dos episódios. “Sempre fui um admirador dedicado de John Hyams”, disse Refn, em comunicado sobre o projeto. “Temos conversado sobre uma re-imaginação dos filmes de ‘Maniac Cop’ há vários anos, mas, conforme começamos a trabalhar no material, vimos que queríamos explorar o mundo que estávamos criando com maior profundidade. Transformar ‘Maniac Cop’ em uma série nos permitirá realizar nossas ambições mais loucas e alcançar um público enorme através dos parceiros HBO e Canal+. Esta série será uma odisseia de horror sem censura e cheia de ação. Dado o estado atual do mundo, ‘Maniac Cop’ também será um forte comentário sobre o declínio da civilização”. “Maniac Cop” será a segunda série americana de Refn, que estreou nesse mercado com “Too Old to Die Young”, disponibilizada em junho na plataforma de streaming da Amazon. Veja abaixo um trailer do filme original de 1988.

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