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    Vera Fischer diz que Xuxa lhe deu prejuízo ao censurar Amor, Estranho Amor

    26 de novembro de 2020 /

    A atriz Vera Fischer se manifestou sobre a briga judicial que envolve o filme “Amor Estranho Amor”, longa que Xuxa conseguiu manter fora de circulação por anos, numa censura judicial, devido às cenas polêmicas em que ela aparece em situações sexuais impróprias ao lado de um menino de 12 anos. A estrela de “Laços de Família”, “Mandala” e “O Clone” também foi coprodutora do longa, ao lado de Anibal Massaini Neto, e disse ter tomado prejuízo com a polêmica. Em entrevista ao “Cinejornal”, da TV Brasil, ela lamentou a curta carreira cinematográfica do filme de 1982, dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003). “Tinha um elenco enorme… Pena que o público só viu por um tempo. Ele entrou em cartaz nos cinemas, fez ótimo público, mas saiu de circulação. Eu senti muito, até porque era coprodutora do filme. O produtor principal era o Anibal Massaíni e nós sentimos no bolso”. De fato, “Amor Estranho Amor” era repleto de grandes atores e atrizes, como Tarcísio Meira, Íris Bruzzi, Mauro Mendonça e Otavio Augusto. O papel de Xuxa, na verdade, era bem pequeno. Mas tomou dimensões desproporcionais. Na trama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – , a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – interpretava uma garota de programa menor de idade, que seria dada de presente para o personagem de Mauro Mendonça, um político poderoso da região de Santa Catarina, 30 anos mais velho que a adolescente. Mas além de aparecer em cenas de nudez, Xuxa também se envolve com um garoto de 12 anos. Elas acabou se arrependendo de ter participado da produção após passar a apresentar programas infantis, dando início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. Vera também comentou a decisão de Xuxa. “Eu acho que ela (Xuxa) tinha uma equipe muito poderosa. E acho que eles a obrigaram a tirar o filme de circulação. Seminua com um garoto de 12 anos… Eu acho que a situação foi essa”. Mas agora Xuxa parece ter mudado de ideia. Em entrevista recente ao “Fantástico” – e já longe de seus dias de apresentadora infantil – , Xuxa até incentivou seus fãs a assistirem. “Quem não viu, por favor, veja. Fala de uma coisa atual, exploração infantil, realidade de muita gente. Essa é uma ficção, mas a realidade existe com o nome de exploração infantil”. Diante disso, Vera Fischer acredita que finalmente poderá começar a ganhar dinheiro com o longa. “Eu acho que vão querer lançar novamente nos cinemas ou nas plataformas. E vai ser um ganho… a própria Xuxa disse outro dia que o filme é bom e tem que ser visto. Vai ser bom para a gente”, comentou.

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    Mulher-Maravilha 1984 ganha novo pôster exclusivo para estreia no Brasil

    25 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. Pictures Brasil revelou um pôster nacional exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984”, que traz a heroína dos quadrinhos com um novo uniforme alado dourado. A imagem, por sinal, dá bastante ênfase para as asas do traje, que aparecem abertas, ocupando metade do cartaz. O novo visual reflete uma tendência curiosa das continuações de super-heróis, que sempre procuram mostrar os personagens em uniformes diferentes daqueles usados nos filmes anteriores. As mudanças vão tão longe que chegam a perder as referências originais. A imagem atual, por exemplo, é do segundo filme da Mulher-Maravilha, embora pareça sugerir a estreia da Mulher-Gavião no cinema. De todo modo, o estúdio aproveitou para fazer divulgação dupla, ao incluir o cartaz num post com o anúncio de sua participação na convenção virtual Comic Con Experience (CCXP), que este ano vai acontecer de 4 a 6 de dezembro como um evento digital e gratuito, rebatizado como CCXP Worlds. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como a Rainha Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre o enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus. Com isso, a estreia vai acontecer oito dias antes dos EUA, onde a produção será lançada no Natal, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Trailer chinês de Mulher-Maravilha 1984 mostra cenas inéditas

    23 de novembro de 2020 /

    A Warner de Hong Kong divulgou um trailer exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984” para o mercado chinês, repleto de cenas inéditas. A prévia revela diversos momentos da jovem Diana em Themyscira, incluindo um novo monólogo da Rainha Hipolita, e uma aparição inédita do traje dourado, além de diversas cenas de luta contra inimigos pouco identificados. Assim como no Brasil, a China será um dos países que exibirá o filme nos cinemas na terceira semana de dezembro, enquanto os americanos precisarão esperar até o Natal para assistir ao lançamento – tanto nos cinemas quanto por streaming, na plataforma HBO Max. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus.

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    Diretor de Rua Cloverfield, 10 fará Predador 5

    20 de novembro de 2020 /

    A 20th Century Studios colocou em desenvolvimento um quinto filme da franquia “Predador”, que será o primeiro com distribuição da Disney. O estúdio contratou o diretor Dan Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há quatro anos. Ele vai filmar um roteiro escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”). O “Predador” original foi lançado em 1987, juntando Arnold Schwarzenegger e Carl Weathers numa tropa de elite em missão nas selvas da América Central, apenas para virar caça esportiva de um extraterrestre fortemente armado. Depois do primeiro, o melhor filme da franquia foi o terceiro, de 2010, em que um grupo disparatado de mercenários e assassinos foi transportado para o planeta dos Predadores para uma nova rodada do jogo de caça espacial. O elenco contava com a brasileira Alice Braga. O personagem Predador também apareceu em duas produções de crossover com outra franquia sci-fi da Fox, “Alien vs. Predator” (2004) e “Aliens vs. Predator 2” (2007). Sua aparição mais recente nos cinemas foi há dois anos, num quarto filme “solo” dirigido por Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que atuou no filme original de 1987. O longa fracassou nas bilheterias com apenas US$ 160 milhões, que deu prejuízo diante de seu orçamento de US$ 88 milhões. De fato, apesar do entusiasmo com o filme original, os quatro filmes do Predador arrecadaram juntos “somente” US$ 443 milhões em todo o mundo.

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    Astro de The Walking Dead vai produzir série baseada no terror Mansão da Morte

    12 de novembro de 2020 /

    O ator Norman Reedus (o Daryl de “The Walking Dead”) vai produzir uma série baseada no terror cult “Mansão da Morte” (Sorority House Massacre), único filme escrito e dirigido por Carol Frank. O longa de 1986, com produção do pioneiro do terror indie Roger Corman, é exatamente o que o título sugere: uma história sobre universitárias de uma irmandade feminina, que são perseguidas por um assassino psicopata em sua mansão. O detalhe é que o assassino compartilha uma ligação telepática com uma das garotas. Considerado um dos melhores filmes do subgênero slasher, apesar de parte da crítica minimizá-lo pelas similaridades com a “Holloween”, “Mansão da Morte” se tornou especialmente popular durante o auge da era do VHS e acabou ganhando duas sequências em 1990. A minissérie está sendo desenvolvida em parceria com Stephen Trask, criador do célebre musical da Broadway “Hedwig and the Angry Inch”, e também vai marcar o primeiro projeto de conteúdo da Utopia, uma empresa de distribuição indie criada no ano passado pelo ator-cineasta-roqueiro Robert Schwartzman, irmão do ator Jason Schwartzman, sobrinho de Francis Ford Coppola, primo de Sofia Coppola e Nicolas Cage, e cantor-guitarrista da banda Rooney. “Eu não poderia estar mais animado para colaborar com Robert e sua incrível equipe da Utopia neste projeto”, disse Reedus, em comunicado. “Seu gosto e visão criativa são inspiradores e exatamente em linha com o tipo de conteúdo que a [produtora de Reedus] bigbaldhead se propôs a desenvolver. Estamos entusiasmados em revisitar este clássico cult e criar algo verdadeiramente único”, completou. Ainda em estágios iniciais, o projeto não tem plataforma ou canal definidos. Veja o trailer do filme original abaixo.

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    The Crown vai mostrar cenas incômodas da bulimia da princesa Diana

    10 de novembro de 2020 /

    Na semana passada, a Netflix revelou que a 4ª temporada de “The Crown” trará avisos de alerta nas aberturas de alguns episódios por abordar a bulimia sofrida pela princesa Diana. Quão fortes serão as cenas para merecer este tipo de atenção? Emma Corrin (“Pennysworth”), que interpreta Diana na série, disse que há vômitos de embrulhar o estômago. Em entrevista ao site Radio Times, dias antes da estreia dos episódios, a atriz de 24 anos contou que foi ela quem pediu para incluir as cenas mais incômodas, de Diana vomitando, para retratar o transtorno alimentar de uma “maneira honesta”. Ela disse que desenvolveu as cenas enquanto fazia ensaios para o papel. “Estávamos trabalhando em sua linguagem corporal e montamos um documento que enviamos para a equipe de roteiristas, pedindo: ‘Vocês podem incluir um pouco disso no roteiro, porque adoraríamos realmente dar corpo a essas cenas?’. “Achei que, se estivéssemos tentando retratar a bulimia de uma forma honesta, teríamos que realmente mostrá-la – caso contrário, seria um desserviço para quem já passou por isso. E não acho que deveríamos fugir dessas controvérsia. Diana foi muito franca sobre sua experiência com bulimia e eu admiro muito isso”, a atriz completou. De fato, a própria Diana revelou sua batalha contra a bulimia durante uma entrevista bombástica com Martin Bashir em 1995. A bulimia é um transtorno alimentar que se manifesta por meio da compulsão de comer e uma purgação, ou seja, um desejo de tirar do organismo todo alimento que foi consumido. No caso da falecida princesa Diana, sabe-se que ela enfrentava angústias no ambiente familiar e problemas no casamento que podem ter contribuído para agravar o quadro. Para tratar a doença de forma acurada, mas também responsável, os produtores de “The Crown” decidiram trabalhar em colaboração com uma ONG britânica, a Beat (Associação Britânica para Distúrbios Alimentares), dedicada ao problema. A ideia de incluir avisos visa permitir aos espectadores se preparar e também buscar informações sobre como procurar ajuda, caso necessário. As primeiras críticas dos novos episódios já começaram a ser publicadas e garantem que se trata da melhor temporada de toda a série. Considerando o retrato de Diana, em seu casamento com o príncipe Charles (Josh O’Connor, de “Emma.”), como ponto alto da história, a imprensa dos EUA, Canadá e Reino Unido também ressaltou o desempenho de Emma Corrin, estrela mais jovem e menos rodada do elenco, que dá um show na produção. Os dez novos episódios da série chegam no domingo (15/11) à Netflix.

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    The Crown terá alertas por tratar bulimia da princesa Diana

    5 de novembro de 2020 /

    A 4ª temporada de “The Crown” trará avisos de alerta nas aberturas de alguns episódios por abordar a bulimia sofrida pela princesa Diana. A série, que retorna em poucos dias na Netflix, pretende tratar a doença de forma acurada, mas também responsável, por isso os produtores trabalharam em colaboração com uma ONG britânica, a Beat (Associação Britânica para Distúrbios Alimentares), dedicada ao problema. Também foram ouvidos relatos de pessoas que enfrentaram a bulimia e de especialistas da saúde. A ideia é que os espectadores vejam os avisos no início dos episódios e encontrem informações sobre como procurar ajuda, caso necessário. A bulimia é um transtorno alimentar que se manifesta por meio da compulsão de comer e uma purgação, ou seja, um desejo de tirar do organismo todo alimento que foi consumido. No caso da falecida princesa Diana, sabe-se que ela enfrentava angústias no ambiente familiar e problemas no casamento que podem ter contribuído para agravar o quadro. Os novos episódios trarão a atriz Emma Corrin (“Pennysworth”) no papel de Diana e mostrarão o casamento histórico da princesa com o príncipe Charles (Josh O’Connor, de “Emma.”), em 1981. Os dez novos episódios da série chegarão em 15 novembro à Netflix.

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    Xuxa muda de opinião sobre Amor, Estranho Amor: “Quem não viu o filme, veja”

    2 de novembro de 2020 /

    Após 30 anos impedindo sua exibição, Xuxa disse no “Fantástico” de domingo (1/11) que as pessoas deveriam ver o filme “Amor, Estranho Amor”, do qual participou em 1982, aos 18 anos de idade. O longa ganhou a fama de pornográfico (apesar de classificado para maiores de 14 anos) por trazer Xuxa seduzindo um menino de 12 anos. Dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003) em 1982, o drama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – trazia a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – como uma garota de programa, que também seria menor de idade. Além de cenas de nudez, Xuxa simulava sexo com o garoto. Xuxa se arrependeu do papel após passar a apresentar programas infantis, primeiro na TV Manchete e depois na Globo, e deu início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. “Quem não viu o filme, por favor, veja”, recomendou Xuxa, agora com 57 anos, em entrevista à repórter Renata Ceribelli. “Porque esse filme fala de uma coisa muito atual, que é a exploração infantil, isso é a realidade de muita gente. Não é minha realidade, mas é a realidade de muita gente. Então, antes das pessoas me criticarem, as pessoas deveriam saber que isso existe, diariamente, nesse país e no mundo todo, mas, principalmente, nesse país. Muitos meninos e meninas são vendidas, vendidos e vendidas para políticos, para pessoas que se dizem que têm poder, então, isso é muito importante as pessoas falaram, sim, desse filme.” Ela também abordou a má fama conquistada pelo papel que desempenhou na produção. “Cada vez que eu falo sobre isso as pessoas levantam essa bandeira, dizendo: mas você transou com um garoto de 12 anos num filme. Então, vamos lá: eu não transei, aquilo é ficção, é ficção, senão, o Arnold Schwarzenegger deveria estar preso, porque matou um monte de gente nos filmes dele”, disse Xuxa. A mudança de opinião pode estar relacionada com a derrota judicial de Xuxa no processo em que tentou impedir que o Google indexasse o filme. Em maio de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeitou por unanimidade um recurso da apresentadora, sob o argumento que isso poderia caracterizar censura prévia. Após a decisão, os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo e o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. Além disso, a vida de Xuxa vai virar filme em breve, e será impossível contar sua história sem lembrar de “Amor, Estranho Amor”. No “Fantástico”, a apresentadora também falou sobre diversidade, expressando sua vontade de que tivesse havido paquitas não-louras, e comentou abertamente sua sexualidade, após se dedicar a escrever um livro infantil LGBTQIA+: “Maya: Bebê Arco-Íris”, sobre um anjinho que escolhe vir à Terra como filha de um casal de lésbicas. Perguntada se já havia se apaixonado por uma mulher, Xuxa foi direta: “Não, mas se eu me apaixonasse, com certeza, todo mundo iria saber.” Sobre o lançamento infantil, Xuxa ainda disse: “A Maya veio pra mostrar que Deus é amor, que não tem preconceito, que não tem discriminação. Preconceito e discriminação vêm do homem, não de Deus. Dois homens podem se amar, um homem e uma mulher, duas mulheres, eu acho que a gente não tem que botar um rótulo nisso daí. Amor é amor, não importa o sexo.”

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    Clive Barker vai produzir série baseada no terror Hellraiser na HBO

    1 de novembro de 2020 /

    O escritor britânico Clive Barker se juntou ao projeto de adaptação de “Hellraiser” numa série de TV. Criador da longeva saga de terror, Barker escreveu e dirigiu o primeiro filme de 1987, mas não estava ligado à franquia desde “Hellraiser IV – Herança Maldita”, lançado em 1996. Em comunicado sobre o projeto, ele se disse “muito animado em ver a mitologia da franquia ganhar uma nova vida”. “Está na hora das histórias voltarem às origens. Estou ansioso para trazer para o público o elemento mais antigo do terror: o mal que invade nossas vidas e como nós precisamos ter forças para resisti-lo”, completou. Barker foi uma adição tardia ao projeto, mas oferece uma espécie de selo de garantia de fidelidade à sua criação. Fãs de terror já estavam babando com a configuração infernal da produção, que reuniu uma equipe de peso, com roteiros de Mark Verheiden (criador da série do “Monstro do Pântano”) e Michael Dougherty (“Contos do Dia das Bruxas”) e direção de David Gordon Green (do novo “Halloween”, de 2018). Os três também são coprodutores da série, com Verheiden assumindo o papel de showrunner. A série não será um reboot, mas uma continuação e expansão da mitologia imaginada por Clive Barker sobre os Cenobitas, liderados pelo icônico personagem Pinhead. Considerado o “Stephen King britânico”, Barker adaptou um livro de sua autoria (“The Hellbound Heart”) para virar cineasta com o primeiro filme da franquia, “Hellraiser – Renascido do Inferno”, em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis Cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank (Sean Chapman), que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de abrir a porta para outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelos anjos do inferno (os cenobitas). A partir daí, sua amante Julia (Clare Higgins) faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty (Ashley Laurence) encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o já citado Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, baseada num conceito do próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em produções cada vez mais fracas e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial! Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois ficou mais conhecido como o diretor de “Doutor Estranho”. O último lançamento da franquia aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido pela produtora Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso e os direitos foram adquiridos pela Spyglass, que no ano passado contratou o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e o diretor David Bruckner (“O Ritual”) para realizar o longa, que estaria em pré-produção. Confira abaixo o trailer original do terror de 1987.

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    Continuação de Halloween ganha primeiro teaser

    1 de novembro de 2020 /

    Um ano depois de divulgar um vídeo de bastidores das filmagens, a produtora Blumhouse voltou a aproveitar a data do Halloween (31/10) para compartilhar o primeiro teaser com cenas da continuação da franquia “Halloween” nas redes sociais. Depois do reboot de 2018, Jamie Lee Curtis voltará a enfrentar o serial killer mascarado Michael Myers em “Halloween Kills”, que no Brasil ganhou o subtítulo de “O Terror Continua”. A intérprete de Laurie Strode também voltará a contar com a companhia de Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta da personagem no filme mais recente. Além disso, a produção resgatará as crianças do filme original, que sobreviveram sob os cuidados da então babá Laurie durante o primeiro ataque do psicopata em 1978. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz (foi uma das enfermeiras de “Plantão Médico”/”E.R.”) repetirá seu papel da época, como Lindsey Wallace, mas Tommy Doyle terá novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). “Halloween Kills” deveria ter estreado neste fim de semana, mas devido à pandemia de coronavírus teve seu lançamento adiado em um ano. O vídeo revela a nova data, marcada para 15 de outubro de 2021. O próximo filme será o segundo de uma nova trilogia dirigida por David Gordon, que se encerrará em 2022 com “Halloween Ends”.

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    Criador de Black-ish vai filmar cinebiografia de Richard Pryor

    26 de outubro de 2020 /

    O produtor-roteirista Kenya Barris, criador de “Black-ish” e seus derivados “Grown-ish” e “Mixed-ish”, vai escrever e dirigir a cinebiografia do famoso comediante Richard Pryor (1940–2005). Ainda sem título, o projeto do estúdio MGM marcará a estreia do produtor televisivo como diretor de longas. O filme vai retratar a vida e a época de Pryor, um dos comediantes mais influentes de todos os tempos. Ao longo de sua carreira, ele apareceu em mais de 50 filmes, entre eles “O Expresso de Chicago” (1976), “Loucos de Dar Nó” (1980) e “Chuva de Milhões” (1985), além de ter encabeçado as séries “The Richard Pryor Show” e “Pryor’s Place”, escrito e dirigido filmes e séries. “A maneira como Pryor fez o que fez – com verdade e especificidade autoconsciente, autodepreciativa e com um nível incomparável de vulnerabilidade – representou o poder e o impacto de seu trabalho”, disse Barris em um comunicado. “Pryor tinha uma voz que era distintamente sua e, em muitos aspectos, a comédia desde então foi derivada do que ele criou. Para mim, este é um filme sobre aquela voz, a jornada que a formou e o que foi necessário para ela acontecer. ” A viúva do comediante, Jennifer Lee Pryor, será coprodutora do filme. Ela também se manifestou em comunicado. “Tive um lugar na primeira fila de grande parte da vida de Richard, e estou animada que o mistério de sua genialidade será finalmente explorado, e Kenya Barris é a pessoa perfeita para isso. Richard e Kenya são irmãos criativos”, disse a viúva. O presidente do grupo de cinema da MGM, Michael De Luca, e a presidente do grupo de cinema da MGM, Pamela Abdy, acrescentaram: “O NY Times disse que Richard Pryor foi o ‘comediante de stand-up iconoclasta que transcendeu as barreiras raciais e trouxe um humor mordaz e irreverente para as salas de estar da América, cinemas, clubes e salas de concerto’. Não poderíamos estar mais de acordo. Junto com nossos parceiros, estamos incrivelmente animados em compartilhar a vida extraordinária de Richard com o público em todo o mundo.” A produção ainda não tem cronograma de filmagem nem previsão de estreia.

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    Daniel de Oliveira será Henfil em série da Globo

    26 de outubro de 2020 /

    O ator Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) foi escalado para o elenco de “Betinho”, série sobre o sociólogo Herbert de Souza (1935-1997). Na trama, ele interpretará Henfil (1944-1988), irmão de Betinho e cartunista famoso, criador dos Fradinhos, da Graúna e do bode Orelana, que morreu após se contaminar com Aids devido a uma transfusão de sangue. Para dar vida a Henfil, o ator terá de perder peso ao longo das filmagens. Ele passou por processo semelhante quando encarnou Cazuza no longa-metragem sobre o cantor, “O Tempo Não Para”, de 2004. “Betinho” terá direção do cineasta Sérgio Machado (“Tudo Que Aprendemos Juntos”), produção da AfroReggae Audiovisual com a Formata, e trará Julio Andrade (“Sob Pressão”) como protagonista. A trama contará a luta do sociólogo contra a fome no país e pela defesa dos direitos humanos, lembrando suas ações solidárias. O elenco contará ainda com Lázaro Ramos (“Mister Brau”), Natália Lage (“A Divisão”), Débora Nascimento (“Pacificado”), Ravel Andrade (“Reality Z”) e Danni Suzuki (“Arcanjo Renegado”), entre outros. Ravel Andrade, irmão de Julio, viverá Chico Mário, o irmão caçula de Betinho, Lázaro Ramos terá o papel de um médico, Débora Nascimento interpretará uma funcionária fictícia do Instituto Brasileiro de Análises Sociais (Ibase), fundado pelo sociólogo, enquanto Natália Lage e Danni Suzuki serão, respectivamente, Irles Carvalho e Maria Nakano, a primeira e a segunda mulher de Betinho. A estreia está prevista apenas para 2022.

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    Caça-Fantasmas 3 sofre novo adiamento

    22 de outubro de 2020 /

    A Sony anunciou um novo adiamento de “Caça-Fantasmas: Mais Além” (Ghostbusters: Afterlife). O filme, que estrearia em julho deste ano, já tinha sido atrasado para março de 2021. Agora, foi para 11 de junho nos EUA, praticamente um ano mais tarde que a data originalmente marcada. Diferente do filme com elenco feminino de 2016, o novo “Caça-Fantasmas” é uma continuação direta das comédias originais e conta com participações do elenco original – até o relutante Bill Murray está na história. Apesar disso, a trama focará uma nova família encabeçada por Carrie Coon (“The Leftovers”), como mãe solteira dos personagens de Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3”). Além deles, Paul Rudd (“Homem-Formiga”) participa do elenco como um professor de cidade pequena. A direção é de Jason Reitman (“Juno”, “Tully”), filho do diretor dos dois primeiros Caça-Fantasmas, Ivan Reitman.

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