Cobra Kai: Elisabeth Shue conta como foi reviver papel de Karatê Kid
Uma das surpresas da 3ª temporada de “Cobra Kai” foi a volta de uma personagem importante do primeiro filme de “Karatê Kid”, lançado em 1984. Enquanto o marketing da Netflix não fez segredo sobre o retorno de personagens de “Karatê Kid 2”, manteve a participação de Elisabeth Shue , intérprete de Ali Mills, guardada à sete chaves. Para quem não lembra, Ali era a paixãozinha de Daniel (Ralph Machio) no filme de 1984. Em entrevista ao programa Entertainment Tonight, a atriz comemorou seu retorno ao universo da franquia, quase quatro décadas depois do filme original. “Eu estava muito animada em ver o Ralph [Macchio] e o Billy [Zabka] novamente. Eu assisti todas as temporadas da série e fiquei impressionada com a forma que eles lidaram com a história de um filme tão querido pelo público, conseguindo fazer algo igualmente interessante. É muito legal ver que o Daniel e o Johnny ainda são rivais. Eles não evoluíram muito.” Ela revelou que não via os dois colegas desde os anos 1980. “Acho que a última vez que eu vi o Ralph foi em 1986. Foi muito legal. E eu não via o Billy desde que as filmagens de ‘Karatê Kid’ terminaram.” Falando com a revista Entertainment Weekly, ela chegou a comparar o reencontro com uma reunião da antiga turma da escola. “Foi tão divertido perceber que toda a nossa química era exatamente a mesma. Minha química com Ralph era a mesma, a mesma com Billy – era estranho! Foi literalmente como uma reunião de colégio; parecia que nenhum tempo havia passado. Nenhum mesmo. Continuamos relembrando e rindo, revivendo constantemente o primeiro ‘Karate Kid’ a cada minuto entre as tomadas. Sem parar de relembrar nossa experiência e rir sobre o grande filme que ele acabou se tornando”, ela contou. A 3ª temporada de “Cobra Kai” está disponível na Netflix.
Richard Donner vai deixar aposentadoria para dirigir Máquina Mortífera 5
Aos 90 anos de idade, o célebre cineasta Richard Donner, diretor de clássicos como “Superman – O Filme” (1978), “Os Goonies” (1985) e “Máquina Mortífera” (1987), decidiu voltar mais uma vez para trás das câmeras. Em entrevista ao jornal britânico The Daily Telegraph, ele confirmou os planos de comandar um quinto filme da franquia “Máquina Mortífera”. “Este será o último. É meu privilégio e meu dever levar essa história até o final. É excitante, para falar a verdade! Este é o último, posso prometer isso!”, afirmou o diretor. Donner, que assinou todos os quatro filmes anteriores de “Máquina Mortífera”, não lançava um longa-metragem desde “16 Quadras”, de 2006. Ele já se considerava aposentado da função. Os rumores a respeito da produção de “Máquina Mortífera 5” começaram a circular em 2007 e ganharam força dez anos depois, quando foi noticiado que os astros Mel Gibson e Danny Glover estudavam a possibilidade de reeditar sua parceria clássica num quinto filme. Mais recentemente, durante um entrevista de janeiro passado para o site The Hollywood Reporter, o produtor Dan Lin revelou que o longa estaria realmente em desenvolvimento com o retorno da equipe original, incluindo o diretor Richard Donner e os atores Mel Gibson e Danny Glover. “Estamos tentando fazer o último filme de ‘Máquina Mortífera’. E Dick Donner está de volta. O elenco original também. É simplesmente incrível. A história em si é muito pessoal para ele. Mel e Danny estão prontos para rodar, então apenas dependemos do roteiro”, contou o produtor na ocasião. O envolvimento de Donner voltou à tona em novembro, quando o astro Mel Gibson revelou que a continuação estava realmente sendo produzida com participação de todos os envolvidos na franquia original, incluindo o diretor. Como os fãs devem lembrar, Mel Gibson co-estrelou os quatro filmes de “Máquina Mortífera”, de 1987 a 1998, interpretando o detetive da polícia de Los Angeles Martin Riggs, ao lado de Danny Glover como seu parceiro Roger Murtaugh – que já nos anos 1980 dizia estar “velho demais” para isso. Nos últimos tempos, a franquia também foi adaptada para a TV numa série conturbada de 2016, que teve o intérprete televisivo de Riggs, o ator Clayne Crawford, demitido ao final da 2ª temporada por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Damian Wayans, intérprete de Roger Murtaugh. A atração foi cancelada logo em seguida, ao final de seu terceiro ano, que acabou em fevereiro de 2019 num cliffhanger (gancho para a continuação) sem resolução.
Adolfo “Shabba-Doo” Quiñones (1955 – 2020)
O pioneiro da breakdancing Adolfo “Shabba-Doo” Quiñones morreu nesta quarta (30/12) em Los Angeles, aos 65 anos, um dia depois de postar uma foto convalescendo de uma suposta gripe e comemorando ter testado negativo para covid-19. Segundo seu empresário, “isso abre todos os tipos de perguntas”. Dançarino, coreógrafo e ator, Quiñones chegou a ser chamado de “o primeiro ídolo do hip-hop” pela revista Dance. Ele ajudou a popularizar a dança de rua ao viver Ozone nos dois filmes da franquia “Breakin'”, lançados em 1984. “’Breakin” foi mais do que apenas um filme de dança, ele lançou uma revolução cultural”, ele apontou em uma entrevista em 2014. Criado em um conjunto habitacional em Chicago, Quiñones foi membro fundador da famosa trupe de dança de rua The Lockers e apareceu com outros membros, incluindo Fred Berry e a famosa Toni Basil (do hit “Hey Micky”), de forma pioneira no programa “Saturday Night Live” em 1975 – quatro anos antes do primeiro rap ser gravado e a palavra hip-hop existir no vocabulário pop. Filho de pai porto-riquenho e mãe afro-americana, ele conta que começou a dançar funk e música latina simultaneamente, quando ainda era criança, o que influenciou seu estilo pioneiro. “Quando eu tinha três ou quatro anos, costumava dançar para minha família em festas e feriados”, disse na entrevista de 2014. “Eu cresci em uma família mista… então eu ouvia James Brown, Aretha Franklin e Tito Puente, todos no mesmo momento.” Quiñones deu seus primeiros passos no grupo de dançarinos do programa musical televisivo “Soul Train”, no começo dos anos 1970. Mas após aparecer no “SNL”, ele e seus companheiros dos Lockers foram catapultados ao estrelato, chegando a servir de aquecimento para um show de Frank Sinatra no Carnegie Hall e a apresentar um prêmio no Grammy, junto com Aretha Franklin. Logo, Quiñones começou a se destacar individualmente. Ele foi coprotagonista de um especial de hip-hop do “Soul Train”, em 1981, e um dos personagens do documentário “Breakin’ ‘N’ Enterin'” (1984), ao mesmo tempo em que iniciava sua carreira cinematográfica. Como dançarino, apareceu no musical “Xanadu” (1980), ao lado de Olivia Newton-John, em “Tango & Cash” (1989) e até em “Lambada: O Filme” (1990), e, durante sua fase mais popular, excursionou com Madonna como dançarino principal da turnê “Who’s That Girl?”, de 1987, além de ter coreografado vários vídeos da cantora no período. Suas performances o levaram a trabalhar com Chaka Khan, Lionel Richie e Luther Vandross, entre outros, e ele ainda coreografou a apresentação do Three 6 Mafia no Oscar de 2006, quando o grupo de rap venceu o Oscar de Melhor Canção Original por “It’s Hard Out Here for a Pimp”, do filme “Ritmo de um Sonho”. Ele teve até seu próprio programa na MTV, “Blowin’ Up”, ao lado de Jamie Kennedy (do filme “Pânico”). Outra de suas realizações foi ser aceito como diretor do American Film Institute – Quiñones não tinha o diploma de bacharel exigido, mas sua carreira de dança contou como crédito. Depois de dançar na frente das câmeras, ele decidiu passar para os bastidores, tornando-se diretor e roteirista com o musical “Rave, Dancing to a Different Beat”, lançado nos cinemas em 1993 pela New Line. Quiñones ainda escreveu um livro de memórias, que adaptou para as telas com o formato de documentário. Ele roteirizou, dirigiu e prestou depoimentos para “The Kings of Crenshaw”, filme de 2017 sobre a era de ouro do break em Los Angeles. Veja abaixo uma montagem com diversas fases da carreira do mestre Shabba-Doo.
Lee Wallace (1930 – 2020)
O ator Lee Wallace, que se especializou em viver prefeitos no cinema, morreu no domingo (20/12) em Nova York, aos 90 anos, após uma longa doença, anunciou sua família. Nascido Leo Melis no Brooklyn, em 15 de julho de 1930, ele estudou na NYU (Universidade de Nova York) e com o professor de teatro Michael Howard por sete anos, tornando-se presença regular no Williamstown Theatre Festival em Massachusetts em meados dos anos 1960. Ele também trabalhou em oito produções da Broadway, de “A Teaspoon Every Four Hours”, em 1969, até “The Apple Doesn’t Fall”, em 1996, dirigido por Leonard Nimoy. Sua carreira cinematográfica começou com figurações no suspense “Klute, O Passado Condena” (1971), de Alan J. Pakula, e na comédia de ação “Os Quatro Picaretas” (1972), de Peter Yates. Mas foi sua semelhança física com o político Ed Koch, prefeito da cidade de Nova York de 1978 a 1989, que acabou lhe garantindo papéis de maior destaque. Quatro anos antes de Koch ser eleito, Wallace interpretou um prefeito de Nova York sitiado no célebre thriller policial “O Sequestro do Metrô” (1974), dirigido por Joseph Sargent. Depois disso, voltou ao cargo no drama “Daniel” (1983), de Sidney Lumet, e foi escolhido por Tim Burton para ser o prefeito de Gotham City em “Batman” (1989). Wallace também apareceu na comédia de sucesso “A Recruta Benjamin” (1980), ao lado de Goldie Hawn, e em muitos trabalhos televisivos. Sua despedida das telas aconteceu em 1992, quando trabalhou em um episódio de “Lei & Ordem”, no telefilme “O Último Desejo” e no filme “Romance de Outono”, com Shirley MacLaine. Ele era casado há 45 anos com a atriz Marilyn Chris (“Lua de Mel de Assassinos”), com quem tinha um filho, Paul.
3ª temporada de Cobra Kai tem estreia antecipada para semana que vem
A aguardada 3ª temporada de “Cobra Kai” teve sua estreia antecipada. A Netflix divulgou um vídeo que mostra Johnny Lawrence, o protagonista da série vivido por William Zabka, antecipando a data em uma semana no site oficial da série na Netflix. Originalmente prevista para 8 de janeiro, a nova temporada agora será lançada na sexta-feira da semana que vem, dia 1 de janeiro. A 3ª temporada também é a primeira leva de episódios inéditos da série na Netflix. Para quem não sabe, “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube Premium, um projeto que tentava transformar o YouTube num serviço de assinaturas para rivalizar com a Netflix, mas a iniciativa não emplacou porque as demais atrações não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium de conteúdo pago do portal. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. Assim, a Netflix retransmitiu as duas temporadas que já tinham sido exibidas no YouTube. E mesmo já sendo a mais vista do YouTube Premium, a 1ª temporada de “Cobra Kai” teve mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma. A série estourou sem ter um episódio inédito sequer. Vale observar que a 3ª temporada já estava sendo produzida pelo YouTube quando a Netflix adquiriu a atração. Mas o sucesso impressionante da atração já fez a Netflix encomendar a 4ª temporada. Continuação de “Karatê Kid”, a trama retoma os personagens que marcaram época, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Os dois são homens muito mudados, e Lawrence, que era um vilãozinho, experimenta uma jornada de redenção na trama. Mas isso também faz reviver sua antiga rixa com LaRusso, com consequências trágicas para as pessoas ao redor dos dois.
Cobra Kai: Cena da 3ª temporada destaca transformação de Johnny Lawrence
A Netflix divulgou uma nova cena da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que destaca a relação de Johnny Lawrence (William Zabka) com Miguel (Xolo Maridueña), seu aluno que levou a pior na luta generalizada do final da 2ª temporada. A cena também mostra como o personagem principal mudou desde os anos 1980. O ex-vilão mirim do primeiro “Karatê Kid” virou o adulto mais legal de “Cobra Kai”. A nova temporada também deve encerrar a rixa de Lawrence com Daniel LaRusso (Ralph Macchio), que se enfrentaram em 1984 e percebem que precisam superar a rivalidade para ajudar seus alunos após a chegada do verdadeiro vilão da franquia, John Kreese (Martin Kove), que assume o controle do dojo Cobra Kai. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro ao streaming.
Trailer de Um Príncipe em Nova York 2 resgata papel clássico de Eddie Murphy
A Amazon divulgou o trailer de “Um Príncipe em Nova York 2” (Coming 2 America), sequência da comédia estrelada por Eddie Murphy em 1988. A prévia abre com referências ao “Rei Leão”, ao explorar a coincidência da escalação de James Earl Jones, voz do pai de Simba nos desenhos da Disney, como o pai de Akeem, o príncipe vivido por Murphy. Além disso, o vídeo também lembra que o primeiro “Um Príncipe em Nova York” foi a obra que originou a mania do comediante de interpretar múltiplos personagens simultaneamente. A prática, que no passado rendeu comédias sem graça como “O Professor Aloprado 2: A Familia Klump” (2000) e “Norbit, uma Comédia de Peso” (2008), volta a ser usada de forma exagerada e em dose dupla, com ajuda do ator Arsenio Hall (também com múltiplos papéis). Para quem não lembra, o personagem Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, decidiu ir a Nova York para encontrar possíveis esposas nos anos 1980. Agora, prestes a virar o rei, descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro), Akeem resolve voltar a Nova York em busca do filho desconhecido. Ele contará novamente com a ajuda de seu fiel parceiro Semmi (Arsenio Hall), mas o elenco está cheio de novidades, como Jermaine Fowler (“Crashing”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Shari Headley (“Goosebumps 2”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o rapper Rick Ross como ele mesmo. O roteiro foi escrito por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e a direção é de Craig Brewer em seu segundo filme seguido com Eddie Murphy, após o sucesso de “Meu Nome é Dolemite” na Netflix no ano passado. O filme será lançado pela Amazon Prime Video em 5 de março, com alguns países recebendo também uma estreia cinematográfica do estúdio original, Paramount Pictures. Veja abaixo o trailer em versões dublada em português e no original sem legendas.
Um Príncipe em Nova York 2: Sequência de comédia clássica de Eddie Murphy ganha pôster
A Amazon divulgou duas versões do pôster de “Um Príncipe em Nova York 2” (Coming 2 America), sequência da comédia estrelada por Eddie Murphy em 1988. Os cartazes também confirmam a data de estreia. No original, Murphy vivia Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, que decide ir a Nova York para encontrar possíveis esposas. Desta vez, Murphy está prestes a virar o rei de Zamunda quando descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (James Earl Jones, de volta ao papel do rei) para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro, Akeem volta a viajar a Nova York em busca do filho desconhecido. Ele contará novamente com a ajuda de seu fiel parceiro Semmi (Arsenio Hall, repetindo o papel dos anos 1980), mas o elenco está cheio de novidades, como Jermaine Fowler (“Crashing”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Shari Headley (“Goosebumps 2”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o rapper Rick Ross como ele mesmo. O roteiro foi escrito por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e a direção é de Craig Brewer, em seu segundo filme seguido com Eddie Murphy, após o sucesso de “Meu Nome é Dolemite” na Netflix no ano passado. O filme será lançado pela Amazon Prime Video em 5 de março, com alguns países recebendo também uma estreia cinematográfica do estúdio original, Paramount Pictures.
Um Príncipe em Nova York 2: Sequência de comédia clássica de Eddie Murphy ganha fotos
A Amazon divulgou as primeiras imagens de “Um Príncipe em Nova York 2” (Coming 2 America), sequência da comédia estrelada por Eddie Murphy em 1988. No original, Murphy vivia Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, que decide ir a Nova York para encontrar possíveis esposas. Desta vez, Murphy está prestes a virar o rei de Zamunda quando descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (James Earl Jones, de volta ao papel do rei) para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro, Akeem volta a viajar a Nova York em busca do filho desconhecido. Ele contará novamente com a ajuda de seu fiel parceiro Semmi (Arsenio Hall, repetindo o papel dos anos 1980), mas o elenco está cheio de novidades, como Jermaine Fowler (“Crashing”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Shari Headley (“Goosebumps 2”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o rapper Rick Ross como ele mesmo. O roteiro foi escrito por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e a direção é de Craig Brewer, em seu segundo filme seguido com Eddie Murphy, após o sucesso de “Meu Nome é Dolemite” na Netflix no ano passado. O filme será lançado pela Amazon Prime Video no início de março, com alguns países recebendo também uma estreia cinematográfica do estúdio original, Paramount Pictures.
Jeremy Bulloch (1945 – 2020)
O ator inglês Jeremy Bulloch, que foi o intérprete original do caçador de recompensas Boba Fett na primeira trilogia “Star Wars”, morreu em um hospital de Londres nesta quinta (17/12), aos 75 anos. Segundo seus agentes, ele morreu pacificamente, cercado por sua família, de complicações de saúde após seus muitos anos vivendo com a doença de Parkinson. Além de viver Boba Fett, ele teve uma carreira longa de mais de 45 anos, iniciada ainda criança em 1958, em “Somente Deus por Testemunha”, um dos mais famosos filmes sobre o desastre do transatlântico Titanic. Ele participou de várias séries inglesas, incluindo “Doctor Who”, e produções populares do cinemas britânico, como “Tudo Começou em Paris” (1963), musical estrelado pelo roqueiro Cliff Richard, o drama “O Ídolo Caído (1966), com Jennifer Jones, a comédia “O Amor de um Homem” (1970), com Peter Sellers, e os clássicos “Mary Stuart, Rainha da Escócia (1971), com Vanessa Redgrave, e “Um Homem de Sorte” (1973), com Malcolm McDowell, sem esquecer sua entrada na franquia do agente secreto James Bond em “007: O Espião que me Amava” (1977), antes de aparecer numa galáxia distante. Até então relegado a pequenos papéis, Bulloch acabou ingressando na cultura pop mundial ao dar vida a Boba Fett em 1980, primeiro em “O Império Contra-Ataca” e depois em “O Retorno de Jedi”, em 1983. O ator acabou substituído no papel do caçador de recompensas na trilogia seguinte, mas mesmo assim voltou a aparecer em “Star Wars” – sem a máscara e a armadura mandaloriana – como o Capitão Colton em “A Vingança dos Sith” (2005). “Ele será lembrado não apenas por sua representação icônica do personagem lendário, mas também por seu calor e espírito generoso, que se tornaram uma parte duradoura de seu rico legado”, disse o perfil oficial de “Star Wars” no Instagram. Além de integrar o panteão de intérpretes de “Star Wars”, Bullock também deve ser saudado por participar de três longas de 007 como o personagem Smithers, um assistente do laboratório do inventor Q, na fase estrelada por Roger Moore. Depois da estreia em 1977, seu pequeno papel voltou a ser visto em “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981) e “007 Contra Octopussy” (1983).
Veja os primeiros minutos de Mulher-Maravilha 1984
A Warner divulgou um vídeo com os primeiros minutos de “Mulher-Maravilha 1984”. A prévia é narrada por Gal Gadot, que interpreta a personagem-título, mas acompanha a heroína em sua infância, durante um torneio das amazonas. A versão mirim da Mulher-Maravilha é vivida por Lilly Aspell, que já tinha interpretado a pequena Diana no primeiro filme. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e ainda traz de volta Connie Nielsen como Hipólita e Robin Wright como a guerreira Antiope. As duas são vistas na abertura do filme. Além delas, Chris Pine também retorna como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus e finalmente vai estrear nesta quinta (17/12), acompanhado de críticas elogiosas da imprensa internacional.
Namorados de Karatê Kid 2 se reencontram em cena de Cobra Kai
A Netflix divulgou uma cena da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que registra o reencontro de Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Kumiko (Tamlyn Tomita). Os dois chegaram a namorar no longa “Karatê Kid 2: A Hora da Verdade Continua”, de 1986, mas terminaram antes dos eventos de “Karatê Kid 3”. A cena do reencontro sugere que a separação foi amigável. Mas o mais interessante é que, quando Daniel lamenta não poder contar mais com os conselhos do Sr. Miyagi (Pat Morita), Kumiko diz algo surpreendente, sugerindo alguma forma de reuni-lo novamente com o falecido sensei. Confira abaixo. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro ao streaming.
Mulher-Maravilha 1984 estreia com elogios da crítica internacional: “Um presente de Natal”
Depois de meses de adiamentos, a tão esperada continuação de “Mulher-Maravilha” finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta (17/12). E as primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá dizem que a demora é mais que compensada por um filme excelente. “Mulher-Maravilha 1984” recebeu uma resposta extremamente positiva da crítica internacional, mesmo dos que apontaram problemas no roteiro. Entre os elogios, o filme é descrito como “um presente de Natal” (Chicago Sun-Times) e “o tipo de escapismo que precisamos neste momento” (Financial Times). A maioria das críticas segue esse tom, destacando que o otimismo do longa, novamente estrelado por Gal Gadot e Chris Pine, e dirigido por Patty Jenkins, ressoa com particular importância em 2020, como distração e como mensagem para a humanidade, diante dos problemas do mundo atual. Kate Erbland, do site IndieWire, descreveu o lançamento como “algo alegre, maluco e profundamente agradável”. “E ainda está transbordando com a mesma maravilha e alegria do primeiro filme, um filme raro – de qualquer faixa – que não quer apenas acreditar na bondade das pessoas, mas está disposto a fazê-las realmente trabalhar para isso. Isso é super-heróico. ” Hoai-Tran Bui, do site Slash Film, ressalta que “os encantos otimistas de desenho animado de ‘Mulher-Maravilha 1984’ parecem uma crítica direta da paisagem política e cultural atual, de uma forma que é inquestionavelmente canastrona, mas é – tão banal quanto repetir esta frase repetida demais – um bálsamo muito necessário para 2020.” Brian Truitt, do jornal USA Today, acrescenta: “Grande parte de ‘1984’ é, para usar o vernáculo da época, radical. A química de Gadot e Pine foi um dos melhores aspectos do primeiro ‘Mulher-Maravilha’ e eles trazem muita vida para o novo, enquanto uma alegre Diana apresenta ao deslocado Steve as pochetes e calças paraquedas da época… Adicione uma trilha de Hans Zimmer e, juntos, os dois pombinhos dão ao filme uma vibração emocionante e séria que se materializa no projeto de super-herói recente da DC mais próximo do coração do ‘Superman’ original de Christopher Reeve.” Wendy Ide, do Financial Times, reflete que “com seu enredo emocionante e descrição otimista de uma humanidade que é capaz de aceitar sacrifícios pessoais para um bem maior, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é exatamente o tipo de escapismo inebriante de que precisamos agora”. Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times, concorda, escrevendo que o filme é “um presente de Natal, com partes emocionantes, cômicas, românticas e cheias de ação, e um tom que lembra os filmes do ‘Superman’ de Richard Donner e os filmes do ‘Homem-Aranha’ de 2000. Com certeza, temos um enredo clássico de filme de quadrinhos sobre um louco megalomaníaco com a intenção de dominar o mundo, mas muitas vezes há um tom relativamente leve durante todo essa abordagem. O resultado é um espetáculo de puro entretenimento pop à moda antiga.” Ben Travis, da revista Empire, elogia a atriz principal: “Como no último filme, o coração e a alma de ‘Mulher Maravilha 1984’ é Gadot. Sua Diana exala graça e bondade, e seu poder é exibido com uma feminilidade ousada que ainda soa reveladora em meio a uma paisagem repleta de heróis machos dilacerados”. Peter Debruge, da Variety, destaca a diretora: “Jenkins é uma cineasta extremamente talentosa em quem o estúdio arriscou – raramente questionada quando comparada a homens – e ela prova seu valor ao nunca permitir que o espetáculo abafe as performances… Assim como Wakanda representa uma terra livre das restrições da supremacia branca em ‘Pantera Negra’, sua Diana Prince representa o que qualquer mulher poderia alcançar, se elevada acima do patriarcado”. Alex Abad-Santos, do site Vox, acha que o filme é bem-sucedido, mas… “‘Mulher-Maravilha 1984’ são três filmes em um: é ao mesmo tempo um romance sobre o amor perdido; uma história sobre o ciúme em nossas amizades; e a história de um homem triste e destruído, desesperado para dominar o mundo. E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso… Já vimos antes outros adultos tristes e infantilizados que querem dominar o mundo ou conduzi-lo ao apocalipse (Loki em ‘Vingadores’, Ultron em ‘Vingadores: Era de Ultron’, Luthor em ‘Batman vs Superman’). Essa história estereotipada é algo adequado para os outros caras. Quanto mais tempo se gasta nisso, menos tempo ‘Mulher-Maravilha 1984′ passa sendo maravilhoso.” Apesar dessa ressalva, Kevin Maher, do jornal The Times, insiste que tudo dá certo no final: “O roteiro de Jenkins e dos co-roteiristas Geoff Johns e Dave Callaham faz uma coisa notável – ele se desdobra na premissa e trata o material com a maior seriedade. E, de alguma forma, funciona”. Vale ressaltar que, apesar dos elogios, a maioria concorda que o filme tem falhas. “’Mulher Maravilha 1984’ é um filme com uma mensagem bem-intencionada, mas que não tem ideia de como colocar essa mensagem em uma história convincente. O filme é culpado por tentar fazer muito e se torna sobrecarregado por causa disso, e é culpado por fazer pouco com sua trama tênue e motivações confusas de personagens”, avalia Matt Goldberg, do site Collider. Segue Peter Debruge, da Variety: “Muitos dos efeitos são fracos. Alguns são absolutamente constrangedores (como quando a Mulher-Maravilha interrompe uma perseguição no deserto bem coreografada para resgatar duas crianças em perigo). E o grande final é um fracasso… pois Jenkins tenta espremer sua grande ideia em alguns minutos apressados de exibição”. Mas ele alerta que, mesmo assim, o filme é “inspirador”. “Jenkins disse que gostaria que o filme durasse 15 minutos a mais. Alguns espectadores talvez preferissem que fosse 15 minutos mais curto. Mas, na maior parte do tempo, eles ficarão felizes em estar na companhia da Mulher-Maravilha. À sua maneira antiquada e pouco cínica, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é um dos melhores blockbusters feitos desde 1984”, conclui Nicholas Barber, da rede britânica BBC.












