Morgan Stevens (1951–2022)
O ator Morgan Stevens, que estrelou as séries “Fama” e “Melrose”, foi encontrado morto em sua casa na quarta (26/1) durante uma verificação de rotina da polícia. Nenhuma informação sobre a causa da morte foi divulgada. Ele tinha 70 anos. Nascido em 16 de outubro de 1951, em Knoxville, Tennessee, Stevens foi para Hollywood logo após se formar na faculdade. Ao longo dos anos 1970, ele apareceu em séries como “Mod Squad”, “One Day at a Time” e “Quincy”, até chamar atenção num episódio da última temporada de “Os Waltons”, em 1981. Apesar de curta, sua participação teve impacto na trama, e acabou rendendo seu retorno em três telefilmes de reencontro da atração em 1982, incluindo o especial de casamento de Erin Walton (interpretada por Mary Elizabeth McDonough), que virou a esposa de seu personagem. Stevens saiu de “Os Waltons” para seu primeiro papel fixo na TV, interpretando o professor David Reardon durante duas temporadas da série musical “Fama”. Ele chegou até a escrever um dos episódios do terceiro ano da produção, exibido em 1984. Após “Fama”, Stevens seguiu aparecendo como convidado em várias séries, incluindo os sucessos “O Barco do Amor”, “Águia de Aço”, “Magnum”, “Assassinato por Escrito” e “MacGyver: Profissão Perigo”. Mas sua carreira sofreu um duro golpe em agosto de 1989. Após sofrer um pequeno acidente de carro, ele foi preso pela polícia de Los Angeles por suspeita de dirigir embriagado. Enquanto estava sob custódia, o ator foi severamente espancado, sofrendo um nariz quebrado, bochecha fraturada, mandíbula deslocada e danos nos nervos do rosto. Ele foi desfigurado pela polícia. Depois de sofrer tortura física, um teste de álcool em seu sangue o inocentou da acusação de dirigir embriagado. Ele venceu um processo contra a polícia de Los Angeles, que teve que pagar todo seu tratamento de recuperação. Traumatizado, Morgan ficou afastado das telas por três anos, voltando a atuar apenas em 1992, quando interpretou o personagem Nick Diamond em sete episódios de “Melrose” (Melrose Place). Depois disso, seu trabalho tornou-se esporádico, levando a um final precoce em sua carreira em 1999, quando apareceu pela última vez nas telas, em um episódio de “Chuck Norris, Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger).
Filme sobre a icônica gravadora Creation ganha primeiro trailer
A RLJE Films divulgou o primeiro trailer americano de “Creation Stories”, filme sobre a influente gravadora britânica Creation Records, que realizou uma revolução musical nos anos 1980. A prévia revela um foco narrativo centrado na história pessoal de Alan McGee, o fundador e dono da gravadora, que é vivido pelo escocês Ewen Bremner (o Spud de “Trainspotting” e sua continuação) em sua versão mais velha. O ator não é o único egresso de “Trainspotting” no projeto. O roteiro foi escrito por Irvine Welsh, autor do livro que virou “Trainspotting”, e a produção está a cargo de Danny Boyle, o diretor daquele filme. “Creation Stories” é baseado na autobiografia de McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. O lendário empresário escocês ganhou projeção ao montar um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). Ele também tinha uma banda, a Biff Bang Pow, e foi o primeiro empresário do Jesus and Mary Chain, além de ter gravado o primeiro single do grupo. The Jesus and Mary Chain não foi a única banda famosa lançada pela Creation, que ainda gravou discos do Primal Scream, My Bloody Valentine, Teenage Fanclub, House of Love, Ride e até Oasis. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também está produzindo um novo festival de rock, Creation Day, que vai acontecer no último fim de semana de maio no Reino Unido. O filme tem direção do ator Nick Moran, que virou diretor com outra cinebiografia de produtor-prodígio, “Telstar: The Joe Meek Story” (2008). O elenco inclui Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Rupert Everett (“O Lar das Crianças Peculiares”), Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kirsty Mitchell (“Dupla Explosiva”), Mel Raido (“Lendas do Crime”), Matthew Durkan (“Coronation Street”) e Leo Flanagan (“Hanna”) como a versão adolescente de McGee. A première aconteceu no Festival de Glasgow, na Escócia, em fevereiro do ano passado, um ano antes da estreia nos EUA, que vai acontecer em VOD no dia 25 de fevereiro.
“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” vai virar série
O diretor espanhol Pedro Almodóvar fará a primeira série de sua carreira. Ele está produzindo a adaptação em capítulos de sua premiada comédia “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988), primeiro de seus filmes indicado ao Oscar. O projeto está sendo desenvolvido para a plataforma Apple TV+ e contará com a atriz Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) como uma das protagonistas. Ela deve interpretar Pepa, personagem que originalmente foi vivida por Carmen Maura. Produzida pela empresa El Deseo, de Almodóvar, a série, que deve misturar inglês e espanhol, será comandada pela roteirista e showrunner Noelle Valdivia (“Masters of Sex”). O comediante mexicano Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”) também é listado entre os produtores do projeto, que terá financiamento da Lionsgate TV. Vale lembrar que o roteiro de Almodóvar, premiado no Festival de Veneza, já tinha sido transformado num musical da Broadway em 2010. Lembre abaixo do trailer do filme original, vencedor do Goya (o Oscar espanhol) e responsável pela virada da carreira de Almodóvar, transformando o até então cineasta cult em fenômeno comercial.
Série clássica “Quantum Leap” pode ganhar reboot
A série clássica “Quantum Leap”, sci-fi dos anos 1980 que também é conhecida no Brasil como “Contratempos”, pode ganhar uma continuação/reboot. A rede NBC encomendou um piloto que se aprovado retomará a história da série. A sinopse do projeto diz: “Faz 30 anos desde que o Dr. Sam Beckett (Scott Bakula) entrou no acelerador Quantum Leap e desapareceu. Agora, uma nova equipe foi montada para reiniciar o projeto na esperança de entender os mistérios por trás da máquina e do homem que a criou”. A descrição faz parecer que o astro da série original, Scott Bakula, está a bordo. Nada é oficial, mas segundo fontes do site The Hollywood Reporter, o ator pode estar envolvido. A série, que durou cinco temporadas, transmitidas entre 1989 e 1993, acompanhava um cientista que involuntariamente passa a viajar no tempo ao “saltar” nos corpos de pessoas de diferentes eras. Em novembro, o ator Dean Stockwell, que compartilhava o protagonismo com Bakula dando vida a um holograma, faleceu de causas naturais aos 85 anos. Por seus papéis, os dois atores receberam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. O reboot está sendo produzido por Steven Lilien (criador de “Deus Me Adicionou”), Bryan Wynbrandt (showrunner de “La Brea”) e Martin Gero (criador de “Blindspot”). O criador do “Quantum Leap” original, Don Bellisario, também está a bordo como produtor. Veja abaixo o trailer da série original.
“Eduardo e Mônica” sofre novo adiamento
O filme “Eduardo e Mônica”, baseado na canção homônima da banda Legião Urbana, vai atrasar mais duas semanas, após sofrer novo adiamento. Previsto para estrear em 6 de janeiro, agora chegará aos cinemas brasileiros em 20 de janeiro. O motivo não é a variante ômicron, que está causando a suspensão de vários eventos nos EUA. Com os cinemas tomados por “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, até “Matrix Resurrection” chegou em menos de mil salas nesta semana, e em 6 de janeiro o filme brasileiro ainda teria que disputar espaço com a animação “Sing 2” e o filme de ação “King’s Man – A Origem”. Por outro lado, o adiamento compra outra briga: contra o coronavírus. Diversos países europeus já decretaram a paralisação das exibições cinematográficas por causa do aumento da contaminação alimentado pela ômicron. Mesmo com os sistemas do Ministério da Saúde bagunçados por ataque hacker, vários hospitais brasileiros têm comunicado aumento expressivo de internações por covid-19 e também por uma cepa bastante agressiva de influenza. A volta das restrições de funcionamento do comércio não está descartada. “Eduardo e Mônica” já encontrou cinemas fechados anteriormente. O filme deveria ter estreado nos cinemas brasileiros em abril de 2020. Com o começo da pandemia, foi adiado para 12 de junho, junto do Dia dos Namorados. Mas como os cinemas continuaram fechados, a produção acabou desistindo de remarcar uma nova data. A estreia ficou oficialmente para “em breve” até receber a “data definitiva” que acaba de mudar novamente. No filme, Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música escrita por Renato Russo em 1986. A direção é de René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da Legião Urbana para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante atual inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”).
Terminam as gravações da 5ª temporada de “Cobra Kai”
A 4ª temporada de “Cobra Kai” ainda nem estreou e as gravações do 5º ano da produção já foram encerradas. O fim dos trabalhos em Atlanta, nos Estados Unidos, foram revelados no domingo (19/12) pelo showrunner Jon Hurwitz, que anunciou a novidade no Twitter com uma foto no avião em sua volta para casa, ao lado de Josh Heald, seu parceiro na criação da série. A trama da 5ª temporada está sendo guardada em segredo, mas Josh Heald afirmou em entrevista ao Screen Rant que esses episódios não encerram a série. Segundo ele, a produção teria novas histórias para contar num sexto e talvez até sétimo ano. Já a 4ª temporada vai mostrar Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) se unindo contra John Kreese (Martin Kove), o antigo sensei de Johnny que assumiu o controle do dojo Cobra Kai e, consequentemente, obrigou os dois antigos rivais a selarem a paz. Além disso, trará a volta outro vilão clássico da franquia “Karatê Kid”, o sinistro instrutor de caratê Terry Silver (Thomas Ian Griffith), visto pela última vez em “Karatê Kid 3: O Desafio Final” (1989). A estreia está marcada para 31 de dezembro. Five. Fin. #ByeAtlanta #CobraKai pic.twitter.com/xr3lBwvwa6 — Jon Hurwitz (@jonhurwitz) December 19, 2021
Protagonista é dispensado de “The Goldbergs” por mau comportamento
A série “The Goldbergs” perdeu seu patriarca. Poucos meses após a morte de George Segal, intérprete do vovô da família da rede americana ABC, o ator Jeff Garlin foi desligado da comédia em consequência de várias denúncias de mau comportamento e investigações internas. Garlin não retornará mais ao programa, apesar de ter ainda gravações pendentes da 9ª temporada, atualmente em exibição. Os representantes da Sony Pictures Television, que produz a comédia, não fizeram comentários e nenhuma decisão foi tomada ainda sobre o cancelamento ou renovação da série para sua 10ª temporada. Em termos de audiência, trata-se de uma das atrações mais sólidas da ABC. O ator foi afastado após denúncias de assédio moral. “Ele é extremamente abusivo, verbal e emocionalmente”, disse uma fonte da produção ao site Deadline. De acordo com a fonte, que pediu para não ser identificada, uma assistente de câmera fez uma reclamação ao chefe de departamento sobre o uso da palavra “vagina” por Garlin. Depois que o ator descobriu, ele supostamente colocou as mãos em volta dela e continuou dizendo “vagina” em seu rosto repetidamente. Ele normalmente faz piadas ofensivas, que incluem órgãos genitais, e também incomoda os colegas de trabalho com uma mania de dar apelidos desagradáveis aos integrantes da produção. Sempre mau humorado, ele também criou um climão com um casal de figurantes que é muito querido dos produtores, xingando a mulher por supostamente andar devagar à sua frente. De acordo com as fontes do Deadline, o elenco e a equipe ficaram chocados ao testemunhar a agressão verbal e “esta foi a gota d’água” em termos de tolerância às grosserias do ator. Desde desse incidente, que aconteceu há cerca de dois meses, Garlin foi chamado pelo departamento de Recursos Humanos da produção. Mas, ao voltar ao set, seu comportamento não mudou e ele ainda zombou das orientações do RH. Para completar a temporada, “The Goldbergs” vai usar o mesmo recurso adotado pela Globoplay para incluir Camila Queiroz no capítulo final de “Verdades Secretas 2”: um dublê com rosto substituído por computação gráfica. Assim será a participação do patriarca Murray Goldberg, inclusive, num episódio que deveria ser especialmente comemorativo, já que a temporada chegará ao fim com a exibição de seu 200º episódio. Garlin também faz parte do elenco da cultuada comédia “Curb Your Enthusiasm” na HBO, mas não há informações de problemas nesta produção.
Volta da série clássica “Uma Turma Genial” não passa da 1ª temporada
A HBO Max cancelou a nova versão de “Uma Turma Genial” (Head of the Class) após a 1ª temporada. Um final extremamente súbito para a continuação de uma série que durou 5 temporadas e mais de 100 capítulos em sua transmissão original. A dupla Amy Pocha e Seth Cohen (roteiristas de “Whiskey Cavalier”) foi responsável por atualizar a trama exibida na rede ABC entre 1986 e 1991. No Brasil, a série foi um sucesso da TV Globo no início dos anos 1990. “Ficamos gratos por trabalhar com Bill (Lawrence, produtor), Amy e Seth para trazer de volta uma série tão icônica e agradecemos a eles e ao excelente elenco por seu trabalho árduo e dedicação”, disse um comunicado da HBO Max, ao informar o cancelamento. Foi o segundo cancelamento consecutivo estrelado pela atriz Isabella Gomez, que antes fazia parte da série “One Day at a Time”, por coincidência outro remake de série clássica. Sua escalação foi responsável pela maior mudança da nova “Turma Genial”, transformando o professor veterano vivido por Howard Hesseman nos anos 1980 numa professora. Os demais integrantes do elenco incluíam Dior Goodjohn, Gavin Lewis, Adrian Matthew Escalona, Brandon Severs, Jolie Hoang-Rappaport, Jorge Diaz, Katie Beth Hall e Christa Miller, além de Robin Givens, que estrelou a série original e fez a conexão entre as duas gerações ao repetir seu papel como Darlene Hayward, chefe da associação de pais e mestres da escola na nova trama. O revival não chegou a ser lançado no Brasil. Veja abaixo o trailer americano da atração.
Bridget Hanley (1941-2021)
Bridget Hanley, estrela das séries clássicas “E as Noivas Chegaram” e “Harper Valley P.T.A.”, morreu na quarta (15/12) de doença de Alzheimer, no lar para idosos de Hollywood em Woodland Hills, na Califórnia. Ela tinha 80 anos. A atriz começou a carreira como convidada em séries populares dos anos 1960, como “Gidget”, “A Feiticeira”, “Jeannie é um Gênio” e “A Noviça Voadora”, antes de conseguir seu primeiro papel fixo regular em “E as Noivas Chegaram”. Criada em 1968 por N. Richard Nash (autor do livro que virou o recente filme “Cry Macho”, de Clint Eastwood), a série de comédia tinha premissa similar ao sucesso de cinema “Sete Noivas para Sete Irmãos” (1954). A trama se passava num acampamento de madeireiros do fim do século 19 que se revoltava pela falta de mulheres na região. Logo, uma centena de noivas em potencial foram levadas para a floresta para impedir uma greve e salvar o negócio. Hanley interpretou a ruiva Candy Pruitt, a líder do grupo de mulheres. O elenco também incluía a famosa estrela de cinema Joan Blondell, o ator David Soul, antes de entrar na série “Justiça em Dobro”, e o então iniciante Bobby Sherman, que virou um ídolo da música pop durante a exibição da série, exibida até 1970. Após o cancelamento das “Noivas”, Hanley voltou a sua rotina de atriz convidada, aparecendo em várias outras séries, incluindo “Nanny”, “O Jogo Perigoso do Amor” e “Um Estranho Casal”. Ela só voltou a um elenco fixo em 1981, quando se juntou a “Harper Valley P.T.A.” como Wanda, filha da rival da personagem principal – a ex-“Jeannie é um Gênio” Barbara Eden, que encarnava uma viúva liberada em luta contra hipócritas puritanos em uma cidadezinha do sul dos EUA. A série de comédia durou duas temporadas, até agosto de 1982. Mas Hanley continuou sua carreira por mais uma década, aparecendo em “Carga Dupla”, “Assassinato por Escrito” e várias outras atrações, vindo a se despedir das telas num episódio do revival de “Kung Fu” de 1996. Ela foi casada com o diretor de TV E.W. Swackhamer (“Jeannie é um Gênio”) de 1969 até a morte dele em 1994.
Série recria era de ouro do time de basquete Los Angeles Lakers. Veja o trailer
A HBO Max divulgou o divertido trailer de “Winning Time: The Rise of the Lakers Dynasty”, série sobre a era de ouro do time de basquete Los Angeles Lakers. Para situar os leitores futeboleiros, não chega a ser o Santos de Pelé (este é o Chicago Bulls de Michael Jordan), mas pode ser comparado com o Flamengo de Zico. Criada pelo roteirista Max Borenstein (“Godzilla”) e dirigida pelo cineasta Adam McKay (“Não Olhe para Cima”), “Winning Time” mostra como um empresário chamado Jerry Buss conseguiu revolucionar o basquete nos anos 1980 montando um time extremamente popular e vencedor, liderado por um novato chamado Earvin “Magic” Johnson. John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) vive Buss e o estreante Quincy Isaiah é Magic Johnson. O elenco ainda destaca o também estreante Solomon Hughes como outra lenda do basquete, Kareem Abdul-Jabbar, além de Jason Clarke (“O Eterminador do Futuro: Gênesis”), Hadley Robinson (“Moxie”), Rob Morgan (“Mudbound”), Jason Segel (“How I Met Your Mother”), Michael Chiklis (“Quarteto Fantástico”), Sally Field (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Adrien Brody (“O Grande Hotel Budapeste”). A estreia está marcada para março na HBO e na plataforma de streaming HBO Max.
Trailer de “Cobra Kai” mostra aliança de ex-rivais
A Netflix divulgou o primeiro trailer completo da 4ª temporada de “Cobra Kai”, que mostram Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) se unindo contra John Kreese (Martin Kove), o antigo sensei de Johnny que assumiu o controle do dojo Cobra Kai e, consequentemente, obrigou os dois antigos rivais a selarem a paz. Apesar dessa nova dinâmica, os dois continuam com metodologias contrastantes para ensinar seus aprendizes, o que mantém o clima de disputa entre eles. A nova temporada também traz de volta outro vilão clássico da franquia “Karatê Kid”, o sinistro instrutor de caratê Terry Silver (Thomas Ian Griffith), visto pela última vez em “Karatê Kid 3: O Desafio Final” (1989). Criação dos roteiristas Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”), a 4ª temporada estreia no dia 31 de dezembro e a série já se encontra renovada para o 5º ano de produção.
Produtor diz que “Cobra Kai” tem histórias para além da 5ª temporada
O produtor Josh Heald (“A Ressaca”), que comanda “Cobra Kai”, afirmou em entrevista ao Screen Rant que a equipe criativa não pretende encerrar a série na 5ª temporada, atualmente em produção. A série, que ainda não exibiu a 4ª temporada, teria novas histórias para contar num sexto e talvez até sétimo ano. “Nós temos mais que a 5ª temporada. Não estamos escrevendo o fim da série na 5ª temporada, agora”, ponderou Heald. “Não podemos acreditar que filmamos duas temporadas da série neste ano. Na nossa mente, é uma loucura acreditar no quão longe chegamos em relação à história que o público já viu até o momento. A 5ª temporada é enorme com muitos novos sabores e muitas coisas que você não viu antes na série. E não é o fim”, acrescentou. Continuação de “Karatê Kid”, a trama retoma os personagens que marcaram época, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Os dois são homens muito mudados, e Lawrence, que era um vilãozinho, experimenta uma jornada de redenção na trama. Mas isso também faz reviver sua antiga rixa com LaRusso, com consequências dramáticas. Criação dos roteiristas Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”), “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube Premium, um projeto que tentava transformar o YouTube num serviço de assinaturas para rivalizar com a Netflix, mas a iniciativa não emplacou porque as demais atrações não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto de conteúdo pago do portal. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. Ao chegar na Netflix, a série comprovou sua popularidade. As duas temporadas que já tinham sido exibidas no YouTube tiveram juntas mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma, enquanto o terceiro ano inédito, que também tinha sido produzido pelo YouTube, atingiu mais de 40 milhões de assinantes. A 4ª temporada será a primeira produzida inteiramente pela Netflix e vai mostrar os antigos antagonistas superando sua velha rivalidade para se juntar contra a chegada de vilões perigosos, incluindo o retorno do sinistro instrutor de caratê Terry Silver (Thomas Ian Griffith), visto pela última vez em “Karatê Kid 3: O Desafio Final” (1989). A estreia da 4ª temporada vai acontecer em 31 de dezembro e “Cobra Kai” encontra-se renovada para o quinto ano desde agosto passado.
Lendário artista da DC Comics revela ter câncer terminal
O lendário artista de quadrinhos George Pérez, que desenhou alguns dos maiores clássicos da DC Comics, como o crossover “Crise nas Infinitas Terras” e a reformulação dos “Novos Titãs”, best-seller da editora, revelou nesta semana que tem de seis meses a um ano de vida, devido a um câncer de pâncreas em fase terminal. No anúncio em suas redes sociais, o artista de 67 anos também disse que planeja uma grande sessão final de autógrafos para se despedir dos fãs. “É difícil acreditar que já se passaram quase três anos desde que anunciei formalmente minha aposentadoria da produção de quadrinhos devido à minha visão deficiente e outras enfermidades causadas, principalmente, por meu diabetes. Na época, fiquei lisonjeado com a quantidade de homenagens e depoimentos que meus fãs e colegas me deram”, disse ele, em uma publicação feita em sua página no Facebook. “As palavras gentis ditas nessas ocasiões foram tão emocionantes que eu costumava brincar que ‘a única coisa que faltava nesses eventos era eu deitado em uma caixa'”, continuou. Mas o que pareceu piada antes, agora é encarada como tragédia. Isso porque, ao passar por uma cirurgia por obstrução do fígado no dia 29 de novembro, ele recebeu a confirmação de um câncer de pâncreas no estágio 3. “É impossível de ser operado e minha expectativa de vida estimada é de seis meses a um ano. Me deram a opção de quimioterapia e radioterapia, mas depois de avaliar quanto dos meus dias restantes seriam consumidos por consultas médicas, tratamentos, internações hospitalares e ainda lidar com a burocracia, muitas vezes estressante e frustrante do sistema médico, optei por deixar a natureza seguir seu curso e aproveitarei o tempo que me resta o mais plenamente possível, com minha linda esposa de mais de 40 anos, minha família, amigos e meus fãs”, afirmou ele. Ele contou que, desde que recebeu o diagnóstico e prognóstico, tem recebido muito amor, apoio e ajuda, tanto prática quanto emocional, das pessoas mais próximas. “Eles me deram paz”, contou o artista. Perez disse que já deixou seus negócios em ordem e agora quer se despedir dos fãs. “Ainda posso assinar meu nome, e espero coordenar uma última sessão de autógrafos em massa para ajudar a tornar minha passagem um pouco mais fácil”, confessou. Ele também espera poder fazer uma última aparição pública para que possa ser fotografado com o maior número possível de fãs, com a condição de abraçar cada um deles. “Eu só quero ser capaz de dizer adeus com sorrisos e também com lágrimas”, disse o quadrinista. “Eu sei que muitos de vocês terão perguntas ou comentários para fazer, e em vez da especulação e da falta de comunicação bem-intencionada, potencialmente prejudicial, voltarei à arena da mídia social, iniciando uma nova conta no Facebook, onde fãs e amigos podem se comunicar comigo ou com meu representante para atualizações e esclarecimentos”, acrescentou. “É muito edificante saber que você levou uma vida boa, que trouxe alegria para tantas vidas e que deixará este mundo um lugar melhor porque fez parte dele”, finalizou. A parceria de Perez com o roteirista Marv Wolfman na década de 1980 é uma das mais famosas dos quadrinhos americanos e especialmente por “Crise nas Infinitas Terras” continua a influenciar histórias atuais. A trama clássica inspirou um crossover do Arrowverso na televisão. E sua revolução na antiga “Turma Titã” foi o ponto de partida da série “Titãs”. Perez também marcou os quadrinhos da “Mulher-Maravilha” e do “Superman”, tanto como artista quanto como roteirista, criou a armadura agora tradicional do vilão Lex Luthor e também desenhou os “Vingadores”, na Marvel. Sua última criação foi “Sirens”, uma publicação independente da editora BOOM! Studios, lançada em 2014.











