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    Incompreendida: Trailer mostra Charlotte Gainsbourg como uma péssima mãe

    27 de maio de 2016 /

    A Imovision divulgou o trailer legendado de “Incompreendida”, drama dirigido pela atriz italiana Asia Argento (“Terra dos Mortos”), filha do mestre do terror Dario Argento, e estrelado por sua colega de geração Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”). Asia inspirou-se em sua própria vida para contar a história da adolescente Aria (Giulia Salerno), passada em ambientes do underground do anos 1980. Mal compreendida pelos pais (Gainsbourg e Gabriel Garko, de “Luxúria”), que a tramam com indiferença em meio a um violento divórcio, e pelos colegas de escola, que a consideram esquisita, ela acaba expulsa de casa e vagueia pela cidade com sua mochila e seu gato preto. Além de dirigir, Asia escreveu o roteiro com Barbara Alberti (“Um Sonho de Amor”) e compôs a trilha sonora (tocada por integrantes da banda Locust). Exibido no Festival de Cannes de 2014, na mostra Um Certo Olhar, o filme estreia dia 23 de junho no Brasil.

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    The Americans é renovada para mais duas temporadas e acaba em 2018

    26 de maio de 2016 /

    O canal pago americano FX anunciou a renovação da série “The Americans” para mais duas temporadas, que serão as últimas da atração. A série de espionagem, passada nos anos 1980, chegará ao fim em 2018, concluindo sua história em mais 23 capítulos – 13 no ano que vem e mais 10 na reta final. Em um comunicado, Eric Schrier, presidente de conteúdos originais do FX, afirmou que os produtores irão encerrar a série em grande estilo. “Não temos dúvida que mais duas temporadas são suficientes para que Joe Weisberg e Joel Fields contem a história até uma conclusão perfeita”. Atualmente em sua 4ª temporada, “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (série “Brothers & Sisters”), que se passam por uma típica família americana. Nem seus filhos sabiam de sua missão, até a mais velha (Holly Taylor) descobrir a verdade na temporada anterior. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e no ano passado rendeu o Emmy de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”).

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    John Carpenter vai voltar à franquia de terror Halloween

    25 de maio de 2016 /

    O cineasta John Carpenter vai voltar à franquia “Halloween”, como produtor executivo do 11º filme do psicopata Michael Myers. Diretor, roteirista, compositor da trilha e produtor do primeiro “Halloween”, que deu origem aos filmes de terror slasher dos serial killers sobrenaturais em 1978, Carpenter estava longe da franquia desde “Halloween III: A Noite das Bruxas”, que ele produziu em 1982. O filme original e sua sequência direta, “Halloween 2 – O Pesadelo Continua!” (1981), que Carpenter também escreveu, foram responsáveis por criar toda a mitologia da série, tendo sido refeitos por Rob Zombie em 2007 e 2009. Além disso, lançaram para a fama a atriz Jamie Lee Curtis, intérprete da heroína Laurie Strode, que se tornou uma espécie de musa dos filmes de terror, ganhando o apelido de Scream Queen (rainha do grito). Ela atualmente estrela uma série de terror cômico intitulada justamente “Scream Queens”. “Trinta e oito anos depois do ‘Halloween’ original, eu vou tentar fazer com que o novo longa seja o mais assustador de todos”, prometeu Carpenter em comunicado. O novo filme ainda não tem um título definido, nem elenco ou diretor, mas não deve continua a história de Rob Zombie, que dividiu opiniões. O segundo “Halloween” de Zombie interrompeu a carreira de Michael Myers em 2009 e, graças às baixas bilheterias, quase o levou à aposentadoria. A nova continuação será financiada pela Miramax, que detém os direitos da franquia, em parceria com a Blumhouse, produtora de Jasom Blum especializada em terrores baratos, como “Atividade Paranormal” (2007) e “Ouija” (2014). Além de “Halloween”, a filmografia de John Carpenter já rendeu vários remakes, como “Assalto à 13ª Delegacia” (2005), “A Névoa” (2005) e “A Coisa” (2011). Também há planos para refilmagens de “Os Aventureiros do Bairro Proibido” (1986), que seria estrelada por Dwayne Johnson, e “Starman – O Homem das Estrelas” (1984). E, para completar, recentemente o cineasta venceu uma ação de plágio contra “Sequestro no Espaço” (2012), que seria cópia de seu filme “Fuga de Nova York” (1981).

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  • Série

    Dead of Summer: Série de terror dos criadores de Once Upon a Time ganha primeiro trailer

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago americano FreeForm (ex-ABC Family) divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Dead of Summer”, série de terror dos criadores de “Once Upon a Time”, passada em um acampamento de férias de verão no final dos anos 1980. Desenvolvida por Adam Horowitz e Edward Kitsis, a dupla de “Once Upon a Time”, em parceria com o roteirista Ian B. Goldberg, que também trabalhou na série das fábulas, a série evoca o clima da franquia “Sexta-Feira 13” e similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981). A história acontece em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 vão experimentar seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas primeiras mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. O elenco inclui Elizabeth Mitchell (séries “Lost”, “Revolution”), Elizabeth Lail (série “Once Upon a Time”), Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”), Paulina Singer (“Gotham”) e Amber Coney (série “Class”). A 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas pela força de seu roteiro. A estreia está marcada para 28 de junho nos EUA.

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  • Filme

    Novo X-Men decepciona, mas não chega a ser um apocalipse

    24 de maio de 2016 /

    Não foi Christopher Nolan, com a trilogia do “Cavaleiro das Trevas”, que levou a sério um filme de super-herói pela primeira vez. Foi Bryan Singer no “X-Men” original de 2000, abrindo as portas para um novo universo nos cinemas, mais realista que as tentativas anteriores. Só que, desta vez, o diretor que praticamente definiu um gênero, perdeu o rumo ao abraçar o irreal com todas as forças em “X-Men: Apocalipse”, seu trabalho mais fraco à frente da franquia e o pior da trilogia estrelada pela nova geração, como fala Jean Grey numa cena, em que a brincadeirinha com “O Retorno de Jedi” (1983) saiu pela culatra: “Well, at least we can all agree, the third one is always the worst”. Estaria tudo certo se Bryan Singer seguisse o que ele mesmo ensinou: os mutantes são tão ou mais humanos que nós, homo sapiens. Seus poderes extraordinários sempre ficaram em segundo plano. Mas não neste filme, que exige dos X-Men um esforço para a utilização máxima de suas habilidades, para deter um vilão poderosíssimo, o primeiro mutante a andar na Terra, vindo da era de Imhotep e Anck Su Namun, colecionando os atributos de outros mutantes e se vendendo como uma divindade. Na verdade, porém, Apocalipse não passa de um fanfarrão que quer mandar tudo pelos ares. E ele acorda na década de 1980, dez anos após os eventos de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), graças a uma solução vergonhosa do superestimado roteirista Simon Kinberg, que Singer jamais deveria ter aprovado. Se você não conseguiu enxergar (e não é culpa sua), pode acreditar que Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) é o ator por trás da maquiagem e o “cospobre” de Apocalipse, que daria orgulho aos profissionais que trabalharam em “Power Rangers”, “Jaspion” e “Spectreman”, heroicos artistas que fizeram milagres com um orçamento ridículo. O vilão patético surge com voz de megafone e mais imobilizado, sem expressões ou personalidade, que Darth Vader e RoboCop, o que lhe deixa inerte em cena e obriga a trama e os X-Men a reagirem à sua presença. Então, é hora de dar porrada e descarregar os poderes em cima da criatura estúpida. Pior que a franquia sempre se concentrou em vilões humanos como contraponto aos mutantes. E agora… isso. Desta vez, infelizmente, qualquer traço de humanidade valorizado por Singer nos filmes anteriores foi deixado de lado, apesar do início intrigante. Especialmente a boa parte dramática envolvendo Magneto (Michael Fassbender). Mas é um filme cheio de repetecos, como os dilemas de Jean Grey (agora a talentosa Sophie Turner, de “Game of Thrones”) e o retorno de Mercúrio (o excelente Evan Peters) fazendo exatamente o mesmo de “Dias de um Futuro Esquecido”, mas numa versão estendida em cenário diferente. E, claro, Mística (Jennifer Lawrence), pela milésima vez, tentando nos enganar ao se passar por outra pessoa. Sem esquecer do showzinho básico do Magneto voador arremessando metais para todos os lados. Mas tirando Oscar Isaac, embora seja injusto colocar o mico do figurino em sua conta, o elenco garante a diversão com sua competência indiscutível. Destaque, de novo, para James McAvoy (Charles Xavier) e os já citados Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Evan Peters e Sophie Turner. Vale ainda apontar o jovem Tye Sheridan, que se sai muito melhor que o ex-Ciclope, o insosso James Marsden. Singer só esqueceu de dar um pouco de voz aos “seguranças” do vilão, os quatro modernos cavaleiros do apocalipse. Magneto é o único que não entra mudo e sai calado. Também não espere discussões profundas sobre a origem de Apocalipse e consequentes interpretações bíblicas, embora houvesse material de sobra para agitar um debate interessante sobre o assunto, mas talvez tenha faltado coragem para jogar lenha na fogueira. Fora isso, não há muito o que dizer nessa história, que está lá para servir de apoio para o clímax apoteótico, dominado por uma avalanche de efeitos visuais que fazem o filme de 2000 parecer uma produção rodada no quintal da casa de Bryan Singer, embora tivesse um roteiro bem melhor e personagens mais ricos em humanidade. Aqui, o exagero toma conta da tela, embora a solução final para a batalha pudesse vir a qualquer momento – mas isso transformaria o filme num curta. Apesar de pouco inspirado, Bryan Singer tem crédito, ainda consegue prender a atenção e divertir na medida do possível – não tem como ficar indiferente, por exemplo a uma participação especial lá pela metade do filme, em alusão à história clássica dos quadrinhos “Arma X”. Os fãs piram. E temos uma competente reconstrução dos coloridos e exagerados anos 1980 – que talvez seja uma desculpa para o filme ir pelo mesmo caminho. O fato é que “X-Men: Apocalipse” tem problemas, mas (desculpe-me por isso) não chega a ser o fim do mundo. Verdadeiro apocalipse foram “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009).

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  • Série

    MacGyver: Remake da série clássica Profissão Perigo ganha primeiro trailer

    23 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS divulgou o primeiro trailer de “MacGyver”, remake da série clássica, chamada “Profissão Perigo” no Brasil, que foi aprovada para a próxima temporada. A prévia destaca explosões, tiros e o sorriso de Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”), que vive uma versão mais jovem de MacGyver. Mas embora se passe na juventude do personagem encarnado por Richard Dean Anderson entre 1985 e 1992, não se trata de uma série de “origem”. Mac já surge cheio de habilidades e fazendo piadinha sobre o uso improvisado de chiclete e cotonete. E é graças a essas habilidades criativas que ele é aliciado para participar de uma unidade secreta do governo, na qual vai trabalhar ao lado de George Eads (série “CSI”). As cenas divulgadas, porém, podem não ser aproveitadas na série. Apesar de aprovada, a produção de “MacGyver” sofreu intervenção, por não ter agrado completamente à emissora. Parte do elenco do piloto será dispensado, em busca de um novo direcionamento, que será produzido por Peter Lenkov (de “Havaii Five-0”), substituto dos desenvolvedores do projeto original. Mesmo com essa turbulência, a série vai estrear na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro, nos EUA.

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  • Série

    Lethal Weapon: Veja o primeiro trailer da série baseada na franquia Máquina Mortífera

    21 de maio de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou o primeiro trailer de “Lethal Weapon”, série aprovada para a próxima temporada, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. A prévia é repleta de ação, mas também de momentos cômicos e dramáticos, num equilíbrio bem dosado. O elenco também se mostra bem selecionado e afinado. Deve se tornar um grande sucesso. Os personagens centrais e seu relacionamento volátil são os mesmos dos filmes. Clayne Crawford (série “Rectify”) vive Martin Riggs, que chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a morte da mulher, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”) vive seu parceiro Roger Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Os dois não poderiam ser mais diferentes. E esta é a graça da produção – e também do longa original de 1987, escrito por Shane Black, o diretor de “Homem de Ferro 3”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”, e teve seu piloto dirigido pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”). O elenco também conta com Kevin Rahm (série “Desperate Housewives”) como o Capitão Avery, chefe da dupla, Golden Brooks (série “Hart of Dixie”) como Trish Murtaugh, esposa do personagem de Wayans, e Jordana Brewster (uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”) no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A série vai estrear na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro, nos EUA.

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  • Série

    Reboot de MacGyver e série derivada de Dia de Treinamento são aprovadas

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS oficializou a encomenda de seis novas séries para a próxima temporada, incluindo uma nova versão de “MacGyver: Profissão Perigo” e uma série baseada no filme “Dia de Treinamento”. Apesar de aprovada, a produção de “MacGyver” sofreu intervenção, por não ter agrado completamente à emissora. Parte do elenco do piloto será dispensada, em busca de um novo direcionamento, que será produzido por Peter Lenkov (de “Havaii Five-0”), que irá substituir os desenvolvedores do projeto original. Na série original, exibida com enorme sucesso entre 1985 e 1992, Angus MacGyver (Richard Dean Anderson) era um agente secreto veterano que conseguia se virar com poucos recursos, usando apenas seus conhecimentos científicos e um canivete suíço que sempre carregava, para se safar das mais difíceis situações. Na nova versão, ele será um agente novato, de 20 e poucos anos, aprendendo os truques que o tornaram famoso. Lucas Till (“X-Men: Primeira Classe”) permanece escalado no papel principal, assim como George Eads (série “CSI”) como seu treinador. “Training Day” será uma reimaginação do filme de 2001, que rendeu o Oscar para o ator Denzel Washington. A produção está a cargo do próprio diretor do longa, Antoine Fuqua, em parceria com Will Beall, roteirista de “Caça aos Gângsteres” (2013) e ex-detetive do departamento de Los Angeles. O filme “Dia de Treinamento” contava a história do jovem policial Jake Hoyt (Ethan Hawke), que no seu primeiro dia de treinamento acompanhava o detetive corrupto Alonzo Harris (papel de Denzel Washington), tornando-se testemunha e alvo da violência do colega. A série vai mudar a raça dos personagens, acompanhando um jovem policial afro-americano idealista chamado Kyle Craig, que é indicado para o esquadrão de elite da polícia de Los Angeles, a SIS (Special Investigations Section), onde ganha a parceria de um detetive experiente, mas moralmente ambíguo, Frank Rourke. O policial veterano será interpretado por Bill Paxton (“No Limite do Amanhã”) e o novato pelo estreante Justin Cornwell. O elenco ainda inclui Katrina Law (série “Arrow”), Julie Benz (série “Defiance”) e Drew Van Acker (série “Pretty Little Liars”). O terceiro drama aprovado foi “Bull”, série baseada na vida real do famoso Dr. Phill, antes de virar um psicanalista televisivo, com produção de Steven Spielberg. Michael Weatherly (série “NCIS”) estrela a série como o Dr. Jason Bull, alter-ego do Dr. Phill, como um médico consultor de julgamentos criminais. Por sua vez, “Pure Genious” (previamente conhecido como “Bunker Hill”), é uma criação de Jason Katims (“Parenthood”) e se passa num hospital high tech, financiado por um bilionário do Vale do Silício (Augustus Prew, da série “The Borgias”), que tratará seus pacientes com o que há de mais moderno e revolucionário na medicina. O elenco inclui Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”), Odette Annable (séries “House” e “Banshee”), Brenda Song (série “Dads”), Reshma Shetty (série “Royal Pains”), Ward Horton (“Annabelle”) e Matthew John Armstrong (série “Heroes”). As demais produções são comédias. Uma delas, por sinal, também passará por reestruturação com mudança de elenco. Trata-se de “Man with a Plan” (previamente intitulada “I’m Not Your Friend”), que marca a volta de Matt LeBlanc para a TV aberta, após o cancelamento de “Episodes”. Na trama desenvolvida pelo casal Jeff & Jackie Filgo (produtores de “That ’70s Show”), LeBlanc vira dono de casa e pai em tempo integral quando sua mulher resolve aceitar um emprego. A mulher seria vivida por Jenna Fischer (série “The Office”), mas, segundo apuraram alguns sites, não teria havido química entre ela e LeBlanc no piloto. Por fim, “The Great Indoors” trará Joel McHale de volta à um papel fixo na TV após o cancelamento de “Community”, ao lado do veterano comediante britânico Stephen Fry (“24 Horas: Viva Um Novo Dia”). O projeto acompanhará um repórter aventureiro (McHale) que precisa se adaptar quando sua revista vira online e ele se vê chefiando um grupo de jovens com a mentalidade do novo milênio. O elenco inclui Christopher Mintz-Plasse (“Kick-Ass”), Brianne Howey (“Eu Quero Matar Meu Chefe 2”) e Chris Williams (série “Silicon Valley”).

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  • Série

    Fox anuncia oito séries novas, incluindo adaptações de O Exorcista e Máquina Mortífera

    11 de maio de 2016 /

    A rede americana Fox saiu na frente da concorrência ao anunciar, na terça (10/5), suas novas séries para a temporada de outono de 2016. Foram encomendadas oito atrações novas, com destaque para as adaptações televisivas dos filmes “O Exorcista” (1973) e “Máquina Mortífera” (1987), além do spin-off da série “24 Horas”, anteriormente anunciado. As três atrações estavam entre os projetos mais badalados da temporada graças à popularidades de suas franquias, mas também pelas equipes envolvidas em suas produções. O piloto de “The Exorcist” (título original da série) foi dirigido por ninguém menos que o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e estrelado pela veterana atriz Geena Davis (“Thelma & Louise”). Na trama, ela vive a mãe de duas garotas (Brianne Howey, da série “Scream Queens”, e Hannah Kasulka, de “The Fosters”), que podem ter sido possuídas pelo diabo. O elenco ainda inclui o mexicano Alfonso Herrera (ex-“Rebelde”, atualmente na série “Sense8”) e o inglês Ben Daniels (série “House of Cards”) como os padres que praticam o exorcismo. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Jeremy Slater (“Renascida do Inferno” e “Quarteto Fantástico”). Por sua vez, o piloto de “Lethal Weapon” foi comandado pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”) e estrelado por Clayne Crawford (série “Rectify”) e Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”). Os dois viverão os policiais Martin Riggs e Roger Murtaugh, papéis celebrizados por Mel Gibson e Danny Glover no cinema. O elenco também conta com Jordana Brewster, uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”, no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”. Na trama, Riggs chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a perda da mulher e do filho pequeno, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Ele terá como parceiro Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Intitulada “24: Legacy”, a atração derivada de “24 Horas” trará Corey Hawkins (Dr. Dre no filme “Straight Outta Compton”) no papel de um herói de guerra que procura a CTU (Agência de Contra-Terrorismo) para tentar impedir um grande ataque terrorista. Criada pelos produtores de “24 Horas” (Howard Gordon, Manny Coto e Evan Katz), a série negocia com Kiefer Sutherland para uma participação especial, o que não está garantido, já que ele estrelará uma nova atração em outro canal. As demais atrações aprovadas são “Pitch”, de Dan Fogelman (diretor e roteirista de “Não Olhe para Trás”), sobre a primeira mulher arremessadora (Kylie Bunbury, de “Under the Dome”) a jogar nas ligas principais do beisebol americano; “APB”, de David Slack (produtor-roteirista de “Person of Interest”), em que um bilionário (Justin Kirk, de “Weeds”) adquire uma delegacia de polícia após o assassinado de um ente querido, propondo uma abordagem de vanguarda no combate ao crime; “Star”, de Lee Daniels (criador de “Empire”), que acompanhará três garotas (elenco estreante) que decidem formar uma banda; “The Mick”, dos irmãos John e Dave Chernin (produtores-roteiristas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que traz Kaitlin Olson (também de “Philadelphia”) como uma mulher falida que aceita cuidar dos sobrinhos após a irmã fugir do país no rastro de um escândalo financeiro; e “Making History”, de Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”), em que três amigos (Adam Pally, de “The Mindy Project”, Leighton Meester, de “Gossip Girl”, e Yassir Lester, da série “Girls”) descobrem uma maneira de viajar no tempo, visitando momentos históricos do passado e complicando suas vidas no presente. A última é considerada a série de comédia mais promissora da leva, graças à produção dos cineastas Phil Lord e Chris Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e vão comandar o filme sobre a juventude de Han Solo. Os dois também produzem a bem-sucedida série “The Last Man on Earth”. A Fox ainda não anunciou as datas de estreia de suas novas séries.

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  • Música

    Playlist (Vapour Trail): 10 clipes do “guitar pop” dos anos 1980

    9 de maio de 2016 /

    Três anos após apontar o caminho para a cena indie com seus primeiros singles de microfonia exasperante, The Jesus and Mary Chain lançou novo par de canções que renderam outra mudança na paisagem musical britânica. Domando o feedback, a ponto de torná-lo melódico, e acrescentando batidas eletrônicas, que podiam ser dançadas, Jesus inventou uma nova religião. Se “Psychocandy” (1985) era radical demais para o mainstream, “Darklands” (1987) apontou o caminho para o surgimento de uma espécie de “guitar pop”, um pop de guitarras saturadas e vocal meloso, que tomou as paradas e ainda lançou modinhas, como o “Blonde movement”, um cruzamento de Jesus and Mary Chain com Go-Go’s que multiplicou as bandas de cantoras loiras na música britânica do final dos anos 1980. Para fechar a década, Jesus lançou “Automatic” (1989), cujo sucesso finalmente fez a banda estourar nos EUA. A esta altura, as batidas tornaram-se ainda mais dançantes, influenciadas pela acid house e pela cena que florescia entre o contato dos roqueiros com as primeiras raves. Logo, o grupo de seu primeiro baterista, Primal Scream, ganharia remixes de um DJ, dando início a um novo capítulo.

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  • Música

    Gravadora Creation, que lançou Jesus and Mary Chain, Primal Scream e Oasis, vai virar filme do autor de Trainspotting

    7 de maio de 2016 /

    O escritor Irvine Welsh, autor do livro que virou o cultuado filme “Trainspotting” (1996), está escrevendo um roteiro de cinema sobre a lendária Creation Records, principal gravadora indie dos anos 1980, que lançou as bandas The Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Primal Scream, House of Love, Teenage Fanclub, Ride e Oasis, entre muitas outras. O filme vai se chamar “Creation Stories” e será baseado na autobiografia de seu fundador, o escocês Alan McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. McGee também foi cantor da banda Biff Bang Pow! e montou um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). A reverência às suas realizações era tanta que, após The Jesus and Mary Chain assinar com a Warner em 1985, ele continuou trabalhando com a banda na função de empresário. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. Welsh, que também é escocês e amigo próximo de McGee, testemunhou boa parte dessa história. Ele vai dividir o roteiro com Dean Cavanagh, com quem já trabalhou na comédia britânica “Good Arrows” (2009). A distribuição está a cargo da Kaleidoscope Films e ainda não há previsão de estreia.

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  • Música

    Lenda urbana sobre a banda The Smiths vai virar filme

    6 de maio de 2016 /

    A banda inglesa The Smiths lançou o hit “Panic” em 1986, conclamando seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois, a letra inspirou um fã incondicional a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, a história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 vai virar um filme dramático, segundo o jornal inglês The Guardian. A produção terá o título de outra música dos Smiths, “Shoplifters of the World”, e será estrelada e produzida por Joe Manganiello (“Magic Mike”). Direção e roteiro estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. “Kijak e Morrisey já se conheciam há algum tempo e o vocalista concordou em oferecer o catálogo de músicas para o filme. Não saiu barato, mas temos a bênção de Morrissey para avançar com o projeto sobre Smiths. Eu sou um grande fã da banda. Estou animado e apaixonado pelo projeto”, declarou Manganiello. O cantor dos Smiths foi, por sinal, quem mais atuou para divulgar essa lenda, contando a história em entrevistas e em sua biografia. Mas a verdade é que, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia, armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, no estacionamento da rádio. Ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Para a polícia de Denver em 1987, só mesmo um louco adoraria aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O filme ainda não tem data de lançamento prevista. Além dele, há outro longa sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011).

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  • Filme

    Terror cult Bonecos da Morte vai ganhar remake

    3 de maio de 2016 /

    O cultuado terror “Bonecos da Morte”, criado pelo roteirista-produtor Charles Band em 1989, vai ganhar remake. Segundo o site da revista Variety, o roteirista S. Craig Zahler (“Bone Tomahawk”) foi contratado para escrever a nova versão. Os personagens-títulos são fantoches assassinos, que ganham vida graças a um antigo feitiço egípcio. A franquia fez tanto sucesso que ganhou nada menos que nove continuações, além de quadrinhos e brinquedos. Charles Band vai participar do projeto como consultor para os produtores Lorenzo di Bonaventura, responsável pela franquia “Transformers”, e Jack Heller, especializado em filmes de terror como o próprio “Bone Tomahawk”. “Nós não poderíamos estar mais animados para levar a série em uma nova direção, abraçando todos os efeitos práticos e insanidade terrível que os fãs dos filmes de ‘Bonecos da Morte’ amam”, disse Heller, em comunicado. A ideia é explorar a popularidade dos bonecos para expandir a franquia com várias produções.

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