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  • Série

    Netflix fará remake latino da série clássica One Day at a Time

    28 de julho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix vai produzir um remake latino da série clássica “One Day at a Time”, exibida originalmente entre 1975 e 1984 nos EUA. A produção original marcou época, ao acompanhar a história de uma mãe divorciada (Bonnie Franklin) com duas filhas jovens, numa época de muitas mudanças sociais. O remake seguirá mais ou menos a mesma história. A principal diferença será étnica. A família agora será latina. Além disso, a protagonista terá uma filha adolescente e um filho pequeno, e ainda conviverá com sua velha mãe. O elenco central será formado por Justina Machado (série “Queen of the South”), Isabella Gomez (série “Matador”), o ator mirim Marcel Ruiz, a veterana Rita Moreno (série “Jane the Virgin”) e Todd Grinnell (série “Grace and Frankie”). Este último terá o papel que pertenceu a Pat Harrington na série original, como o zelador do prédio em que a família mora. A 1ª temporada terá 13 episódios com estreia no dia 6 de janeiro de 2017. Aproveite e reveja a abertura da série original.

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  • Série

    Stranger Things: Vídeo compila todas as referências da série

    27 de julho de 2016 /

    Um dos maiores sucessos do Netflix em 2016, a série “Stranger Things” chamou atenção, desde os primeiros trailers, pela quantidade de referências à clássicos juvenis dos anos 1970 e 1980, especialmente das produções de Steven Spielberg, como “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977), “E.T. – O Extraterrestre” (1982), “Os Goonies” (1985) e “Poltergeist” (1982). Um fã da série dos irmãos Duffer resolveu compilar um vídeo com estas e outras referências, deixando mais clara a importância das adaptações de Stephen King para a trama, em paralelos com “Conta Comigo” (1986), “Chamas da Vingança” (1984), “Carrie, a Estranha” (1976) e até “O Iluminado” (1980), além de encontrar relações de cenas com outras produções menos óbvias, como “A Hora do Espanto” (1984) e “Alien – Oitavo Passageiro” (1979). Confira abaixo:

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  • Música

    The Get Down: Série de hip-hop de Baz Luhrman ganha novo trailer empolgante

    25 de julho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou um novo trailer de “The Get Down”, série sobre a origem do hip-hop criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), que tem tudo para ser o que “Vinyl” prometia. A prévia mostra uma reconstituição de época apurada, do figurino ao tom contraditório de miséria e festa dos anos 1970, destacando breakdancers, DJs e a febre da discoteca, mas também uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel e seu pai conservador (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, o trailer empolgante revela a incorporação de fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. A série vai se passar no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, no começo dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. O elenco ainda inclui Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”), Justice Smith (“Cidades de Papel”) e uma nova geração de atores negros e latinos, entre eles o estreante Mamoudou Athiem, intérprete de Grandmaster Flash. O rapper Nas também foi alistado como produtor da série, que estreia em 12 de agosto.

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  • Filme

    The Rocky Horror Picture Show: Versão televisiva ganha primeiro trailer

    23 de julho de 2016 /

    A rede Fox divulgou o primeiro trailer da versão televisiva de “The Rocky Horror Picture Show”, que mostra um público de mentirinha interagindo com a projeção do telefilme num cinema, no que parece uma tentativa de evocar o fenômeno dos fãs do longa original. O resultado é bem fake. Em compensação, a protagonista é bem real. A atriz Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”) é a primeira transexual a viver o Dr. Frank-N-Furter, que no filme de 1975 foi interpretado por Tim Curry, também presente na nova produção. A história clássica acompanha um casal que, depois de ter problemas com o carro em uma estrada, para em um castelo para pedir ajuda. Porém eles descobrem que o castelo é habitado por alienígenas do Planeta Transexual da Galáxia. O elenco também inclui Victoria Justice (série “Victorious”) e Ryan McCartan (série “Liv & Maddie”) como o casal em apuros, Reeve Carney (série “Penny Dreadful”) como Riff Raff, um dos servos fiéis da cientista de outro mundo, e o cantor Adam Lambert (revelado em “American Idol”) no papel de Eddie, o entregador de pizza que foi interpretado originalmente pelo roqueiro Meat Loaf em 1975. Ao contrário de outros especiais musicais recentes, como “A Noviça Rebelde” e “Peter Pan”, o novo “Rocky Horror Picture Show” não será exibido ao vivo. A atração foi gravada previamente, com direção de Kenny Ortega (dos telefilmes “High School Musical” e “Os Descendentes”), e será exibida em outubro nos EUA.

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  • Filme

    Trailer de Kong: A Ilha da Caveira traz o macaco gigante em clima de guerra

    23 de julho de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Kong: A Ilha da Caveira”, reboot da franquia “King Kong”. A prévia destaca o conflito entre helicópteros militares e o macaco gigante, numa atualização da famosa cena do ataque aéreo no topo do Empire State. O detalhe é que essas sequências lembram bastante filmes da Guerra do Vietnã. O clima “Apocalypse Now” é evocado pela recriação da época, com veículos dos anos 1970, e pela locação nas selvas vietnamitas. As filmagens foram, de fato, realizadas no próprio Vietnã. Encabeçando o elenco estão Tom Hiddleston (“Thor”), como o líder de uma expedição à mítica Ilha da Caveira, e Brie Larson (“O Quarto de Jack”), como uma fotojornalista e ativista, que tentará encontrar uma forma de proteger a exuberante vida selvagem que eles descobrem no lugar. Além deles, o filme também conta com Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”) e Max Borenstein (“Godzilla”), e revisado por Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”). E a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Garry Marshall (1934 – 2016)

    20 de julho de 2016 /

    Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.

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    Autor de The Walking Dead desenvolve série similar a Game of Thrones

    19 de julho de 2016 /

    O autor dos quadrinhos de “The Walking Dead” vai adentrar um universo similar ao de “Game of Thrones”. Robert Kirkman está adaptando para a TV a saga literária “The Chronicles of Amber”, clássico de fantasia escrito por Roger Zelazny. A saga tem 10 volumes, publicados entre 1970 e 1991, além de inúmeros contos e um spin-off, e é considerado um marco do gênero fantástico, comparável à trilogia de J.R.R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis”. O próprio George R.R. Martin, criador do universo de “Game of Thrones”, costuma citar a obra de Zelazny com admiração. No complexo universo das Crônicas de Amber existem dois mundos verdadeiros, chamados Amber (ou Ambar) e The Courts of Chaos Caos (as cortes do caos), e entre eles existem as “sombras” – realidades paralelas criadas pela tensão entre os dois mundos superiores. No primeiro livro, Corwin, o personagem principal, acorda na Terra (uma das sombras) após um acidente de carro, sem nenhuma memória de quem é, mas logo descobre que ele é um príncipe de Amber com habilidade de viajar sem consequências entre todas as realidades, e que sua família está em guerra pelo trono do reino místico. A série ainda está em busca de um showrunner, mas a produção será compartilhada por Kirkman e Dave Alpert (produtor de “The Walking Dead”), que assinam um comunicado conjunto sobre o projeto. “Crônicas de Amber é uma das minhas séries literárias favoritas de todos os tempos, e uma das minhas principais inspirações para trabalhar no cinema e na televisão”, declarou Alpert. “Produzir esse projeto é a realização de um sonho da minha vida.” Por enquanto, ainda não há uma emissora atrelada ao projeto, mas o contrato de Kirkman com a AMC dá ao canal de “The Walking Dead” a prioridade sobre a série.

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    Arnold Schwarzenegger desenvolve série sobre seus dias de fisiculturista nos anos 1970

    19 de julho de 2016 /

    O ator Arnold Schwarzenegger está desenvolvendo uma série de televisão sobre sua juventude como fisiculturista. Intitulada “Pump”, o projeto foi criado em parceria com o roteirista Michael Konyves (“A Minha Versão do Amor”) e tem produção da CBS Television e do canal pago Starz. Nascido na Áustria, Schwarzenegger começou seus treinos com 15 anos de idade, mais tarde conquistando inúmeros títulos por sua forma física, como o concurso Mr. Olympia, que venceu por sete vezes. Por sinal, sua carreira como fisiculturista já foi tratada nas telas anteriormente, no documentário “Pumping Iron – O Homem dos Músculos de Aço”, de 1978, lançado antes dele fazer sucesso com “Conan, o Bárbaro” (1982). A série vai se passar em 1973 em Los Angeles, mais especificamente em Venice Beach, quando um grupo de ginastas deu origem à indústria do culto ao corpo numa academia de frente para o oceano Pacífico. Na época, seu visual musculoso era tido como bizarro e eles não conseguiam viver apenas do fisiculturismo, mas se divertiam horrores. “Pump” terá uma temporada de oito capítulos, cujos direitos de exibição ainda serão negociados.

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    Westworld: Nova série sci-fi estrelada por Rodrigo Santoro ganha trailer legendado

    18 de julho de 2016 /

    O canal pago americano HBO divulgou o trailer legendado de “Westworld”, série sci-fi que inclui elementos clássicos de western. A prévia, por sinal, destaca a participação de Rodrigo Santoro (“300”) como cowboy. Mas em vez de explicar a premissa, o vídeo lança dúvidas sobre a trama, ao abrir numa instalação futurista e fazer alusões a sonhos, antes de mostrar os personagens questionando quem é real em cenas passadas numa cidadezinha do Velho Oeste. Entre as imagens finais, ainda é possível vislumbrar uma maquete do cenário, cercada por técnicos de informática. Os elementos revelados parecem indicar que a produção vai incorporar algum tipo de realidade virtual, como a apresentada no filme “O Vingador do Futuro”, para atualizar a trama clássica de robôs. A série é inspirada no filme de ficção científica “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”). O longa original contava a história de um parque de diversões futurístico, em que robôs encenavam situações do Velho Oeste, até um defeito transformar um dos pistoleiros numa ameaça real. Além de Rodrigo Santoro, a produção é repleta de atores famosos como Anthony Hopkins (“Thor”), Ed Harris (“Expresso do Amanhã”), Jeffrey Wright (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Ingrid Bolsø Berdal (“Hércules”), Ben Barnes (“As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”), James Marsden (“X-Men”), Thandie Newton (série “Rogue”), Clifton Collins Jr. (“Círculo de Fogo”) e Evan Rachel Wood (série “True Blood”). A adaptação para a TV foi desenvolvida por Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) em parceria com Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e a produção está a cargo do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). “Westworld” tem previsão de estreia em outubro nos EUA, e deve ser exibida ao mesmo tempo no Brasil.

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    King Kong: Reboot da franquia ganha primeiro teaser

    17 de julho de 2016 /

    A Warner divulgou no Twitter o primeiro teaser de “Kong – Skull Island”, reboot da franquia “King Kong” que ainda não ganhou título oficial em português. A prévia mostra apenas um crânio gigante de caveira em meio a uma neblina densa. O aviso vislumbrado de “uma semana” coincide com a participação do filme na Comic-Con. A trama vai se passar na época da Guerra do Vietnã, nos anos 1970. As filmagens, por sinal, aconteceram no próprio Vietnã. O elenco é liderado por Tom Hiddleston (“Thor”), como o líder de uma expedição à mítica Ilha da Caveira, e Brie Larson (“O Quarto de Jack”), como uma fotojornalista e ativista, que tentará encontrar uma forma de proteger a exuberante vida selvagem que eles descobrem no lugar. Além deles, o filme também contará com Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”) e Max Borenstein (“Godzilla””), e revisado por Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”). A direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood – deu certo para Colin Trevorrow e aquele outro filme com dinossauros. A estreia está marcada para 9 de março de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. In one week, KONG is coming. #kongskullisland #sdcc pic.twitter.com/2Gtwpjqo6q — Kong: Skull Island (@kongskullisland) July 16, 2016

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    Astro de Teen Beach Movie viverá o famoso serial killer Jeffrey Dahmer

    17 de julho de 2016 /

    O ator Ross Lynch, astro do telefilme “Teen Beach Movie” (2013) e da série “Austin & Ally” no Disney Channel, vai interpretar o famoso serial killer Jeffrey Dahmer no filme indie “My Friend Dahmer”. Segundo o site The Hollywood Reporter, Lynch retratará Dahmer em seus dias de colegial, durante os anos 1970. Trata-se de uma adaptação da graphic novel de mesmo nome, do cartunista Derf Backderf, e será dirigida por Marc Meyers (“How He Fell In Love”), também autor do roteiro, que figurou na Black List (a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood). A trama vai mostrar o jovem Dahmer lutando com as dificuldades da adolescência, sua família problemática e o desejo de matar. Conhecido por estuprar, matar, desmembrar e comer 17 homens e meninos entre o final dos anos 1970 e o começo dos 1990, Dahmer foi diagnosticado como psicopata e acabou assassinado na prisão por outro presidiário em 1994. O serial killer já foi retratado no drama “Dahmer” (2002), filme responsável por fazer deslanchar a carreira do ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”), que recebeu o troféu Indie Spirit Award pelo papel.

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    Tom Hiddleston e Brie Larson encontram esqueleto gigante na primeira foto do reboot de King Kong

    16 de julho de 2016 /

    A Lionsgate divulgou a primeira foto oficial de “Kong: Skull Island”, reboot da franquia “King Kong”, que destaca Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”) diante de uma caveira gigante. No filme, Hiddleston lidera uma expedição à Ilha da Caveira e Larson vive uma fotojornalista e ativista, que tentará encontrar uma forma de proteger a exuberante vida selvagem que eles descobrem no lugar. O tamanho do esqueleto dá ideia das criaturas que habitam o lugar. Clique na foto para ampliá-la. A trama vai se passar na época da Guerra do Vietnã, nos anos 1970. As filmagens, por sinal, aconteceram no próprio Vietnã. O elenco também inclui Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”) e Max Borenstein (“Godzilla””), e revisado por Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”). A direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood – deu certo para Colin Trevorrow e aquele outro filme com dinossauros. A estreia está marcada apenas para 10 de março de 2017.

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    Colin Farrell vai estrelar primeiro western de Sofia Coppola

    15 de julho de 2016 /

    O ator Colin Farrell (“O Vingador do Futuro”) vai estrelar o remake do “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), que será o primeiro western dirigido por Sofia Coppola (“Bling Ring”). Segundo o site da revista Variety, a cineasta também assina o roteiro e contará no elenco com as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Cinderela”). O original foi filmado por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, mesmo ano em que a dupla eternizou Dirty Harry em “Perseguidor Implacável”. Exemplar marcante do western revisionista, “O Estranho que Nós Amamos” conta a história de um soldado da União (Clint Eastwood) gravemente ferido durante a Guerra Civil, que é socorrido por alunas de um internato para moças sulistas, em pleno território Confederado. As professoras e as estudantes têm medo de manter aquele estranho morando com elas, mas, à medida que o rapaz se recupera, desperta paixões e intrigas entre as mulheres. O elenco feminino original tinha Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”), Elizabeth Hartman (“Agora Você É Um Homem”) e duas atrizes de “Piranha” (1978), Darleen Carr e Melody Thomas. O remake marcará a segunda parceria da diretora com Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). O novo “The Beguiled” ainda não tem previsão de lançamento.

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