Joel Kinnaman vai estrelar nova série sci-fi do criador de Battlestar Galactica
O ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) trocou uma série sci-fi por outra. Ele saiu de “Altered Carbon”, na Netflix, para estrelar a nova série sci-fi de Ronald D. Moore, criador “Battlestar Galactica”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Apple. Ainda sem título, a série é uma sci-fi especulativa, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que teria acontecido se a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. Kinnaman vai liderar o elenco como o melhor astronauta da NASA, Edward Baldwin. E, com a escalação, chega a sua terceira série de streaming, cada uma para uma plataforma diferente. Ele também está no elenco do thriller “Hanna”, na Amazon. Além do sueco, também entraram na atração os atores Sarah Jones (“The Path”) e Michael Dorman (“Patriot”), que viverão Tracy e Gordo Stevens, um proeminente casal da NASA. Coproduzida pela Sony Television, a série juntará Moore com dois produtores de “Fargo”, Matt Wolpert e Ben Nedivi, que trabalharão nos roteiros da atração. Esta também será a terceira série de Moore em produção atualmente. Ele é responsável ainda pelo sucesso “Outlander”, no canal pago Starz, e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, na Amazon.
Novo vídeo de A Freira foi considerado tão assustador que o YouTube tirou da página oficial
A Warner não poderia desejar propaganda melhor para “A Freira”, o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. O YouTube tirou um novo vídeo do terror da página oficial do estúdio, oficialmente por considerá-lo muito assustador. Veja o tuíte da justificativa abaixo. De acordo com uma política de anúncios que veta “conteúdo violento e chocante”, o YouTube proíbe “imagens horríveis” e “promoções que podem chocar ou assustar” o público. Mas o vídeo foi rapidamente copiado e sobreviveu em endereços não oficiais. E ele não faz jus ao “hype”, com um susto costumeiro de passeio de Trem Fantasma. Mostra apenas a criatura do título emergindo subitamente da escuridão por um segundo, acompanhada pelo som estridente de uma trilha sonora histérica – típica do gênero. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Appreciate you bringing this to our attention! This ad violates our shocking content policy and it's no longer running as an ad. More info here: https://t.co/dOUocjUevh — Team YouTube (@TeamYouTube) August 14, 2018
A Freira: Demián Bichir é enterrado vivo em novo vídeo do terror
A Warner divulgou novos pôsteres e vídeo do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”, centrados em Demián Bichir (de “Os Oito Odiados”). A prévia mostra o personagem do ator desesperado, ao ser enterrado vivo num caixão. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Bichir). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
A Freira: Novo terror do universo de Invocação do Mal ganha pôster inspirado em O Exorcista
A Warner divulgou um novo pôster do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”, que faz uma clara referência ao clássico “O Exorcista” (1973) A imagem apresenta um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”) carregando uma mala diante de um prédio. No pôster de “O Exorcista”, o padre vivido por Max Von Sydow observava pelo portão a casa de Regan, a menina possuída pelo demônio. No filme atual, o prédio é uma grande catedral, e a freira demoníaca aguarda o protagonista na porta. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre, vivido por Demián Bichir. A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Causa da morte de Margot Kidder foi suicídio por overdose
A morte da atriz Margot Kidder, intérprete de Lois Lane em quatro filmes de Superman (entre 1978 e 1987), foi confirmada oficialmente como suicídio. A filha da atriz, Maggie McGuane, revelou à agência Associated Press que já sabia a causa da morte no dia do falecimento e se sente aliviada por a informação vir a público, considerando que é importante discutir o assunto. “É um grande alívio que a verdade seja conhecida”, disse McGuane. “É importante ser aberto e honesto, e não ter vergonha ao lidar com isso.” Kidder foi encontrada morta em sua casa em Montana em 13 de maio. Na época, a causa da morte não foi revelada, mas a empresária da atriz, Camilla Fluxman Pines, disse que ela morreu pacificamente durante o sono. Na verdade, ela sofreu um overdose de drogas e álcool, segundo o relatório do médico legista Richard Wood. O boletim médico afirma que nenhum outro detalhe seria divulgado. A atriz de 69 anos tinha sido diagnosticada com distúrbio bipolar em 1996, e chegou a sofrer um acidente de carro que a deixou paralisada por dois anos. Sua longa carreira começou no final dos anos 1960, em diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que Kidder se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017.
Trilha do novo filme de Spike Lee terá música inédita de Prince
O cineasta Spike Lee revelou que incluiu uma música inédita de Prince na trilha sonora de seu novo filme, “Infiltrado na Klan”. Intitulada “Mary Don’t You Weep”, a música será ouvida durante os créditos finais e foi acrescentada após a exibição do longa no Festival de Cannes, onde venceu o Grande Prêmio do Júri. “Eu sabia que precisávamos de uma canção para os créditos”, contou Lee, em entrevista à revista Rolling Stone. “Eu sou muito próximo de Troy Carter, um dos executivos do Spotify, então o convidei para uma exibição particular do filme. Depois, ele mesmo me disse: ‘Spike, eu tenho uma música para você'”. Segundo Lee, Prince gravou a canção ainda nos anos 1980, em uma fita cassete. O músico morreu em abril de 2016, sem nunca tê-la lançado oficialmente. “Eu acredito que Prince queria que eu usasse essa música. Essa fita cassete estava enfiada nos fundos dos cofres de Prince em Paisley Park, e é encontrada justamente agora. Isso não foi um acidente”, brinca o cineasta. O público de Cannes aplaudiu demoradamente a forma como o filme se encerra com imagens documentais dos confrontos recentes entre supremacistas brancos e grupos antirracistas em Charlottesville, acompanhadas pelo discurso de Donald Trump sobre a existência de “algumas boas pessoas” entre os racistas. “Infiltrado na Klan” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que verídica. Passada nos anos 1970, a trama gira em torno de Ron Stallworth (vivido por John David Washington, da série “Ballers”), o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs. Mesmo depois de ser aceito como detetive, ele continuou sendo assediado pelos colegas racistas da corporação. E decidiu combater o preconceito indo direto na fonte. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele teve que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisava ser o “policial certo”: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) com motivos para odiar neonazistas. O filme estreia na próxima sexta (10/8) nos Estados Unidos, no fim de semana que marca um ano do confronto de Charlottesville. No Brasil, porém, a estreia foi agendada apenas para 22 de novembro.
Novo drama indie do diretor de Moonlight ganha trailer emocionante
A Annapurna divulgou o primeiro trailer de “If Beale Street Could Talk”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight”. A divulgação foi feita no aniversário do ativista e escritor James Baldwin, que escreveu o livro no qual a produção é baseada. Falecido em 1987, Balwin faria 94 anos na quinta-feira (2/8). E a prévia é extremamente emocionante. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia de “If Beale Street Could Talk” está marcada para 30 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Série clássica Ilha da Fantasia vai virar filme
O estúdio Blumhouse está preparando uma versão de cinema da série clássica “Ilha da Fantasia”, grande sucesso televisivo que foi originalmente ao ar entre 1977 e 1984. O longa vai explorar a temática sobrenatural de alguns episódios, que mostravam hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas pelo misterioso anfitrião, o Sr. Roarke (vivido por Richardo Montalban), com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize). Mas para viver os prazeres que almejam, eles também precisavam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. O filme será dirigido por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que ainda assina o roteiro com Chris Roach e Jillian Jacobs, seus parceiros no recente terror “Verdade ou Desafio” – feito por US$ 5 milhões e que arrecadou US$ 100 milhões em todo o mundo para a Blumhouse. Além deste filme, a história da série clássica será lembrada em “My Dinner with Hervé”, produção da HBO em que Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) vive Hervé Villechaize no final de sua vida. O ator teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da “Ilha da Fantasia” e se matou dez anos depois, em 1993. Nenhum dos dois projetos tem previsão de estreia.
Condor: Série de espionagem estrelada por Max Irons é renovada para a 2ª temporada
O canal americano Audience Network renovou a série de espionagem “Condor” para sua 2ª temporada. Adaptação do romance de James Grady, que virou o clássico do cinema “Três Dias do Condor”, a série atualiza e expande a trama, trazendo Max Irons (filho do ator Jeremy Irons e intérprete de “A Dama Dourada”) no papel que pertenceu a Robert Redford em 1975. A trama gira em torno de Joe Turner (Irons), um jovem analista da CIA que tem seu idealismo testado quando tropeça num plano terrível que ameaça a vida de milhões. Ao retornar para sua base secreta e encontrar todos os colegas de trabalho assassinados, ele percebe que não pode confiar em ninguém, muito menos na própria CIA. A adaptação foi desenvolvida por Ken Robinson (criador de “E-Ring”), Jason Smilovic e Todd Katzberg (criador e produtor de “Kidnapped”), e o elenco chama atenção por incluir muitos nomes conhecidos do cinema e da TV, como William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil”), Brendan Fraser (“A Múmia”), Bob Balaban (“Caçadores de Obras-Primas”), Mira Sorvino (série “Falling Skies”), Kristoffer Polaha (série “Life Unexpected”), Kristen Hager (série “Being Human”) e Katherine Cunningham (série “Mind Games”). A 1ª temporada se encerra em 15 de agosto e ainda não há previsão para a estreia do segundo ano da produção.
Filme Tubarão pode ajudar a polícia a solucionar assassinato misterioso dos anos 1970
O clássico “Tubarão” (1975) pode conter pistas sobre um crime não solucionado dos anos 1970, que ficou conhecido como o assassinato da “Senhora das Dunas” (Lady of the Dunes). Em 1974, uma mulher foi assassinada em Provincetown, no Estado de Massachusetts. Seu corpo foi descoberto das dunas da praia da região e sua identidade jamais foi descoberta pela polícia. O caso voltou à tona nos Estados Unidos em 2006, ao ser resgatado na série de TV “Haunting Evidence”. Mas o escritor Joe Hill, filho de Stephen King, autor de livros de terror e roteirista de cinema, acredita ter desvendado parte do mistério em 2015, quando reviu o filme de Steven Spielberg. Ele havia acabado de ler “The Skeleton Crew”, da autora Deborah Halber, livro sobre crimes não resolvidos, que abordava o caso da “Senhora das Dunas”, quando foi assistir a uma sessão da versão restaurada do longa. E durante uma cena, percebeu uma figurante extremamente parecida com a mulher misteriosa, inclusive usando roupas similares às que a polícia encontrou com o corpo da vítima. “‘A Senhora das Dunas’ ainda estava viva em junho, e as filmagens de ‘Tubarão’ foram um grande negócio localmente”, escreveu Hill em um post de 2015. “Não seria nenhuma surpresa se uma garota local decidisse tirar alguns dias para explorar a Vineyard.” Esta teoria foi resgatada no recente podcast “Inside Jaws”, dedicado aos bastidores do filme “Tubarão”. Durante sua participação, Hill voltou a chamar atenção para a coincidência entre as duas mulheres. Segundo o escritor, a cena foi filmada em Martha’s Vineyard, a uma curta distância de Provincetown, e as roupas da figurante coincidem com as da vítima, que foi encontrada seminua vestindo calça jeans e uma bandana azul dobrada sob a cabeça. Joe Hill relatou a teoria à polícia de Provincetown, que afirmou estar interessada no assunto e que continuaria investigando o caso. Compare abaixo a representação artística da vítima e a imagem da figurante de “Tubarão”.
Fenômeno da era das discotecas, a história de Sister Sledge vai virar filme
Responsável por alguns dos hits mais contagiantes da era das discotecas, o quarteto feminino Sister Sledge terá sua trajetória transformada em filme, segundo as próprias irmãs contaram à revista Variety. Com o título de “Life Song”, o filme vai abordar a ascensão das irmãs Kim, Debbie, Joni e Kathy Sledge ao estrelato após uma juventude humilde na Filadélfia. Graças a produção do lendário guitarrista da banda Chic, Nile Rodgers, elas estouraram no mundo inteiro com canções que viraram clássicos dançantes, como “We Are Family”, “He’s the Greatest Dancer”, “As”, “All American Girls”, “Thinking of You” e “Lost in Music”. O filme vai adaptar uma autobiografia ainda não publicada, escrita por Kim Sledge, que recebeu apoio de duas das irmãs sobreviventes. As três ainda fazem shows juntas. A quarta, Joni, morreu em 2017 aos 60 anos de idade. O projeto deve registrar não apenas a história da irmãs Sledge, mas também a época em que o soul se tornou a música mais proeminente dos Estados Unidos, ao mostrar o encontro das cantores com lendas do gênero, como James Brown, Stevie Wonder e os Jackson Five – e até Elton John. “Sister Sledge participou de alguns dos momentos mais importantes do país, tanto política quanto culturalmente”, apontou Kim em entrevista para a Variety. Ainda não há previsão de estreia. Relembra abaixo os maiores sucessos das cantoras.
Atriz de Jurassic World será mãe de Elton John em cinebiografia
A atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vai interpretar a mãe do músico Elton John na cinebiografia “Rocketman”. Ela se junta no elenco a Taron Egerton (“Kingsman”), que vive o cantor em sua juventude, Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, seu fiel parceiro de composição, e Richard Madden (“Game of Thrones”), intérprete de John Reid, o empresário de longa data do artista. O cantor teve uma relação complicada com a mãe, Sheila, que morreu em dezembro de 2017. Os dois estiveram brigados desde 2008, após uma mudança na equipe de empresários causar tensão entre eles, mas retomaram contato alguns meses antes da morte dela, aos 90 anos de idade. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (“Voando Alto”), e irá acompanhar Elton John desde o começo da carreira até o ponto alto de seu sucesso, com o lançamento do sétimo disco de estúdio, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.
Amazon desiste de fazer série produzida por James Gunn
A Amazon não vai mais produzir o remake de “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), série policial dos anos 1970, que tinha como produtor o cineasta James Gunn. Mas a desistência não teria a ver com o fato de que Gunn foi recentemente demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, devido a antigos tuítes ofensivos, trazidos à tona por um grupo da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o Yahoo, o projeto teria sido abandonado bem antes da polêmica. “Nós passamos o projeto há alguns meses”, disse uma fonte ao site. “Não houve comunicado. É o mesmo caso de qualquer outro projeto que a gente não quer fazer”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o contrato original com a Amazon era para o desenvolvimento dos roteiros. O que significa que se os roteiros agradassem, a Amazon encomendaria a 1ª temporada. Mas as histórias precisariam ser aprovadas para o investimento ser concluído. Gunn estava criando o remake da série em família, junto com seu irmão Brian Gunn e seu primo Mark Gunn, que anteriormente escreveram a trama do blockbuster “Viagem 2: A Ilha Misteriosa” (2012). Ele também não descartava dirigir alguns episódios, que seriam produzidos pela Sony Pictures Television. A série original, estrelada por David Soul e Paul Michael Glaser entre 1975 e 1979, marcou época pela violência demonstrada em suas tramas, com policiais que pegavam pesado como Dirty Harry. A produção também ajudou a popularizar o clichê dramático do informante do gueto – encarnado por Branca de Neve (a tradução nacional do personagem Huggy Bear), vivido por Antonio Fargas. A produção já ganhou um remake de cinema. Em 2004, Ben Stiller e Owen Wilson atuaram em uma versão dirigida por Todd Phillips, responsável pela trilogia “Se Beber, Não Case”. Totalmente avacalhada, a produção antecipou a mania de Hollywood de transformar tramas televisas dramáticas em comédias nem sempre engraçadas, tendência que teve seu ponto alto em “Anjos da Lei” e seu ponto baixo em “CHiPS”. Não há informações se a série vai buscar outro distribuidor.












