“Os Flintstones” vai ganhar nova versão centrada em Pedrita adulta
A série clássica animada “Os Flintstones” vai ganhar revival. Encomendada pela Fox, a nova atração ganhou o título de “Bedrock”, nome da cidade em que os personagens moram desde a estreia em 1960. A trama, por sua vez, vai se passar 20 anos depois dos desenhos originais, acompanhando as aventuras pré-históricas da jovem Pedrita. Apesar de ter sido tratada como novidade pela imprensa mundial, a ideia não é nova. Uma série com a mesma premissa já foi exibida nos anos 1970, “Bambam e Pedrita” – durou 20 episódios. A nova versão da Pedrita adulta terá a voz de Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) na versão em inglês. Ela estará prestes a começar sua carreira profissional, enquanto seu pai Fred inicia a aposentaria, após trabalhar na pedreira de Bedrock por anos a fio. Mas esta não será a única mudança enfrentada pela família mais famosa da pré-História. Conforme a Idade da Pedra dá lugar à Idade do Bronze, os Flintstones precisarão fazer muitas adaptações ao seu modo de vida. Além de dublar Pedrita, Elizabeth Banks também vai produzir a série, que terá Lindsay Kerns (“Jurassic World: Acampamento Jurássico”) como roteirista principal e produção da Warner e Hannah-Barbera Studios. Criação da célebre dupla de animadores Joseph Barbera e William Hanna, “Os Flintstones” foi originalmente produzida entre 1960 e 1966 como o primeiro desenho animado adulto de todos os tempos. Embora hoje seja lembrado como uma atração infantil, a série original chegou a concorrer ao Emmy em 1961 como um programa normal de humor. Seu sucesso duradouro fez com nunca ficasse muito tempo fora do ar, ganhando reprises e sucessivas versões novas para a alegria das novas gerações. Além disso, a família Flintstone e seus vizinhos favoritos, os Rubles, também foram adaptados várias vezes para os cinemas e o mercado de vídeo, em longas animados e até em dois filmes live-action, em 1994 e 2000. “Bedrock”, porém, será a primeira versão dos personagens a conviver com seus principais sucessores na televisão. Desta vez, eles não serão exibidos no Cartoon Network, mas no canal de “Os Simpsons”. A produção também está sendo anunciada, pela primeira vez desde os anos 1960, como uma animação adulta. Relembre abaixo a abertura do primeiro desenho a mostrar Pedrita adulta.
Primeiro protesto da história do Oscar vira documentário
O primeiro discurso de protesto do Oscar está completando 48 anos. Mas em vez de ser celebrada pela façanha, a responsável pelo momento histórico lamenta ter sido esquecida – na verdade, segregada – pela indústria cinematográfica norte-americana. Sacheen Littlefeather se tornou mundialmente conhecida ao subir no palco do Dorothy Chandler Pavilion em 1973 para aceitar um Oscar destinado a Marlon Brando. Vencedor do troféu de Melhor Ator Coadjuvante por “O Poderoso Chefão”, Brando decidiu não ir à cerimônia, escalando a jovem de 26 anos como sua representante para receber – ou melhor, recusar – o prêmio. Ela surpreendeu a Academia com seu discurso, ao afirmar que Brando recusava o Oscar em protesto contra a péssima representação de nativos americanos nos filmes de Hollywood, sempre retratados de forma estereotipada. “Quando vocês nos estereotipam, vocês nos desumanizam”, ela apontou, sob uma mistura sonora de vaias e aplausos. Naquele momento, John Wayne, que estava nos bastidores, precisou ser seguro por seis seguranças para não invadir o palco e comprar briga com a jovem indígena. Ninguém estava preparado para o que aconteceu. Foi o primeiro discurso político num Oscar – e a única vez que o troféu foi recusado por seu vencedor. Mas logo depois, e durante muito tempo, o feito foi reduzido a uma pegadinha de Marlon Brando. O desdém foi potencializado quando veio à tona que Sacheen Littlefeather era uma atriz. De fato, Sacheen Littlefeather era uma atriz. Mas uma atriz apache legítima, que após seu discurso histórico nunca mais foi escalada em nenhum filme, precisando abandonar a profissão. Um documentário em curta-metragem sobre essa história, “Sacheen: Breaking The Silence”, foi inscrito entre os trabalhos que buscavam uma indicação ao Oscar 2021 de sua categoria. Mas nem o Oscar deste ano, que supostamente celebra a inclusão, permitiu o desbloqueio da atriz. O filme não foi selecionado. Na nova obra, Littlefeather revela que Brando ficou encantado com sua atuação, mas a abandonou durante a tempestade que se seguiu. Como resultado, ela entrou numa “lista negra” – ou, como diz, “na lista vermelha” – de Hollywood e nunca mais conseguiu trabalhar na indústria. Veja abaixo o discurso histórico e o trailer do documentário.
Estrelada por Ewan McGregor, minissérie sobre o estilista Halston ganha imagens
O produtor Ryan Murphy (“Pose”, “American Horror Story”) divulgou em seu Instagram o pôster e as fotos de personagens de sua nova atração na Netflix, a minissérie “Halston”, baseada na vida badalada do estilista Roy Halston Frowick na Nova York da era disco. As imagens, inclusive, imitam fotos de polaroides tiradas na famosa casa noturna Studio 54. Halston foi um dos maiores nomes da moda dos anos 1970. Seus designs minimalistas e limpos, muitas vezes feitos de cashmere ou ultrasuede, tornaram-se um fenômeno nas discotecas e redefiniram a moda americana. Mas ele perdeu toda a sua fortuna com problemas financeiros na década seguinte e morreu de Aids logo em seguida, nos anos 1990, aos 57 anos de idade. O protagonista é vivido por Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) e o elenco ainda inclui Krysta Rodriguez (“Daybreak”), que viverá Liza Minnelli, Rebecca Dayan (“Noviciado”) como Elsa Peretti, Bill Pullman (“The Sinner”) como David Mahoney, o venezuelano Gian Franco Rodriguez (“Simón”) como Victor Hugo, David Pittu (“A História Verdadeira”) com Joe Eula, Sullivan Jones (“The Looming Tower”) como Ed Austin, Rory Culkin (“Waco”) como o cineasta Joel Schumacher, Kelly Bishop (“Gilmore Girls”) como Eleanor Lambert, e Vera Farmiga (“Invocação do Mal”) como Adele. Com cinco episódios, a minissérie também ganhou previsão de estreia: 14 de maio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)
Pete Davidson será Joey Ramone em filme da Netflix
O comediante Pete Davidson, astro do humorístico “Saturday Night Live” (e do ainda inédito “O Esquadrão Suicida”), vai interpretar Joey Ramone, icônico vocalista dos Ramones, numa cinebiografia chamada “I Slept with Joey Ramone” (em tradução livre: “Eu Dormi com Joey Ramone”). Produção da Netflix, o longa será baseado no livro de mesmo nome de Mickey Leigh, irmão de Joey, e vai mostrar a história dos Ramones sob o ponto de vista da família do vocalista — que, inclusive, apoia a produção do filme. Pioneiros do punk rock, os Ramones lançaram seu primeiro álbum em 1976, antes dos Sex Pistols. O quarteto formado também por Johnny, Dee Dee e Tommy Ramone redefiniu o rock com acordes básicos, velocidade acelerada e shows intensos, que condensavam quase 20 músicas em 20 minutos, numa época em que os discos de rock tinham faixas que se estendiam sozinhas por 20 minutos de duração. “I Slept with Joey Ramone” tem direção de Jason Orley, que trabalhou com Davidson em “Amizade Adolescente”, em 2019. Nesta quinta, completa-se 20 anos da morte de Joey Ramone, falecido em 15 de abril de 2001, aos 49 anos de idade, em decorrência de um linfoma.
Estreia de Kung Fu rende terceiro hit de 2021 à rede CW
A rede The CW emplacou seu terceiro hit consecutivo com a estreia do reboot de “Kung Fu” na noite de quarta-feira nos EUA. O primeiro episódio da série foi visto por 1,4 milhão de espectadores ao vivo e atingiu uma classificação de 0,22 ponto entre adultos de 18 a 49 anos. Embora os números não sejam tão elevados quanto os das estreias de “Walker” (2,44 milhões de telespectadores) e “Superman & Lois” (1,75 milhão), “Kung Fu” foi exibido em outro horário, mais cedo, e superou o total de espectadores das estreias de todos os demais programas da temporada no canal – em qualquer horário. Mais que isso: o resultado representa a maior audiência da CW no período das 20h em quase 2 anos e meio – desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018 – e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos – desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014. Graças a esse desempenho, “Nancy Drew” também foi beneficiada, atingindo sua audiência mais alta na temporada, vista por 628 mil espectadores ao vivo e marcando 0,11 na faixa demográfica cobiçada pelos anunciantes – o dobro do episódio da semana passada. “Kung Fu” também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É a maior nota dentre as três estreias, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. A nova produção está a cargo do prolífico Greg Berlanti (criador do Arrowverso) e, por sinal, lembra mais uma série do Arrowverso que a trama original dos anos 1970. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu”, criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”), se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). Veja abaixo o trailer americano de “Kung Fu”, que ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Cruella rouba seus primeiros dálmatas em novo trailer da Disney
A Disney divulgou novos pôster e trailer de “Cruella”, filme de origem da vilã de “101 Dálmatas” estrelado por Emma Stone (“A Favorita”). A prévia apresenta a personagem como uma jovem estilista de moda que, como vingança de sua antiga chefe, interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), realiza seu primeiro roubo de dálmatas. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (com uma taxa adicional à mensalidade da plataforma) em 28 de maio. Veja abaixo o trailer nas versões legendada e dublada em português.
Jennifer Jason Leigh vai estrelar 2ª temporada de “Hunters”
A atriz Jennifer Jason Leigh, indicada ao Oscar por “Os Oito Odiados” (2015), vai estrelar a 2ª temporada de “Hunters” na Amazon. Ela desempenhará o papel de Chava, uma importante caçadora de nazistas, que se juntará aos personagens de Logan Lerman e Jerrika Hinton nos novos episódios da atração. Até o momento, não há informações sobre se ela chega para substituir Al Pacino ou se o veterano vencedor do Oscar estará de volta na 2ª temporada. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra!”), a 1ª temporada seguiu um grupo diversificado de caçadores de nazistas, que descobrem um complô para criar o Quarto Reich nos Estados Unidos em 1977. Já a premissa do segundo ano está sendo mantida em sigilo. Leigh atualmente estrela a comédia dramática “Atypical”, que está entrando em sua 4ª e última temporada na Netflix, além de atuar no suspense “A Mulher na Janela”, que estreia em maio na mesma plataforma. Ela também estará na vindoura minissérie de terror “Lisey’s Story”, adaptação de Stephen King ainda sem previsão de lançamento na Apple TV+.
Biff McGuire (1926 – 2021)
O ator William “Biff” McGuire, que participou de clássicos como “Serpico” (1973) e “Crown, o Magnífico” (1968), morreu neste domingo (4/4) aos 94 anos de idade. A causa da morte não foi informado. Apesar dos papéis em filmes importantes, McGuire priorizou a carreira teatral, que se estendeu por sete décadas. Ele esteve presente na montagem original do clássico da Broadway “No Sul do Pacífico”, em 1949, quando convenceu Oscar Hammerstein a mudar uma linha da canção que interpretou, “There Is Nothing Like a Dame”. Mas só foi indicado ao Tony, o prêmio maior dos palcos americanos, quase meio século mais tarde. E duas vezes: por “The Young Man from Atlanta” (1997) e “Morning’s at Seven” (2002). McGuire estreou na televisão em 1950 por causa do teatro, no “Chevrolet Tele-Theatre”, programa de peças filmadas, e desde então apareceu numa vastidão de episódios semanais, incluindo “Gunsmoke”, “Os Defensores”, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Havaí 5-0”, “Kojak”, “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), “Barnaby Jones”, “Tudo em Família”, “Lei & Ordem”, “Plantão Médico” (ER) e “Frasier”. Já a trajetória cinematográfica se concentrou entre os anos 1950 e 1970, com papéis em “Cidade do Vício” (1955), “Cinco Homens a Desejavam” (1963), “Crown, o Magnífico” (1968), “Por Que Tem de Ser Assim?” (1968), “Serpico” (1973) e “A Batalha de Midway” (1976). Após décadas distante do cinema, ele fez uma última aparição como protagonista em “American Seagull” (2013), uma adaptação da peça “A Gaivota”, de Anton Chekhov.
Diretor de “Rocketman” fará série sobre bastidores de “O Poderoso Chefão”
O diretor Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”, fechou contrato para dirigir o primeiro bloco de episódios de “The Offer”, minissérie da Paramount Plus sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão”. A série de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejado como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, vencedor de três Oscars, “O Poderoso Chefão” na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reverivoltas e bastidores conturbados. Anunciado com fanfarra pela Paramount, o projeto da minissérie foi colocado em pausa em janeiro, quando o intérprete de Ruddy, o ator Armie Hammer, foi afastado devido às polêmicas de sua vida pessoal – após vazamento de mensagens perturbadoras, ele acabou sofrendo acusação formal de estupro. A contratação de Fletcher recoloca a produção nos trilhos, visando um início de gravações durante o verão em Los Angeles (em junho no hemisfério Norte). O diretor também atuará como produtor executivo e estará envolvido com o processo de seleção de elenco e definição do visual da série. Ele trabalhará ao lado do próprio Al Ruddy, da showrunner Nikki Toscano (“Hunters”) e do produtor Leslie Greif (“Hatfields & McCoys”). Além de “The Offer”, Fletcher está atualmente contratado para dirigir um novo filme de “O Santo” (The Saint), baseado na série de ação dos anos 1960, que também está sendo desenvolvido pela Paramount. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que já começou a escalar seu elenco.
Stallone desenvolve série baseada na juventude de Rocky
O ator Sylvester Stallone revelou planos de transformar a franquia “Rocky” numa série de streaming. Ele postou uma página de rascunho do projeto em seu Instagram, indicando que a série seria um prólogo, centrado na juventude de Rocky Balboa, antes de se tornar um boxeador profissional. Isto é, a trama se passaria antes do primeiro filme, lançado em 1976. Stallone listou alguns tópicos que situariam a série entre o final dos anos 1960 e o começo dos 1970, como a revolução sexual, a chegada do homem à Lua, a revolução sexual e o movimento pelos direitos civis. Estes elementos serviriam de pano de fundo para uma trama de amadurecimento focada no jovem Rocky. Por só ter rascunhos para apresentar, Stallone aponta que o projeto está em seus estágios iniciais e nem sequer está pronto para ser apresentado ao mercado. Ou seja, não possui estúdio envolvido nem plataforma de streaming definida para sua exibição. Caso ganhe mais páginas e saia do papel, a série marcará a primeira vez que o papel de Rocky não será interpretado por Stallone. Mas ele deve estar envolvido como produtor e possivelmente também como roteirista e diretor. O astro foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro por “Rocky: Um Lutador” (1976). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone)
Kung Fu: Vilã de “Legacies” vira heroína em trailer da nova versão da série clássica
A rede americana The CW divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Kung Fu”, série vagamente inspirada pela atração de mesmo nome dos anos 1970. A prévia tem cenas de treinamento e golpes de artes marciais, justificando o nome da atração. Além disso, revela a premissa, ao mostrar como a heroína passa a usar seu treinamento para defender sua família e vizinhança do crime. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a versão criada por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A produção está a cargo do prolífico Greg Berlanti (criador do Arrowverso) e a estreia na CW mostra sua resiliência, após ter duas versões diferentes de “Kung Fu” recusadas pela rede Fox. A versão aprovada foi desenvolvida em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) e lembra mais uma série do Arrowverso que a trama original dos anos 1970. A nova série vai se juntar às duas estreias bem-recebidas – e já renovadas – de 2021 no canal: “Superman & Lois” (também de Berlanti) e “Walker”, estrelada por Jared Padalecki (de “Supernatural”), que por sinal é outro reboot de uma antiga série americana (“Walker, Texas Ranger”). A estreia está marcada para 7 de abril nos EUA.
Assassino que inspirou franquia Terror em Amityville morre nos EUA
O assassino Ronald DeFeo Jr., que inspirou a franquia “Terror em Amityville”, morreu na sexta-feira passada (12/3), aos 69 anos, nos EUA. Ele foi condenado à prisão perpétua em 1974, após matar o pai, a mãe e os quatro irmãos na casa da família em Amityville (EUA). DeFeo estava preso na Sullivan Correctional Facility, mas foi transferido para um hospital em Albany (Nova York) em 2 de fevereiro. A causa da morte ainda não foi divulgada pelas autoridades americanas. Em sua juventude, o assassino massacrou toda a família e acabou confessando. Ele disse aos detetives: “Quando comecei, eu simplesmente não conseguia parar. Aconteceu tão rápido”. Mas todos os detalhes do caso se provaram inconsistentes. DeFeo mudou várias vezes a versão de como e porque matou sua família, e os detetives não conseguiram comprovar como ele conseguiu fazer isso da forma como os corpos foram encontrados, todos deitados em suas camas, sem demonstrar resistência e sem que tenham sido drogados. Após sua prisão, a família Lutz se mudou para a residência de Amityville, mas só conseguiu ficar 28 dias na casa. Em 1977, o escritor Jay Anson publicou o livro “Terror em Amityville”, baseando-se nas experiências sobrenaturais vividas pelos Lutz na casa de DeFeo, culpando as tragédias pela presença de demônios e/ou fenômenos paranormais. A fama da casa levou vários pesquisadores paranormais a investigá-la, incluindo o casal Ed e Lorraine Warren, cujo trabalho inspirou uma franquia cinematográfica recente, “Invocação do Mal”. Já a A versão cinematográfica do livro de Anson foi lançada em 1979, com James Brolin e Margot Kidder no elenco. Apesar do baixo orçamento e produção independente, “Terror em Amityville” virou sensação entre o público e arrecadou mais de US$ 86 milhões nas bilheterias. O sucesso deu origem a uma franquia, com continuações, spin-offs e remakes, resultando num total de 21 filmes, sem contar as cópias. A primeira continuação, “Amityville II: A Possessão” foi baseado em outro livro, “Assassinato em Amityville”, do parapsicólogo Hans Holzer, que abordou os crimes de DeFeo. Na trama, o nome da família foi alterado e detalhes controversos acrescentados, junto com uma motivação sobrenatural para os assassinatos. A produção com maior orçamento foi lançada em 2005, um remake do primeiro longa. Batizado no Brasil de “Horror em Amityville”, o filme trazia Ryan Reynolds no papel principal e Chloë Grace Moretz como sua filha. Veja abaixo o trailer do filme original, da continuação oficial e do remake.
Emma Stone vira Cruella punk em novo trailer legendado da Disney
A Disney divulgou um novo trailer legendado de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, conhecida por querer transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. Ao som de “These Boots Are Made for Walkin’”, de Nancy Sinatra, a prévia apresenta a personagem como uma infant terrible da moda punk. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo o novo vídeo.










