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    Eddie Murphy negocia estrelar filme do funkeiro George Clinton

    1 de abril de 2022 /

    O astro Eddie Murphy (“Um Príncipe em Nova York 2”) está negociando estrelar uma cinebiografia do músico George Clinton, conhecido como o “Padrinho do Funk” e líder das bandas Funkadelic e Parliament, duas das maiores influências musicais do funk americano. Segundo a revista Variety, a produção irá seguir a vida e o legado do artista desde sua infância, na Carolina do Norte dos anos 1940, destacando a formação de Parliamente e Funkadelic no final da década de 1960 até a explosão comercial das duas bandas e sua fusão nos anos 1970. A ideia é acompanhar o impacto e a influência de Clinton até a virada do século, de Prince e Red Hot Chili Peppers ao rap americano, onde foi sampleado por artistas como Tupac Shakur, Dr. Dre, Snoop Dogg, Ice Cube, Outkast e o Wu-Tang Clan. Além de estrelar a produção, Murphy deverá atuar como produtor ao lado de John Davis, proprietário da Davis Entertainment, que trabalhou com o ator na franquia “Dr. Dolittle” e no recente sucesso “Meu Nome é Dolemite”. Mas o projeto ainda em estágio inicial de desenvolvimento e ainda nem definiu roteiristas. Recentemente, Murphy fechou um acordo de exclusividade para três filmes com o Amazon Studios, o que pode indicar uma possível casa para a cinebiografia de Clinton. Veja abaixo um show completo do combinado Parliament-Funkadelic de 1976.

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    Diretor de “Apenas uma Vez” fará filme dos Bee Gees

    30 de março de 2022 /

    A Paramount contratou o diretor John Carney, responsável pelos filmes de temática musical “Apenas uma Vez” e “Sing Street”, para dirigir a cinebiografia da banda Bee Gees. Ele vai substituir Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que deixou o projeto por conflitos de agenda. Também houve mudança de roteirista. A história agora está sendo escrita por John Logan (“007 Contra Spectre”) no lugar de Ben Elton (que tinha trabalhado com Branagh em “A Pura Verdade”) e a produção ainda contará com participação de Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Em desenvolvimento há um ano e ainda sem título definido, o filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).

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  • Música,  Série

    Série sobre os Sex Pistols ganha primeiras fotos

    29 de março de 2022 /

    O canal pago americano FX divulgou as primeiras imagens de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). As imagens destacam a recriação do visual dos músicos. A série vai contar a história do grupo responsável pela explosão punk no Reino Unido a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou este mesmo período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistols” ainda não tem previsão de estreia e deve chegar no Brasil pela plataforma Star+.

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  • Etc,  Série,  TV

    Djenane Machado (1951-2022)

    29 de março de 2022 /

    A atriz Djenane Machado, estrela de várias novelas da Globo e intérprete de Bebel na versão original de “A Grande Família”, morreu nesta segunda-feira (29/3) aos 70 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada. Ela era filha do diretor Carlos Machado, que morreu em 1992 e era conhecido no Rio de Janeiro pelo apelido de “Rei da Noite”, e cresceu entre a produção de shows e espetáculos de teatro, já que sua mãe também era figurinista. Djenane fez a sua estreia na televisão aos 17 anos, na novela “Passo dos Ventos”, novela da Globo de 1968. E no ano seguinte emplacou nada menos que três novelas, “Rosa Rebelde”, “A Ponte dos Suspiros” e “Véu de Noiva”, além de estrear no cinema com a comédia “A Penúltima Donzela”. Ela se transformou numa das principais atrizes da Globo, conquistando grande projeção com a personagem hippie Lucinha Esparadrapo na novela “O Cafona” (1971). Este sucesso foi seguido por outro marco em sua carreira, ao participar do núcleo da dupla Shazam (Paulo José) e Xerife (Flávio Migliaccio) em “O Primeiro Amor” (1972), em que pôde explorar sua capacidade cômica. Um dos maiores sucessos das 19h da Globo, a novela originou uma série derivada, focada justamente em Shazam e Xerife. A versatilidade a fez ser escalada como Bebel, a filha de Lineu e Nenê, na primeira versão de “A Grande Família” em 1973. Mas durante as gravações, problemas de bastidores fizeram com que ela fosse substituída por Maria Cristina Nunes na 2ª temporada da série original. A Globo a deixou na geladeira por três anos, período em que ela fez mais dois filmes, “As Alegres Vigaristas” (1974) e “Já Não se Faz Amor como Antigamente” (1976). O segundo foi um dos maiores êxitos da era das pornochanchadas, o que convenceu a emissora a voltar a escalá-la numa novela, trazendo-a de volta em 1976 no elenco de “Estúpido Cupido” (1976). E ela aproveitou a chance, roubando a cena dos demais colegas com o papel de Glorinha, filha de delegado, mas a mais louca integrante da turma de jovens rebeldes da trama. Apesar da projeção, ela só teve mais dois papéis em novelas da emissora, como Lenita Esper, filha de um palhaço decadente (Lima Duarte) em “Espelho Mágico” (1977), e a Guiomar de “Ciranda de Pedra” (1981). Depois disso, apareceu em “Novo Amor” e “Tudo ou Nada”, ambas na TV Manchete, despedindo-se da televisão em 1986. Antes de sair do ar, ela acrescentou mais três filmes à sua carreira: “Sábado Alucinante” (1977), inspirado na era das discotecas, “Águia na Cabeça” (1984), drama criminal sobre o jogo do bicho, e “Ópera do Malandro” (1986), adaptação do famoso musical de Chico Buarque. Nunca foi segredo que Djenane Machado enfrentava problemas com o vício, motivo de muitos de seus problemas profissionais. Com a morte do pai em 1992, ela mergulhou na depressão, mas se concentrou em lutar contra a dependência química. E passou a acreditar que só se curaria longe dos holofotes. Ela encerrou a carreira precocemente por escolha própria. Foi casada duas vezes, mas não teve filhos, e vivia de maneira simples e discreta, em seu apartamento no Bairro Peixoto, no Rio, na companhia de uma cuidadora.

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  • Série

    The Offer: Trailer mostra bastidores mafiosos de “O Poderoso Chefão”

    23 de março de 2022 /

    A Paramount+ divulgou novos pôster e trailer de “The Offer”, que faz os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” parecerem mais excitantes que o próprio longa. Não faltam cenas de violência, tensão, humor e dramaticidade, com destaque para a participação da máfia real no destino do filme que, como lembra a prévia, “quase não foi feito”. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, roteirista de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com bastidores perigosamente conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Juno Temple (“Ted Lasso”) como sua secretária Bettye McCart, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Giovanni Ribisi (“Sneaky Pete”) como o mafioso real Joe Colombo, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. A estreia está marcada para 28 de abril.

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  • Série

    Gaslit: Julia Roberts e Sean Penn estão irreconhecíveis em trailer

    16 de março de 2022 /

    A plataforma Starzplay divulgou o novo trailer de “Gaslit”, minissérie sobre o escândalo de Watergate, que abalou o governo dos EUA nos anos 1970, estrelada pelos astros Julia Roberts (“Álbum de Família”) e Sean Penn (“O Gênio e o Louco”), quase irreconhecíveis sob muita maquiagem. Criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”), “Gaslit” é uma das duas minisséries sobre Watergate atualmente em produção (a outra é “The White House Plumbers”, da HBO), que serão lançadas em meio ao cinquentenário do maior escândalo político da história dos EUA. Watergate era o nome de um edifício onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata em 1972, que foi invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se provou uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a invasão e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. A trama de “Gaslit” é centrada em uma das personagens centrais do escândalo, Martha Mitchell (Roberts), socialite casada com o Procurador-Geral da República John Mitchell (Penn). Apesar de sua filiação partidária, ela gostava de “aparecer” e tinha fama de “boca aberta”. Como Procurador-Geral, John Mitchell era o conselheiro mais confiável e o melhor amigo de Nixon. Temperamental, desbocado e implacável, ele se viu forçado a escolher entre Martha e o presidente, numa situação que rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense psicológico e político. Submetida à pressão e violência, ele buscou impedir que Martha falasse com a imprensa, o que só aumentou seu desejo de abrir a boca, fazendo tanto a Presidência quanto sua vida pessoal se desfazerem. Além dos dois atores, a minissérie também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). “Gaslit” tem estreia marcada para 24 de abril. Veja abaixo duas versões do trailer: dublada em português e no idioma original (sem legendas).

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    Veronica Carlson (1944–2022)

    1 de março de 2022 /

    A atriz inglesa Veronica Carlson, que estrelou clássicos de terror da Hammer, morreu no domingo (27/2) de causas naturais na Carolina do Sul, EUA. Ela estreou no cinema em 1967 como figurante na sátira de 007 “Cassino Royale” e na comédia musical “As Psicodélicas”, antes de ganhar seu primeiro papel de destaque num terror da Hammer, como vítima preferencial do vampiro interpretado por Christopher Lee em “Drácula, o Perfil do Diabo” (1968). Carlson nunca escondeu que foi sua beleza que lhe rendeu seu primeiro grande papel. “Um tabloide publicou uma foto em que eu saia da praia em um biquíni branco e [o executivo da Hammer] Jimmy Carreras viu aquela fotografia e disse que me queria em seu próximo filme. Então, fiz um teste e acabei nos braços de Drácula”, contou numa entrevista de 2014. A atriz também coestrelou dois filmes de Frankenstein da Hammer, contracenando com Peter Cushing em “Frankenstein Tem que Ser Destruído” (1969) e com Alan Bates em “O Horror de Frankenstein” (1970). A cena com Cushing era pesadíssima: um estupro. Mas, na mesma entrevista de 2014, ela contou que o ator a ajudou a passar sem traumas pela experiência daquela “cena que foi jogada no filme”. “Trabalhamos juntos e resolvemos os problemas da melhor forma possível”. Os dois atores voltaram a se encontrar em “O Carniçal” (1975) e ela ainda estrelou uma paródia de Drácula em 1974, chamada “Vampira”, antes de se afastar temporariamente do cinema para se dedicar à carreira de artista plástica, na qual foi muito bem-sucedida. Nos últimos anos, aceitou voltar a atuar para participar de filmes-tributos, como “House of the Gorgon”, lançado em 2019 com vários atores antigos da Hammer.

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    Jamie Lee Curtis termina filmagens e se despede da franquia “Halloween”

    22 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Jamie Lee Curtis anunciou que terminou sua participação na franquia “Halloween”, postando uma emocionada despedida em seu Instagram, acompanhada por várias fotos do set de “Halloween Ends”, final da nova trilogia iniciada em 2018. “É um fim agridoce nos filmes de ‘Halloween’ para mim. Eu fiz grandes amigos e colaborei com artistas maravilhosos durante esses três filmes, e hoje a minha parte no último longa está completa”, escreveu. “Isso só aconteceu por causa dos fãs que sempre me apoiaram e, mais importante, apoiaram Laurie”. Jamie Lee Curtis interpreta o papel de Laurie Strode desde 1978, quando John Carpenter fez o primeiro “Halloween” e inaugurou a era dos serial killers imortais. O papel original também deu à atriz, filha de Tony Curtis (“Quanto Mais Quente Melhor”) e Janet Leigh (“Psicose”), a fama de maior “scream queen” (rainha do grito) e mais popular “final girl” (última garota sobrevivente) de todos os tempos. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele tem 73 anos, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). A nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie. Novamente dirigido por David Gordon Green, responsável por toda a trilogia, o filme tem estreia prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@curtisleejamie)

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    Alfred Sole (1943–2022)

    17 de fevereiro de 2022 /

    O cineasta Alfred Sole, que escreveu e dirigiu o cultuado terror “Alice, Querida Alice”, estreia de Brooke Shields no cinema, morreu na segunda-feira (14/2) aos 78 anos. Segundo informações de um membro da família publicadas pelo site The Hollywood Reporter, a causa foi suicídio, cometido em sua residência em Utah. Sole era um arquiteto e decorador de interiores de Paterson, Nova Jersey, quando decidiu juntar cerca de US$ 25 mil para filmar “Deep Sleep” (1972), seu primeiro longa, um pornô amador produzido de forma independente em sua cidade natal com a ajuda de amigos e parentes, que serviram de elenco e equipe. Mas a produção, sobre um homem com problemas de performance sexual que busca recuperar o vigor com os seguidores desinibidos de um guru indiano, acabou dando uma notoriedade inesperada ao diretor. Um promotor acusou Sole de violar a “lei de fornicação” de Nova Jersey e o iniciou por transporte interestadual de pornografia, porque o filme foi exibido em Oklahoma City. Ele acabou condenado pelas acusações e precisou pagar uma multa, permanecendo em liberdade condicional durante um ano. A fama de pornógrafo acabou superada com seu filme seguinte, “Alice, Querida Alice” (1976). Também rodado em sua cidadezinha, o filme acompanhava uma menina problemática de 12 anos (Paula E. Sheppard) que se torna a principal suspeita do assassinato brutal de sua irmã mais nova (Brooke Shields) no dia de sua primeira comunhão, além de uma série de outros assassinatos à facadas. Sole escalou Shields, então com 10 anos, após vê-la em um anúncio da Vogue, transformando-a em atriz em seu segundo longa. O filme foi elogiadíssimo, mas como era uma produção independente não rendeu muito dinheiro ao cineasta. Por isso, ele tentou recuperar o investimento relançando o longa como “Holy Terror” dois anos depois, após Brooke Shields ganhar fama em “Menina Bonita” (1978). Ele voltou a repetir a tática em 1980, após o estouro de Shields em “Lagoa Azul”. Depois de esgotar as formas de faturar com “Alice, Querida Alice”, Sole filmou “Tanya’s Island” (1980), um filme apelativo que colocava uma modelo negra em luta contra um macaco numa ilha tropical. Foi literalmente um horror, destruído pela crítica e ignorado pelo público. Dois anos, ele depois dirigiu seu último longa, “Pandemonium” (1982), sátira que combinava duas tendências em voga nos anos 1980: as comédias juvenis picantes e os slashers com serial killers mascarados. Há quem considere a produção cult. Depois de roteirizar conteúdos televisivos no final dos anos 1980, ele meio que retomou sua profissão original, passando a se dedicar ao design de produção, o que o manteve no meio artístico até o fim da década passada. Alfred Sole chegou a trabalhar como cenografista em algumas séries populares deste século, como “Veronica Mars”, “Moonlight”, “Castle” e até no recente revival de “MacGyver” – seu último trabalho, entre 2016 e 2019. Nos últimos anos, ele curtia sua aposentadoria em sua fazenda em Utah, postando no Instagram fotos de cavalos, carneiros e vacas. Veja abaixo o trailer de “Alice, Querida Alice”, seu filme mais famoso, que inspirou várias produções de serial killers com máscaras infantis – como “A Morte Te Dá Parabéns” (2017). A versão abaixo foi feita para o relançamento, sugerindo que Brooke Shields seria a assassina, em vez da vítima original.

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    Babu Santana será fundador da Falange Vermelha em série da Globoplay

    12 de fevereiro de 2022 /

    O ator Babu Santana entrou na série “O Jogo que Mudou a História”, da Globoplay. Apesar do título longo e esportivo, o tema principal da produção é a história da guerra do narcotráfico no Rio de Janeiro. Babu interpretará um dos fundadores da Falange Vermelha, juntando-se a Bukassa Kabengele (“Pacificado”), que também será um dos líderes da facção criminosa, fundada nos anos 1970 após criminosos comuns entrarem em contato com prisioneiros políticos da ditadura militar e aprenderem táticas de guerrilha. A trama desenvolvida pela equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia, mostrará o surgimento das grandes facções criminosas entre os anos de 1977 e 1989, e ainda fará crossover com outra atração da Globoplay. O elenco contará com participação de Marcos Palmeira, retomando o papel do delegado Benício, e Natália Lage como a policial Roberta, ambos de “A Divisão”. Além deles, também fazem parte do elenco Raphael Logam (“Impuros”) no papel de um agente penitenciário, Alli Willow (atriz franco-americana de “Bacurau”) como uma freira americana que trabalha no presídio da Ilha Grande, Jonathan Azevedo (“Verdades Secretas 2”) como um traficante, Marcelo Serrado (“Galeria Futuro”) como um oficial, Dandara Mariana (“A Força do Querer”) como a esposa de um dos falangistas, Vanessa Giacomo (“Filhas de Eva”) como uma mulher religiosa e até o ex-jogador de futebol Edmundo, fazendo sua estreia como ator numa trama que também retratará um campeonato entre times de favelas do Rio. Ainda não há previsão de estreia.

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    Ator de “Uma Noite em Miami” viverá Bob Marley no cinema

    12 de fevereiro de 2022 /

    O ator Kingsley Ben-Adir vai viver a terceira personalidade histórica de sua carreira. Depois de interpretar o ativista Malcolm X no filme “Uma Noite em Miami” e o ex-presidente norte-americano Barack Obama na minissérie “The Comey Rule”, ele será Bob Marley na cinebiografia do ícone do reggae. O longa-metragem tem produção da Paramount Pictures, que levou quase um ano para definir o protagonista. A direção é de Reinaldo Marcus Green, que assinou outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”. O projeto também tem envolvimento da família do cantor. Os filhos Ziggy Marley e Cedella Marley e a viúva, Rita Marley, são coprodutores em nome da Tuff Gong, gravadora fundada por Bob Marley. O cantor teria completado 77 anos no último domingo (6/2). Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, o cantor jamaicano que eternizou clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved” morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer.

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    Teaser mostra Bill Skarsgård como criminoso que originou a “síndrome de Estocolmo”

    4 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser da minissérie “Clark”, sobre o criminoso sueco que originou o termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. A produção de tom cômico é ambientada nos anos 1970 e estrelada pelo ator Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”). Ele vive o gângster sueco Clark Olofsson, que se tornou famoso por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define a simpatia das vítimas por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência ao abuso. O termo passou a ser utilizado após Clark Olofsson e Jan-Erik Olsson manterem vários pessoas como reféns após um assalto que deu errado num banco de Estocolmo, em 1973. Ao fim do cerco policial, nenhum dos reféns quis testemunhar contra os ladrões e ainda levantaram fundos para ajudá-los em suas defesas. A minissérie tem roteiro e direção de Jonas Åkerlund, responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e por vários clipes famosos – de Madonna a Lady Gaga. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2022, em data ainda não revelada.

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    Vida de Ronald Biggs no Brasil vai virar série documental

    3 de fevereiro de 2022 /

    O Canal Brasil prepara uma série documental sobre o Ronald Biggs (1929-2013), que fugiu para o Brasil depois de ter participado do famoso assalto ao trem pagador na Inglaterra, crime que ficou conhecido como “O assalto do século”. Biggs chegou ao Rio com passaporte falso pouco antes da Copa de 1970. E virou celebridade quando participou do filme “A Grande Farsa do Rock” (1980), com integrantes da banda inglesa Sex Pistols. Ele também cantou no disco da trilha sonora. “No One is Innocent” foi lançado como single no Reino Unido, alcançando o 6° lugar nas paradas britânicas. Só que sua impunidade inspirou uma aventura ousada de ex-militares ingleses. Um grupo clandestino o sequestrou e o levou até Barbados, esperando receber alguma recompensa. Não deu certo e, aproveitando-se de brechas na lei, Biggs conseguiu voltar ao Brasil. Nos anos 1980, inspirado pelo pós-punk britânico, abriu uma famosa casa noturna carioca com sócios ingleses, Crepúsculo de Cubatão, que fomentou a cena alternativa do Rio. Além disso, sua história virou filme, “Prisioneiro do Rio” (1988), com direção do polonês Lech Majewski (“O Moinho e a Cruz”) e participação de José Wilker e Zezé Motta. Ele ainda voltou ao rock em 1991, como cantor convidado na faixa “Carnival In Rio (Punk Was)”, da banda punk alemã Die Toten Hosen. E seu filho brasileiro, Mike Biggs, foi um dos membros do popular grupo musical infantil Balão Mágico. Sua lendária boa vida carioca chegou ao fim em 2001, quando Biggs aceitou uma oferta em dinheiro do tabloide The Sun para retornar à Inglaterra, mesmo sabendo que seria imediatamente preso. Acabou adoecendo na prisão, sendo libertado oito anos depois por conta de seu estado de saúde. Ele faleceu em 2013 num abrigo de idosos na Inglaterra, e foi enterrado junto com bandeiras de seu país natal e do Brasil. A série “Biggs in Rio – No One Is Innocent” tem direção de Roberto Berliner (“Nise: O Coração da Loucura”) e Cris Pickard (escritor e jornalista inglês que já escreveu três livros sobre Biggs). A produção é dividida pela TvZero e a Critical Divide, da Inglaterra, além do Canal Brasil. Ainda não há previsão de estreia.

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