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  • Filme

    Estrelas Além do Tempo: Trailer celebra as engenheiras negras que colocaram o homem no espaço

    16 de novembro de 2016 /

    A Fox divulgou o trailer legendado do drama histórico “Estrelas Além do Tempo”. Mas vale observar que a “tradução” escolhida para o título original “Hidden Figures” desvirtua seu verdadeiro tema, sobre a importante e pouco conhecida participação das engenheiras negras no programa espacial americano. Como a prévia mostra, a trama conta a história verídica de um grupo de mulheres que ajudou a colocar o homem no espaço, enquanto combatia o machismo e o racismo para realizar seu trabalho. No filme, elas são representadas pelas atrizes Octavia Spencer (vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas”), Taraji P. Henson (série “Empire”) e a cantora Janelle Monáe, em sua estreia no cinema. O elenco também destaca, em papeis coadjuvantes, os atores Kevin Costner (“O Homem de Aço”), Kirsten Dunst (série “Fargo”), Jim Parsons (série “The Big Bang Therory”), Glen Powell (série “Scream Queens”), Mahershala Ali (franquia “Jogos Vorazes”) e Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”). Dirigido por Theodore Melfi (“Um Santo Vizinho”), o filme adapta o livro homônimo de Margot Lee Shetterly, com roteiro de Allison Schroeder (“Meninas Malvadas 2”) e trilha sonora do músico Pharrell Williams (“Meu Malvado Favorito 2”). O lançamento vai acontecer em 6 de janeiro nos EUA, uma semana antes do feriado americano dedicado a Martin Luther King. No Brasil, a estreia vai acontecer somente um mês depois, em 2 de fevereiro.

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  • Série

    Lúcia McCartney: Fotos da minissérie destacam Antônia Morais como a garota de programa que amava os Beatles

    16 de novembro de 2016 /

    O canal pago GNT divulgou as primeiras fotos da minissérie “Lúcia McCartney”, inspirada em uma das personagens mais marcantes do escritor Rubem Fonseca. Responsável por consagrar o autor como um dos renovadores do conto brasileiro, a história da jovem sonhadora Lúcia, interpretada por Antônia Morais (“Linda de Morrer”), será contada em oito episódios. Amante dos Beatles e, acima de todos, de Paul McCartney, Lúcia encontrou na rotina de garota de programa um modo de viver a vida e se divertir em 1969. Entre a praia, as vitrines das lojas, as ondas do rádio, os discos de vinil e o seu diário, a jovem de 19 anos divide o apartamento com outras duas garotas de programa, cujos nomes também evocam canções dos Beatles: Eleonor – mais velha e protetora, representada pela atriz Mariana Lima (“A Busca”), que tem a vida revirada com a chegada surpresa de um filh – e Marta – aventureira e guerrilheira, vivida pela atriz Mariah Rocha (novela “Balacobaco”), que se envolve na luta contra a ditadura e influencia o destino dos amigos. Produzida pela Zola e com roteiro assinado pelos cineastas Gustavo Bragança (“Desassossego”) e José Henrique Fonseca (“Heleno”), a série também traz Eduardo Moscovis (“Pequeno Dicionário Amoroso 2″) como José Roberto, o homem cheio de mistérios que vai mudar a vida da garota de programa. A direção está a cargo de José Henrique, que é filho de Ruben Fonseca e fez questão de manter na minissérie a mesma narrativa inquietante da obra original, consagrada com o Prêmio Jabuti, o mais importante prêmio literário do Brasil, além da própria época, o ano de 1969, em plena ditadura militar. “É uma honra trabalhar com a obra do meu pai. Trata-se de um conto que leio desde pequeno, uma literatura que me acompanha a vida toda. Por isso sinto um prazer único, além do grande desafio de levar esse conto para a televisão. Um conto com tintas concretistas e ao mesmo tempo popular”, disse José Henrique, em comunicado. Em ação inédita, o GNT disponibilizará todos os episódios da série no GNT Play antes da estreia na TV.

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  • Filme

    Jackie: Natalie Portman impressiona ao incorporar Jacqueline Kennedy no novo trailer

    14 de novembro de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou um novo trailer de “Jackie”, que destaca a performance da atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. Ela aparece no centro de cenas impressionantes, devastada com o marido sangrando em seu colo, desesperada na UTI, tomando banho para tirar o sangue de seu vestido, mas também forte como a viúva que exige um funeral grandioso, até cair em si e perceber que já não é mais a primeira dama dos EUA. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além da atriz, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”). O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” estreia em 2 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Al Caiola (1920 – 2016)

    12 de novembro de 2016 /

    Morreu o guitarrista Al Caiola, que tocou em trilhas clássicas do cinema e da TV. Ele tinha 96 anos e morreu de causas naturais na quarta (9/11), em uma casa de repouso em Nova Jersey. Versátil, Caiola tocou com alguns dos pioneiros do rock, como Buddy Holly, Elvis Presley e Del Shannon (é dele a melodia da guitarra do hit “Runaway”), e também com crooners como Frank Sinatra e Tony Bennett. No final dos anos 1950, assinou com a United Artists para trabalhar como músico das produções do estúdio, tornando-se celebrado pelas palhetadas melódicas ouvidas na trilha do famoso western “Sete Homens e um Destino” (1960) e na abertura da série “Bonanza” (1959 -1973). Também tocou no suspense “Escravas do Medo” (1962) e fez a guitarra principal da canção “Mr. Robinson”, de Simon & Garfunkel, grande sucesso da trilha de “A Primeira Noite de um Homem” (1967). Mas sua fama acabou mesmo ligada às produções de western, graças à iniciativa da UA em lhe encomendar versões “pop” dos temas do gênero. Por conta disso, ele lançou vários discos com gravações de músicas de séries como “Chaparral”, “Caravana”, “Paladino do Oeste” e outras. Aproveite e relembre abaixo alguns de seus maiores sucessos de cinema, além de conferir um vídeo recente de uma de suas últimas apresentações ao vivo.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Robert Vaughn (1932 – 2016)

    12 de novembro de 2016 /

    Morreu o ator Robert Vaughn, que protagonizou a série dos anos 1960 “O Agente da UNCLE” e foi um dos pistoleiros originais do filme “Sete Homens e um Destino”. Ele faleceu na sexta (11/11), aos 83 anos, de leucemia. Vaughan nasceu em 1932 em Nova York, numa família de atores, e fez mais de 200 filmes e séries ao longo da carreira, desde que estreou como figurante no clássico “Os Dez Mandamentos” (1956). O primeiro papel importante veio logo em seguida, no western “Sangue de Valentes” (1957), em que interpretou Bob Ford, o homem que matou o fora-da-lei Jesse James. Ele foi um rebelde sem causa em “Vidas Truncadas” (1957) e até um adolescente das cavernas em “Teenage Cave Man” (1958), trash cultuado de Roger Corman, entre diversas aparições em séries televisivas, até sua carreira ganhar upgrade nos anos 1960 com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “O Moço de Filadélfia” (1959), estrelado por outro jovem talentoso de sua geração, Paul Newman. O destaque no Oscar lhe rendeu o convite para participar do western épico “Sete Homens e um Destino” (1960), ao lado de uma constelação de estrelas, como Yul Brynner, Steve McQueen, James Coburn, Charles Bronson e Eli Wallach. Dando vida ao pistoleiro “almofadinha” Lee, ele tem uma das cenas mais emotivas da produção, ao confessar seu medo de enfrentar os bandoleiros de Calveira (Wallach) ao grupo de fazendeiros que deveria proteger. Pelo papel, foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Estrela Jovem, prêmio que já não existe mais. Ao contrário de outros “atores de Oscar”, Vaughn nunca desprezou a televisão e aproveitou o sucesso fenomenal de “Sete Homens e um Destino” para preencher sua agenda com diversas participações em séries de western, acumulando passagens por “Gunsmoke”, “O Homem do Rifle”, “Zorro”, “Bronco”, “O Médico da Fronteira”, “Wichita Town”, “Law of the Plainsman”, “Laramie”, “Caravana”, “Bonanza”, “O Homem de Virgínia” e “Tales of Wells Fargo”, na qual viveu Billy the Kid, entre muitas outras. A rotina de participações especiais foi interrompida em 1964, quando foi convidado a estrelar a série “O Agente da UNCLE”. A produção foi uma das mais bem-sucedidas incursões televisivas ao gênero da espionagem, que atravessava sua era de ouro com os primeiros filmes de James Bond. Mas o êxito não foi casual. O próprio criador do agente 007, Ian Fleming, contribuiu para a criação do “Agente da UNCLE” – antes de ganhar o título pelo qual ficou conhecida, a produção tinha como nome provisório “Ian Fleming’s Solo”, além de girar em torno de um personagem introduzido em “007 Contra Goldfinger” (1964), Napoleon Solo. Vaughan viveu Solo, um agente secreto americano, que realizava missões ao lado de um aliado russo, Illya Kuryakin (David McCallum, hoje na série “NCIS”), o que era completamente inusitado na época da Guerra Fria. Assim como nos filmes de 007, a série era repleta de supervilões e mulheres lindas de minissaia. E fez tanto sucesso que virou franquia, rendendo livros, quadrinhos, brinquedos, telefilmes e um spin-off, a série “A Garota da UNCLE”, estrelada por Stefanie Powers (“Casal 20″), cuja personagem também foi criada por Ian Fleming. O padrão de qualidade da produção era tão elevado que os produtores resolveram realizar episódios especiais de duas horas, como filmes. Exibidos em duas partes na TV americana, esses episódios foram realmente transformados em filmes para o mercado internacional. Para ampliar o apelo, ainda ganhavam cenas inéditas e picantes. Um desses telefilmes de cinema, por exemplo, incluiu participação exclusiva para a tela grande da belíssima Yvonne Craig, um ano antes de virar a Batgirl na série “Batman”, como uma atendente desinibida de missões da UNCLE, em aparições completamente nua. A série, que durou até 1968, rendeu cinco filmes. Mas Vaughan ainda apareceu como Napoleon Solo num longa-metragem de verdade, durante o auge da popularidade da atração: a comédia “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966), estrelada por Doris Day. Vaughn foi indicado duas vezes ao Globo de Ouro como Napoleon Solo, e a fama do papel ainda lhe permitiu protagonizar um thriller de espionagem, “Missão Secreta em Veneza” (1966), ao lado da estonteante Elke Sommer. O fim da série, porém, o lançou numa rotina de coadjuvante no cinema. O detalhe é que, mesmo em papéis secundários, continuou listando clássicos em sua filmografia, como o policial “Bullit” (1968), em que voltou a contracenar com Steve McQueen e receber indicação a prêmio (o BAFTA de Melhor Coadjuvante), a comédia “Enquanto Viverem as Ilusões” (1969), o filme de guerra “A Ponte de Remagem” (1969), a sci-fi “O Homem que Nasceu de Novo” (1970), etc. Ele teve breve retorno à TV em 1972, desta vez numa produção britânica, “The Protectors”, que durou duas temporadas, mas também marcou época. A trama girava em torno de um trio de aventureiros europeus, dedicados a combater o crime internacional. Vaughn, claro, liderava a equipe. Ao voltar aos cinemas, participou do blockbuster “Inferno na Torre” (1974), seu terceiro filme com Steve McQueen, no qual viveu um senador preso no terraço de um arranha-céu em chamas, durante a festa de inauguração do empreendimento imobiliário. O filme é considerado um dos melhores do gênero catástrofe, que viveu seu auge na década de 1970. Após vencer o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pela minissérie “Washington: Behind Closed Doors”, Vaughn deu uma inesperada guinada para a ficção científica, participando do cultuado “Geração Proteus” (1977), como a voz de um supercomputador com inteligência artificial, fez “Hangar 18” (1980) e voltou a ser dirigido por Roger Corman em “Mercenários das Galáxias” (1980), uma das melhores produções influenciadas por “Guerra nas Estrelas” lançadas com baixo orçamento nos anos 1980. A lista de longas da época ainda inclui “Superman III” (1983), que os produtores tentaram transformar numa comédia, e “Comando Delta” (1986), o filme de ação estrelado por Chuck Norris e Lee Marvin, antes de nova retomada da carreira televisiva com a série “Esquadrão Classe A”. Vaughn estrelou a última temporada da atração, em 1986, como líder militar da equipe, oferecendo perdão pelos supostos crimes do esquadrão. A partir daí, as superproduções ficaram para trás e ele entrou de vez na era do VHS, fazendo diversos filmes B de ação, terror e comédia que preencheram as prateleiras das locadoras – coisas como “Comando de Resgate” (1988), “Transylvania Twit” (1989) e “Chud – A Cidade das Sombras” (1989). Paralelamente, voltou à rotina das aparições em séries, que manteve firme durante os anos 1990, período em que foi de “The Nanny” para “Lei & Ordem”. Ele também participou do elenco de “The Magnificent Seven”, série baseada no filme “Sete Homens e um Destino”, que durou duas temporadas, entre 1998 e 2000, antes de se mudar de vez para o Reino Unido, onde estrelou a atração mais longeva de sua carreira, “O Golpe” (The Hustler), exibida de 2004 a 2012, no qual liderava um grupo de vigaristas londrinos, na realização das mais diversas trapaças. Estabelecido em Londres, Vaughn ainda participou da novela “Coronation Street”, no ar desde 1960, mas voltou aos EUA para seus últimos papéis, que incluíram nova passagem pela franquia “Lei & Ordem” (num episódio de 2015 de “Law & Order: SVU”) e dois filmes, o thriller “The American Side” (2016) e o drama “Gold Star” (2016), seu último trabalho, em que teve o papel principal, como um homem à beira da morte. Ainda inédito, o filme registra o esforço do ator para trabalhar mesmo quando a saúde não lhe permitia mais. David McCallun, seu grande parceiro em “O Agente da UNCLE”, se declarou “devastado com a notícia” da morte do amigo. “Trabalhei ao lado de Robert durante tantos anos, a ponto de sentir que perdê-lo é como perder uma parte mim. Ele foi um excelente ser humano. Apreciei cada dia que trabalhei com ele”, afirmou.

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  • Cinema Novo
    Filme

    Cinema Novo faz ensaio-poesia sobre o movimento mais famoso do cinema brasileiro

    11 de novembro de 2016 /

    A opção de Eryk Rocha de fazer de “Cinema Novo” um documentário em formato de ensaio-poesia, em vez de um filme mais convencional e informativo, é compreensível, inclusive dentro da curta duração – cerca de uma hora e meia. Para se contar a história do Cinema Novo em um projeto audiovisual, o ideal seria mesmo uma minissérie para a televisão com mais tempo disponível. Mas mesmo aceitando a proposta, a falta de identificação nas imagens utilizadas – qual é tal filme em tal cena mostrada – não deixa de ser problemática. O resultado privilegia a edição e a força das imagens de grandes obras – algumas pouco conhecidas do grande público – , mas deve sua existência principalmente aos depoimentos de arquivo da época (anos 1960 e 1970), de cineastas (Nelson Pereira dos Santos, Cacá Diegues, Joaquim Pedro de Andrade, Glauber Rocha, Leon Hirszman, Arnaldo Jabor, Ruy Guerra e vários outros) que comentam direto do túnel do tempo. Não há depoimentos novos, o que torna o trabalho do filho de Glauber Rocha diferente e interessante. Um dos problemas do filme, premiado no Festival de Cannes deste ano, está no fato de que, se exibido para uma plateia que desconhece totalmente o movimento original, pode até despertar desinteresse. Mas, para quem conhece um pouco, permite rever sequências lindas, como as de “A Falecida”, “Vidas Secas”, “Rio, Zona Norte”, “Terra em Transe”, “Macunaíma”, além de filmes que não são necessariamente do Cinema Novo, mas pioneiros do próprio cinema brasileiro, como “Limite”, de Mário Peixoto, e o trabalho de Humberto Mauro. O que importa é que Eryk, enquanto deixa o público intrigado com certas cenas de filmes menos conhecidos, não deixa dúvidas a respeito da grandeza de nosso cinema. Ele pontua tudo de forma mais ou menos organizada em blocos temáticos, e procura emular o clima de tensão que surge a partir dos eventos políticos ocorridos no Brasil durante o Golpe militar, através de um som e de uma montagem inteligentes. Ainda assim, acaba parecendo estranho quando, no final, entre os créditos de diversos cineastas envolvidos com o Cinema Novo, surge o nome de Walter Hugo Khouri, que não era muito bem-visto pelo movimento e considerado basicamente alienado, distante dos interesses sociais e de natureza revolucionária de Glauber, Diegues e cia. De todo modo, há tanta gente boa envolvida nesse que é o maior movimento cinematográfico da América Latina, que a vontade de ver e rever os filmes apresentados é grande. A admiração que já temos por cineastas como Leon Hirszman e Joaquim Pedro de Andrade, por exemplo, só aumentam, diante de seus depoimentos e trechos de filmes. Há também algo que faz com que “Cinema Novo” dialogue muito bem com o momento atual em que estamos vivendo, tanto do ponto de vista político, como no que se refere à baixa audiência de público para o cinema brasileiro (que importa). Uma cena em particular mostra Diegues e Jabor debatendo sobre a dificuldade de atingir o grande público, que até hoje continua resistente ao tipo de filmes que eles faziam. Mas, ao ver, por exemplo, um trecho de “Terra em Transe”, clássico do pai de Eryck, com dois personagens recitando suas falas de forma poética e teatral, percebe-se o porquê de esses filmes não lotarem salas. O cinema brasileiro dessa época só chegaria nas massas na década de 1970, com o advento das pornochanchadas. Mas isso já é outra história e de outra turma, que seria até bem mais divertida de ser vista em um filme-ensaio desse tipo.

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  • Filme

    Patricia Arquette reforça o elenco da estreia de Kristen Dunst na direção

    6 de novembro de 2016 /

    A estreia da atriz Kirsten Dunst (“Melancolia”) na direção recebeu os reforços das atrizes Patricia Arquette (vencedora do Oscar por “Boyhood”), Bel Powley (a revelação de “The Diary of a Teenage Girl”) e Stacy Martin (a revelação de “Ninfomaníaca”). Segundo o site da revista Variety, elas vão se juntar a Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) e Jesse Plemons (séries “Fargo” e “Breaking Bad”) no elenco do filme, que é uma adaptação do romance “A Redoma de Vidro” (The Bell Jar), da escritora Sylvia Plath. O livro de 1963 já foi filmado em 1979. A própria Dunst escreveu o roteiro da nova adaptação, em parceria com a estreante Nellie Kim. Além de interpretar a protagonista, Dakota Fanning também vai participar do projeto como produtora. Único livro de prosa publicado por Plath, que cometeu suicídio em 1963, “A Redoma de Vidro” gira em torno de Esher Greenwood (papel de Fanning), que, após arranjar um estágio numa revista em Nova York, sofre um colapso mental ao retornar para sua casa em Boston. As filmagens estão previstas para começar nos primeiros meses de 2017.

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  • Série

    Viola Davis desenvolve nova série passada nos anos 1960

    31 de outubro de 2016 /

    Viola Davis está desenvolvendo o projeto de uma nova sitcom de época para a rede americana ABC. Protagonista de “How to Get Away With Murder”, exibida no canal, ela pretende emplacar “The Zipcoders”, uma comédia musical que vai focar em temas raciais na década de 1960. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a história se passa em 1968 e vai focar uma mulher divorciada, mãe de três filhos, que se muda para Austin, no Texas, para ficar mais perto da irmã após o assassinato de Martin Luther King Jr. Lá, seu filho adolescente forma uma banda de rock, o que causa espanto na família, nos amigos e na comunidade em geral. O conceito de “The Zipcoders” é uma ideia original de Davis e de seu marido, o também ator Julius Tennon (“Get on Up: A História de James Brown”), que será trabalhada pelo roteirista Marshall Todd (“Uma Turma do Barulho”). Ou seja, o projeto ainda está em suas etapas iniciais, em busca de aval para gravar um piloto.

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  • Filme

    Atriz de Os Pássaros denuncia assédio de Alfred Hitchcock em livro de memórias

    31 de outubro de 2016 /

    A atriz Tippi Hedren, protagonista de dois clássicos de Alfred Hitchcock, “Os Pássaros” (1963) e “Marnie, Confissões de uma Ladra” (1964), está acusando o diretor de perseguição e assédio sexual durante as filmagens, em seu novo livro de memórias. Segundo o jornal New York Post, a atriz detalha no livro a relação que tinha com o mestre do suspense depois de se mudar de Nova York para Los Angeles. Tippi Hedren afirma que Hitchcock começou a persegui-la após vê-la em um comercial. A obsessão do cineasta fez com que ela conseguisse um contrato de cinco anos para fazer filmes, incluindo os dele. Durante as filmagens de “Os Pássaros”, ela alega que o diretor se mostrou extremamente possessivo, chegando ao ponto de falar para a equipe do longa, inclusive um dos protagonistas, Rod Taylor, para não tocar nela. Ela ainda afirma que não tinha liberdade para falar com outros homens, pois Hitchcock a censurava com olhares considerados por ela como ameaçadores. A atriz alega também que o diretor a perseguia, colocando um motorista para vigiar sua casa, e revela até um momento em que Hitchcock tentou beijá-la à força em um banco de uma limusine. “Foi um momento terrível, terrível”, declarou. A situação teria escalado durante as filmagens de “Marnie”, quando Hitchcock, segundo a atriz, exigiu a instalação de uma porta que conectasse o escritório dele até o camarim dela. Hedren afirma ainda que o diretor ainda tentou assedia-la em uma dessas ocasiões. “Era sexualmente perverso. Quanto mais tentava lutar, mais agressivo ele era”, ela afirma no livro. O relacionamento pouco saudável entre o diretor e a atriz não é segredo e já rendeu um telefilme em 2012, “A Garota”, estrelado por Sienna Miller e Toby Jones. A produção foi indicada ao Emmy e ao Globo de Ouro. Atualmente com 86 anos, Tippi Hedren é mãe da atriz Melanie Griffith (“Eternamente Lulu”) e avó de Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”)

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  • Filme

    Kate Bosworth vai viver Sharon Tate no cinema

    31 de outubro de 2016 /

    A atriz Kate Bosworth, que viveu Lois Lane em “Superman – O Retorno”, vai dar vida à atriz Sharon Tate, num filme sobre seu assassinato brutal pelos seguidores de Charles Manson. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção tem roteiro e direção de seu marido, o cineasta Michael Polish (“Sonhando Alto”). Baseado no livro “Sharon Tate and the Manson Murders”, de Greg King, o filme pretende lembrar a carreira da atriz, que estreou nos cinemas em 1966 com o terror “O Olho do Diabo” e encantou o diretor Roman Polanski, que a dirigiu no clássico “Dança dos Vampiros” (1967). Os dois se casaram logo em seguida e ela estava grávida quando psicopatas invadiram a residência do casal, numa chacina que também matou quatro de seus amigos. Os assassinatos brutais foram recentemente recriados na 2ª temporada da série “Aquarius”, estrelada por David Duchovny (“Arquivo X”).

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  • Filme

    Colin Firth entra na continuação de Mary Poppins

    20 de outubro de 2016 /

    O elenco de “Mary Poppins Returns”, continuação do clássico infantil “Mary Poppins” (1964), foi reforçado por Colin Firth, que está em cartaz nos cinemas em dois filmes, “Mestre de Gênios” e “O Bebê de Bridget Jones”. Segundo o site da revista Variety, seu personagem será William Weatherall Wilkins, presidente do Fidelity Fiduciary Bank. Curiosamente, o nome do personagem aparece no terceiro livro de PL Travers, “Mary Poppins Abre a Porta”, publicado em 1943. Mas apenas listado como o antigo proprietário de um livro. Ele vai se juntar ao elenco que já tem Emily Blunt (“A Garota no Trem”) como Mary Poppins, além de Meryl Streep (“Álbum de Família”), Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”), Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”) e Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”). Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”) e roteiro de David Magee (“As Aventuras de Pi”), “Mary Poppins Returns” vai se passar 20 anos após os eventos do filme original e vai mostrar o reencontro de Mary Poppins com as crianças que ela cuidou antes, agora já adultas. Quando as filhas do agora crescido Michael Banks passam por uma “perda pessoal”, a melhor babá do mundo resolve ajudar novamente a família. O longa original venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Julie Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Já a continuação, “Mary Poppins Returns”, tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2018.

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  • Magnificent Seven
    Filme

    Sete Homens e um Destino explora a mitologia do western como aventura leve

    15 de outubro de 2016 /

    Nada se cria, tudo se copia. Essa máxima parece cair como uma luva em se tratando de “Sete Homens e um Destino”, seja a nova versão dirigida por Antoine Fuqua, ou até mesmo a original, com comando de John Sturges em 1960. Já naquela época se sabia que a produção era uma versão da história de “Os Sete Samurais”, de Akira Kurosawa. Se a versão de Sturges já não tinha como intuito oferecer um painel da vida no Oeste americano em fins do século 19, mas enfatizar os aspectos heroicos e selvagens e explorar a mitologia e os estereótipos do gênero, o que dizer de uma versão feita no século 21, que já viu a morte e o renascimento do western repetidas vezes, passando inclusive pelo surgimento do western spaghetti na década de 1960? Os dias de hoje, mais que o velho Oeste, refletem-se no novo remake, como mostrar um homem negro como líder do bando (Denzel Washington), além de retratar um dos pistoleiros com síndrome de pânico (Ethan Hawke) e uma mulher disposta a entrar nas trincheiras (Haley Bennett). Também não deixa de ser sintomático que Chris Pratt tenha um dos papéis mais importantes do filme, após estrelar dois blockbusters consecutivos – e se a gente pensar bem, “Guardiões da Galáxia” era meio como um western no espaço sideral, não? Não dá, por sinal, para reclamar da escolha do elenco. Sem falar que a parceria entre Denzel Washington e Antoine Fuqua tem sido bem frutífera, em filmes como “Dia de Treinamento” (2001), que também contava com Hawke, e “O Protetor” (2014). O lado negativo da produção também é reflexo da modernidade, na mão pesada de Fuqua para retratar a violência e na edição apressada das cenas de tiroteio envolvendo muitos personagens. Em alguns momentos, não temos a mínima ideia do que está acontecendo. Mas, no balanço, sobressaem-se os aspectos positivos do trabalho, como a introdução do grande vilão, Bogue, interpretado por Peter Sarsgaard, que exala maldade na cena da invasão à igreja. É um belo prólogo, assim como a apresentação do grande herói Chilson (Washington) e sua primeira conversa com a viúva de uma das vítimas de Bogue. No mais, é aquilo que todo mundo já sabe: a busca por Chilson por seis parceiros para enfrentar o bando de Bogue, que se instalou e toca o terror em uma pequena cidade. A intenção de tornar o grupo bastante eclético já se mostrava na versão de Sturges e aqui ainda é mais radical, reflexo de dias mais politicamente corretos. Além de Washington, Pratt e Hawke, há Vincent D’Onofrio, como um homem meio maluco, Byung-hun Lee, como o asiático especialista em facas, Manuel Garcia-Rulfo, como o representante mexicano, e Martin Sensmeier, como o índio. Em vários momentos, o filme é bem-sucedido em brincar com a xenofobia de alguns membros do grupo em relação ao outro, e nisso vai ficando mais leve e descompromissado. Por outro lado, o humor também diminui o impacto do drama que conduz ao enfrentamento com o grande vilão, produzindo uma aventura leve de tom meramente escapista, com direito a homenagens e referências – inclusive utilizando a música Elmer Berstein citada pelos dois compositores originais do filme.

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  • Filme

    Michelle Williams negocia virar Janis Joplin em cinebiografia

    11 de outubro de 2016 /

    A atriz Michelle Williams entrou em negociações para estrelar a cinebiografia da cantora Janis Joplin. Segundo o site da revista Variety, o projeto finalmente vai sair do papel com roteiro e direção de Sean Durkin, do elogiado thriller indie “Martha Marcy May Marlene” (2011). Williams tem dez anos a mais que Janis tinha quando morreu. Caso a negociação seja bem sucedida, será a segunda cinebiografia de personalidade icônica na carreira da atriz, que já viveu Marilyn Monroe em “Sete Dias com Marilyn” (2011). Intitulado “Janis”, o projeto conta com o apoio da família da cantora. O roteiro foi escrito por Andrew Renzi (de “The Benefactor”, longa com Richard Gere inédito no Brasil) e Clara Brennan (série “Hollyoaks”), e se baseia no livro “Love, Janis”, escrito pela irmã da cantora, que reuniu cartas escritas por ela para a família, enquanto caía na estrada para se apresentar em festivais como Woodstock e enchia a cara para lidar com a pressão da fama. Janis Joplin morreu após uma overdose de heroína, quando se preparava para lançar seu quarto álbum em 1970. “Pearl”, disco que deixou quase pronto, foi lançado postumamente e se tornou um dos maiores sucessos de sua carreira, rendendo músicas clássicas como “Me and Bobby McGee”, “Get It While You Can”, “Move Over” e “Cry Baby”. Há anos Hollywood tenta filmar a vida da cantora, e um projeto intitulado “Get It While You Can”, que seria estrelado pela atriz Amy Adams (“Batman vs. Superman”, arrasta-se já tem uma década. Para se ter ideia, Brittany Murphy, que faleceu em 2009, era a primeira escolha para o papel.

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