Teaser de “Os Monstros” recria abertura da série clássica
A Universal Pictures divulgou o primeiro teaser do filme baseado na série clássica “Os Monstros” (The Munsters). A prévia reproduz parte da abertura em preto e branco da 2ª temporada da série. O filme tem direção do roqueiro Rob Zombie e os intérpretes dos personagens clássicos são Sherri Moon Zombie (esposa do diretor) como Lily, Jeff Daniel Phillips como Herman e Daniel Roebuck como o vovô. Eles já tinham contracenado antes em “Os 3 Infernais”, dirigido por Zombie em 2019. Grande sucesso da época da TV em preto e branco, a atração original de 1964 era estrelada por Yvonne De Carlo (“Capitão Blood”), Fred Gwynne (“Cemitério Maldito”) e Al Lewis (“A Noite dos Desesperados”), e concorria com “A Família Addams” no mesmo filão de família de monstros camaradas. O programa acompanhava o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha Marilyn, que envergonhava a família pela suposta feiura (na verdade, era uma loira deslumbrante). Além da série, “Os Monstros” originais também tiveram um filme colorido, “Monstros, Não Amolem!” (1966), e um telefilme de reencontro dos personagens, “The Munsters’ Revenge” (1981). Mas mesmo com a aposentadoria dos atores, a franquia da Universal nunca saiu totalmente do ar. O estúdio televisivo emplacou seu primeiro remake em 1987. Intitulada “The Munsters Today”, essa versão durou três temporadas, embora pouca gente lembre dela. Depois disso, o canal ainda lançou dois telefilmes com elencos completamente diferentes nos anos 1990. Nos últimos anos, alguns produtores tentaram reviver a franquia na TV. Bryan Fuller (criador de “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”) chegou a gravar um piloto para sua versão, chamada “Mockingbird Lane”, que acabou lançado como telefilme de Halloween em 2012, mas outra iniciativa mais recente, produzida pelo apresentador-comediante Seth Meyers (“Saturday Night Live”) em 2017, nem chegou tão longe, dispensada na fase de roteiro. O filme de Rob Zombie tem produção da 1440 Productions, uma divisão menor do Universal Studios, o que indica que será lançado na plataforma de streaming Peacock em vez dos cinemas. Compare abaixo a nova versão com a abertura clássica dos anos 1960.
Linda Lawson (1936–2022)
A atriz e cantora Linda Lawson, que viveu uma sereia no cult “A Noite do Terror” (1961), morreu de causas naturais no retiro de artistas de Los Angeles, aos 86 anos. A morte aconteceu em 18 de maio, mas só foi revelada neste domingo (5/6) pelo jornal Los Angeles Times. Filha de imigrantes italianos e batizada como Linda Spaziani, ela começou a carreira artística como cantora e dançarina, apresentando-se em Las Vegas em meados dos anos 1950 com a irmã Diana, para entreter o público na abertura de shows de artistas como Frank Sinatra e Lena Horn. Atraída pelo brilho de Hollywood, ela se mudou para Los Angeles e chegou a trabalhar como office girl da MGM, antes de conseguir virar atriz. Seus primeiros créditos foram participações em séries de TV do final dos anos 1950, como “Peter Gunn” e “Maverick”. Em 1959, ela emplacou seu primeiro papel recorrente na série “Adventures in Paradise”, produção gravada nas praias da Califórnia até 1961, onde apareceu quase sempre de maiô. No ano seguinte, lançou seu primeiro disco solo como cantora, “Introducing Linda Lawson”. E em 1961 virou sereia. Em “A Noite do Terror”, Lawson interpretou Maura, uma mulher misteriosa que atuava como sereia num circo, mas que o marinheiro vivido por Dennis Hopper acreditava ser uma criatura marinha de verdade, responsável por atrair homens para a morte durante as noites de lua cheia. O filme escrito e dirigido pelo especialista em terrores baratos Curtis Harrington foi o maior sucesso de sua carreira – apesar dos efeitos visuais de cair o queixo de tão malfeitos. Despois desta produção, ela estrelou a série de comédia “Don’t Call Me Charlie” (1962-1963) e teve um arco na atração dramática “Ben Casey” (em 1965), antes de voltar ao cinema na comédia de terror “Plano para Matar” (1966), de William Castle, um maiores gênios ou picaretas do cinema B da época. Numa mudança radical para sua filmografia, Lawson também integrou o elenco do segundo filme dirigido pelo astro Paul Newman, a aventura “Uma Lição Para não Esquecer” (1972). Isto aconteceu porque a atriz era próxima de Newman, já que se casara em 1958 com o produtor John Foreman, responsável por um dos maiores sucessos da carreira do ator, o western clássico “Butch Cassidy”. O casal teve dois filhos e ficaram juntos até a morte de Foreman, em 1992. Mais recentemente, ela integrou a série “That’s Life” (2000-2002), da criadora Diane Ruggiero-Wright, e se despediu das telas com uma aparição em “Plantão Médico” (E.R.) em 2005. Veja abaixo o trailer de “A Noite do Terror”, que é cultuado tanto pela história inovadora quanto por sua precariedade.
“Speed Racer” vai virar série live-action na Apple TV+
O desenho animado clássico “Speed Racer” vai ganhar uma nova adaptação live-action. Depois do filme das irmãs Wachowski (de “Matrix”), lançado em 2008, o novo projeto é uma série produzida por J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). A produção está sendo desenvolvida para a plataforma Apple TV+ e pretende resgatar a trama original do mangá de Tatsuo Yoshida, lançado em 1966. A adaptação está a cargo dos roteiristas Hiram Martinez (“Snowpiercer”) e Ron Fitzgerald (“Westworld”). “Speed Racer” conta a história do personagem-título, o famoso piloto do carro Match 5, mas também de sua família, já que o jovem astro das corridas cresceu desde criança no mundo das competições automobilísticas, devido ao envolvimento de seus parentes no ramo. Essa relação com as competições de alta velocidade é marcada por triunfos e tragédias, pois Speed acredita ter visto seu irmão mais velho morrer num acidente grave durante uma corrida. Na verdade, porém, ele sobreviveu e continua competindo, mas sob nova identidade, como o mascarado Corredor X, que secretamente também atua como agente da lei. A série da Apple TV+ focará justamente no começo da carreira de Speed e o envolvimento de seus familiares com as pistas. A trama original foi levada às telas num desejo japonês produzido entre 1967 e 1968, que se tornou um dos primeiros animes a fazer sucesso mundial. A série de “Speed Racer” ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo a abertura da série clássica.
Maggie Peterson (1941–2022)
A atriz Maggie Peterson, que participou da série clássica “The Andy Griffith Show” na década de 1960, morreu no domingo (14/5) no Colorado, “pacificamente enquanto dormia”, de acordo com comunicado da família. Embora sua personagem Charlene Darling tenha aparecido em apenas cinco episódios da comédia rural, ela se tornou uma das integrantes mais memoráveis da cidade de Mayberry pela doçura de sua personagem. Natural do Colorado, Peterson começou sua carreira no show business na década de 1950 como cantora. Numa apresentação com o grupo vocal Ja-Da Quartet, foi notada pelo empresário de Griffith, Dick Linke, que a convidou para fazer uma participação na série. Ela acabou agradando e dando início a sua carreira nas telas. As habilidades vocais de Peterson também foram utilizadas no programa. Geralmente, sua personagem aparecia cantando com sua família na tela, os Darlings (interpretados pela banda de bluegrass The Dillards). Mas suas participações foram além da música. Em um episódio, Charlene foi prometida, por costume da montanha, ao xerife inconsciente Andy Taylor (Griffith), enquanto num episódio posterior foi a vez da filha de Charlene ser prometida ao filho de Andy, Opie (Ron Howard, hoje diretor de cinema). Além das aparições na sitcom, entre 1963 e 1966, ela também marcou presença no telefilme de reencontro, “Return to Mayberry”, lançado em 1986, além de ser convidada a participar de outras séries e filmes de Andy Griffith, como “Fuzileiro das Arábias” (em 1965), “Um Anjo no Meu Bolso” (1969) e “The Love God?” (1969). Ela ainda viveu uma garçonete recorrente na sitcom “The Bill Dana Show”, aparecendo em oito episódios (em 1964), ao mesmo tempo em que gravava “The Andy Griffith Show”. Depois de passar as décadas de 1970 e parte dos 1980 fazendo aparições esporádicas em diversas atrações televisivas, Peterson se aposentou da atuação em 1987 num episódio da antologia “Abertura Disneylândia”, mas continuou ligada ao audiovisual trabalhando na Nevada Film Comission. Sua saúde piorou muito após a morte do marido de mais de 40 anos, o músico de jazz Gus Mancuso, falecido em dezembro passado. “A saúde de Maggie piorou após a morte de seu marido Gus”, escreveu a família, “e ficamos aliviados por poder trazê-la para ficar perto da família nos últimos dias”.
Caio Blat vai dirigir filme sobre Cacilda Becker
O ator Caio Blat (“Segunda Chamada”) vai estrear como diretor de cinema num filme que trará Marjorie Estiano (“Sob Pressão”) como a lendária Cacilda Becker, uma das maiores atrizes da história do teatro no Brasil. Intitulado “Cacilda Becker em Cena Aberta”, o filme terá como ponto de partida o derrame cerebral que a artista sofreu após encerrar o primeiro ato de “Esperando Godot”, em 1969. Enquanto a atriz luta contra a morte, o longa vai revisitar momentos decisivos de sua vida e carreira. A produção é da Giros Filmes e o roteiro é assinado por Guilherme Gonzales, que tem experiência teatral. Em publicação em seu Instagram, o roteirista acrescentou que “levar às telas a trajetória dessa intérprete magnífica, que teve a vida confundida com a história do teatro brasileiro, assume um valor extremo nesses tempos de incessante ataque à cultura nacional”. A previsão é que as filmagens aconteçam apenas em 2023.
Veja o trailer da versão 4k de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”
O produtor Lino Meireles divulgou no YouTube e nas redes sociais o trailer da versão restaurada em 4k de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, um dos maiores clássicos do cinema brasileiro, que terá première internacional na quarta-feira (18/5), durante o Festival de Cannes. O lançamento da versão 4k completa um ciclo. O filme de Glauber Rocha teve sua première mundial no próprio festival, em 1964. Na época, arrancou tantos elogios da crítica internacional que acabou dando ao Cinema Novo o status de um dos mais importantes movimentos cinematográficos do mundo. A restauração da obra será uma das atrações da seção Cannes Classics, dedicada à preservação do patrimônio cinematográfico mundial. O trabalho de digitalização e remasterização da película em 4k foi comandando por Lino Meireles em parceria com a diretora Paloma Rocha, filha de Glauber Rocha, e realizado na Cinecolor, empresa parceira da Cinemateca Brasileira. A cópia original estava armazenada na Cinemateca, em São Paulo, e consistia de cinco latas de negativos 35mm em perfeitas condições. Por sorte, os rolos não estavam no local que pegou fogo e que guardava parte do acervo de Glauber Rocha, considerado perdido até um relato oficial dar conta do desastre causado pelo incêndio. “Deus e o Diabo na Terra do Sol” segue o vaqueiro Manuel (Geraldo del Rey) e sua esposa Rosa (Yoná Magalhães) em fuga para o sertão, após ele matar um coronel que tenta enganá-lo. No sertão deserto e assolado pela seca, eles encontram duas figuras icônicas: Sebastião (inspirado em Antonio Conselheiro e vivido por Lidio Silva), que se diz divino, e o cangaceiro Corisco (Othon Bastos), que se descreve como demoníaco. Enquanto isso, o mercenário Antonio das Mortes (Maurício do Valle) está em seu encalço. Vale lembrar que o filme ganhou uma sequência, “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969), centrada no personagem Antonio das Mortes. A 75ª edição do Festival de Cannes acontece entre os dias 17 e 28 de maio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lino Meireles (@olinomeireles)
Série dos Freak Brothers é renovada para 2ª temporada
A plataforma americana Tubi renovou a série animada “As Fabulosas Aventuras dos Freak Brothers” (The Freak Brothers). O anúncio representa a primeira renovação do serviço de streaming da rede televisiva Fox. Vagamente baseada nos quadrinhos pioneiros da cena underground criados por Gilbert Shelton em 1968, a animação é assinada pelas atrizes-roteiristas Andrea Savage (criadora-estrela de “I’m Sorry.”) e La La Anthony (“La La’s Full Court Life”), que, em vez de adaptar fielmente as desventuras de três chapados na San Francisco da era hippie, escreveram uma história de viagem no tempo. Na trama, depois de fumar uma cepa mágica de maconha em 1969, os três hippies são transportados 50 anos no futuro até 2021, fazendo com que sua mentalidade dos anos 1960 entre em choque com o mundo moderno. O trio protagonista é dublado por Woody Harrelson (“Zumbilândia”), responsável pela voz do descontraído Freewheelin ‘Franklin Freek, John Goodman (“The Connors”) como o crianção Fat Freddy Freekowtski e Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”) como a voz do paranoico Phineas T. Phreakers. O elenco principal de dubladores ainda inclui Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”), Adam Devine, Blake Anderson (ambos ex-integrantes da série “Workaholics”) e o rapper ScHoolboy Q, que dá voz a uma versão animada dele mesmo. A série é disponibilizada no Brasil pela Globoplay. Veja o trailer original da atração.
Paul McCartney volta a cantar com John Lennon após meio século
Paul McCartney e John Lennon voltaram a cantar juntos após 53 anos. A façanha que juntou os dois ex-Beatles, apesar de um deles estar morto há 41 anos, aconteceu na quinta (28/5) graças a uma ajuda do diretor Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”), que produziu a série documental “Get Back”. Ao trabalhar na produção sobre os momentos finais dos Beatles, Jackson presenteou a McCartney uma faixa vocal de Lennon em “I’ve Got A Feeling”, com som cristalino. E o cantor tratou de utilizá-la em sua nova turnê. Com a voz de Lennon nos alto-falantes e sua imagem projetada num telão, McCarney providenciou acompanhamento musical e seus próprios vocais ao vivo, materializando um dueto com seu parceiro famoso. Durante a apresentação, McCartney creditou Jackson pela oportunidade de poder voltar a cantar com Lennon após mais de meio século. A performance foi gravada por fãs americanos durante show em Spokane, cidade do estado de Washington. Veja abaixo.
Joanna Barnes (1934–2022)
A atriz e escritora Joanna Barnes, mais conhecida do grande público por ter atuado nas duas versões de “Operação Cupido”, morreu na sexta (29/4) aos 87 anos por “múltiplos problemas de saúde”, de acordo com a amiga que deu a notícia. Na versão de 1961 de “The Parent Trap” (o título original), lançada no Brasil como “O Grande Amor de Nossas Vidas”, Barnes interpretou a interesseira que tenta conquistar o pai das gêmeas vividas por Haley Mills. Já no remake de 1998 estrelado por Lindsay Lohan, ela apareceu como a mãe de sua personagem original. Barnes deu início à carreira de atriz como jornalista em 1957. Ela participou de um teste de atuação num episódio do “Ford Television Theatre”, teleteatro da rede ABC, para escrever sobre a experiência para a editora Time-Life, só que acabou conseguindo o papel e percebeu que podia fazer sucesso na nova profissão. Começou a aparecer em episódios de “Colt .45”, “Cheyenne” e “Hawaiian Eye”, e de repente conseguiu um papel fixo, como assistente de Dennis Morgan na série de detetives “21 Beacon Street”, que durou uma temporada em 1959 na NBC. Ao mesmo tempo, investiu em muitos trabalhos de figurante no cinema, até começar a receber papéis com falas. O curioso é que um ano após seu primeiro personagem identificado com nome, em “A Mulher do Século” (1958), comédia famosa estrelada por Rosalind Russell, ela já foi alçada a protagonista, vivendo nada menos que Jane na versão de “Tarzan, o Filho das Selvas”, lançada em 1959. Sua filmografia também destaca dois filmes com Kirk Douglas: o épico “Spartacus” (1960) e o western “Gigantes em Luta” (1966). E mais dois com Tony Curtis: as comédias “Um Amor do Outro Mundo” (1964) e “Não Faça Onda” (1967). Acabou abandonando o cinema em 1967 pelo cargo de apresentadora do programa “Dateline: Hollywood”, da rede ABC. Mesmo assim, trabalhando sem parar, ainda encaixou dezenas de participações em séries, praticamente ininterruptas a partir dos anos 1960, incluindo “Os Intocáveis”, “Paladino do Oeste”, “Maverick”, “Laramie”, “A Família Buscapé”, “Dr. Kildare”, “Mannix”, “Os Audaciosos”, entrando nos anos 1970 com “Havaí Cinco-0”, “Planeta dos Macacos”, “Ilha da Fantasia” e “As Panteras”, além de “Casal 20”, “Jogo Duplo”, “Assassinato por Escrito” e “Cheers” nos 1980. Ela já não atuava há nove anos quando foi convidada pela Disney para participar do remake de “Operação Cupido”, que se tornou seu último filme em 1998. Desde a década de 1970, ela tinha retomado sua profissão original. Virou crítica literária do jornal Los Angeles Times e se lançou como escritora, publicando romances bem-recebidos pela crítica especializada. Joanna Barnes foi casada três vezes, incluindo com o diretor, ator e roteirista Lawrence Dobkin entre 1961 e 1967. Ela nunca teve filhos, mas deixa três enteadas.
Adam West substitui Robert Pattinson em vídeo do novo “Batman”
O Corridor, um canal do YouTube que explora o uso de efeitos especiais em vídeos, criou um trailer bastante criativo de “Batman”, substituindo Robert Pattinson pela versão do herói vivido por Adam West (1928-2017) nos anos 1960. Além do intérprete da série exibida de 1966 a 1968, também houve troca dos atores do Pinguim e do Charada, materializados como os saudosos Burgess Meredith (1907–1997) e Frank Gorshin (1933–2005). Para completar, ainda houve uma inclusão do Robin interpretado por Burt Ward. A montagem impressiona pela forma como o material da série cômica foi inserido no contexto extremamente sério do novo filme, com direito a onomatopeias e bomba fake gigante. Não por acaso, em menos de 24 horas atingiu mais de 600 mil visualizações. Com o sucesso do vídeo, o canal também fez uma apresentação sobre o processo criativo e os bastidores da produção. Veja abaixo.
Bobby Rydell (1942–2022)
O cantor e ator Bobby Rydell, que foi ídolo adolescente nos anos 1960, morreu nesta terça-feira (5/4) num hospital da Filadélfia, aos 79 anos. Nascido Robert Louis Ridarelli, ele começou a carreira vencendo uma competição de talentos na TV, no programa Teen Club, de Paul Whiteman, com apenas 7 anos de idade. No mesmo ano, começou a se apresentar como cantor em boates da Filadélfia, e ao entrar na adolescência assumiu o microfone e a bateria da banda Rocco and the Saints, que contava com Frankie Avalon (“A Praia dos Amores”) no trompete. Ele assinou seu primeiro contrato (com a Cameo/Parkway Records) aos 17 anos, quando lançou seu primeiro hit, a música “Kissin’ Time” (em 1959), sob o nome Bobby Rydell. Vieram vários outros sucessos, como “Wild One” (que alcançou o 2º lugar na Billboard Hot 100 em 1959) e “Volare” (4º lugar no verão de 1960), e em 1961 ele se tornou o cantor mais jovem a encabeçar a programação da famosa boate Copacabana, em Nova York. Estava no auge da popularidade quando foi escalado para seu primeiro filme, “Adeus, Amor” (Bye Bye Birdie), em 1963. Adaptação de um musical da Broadway, o personagem de Rydell foi bastante ampliado no longa-metragem dirigido por George Sidney, permitindo que ele se destacasse em cenas com Ann-Margret. “Na peça da Broadway, o personagem não era absolutamente nada, nunca cantou, nunca dançou, não fez nada”, comentou Rydell em 2013. “Mas quando entramos no set da Columbia, meu roteiro foi ficando maior e maior a cada dia.” No mesmo ano, ele chegou a gravar o piloto de uma série de comédia, “Swingin’ Together, que acabou não indo adiante, mas, graças a sua fama, foi exibido como telefilme na rede CBS. Dedicando-se mais à música que as telas, ele emplacou mais de 20 hits no Top 20 americano, por isso teve poucos trabalhos como ator na década de 1960, com destaques para mais dois telefilmes, sete participações no “The Red Skelton Show” e atuação num episódio da série de guerra “Combate”. A fase de sucesso, porém, não resistiu à Beatlemania. E com a mudança no gosto popular entre a juventude americana, Rydell precisou lutar para se manter relevante, chegando a se juntar com Frankie Avalon e Fabian para formar um supergrupo de ex-ídolos teen da Filadélfia, chamado The Golden Boys. Rydell ainda apareceu em quatro filmes desde os anos 1970. O mais interessante foi “Mr. Rock ‘n’ Roll: The Alan Freed Story” (1999), produção para a TV sobre o DJ de rádio que cunhou a expressão “rock ‘n’ roll”. Sua despedida das telas aconteceu há poucos anos, no filme “O Comediante”, interpretando a si mesmo em 2016. Seu nome também marcou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema e da Broadway, “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (transformado em filme em 1978), que batizou a escola frequentada pelos personagens como Rydell High School, declaradamente em sua homenagem. Lembre abaixo o dueto romântico de Bobby Rydell e Ann-Margret no filme “Adeus, Amor”, seguido por um dos maiores sucessos musicais da carreira do cantor.
Vídeos apresentam personagens da nova série “Star Trek”
A Paramount+ divulgou oito vídeos que apresentam individualmente os personagens principais de “Star Trek: Strange New Worlds”, Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção vai acompanhar as primeiras jornadas nas estrelas da nave NCC 1701, conhecida pelo nome Enterprise Será a primeira série protagonizada pela tripulação comandada pelo Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1/Una (Rebecca Romijn), que teve grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. E a ironia é que eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também vai introduzir versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966) e da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966), interpretadas respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”) e Jess Bush (“Playing for Keeps”). Além disso, o ator Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) retoma outro personagem visto na produção de meio século atrás, o Dr. M’Benga (na época encarnado por Booker Bradshaw). Bem menos conhecido, o oficial médico apareceu em apenas dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, na 2ª e 3ª temporadas da atração original. Para completar, a nova série ainda introduzirá três personagens inéditos: La’an Noonien-Singh (Christina Chong, de “Tom & Jerry – O Filme”), que seria uma descendente do vilão Khan; o engenheiro alienígena Henner (Bruce Horak, de “Warehouse 13”), da raça Aenar, e a navegadora latina Erica Ortegas (Melissa Navia, de “Billions”). O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). Os três são produtores executivos da nova série e Goldsman dirige o capítulo inaugural, que será lançado em 5 de maio em streaming.
Trailer da nova série “Star Trek” é repleto de ação
A Paramount+ divulgou o novo pôster e o trailer completo de “Star Trek: Strange New Worlds”, que destaca muitas cenas de ação, em meio a explosões e trilha evocativo do tema original da série “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção vai acompanhar as aventuras do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn). Será a primeira série protagonizada pelos personagens, que tiveram grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Mas a maior ironia é que eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também vai introduzir versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966) e da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966), interpretadas respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”) e Jess Bush (“Playing for Keeps”). O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). Os três são produtores executivos da nova série e Goldsman dirige o capítulo inaugural, que será lançado em 5 de maio em streaming.












