Strange Angel: Trailer da série do roteirista de Cisne Negro mistura foguetes e magia negra
A plataforma de streaming CBS All Access divulgou novos pôsteres, 10 fotos de personagens e o segundo trailer de “Strange Angel”, série de credenciais cinematográficas, criada pelo roteirista Mark Heyman (de “Cisne Negro”), dirigida pelos cineastas David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e Ben Wheatley (“Free Fire”) e com produção de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). A trama conta a incrível história real de Jack Parsons, que na série é interpretado por Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). Brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, Parsons começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. O elenco ainda destaca Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Rupert Friend (série “Homeland”), Peter Mark Kendall (série “The Americans”), Rade Serbedzija (“Busca Implacável 2”), Greg Wise (série “The Crown”), Zack Pearlman (série “Shameless”), Keye Chen (série “Silicon Valley”), Dan Donohue (série “Damnation”), Michael Gaston (série “The Leftovers”) e Elena Satine (série “The Gifted”) A estreia está marcada para 14 de junho nos Estados Unidos.
Strange Angel: Série fantástica do roteirista de Cisne Negro ganha primeiro trailer
A plataforma de streaming CBS All Access divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Strange Angel”, uma série de credenciais cinematográficas, estrelada por Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”), Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e Rupert Friend (série “Homeland”). Criada pelo roteirista Mark Heyman (de “Cisne Negro”), dirigidas pelos cineastas David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e Ben Wheatley (“Free Fire”) e com produção de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), “Strange Angel” vai contar a incrível história real de Jack Parsons (papel de Reynor). A trama adapta o livro homônimo de George Pendle sobre Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. A estreia está marcada para 14 de junho nos Estados Unidos.
Disney anuncia série animada do Rocketeer que não aproveita nada dos quadrinhos
A Disney vai transformar os quadrinhos de “The Rocketeer” numa série animada. O detalhe é que a série não terá nada a ver com os quadrinhos. Serão personagens diferentes, bem mais jovens e de outra época, e sem as inúmeras referências às pin-ups dos anos 1950 que inspiraram sua criação, uma vez que seu público alvo serão crianças em idade pré-escolar. Ironicamente, em seu comunicado o estúdio elogia o material original, que não vai aproveitar. “A vasta narrativa encontrada nos quadrinhos originais oferece a oportunidade perfeita para criar uma nova e emocionante série de aventuras contada a partir de uma perspectiva de super-herói jovem que toda a família pode desfrutar juntos”, diz o texto assinado por Joe D’Ambrosia, vice-presidente de programação do canal pago Disney Junior. A série vai girar em torno de uma adolescente moderna chamada Kit, que recebe um pacote com o famoso uniforme do herói de aniversário, junto com um bilhete afirmando que ela é a herdeira do lendário Rocketeer. Armada com seu jet-pack e identidade secreta, Kit acredita estar pronta para voar e salvar o dia com seu melhor amigo, Tesh, e o tio mecânico Ambrose, que se juntam a ela em “aventuras épicas”. Cada episódio de “The Rocketeer” contará com duas histórias diferentes de 11 minutos e uma música original. A responsável pela produção é Nicole Dubuc (“Transformers: Rescue Bots”) e a animação será criada pelo estúdio Wild Canary. Já o verdadeiro Rocketeer não tem nada a ver a descrição dessa série. O personagem foi criado em 1982 por Dave Stevens como homenagem aos seriados de aventura dos anos 1930 e 40. Na trama, Cliff Secord era um piloto ousado que descobre um misterioso jet-pack em 1938 que lhe permite voar. Além do visual baseado no seriado “O Homem Foguete (1949), os quadrinhos também conquistaram muitos fãs por conta da namorada do protagonista, Betty, baseada na famosa pin-up Betty Page. “Roketeer” também já virou filme. Em 1991, rendeu uma aventura estrelada por Billy Campbell (série “The Killing”) e Jennifer Connelly (que dez anos depois venceu o Oscar por “Uma Mente Brilhante”). A adaptação foi dirigida por Joe Johnston, que revisitaria a estética do período em outra famosa adaptação de quadrinhos, “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011).
Antoine Fuqua volta a negociar a direção do remake de Scarface
A Universal voltou a procurar o diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”) para assumir o remake de “Scarface”. Ele chegou a negociar com o estúdio em 2016, mas o projeto acabou conflitando com seus planos de fazer a continuação de “O Protetor”, atualmente em pós-produção. Como houve o mesmo problema com seu substituto, David Ayer (“Esquadrão Suicida”), que preferiu priorizar “Bright” na Netflix, o site Deadline apurou que os executivos da Universal voltaram a procurar Fuqua, aproveitando que o diretor recém-terminou de filmar “O Protetor 2”. O estúdio planeja essa nova versão de “Scarface” há uma década. O roteiro original foi escrito por David Ayer, antes mesmo que ele fosse considerado um diretor em potencial para a produção, tanto que o texto já ganhou várias revisões – por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”), Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”) e até os irmãos Coen (de “Fargo” e “Onde os Fracos não Tem Vez”). Inspirada na ascensão de Al Capone, a história já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centravam-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto no remake era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. A ideia da refilmagem é adaptar os elementos em comum das produções anteriores e trazer a trama para os dias de hoje, dessa vez tendo como protagonista um mexicano ou um negro. A dúvida reside na situação do ator mexicano Diego Luna (“Rogue One — Uma História Star Wars”), que tinha sido escalado no papel principal, como o novo Tony Montana. Com os adiamentos, sua participação não está mais garantida. O ator entrou no elenco de “Narcos” e tem vários projetos encaminhados. Por enquanto, o terceiro “Scarface” segue sem previsão de filmagem. Por conta disso, seu lançamento saiu do cronograma de estreias futuras da Universal.
Bella Heathcote entra na série ocultista do roteirista de Cisne Negro
A atriz Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) entrou na série “Strange Angel”, uma produção de credenciais cinematográficas, que será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access. Ele se junta a Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”), anteriormente anunciado como protagonista da atração. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção do cineasta David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e produção de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), “Strange Angel” vai contar a história real de Jack Parsons (papel de Reynor), fazendo uma intersecção entre realidade e ficção científica. A trama adapta o livro homônimo de George Pendle sobre Jack Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Heathcote vai interpretar a esposa brilhante e devotada de Pendle, que o apoia em seus empreitadas, mas também o confronta em relação à estranha religião de Crowley. O elenco também conta com Rupert Friend (série “Homeland), Melanie Rains (série “Game Shakers”) e Michael Gaston (série “The Leftovers”). “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.
Kevin Costner e Woody Harrelson vão caçar Bonnie e Clyde em filme da Netflix
A Netflix anunciou a produção de “The Highwaymen”, filme policial de época, que vai juntar Kevin Costner (“O Homem de Aço”) e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) na caça ao casal de gângsteres Bonnie e Clyde. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer e Maney Gault, que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie Parker e Clyde Barrow, os notórios ladrões de banco que morreram num tiroteio contra a polícia em 1934. A história do casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”. As filmagens de “The Highwaymen” já começaram em Louisiana, com direção de John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e Hancock, e o elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”).
Damnation: Série do diretor de A Qualquer Custo é cancelada após 1ª temporada
O canal pago americano USA Network anunciou o cancelamento de “Damnation”, série coproduzida com a Netflix. Com 680 mil telespectadores em média, a série nunca emplacou na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), marcando mínimos 0,18 pontos de audiência. Produzida e dirigida por David Mackenzie, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Direção por “A Qualquer Custo”, e escrita por Tony Tost (produtor-roteirista de “Longmire”), a série se passava durante a depressão econômica dos anos 1930. A trama girava em torno do confronto entre um falso pastor (Killian Scott, da série “Ripper Street”) e um fura-greve profissional (Logan Marshall-Green, de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) em meio a uma insurreição de trabalhadores contra um magnata do interior. O elenco também contava com Sarah Jones (séries “Vegas” e “The Path”), Zach McGowan (das séries “Black Sails” e “The 100”), Gabriel Mann (série “Revenge”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Timothy V. Murphy (série “The Bastard Executioner”), Melinda Page Hamilton (série “Mad Men”) e Joe Adler (série “Grey’s Anatomy”). “Damnation” estreou em novembro nos Estados Unidos e não entusiasmou a crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes e 57 no Metacritic.
Rupert Friend entra na série do roteirista de Cisne Negro e do diretor de Meu Amigo, o Dragão
O ator Rupert Friend (série “Homeland) entrou na série “Strange Angel”, uma produção de credenciais cinematográficas, que será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access. Ele se junta a Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”), anteriormente anunciado como protagonista da atração. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção do cineasta David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”), “Strange Angel” vai contar a história real de Jack Parsons (papel de Reynor), fazendo uma intersecção entre realidade e ficção científica. A produção é de outro cineasta, Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), e a trama adapta o livro homônimo de George Pendle sobre Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, Parsons adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Friend viverá Ernest Donovan, o vizinho que se torna o guia do jovem cientista na viagem ao lado escuro de Los Angeles. “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.
Ator de Transformers: A Era da Extinção vai estrelar série do roteirista de Cisne Negro
O ator Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”) vai estrelar sua primeira série. Ele será o protagonista de “Strange Angel”, uma produção do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”) para a plataforma de streaming CBS All Access. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção de outro cineasta, David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”), “Strange Angel” vai explorar a interseção dramática entre gênio e loucura, ciência e ficção científica. A trama é baseada no livro homônimo de George Pendle sobre a incrível vida real de Jack Parsons (veja a capa abaixo). Reynor interpretará Jack Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo desse caminho, ele ainda adentrou em um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Parsons usou os ensinamentos de Crowley, precursores da auto-ajuda, para apoiar seu esforço sem precedentes rumo às estrelas. “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.
Assassinato no Expresso do Oriente é mistério luxuoso, melhor que o livro
“Assassinato no Expresso do Oriente” é a segunda versão cinematográfica do livro de 1934 de Agatha Christie, que já tinha sido filmado em 1974 por Sidney Lumet. A incumbência de dirigir a nova adaptação coube ao britânico Kenneth Branagh, que também interpreta o famoso detetive Hercule Poirot, o protagonista da história. Essa nova versão é uma produção caprichadíssima, sofisticada, que contou com muitos recursos e um elenco de grandes atores e atrizes. Kenneth Branagh dirige e contracena com Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Judi Dench, Johnny Depp, Derek Jacobi, Willem Dafoe, Daisy Ridley e tantos outros menos famosos. Afinal, são treze personagens que se encontram num trem, que acaba ficando parado por conta de uma nevasca que o descarrilha. Aí ocorre um assassinato e todos são considerados suspeitos. E todos têm, também, um segredo. Para quem gosta de histórias de mistério, acompanhar uma trama, desvendar quem é o culpado, se divertir com os maneirismos de um detetive genial, porém, excêntrico, uma boa pedida. A genialidade do detetive Poirot, na verdade, passa dos limites. Qualquer pequeno indício que ninguém notaria torna-se uma pista valiosa. E, também, parece surgir do nada, magicamente. Assim, as pistas se acumulam de modo a esticar o mistério e deixar tudo suspenso no ar. Por outro lado, com tantos personagens, a trama tende a se dispersar e até a aborrecer. Branagh foi econômico na caracterização dos personagens e, ao contar com intérpretes famosos, pôde minimizar a confusão que poderia haver entre um personagem e outro. Com atores e atrizes tão conhecidos, torna-se mais fácil identificá-los. Um elenco dessa qualidade também acaba produzindo desempenhos que se destacam e dão um charme especial a um enredo, que nem é assim tão brilhante. Ressalte-se, porém, o talento do cineasta/ator. O filme é bonito, com panorâmicas espetaculares, caracterização de época muito competente, cenários e locações nostálgicos. Ele transporta o espectador à época dos trens românticos, que enchiam de fumaça os ares mas tinham a sofisticação das casas nobres. O personagens, com aparência e vestuários exuberantes, incluindo um bigode exageradíssimo do detetive, contribuem para compor o quadro de um tempo que tentava se reencontrar após a chacina da 1ª Guerra Mundial, enfrentava a crise econômica mundial, mas não resistiria à arrasadora 2ª Guerra Mundial. Não que Agatha Christie focasse a discussão por aí, a questão toda se resume a entretenimento. Mas os preconceitos já estavam lá, nas colocações racistas ou pejorativas que envolviam os personagens e situações. O que Kenneth Branagh destaca muito bem. Enfim, um belo filme para preencher uma tarde ou noite com diversão, beleza, suspense e humor. E o recomeço de uma franquia, já que a cena final anuncia Poirot sendo chamado para ir ao Egito, desvendar uma morte no Nilo, referência a outro livro de Agatha Christie, que já teve a produção confirmada pela Fox, novamente estrelada e dirigida por Kenneth Branagh.
Renata Sorrah volta a viver Nazaré em comercial do suspense Assassinato no Expresso do Oriente
A Fox divulgou um comercial nacional de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que acrescenta uma apresentação de Renata Sorrah, em clima de Nazaré Tedesco. A vilã da novela “Senhora do Destino” não é suspeita na trama deste assassinato, que é um filme americano passado a bordo de um trem, mas isso não diminui a lista de possíveis culpados. Afinal, todos os demais passageiros são suspeitos e tem motivos para matar. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do famoso trem Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Piratas do Caribe”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Pôster do primeiro filme de Drácula bate recorde em leilão e vira o mais caro do cinema
O pôster do primeiro filme de “Drácula”, lançado pela Universal Pictures em 1931, se tornou o mais caro já arrematado num leilão, ao atingir no fim de semana o valor recorde de US$ 525,8 mil (equivalente a mais de R$ 1,7 milhão). A aquisição do cartaz (reproduzido abaixo) ultrapassou o leilão anterior de um pôster do filme “Casablanca” (1942), que foi comprado por US$ 478 mil. “Drácula” foi o primeiro filme oficial do personagem criado por Bram Stoker em 1897. Protagonizado por Bela Lugosi, a produção é considerada um marco dos filmes de horror, mas como foi uma produção barata, lançada há mais de oito décadas, não teve muito material original preservado. Segundo especialistas em memorabilia de Hollywood, apenas dois pôsteres originais do filme chegaram até o século 21 em excelente estado, sendo que um deles foi o vendido. Segundo o site Screenrant, 12 dos 15 pôsteres cinematográficos mais caros do mundo pertencem aos filmes de horror da Universal, como “Frankenstein” (1931), “A Múmia” (1932) e “O Gato Preto” (1934).
Danielle Darrieux (1917 – 2017)
A atriz francesa Danielle Darrieux morreu na terça-feira (17/10) aos 100 anos, depois de participar de mais de uma centena de filmes, com frequência interpretando personagens muito elegantes. Seu estado de saúde “havia deteriorado um pouco recentemente após uma queda”, afirmou à agência France Presse (AFP) seu companheiro, Jacques Jenvrin, e ela faleceu em casa, no noroeste da França. Uma das atrizes mais belas de sua geração, Danielle Darrieux teve um início de carreira precoce, estreando no cinema aos 14 anos. Ela trabalhou em Hollywood e na Broadway nos anos 1930 e entre seus primeiros filmes estão os clássicos “Semente do Mal” (1934), do diretor Billy Wilder, “Mayerling” (1936), de Anatole Litvak, pelo qual venceu prêmios da crítica americana, e “A Sensação de Paris” (1938), de Henry Koster, que lhe rendeu aclamação. Sua beleza deu vida a amantes históricas, como “Katia, A Tzarina Sem Coroa” (1938), mas também mulheres modernas de sexualidade exuberante. Os títulos de seus filmes eram reveladores de como o cinema francês a considerava sedutora, trazendo adjetivos como “sensação”, “proibida”, “bonita”, “pecadora”, etc. Não demorou a ter cineastas a seus pés, formando uma parceria duradoura na frente e atrás das câmeras com o diretor Henri Decoin. Os dois se casaram e compartilharam duas décadas de cinema, entre “Mulher Mascarada” (1935) e “As Pecadoras de Paris” (1955). Mas sua filmografia se tornou ainda mais impressionante quando encontrou outro parceiro artístico, estrelando três clássicos de Max Ophuls, “Conflitos de Amor” (1950), “O Prazer” (1952) e “Desejos Proibidos” (1953), ao mesmo tempo em que brilhava em Hollywood com a comédia “Rica, Bonita e Solteira” (1951), de Norman Taurog, o noir “5 Dedos” (1952), de Joseph L. Mankiewicz, e o épico “Alexandre Magno” (1956), de Robert Rossen. Sua carreira permaneceu vital durante as décadas seguintes, sendo abraçada por uma nova geração de cineastas, como Claude Chabrol (“A Verdadeira História do Barba Azul”, 1963) e Jacques Demis (“Duas Garotas Românticas”, 1967). E embora tenha enveredado pela TV a partir dos anos 1970, continuou a aparecer em filmes importantes, em especial “Um Quarto na Cidade” (1982), de Demis, e “A Cena do Crime” (1986), de André Téchiné, que lhe renderam indicações ao César (o Oscar francês). Apesar de sua popularidade, Danielle nunca venceu um César, mas recebeu um prêmio da Academia Francesa por sua carreira, em 1985. Ela foi indicada mais duas vezes depois disso. Mais recentemente, ela estrelou “8 Mulheres” (2002), de François Ozon, sua última indicação ao César, e dublou a animação “Persepolis” (2007), de Marjane Satrapi, que disputou o Oscar, como a voz da vovó da protagonista.












