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    Atriz que dublou Pocahontas da Disney é presa nos EUA

    23 de agosto de 2022 /

    A atriz Irene Bedard, de 55 anos, que deu voz à princesa Pocahontas no desenho da Disney de 1995, foi presa em Greene County, cidade do estado de Ohio, nos EUA, após ficar descontrolada. De acordo com o relatório da polícia obtido pelo site americano TMZ, autoridades estavam fazendo uma ronda no local, quando receberem uma denúncia de que uma mulher havia desmaiado nos arbustos em uma rua residencial. Ao chegarem no tal endereço, os policiais encontraram Irene em um estacionamento, totalmente descontrolada. Primeiro, ela conversou normalmente com os policiais e, em seguida, passou a chorar. A notícia ainda aponta que Irene estava com outra mulher, Sheila, que disse à polícia o nome de alguém que eles poderiam contatar para cuidar de Irene. Neste momento, a atriz começou a gritar e tentou fugir dos policiais e acabou sendo presa. Segundo o TMZ, a prisão teria acontecido na sexta-feira (19/8) e, após dois dias detida, ela foi liberada no domingo (21/8). Não é a primeira vez que ela é presa. Bedard já tinha sido detida duas vezes em um período de três dias em novembro de 2020. Pouco antes desses problemas, a atriz reviveu seu papel mais famoso, atuando como dubladora de Pocahontas na animação “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, em 2018. Ela também foi a mãe de Pocahontas no filme live-action “O Novo Mundo” (2005), do diretor Terrence Malick, com quem ainda trabalhou em “A Árvore da Vida”, estrelado por Brad Pitt em 2011. Recentemente, ela completou cinco filmes independentes, que estão em fase de pós-produção para lançamento nos EUA.

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    HBO Max cancela produção da nova série animada de Batman

    23 de agosto de 2022 /

    A HBO Max não vai mais produzir “Batman: Caped Crusader”, uma nova série animada do herói de Gotham City, que causou furor quando foi anunciada em maio do ano passado. Segundo o site Deadline, a produção está entre seis novos projetos animados que foram descartados na plataforma, atendendo a política de guilhotina da Warner Bros. Discovery – que aparentemente está decapitando o setor de animação do streaming. “Batman: Caped Crusader” traria Bruce Timm de volta ao universo animado de Batman, após comandar a série clássica “Batman: A Série Animada” nos anos 1990, que simplesmente rendeu para o estúdio Warner Bros. a personagem Arlequina. Ele ia trabalhar no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do novo filme do “Batman”). Na época do anúncio da produção, a equipe da Warner estava animadíssima. “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, disse Sam Register, chefe da Warner Bros. Animation. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.”

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    China censura final de “Minions 2: A Origem de Gru”

    22 de agosto de 2022 /

    Os censores chineses alteraram o final do recente filme de animação “Minions 2: A Origem de Gru” para liberar seu lançamento no país no última fim de semana. Usuários das mídias sociais chinesas comentaram as mudanças, que deram um final moralista para o desenho animado americano. De acordo com postagens e capturas de tela do filme compartilhadas no Weibo, uma plataforma semelhante ao Twitter, os censores colocaram um adendo no final, que explica que Wild Knuckles foi pego pela polícia e cumpriu 20 anos de prisão, enquanto Gru, co-conspirador de Wild Knuckles, “retornou para sua família” e “sua maior realização é ser o pai de três filhas”. Mas na versão que o resto do mundo viu, o filme termina com – SPOILER! – Gru e Wild Knuckles cavalgando juntos – após Wild Knuckles forjar a própria morte para evitar a captura pelas autoridades. Vários comentaristas online zombaram do adendo, dizendo que se assemelhava a uma apresentação de slides. A China impõe uma cota para o número de filmes estrangeiros que podem ser exibidos nos cinemas nacionais, e muitos filmes de Hollywood que são exibidos no país precisam se submeter à censura. No ano passado, os espectadores chineses notaram que o final original do clássico filme de 1999 “Clube da Luta” foi alterado para exibição no site de streaming doméstico Tencent Video. Na versão chinesa, a polícia “rapidamente descobriu todo o plano e prendeu todos os criminosos, impedindo com sucesso a explosão da bomba” que explode prédios no final original.

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    Bilheteria: “Dragon Ball Super” lidera um dos piores fins de semana do Brasil

    22 de agosto de 2022 /

    Os cinemas brasileiros registraram entre quinta e domingo (21/8) sua pior bilheteria de fim de semana dos últimos cinco meses. Segundo dados do Comscore, a arrecadação foi de R$ 13,4 milhões para um público de aproximadamente 647 mil espectadores. O mercado não tinha números tão ruins desde o último final de semana de março, quando o faturamento foi de R$ 12,63 milhões para pouco mais de 627 mil espectadores. Mas a situação é ainda muito pior para os filmes produzidos no Brasil. Nenhum dos quatro lançamentos nacionais da quinta entraram no Top 10, que só tem filmes estrangeiros. Esta é atual tendência do parque exibidor, que tem limitado as sessões das produções brasileiras e está, no jargão bolsonarista, passando a boiada. Trata-se de aproveitar que o desgoverno atual não renovou a cota de tela e que o Congresso não coloca em votação a proposta de cota aprovada na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados há praticamente um ano. Assim como fez nos EUA, a estreia do anime “Dragon Ball Super: Super Herói” foi o filme mais visto, liderando as bilheterias com renda de R$ 2,65 milhões. O lançamento desbancou “Minions 2: A Origem de Gru”, que estava há quatro semanas consecutivas na liderança. A animação da Universal ficou em 2º com R$ 2,12 milhões, seguida por “Thor: Amor e Trovão”, que fez R$ 1,70 milhão no Top 3. Confira abaixo a lista dos filmes mais vistos no Brasil no último fim de semana. 1. “Dragon Ball Super: Super Herói” 2. “Minions 2: A Origem de Gru” 3. “Thor: Amor e Trovão” 4. “Trem-Bala” 5. “Elvis” 6. “DC Liga dos SuperPets” 7. “A Fera” 8. “O Telefone Preto” 9. “Top Gun Maverick” 10. “Gêmeo Maligno”

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    Filme da franquia “Dragon Ball Super” libera bilheteria dos EUA

    21 de agosto de 2022 /

    O anime “Dragon Ball Super: Super Hero” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, superando as expectativas ao arrecadar US$ 21 milhões em vendas de ingressos. Exibido em 3.007 telas, o filme da franquia televisiva “Dragon Ball Super” rendeu o dobro do outro novo lançamento do fim de semana, o thriller de sobrevivência da Universal “A Fera”, que chegou na América do Norte uma semana após a estreia no Brasil. Refletindo críticas mornas, a luta de Idris Elba contra um leão selvagem estreou em 2º lugar com modestos US$ 11,5 milhões em 3.743 cinemas. Dirigido por Tetsuro Kodama, o bem avaliado “Dragon Ball Super: Super Hero” se beneficiou de sua presença em formatos premium, incluindo Imax, 4DX e Dolby Cinemas, que têm os ingressos mais caros. O filme foi exibido em 327 telas Imax, que representaram US$ 3,4 milhões em vendas de ingressos no mercado interno. No circuito Imax, fez história com a maior abertura de um filme de anime em todos os tempos. “Esta é outra excelente abertura de anime da Crunchyroll. Isso se tornou um nicho impressionante de negócios cinematográficos”, disse David A. Gross, da empresa de consultoria cinematográfica Franchise Entertainment Research, em entrevista para a revista Variety. De fato, a Crunchyroll, plataforma que distribuiu o filme e que a Warner praticamente deu de presente para a Sony Pictures em seu ímpeto atual de destruição de patrimônio, já tinha se mostrado uma força no mercado cinematográfico com o lançamento de “Jujutsu Kaisen 0: O Filme”, que rendeu notáveis ​​US$ 17,6 milhões em sua estreia, e com “Demon Slayer – Mugen Train: O Filme”, que gerou US$ 21,2 milhões em seu lançamento em 2021, no auge da pandemia. No exterior, “Dragon Ball Super: Super Hero” fez mais US$ 25 milhões, chegando a uma abertura global de US$ 46,2 milhões, enquanto “A Fera” somou mais US$ 10 milhões internacionais para atingir US$ 21,5 milhões mundiais. Líder na semana passada, “Trem-Bala” caiu para 3º lugar com US$ 8 milhões, seguido por “Top Gun: Maverick” com US$ 5,8 milhões e “DC Liga dos Superpets” com US$ 5,7 milhões no Top 5 norte-americano. Vale lembrar que “Top Gun: Maverick” ultrapassou “Vingadores: Guerra Infinita” na sexta-feira para se tornar a 6ª maior bilheteria de todos os tempos nos EUA e Canadá. Neste domingo (21/8), a bilheteria total do filme de aviação estrelado por Tom Cruise atingiu US$ 683 milhões domésticos. Ou seja, está a apenas US$ 17 milhões de superar também “Pantera Negra” e entrar no Top 5 histórico norte-americano. Mas, para evitar isso, a Disney tem planos de relançar “Pantera Negra” nos cinemas, preparando a estreia de sua continuação em novembro. O detalhe mais interessante é que o sucesso da produção da Paramount não é restrito à América do Norte. “Top Gun: Maverick” continua rendendo boa bilheteria em todo o mundo e neste fim de semana ultrapassou US$ 1,4 bilhão de arrecadação global e virou a 12ª maior bilheteria mundial de todos os tempos.

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    “Minions 2” e as principais estreias de filmes pra ver em casa

    19 de agosto de 2022 /

    O maior sucesso atual dos cinemas no Brasil já pode ser visto em casa. Ainda em cartaz e no topo das bilheterias nacionais, “Minions 2: A Origem de Gru” é o principal lançamento nas locadoras digitais do pais nesta sexta (19/8). Com opções para todos os gostos, os destaques das plataformas de streaming e VOD incluem também títulos proibidos para crianças. Confira abaixo 10 estreias para aproveitar a queda das temperaturas debaixo das cobertas.   | MINIONS 2: A ORIGEM DE GRU | VOD*   Grande blockbuster animado do ano, a continuação de “Minions” conta o início da saga de Gru, que desde criança sonhava entrar num time de supervilões. Ao ser ridicularizado, ele decide provar que é criminoso ao roubar os próprios bandidos, o que dá início a uma perseguição e introduz a ajuda atrapalhada dos minions. A direção é Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (“Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia no estúdio Illumination. Mas mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes macarrônicas dos Minions. A propósito, o dublador nacional de Gru é ninguém menos que Leandro Hassum – enquanto Steve Carell (“The Office”) continua como a voz da versão original.   | SEM NORTE | VOD*   O anime adulto e sombrio segue um menino de nove anos, que é transferido à força com sua família para um campo de prisioneiros políticos na Coreia do Norte. Sua inocência é gradualmente corroída pela dura brutalidade do acampamento, enquanto o resto de sua família tenta manter a decência ao lutar para sobreviver nas piores condições de vida imagináveis. A história reflete o interesse do diretor Eiji Han Shimizu pelo destino de sua família, que estava morando no Japão após a guerra, mas foi atraída por promessas do regime norte-coreano nos anos 1960 e 1970 para voltarem ao país. Na ocasião, mais de 93 mil coreanos atenderam ao chamamento e muitos deles acabaram em campos de prisioneiros políticos, segundo o cineasta. O desenho ganhou uma Menção Especial no Festival de Varsóvia e o prêmio de Melhor Animação no Festival de Nashville.   | O HOMEM IDEAL | AMAZON PRIME VIDEO   A sci-fi dramática alemã acompanha uma cientista que, para obter fundos de pesquisa, aceita participar de uma experiência e viver durante três semanas com um androide (Dan Stevens, de “Legion”) programado para fazê-la feliz. Só que ela faz isso contrariada, recusando-se a encarar o robô como algo mais que um eletrodoméstico, mesmo que todos os seus amigos se encantem com seu charme. Com 96% de aprovação e mais de 100 críticas positivas no Rotten Tomatoes, o longa de Maria Schrader (“Nada Ortodoxa”) rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Maren Eggert (“Eu Estava em Casa, Mas…”) no Festival de Berlim, venceu o Lola (o Oscar alemão) de Melhor Filme e foi o candidato da Alemanha ao Oscar deste ano.   | AS VERDADES | VOD*   O novo suspense criminal estrelado por Lázaro Ramos (“O Silêncio da Chuva”) explora o chamado “efeito Rashômon” (de conflitos de versões). Ramos interpreta um policial que investiga o assassinato de um político (ZéCarlos Machado), candidato a prefeito de uma cidadezinha do sertão, que é encontrado atropelado numa região isolada. Mas cada suspeito tem uma versão diferente sobre quem matou, porque morreu e como aconteceu o assassinato. O elenco destaca Bianca Bin (“O Outro Lado do Paraíso”), Drica Moraes (“Sob Pressão”) e Thomás Aquino (“Curral”) como os suspeitos, além de Edvana Carvalho (“Irmãos Freitas”). O roteiro é de Pedro Furtado (“Boa Sorte”) e a direção é assinada por José Eduardo Belmonte (“Alemão 2”), um dos maiores especialistas brasileiros em filmes criminais.   | ALINE – A VOZ DO AMOR | VOD*   O drama musical francês é inspirado na vida de Céline Dion. Escrito, dirigido e estrelado pela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”), acompanha “Aline Dieu”, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a da intérprete da música-tema de “Titanic”. A trama narra a trajetória da artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até atingir seu estrelato mundial, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário idoso que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. Lemercier venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por sua interpretação.   | COMO MATAR A BESTA | VOD*   O horror gótico da América do Sul, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, passa-se na fronteira entre Argentina e Brasil, e acompanha a busca de uma jovem (a estreante Tamara Rocca) pelo irmão desaparecido. Ela se hospeda na casa de sua estranha Tia Inés (Ana Brun, de “As Herdeiras”), próxima da floresta onde, de acordo com rumores, uma perigosa besta surgiu uma semana antes – que dizem ser o espírito de um homem mau capaz de tomar a forma de diferentes animais. Longa de estreia da argentina Agustina San Martín, o filme foi bastante elogiado pela narrativa atmosférica e o simbolismo presente em sua história, repleta de ideias abstratas de medo e empoderamento feminino.   | IMPETIGORE: HERANÇA MALDITA | VOD*   O diretor Joko Anwar (“Gundala: A Ascensão de um Herói”) traz um reforço indonésio à atual onda de terrores asiáticos arrepiantes e viscerais – veja-se “A Médium” e “Marcas da Maldição”. Ele se inspirou em pesadelos e no “Massacre da Serra Elétrica” original para conjurar esta trama sinistra sobre duas amigas com problemas financeiros, que acreditam ter mudado a sorte quando uma delas herda uma propriedade rural. Mas ao viajarem à aldeia distante, logo percebem o perigo que as espera, evidenciado pelo comportamento estranho dos moradores e nos vestígios de rituais na região. Apesar de muito brutal, o filme foi a submissão da Indonésia na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2021.   | ARMADILHA EXPLOSIVA | VOD*   O thriller francês de confinamento gira em torno de um carro estacionado no interior de um estacionamento coberto. Sentada no assento do motorista, a protagonista, vivida por Nora Arnezeder (“Zoo”), percebe a contagem regressiva de uma bomba no painel do veículo. Ela é uma especialista em descarte de bombas, que trabalha para uma ONG com o namorado, mas desta vez qualquer erro pode custar não apenas sua vida, mas de seu filho e a filha do namorado, sentados no banco traseiro. Com apenas 30 minutos para impedir a explosão, ela convoca a equipe com quem trabalha para desativar a armadilha. Roteiro e direção são de Vanya Peirani-Vignes, que assina seu primeiro longa após trabalhar como assistente do mestre Claude Lelouch em cinco filmes.   | BABYSITTER | MUBI   Uma análise irônica da misoginia casual, o segundo longa de Monia Chokri (“A Mulher do Meu Irmão”) acompanha Cédric, que é suspenso do trabalho depois de viralizar por beijar bêbado uma repórter. Preso em casa com sua esposa exausta e seu bebê, Cédric embarca em uma viagem terapêutica para se libertar da misoginia. Mas aí Amy entra em cena: uma babá misteriosa que virará suas vidas de cabeça para baixo. A comédia também critica o culto da maternidade moderna com uma proposta atrevida, propositalmente filmada em tons pastéis, que lhe dar um ar retrô. Para quem não conhece a diretora de Quebec, Chokri também é estrela de “Amores Imaginários” (2010) e “Lawrence Anyways” (2012), filmes de Xavier Dolan.   | 365 DIAS FINAIS | NETFLIX   O final da trilogia trash era esperado por muitos fãs, o que diz mais sobre a falta de opções eróticas nas plataformas de streaming do que a respeito das qualidades inexistentes da obra. Baseada nos best-sellers de Blanka Lipińska, a franquia acompanha um romance bastante problemático, com premissa de terror disfarçada por cenas quentes entre o casal Laura (Anna-Maria Sieklucka) e Massimo (Michele Morrone). Originalmente sequestrada pelo mafioso Massimo, ela só é solta após se apaixonar por seu carcereiro no período de um ano. O romance, entretanto, é abalado pela chegada de Nacho, vivido por Simone Susinna no segundo filme. Mas assim como aconteceu com “Cinquenta Tons de Cinza”, a trama erótica perde o ímpeto conforme avança, até virar um melodrama de novela no capítulo final, com Massimo tentando reconquistar a amada – curiosamente sem apelar para a violência que caracterizou o primeiro “encontro” – , enquanto ela fica dividida sobre qual dos dois vai escolher. Nos livros, a decisão da protagonista decepcionou os fãs. “365 Dias Finais” chega menos de quatro meses após o lançamento da segunda parte, “365 Dias: Hoje”. E seu lançamento pode realizar uma façanha histórica, transformando “365 Dias” na primeira trilogia a somar 0% (zero por cento mesmo) de aprovação crítica em todos os capítulos no Rotten Tomatoes.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    “Mulher-Hulk”, “A Casa do Dragão” e as melhores séries da semana

    19 de agosto de 2022 /

    As programação de streaming destaca os episódios inaugurais de dois lançamentos muito esperados, “Mulher-Hulk” e “A Casa do Dragão”. Duas superproduções, que investem em efeitos visuais para dar vida a campeões garantidos de audiência. Mas quem quiser mais que um episódio por semana também encontra lançamentos de temporadas completas de outros títulos – inclusive, para fãs de fantasias, outra adaptação de quadrinhos. Confira abaixo as 10 principais séries estreantes da semana.   | A CASA DO DRAGÃO | HBO MAX   O primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019) acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos da série original, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), com direito a complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e conta com produção e direção de Miguel Sapochnik, que venceu um Emmy como diretor do famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”.   | MULHER-HULK: DEFENSORA DE HERÓIS | DISNEY+   A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. Por conta disso, a produção conta com vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como seu primo Hulk (Mark Ruffalo), o vilão Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), o Demolidor (Charlie Cox) e a nova vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. Só que a primeira sitcom assumida da Marvel é menos engraçada que os últimos filmes de Thor, graças à utilização de recursos narrativos (conversa cúmplice com o público) e temas (dates de mulheres com mais de 30 anos) que ficaram ultrapassados desde que apareceram pela primeira vez nos quadrinhos e na série de advogados “Ally McBeal” – clara referência da produção – no século passado.   | NADA SUSPEITOS | NETFLIX   Fernanda Paes Leme (“Ricos de Amor”), Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) e Maíra Azevedo (“Até o Fim”) são herdeiras e suspeitas da morte de seu amante milionário na série que combina o gênero “whodunit” (quem matou), dos mistérios de Agatha Christie, com um tema popular da atual leva de comédias nacionais: as novas ricas. Tudo começa como um mistério tradicional. As três amantes e seus agregados são convocadas para um encontro na mansão do amante, quando descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem. Mas antes que mais detalhes sejam revelados, a luz apaga, alguém grita e o dono da casa aparece morto – clássico. Mas a trama, que também faz referência ao jogo “Detetive” na introdução da investigação criminal, logo adentra o território da convivência forçada entre as herdeiras, que precisam dividir a mansão. O elenco de apoio é grandioso, com destaque para Marcelo Médici (“Vai que Cola”), GKay (“Carnaval”), Silvero Pereira (“Bacurau”), Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mario?”), Raphael Logan (“Pacificado”), Dhu Moraes (“Tô de Graça”), Cezar Maracujá (“Os Suburbanos”), Paulo Tiefenthaler (“Coisa mais Linda”), Gi Uzêda e o veterano Eliezer Motta (que marcou época em “Viva o Gordo”).   | MAL DE FAMÍLIA | APPLE TV+   Criada e estrelada por Sharon Horgan (“Catastrophe”), a comédia sombria acompanha a vida das cinco irmãs Garvey, que prometeram proteger umas às outras depois da morte prematura de seus pais. Por isso, quando desconfiam que uma delas está sofrendo abuso do marido, planejam o assassinato do cunhado. Além de Horgan, o elenco conta com Eve Hewson (“Por Trás de Seus Olhos”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Eva Birthistle (“The Last Kingdom”) e Sarah Greene (“Normal People”) como as irmãs Garvey, e Claes Bang (“Dracula”) como o marido/cunhado. Batizada em inglês de “Bad Sisters”, a produção é remake da série belga “Clan” e foi adaptada por Horgan em parceria com Brett Baer e Dave Finkel (ambos de “New Girl”).   | KLEO | NETFLIX   Com muita violência e humor ácido, a série de ação acompanha uma ex-espiã da Alemanha Oriental, que após a queda do muro de Berlim embarca em uma missão de vingança contra as pessoas que a traíram. Criada por Richard Kropf, Bob Konrad e Hanno Hackfort, trio responsável por “Para – We Are King” na HBO Max e “You Are Wanted” na Amazon Prime Video, a atração destaca Jella Haase (“Berlin Alexanderplatz”) no papel-título.   | ALMA | NETFLIX   Escrita pelo espanhol Sergio G. Sánchez (roteirista de “O Orfanato” e “O Impossível”), a trama de mistério acompanha a personagem-título (vivida por Mireia Oriol, do terror “O Pacto”) que, após sobreviver a um trágico acidente de ônibus em que quase todos os seus colegas morreram, acorda em um hospital completamente sem memórias e atormentada por experiências sobrenaturais. Com a ajuda de sua família e amigos, ela resolve desvendar o mistério por trás do acidente e de sua própria identidade.   | SNOWFALL 5 | STAR+   Passado em Los Angeles no começo dos anos 1980, o drama narra a evolução do tráfico internacional a partir da substituição da cocaína pelo crack nas ruas dos EUA, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de traficantes para financiar uma revolução no Irã. Criada por dois cineastas, Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em 2019 devido a um derrame, a série segue numerosos personagens a caminho de uma violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano.   | POWER BOOK III: RAISING KANAN 2 | STARZPLAY   A segunda série derivada de “Power”, encerrada em 2020, é um prólogo da trama original de Courtney Kemp, que leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager e do boombox, para mostrar a juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem é vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). Os episódios acompanham sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que o levaram à seu destino trágico. 50 Cent também participa como narrador da história e o elenco ainda inclui Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”).   | RESIDENT ALIEN 2 | STAR+   Adaptação de quadrinhos da Dark Horse Comics, a série acompanha um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico legista recluso, que foi assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Até que as circunstâncias o forçam a sair de seu esconderijo remoto para assumir o trabalho do médico e ajudar a resolver crimes – enquanto questiona se a raça humana merece ser salva ou destruída. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) no papel-título da atração, que atualmente é o maior sucesso do canal pago americano Syfy.   | CUPHEAD – A SÉRIE 2 | NETFLIX   A adaptação do game “Cuphead” companha duas xícaras antropomorfizadas que tentam pagar uma dívida para o diabo e reconquistar suas almas. O mais interessante na produção é seu visual, totalmente inspirado em animações dos anos 1930, em particular nos desenhos de Rudolf Ising e Max Fleischer, que incorporavam elementos de terror e de musicais às histórias. Na 2ª temporada, Xicrinho (Cuphead) e Caneco (Mugman) enfrentam novos perigos enquanto tentam fugir do Diabo, e acabam encontrando a primeira xícara feminina da franquia, a Srta. Cálice (Ms. Chalice).

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    “Minions 2: A Origem de Gru” é o filme mais visto no Brasil desde junho

    15 de agosto de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” segue como filme mais visto nos cinemas brasileiros pelo quarto fim de semana consecutivo, de acordo com levantamento da Comscore. Há um mês e meio em cartaz, o filme teve 126 mil espectadores e arrecadou R$ 2,41 milhões arrecadados entre quinta e domingo (14/8). Desde seu lançamento em 30 de junho só não esteve no topo das bilheterias duas vezes, nos primeiros dias de “Thor: Amor e Trovão”. O Top 3 se manteve totalmente inalterado em relação à semana passada, com “Thor: Amor e Trovão” (107,1 mil espectadores e R$ 2,15 milhões) e “Trem-Bala” (95,5 mil pessoas e R$ 2,12 milhões nas bilheterias) em 2º e 3º lugares, respectivamente. Entre as estreias da semana, o thriller “A Fera”, estrelado por Idris Elba, foi o quarto filme mais visto, com 82 mil espectadores e faturamento de R$ 1,61 milhão. Já a comédia nacional “Papai É Pop”, com Lázaro Ramos, abriu no último lugar do Top 10, tirando “O Palestrante” do ranking já na segunda semana de exibição. Na estreia, a comédia com Fábio Porchat e Dani Calabresa ocupava a sétima posição. Confira abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil na semana. 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “Trem-Bala” 4. “A Fera” 5. “DC Liga dos SuperPets” 6. “Elvis” 7. “O Telefone Preto” 8. “Top Gun Maverick” 9. “Gêmeo Maligno” 10. “Papai É Pop”

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    “Trem-Bala” mantém 1º lugar nas bilheterias dos EUA

    14 de agosto de 2022 /

    O “Trem-Bala” de Brad Pitt manteve a liderança das bilheterias nos EUA e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, graças principalmente à falta de lançamentos de peso, com US$ 13,4 milhões arrecadados em 4.357 cinemas. Com isso, a produção da Sony chegou a US$ 54,2 milhões em 10 dias na América do Norte e a US$ 114,5 milhões em todo o mundo. O filme foi o último grande lançamento de Hollywood no verão norte-americano de 2022 e a falta de blockbusters nas próximas semanas tem preocupado os exibidores. Para complicar, o desempenho de “Trem-Bala” está abaixo do esperado, em parte porque a crítica não entrou à bordo, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. A única estreia ampla do fim de semana foi “A Queda” (Fall), um thriller de aventura sobre um grupo de alpinistas. Mas a produção da Lionsgate, que estreia no Brasil em 29 de setembro, teve um faturamento de apenas US$ 2 milhões em 1.548 locais. Ficou fora do Top 10 e abaixo do terror indie “Morte Morte Morte” (Bodies Bodies Bodies), que entrou em 8º lugar com estimados US$ 3 milhões – apesar de ocupar metade do espaço de “A Queda”. “Morte Morte Morte” chegou em seis salas na semana passada e teve seu circuito ampliado para 928 cinemas neste fim de semana. Dirigido pela atriz e cineasta holandesa Halina Reijn (“Instinto”), o slasher de humor da A24 é estrelado por Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”), Maria Bakalova (“Fita de Cinema Seguinte de Borat”) e Pete Davidson (“O Esquadrão Suicida”), e chega ao Brasil apenas em 6 de outubro. Sem grandes novidades, os exibidores resolveram se voltar novamente para “Top Gun: Maverick”, ampliando seu circuito de 2.760 para 3.181 locais, incluindo salas de projeção premium. Com isso, o filme de Tom Cruise voltou a decolar no ranking, subindo para 3º lugar com US$ 7,1 milhões no fim de semana e praticamente empatando com o 2º colocado, “DC Liga dos Superpets”, que faturou US$ 200 mil a mais. Graças a esse impulso, a produção da Paramount chegou a US$ 673,8 milhões no mercado doméstico e está a um passo de se tornar a 6ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos na América do Norte, posição de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 678,8 milhões). Globalmente, “Top Gun: Maverick” soma US$ 1,35 bilhão. Os filmes “Thor: Amor e Trovão” e “Não! Não Olhe” completam o Top 5.

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  • Filme

    “Kung Fu Panda” vai ganhar quarto filme

    12 de agosto de 2022 /

    A franquia de animação “Kung Fu Panda” vai ganhar um novo filme. O estúdio Universal encomendou uma nova produção do personagem e já marcou a data de estreia para 8 de março de 2024. “Kung Fu Panda 4” vai continuar a acompanhar as aventuras do panda Po pela China antiga. O ator Jack Black, que dublou o personagem nos filmes anteriores, deve retornar para a sequência. Até o momento nenhum diretor foi escalado para comandar o novo filme. A franquia “Kung Fu Panda” rendeu quase US$ 2 bilhões nas bilherias mundiais. Além dos filmes, o personagem já ganhou algumas séries de TV. A mais recente foi “Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão”, desenvolvida pela Netflix, que contou com a volta de Jack Black ao papel principal.

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  • Série

    As 10 melhores séries novas pra maratonar no fim de semana

    12 de agosto de 2022 /

    A programação de séries dá um pau na seleção de filmes digitais desta semana, com opções bastante variadas – de drama arrepiante baseado em fatos reais à fantasia sobrenatural, com direito a investigações policiais e boas comédias. Confira as 10 melhores estreias para maratonar.       | ABBOTT ELEMENTARY | STAR+   Eleita Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), a produção que traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho de “Abbott Elementary” é uma escola pública de Ensino Fundamental. Na trama, Tyler James Williams interpreta um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se encontra renovada.   | EU NUNCA… 3 | NETFLIX   A série é inspirada na juventude da comediante Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) e traz a adolescente Devi (interpretada por Maitreyi Ramakrishnan) como seu alter-ego, mostrando o choque cultural resultante entre o convívio simultâneo com sua família indiana tradicional e seus jovens amigos americanos. A 3ª temporada destaca um novo status social de Devi, após assumir o namoro com Paxton (Darren Barnet), tornando-se popular, invejada e até odiada. Mas ela também acaba influenciada pela opinião de pessoas negativas que não sabem o que ele viu nela, o que coloca o relacionamento em risco. De todo modo, logo surgem novas tentações em sua vida. Já renovada para mais um ano de produção, “Eu Nunca…” vai acabar em sua 4ª temporada, com previsão de lançamento para 2023.   | EM NOME DO CÉU | STAR+   A atração que rendeu a Andrew Garfield (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) a indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minissérie é uma trama de true crime (inspirada em um crime real). Garfield interpreta um detetive policial que investiga um duplo homicídio no interior de Utah em 1984, que pode ter conexões com sua igreja, levando-a questionar a sua fé como mórmon. A história se baseia no livro homônimo de Jon Krakauer, que também escreveu o romance que inspirou o filme “Na Natureza Selvagem” (2007). A adaptação é assinada por Dustin Lance Black, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Milk: A Voz da Igualdade” (2008), e a equipe de diretores destaca David Mackenzie, do filme “A Qualquer Custo” (2016). Além de Garfield, o elenco também destaca Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), Sam Worthington (“Avatar”), Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”), Rory Culkin (“Castle Rock”), Christopher Heyerdahl (“Pacificador”), Gil Birmingham (“Yellowstone”), Tyner Rushing (“Lovecraft Country”) e Billy Howle (“Legítimo Rei”). São equipe e elenco de cinema.   | CINCO DIAS NO HOSPITAL MEMORIAL | APPLE TV+   Tensa e dramática, a minissérie traz Vera Farmiga (“Gavião Arqueiro”) como uma médica do principal hospital de Nova Orleans em agosto de 2005, quando a cidade sofreu a fúria do Furacão Katrina. A trama é baseada numa reportagem premiada com o troféu Pulitzer (o Oscar do jornalismo), que detalha o clima de terror no hospital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou (Farmiga) foi forçada a tomar decisões de vida e morte que os impactaram por anos. A adaptação tem roteiro, produção e direção de John Ridley (vencedor do Oscar pelo roteiro de “12 Anos de Escravidão”) e Carlton Cuse (que já tinha trabalhado com Vera Farmiga na série “Bates Motel”). O elenco também destaca Robert Pine (“Jobs”), Cherry Jones (“24 Horas”), Julie Ann Emery (“Better Call Saul”), Cornelius Smith Jr. (“Scandal”), Adepero Oduye (“O Falcão e o Soldado Invernal”), Molly Hager (“Happyish”), Michael Gaston (“The Leftovers”) e W. Earl Brown (“Preacher”).   | LOCKE & KEY 3 | NETFLIX   Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos, após se mudarem para a antiga casa da família, onde são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Uma das chaves abre um buraco para o inferno, de onde um demônio poderoso escapou para aterrorizar os protagonistas nos episódios finais. A 3ª e última temporada destaca a ameaça deste novo vilão (Kevin Durand, de “The Strain”), mas também inclui a volta de Dodge, após ter sido aparentemente derrotada no segundo ano, e a descoberta de uma nova chave mágica capaz de abrir portas para outras épocas. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série é estrelada por Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie de “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e Laisla de Oliveira (“The Gifted”), atriz canadense de pais brasileiros, como a forma principal de Dodge.   | UMA EQUIPE MUITO ESPECIAL | AMAZON PRIME VIDEO   A série baseada no longa homônimo de 1992 recria a época do primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos, de forma mais realista – e dramática – que o filme original. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A nova versão, desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”), não é um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que não entraram no cinema. O elenco da série conta com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). Vale lembrar que a produção da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios devido à baixa audiência.   | NÃO FOI MINHA CULPA | STAR+   A série brasileira é uma antologia que retrata a violência doméstica e o feminicídio. Escrita por Juliana Rosenthal (“O Amor no Divã”) e Michelle Ferreira (“Amor sem Medida”), os episódios contam histórias supostamente inspiradas em acontecimentos reais, girando em torno de príncipes encantados que se revelam ogros do mal. O elenco destaca Fernanda Nobre (“Deus Salve o Rei”), Malu Mader (“Turma da Mônica – Lições”), Dalton Vigh (“A Divisão”), Armando Babaioff (“Bom Sucesso”), Aline Dias (“Salve-se Quem Puder”), Karol Lanes (“Minha Mãe é uma Peça”), Ana Paula Secco (“Tropa de Elite”), Gabrielle Joie (“Toda Forma de Amor”), Virgínia Rosa (“Éramos Seis”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”), Sandra Corveloni (“O Outro Lado do Paraíso”), Suzy Lopes (“Fim de Festa”), Simone Iliescu (“Leste Oeste”), Cyria Coentro (“Velho Chico”) e Elisa Lucinda (“Manhãs de Setembro”). A relação de coadjuvantes também é grande, com Vinícius de Oliveira (“Segunda Chamada”), Dandara Mariano (“A Força do Querer”), Jennifer Nascimento (“Malhação: Sonhos”), Marat Descartes (“Colônia”) e as irmãs Bianca Comparato (“3%”) e Lorena Comparato (“Impuros”), entre outros. Isto porque são 10 episódios com histórias diferentes. A produção faz parte de um projeto latino da Star+, que também produziu séries sobre a mesma temática na Colômbia e no México. Por isso, o nome completo da série nacional é “Não Foi Minha Culpa: Brasil” – para se diferenciar de “Não Foi Minha Culpa: Colômbia” e “Não Foi Minha Culpa: México” (já disponível na Star+).   | INDUSTRY 2 | HBO MAX   A série sobre o mercado financeiro segue um grupo de jovens que conseguem empregos cobiçados em um importante banco internacional. Criada pelos novatos novatos Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), a produção conta com apoio de Lena Dunham (a criadora de “Girls”), que dirigiu o piloto da atração. Apesar de ter muitos personagens, a trama dá destaque para uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold, de “Modern Love”), que acredita a carreira no setor financeiro é forma de ser julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados – e não pela cor. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles disputam espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. O elenco também inclui Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”), Will Tudor (“Humans”) e Ken Leung (“Inumanos”).   | LAW & ORDER: CRIME ORGANIZADO | GLOBOPLAY   A nova série derivada da longeva franquia do produtor Dick Wolf resgata o personagem Elliot Stabler, vivido por Christopher Meloni, 10 anos depois de sua despedida de “Law & Order: SVU”. A 1ª temporada se concentra na disputa entre Stabler e o mafioso vivido por Dylan McDermott (“American Horror Story”), que o desafia a encontrar provas de seu envolvimento em atividades ilegais. E foi um grande sucesso nos EUA, especialmente por a trama avançar sem estender seus mistérios, revelando rapidamente quem foi o responsável pela morte de Kathy Stabler (Isabel Gillies), a mulher do protagonista, crime que o motivou a se juntar à equipe responsável por combater o crime organizado em Nova York. “Law & Order: Crime Organizado” já exibiu sua 2ª temporada nos EUA e se encontra renovada para seu terceiro ano de produção.   | EU SOU GROOT | DISNEY+   A série sobre o personagem de “Guardiões da Galáxias” é formada por cinco curtas-metragens de cinco minutos cada, estrelados pelo herói em sua fase de Baby Groot. Começa com ele aprendendo a andar e segue por diferentes aventuras, com direito a batalha de dança, novos personagens e um momento doce compartilhado com outro colega dos Guardiões. Assim como nos filmes, a voz de Groot é providenciada por Vin Diesel, sob muito tratamento computadorizado, e o cineasta James Gunn assina a produção. Groot também será visto neste ano num especial de Natal dos Guardiões da Galáxia programado para dezembro na Disney+, antes de aparecer em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, com lançamento marcado para abril de 2023.

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  • Série

    Netflix cancela “Força Queer” após uma temporada

    9 de agosto de 2022 /

    A Netflix cancelou a série animada “Força Queer” (Q-Force), sobre um grupo desvalorizado de superespiões LGBTQIAP+ em aventuras pessoais e profissionais. Como a plataforma não anuncia cancelamentos, a notícia foi dado por um dos dubladores, Matt Rogers (do podcast “Las Culturistas”), durante uma aparição no podcast “Attitudes!”. “As pessoas que adoraram realmente adoraram, e a boa notícia é que sempre estará na Netflix”, disse Rogers. “Não teve uma 2ª temporada, mas saiu e existe.” Lançada em setembro do ano passado, a série girava em torno de Steve Maryweather, mais conhecido como Agente Mary, que é punido com uma relocação após revelar ser homossexual para a empresa em que trabalha, a Agência de Inteligência Americana (AIA). Entretanto, em vez de se acomodar com a “punição”, Mary acaba formando sua própria equipe de agentes queer. A atração lembrava a animação brasileira “Super Drags”, também da Netflix, com super-heróis LGBTQIAP+, que também foi precocemente cancelada após a 1ª temporada. A animação americana foi criada por Gabe Liedman (roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”), Sean Hayes (o Jack de “Will & Grace”) e Michael Schur (criador de “Brooklyn Nine-Nine”) e destacava em seu seu elenco o próprio Sean Hayes como a voz do agente Mary.

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  • Filme

    Animação do Scooby-Doo teve trilha gravada após cancelamento da estreia

    8 de agosto de 2022 /

    O filme da “Batgirl” não foi o único cancelamento milionário realizado pela Warner. Outro filme que já estava quase pronto e não será mais lançado é a animação “Scoob! Holiday Haunt”, continuação de “Scooby! O Filme” (2000). Mas nem o cancelamento impediu que os realizadores seguissem em frente na pós-produção do filme. O co-roteirista e produtor de “Scoob! Holiday Haunt”, Tony Cervone, postou uma foto no seu Instagram no domingo (07/08), cinco dias após o cancelamento oficial do lançamento do projeto, na qual mostrava a orquestra gravando a trilha sonora da animação. Na legenda da imagem, Cervone explicou o motivo da decisão. “Então, o que você faz quando o filme é cancelado, mas você já pagou pelo espaço e pelos músicos? Você grava a droga da trilha!”, disse ele. O diretor Bill Haller acompanhou a gravação remotamente e depois postou uma declaração emocionada. “Obrigado por todo o amor e apoio nesta semana”, disse ele. “Os fãs do Scooby são os melhores do mundo! Este fim de semana assisti via Zoom a nossa partitura sendo magicamente produzida por nossos músicos já pagos enquanto estou ironicamente me recuperando da Covid. Foi glorioso aos meus ouvidos! #SaveScoobHolidayHaunt” O final da mensagem é um claro movimento do cineasta em busca de engajamento popular para tentar o lançamento do filme, da mesma maneira que aconteceu com “Liga da Justiça”. Resta saber se vai surtir algum resultado. “Scoob! Holiday Haunt” era uma produção original da plataforma HBO Max e foi cancelada junto de “Batgirl” – após estar praticamente pronta – por decisão do CEO da Warner Bros. Discovery, que decretou o fim das produções de filmes exclusivos para o streaming. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tony Cervone (@tonycervone)

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