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    Horácio | Diretor de “Rio” fará animação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa

    1 de dezembro de 2023 /

    O painel da Mauricio de Sousa Produções (MSP) na CCXP 2023 trouxe uma grande novidade nesta sexta (1/12). O pequeno dinossauro Horácio ganhará uma animação dirigida por Carlos Saldanha, conhecido por dirigir as franquia de filmes “A Era do Gelo” e “Rio”. Em comunicado, a MSP confirmou que o cineasta desenvolverá uma animação com a produtora, mas tentou manter o projeto em segredo. Só que o próprio Mauricio de Sousa contou na CCXP que o protagonista será o dinossauro Horácio: “Perto do Saldanha, a gente sonha em animar. E, além disso, junto com animar, vem um dinossauro”. Horácio foi criado em 1961, antes mesmo da Mônica, e é um filhote de tiranossauro rex que contraria sua natureza selvagem. Além de ser bondoso e pacífico, ele também segue uma dieta vegetariana. Nos gibis, as tramas de Horácio costumam acompanhar sua jornada em busca de sua mãe, enquanto faz diversas reflexões, conquista novas amizades e, é claro, foge do charme da dinossaura Lucinda. Durante muitos anos, Mauricio manteve o monopólio sobre as histórias de Horácio, não deixando ninguém mais tocar no personagem, mesmo quando a Turma da Mônica já era produzida em escala industrial. Mas isso mudou nos últimos tempos, com a publicação de edições especiais assinadas por outros artistas. Apesar da confirmação do projeto, o título e a sinopse do desenho de Horácio não foram revelados.

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    Bilheteria | Novo “Jogos Vorazes” supera estreias de “Napoleão” e “Wish” nos EUA

    26 de novembro de 2023 /

    “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, prólogo da popular franquia de filmes dos anos 2010, liderou as bilheterias dos Estados Unidos durante o feriado de Ação de Graças, superando expectativas do mercado ao enfrentar grandes lançamentos rivais. Dirigido por Francis Lawrence, o filme arrecadou US$ 28,8 milhões no fim de semana, ultrapassando a nova animação da Disney, “Wish: O Poder dos Desejos”, e o épico “Napoleão”, que custou US$ 200 milhões. A produção da Lionsgate deve ultrapassar US$ 100 milhões no mercado doméstico e atingir o dobro, US$ 200 milhões, em todo o mundo até segunda-feira. Este desempenho em seus primeiros 10 dias de exibição é maior que o previsto, embora o filme tenha sido orçado em US$ 100 milhões. Novo fracasso da Disney Em contraste ao sucesso da Lionsgate, a crise da Disney parece não ter fim. Além do fracasso de “As Marvels”, o estúdio enfrenta uma enorme decepção com “Wish”. Vale apontar que o feriado de Ação de Graças é geralmente marcado por blockbusters animados, mas a nova produção da Disney arrecadou apenas US$ 19,5 milhões durante o fim de semana, ficando apenas com o 3º lugar na bilheteria doméstica. Lançado com antecedência na quarta (22/11), o filme soma US$ 31,7 milhões em cinco dias nos EUA e Canadá. O fracasso se manifesta diante das expectativas iniciais, que projetavam uma abertura de US$ 45 milhões a US$ 50 milhões. Os números só chegam nestes valores com a soma das bilheterias de outros países. “Wish” adicionou US$ 17,3 milhões do mercado internacional para totalizar uma estreia de US$ 49 milhões mundiais. A crise não é só de público. “Wish” teve somente 50% de aprovação da crítica, na análise do site Rotten Tomatoes. Ou seja, foi considerado bem pior que “As Marvels” (61%). O lançamento do desenho no Brasil só vai acontecer em 4 de janeiro. O desempenho de Napoleão Enquanto isso, “Napoleão” surpreendeu com uma arrecadação de US$ 20,4 milhões durante o fim de semana e US$ 32,5 milhões em cinco dias no mercado doméstico, ocupando o 2º lugar no ranking norte-americano. Globalmente, o filme faturou US$ 78,8 milhões, um resultado expressivo para um drama histórico adulto de duas horas e meia de projeção, e uma vitória significativa para as ambições cinematográficas da Apple, que produziu o longa-metragem de Ridley Scott. Entretanto, o filme estrelado por Joaquin Phoenix recebeu recebeu críticas medianas (61% no Rotten Tomatoes) e um B- no CinemaScore (avaliação do público), resultados idênticos aos de “As Marvels”. O resto do Top 5 Em 4º lugar, “Trolls 3: Juntos Novamente” teve uma arrecadação de US$ 17,5 milhões, muito próxima de “Wish”. Com isso, a animação da Illumination/Universal elevou seu total doméstico para US$ 64,5 milhões e já soma US$ 145 milhões globalmente. O filme que completa o Top 5 é o terror temático “Feriado Sangrento”, passado no Dia de Ação de Graças, que fez US$ 7,2 milhões em seu segundo fim de semana. Em dez dias, o terror soma US$ 24 milhões nos EUA, performance notável para uma produção orçada em apenas US$ 15 milhões. O longa de Joe Roth também é inédito no Brasil e sua estreia nacional está marcada pra 7 de dezembro. E “As Marvels”? Após três fins de semana em cartaz, o maior fiasco do Marvel Studios fez US$ 6,4 milhões e ficou em 6º lugar. Desde seu lançamento, a produção da Disney faturou só US$ 76,8 milhões nos EUA e Canadá, e US$ 188,8 milhões em todo o mundo. Vale lembrar que ela custou mais de US$ 270 milhões só para ser produzida (sem as despesas de divulgação e publicidade) e precisaria de pelo menos de US$ 800 milhões para começar a se pagar. A bilheteria total do feriado de Ação de Graças atingiu US$ 172 milhões, indicando uma recuperação gradual do setor cinematográfico nos EUA, embora ainda não tenha alcançado os níveis pré-pandemia.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES   2 | NAPOLEÃO   3 | WISH: O PODER DOS DESEJOS   4 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE   5 | FERIADO SANGRENTO

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    Estreias | 10 novidades da semana para ver no streaming

    24 de novembro de 2023 /

    A seleção de novidades do streaming destaca cinco séries e cinco filmes. A lista passa por “Rio Connection”, coprodução internacional da Globoplay, e a biografia de Brigitte Bardot entre as séries, além da animação Leo e a comédia candidata a cult “Bottoms”, sem esquecer do blockbuster “O Protedor: Capítulo Final” e do documentário musical “Elis e Tom, Só Tinha que Ser com Você” em VOD. Confira abaixo lista completa dos melhores lançamentos da semana.   SÉRIES   RIO CONNECTION | GLOBOPLAY   Ambientada nos anos 1970, a série nacional explora a intricada rede de tráfico de heroína estabelecida no Brasil, formando uma rota estratégica para os Estados Unidos. A obra é dirigida por Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”), destacando-se por sua alta qualidade de produção e um elenco que combina talentos estrangeiros e brasileiros. A trama se aprofunda na vida de três criminosos europeus – Tommaso Buscetta (Valerio Morigi), Fernand Legros (Raphael Kahn) e Lucien Sarti (Aksel Ustun), com a presença marcante da atriz Marina Ruy Barbosa no papel de Ana Barbosa, uma cantora de boate que navega entre o glamour e os perigos associados ao submundo do crime. Inspirada em eventos reais, a trama desenrola-se em torno do plano do famoso mafioso Tommaso Buscetta e seus comparsas para usar o Rio como conexão do tráfico internacional. A trama mergulha nos detalhes da operação criminosa, destacando a compra da droga a preços baixos e a revenda por valores elevados. A série também explora a complexidade dos personagens, evitando retratá-los como criminosos unidimensionais e oferecendo uma visão mais humana e empática de suas vidas, apesar de suas ações sombrias. Coprodução internacional com a Sony, apesar de brasileira a série é falada em inglês. Conta com oito episódios e também inclui no elenco Nicolas Prattes, Gustavo Pace e Alexandre David, interpretando policiais brasileiros, além de Maria Casadevall, Carla Salle, Felipe Rocha e Rômulo Arantes Neto.   COMPANHEIROS DE VIAGEM | PARAMOUNT+   A minissérie adapta o romance homônimo de Thomas Mallon, ambientado em Washington, D.C., durante os anos 1950 – a era McCarthy, auge do conservadorismo americano – , mas também avança no tempo para os anos 1980, período de intensa homofobia. Distribuída em oito episódios, a história acompanha a longa e apaixonada relação entre dois homens, Tim (interpretado por Jonathan Bailey), um jovem idealista e católico, e Hawk (Matt Bomer), um charmoso operador político. Os dois personagens, vindos de mundos distintos, se envolvem em um romance intenso e condenado à tragédia. A adaptação foi criada pelo escritor Ron Nyswaner, conhecido por seu trabalho em filmes e séries de temas LGBTQIA+, com destaque para o premiado longa “Philadelphia” de 1993, que foi um marco na representação do HIV/AIDS no cinema. Sua história combina política, romance queer e suspense de espionagem, utilizando dois períodos sombrios da história dos Estados Unidos como pano de fundo. Apesar de se desenrolar em torno de eventos reais, como a caça às bruxas de McCarthy (anticomunismo como fobia social) e a crise da AIDS nos anos 1980, a atração não se limita a ser apenas uma reconstituição histórica ou uma peça moral sobre a crueldade do governo em relação à comunidade LGBTQIA+. Em seu âmago, está um romance verdadeiro e cativante, reforçado pelas atuações de Bailey e Bomer, com direito a cenas de sexo bastante gráficas. De fato, a dinâmica de poder na relação sexual entre Hawk e Tim é explorada sem suavizar as arestas para o público heterossexual, o que faz da série uma das representações menos comedidas do amor gay, destacando-se por abordar o assunto de forma ousada.   BRIGITTE BARDOT | FESTIVAL VARILUX DO CINEMA FRANCÊS   Trazida ao Brasil pelo Festival Varilux do Cinema Francês, a minissérie é uma homenagem à emblemática atriz Brigitte Bardot, destacando os primeiros dez anos de sua carreira. Criada pela veterana cineasta Danièle Thompson (roteirista dos clássicos “Rainha Margot” e “Prima, Primo”) e seu filho Christopher Thompson, traz a argentina Julia de Nunez no papel icônico. E em alguns momentos, é possível confundir as duas, ainda que o carisma único da verdadeira Bardot seja inimitável. O elenco também destaca Victor Belmondo, neto do lendário ator Jean-Paul Belmondo, como o cineasta Roger Vadim, primeiro marido e responsável por revelar a estrela ao mundo. “Bardot” aborda os aspectos cruciais e desafios enfrentados pela atriz na França dos anos 1950, uma época marcada pelo sexismo e a dominação patriarcal, e culmina na sua transformação em sex symbol internacional nos anos 1960. Além de recriar diversos papéis antológicos em clássicos como “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim, “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard, o enredo também explora a vida privada, relações amorosas e a maneira como Bardot lidou com a atenção intensa da mídia, destacando sua luta contra a objetificação e a busca por sua identidade em meio à fama avassaladora. A cinematografia e as atuações são pontos fortes da produção, que, apesar de uma abordagem tradicional, oferece uma perspectiva renovada sobre a jornada da estrela. Com seis episódios, a produção pode ser vista na íntegra e de graça no site do Festival Varilux do Cinema Francês (https://variluxcinefrances.com/) até o dia 22 de dezembro.   DOCTOR WHO: THE STAR BEAST | DISNEY+   O primeiro dos três especiais de 60 anos de “Doctor Who” marca a estreia da franquia na Disney+ e o retorno triunfante de David Tennant como o Doutor, acompanhado por Catherine Tate como sua companheira Donna Noble. O episódio também é o primeiro de uma nova fase sob comando do renomado Russell T Davies, de volta para ditar os rumos da série clássica, que ele relançou em 2005. A trama baseia-se em uma história em quadrinhos de 1980 do Doutor, que foi atualizada para incorporar a versão de Tennant, considerado o melhor intérprete do protagonista (à frente da série de 2005 a 2010). A trama começa com o reencontro do Doutor e Donna, que não se veem há 15 anos, para resolver o mistério do acidente de uma nave espacial em Londres, e embora o episódio mantenha elementos clássicos de “Doctor Who”, como viagens no tempo e encontros com alienígenas, ele também aborda temas mais profundos relacionados à identidade e à humanidade. A história de Donna, que teve as memórias de suas aventuras apagadas e agora é casada e mãe, adiciona complexidade à personagem, enquanto Tennant traz uma nova profundidade a seu papel, mesclando traços dos Doutores que vieram após sua versão original. O episódio também introduz uma série de novos personagens, incluindo Yasmin Finney como Rose Noble, filha de Donna. E prepara terreno para mais dois especiais como parte das celebrações do 60º aniversário da série: “Wild Blue Yonder” e “The Giggle”. Este último traz Neil Patrick Harris como um vilão clássico, o Fabricante de Brinquedos (The Toymaker), visto pela última vez em 1966, e serve de passagem para um novo protagonista. O ator Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) será o Doutor a partir da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em 2024. Para quem não sabe, o artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966).   ROUND 6: O DESAFIO | NETFLIX   O reality de competição é baseado em “Round 6”, série de maior audiência da Netflix em todos os tempos, e acompanha 456 competidores em uma disputa por um prêmio de US$ 4,56 milhões, o maior já entregue numa disputa televisiva. A competição é realizada em um cenário que replica a estética da série, incluindo os uniformes e os designs dos ambientes, mas sem a natureza sinistra do torneio sangrento. Em “O Desafio”, a violência letal é substituída por tintas que simulam a morte dos competidores eliminados. O programa tenta encontrar um meio-termo entre as competições convencionais e o conceito distópico de “Round 6”, introduzindo elementos de drama e táticas psicológicas. As dinâmicas sociais e as estratégias de jogo são elementos-chave nos episódios, com alianças e habilidades interpessoais se mostrando tão importantes quanto a habilidade nos jogos. Entretanto, a produção também é uma contradição, pois indica que a Netflix não compreendeu a mensagem crítica da trama de Hwang Dong-hyuk. A obra sul-coreana foi aclamada por sua representação intensa e brutal de pessoas desesperadas, que participam de jogos mortais por uma chance de escapar de dívidas esmagadoras, servindo como uma alegoria do capitalismo e da desigualdade socioeconômica, onde a dignidade humana e a vida são sacrificadas por entretenimento. A trama critica a exploração dos desfavorecidos e a indiferença dos milionários, usando a violência extrema e as situações desesperadoras dos personagens para enfatizar seu ponto. Quando a Netflix transforma o conceito em uma competição real, em vez de um comentário sobre a desumanização e a exploração, “Round 6” se materializa como a mesma forma de entretenimento que, ironicamente, procurava condenar. FILMES   BOTTOMS | PRIME VIDEO   A nova comédia juvenil de Emma Seligman, que ganhou destaque com “Shiva Baby” em 2020, se passa no ensino médio, onde duas melhores amigas lésbicas, desajeitadas e desesperadas para perder a virgindade, tem a ideia de ensinar aulas de autodefesa para impressionar as líderes de torcida, mas logo viram catalisadoras de uma revolta feminista. Os papéis principais são vividos por Rachel Sennott, que foi a protagonista de “Shiva Baby”, e Ayo Edebiri, uma das estrelas da premiada série “O Urso” (The Bear), da Star+. Ao desenvolver a narrativa, a diretora quis explorar um gênero do qual os personagens LGBTQIA+ são historicamente excluídos, oferecendo uma visão crua e cheia de piadas sexuais explícitas, que contrasta com a inocência dos filmes de high school. A trama é centrada na busca de PJ e Josie pela atenção de Isabel e Brittany, as estrelas da equipe de torcida. Ao perceberem que as tentativas convencionais de aproximação resultam em fracasso, elas decidem criar uma aula de autodefesa, que rapidamente se transforma em um clube de luta. Logo, o projeto começa a ganhar vida própria, como um espaço para as personagens explorarem e expressarem sua raiva e frustrações, criando uma atmosfera de empoderamento feminino, ainda que sob pretextos questionáveis. Divertidíssimo e politicamente ousado, o filme caiu nas graças da crítica americana, atingindo 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sua abordagem subversiva remete ao cultuado “Heathers” (ou “Atração Mortal”), lançado em 1989. Ambos abusam do humor negro para desafiar as convenções dos filmes sobre adolescente, apresentando uma narrativa cínica, personagens de moral ambígua e uma crítica mordaz à cultura do ensino médio americano.   LEO | NETFLIX   A animação produzida e estrelada (na dublagem em inglês) por Adam Sandler segue um lagarto de 74 anos que vive em um aquário na sala de aula de uma escola primária. Compartilhando o espaço com uma tartaruga chamada Squirtle (voz de Bill Burr), Leo tem passado seus dias observando gerações de alunos enfrentarem seus desafios juvenis. Tudo muda quando ele se dá conta de sua própria mortalidade e decide que precisa ver o mundo fora do aquário. Só que, na tentativa de fuga, Leo vacila e permite que as crianças descubram seu maior segredo: ele pode falar. Assim, o pequeno lagarto transforma-se em uma espécie de conselheiro para os estudantes que cuidam dele. O filme, dirigido por Robert Marianetti, Robert Smigel e David Wachtenheim, conhecidos por seus trabalhos no humorístico “Saturday Night Live” (SNL), especialmente nos segmentos animados, é moldado por uma série de vinhetas onde Leo ajuda os estudantes com seus problemas pessoais, variando de ansiedade a dificuldades de socialização. Cada criança que leva Leo para casa descobre que ele pode falar, mas é persuadida a acreditar que só ela pode ouvi-lo. Através dessas interações, Leo oferece conselhos e apoio, encontrando um novo propósito em ajudar...

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    Tim Allen confirma que Disney prepara “Toy Story 5”

    23 de novembro de 2023 /

    No início deste ano, o CEO da Disney, Bob Iger, anunciou o desenvolvimento de um novo filme da franquia “Toy Story”, juntamente com novas sequências das franquias “Frozen” e “Zootopia”, e agora Tim Allen confirmou que tanto ele quanto Tom Hanks foram contatados pela Disney para fazer “Toy Story 5”. A revelação esclarece uma dúvida, ao indicar que o novo filme não será um derivado, mas uma continuação da história central. Durante uma participação no programa “The Tonight Show”, a voz oficial de Buzz Lightyear revelou: “Eles entraram em contato comigo e com o Tom para reprisarmos os papéis. Eles não estão dizendo nada sobre isso… Você se pergunta se quatro foram demais. Será que cinco será demais?” Allen também acrescentou: “De acordo com os rumores, o escritor que está trabalhando nisso escreveu um dos melhores filmes da série e disse: ‘Se eu não acertar, não farei’. Pode ser uma forma muito interessante de reunir tudo.” Vale lembrar que “Toy Story 4” foi lançado nos cinemas em 2019 e foi bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público, arrecadando mais de US$ 1 bilhão em bilheteria global. O filme estabeleceu um recorde na época como o maior lançamento de um filme animado, com uma arrecadação global de US$ 244,5 milhões. Na época, muitos fãs estavam preocupados que um quarto filme pudesse estragar o final perfeito criado pela Pixar em “Toy Story 3” (que também ultrapassou US$ 1 bilhão em vendas de ingressos e venceu o Oscar de Melhor Animação), mas isso não se confirmou, já que “Toy Story 4” também foi muito bem recebido. Uma coisa é certa: a Pixar está em busca de um grande sucesso nas bilheteiras, e “Toy Story 5” parece ser uma escolha lógica no papel, pelo menos. O estúdio teve um desempenho abaixo do esperado nas bilheteiras em 2022 com “Lightyear” e só se recuperou ligeiramente com “Elementos” neste ano.

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    Novo “Jogos Vorazes” supera “As Marvels” no Brasil

    20 de novembro de 2023 /

    “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” foi o filme mais visto no Brasil durante o fim de semana. O prólogo da franquia “Jogos Vorazes” estreou em 1º lugar nas bilheterias com uma arrecadação de R$ 9,9 milhões. Mas como teve uma estreia antecipada na quarta-feira, o longa já acumula um total de R$ 15,2 no mercado nacional. Com isso, “As Marvels” caiu para o 2º lugar, arrecadando R$ 3,6 milhões. Em dois fins de semana, a nova produção do Marvel Studios soma um total de R$ 17,3 no país. O Top 5 se completou com o terror “Five Nights at Freddy’s”, a animação “Trolls 3 – Juntos Novamente” e o documentário “Taylor Swift: The Eras Tour”, que arrecadaram, respectivamente, R$ 2 milhões, R$ 1,1 milhão e R$ 535 mil.

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    Bilheteria | “As Marvels” sofre queda histórica e novo “Jogos Vorazes” lidera nos EUA

    19 de novembro de 2023 /

    “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, mas com um resultado bastante inferior ao desempenho anterior da franquia. O filme, que marca o retorno ao universo distópico de Panem após oito anos, arrecadou US$ 44 milhões no mercado doméstico. O desempenho foi mais forte no exterior, onde somou US$ 54,5 milhões, para atingir um total global de US$ 98,5 milhões. A aprovação da crítica ficou em 60% no Rotten Tomatoes, enquanto os espectadores deram uma nota B+ no CinemaScore, a mais baixa da franquia até o momento. Esses indicadores sugerem que a nova direção da trama não ressoou de forma tão forte como os blockbusters originais. Com novo elenco e diferente configuração, o prólogo de “Jogos Vorazes” deixou de ser a sensação de outrora. Vale lembrar que todos os quatro filmes estrelados por Jennifer Lawrence entre 2012 e 2015 abriram com arrecadação superior a US$ 100 milhões na América do Norte. O novo não chegou nesse valor em todo o mundo. Finalmente exibida nos EUA, a animação “Trolls 3: Juntos Novamente” emplacou o 2º lugar nas bilheterias, com US$ 30,6 milhões em seu lançamento doméstico. Um aspecto notável do filme foi sua estratégia de distribuição, com estreia antecipada em até um mês em vários países, inclusive no Brasil, antes de chegar aos cinemas dos Estados Unidos. Graças a isso, “Trolls 3” já tinha acumulado US$ 76,3 milhões em receita internacional, contribuindo para um total global de US$ 108,1 milhões. O novo recorde negativo de “As Marvels” Em 3º lugar, “As Marvels” enfrentou um revés notável em sua segunda semana nas bilheterias, registrando uma queda surpreendente de 78% em relação à sua estreia. Este declínio resultou em uma arrecadação de apenas US$ 10,2 milhões, um número que se destaca negativamente no contexto do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), conhecido por seus sucessos consecutivos e consistentes. O resultado também marca o pior desempenho de segunda semana para um filme não só da Marvel, mas de super-heróis em geral na história recente de Hollywood. Antes deste fim de semana, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” detinha o recorde de maior queda de segunda semana dentro do MCU, com 69,9%. Os recordes negativos de “As Marvels”, que já tinha registrado a pior estreia do MCU, indicam que a crise do Marvel Studios não pode mais ser subestimada. “As Marvels” também teve desempenho fraco nos demais países. O longa arrecadou US$ 19,5 milhões em 52 mercados estrangeiros, totalizando um montante global de US$ 161,3 milhões após dois fins de semana em cartaz – diante de um orçamento de US$ 200 milhões, sem as despesas de P&A (cópias e publicidade). Top 5 sangrento Dois filmes de terror completam o Top 5. A estreia de “Feriado Sangrento” faturou US$ 10,2 milhões em 4º lugar, recebendo uma classificação B- no CinemaScore, mas uma avaliação surpreendentemente positiva de 83% no Rotten Tomatoes. O filme, que marca a volta de Eli Roth (“O Albergue”) ao terror, foi inspirado por um trailer falso do diretor no projeto “grindhouse” de 2007 de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez – que rendeu os filmes “À Prova de Morte” e “Planeta Terror”, respectivamente. O 5º lugar ficou com “Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo sem Fim”, que gerou US$ 3,3 milhões em seu quarto fim de semana. Com um orçamento modesto de apenas US$ 20 milhões, “Five Nights at Freddy’s” tem apresentado um desempenho notável, acumulando um total de US$ 132 milhões na América do Norte e US$ 271 milhões mundiais até o momento. Outros filmes A pior estreia da semana ficou por conta do novo filme de Taika Waititi (diretor de “Thor: Amor e Trovão”). “Quem Fizer Ganha” abriu em 6º, arrecadando US$ 2,7 milhões de 2.240 cinemas. Esta performance abaixo do esperado pode ser atribuída a uma combinação de fatores, incluindo críticas negativas. Baseado na história real da equipe de futebol de Samoa Americana e seu esforço para sair de uma série de derrotas devastadoras, a comédia de enredo inspirador foi considerada pobre pela crítica, com apenas 41% de aprovação no Rotten Tomatoes, e recebeu nota B+ do público no CinemaScore. Para completar, “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, desceu ao último degrau do Top 10 após cinco fins de semana em cartaz. O filme estrelado por Leonardo DiCaprio e Robert De Niro gerou US$ 1,9 milhões de 1.714 locais de exibição. O total acumulado na América do Norte é de US$ 63,5 milhões, com uma arrecadação mundial de US$ 145,7 milhões. Embora esses números possam parecer modestos em comparação com outras grandes produções, o objetivo da Apple ao produzir o filme foi aproveitar o prestígio do nome de Scorsese para atrair atenção durante a temporada de premiações de cinema nos EUA e ganhar mais assinantes com seu lançamento posterior em streaming.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES   2 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE   3 | AS MARVELS   4 | FERIADO SANGRENTO   5 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM

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    Estreias | 10 novidades do streaming para assistir no fim de semana

    17 de novembro de 2023 /

    Os 10 principais destaques da programação de streaming da semana contabilizam sete séries e três filmes. A novidade mais esperada é “Monarch: Legado de Monstros”, continuação do blockbuster “Godzilla vs. Kong” em forma de série. “The Crown” também retorna para contar os últimos dias da Princesa Diana. E ainda há a nova criação das mentes responsáveis por “The OA”, o mistério “Um Assassinato no Fim do Mundo”, que merece especial atenção. A lista também traz nada menos que três produções brasileiras e a versão anime de “Scott Pilgrim”. Já entre os filmes, o destaque fica por conta de “Besouro Azul”, estreia de Bruna Marquezine em Hollywood, que chega à HBO Max. Confira abaixo as dicas em detalhes.   SÉRIES   MONARCH: LEGADO DE MONSTROS | APPLE TV+   A superprodução do estúdio Legendary leva a franquia dos monstros gigantes para a televisão, apresentando um desafio único ao adaptar as espetaculares batalhas de titãs para uma tela menor. Ambientada um ano após o “Dia G” – o confronto entre Godzilla, King Kong e os kaijus, que destruiu grande parte de São Francisco no filme “Godzilla vs. Kong” (2021) – a história segue Cate (Anna Sawai), uma professora da área da baía de São Francisco, que vai a Tóquio em busca de respostas sobre seu falecido pai, Hiroshi (Takehiro Hira). Lá, ela descobre que Hiroshi tinha uma segunda família, conhece um meio-irmão e investiga a conexão da família com a Monarch, uma organização secreta comparada à CIA, mas focada em monstros. Apesar de se relacionar também à trama de “Kong: Ilha da Caveira” (2017), a produção não exige conhecimento prévio sobre os filmes do Monstroverso, embora isso possa enriquecer a experiência. A série funciona como uma história de origem da Monarch, alternando-se entre o presente e eventos que se seguiram à 2ª Guerra Mundial. A dinâmica entre as diferentes eras é facilitada pelo uso de um mesmo personagem, com Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”) retratando um soldado americano na época da guerra e seu pai da vida real, Kurt Russell (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), aparecendo como sua versão mais velha. Visualmente, a produção é impressionante, com cenas de ação que evocam o Monstroverso, enquanto a trama se expande para locais tão distantes quanto o Alasca e a Argélia. Mas há um inevitável diferencial de escala – obviamente, Godzilla não aparece na maioria dos capítulos – , o que os escritores sabem usar a seu favor, ao manter um foco maior nos personagens humanos da história, que sempre ficam em segundo plano nos filmes. Criada por Chris Black (“Outcast”) e Matt Fraction (“Gavião Arqueiro”), a atração também é estrelada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Joe Tippett (“Mare of Easttown”), Elisa Lasowski (“Versailles”) e o cantor japonês Ren Watabe (“461 Lunch Boxes”), além de trazer participação especial de John Goodman revivendo seu papel de “Kong: A Ilha da Caveira” (2017).   UM ASSASSINATO NO FIM DO MUNDO | STAR+   A nova série de mistério de Brit Marling e Zal Batmanglij (a dupla criativa de “The OA”) mescla serial killer, mudança climática e avanços tecnológicos. O elenco é encabeçado por Emma Corrin (“The Crown”), que interpreta Darby Hart, uma detetive amadora e escritora, que se desdobra na narrativa em duas linhas temporais. Em flashbacks, Darby une forças a outro detetive amador, vivido por Harris Dickinson (“Um Lugar Bem Longe Daqui”), para investigar um serial killer. Anos depois, os dois parceiros se reencontram no “fim do mundo”, um retiro organizado por um bilionário da tecnologia (Clive Owen, de “Lisey’s Story”) num local distante em meio ao gelo. Contudo, quando um dos convidados é encontrado morto, ela precisa utilizar todas as suas habilidades para provar que se trata de um assassinato e impedir que o assassino tire mais vidas. Alterando-se entre o presente (ou futuro, pela evolução da Inteligência Artificial na trama) no retiro e flashbacks da investigação inicial, a trama busca explorar as relações e a evolução dos personagens, enquanto a cinematografia contrasta as duas linhas do tempo, realçando o calor dos flashbacks e o ambiente frio e isolado do presente. Apesar dos desafios na balancear a narrativa e em dar profundidade aos temas, a série mantém um bom nível de engajamento nas duas linhas temporais, em grande parte devido à presença magnética de Corrin na tela. O restante do elenco é formado pela própria Brit Marling (“The OA”), Joan Chen (“Ovelhas sem Pastor”), Raúl Esparza (“Candy”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”), Ryan J. Haddad (“The Politician”), Pegah Ferydoni (“Almania”), Javed Khan (“Lapwing”), Louis Cancelmi (Billions”), Edoardo Ballerini (“7 Splinters in Time”), Britian Seibert (“The Knick”), Christopher Gurr (“A Idade Dourada”), Kellan Tetlow (“This Is Us”), Daniel Olson (“Nossa Bandeira É a Morte”), Neal Huff (“Radium Girls”) e a brasileira Alice Braga (“O Esquadrão Suicida”).   THE CROWN 6 – PARTE 1 | NETFLIX   A primeira parte da 6ª e última temporada de “The Crown” é toda focada na Princesa Diana, mostrando sua melancolia, o cerco dos paparazzi e os instantes que antecederam sua morte trágica. Os episódios giram em torno o final da vida da princesa interpretada por Elizabeth Debicki e seu relacionamento com os filhos, William e Harry, e com seu namorado Dodi Al Fayed, papel de Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”), até o acidente em Paris, durante uma fuga de paparazzi que matou os dois. O elenco também inclui Imelda Staunton (“Harry Potter”) como rainha Elizabeth II, Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como Príncipe Philip, Lesley Manville (“Trama Fantasma”) como Princesa Margaret, Dominic West (“Tomb Raider”) como Príncipe Charles e Olivia Williams (“Meu Pai”) como Camilla Parker-Bowles. Criada por Peter Morgan (“A Rainha”), a série dramática acompanha a vida de Elizabeth II desde os anos 1950, quando assumiu o trono, até dias mais recentes, em seus últimos anos como Rainha do Reino Unido. Após os quatro episódios disponibilizados nesta quinta (16/11), a segunda parte, composta pelos seis episódios derradeiros, chegará ao streaming em 14 de dezembro.   DNA DO CRIME | NETFLIX   Série brasileira mais cara da Netflix, o thriller criminal se destaca por integrar ação intensa com uma investigação detalhada. A trama é baseada em uma história real que ocorreu na América do Sul entre 2013 e 2020, e começa com um assalto bem planejado em Ciudad del Este, no Paraguai. Mais de 50 assaltantes fortemente armados usam explosivos para entrar e fugir com US$ 44 milhões da sede de uma empresa de private equity. À medida que as investigações se desdobram, com o envolvimento de agentes federais brasileiros, sediados em Foz do Iguaçu, a história se aprofunda em uma complexa rede de crimes que cruza fronteiras. Os protagonistas são os agentes Benicio, interpretado por Romulo Braga (“O Rio do Desejo”), e Suellen, interpretada por Maeve Jinkings (“Os Outros”), ambos apoiados por seu chefe Rossi, vivido por Pedro Caetano ( de “O Escolhido”). Eles enfrentam o líder dos assaltantes, Sem Alma, interpretado por Thomas Aquino (também de “Os Outros”), num momento em que a polícia brasileira começa a usar amostras de DNA para encontrar criminosos. A descoberta de uma pista liga o roubo a outros crimes recentes e leva à revelação de um esquema ainda maior, misturando criminosos do Paraguai e do Brasil. Embora “DNA do Crime” não inove na narrativa das séries criminais, entrega ação intensa, com cenas de perseguição de carros e tiroteios reminiscentes do estilo visual de Denis Villeneuve em “Sicario”. Há também uma obsessão compartilhada com cidades de fronteira e a atmosfera especial que envolve as operações ilegais que ocorrem ali. A direção é dos cineastas Pedro Morelli (do filme “Zoom” e da série “Irmandade”) e Heitor Dhalia (do filme “Tungstênio” e da série “Arcanjo Renegado”), este último também listado como um dos criadores, ao lado do também cineasta Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e dos roteiristas Bernardo Barcellos (“Quero Ter 1 Milhão de Amigos”) e Leonardo Levis (“Irmandade”).   AMAR É PARA OS FORTES | PRIME VIDEO   A série criada pelo músico Marcelo D2 lembra a estética do filme “Cidade de Deus”, e não é por acaso. Uma das diretoras é Katia Lund, codiretora do clássico de 2002. A produção conta a saga de duas mulheres negras cariocas que veem seus destinos entrelaçadosdurante uma operação policial no Dia das Mães. Rita (Tatiana Tiburcio) perde seu filho de 11 anos, Sushi (João Tiburcio), para a violência policial, e Edna (Mariana Nunes) é mãe de Digão (Maicon Rodrigues), o policial que matou a criança. Buscando justiça e redenção, ambas irão enfrentar a corrupção policial e a morosidade do sistema judiciário. Rita terá o apoio de seu filho mais velho, o artista plástico Sinistro (Breno Ferreira), que, junto com a comunidade da Maré, lutará por justiça para Sushi. Além de D2, a série tem criação de Antonia Pellegrino (“Tim Maia”) e Camila Agustini (“As Seguidoras”). Rica Amabis (“Manhãs de Setembro”) é responsável pela trilha sonora original.   ANDERSON SPIDER SILVA | PARAMOUNT+   a minissérie biográfica acompanha a vida do campeão de UFC Anderson Silva da infância à consagração. A produção mostra o bullying sofrido pelo futuro astro das lutas, Seu Jorge (“Marighella”) como o adulto responsável por sua criação e muitas lutas no ringue. O lutador é vivido por Caetano Vieira e Bruno Vinícius na infância e juventude, quando aprendeu a lutar para sobreviver na periferia de Curitiba, enquanto sua versão adulta é interpretada por William Nascimento (“Genesis”), que passou três meses treinando em academias no Rio de Janeiro para encarnar o auge de um dos maiores campões de MMA do UFC. Parte dos roteiristas da série veio do projeto Narrativas Negras, que desenvolve conteúdo exclusivo para a ViacomCBS, conglomerado dono da Paramount+. Marton Olympio (“Alemão 2”) é o roteirista principal e Caito Ortiz (“Papai é Pop”) dirige a produção, que ainda destaca no elenco Tatiana Tiburcio (“Malhação: Viva a Diferença”), Douglas Silva (“Fuzuê”), Jean Paulo Campos (“Carrossel: O Filme”), Jeniffer Dias (“Rensga Hits!”), Larissa Nunes (“Coisa Mais Linda”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Vaneza Oliveira (“3%”).   SCOTT PILGRIM: A SÉRIE | NETFLIX   A animação é inspirada nos quadrinhos de Bryan Lee O’Malley e no filme cult de Edgar Wright. Com estilo anime fofinho, seus episódios narram o romance entre o personagem-título e Ramona Flowers, a garota de seus sonhos, mas quando o crush está prestes a virar date, a situação vira uma luta interminável. É que, para namorar Ramona, Scott precisará enfrentar sete ex-namorados dela. O detalhe mais interessante da produção é que os atores que participaram da adaptação cinematográfica de 2010, “Scott Pilgrim contra o Mundo”, voltam a dar voz aos seus personagens. O elenco grandioso traz Michael Cera (“Arrested Development”) como a voz do personagem-título e Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Ramona, sem esquecer de Kieran Culkin (“Succession”), Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alison Pill (“The Newsroom”), Aubrey Plaza (“The White Lotus”), Brandon Routh (“Legends of Tomorrow”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Satya Bhabha (“Sense8”), Johnny Simmons (“The Late Bloomer”), Mark Webber (“Sala Verde”), Mae Whitman (“Intimidade Forçada”) e Ellen Wong (“GLOW”). Até o diretor Edgar Wright retorna como produtor do desenho, juntando-se ao autor dos quadrinhos originais nos bastidores da produção. A adaptação é assinada pelo roteirista BenDavid Grabinski (“A Felicidade é de Matar”), a direção é de Abel Gongora (“Star Wars: Visions”) e a animação está a cargo do estúdio japonês Science SARU (“Devilman: Crybaby”). FILMES   BESOURO AZUL | HBO MAX   O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – conquistou a crítica internacional graças a um elenco carismático e ao uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Mesmo assim, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos e efeitos visuais fracos. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como...

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    Harley Quinn | Série da Arlequina é renovada para 5ª temporada

    16 de novembro de 2023 /

    A plataforma Max (HBO Max no Brasil) encomendou a 5ª temporada de “Harley Quinn”, série animada para adultos centrada no personagem Arlequina, da DC. A renovação foi oficializada dois meses após o término da 4ª temporada. “Estamos emocionados que a notícia sobre a continuidade das desventuras de Arlequina e Hera Venenosa tenha sido finalmente divulgada para podermos parar de contar em segredo às pessoas”, disseram os produtores executivos Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey em um comunicado. “Devemos ter distribuído pelo menos três mil NDAs até agora. Foi um grande desperdício de papel.” Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta de Max e Adult Swim, celebrou a renovação em tom mais sério. “A talentosa equipe de ‘Harley Quinn’ mais uma vez conseguiu entregar uma temporada que se baseia em tudo o que veio antes, ao mesmo tempo que parece nova e inventiva. Eles continuam a fornecer histórias hilárias, comoventes e perturbadoras com nosso adorável grupo de desajustados da DC, e não poderíamos estar mais entusiasmados para que os fãs vejam o que eles realizaram na 5ª temporada.” A 4ª temporada encontrou Arlequina numa crise de identidade, após ela se juntar aos heróis de Gotham City e ficar em dúvidas sobre seu verdadeiro lugar. A série é uma criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada comédia da DC “Powerless”, e o elenco de dubladores é formado por Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Uma boa notícia é uma boa notícia: a temporada 5 de #HarleyQuinn está confirmadíssima na HBO Max 💜. Vejo vocês em breve, meus amores 💋 pic.twitter.com/MEz8769wTM — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) November 16, 2023

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    Disney prepara “Frozen 3″… e “Frozen 4”

    16 de novembro de 2023 /

    Antes mesmo da estreia de “Frozen 3”, a Disney já prepara um quarto filme. A revelação de que a equipe de animação do estúdio já trabalha em “Frozen 4” foi feita pelo CEO da Walt Disney Company, Bob Iger, em entrevista ao programa “Good Morning America” nesta quinta (16/11). “’Frozen 3′ está em desenvolvimento”, afirmou Iger. “E pode haver um ‘Frozen 4’ em desenvolvimento também. Mas não tenho muito a dizer sobre esses filmes no momento. Porém Jenn Lee, que criou Frozen – o original e o segundo filme –, está trabalhando duro com sua equipe da Disney Animation não em uma, mas na verdade em duas histórias”, confirmou ele. Curiosamente, as primeiras notícias apontavam que Jennifer Lee, codiretora e coroteirista dos primeiros filmes, não estaria envolvida na continuação, mas Bob Iger confirmou sua participação. Em 2018, a cineasta assumiu o cargo de chefe da Disney Animation, em substituição ao dispensado John Lasseter (“Toy Story”). Até o momento, não há informações ou detalhes concretos sobre as sequências. NEW: A new "Frozen 4" movie may be "in the works," @Disney CEO @RobertIger reveals! ❄️ Get the details here: https://t.co/LMUF7DsEHt pic.twitter.com/sDuNkrLr7P — Good Morning America (@GMA) November 16, 2023

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    Netflix cancela cinco séries, incluindo “Sombra e Ossos”

    15 de novembro de 2023 /

    A Netflix cancelou cinco séries, incluindo “Sombra e Ossos”, superprodução de fantasia que teve duas temporadas. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo, conhecida como Grishaverso, “Sombra e Ossos” foi criada por Eric Heisserer (roteirista de “Birdbox” e “A Chegada”) e se passava em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. O papel principal era desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série. O elenco também destacava o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”) como principal antagonista, além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). A maior ironia desse cancelamento é que há poucos dias, no evento Geeked Week realizado no fim de semana passado, a Netflix alardeou o lançamento de um game baseado na série.   Demais cancelamentos A outra série live-action cancelada foi “Glamourous”, uma comédia estrelada por Kim Cattrall (a Samantha Jones em “Sex And The City”). Na trama, ela dava vida a uma supermodelo veterana, dona de uma linha de cosméticos, que servia de mentora para um jovem gay (Miss Benny) que desafia as expectativas de gênero. Madolyn, a personagem de Cattrall, via no talento do jovem Marco uma chance de melhorar seus negócios, enquanto ele via sua vida deslanchar ao trabalhar com ela. Completam a lista de cancelamentos três animações adultas, “Agente Elvis”, “Capitão Fall” e “Farzar”. Produção de Priscilla Presley, “Agente Elvis” mostrava Elvis como um espião internacional. Desenvolvida pela dupla Jon Iver Helgaker e Jonas Torgersen (criadores da série “Norseman”), “Capitão Fall” seguia o pior capitão de marinha, que acidentalmente assumia o comando de um navio de contrabando para um terrível cartel internacional. Criação da dupla Roger Black e Waco O’Guin (de “Paradise PD”), “Farzar” girava em torno do filho de um ex-herói egoísta e atual rei de um planeta, que durante um ataque alienígena descobre estar vivendo uma mentira. Com a exceção de “Sombra e Ossos”, as demais produções tiveram apenas uma temporada disponibilizada.

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    A Fuga das Galinhas 2 | Trailer introduz filha rebelde de Rocky e Ginger

    15 de novembro de 2023 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo da continuação de “A Fuga das Galinhas” (2000), que mostra uma inversão na trama. Se no primeiro filme, o objetivo era fugir da granja, a história da sequência gira em torno de uma invasão. A prévia também revela a volta da Sra. Tweedy, vilã do “A Fuga das Galinhas” original. Grande sucesso de crítica e maior bilheteria de uma animação em stop-motion de todos os tempos, “A Fuga das Galinhas” contava a história de um grupo de galinhas que tentava fugir de uma granja para não virar torta. Na continuação, batizada de “A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets”, Rocky e Ginger agora vivem em um santuário longe dos humanos e tem uma filha, Molly. Tudo vai bem até que a adolescente rebelde resolve desafiar os pais e conhecer o mundo fora de sua ilha, onde acaba aprisionada e enviada para a nova versão da terrível granja da Sra. Tweedy, agora especializada em nuggets. Com isso, Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta à ação. Mudanças na equipe de produção O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Peter Lord (“Piratas Pirados!”) e Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”), que agora trabalham apenas como produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia no estúdio britânico Aardman após brilhar no americano Laika – os dois estúdios são os mais proeminentes da animação stop-motion em todo o mundo. Sem os dubladores originais, que incluíam Julia Sawalha (“Absolutely Fabulous”) e Mel Gibson (“Coração Valente”), as vozes de Ginger e Rocky são dubladas em inglês por Thandiwe Newton (“Westworld”) e Zachary Levi (“Shazam!”), enquanto a filha do casal tem a voz de Bella Ramsey (“Last of Us”). Apenas a Sra. Tweedy, que retorna com novo visual rejuvenescido, mantém sua velha voz, dublada por Miranda Richardson (da franquia “Harry Potter”) como no primeiro longa. A estreia está marcada para 15 de dezembro.

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    What If…? | Trailer apresenta novas versões alternativas dos heróis Marvel

    15 de novembro de 2023 /

    A Marvel divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “What If…?”, série animada em que o Vigia (voz de Jeffrey Wright) explora o multiverso, encontrando versões alternativas dos heróis dos quadrinhos. A série retorna em 22 de dezembro na Disney+, por isso o cartaz tem temática natalina. Além disso, o trailer faz menção a um dos melhores filmes de Natal de todos os tempos, “Duro de Matar” (1988), num diálogo hilário entre Darcy Lewis (Kat Dennings) e Happy Hogan (Jon Favreau). Nem todos os atores do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) participam da produção criada por AC Bradley. Alguns dos principais destaques da prévia tiveram suas vozes substituídas, como Viúva Negra (Lake Bell), Capitão América (Josh Keaton) e, claro, Pantera Negra (que não teve seu intérprete revelado até o momento). Mas a Capitã Carter continua dublada por Hayley Atwell e muitos outros astros reprisam seus papéis, como Cate Blanchett (Hela) e Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff). “What If…?” já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção e ainda ganhará a companhia de uma série derivada, “Marvel Zombies”, até o momento sem previsão de estreia.

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    Netflix divulga trailer de sua primeira série Pokémon

    14 de novembro de 2023 /

    A Nerflix divulgou o pôster e o trailer de “A Concierge Pokémon”, sua primeira série exclusiva de Pokémon. O vídeo fofo apresenta Haru, uma funcionária recém-contratada para recepcionar pokémons num resort especializado. Ela acaba ajudando e se tornando amiga de vários monstrinhos de bolso, mas principalmente de um Psyduck. Produzida pelo dwarf studios, a animação tem direção do curta-metragista Iku Ogawa e destaca a atriz japonesa Non (“Three Sisters of Tenmasou”) como voz de Haru. E chama atenção principalmente por ser uma produção em stop-motion, com bonequinhos movimentados quadro a quadro para criar a ilusão de movimento. A estreia está marcada para o dia 28 de dezembro. Confira o trailer em duas versões e também um vídeo dos bastidores da produção.

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