Quadrinhos de Bone vão virar série da Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma série animada baseada em “Bone”, quadrinhos icônicos de Jeff Smith. Vencedora de 10 prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “Bone” foi originalmente publicada de forma independente em 55 edições, de 1991 a 2004, na maior sequência já escrita e desenhada pelo mesmo artista na história do gênero. Equilibrando humor, ação e fantasia, “Bone” tem como principal inspiração os quadrinhos clássicos de Carl Barks (“Tio Patinhas”), Walt Kelly (“Pogo”) e a obra literária de J R.R. Tolkien (“O Senhor dos Anéis”). A trama gira em torno de três primos – Fone Bone, Phoney Bone e Smiley Bone – pequeninos, carecas, totalmente brancos e narigudos, que se perdem num deserto vasto, depois de serem expulsos de sua cidade natal, e acabam encontrando seu destino num vale repleto de criaturas maravilhosas e aterradoras. Smith está encarregado de supervisionar a exibição na TV. “Esperei bastante tempo por isso”, disse o autor, em comunicado. “A Netflix é a casa perfeita para Bone. Fãs dos quadrinhos sabem que a história se desenrola capítulo a capítulo, livro por livro. E uma série de animação é exatamente o melhor jeito de fazer isso”.
Elton John detona trilha sonora da nova versão de O Rei Leão
O cantor Elton John resolveu detonar a trilha do remake de “O Rei Leão”. Em entrevista para a revista britânica GQ, ele se disse decepcionado com a parte musical do filme, que teria sido estragada na nova versão feita em computação gráfica. Elton John venceu o Oscar de Melhor Canção Original em 1995 pela música “Can You Feel the Love Tonight”, que foi regravada por Beyoncé e Donald Glover no remake digital. “A nova versão de ‘O Rei Leão’ foi uma grande decepção para mim, porque eu acredito que eles estragaram a música (como um todo). A música era uma parte importante no filme original e a música no filme atual não teve o mesmo impacto. A magia e alegria foram perdidas. A trilha sonora não teve nem de perto o mesmo impacto nas paradas que 25 anos atrás, quando foi o álbum mais vendido do ano”, opinou. “A nova trilha sonora caiu fora das paradas rapidamente, apesar do enorme sucesso de bilheterias”, comparou. A trilha do remake de “O Rei Leão” contou com uma faixa composta por Elton John, que, entretanto, não teve o nível de envolvimento que desejava. Em vez dele, a produção optou por dar a Beyoncé o controle sobre as novas composições, como a música “Spirit”, lançada como principal canção da nova versão. “Eu gostaria de ter sido mais convidado para a diversão, mas a visão criativa do filme e sua música foram diferentes dessa vez e eu não fui realmente bem-vindo ou tratado com o mesmo nível de respeito. Isso me deixou extremamente triste. Eu fico feliz que o verdadeiro espírito da música da obra segue vivendo no musical de teatro ‘O Rei Leão'”, finalizou.
Oscar 2020: Sem Rei Leão, categoria de Melhor Animação tem número recorde de inscrições
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que organiza a cerimônia de premiação do Oscar, revelou nesta quarta (16/10) que 32 longas-metragens estão qualificados para concorrer à categoria de Melhor Animação. O número é recorde, demonstrando o aumento na produção de filmes do gênero. A lista inclui desde blockbusters da Disney, como “Toy Story 4” e “Frozen 2”, até produções internacionais, como o mexicano “Buñuel en el Laberinto de las Tortugas”, o francês “Perdi Meu Corpo” e o japonês “Weathering with You”. Este último também representa o Japão na disputa por uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional. Outro destaque é a inclusão de “Klaus”, o primeiro longa-metragem de animação produzido pela Netflix, que estreia em 15 de novembro. Por outro lado, uma ausência notável da lista é “O Rei Leão”. A própria Disney decidiu deixar o remake de Jon Favreau, feito inteiramente por meio de animação digital, fora do caminho de seus desenhos mais tradicionais. Os cinco indicados a melhor longa de animação serão revelados em 13 de janeiro, e o Oscar 2020 acontecerá em 9 de fevereiro. Confira abaixo a lista completa dos filmes qualificados para a disputa de Melhor Animação. Abominável A Família Addams Angry Birds 2 Another Day of Life Longe Buñuel en el Laberinto de las Tortugas Kaijû no Kodomo Dilili em Paris Frozen 2 Funan Primal Como Treinar o Seu Dragão 3 Perdi Meu Corpo Klaus The Last Fiction Uma Aventura LEGO 2 A Fantástica Viagem de Marona Link Perdido Ne Zha Zhi mo Tong Jiang Shi Waka Okami wa Shôgakusei! Pachamama Promare Rezo Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Um Espião Animal Les Hirondelles de Kaboul Ce Magnifique Gâteau! The Tower Toy Story 4 Upin & Ipin: Leris Siamang Tunggal Weathering with You White Snake
Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora
Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.
Ainda inédita no Brasil, animação da Família Addams tem continuação anunciada
A MGM já programou uma continuação da animação “Família Addams”, que estreou no fim de semana na América do Norte com faturamento de US$ 30 milhões em seus primeiros três dias em cartaz – atrás apenas do blockbuster “Coringa” nas bilheterias americanas. A continuação teve sua estreia marcada para 22 de outubro de 2021. O primeiro longa animado baseado nos personagens criados por Charles Addams em 1938, como cartuns da revista “The New Yorker”, trouxe as vozes de Charlize Theron (“Tully”) como Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) nos papéis dos filhos Vandinha (Wednesday) e Feioso (Pugsley), Nick Kroll (série “The League”) como o Tio Chico (Fester), Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams, Snopp Dog (“Meu Nome é Dolemite”) como o primo Coisa (It) e Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”) como a vilã Margaux Needler. Orçada em US$ 50 milhões, a produção deve se pagar facilmente, pois ainda nem começou a ser exibida fora dos Estados Unidos e Canadá. Com direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”), o filme estreia em 31 de outubro no Brasil.
Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha novo trailer comovente
A Disney divulgou um novo trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas são capazes de comover como os animais criados por computação gráfica em “O Rei Leão”. Apesar disso, é possível reparar que os bichos sofreram ligeiras alterações digitais em suas aparências – nas bocas falantes e no olhar apaixonado, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. A busca por realismo incluiu até a escalação de um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, para o papel de Vagabundo. Mas o politicamente correto contaminou a filmagem com um anacronismo que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, mas mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos. Assim como no clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. Para mostrar esse ponto de vista, o filme recria uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Imagens do especial de Halloween dos Simpsons revelam paródias de Stranger Things e A Forma da Água
A rede americana Fox divulgou as imagens do 666º episódio de “Os Simpsons”, que será o 30º especial anual de Halloween da longeva série animada. Intitulado “Treehouse of Horror”, o especial anual costuma ser uma antologia de curtas de temática de terror. As imagens revelam que este ano os temas dos curtas incluirão paródias da série “Stranger Things” e do filme “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro. Segundo a sinopse oficial, a 30ª “Treehouse of Horror” vai mostrar um demônio Maggie, uma missão para resgatar Milhouse de outra dimensão, o espírito de Homer morto experimentando novos corpos e Selma finalmente encontrando amor em um lugar improvável – com o alienígena do porão. O episódio será exibido no próximo domingo (20/10) nos Estados Unidos.
Brasil disputa cinco prêmios no Emmy Kids Internacional
Cinco produções brasileiras foram selecionadas para a disputa do Emmy Kids Internacional 2019. A premiação, que reconhece atrações infantis da TV mundial, teve seus indicados anunciados nesta segunda-feira (14/10) pela Academia da Televisão e premiará os vencedores em 31 de março numa cerimônia em Cannes, na França. Duas das indicações brasileiras são da série teen “Malhação”, da Globo. Vencedora do Emmy Kids 2018 com a temporada “Viva da Diferença”, a novelinha volta a concorrer como Melhor Série por “Vidas Brasileiras”. A trama contou a história de Gabriela Fortes (Camila Morgado), uma professora brasileira idealista que ultrapassava os limites da escola para entender cada um de seus alunos. A cada 15 dias, a trama mergulhava na vida de um dos alunos. A história tratou de temas como drogas, machismo, idealização do corpo, racismo, assédio, intolerância religiosa e maternidade precoce, entre outros. A segunda indicação veio pela ação “Malhação Ao Vivo”, do site Gshow, que trazia o elenco da série, ao lado de influenciadores digitais, fãs e especialistas, discutindo os acontecimentos da trama em transmissões nas redes sociais. “Malhação Ao Vivo” concorre na categoria de conteúdo digital. Os demais indicados são a 3ª temporada de “Irmão do Jorel”, do Cartoon Network, que concorre como Melhor Série de Animação, “The Voice Kids”, indicado na categoria de reality show pelo terceiro ano, e o documentário “Nosso Sangue, Nosso Corpo”, da Fox, que desmistifica a menstruação e foi indicado como Melhor Conteúdo Factual. Confira abaixo a lista completa das indicações. Melhor Série Infantil De Regels van Floor (Holanda) Guru Paarvai 4 (Cingapura) Jamie Johnson (Reino Unido) Malhação: Vidas Brasileiras (Brasil) Melhor Série de Animação Grizzy et les Lemmings (França) Irmão do Jorel (Brasil) Lamput (Índia) Zog (Reino Unido) Melhor Telefilme ou Minissérie Der Krieg und ich (Alemanha) Jacqueline Wilson’s Katy (Reino Unido) Joe All Alone (Reino Unido) Just Dance (Coreia do Sul) Melhor Conteúdo Pré-Escolar Animanimals (Alemanha) Bluey (Austrália) Petit (Chile) SuperWings Mission Teams (Coreia do Sul) Melhor Conteúdo Digital Lik Meg (Noruega) Malhação Ao Vivo (Brasil) MarcoPolo World School (Reino Unido) Ultra Nyt (Dinamarca) Melhor Conteúdo Factual My Life: Hike to Happiness (Reino Unido) Nosso Sangue, Nosso Corpo (Brasil) Ultras Like-Eksperiment (Dinamarca) What’s New? (Nigéria) Melhor Reality Show Hua Na Ha Kuob (Tailândia) Lego Masters (Reino Unido) Nachtraven (Bélgica) The Voice Kids (Brasil)
Vietnã tira animação Abominável dos cinemas devido a mapa polêmico
Os cinemas vietnamitas pararam de exibir a animação “Abominável” no último fim de semana, após uma cena que mostra um mapa com a “linha de nove raias” viralizar nas redes sociais. Esta linha tem conotação política, pois foi declarada unilateralmente pela China no Mar do Sul da China. A linha em forma de U consta de mapas chineses para ilustrar suas reivindicações sobre vastos trechos do Mar do Sul da China, entre eles porções que o Vietnã considera como sua plataforma continental, onde, inclusive, concedeu permissões para prospecção de petróleo. China e Vietnã travam uma disputa sobre rotas marítimas desde que, no início de julho, a China despachou uma embarcação para realizar uma pesquisa de energia em águas controlada pelo Vietnã. “Abominável”, que conta a história de uma menina chinesa que descobre um ieti morando em seu telhado, foi coproduzido pelo estúdio chinês Pearl Studio e pela DreamWorks Animation, e estreou nos cinemas vietnamitas em 4 de outubro. O filme foi tirado de cartaz no domingo depois que imagens da cena com o mapa foram amplamente compartilhadas em redes sociais. “Nós revogaremos”, disse Ta Quang Dong, vice-ministro da Cultura, dos Esportes e do Turismo, sobre a licença de exibição do filme, segundo o jornal Thanh Nien. O ministério está encarregado de autorizar e censurar filmes estrangeiros. Depois disso, uma recepcionista do estatal Centro Nacional de Cinema de Hanói confirmou que o Ministério da Cultura emitiu uma ordem exigindo que todos os cinemas vietnamitas parem de exibir o filme por causa da cena do mapa. Ele já não está mais em exibição no Vietnã, mas ainda pode ser visto no resto do mundo, inclusive nos cinemas brasileiros.
Frozen 2 ganha coleção de pôsteres e novo trailer dublado
A Disney divulgou cinco novos pôsteres internacionais e mais um trailer da animação “Frozen 2”, em versão dublada em português. A prévia explica melhor a trama, apresentando a nova jornada, desta vez compartilhada pelas irmãs Elsa e Anna, além de seus amigos, rumo a uma terra encantada. O vídeo também apresenta muitas piadas, que destacam o personagem Olaf. A continuação da animação de maior bilheteria de todos os tempos volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). E para ouvi-los, é preciso conferir o segundo vídeo abaixo, com a dublagem original – infelizmente, sem legendas. Detalhe: o Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Coringa ri do fiasco de Projeto Gemini com liderança folgada nas bilheterias
“Coringa” continua rindo à toa. O filme vagamente inspirado nos quadrinhos da DC Comics manteve liderança folgada nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, com larga vantagem em relação aos demais lançamentos do período. E o mesmo aconteceu no resto do mundo. Com US$ 55 milhões faturados entre quinta e domingo (13/10), a produção da Warner já atingiu 192,7 milhões só no mercado doméstico. O sucesso, porém, é muito maior no exterior, o que ajudou sua bilheteria mundial a somar US$ 543,9 milhões em apenas dez dias. Na Europa, o filme estrelado por Joaquin Phoenix já superou toda a arrecadação de “Logan”, “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”. Mas é na América Latina que vem obtendo suas maiores somas, a ponto de já aparecer empatado com o blockbuster “Batman vs. Superman” na região, e muito acima de “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”, além de registrar mais que o dobro da bilheteria do filme anterior do personagem, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. Os mercados internacionais em que “Coringa” está vendendo mais ingressos são Reino Unido (US$ 36,9 milhões), México (US$ 28,9 milhões), Coréia do Sul (US$ 28 milhões), Rússia (US$ 20,4 milhões) e Brasil (US$ 18 milhões). Para completar, o filme estreou na França e na Alemanha neste fim de semana batendo recordes de arrecadação. As três estreias amplas que arriscaram enfrentar o vilão dos quadrinhos em sua segunda semana em cartaz tiveram resultados variados. A animação “Família Addams” ficou em 2º lugar com respeitáveis US$ 30,2 milhões. O contexto é considerado positivo, diante da competição duríssima e do orçamento de US$ 50 milhões da produção, que poderia ser coberto com o sucesso internacional. Como parte desta estratégia, o lançamento do desenho foi restrito à América do Norte, chegando ao Brasil e a maioria dos demais países apenas a partir de 31 de outubro. Entretanto, o projeto de lucro pode ter sido esfriado pelas críticas negativas, que deixaram a aprovação do filme em apenas 44% no Rotten Tomatoes – mais difícil de vender no exterior. “Projeto Gemini” enfrenta problema ainda maior. A aposta em um suposto blockbuster 3D mundial fracassou epicamente. O thriller de ação estrelado por Will Smith, com tecnologia digital de última geração, fez apenas US$ 20,5M e abriu em 3º lugar nos Estados Unidos e Canadá. E não se saiu muito melhor no mercado internacional, onde abriu simultaneamente em 58 países e somou apenas US$ 39 milhões. Orçado em US$ 140 milhões sem P&A (custo de cópias e publicidade), “Projeto Gemini” vai dar prejuízo para a Sony. O tamanho do buraco já está sendo estimado em no mínimo US$ 60 milhões pelas publicações especializadas dos Estados Unidos. Mas pode aumentar com as críticas extremamente desfavoráveis – apenas 26% no Rotten Tomatoes. Será o segundo fracasso milionário consecutivo do diretor Ang Lee, que também privilegiou a tecnologia 3D de ponta em seu drama de guerra “A Longa Caminhada de Billy Lynn” (2016), orçado em US$ 40 milhões e que rendeu a quantia abissal de US$ 1,7 milhão nos cinemas norte-americanos. A terceira estreia da semana foi a comédia “Jexi”, escrita e dirigida pela dupla responsável por “Perfeita é a Mãe”, que implodiu em 9º lugar. Longe dessa tristeza comercial, o circuito limitado apresentou o maior sucesso por sala do ano inteiro, o drama sul-coreano “Parasita”, que estourou lotações nas três únicas telas em que começou a ser exibido. A arrecadação por sala do vencedor do Festival de Cannes ficou em US$ 125,4 mil, um fenômeno. Para dar a dimensão da façanha, a estreia de “Coringa” na semana passada rendeu exatamente 10% disso por sala. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 55M Total EUA e Canadá: US$ 192,7M Total Mundo: US$ 543,9M 2. Família Addams Fim de semana: US$ 30,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,2M Total Mundo: US$ 30,2M 3. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 20,5M Total EUA e Canadá: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Abominável Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ 108M 5. Downton Abbey Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 82,6M Total Mundo: US$ 152,6M 6. As Golpistas Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 98M Total Mundo: US$ 121,6M 7. Judy Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 14,9M 8. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 207,1M Total Mundo: US$ 445,6M 9. Jexi Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Ad Astra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ US$ 120,3M
Como Treinar seu Dragão vai ganhar especial de Natal
A DreamWorks Animation anunciou um novo capítulo da franquia “Como Treinar seu Dragão”. Intitulado em inglês “How to Train Your Dragon Homecoming”, a produção desta vez não será lançada nos cinemas. Ela foi encomendada como especial de fim de ano pela rede americana NBC. E já ganhou o primeiro pôster. Veja abaixo. O especial terá cerca de 30 minutos e se passará 10 anos depois da trilogia cinematográfica, mas antes do epílogo que encerrou a história. Segundo a sinopse oficial, o desenho começará com as versões maduras de Soluço e Banguela compartilhando histórias de sua relação especial com suas respectivas famílias enquanto se preparam para o Festival Snoggletog. Quando fica claro que a nova geração de vikings não se lembra da conexão entre dragões e humanos, Soluço faz um plano para celebrar os dragões com um grande desfile. Essa ideia leva a uma série de eventos hilários e empolgantes, mas independente da circunstância, todos em Nova Berk – jovens ou velhos – acabam sendo lembrados de que dragões e humanos estarão conectados para sempre. “Homecoming” deve contar com os retornos dos principais integrantes do elenco, como Jay Baruchel no papel de Soluço, America Ferreira como Astrid, Gerard Butler como Estoico, Craig Ferguson como Bocão e Christopher Mintz-Plasse como Perna-de-Peixe. Entretanto, o diretor e idealizador da franquia, Dean DeBlois, não estará envolvido com o projeto. Em seu lugar, Jonathan Groff (“Kung Fu Panda: Especial de Natal”) e Jon Pollack (da série “Modern Family“) assinam o roteiro, enquanto Tim Johnson (“Cada Um na Sua Casa”) assume a direção. A exibição está marcada para 5 de dezembro nos Estados Unidos, mas não previsão para a chegada do especial no Brasil. Depois de passar na TV, ele será disponibilizado na plataforma Hulu, que ainda não possui distribuição por aqui. E o fato de ir para a Hulu que não deixa de ser curioso, já que as séries animadas derivadas da franquia foram exibidas na Netflix.
Weathering with You: Animação japonesa que vai disputar vaga no Oscar ganha novo trailer
A GKids divulgou o pôster e o trailer americano de “Weathering with You”, novo anime de Makoto Shinkai, o diretor de “Seu Nome” (Your Name), que bateu recordes de bilheteria, tornando-se o desenho de maior sucesso da história do cinema do Japão em 2016. Assim como “Seu Nome”, o novo filme também lida com elementos sobrenaturais, ao acompanhar um garoto que, ao fugir para Tóquio, faz amizade com uma garota que parece poder manipular o clima. O tema das mudanças climáticas, numa metáfora da situação do mundo atual, ajudou o novo filme a repetir o sucesso do anterior no Japão, arrecadando mais de US$ 100 milhões nas bilheterias locais. Sua popularidade também inspirou o Japão a fazer uma escolha inusitada e selecionar “Weathering with You” para disputar uma vaga às indicações do Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional (categoria antigamente conhecida como Melhor Filme de Língua Estrangeira). “Weathering with You” tem estreia marcada para 7 de janeiro nos Estados Unidos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.












