Frozen 2: Clipe mostra nova música de Elsa cantada em 45 idiomas
A Disney lançou um clipe de “Into the Unknown”, que traz a música de “Frozen 2” interpretada em 45 idiomas. O mais impressionante é como “ÔÔÔ ÔÔ ÔÔÔÔÔÔ” soa igual em espanhol, cazaque e hindi. Por sinal, todas as vozes são muito parecidas, à exceção da japonesa e da brasileira, ligeiramente mais graves. A versão em português da cantora Taryn Szpilman (a Elsa brasileira), inclusive, encerra a montagem sonora. E para quem ficou esperando ouvir um “dentro do desconhecido” (tradução literal de “Into the Unknown”) bombástico, a frase que chega é “minha intuição” – o título da adaptação nacional. Assim como “Let It Go”, o grande hit do primeiro longa, a faixa é cantada em inglês por Idina Menzel no papel de Elsa – com uma ajudinha da cantora norueguesa Aurora -, mas também aparece nos créditos em versão da banda Panic! At the Disco. Os autores Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez são os mesmos de “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2014. “Frozen 2” estreou em 22 de novembro nos Estados Unidos e já vai atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial neste fim de semana. Mas os fãs brasileiros só vão poder vê-lo em 2 de janeiro. Na programação da Disney, Brasil e a Argentina serão os últimos países do mundo a exibir a animação.
Um Espião Animal ganha novo trailer dublado em português
A Fox divulgou mais um trailer dublada em português de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise), que tira do filme seu maior atrativo: as vozes em inglês de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com a dublagem americana – embora o estúdio tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. Ao som de rap, a prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). Juntos, os dois vão tentar impedir os planos de dominação de um supervilão. “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos. Compare abaixo o trailer dublado em português e o original, inclusive em relação à diferença gritante de qualidade de áudio.
Netflix vai produzir animação baseada em livro de Paul McCartney
Paul McCartney prepara um projeto em parceria com a Netflix. A plataforma de streaming vai produzir a adaptação de livro infantil do cantor, “Lá no Alto das Nuvens” (High in the Clouds), como um filme de animação, que contará com canções inéditas compostas pelo próprio McCartney. “Lá no Alto das Nuvens” é protagonizado por um esquilo chamado Wirral, que se envolve com um grupo de rebeldes após contrariar a terrível coruja Gretsch, uma cantora que inferniza a vida de qualquer um que demonstrar talento maior do que o dela. O livro foi lançado pelo ex-Beatle em 2005, em parceria com os escritores Geoff Dunbar e Philip Ardagh, e a ideia de transformá-lo numa animação vem circulando em Hollywood desde então. A produtora francesa Gaumont fechou parceria com a Netflix para finalmente tirar o projeto do papel. A adaptação será escrita por Jon Crocker, roteirista da franquia “Paddington”, e a direção está a cargo de Timothy Reckart, que foi indicado ao Oscar pelo curta animado “Head Over Heels” (2012). “Estamos animados com essa parceria com a Netflix”, comentou McCartney, em comunicado. “Eles complementam o que já é um time incrível de pessoas envolvidas neste filme, e nos dão a oportunidade de levar essa história para um público global”. Ainda não há previsão para a estreia.
Globo de Ouro confirma que O Rei Leão é “apenas” uma animação
A premiação da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood, conhecida como Globo de Ouro, não tem uma ficha corrida muito confiável em relação à definição de suas categorias. Afinal, já premiou a sci-fi “Perdido em Marte” como Comédia e teve grande dificuldades para entender se “Orange Is The New Black” era engraçada ou séria – foi classificada como Drama na 1ª temporada e Comédia em todas as demais, exatamente o oposto do que fez o Emmy. Entretanto, o Globo de Ouro acertou em cheio ao classificar “O Rei Leão” na disputa de Melhor Animação, durante o anúncio dos indicados nesta segunda-feira (9/12). Uma escolha óbvia, mas que pode representar um problema de percepção para a Disney. “O Rei Leão” foi todo criado em computação gráfica, não tem cenário nem atores em cena – nem sequer captura de performance, como em “Avatar” e “Planeta dos Macacos”. Mas a Disney optou por considerá-lo uma versão live-action (com atores) de seu clássico animado. De fato, o estúdio não inscreveu “O Rei Leão” para disputar o Oscar de Melhor Animação, nem mesmo o prêmio Annie, considerado o “Oscar da animação”. Foi uma estratégia para evitar competir consigo mesmo num ano em que também lançou “Toy Story 4” e “Frozen 2”. Em vez disso, colocou “O Rei Leão” na disputa de prêmios de Efeitos Visuais, com outros filmes “live-action”. Mas como o Globo de Ouro mostrou, apesar de todo seu realismo visual, “O Rei Leão” é “apenas” uma animação, criando um curto-circuito na tentativa de camuflar o óbvio. Numa analogia com outra famosa fábula encantada, o Rei Leão ficou nu diante da Academia.
Frozen 2 é primeira trilha de animação a liderar as paradas desde… Frozen!
O sucesso de “Frozen 2” nos cinemas, prestes a atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, está contagiando também as paradas musicais. A trilha sonora do filme atingiu o 1º lugar na lista de álbuns mais vendidos da revista Billboard, vendendo mais 80 mil cópias na semana passada, após estrear fora do Top 10 em 15 de novembro e aparecer em 3º lugar na semana passada. O disco da Walt Disney Records é a primeira trilha sonora de 2019 a chegar ao primeiro 1º lugar da Billboard 200, após “O Rei Leão” não cumprir as expectativas do mercado. É também a primeira trilha de animação a liderar o rankig em cinco anos, justamente desde o primeiro “Frozen”, que passou 13 semanas em 1º, entre o final de 2013 e o começo de 2014. Além de novas composições de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (dupla vencedora do Oscar de Melhor Canção por “Let It Go”), que são cantadas pelo elenco do filme, a trilha de “Frozen 2” também traz gravações de artistas populares, como as bandas Panic! At the Disco e Weezer e a cantora Kacey Musgraves. No Brasil, a trilha ainda foi disponibilizada com “dublagem” em português – isto é, com versões das músicas cantadas por intérpretes brasileiros. Mas apesar da versão nacional ter sido liberada junto da trilha original, o Brasil continua na lista de espera para ver o filme. De fato, será o último país do mundo, junto da Argentina, a receber a animação. A estreia nacional foi marcada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos. Ouça as duas versões da trilha sonora abaixo.
Disney se torna primeiro estúdio de Hollywood a faturar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial
O forte desempenho de “Frozen 2”, que superou os US$ 900 milhões de faturamento neste fim de semana, ajudaram a Disney a bater seu próprio recorde de arrecadação mundial. Oficialmente, o estúdio vai se tornar na segunda-feira (8/12) o primeiro a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. A projeção se baseia no fato de o estúdio ter chegado a US$ 3,28 bilhões no mercado interno e US$ 6,717 bilhões nas bilheterias internacionais. Isso dá US$ 9,997 bilhões até este domingo. Mas a conta é baseada em estimativas, que normalmente resultam inferiores ao fechamento oficial – nem todos os países informam os valores a tempo de fechar a conta. Ou seja, os US$ 10 bilhões já podem ter sido ultrapassados. De qualquer jeito, já se trata de um novo recorde de bilheteria mundial para qualquer estúdio, deixando muito para trás a melhor marca anterior, que era de US$ 7,6 bilhões e foi atingida pela própria Disney em 2016. E tem um detalhe. Estes números não levam em consideração os títulos da Fox, que começou o ano como um estúdio independente. Quando eles são adicionados, a bilheteria global combinada da Disney sobe para US$ 11,94 bilhões (US$ 3,8 bilhões no mercado interno e US$ 8,14 bilhões no exterior)… até o momento. O estúdio comandado pelo CEO Bob Iger também bateu o recorde de faturamento anual do mercado norte-americano, ao atingir US$ 3,2 bilhões de ingressos vendidos nos Estados Unidos e Canadá na semana passada – superando com folga os US$ 3,09 bilhões da própria Disney em 2018. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” deve atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial até o próximo fim de semana, transformando-se no sexto filme da Disney a atingir a marca neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015. E vale lembrar que o estúdio ainda tem “Star Wars: A Ascensão Skywalker” para lançar neste mês!
Playmobil – O Filme tem a pior estreia de cinema de 2019 nos EUA
A animação “Playmobil – O Filme”, baseada na linha de brinquedos alemães de mesmo nome, foi lançada neste final de semana na América do Norte com um desempenho histórico. O longa, que traz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) e Daniel Radcliffe (o Harry Potter) entre seus dubladores, ocupou 2,3 mil salas de cinema, mas arrecadou apenas US$ 660 mil entre sexta e domingo (8/12) nos Estados Unidos e Canadá. O resultado representou o 14º lugar no ranking de arrecadações do fim de semana, abaixo de lançamentos limitados, como o drama sul-coreano “Parasita”, que é falado em idioma estrangeiro e está em cartaz em apenas 330 salas. Mas ficar fora do Top 10 foi o detalhe menos impressionante de seu desastre. O que chamou atenção do mercado foi o fato de que o montante arrecado representa a pior estreia ampla de cinema de 2019. E não só isso. Trata-se realmente de uma das piores aberturas de todos os tempos. “Playmobil – O Filme” teve desempenho tão negativo que ocupa o 4º lugar num ranking das piores aberturas de cinema já realizadas dos Estados Unidos e Canadá, compilado pelo site Box Office Mojo – a pior é outra animação: “Os Oogieloves e a Aventura no Grande Balão”, que rendeu US$ 440 mil em 2,1 mil salas em 2012. Coprodução entre França e EUA, o desenho dos bonequinhos de plástico se saiu um pouco melhor no mercado internacional, onde faturou US$ 12,4 milhões. Mas isto nem começa a pagar a conta do elenco de dubladores, num orçamento de US$ 75 milhões gastos para produzir o filme. O desempenho frustrante vai representar um grande prejuízo para os co-financiadores Wild Bunch, Pathe, Dimitri Rassam e On Animation. Para a sorte da STX, a empresa americana pagou apenas para distribuir o filme e não investiu em sua produção. Além do fiasco financeiro, “Playmobil – O Filme” também foi explodido pela crítica, que o considerou, em resumo, uma “versão pobre do filme da LEGO”, com somente 19% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes. Pressentindo essa reação, seus dubladores famosos não promoveram o filme. Não fizeram entrevistas de divulgação, nem avisaram sobre a estreia em suas redes sociais, O filme do “Playmobil” marcou a estreia na direção de Lino DiSalvo, que, ironicamente, foi chefe de animação de “Frozen: Uma Aventura Congelante”, uma das maiores bilheterias da animação em todos os tempos. E para completar o roteiro foi escrito por Jason Oremland e Greg Erb, que também trabalharam na Disney, em “A Princesa e o Sapo”. A trama acompanha dois irmãos, que são transformados em bonecos Playmobil e precisam achar uma forma de voltar ao mundo real. Em sua jornada, eles visitam vários cenários diferentes no mundo de brinquedo, como uma cidade no Velho Oeste americano, uma arena de gladiadores na Roma Antiga e um reino de conto de fadas. E fazem novos amigos e inimigos. O maior fiasco de 2019 chega ao Brasil na próxima semana (19/12). Veja abaixo o trailer dublado em português do lançamento.
Frozen 2 já soma mais de US$ 900 milhões em bilheteria mundial
A animação “Frozen 2” se manteve na liderança das bilheterias da América do Norte pelo terceiro fim de semana consecutivo, somando mais US$ 34,3 milhões nos últimos três dias para atingir um total de US$ 337,5 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas muito mais impressionante é seu desempenho internacional, onde o faturamento é duas vezes maior. Por conta disso, a produção já ultrapassou a marca dos US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais. Ao todo, são US$ 919.6 milhões arrecadados mundialmente. O sucesso da continuação do filme de 2013 já quebrou vários recordes financeiros, inclusive maior estreia animada mundial de todos os tempos. Mas o público brasileiro está fora dessa conta. O lançamento nacional foi marcado apenas para 2 de janeiro, última data de estreia do filme no mundo. O desempenho de “Frozen 2” também está empurrando a Disney em direção a um recorde histórico de faturamento, transformando o estúdio no primeiro a atingir US$ 10 bilhões de bilheteria anual no mundo, em todos os tempos. Em contraste com esse fenômeno, a única grande estreia da semana na América do Norte representou um fracasso igualmente histórico para outra animação. “Playmobil – O Filme” abriu em mais de 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 660 mil. O resultado representou o 14º lugar no ranking de arrecadações, abaixo de lançamentos limitados, como o drama sul-coreano “Parasita”, que é falado em idioma estrangeiro e está em cartaz em apenas 330 salas. Trata-se do maior fiasco de 2019, que chega ao Brasil na próxima semana (19/12). Clique aqui para saber mais detalhes – e recordes negativos – da produção. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Frozen 2 Fim de semana: US$ 34,3M Total EUA e Canadá: US$ 337,5M Total Mundo: US$ 919,6M 2. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 14,1M Total EUA e Canadá: US$ 63,4M Total Mundo: US$ 124M 3. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 91,1M Total Mundo: US$ 167,6M 4. Queen & Slim Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 26,8M 5. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 43,1M Total Mundo: US$ 43,1M 6. Dark Waters – O Preço da Verdade Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 5,2M Total Mundo: US$ 5,3M 7. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 23,9M Total Mundo: US$ 26,6M 8. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 41,9M Total Mundo: US$ 49M 9. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 53,4M Total Mundo: US$ 108,1M 10. Coringa Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 332,1M Total Mundo: US$ 1B
Animação A Princesa e o Robô vai ganhar remake com tecnologia digital
Um dos filmes mais famosos da Turma da Mônica, “A Princesa e o Robô”, vai ganhar remake. A novidade foi contada pelo próprio Mauricio de Sousa, criador dos personagens, durante a CCXP 2019. Ele disse que os têm muito saudosismo do filme e pretende produzir uma versão com tecnologia digital moderna. “Em uma técnica muito mais desenvolvida, talvez até em 3D e tudo mais”, afirmou ele. Produzido em 1983, “A Princesa e o Robô” foi o segundo filme da Turma da Mônica. E não se baseava em nenhuma história prévia. Vagamente inspirado na franquia “Star Wars”, mostrava a Turma da Mônica viajando pelo espaço em busca de um coração para uma criatura robótica chamada Robôzinho, com objetivo de possibilitar um casamento entre ele e a coelhinha Mimi, que era uma princesa de seu planeta de origem. Mas para isso Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali precisam enfrentar o vilão Lorde Coelhão, que faz de tudo para impedir que as crianças consigam realizar seu objetivo.
Cavaleiros do Zodíaco: Parte 2 do remake ganha primeiras imagens e data de estreia
A Netflix revelou as primeiras imagens e anunciou a data de estreia da Parte 2 de “Saint Seiya: Cavaleiros do Zodíaco”, remake do anime dos anos 1980. As novidades foram disponibilizadas na conta japonesa da plataforma no Twitter. Confira abaixo. Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série é uma coprodução da Netflix com a Toei Animation, responsável pela animação original, e terá mais 6 episódios disponibilizados – metade do total de capítulos encomendados – , completando a temporada inaugural, originalmente iniciada em julho passado. Os novos episódios também foram escritos por Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”) e tiveram sua estreia marcada para o dia 23 de janeiro. Além da série inédita, a Netflix também disponibilizou todos os episódios da versão clássica de “Os Cavaleiros do Zodíaco” (1986) em seu catálogo. _人人人人人人人人人人_> 小宇宙を燃やせ! < ̄Y^Y^Y^Y^Y^Y^Y^Y^Y ̄ Netflixオリジナルアニメシリーズ『聖闘士星矢: Knights of the Zodiac』2020年1月23日(木)よりパート2(全6話)全世界一挙独占配信🎉 聖闘士の頂点・黄金聖闘士が動き出す―!#ネトフリアニメ #聖闘士星矢KoTZ pic.twitter.com/rdI5YedPvP — Netflix Japan Anime (@NetflixJP_Anime) December 6, 2019
Frozen 2: Kristen Bell é a princesa Anna em novo clipe com a banda Weezer
A Disney divulgou o clipe da banda Weezer para a música “Lost in the Woods”, que faz parte da trilha sonora da animação “Frozen 2”, e conta com uma participação muito especial. O vídeo traz a banda tocando numa floresta gelada, enquanto o cantor Rivers Cuomo persegue o fantasma de uma paixão – “sem você, estou perdido na floresta” diz a letra, metáfora que o clipe transforma numa situação literal. Em seu desespero pelo coração partido, Rivers começa a ver miragens, que assumem a forma da Princesa Anna, da animação, como uma personagem de carne e osso. É quando a atriz Kristen Bell, dubladora original da heroína animada, agracia o clipe com seu sorriso. No filme, a música é entoada por Kristoff, personagem do ator Jonathan Groff. Lançado há duas semanas nos Estados Unidos, “Frozen 2” já bateu vários recordes de arrecadação, inclusive maior estreia animada mundial de todos os tempos. Mas o público brasileiro está fora dessa conta. O lançamento nacional foi marcado apenas para 2 de janeiro, última data de estreia do filme no mundo.
Série animada baseada em Velozes e Furiosos ganha primeiro trailer
A DreamWorks Animation divulgou o primeiro trailer de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto” (Fast & Furious: Spy Racers), série animada derivada da franquia “Velozes e Furiosos” que será exibida na Netflix. A prévia mostra os carros e personagens da franquia, que vai girar em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (Vin Diesel). Ele é recrutado por uma agência federal para se infiltrar em uma liga profissional de corridas que serve como fachada para uma poderosa organização criminosa. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A estreia vai acontecer em 26 de dezembro.
Mulan: Novo trailer resume a trama do remake live-action da Disney
A Disney divulgou um novo pôster oficial e o segundo trailer legendado de sua versão live-action de “Mulan”, que faz um grande resumo da trama. A principal diferença em relação ao trailer anterior é que, desta vez, há elementos sobrenaturais e é possível ver uma fênix vermelha fazendo as vezes do dragão Mushu. Mesmo assim, a prévia parece mais uma obra tradicional chinesa de artes marciais que uma fábula live-action da Disney, em parte porque não apresenta o humor do desenho original do estúdio. Em vez disso, foca-se mais na premissa, para explicar porque a jovem Mulan assume disfarce masculino com o objetivo de ingressar no exército chinês – e assim poupar o sacrifício de seu pai. Há garantia de muitas cenas de ação, graças à contratação de astros chineses do gênero, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Mas isso é pouco explorado no vídeo. Na verdade, mesmo as cenas que deveriam ser épicas parecem menos imponentes que os grandes filmes chineses do gênero. Difícil deixar de pensar o que Zhang Yimou, Ang Lee ou Wong Kar-Wai fariam à frente dessa produção. A direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. Mas Niki Caro é ocidental. Curiosamente, não faltam mulheres chinesas à frente de grandes produções de Hollywood nesse momento – Cathy Yan em “Aves de Rapina” e Chloé Zhao em “Eternos”. Em compensação, a intérprete de Mulan, Liu Yifei (“O Reino Perdido”), parece perfeita no papel, o que ajuda a minimizar até suas declarações políticas – motivo de tensão com Hong Kong. O elenco também inclui o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que foi musa de Zhang Yimou nos anos 1990. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












