The Weeknd vira anime em clipe com produção japonesa
O cantor canadense The Weeknd também aderiu à animação como forma de superar as limitações impostas à produção de videoclipes – e filmes e séries – pela pandemia de covid-19. Nos últimos dias, vários artistas lançaram clipes animados – como Dua Lipa e até Pabllo Vittar. O clipe da música “Snowchild” foi dirigido por Arthell Isom, que trabalhou nas equipes de vários animes, como “Gintama – O Filme” (2010), “Uma Carta para Momo” (2011) e na série mais recente de “Lupin the Third” (de 2012), além de ser o primeiro artista negro a possuir um estúdio de animação no Japão, D’ART Shtajio. “Snowchild” tem produção do D’ART Shtajio, conta com animadores japoneses e traz The Weeknd andando por um futuro devastado, em meio a referências de alguns de seus clipes mais famosos.
Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson vão estrelar série animada como eles mesmos
Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson voltarão a atuar juntos, desta vez numa animação. A “Dupla Explosiva” do cinema vai estrelar a série animada “Futha Mucka”, produzido pela plataforma Quibi. Eles não vão apenas dublar. Vão estrelar mesmo. Na trama, os dois atores darão voz a versões fictícias deles mesmos, em uma história que mostrará Reynolds sofrendo um acidente e Jackson sendo o principal responsável por cuidar de sua saúde, o que, segundo a sinopse, promete gerar todo tipo de confusão e situação insólita. O resumo parece muito a trama do filme francês “Intocáveis” (2011), mas como desenho animado e com atores americanos em papéis supostamente (mas absolutamente não) reais. Já o título remete ao trocadilho de uma expressão imprópria, que soa como “mutha fucka” – o bom e velho “filho da mãe”, na versão para menores. A produção, que terá episódios curtos como todos os programas da Quibi, foi desenvolvida pelos irmãos roteiristas Jim e Brian Kehoe (“Não Vai Dar”) e ainda não tem previsão de estreia. Reynolds e Jackson também vão estrelar uma continuação de “Dupla Explosiva”, filme de ação que os juntou pela primeira vez em 2017. Chamada, em inglês, de “The Hitman’s Wife’s Bodyguard”, a sequência já foi filmada e deve chegar aos cinemas em 2021.
Pabllo Vittar vira super-heroína em clipe animado do estúdio de Super Drags
Pabllo Vittar voltou a virar desenho animado num novo clipe. Depois de aparecer na curta série animada “Super Drags”, artista retomou as curvas desenhadas no vídeo de “Rajadão”. A animação foi realizada pelo Combo Estúdio, justamente a produtora responsável por “Super Drags” da Netflix – além de “Any Malu Show” do Cartoon Network. E segue a mística de transformar drag queen em super-heroína, como na série – desta vez, com influência de Tempestade, personagem dos X-Men. As cenas animadas aparecem mescladas a imagens live-action de Pabllo, que se livra de correntes no vídeo, enquanto a música vai do sertanejo-axé-brega ao batidão eletrônico. Indigesto em outros tempos, o mistureba style define o superpop genérico atual.
Elena de Avalor vai terminar com coroação da primeira rainha latina da Disney
A Disney anunciou o fim do desenho animado “Elena de Avalor” por meio de um vídeo de bastidores, em que intérpretes e produtores se despedem da atração. A série de Elena, a primeira princesa latina da Disney, vai chegar ao fim em 23 de agosto, no canal pago Disney Junior, num episódio especial em que a jovem finalmente se tornará rainha de seu reino. Assim, ela também se tornará a primeira rainha latina do estúdio de animação mais famoso do mundo. Criada por Craig Gerber (criador também da “Princesinha Sofia”), Elena é originalmente dublada pela atriz dominicana Aimee Carrero (série “Young & Hungry”) e, ao longo de três temporadas, salvou seu reino de uma feiticeira chamada Shuriki e demonstrou como é possível governar como benevolência, mesmo sem ter idade para isso. O capítulo final, batizado de “Elena de Avalor: Dia da Coroação”, apresentará a ascensão de Elena ao trono, agora que ela cresceu o suficiente para se tornar rainha. Vários integrantes do elenco estelar de convidados da série ao longo da produção, retornarão para dublar seus personagens no final. Os astros incluem Jaime Camil e Gina Rodriguez (ambos de “Jane the Virgin”), Mario Lopez (“Galera do Barulho”), Rachel Brosnahan e Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”), Whoopi Goldberg (“Ghost – Do Outro Lado da Vida”), Melissa Fumero e Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Gina Torres (“Suits”), Kether Donohue (“You’re the Worst”), Tyler Posey (“Teen Wolf”) e Nestor Carbonell (“Bates Motel”). Além disso, Mark Hamill (“Star Wars”), Fred Armisen (“Portlandia”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Jenny Slate (“Big Mouth”) e Patrick Warburton (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) participarão em novos papéis no final. O encerramento da série não significa que a personagem será abandonada. Ela pode ganhar especiais na plataforma Disney+ (Disney Plus), onde a série também é disponibilizada.
Haruma Miura (1990 – 2020)
O ator japonês Haruma Miura, conhecido por interpretar Eren Jaegar na adaptação cinematográfica do mangá “Ataque dos Titãs”, morreu no sábado (17/7) aos 30 anos. Segundo vários veículos da imprensa japonesa, Miura foi encontrado desacordado em sua casa em Tóquio e declarado morto na chegada ao hospital. A Polícia Metropolitana de Tóquio está investigando a morte como um possível suicídio. O ator nasceu na capital japonesa em 1990 e iniciou sua carreira na televisão aos 13 anos, aparecendo desde então em várias séries japonesas. Aos 16, ele estreou no cinema, atuando logo como protagonista em “Catch a Wave” (2006), como um adolescente que resolve participar de uma competição profissional de surfe. Ele trabalhou com alguns dos diretores mais populares do Japão, como Takashi Miiki em “Operação Corvo 2” (2009) e Takashi Yamazaki em “The Fighter Pilot” (2013), filme que lhe rendeu uma indicação como Melhor Ator Coadjuvante na premiação da Academia Japonesa de Cinema. Miura estrelou os dois longas live-action da franquia “Ataque dos Titãs” em 2015, e também participou de adaptações dos mangás “Gintama”, “Gokusen”, “Naoko” e da dublagem do anime “Harlock: Space Pirate”. Seus últimos papéis foram na série “Two Weeks”, lançada há duas semanas no Japão, “Gift of Fire”, drama de Hiroshi Kurosaki sobre a tentativa japonesa de criar uma bomba atômica no final da 2ª Guerra Mundial, ainda sem previsão de estreia, e “Brave: Gunjyo Senki”, adaptação do mangá homônimo que se encontrava em plena filmagem.
Netflix vai lançar longa animado de Richard Linklater sobre a Apollo 11
A Netflix fechou a aquisição de “Apollo 10 1/2: A Space Age Adventure”, o novo filme do diretor Richard Linklater (“Boyhood”). O longa é uma produção híbrida de animação e cenas live-action sobre o pouso da nave Apollo 11 na lua em 1969. Inspirado pela infância do diretor em Houston, no Texas, o filme vai contar a história do pouso histórico sob diferentes perspectivas: dos astronautas, do controle da missão e de um garoto entusiasmado, vizinho da NASA, que acompanha a saga pela TV. A produção terá participações de Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) e Zachary Levi (“Shazam!”) e as filmagens com os atores reais terminaram em março, antes da pandemia paralisar as produções, faltando apenas a parte em animação do longa para ser finalizada. Linklater já fez anteriormente um híbrido animado, “O Homem Duplo” (2006), adaptação de um romance de Philip K. Dick estrelada por Keanu Reeves, Winona Ryder, Robert Downey, Jr. e Woody Harrelson.
Netflix vai produzir série animada baseada nos quadrinhos de Usagi Yojimbo
A Netflix anunciou a produção de “Samurai Rabbit: The Usagi Chronicles”, nova série animada baseada nos cultuados quadrinhos de “Usagi Yojimbo”, criados por Stan Sakai. O projeto foi anunciado pela primeira vez em 2018 por Sakai e o cineasta James Wan (“Aquaman”), que vão produzir juntos a adaptação. A ideia é fazer uso de computação gráfica e trazer referências de anime. A saga de Usagi Yojimbo, um ronin (samurai sem mestre) do Japão medieval, começou em 1984 em publicações independentes de Sakai, em meio a muitas lutas de espadas, intrigas políticas, Yokais (fantasmas) e criaturas mitológicas. Mas sempre se diferenciaram de criações do gênero por um detalhe. Seus personagens são bichos antropomórficos – como em “Zootopia” (2016), por exemplo. O protagonista é nada menos que um audacioso coelho espadachim. Ao contrário dos quadrinhos, porém, a série não acompanhará acompanhará o grande guerreiro Miyamoto Usagi, mas um descendente adolescente do futuro, Yuichi na sua jornada para se tornar um verdadeiro samurai, seguindo o exemplo do seu grande antepassado. Acompanhado de aliados, como um ninja e um ladrão acrobata, ele enfrentará todo tipo de desafios e inimigos até atingir seu objetivo. A série animada será uma coprodução do estúdio francês Gaumont, a Atomic Monster (produtora de James Wan) e a Dark Horse Entertainment (divisão de mídia da editora que atualmente publica o personagem). Apesar de nunca ter estrelado sua própria série, Usagi Yojimbo já apareceu na TV, num crossover que se estendeu a três produções animadas diferentes das “Tartarugas Ninja”. Mais recentemente, ele coestrelou um arco de três episódios de “As Tartarugas Ninja” da Nickelodeon em 2017. Ainda não há previsão para a estreia da atração da Netflix.
Nova série animada de Star Trek ganha primeiro trailer
A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro trailer da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela os personagens e o tom de humor da nova série animada passada no universo trekker. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.
A Fuga das Galinhas 2: Atriz substituída na sequência acusa produtores de preconceito etário
Uma das principais vozes do sucesso infantil “A Fuga das Galinhas”, lançado em 2000 e até hoje a maior bilheteria de animação em stop-motion de todos os tempos, acusou os produtores de “preconceito etário” por retirá-la da sequência. Recém-anunciada, a sequência será disponibilizada pela Netflix, mas sua produção permanece a cargo do estúdio Aardman, especializado em animações com massinhas e responsável pelo filme original. Ao ser substituída, a atriz inglesa Julia Sawalha, que dublou Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais usando a hashtag #ageism (preconceito etário) e revelando ter ficado “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. “A razão que eles deram é que minha voz agora parece ‘muito velha’ e eles querem uma atriz mais nova para repetir o papel”, disse a atriz de 51 anos, que tinha 30 na época do primeiro filme. “Normalmente, nessas circunstâncias, uma atriz teria a chance de fazer um teste de voz para determinar a adequação de seu tom, mas eu não tive essa oportunidade”. Sawalha contou que teve a iniciativa de gravar seu próprio teste de voz em casa, e afirma que um membro da equipe de produção concordou que não soava mais velha. “No entanto, eles declararam ‘Vamos querer refazer a voz de Ginger'”, observou ela, apontando que sua demissão ocorreu antes de ser anunciado que o segundo personagem principal do filme, Rocky, dublado no original por Mel Gibson, também seria reformulado, por causa da mesma desculpa: sua voz “parece velha”. A substituição de Mel Gibson, claro, tem outros motivos, como escândalos de violência doméstica e manifestações racistas, que não combinam com uma produção infantil do século 21. Neste caso, a desculpa soa como uma justificativa polida para a substituição. Mas a intérprete de Ginger não se conforma de ser incluída nesta reformulação. “Eu me esforcei ao máximo para provar à produção que minha voz está quase igual à do filme original”, acrescentou. “Se eles usarem alguns dos membros originais do elenco… vamos ser francos, sinto que fui injustamente demitida”. “Dizer que estou arrasada e furiosa seria um eufemismo”, continuou Sawalha. “Sinto-me totalmente impotente, algo nisso não parece verdadeiro. Confio nos meus instintos e eles estão acenando bandeiras vermelhas. Estou triste por ter perdido a chance de trabalhar com Nick Park e Peter Lord com quem aprendi tanto. Nós três criamos Ginger”. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”) e Peter Lord (“Piratas Pirados!”), que agora serão apenas produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia na Aardman. A sequência de “A Fuga das Galinhas” vai mostrar a ilha livre de humanos, onde as galinhas agora vivem, e apresentar Molly, filha de Ginger e Rocky. Quando uma nova ameaça surge, Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta em ação. A produção deve começar apenas em 2021 e não há previsão para sua estreia. Além de Ginger, Julia Sawalha é conhecida por ter vivido Safron, a filha de Edina (Jennifer Saunders) na série de sucesso “Absolutely Fabulous” (1992–2012). Ela não atua desde o lançamento do filme derivado desta atração, em 2016. Chicken Run 2 announcement! I have officially been plucked, stuffed & roasted. If you are interested, do read what I have to say about it.#ageism @actforchangehqhttps://t.co/MqUCOLWuPZ — Julia Sawalha (@JuliaSawalha1) July 9, 2020
Dua Lipa ganha clipe inspirado em desenhos clássicos de Betty Boop
A cantora inglesa Dua Lipa lançou um clipe animado para “Hallucinate”, faixa dançante que flerta com o estilo nu disco do Daft Punk. O desenho animado é produzido pelo estúdio The Mill, com direção de Lisha Tan, e também têm referências claras. Suas imagens remetem à era de ouro da animação, especialmente aos curtas de Max Fleischer com a pin-up Betty Boop, o palhaço Koko e o cão Fitz nos anos 1930. No clipe, Dua Lipa é basicamente uma versão moderna de Betty Boop, vivendo uma de suas típicas aventuras com música e dança, que logo se transformam em pesadelo opressor do qual precisa se libertar. Lisha Tan já tinha demonstrado sua paixão por desenhos clássicos ao assinar a animação de um clipe de Jay-Z, “The Story of O.J.”, em 2017 – inspirado por toons racistas de Rudolf Ising e Bob Clampett. Este também é o segundo clipe animado seguido da cantora, que antes de “Hallucinate” lançou “Break My Heart” como um desenho, em maio. As duas músicas fazem parte do disco “Future Nostalgia”, segundo álbum da cantora.
Elza Soares enfrenta o apocalipse brasileiro em clipe animado
A cantora Elza Soares lançou em seu canal no YouTube o clipe de “Juízo Final”. A gravação é uma releitura do samba clássico de Nelson Cavaquinho, lançado em 1973, num arranjo “rock’n’roll”, segundo avaliação da própria Elza, que escolheu a canção para refletir o duelo entre o bem e o mal “como estamos atravessando nesse período drástico no Brasil e no mundo”. “Quero ter olhos pra ver a maldade desaparecer”, diz a letra famosa, também entoada por Clara Nunes e Alcione, e concebida como reação às trevas da ditadura militar. O vídeo foi criado e dirigido por Pedro Hansen, que já tinha feito um clipe animado para a banda Vanguart (“Casa Vazia”). Na narrativa futurista, Elza pilota uma nave espacial para combater o mal, situado numa Brasília desértica e pós-apocalíptica.
Curta animado vencedor do Oscar 2020 vai virar série na HBO Max
A HBO Max encomendou uma série animada baseada em “Hair Love”, produção premiada com o Oscar 2020 de Melhor Curta de Animação. O cineasta Matthew A. Cherry, que escreveu, dirigiu e produziu o curta original, será responsável pela nova atração, batizada de “Young Love”. Ele vai trabalhar com o veterano animador Carl Jones (“The Boondocks”, “Black Dynamite”) na série para expandir o mundo da família Young – incluindo os pais Stephen e Angela, sua pequena filha Zuri e seu gato de estimação Rocky – e mostrar seu cotidiano de lutas, enquanto tentam equilibrar carreiras, casamento, paternidade, questões sociais e dinâmicas multigeracionais, esforçando-se para conseguir uma vida melhor. “Estou entusiasmado para continuar contando a história de Stephen, Angela e Zuri e explorar ainda mais a dinâmica familiar da jovem família negra atual que estabelecemos em nosso curta ‘Hair Love’, agora numa série animada”, disse Cherry, no comunicado do projeto. “Não poderia pedir melhores parceiros na Sony Pictures Animation e HBO Max para nos ajudar a divulgar o ‘Young Love’ no mundo”. Não há previsão de estreia para a nova atração, que terá uma temporada inicial de 12 episódios. Vale lembrar que “Hair Love” começou como uma produção independente, realizada graças a uma campanha de financiamento coletivo e só se materializou graças à dedicação de Cherry, que era jogador de futebol americano antes de decidir seguir sua paixão pelo cinema. O curta é sua primeira animação, mas ele já tinha dirigido um longa, “9 Rides” (2016), premiado no circuito dos festivais indies dos EUA. A trama edificante do desenho segue a primeira tentativa de um pai afro-americano de arrumar o cabelo da filha, enquanto sua esposa se recupera de um tratamento de câncer no hospital. A ideia para o projeto surgiu do desejo de Matthew de promover o amor ao cabelo negro, e ao mesmo tempo contrariar o estereótipo do pai negro ausente. Um mês depois de vencer o Oscar, “Hair Love” foi adquirido pela Sony, que está por trás do projeto de transformá-lo em série. Aproveite e veja abaixo a versão completa, divertida e emocionante do curta premiado.
Nova série animada de Transformers ganha trailer dublado em português
A Netflix divulgou um trailer dublado em português e uma coleção de pôsteres de sua série animada de “Transformers”, que pretende contar, pela primeira vez, o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia revela uma animação computadorizada em estilo de anime (animação japonesa), o título nacional e a data de estreia. Chamada de “Transformers: War For Cybertron Trilogy – O Cerco”, um título maior que o imponente Megatron, a série vai retratar o conflito entre as duas facções dos robôs transformistas em seu planeta natal, ao ponto de destruí-lo quase inteiramente. O título escolhido pela Netflix teria a ver com a decisão de dividir os 15 episódios em três temporadas (trilogy), cada uma com uma etapa diferente da história. Por curiosidade, “War For Cybertron” também é o nome de um antigo game da franquia, lançado pela Activision em 2010. O projeto está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por séries animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto no ano passado pela AT&T, após comprar a Time Warner. A franquia também deve ganhar um longa animado para o cinema, mas os projetos da fábrica de brinquedos Hasbro em parceria com a Paramount estão sendo reavaliados, após “Bumblebee” decepcionar nas bilheterias – arrecadou US$ 458 milhões mundiais, com um custo de produção de US$ 135 milhões. “Transformers: War For Cybertron Trilogy – O Cerco” tem lançamento marcado para 30 de julho em streaming. Confira abaixo o trailer nacional e a versão americana, com as dublagens originais.












