(Des)encanto: Trailer mostra personagens em novas Terras Encantadas
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “(Des)encanto”, série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”. A prévia mostra a princesa Bean indo a outras terras encantadas, como a Terra das Máquinas, onde recebe a oferta de uma aliança entre a magia e a ciência. A trama se passa em um lugar mágico chamado Terra dos Sonhos (Dreamland), descrito como “um reino medieval em ruínas”, e acompanha três protagonistas: a Princesa Bean, o elfo chamado Elfo e o demônio Luci. Eles são dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”), respectivamente. Com 10 episódios, a 3ª temporada estreia em 15 de janeiro em streaming. Uma boa notícia para os fãs é que a produção já está confirmada até a 4ª temporada. Uma má notícia para os fãs é que a Netflix costuma cancelar as séries quando elas atingem essa duração.
Trailer revela os perigos da 2ª temporada de Jurassic World: Acampamento Jurássico
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Jurassic World: Acampamento Jurássico”, série animada derivada da franquia “Jurassic Park”. A continuação foi confirmada após três semanas da estreia da 1ª temporada, disponibilizada em 18 de setembro. A trama de “Acampamento Jurássico” (Jurassic World: Camp Cretaceous) é basicamente a mesma de “Jurassic World” (2015), com crianças correndo perigo após ataques de animais pré-históricos, à solta no parque temático. De fato, a história acontece simultaneamente aos eventos do primeiro filme da nova trilogia, antes do parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, ser desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018). Na nova prévia, as crianças da série descobrem que não estão sozinhas, sugerindo o aparecimento da versão animada de alguns dos protagonistas da franquia. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”), e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A 2ª temporada estreia em 22 de janeiro.
Os Croods 2 completa três fins de semanas no topo das bilheterias dos EUA
A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu terceiro fim de semana seguido. O filme da DreamWorks/Universal faturou US$ 3 milhões entre quinta e domingo (13/12), totalizando US$ 24,1 milhões na América do Norte. No mercado internacional, a sequência arrecadou outros US$ 8,4 milhões, chegando a um total global de US$ 76,3 milhões. Apesar do valor razoável diante da pandemia, ainda não é suficiente para equilibrar as despesas. A animação custou US$ 65 milhões apenas para ser produzida. Mas os planos da Universal para recuperar o investimento neste e em outros títulos têm chamado a atenção do mercado. Graças a um acordo sem precedentes com as redes de cinema dos EUA, que permite ao estúdio encaminhar os títulos em cartaz para locação online após apenas três fins de semana nos cinemas, o retorno tem sido praticamente garantido. Isto também dá à Universal uma disposição para realizar lançamentos nos cinemas que nenhum de seus rivais parece demonstrar. Não por acaso, os cinemas dos EUA atualmente só exibem filmes da Universal, ao lado de títulos antigos de catálogo (como “Um Duende em Nova York” e “Férias Frustradas de Natal”) e a comédia indie “Guerra com o Vovô”. Não houve nenhum novo lançamento amplo no circuito norte-americano desde que “Os Croods 2” foi lançado por volta do Dia de Ação de Graças. No entanto, o drama romântico “Wild Mountain Thyme”, estrelado por Emily Blunt, teve um lançamento limitado na sexta passada (11/12). Destruído pela crítica (só 28% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa chegou em 450 cinemas e rendeu somente US$ 100 mil.
Raya e o Último Dragão terá lançamento simultâneo nos cinemas e na Disney+
Apesar da estreia de “Mulan” em streaming, a Disney não demonstrou inclinação para seguir a opção radical da WarnerMedia, que decidiu lançar todo seu calendário de 2021 simultaneamente nos cinemas e em sua plataforma, HBO Max. Durante o evento corporativo batizado de Dia do Investidor, na noite de quinta (10/12), a Disney anunciou apenas um lançamento simultâneo. A nova animação do estúdio, “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), chegará aos cinemas e à Disney+ (Disney Plus) em 12 de março. A estreia em streaming, porém, será cobrada a parte dos assinantes do serviço, como aconteceu com “Mulan” nos EUA, dentro da proposta de première digital. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran, a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”. Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com os dragões. Porém, monstros malignos chamados Druun invadiram esse mundo e os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, os Druun estão de volta, mas um dragão foi deixado para trás, caso a ameaça reaparecesse. Raya, então, parte atrás do último dragão, chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Ela encontra a criatura na forma de uma velha (dublada por Awkwafina, de “Jumanji: Próxima Fase”), e as duas devem recuperar a identidade perdida do dragão para deter os Druun para sempre. Além dessa dupla, a trama também destaca o bichinho de estimação da heroína, Tuk Tuk, um adorável tatu-bola – que fica menos fofo após se tornar gigante. A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou sua distribuição para 12 de março de 2021 nos EUA. A data foi mantida pela Disney e o lançamento ampliado com a opção de streaming. Confira abaixo os trailers da produção, em versões dublada e legendada em português.
Disney fará séries derivadas de Operação Big Hero, Zootopia, A Princesa e o Sapo e Moana
A Disney anunciou a produção de quatro novas séries para seu serviço de streaming baseados em personagens de alguns de suas animações mais populares dos últimos anos. Reveladas durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), as atrações são “Baymax!”, centrada no robô de “Operação Big Hero” (2014), “Zootopia+”, que acompanhará alguns dos personagens de “Zootopia” (2016), como a preguiça Flash, Fru Fru e os tigres dançantes, e duas produções de princesas, “Tiana”, com a personagem de “A Princesa e o Sapo” (2009), e “Moana” sobre a heroína mirim do filme homônimo de 2016. “Baymax!”, “Zootopia+” e “Tiana” estrearão em 2022, enquanto a série “Moana” ficou para 2023. Conheça abaixo os logotipos das quatro atrações.
Pixar prepara séries animadas com personagens de Carros e Up – Altas Aventuras
A apresentação do estúdio de animação Pixar no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), revelou vários projetos em andamento para o cinema e o streaming da Disney+ (Disney Plus). Além de vários longas-metragens (como “Lightyear”, “Luca” e “Turning Red”), o chefe do estúdio, Pete Docter (diretor de “Divertida Mente”), anunciou três novas séries para a plataforma digital. Duas delas são expansões de franquias de cinema da Pixar e a outra é uma obra original. Previsto para o segundo semestre de 2021, “Dug Days” vai seguir o cachorrinho Dug, introduzido no filme “Up – Altas Aventuras”, de 2009, em novas peripécias. A produção foi desenvolvida pelo codiretor de “Up”, Bob Peterson, que também continuará a dublar o cãozinho em seus episódios, enquanto ele “descobre os perigos dos subúrbios – como outros cachorros, fogos de artifício e esquilos”, segundo a sinopse. A nova atração também contará com o retorno do veterano ator Ed Asner ao papel do velhinho Carl Fredericksen. Ainda sem título definido, a segunda série vai se passar no mundo dos desenhos de “Carros”, seguindo Relâmpago McQueen (Lightning McQueen) e Mate (Mater) em uma viagem pelos EUA. Apresentando personagens antigos e novos, a produção estreará na Disney+ (Disney Plus) no segundo semestre de 2022. Por fim, a série original que completa a lista é “Win or Lose”. Seus episódios vão acompanhar uma equipe de softball do ensino médio na semana que antecede um jogo importante do campeonato, com cada episódio contado a partir da perspectiva de um personagem diferente. É um conceito diferente para série animada, por isso só podia vir da Pixar. Mas os fãs do estúdio precisarão de paciência para conferir o resultado. A estreia ficou apenas para o segundo semestre de 2023.
Pixar anuncia primeiro longa da diretora de Bao
A cineasta Domee Shi, que assinou “Bao”, curta premiado com o Oscar em 2019, vai dirigir seu primeiro longa animado para a Pixar. A novidade foi anunciada durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), e foi acompanhada por uma imagem da protagonista da produção – em suas duas versões. Veja acima. Intitulado “Turning Red”, o filme vai acompanhar uma adolescente chamada Mei, que se transforma em um panda vermelho gigante quando fica muito agitada. A estreia está marcada para 11 de março de 2022.
Buzz Lightyear vai ganhar filme de origem da Pixar
A Pixar vai realizar um filme solo de Buzz Lightyear. O primeiro longa derivado de “Toy Story” foi anunciado durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12). Chamado de “Lightyear”, a produção será uma história de origem do personagem animado. Mas não voltará a contar com a dublagem de Tim Allen. No lugar do dublador original, o filme trará Chris Evans (o Capitão América da Marvel) no papel principal. “Lightyear” mostrará como um jovem piloto de testes se tornou o herói espacial conhecido como Buzz Lightyear. O estúdio também apresentou a primeira imagem da versão jovem do personagem, que pode ser vista abaixo. O filme será dirigido por Angus MacLane, codiretor de “Procurando Dory”, que trabalhou como animador em “Toy Story 2” e “Toy Story 3”, além de ter comandado dois curtas da franquia, “Um Pequeno Grande Erro” e “Toy Story de Terror”. O lançamento está marcado para os cinemas em 17 de junho de 2022. Here’s a first look of the young test pilot that became the Space Ranger we all know him to be today. Lightyear launches into theaters June 17, 2022. pic.twitter.com/Ho2ChPrQbx — Disney (@Disney) December 11, 2020
Trailer de What If…? traz despedida de Chadwick Boseman como Pantera Negra
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “What If…?”, série da Marvel Studios que vai estrear em 2021 na plataforma de streaming. A atração é baseada na linha de quadrinhos conhecida no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. Os quadrinhos de “O Que Aconteceria Se…” foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram como a vida seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série será a primeira animação integrada ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e deve adaptar sua premissa original para realizar uma exploração do multiverso. Como revela a prévia apresentada no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, que parecem se desenrolar em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha. Além dos desenhos evocaram os intérpretes dos personagens nos filmes do MCU, o detalhe mais interessante dessa produção é que eles são dublados pelos atores que lhes deram vida no cinema. No caso de Peggy, a atriz Hayley Atwell (“Agente Carter”). Além dela, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu), Chris Sullivan (Taserface) e até o falecido Chadwick Boseman (Pantera Negra), em sua última participação no MCU. Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia, dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. A conferir. A previsão de estreia é para 2021.
Hoops é cancelada após uma temporada
A Netflix cancelou a série animada adulta “Hoops” após apenas uma temporada. A revista Variety apurou que a plataforma não se empolgou com o desempenho da produção, lançada em 21 de agosto. “Hoops” era uma criação de Ben Hoffman, roteirista do “The Late Late Show with James Corden”, e tinha produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A atração girava em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e sua boca suja – e por ser filho de um antigo astro do basquete. Mas ele acreditava que sua vida miserável poderia mudar completamente se conseguisse fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. O papel principal era dublado pelo ator Jake Johnson, que voltava a trabalhar com mais três atores de “New Girl” na produção, Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Além deles, o elenco vocal também incluía Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nick Swardson (“Os 6 Ridículos”), Sam Richardson (“Veep”) e W. Earl Brow (“Deadwood”). Veja o trailer da série abaixo.
Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA
A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.
Estrela da série Bia grava versão nacional de Reflection da trilha de Mulan
A atriz Gabriella Di Grecco, uma das estrelas brasileiras da série “Bia”, da Disney, gravou uma nova versão nacional de “Reflection”. Intitulada “Imagem a Refletir”, a música ganhou um clipe e curiosamente traz uma letra diferente da versão disponibilizada na época do desenho dos anos 1990. A canção da trilha da animação “Mulan”, indicada ao Oscar em 1999, também toca no remake em live-action, disponibilizado nesta sexta (4/12) na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), entoada por Christina Aguilera, que, por sinal, também regravou a música original especialmente para o filme.
Cinemas exibem Trolls 2, Poderoso Chefão 3 e seis filmes brasileiros
O Brasil continua a receber nos cinemas os títulos que saíram em versão digital nos EUA. A novidade da programação desta semana é “Trolls 2”, animação musical em que os trolls dublados em inglês por Justin Timberlake e Anna Kendrick descobrem que há mais estilos de músicas no mundo que o pop comercial. A produção fez tanto sucesso em PVOD nos EUA, que a Universal se sentiu empoderada para pressionar as redes de cinema a diminuir a janela de exibição cinematográfica, algo que seria impensável antes do coronavírus e que agora é condição para o estúdio liberar seus filmes em tela grande. Os cinemas ainda exibem, por curto período, o relançamento de “O Poderoso Chefão 3”. Reeditada por Francis Ford Coppola, esta versão ganhou novo começo, fim diferente e mais ritmo, e o resultado encantou o elenco original, conforme entrevistas recentes atestam. Coppola ficou meio ano trabalhando na edição, entre 300 latas de negativos originais, e em vez de fazer o filme engordar com a inclusão de muitas cenas, o resultado entra em cartaz como um filme mais magro (isto é, mais curto) e em melhor forma artística. Com um título diferente, “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, também chegará em PVOD para locação digital daqui a cinco dias. Entre as demais estreias, vale conferir “Belle Époque”, romance premiado no César (o Oscar francês), e dois destaques nacionais (entre meia dúzia de lançamentos brasileiros): “M8 – Quando a Morte Socorre a Vida”, drama de Jeferson Dê (“Bróder”) sobre racismo, tema infelizmente muito relevante no país, e o western cangaceiro “Sertânia”, premiada no Festival Guarnicê, com bela fotografia em preto e branco e direção de Geraldo Sarno (“O Último Romance de Balzac”). Confira abaixo os trailers de todos os lançamentos de cinema desta quinta (3/12). Trolls 2 | EUA | 2020 O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone | EUA | 1990-2020 Belle Époque | França | 2019 M8 – Quando a Morte Socorre a Vida | Brasil | 2019 Sertânia | Brasil | 2018 Guerra de Algodão | Brasil | 2018 New Life S.A. | Brasil | 2018 Soldado Estrangeiro | Brasil | 2019 Niède | Brasil | 2019 Amizade Maldita | Canadá | 2019












