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    Hayao Miyazaki anuncia que fará um último longa animado, seu primeiro com computação gráfica

    14 de novembro de 2016 /

    O cineasta Hayao Miyazaki planeja fazer um último longa animado, após ter anunciado a aposentadoria. Durante entrevista ao canal NHK, o mestre da animação japonesa declarou que irá transformar o curta “Kemushi no Boro” em um longa-metragem, seu primeiro feito em computação gráfica. Ele explicou que não ficou satisfeito com o resultado do curta, que seria seu primeiro trabalho totalmente criado por CGI, e, por isso, decidiu se dedicar mais ao projeto. Para justificar o esforço, irá expandi-lo como longa-metragem. “Ainda não contei nada para a minha mulher”, brincou. O longa ainda não tem data prevista para chegar aos cinemas mundiais, mas, como de praxe, será feito no Studio Ghibli. Vale lembrar que o diretor de 75 anos anunciou sua aposentadoria depois de finalizar “Vidas ao Vento“, em 2013. Alguns dos clássicos do diretor incluem “Nausicaä do Vale do Vento” (1984), “O Castelo do Céu” (1986), “Meu Amigo Totoro” (1988), “Princesa Mononoke” (1997) e “A Viagem de Chihiro” (2001), que venceu o Oscar de Melhor Animação.

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    Godzilla vai ganhar longa animado dos diretores de Knights of Sidonia

    20 de agosto de 2016 /

    O rei dos monstros vai ganhar seu primeiro longa animado. A produtora Toho anunciou que prepara uma animação sobre Godzilla e que a ideia é lançá-lo nos cinemas já em 2017! A animação será dirigida pela dupla Hiroyuki Seshita e Kôbun Shizuno, responsável pela cultuada série animada japonesa “Knights of Sidonia” (2014), com roteiro de Gen Urobuchi, criador da série animada “Psycho-Pass” (2012-2014). “Pretendemos produzir entretenimento em animação de grande escala, para ser visto por quem ama Godzilla e também para quem nada sabe sobre ele”, declarou Shizuno em entrevista à revista Variety. Por incrível que pareça, Godzilla só teve uma produção animada em todos os seus 62 anos de existência: uma série da década de 1970, produzida nos EUA e com pouca relação com seu histórico cinematográfico. O monstro gigante, que em breve vai lutar contra King Kong, voltou recentemente aos cinemas japoneses, no longa “Godzilla: Resurgence” (Shin Godzilla), a primeira produção da Toho com a criatura desde “Final Wars”, de 2004. O filme estreou em 29 de julho e já faturou US$ 50 milhões, superando até mesmo o desempenho da recente versão americana de Godzilla, que arrecadou US$ 31,6 milhões.

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    Netflix divulga teaser de seu primeiro longa animado japonês

    25 de julho de 2016 /

    O Netflix divulgou o primeiro teaser do anime “Blame!”, primeiro longa animado japonês lançado mundialmente pelo serviço de streaming. A prévia curta apenas alude ao clima pós-apocalíptico da trama, que adapta o mangá homônimo de Tsutomu Nihei, artista cultuado, que recebeu homenagem e prêmio pela carreira na San Diego Comic-Con 2016. “Blame!” se passa num futuro distante, no qual o que sobrou da humanidade vive na Megaestrutura, um imenso e perigoso labirinto que enlouqueceu e está totalmente fora de controle. E no meio dessa loucura está Killy, um sujeito misterioso determinado a salvar a civilização humana do esquecimento. Publicada inicialmente como um mangá entre os anos de 1997 e 2003, “Blame!” ainda não tinha sido adaptada nem sequer como série. A produção, por sinal, foi consequência do sucesso de “Knights of Sidonia” no Netflix, série animada derivada de outra obra de Nihei. No anúncio da produção, David Lee, o vice-presidente internacional de Originais Netflix, deu a entender que a plataforma pretende explorar mais animes em seu futuro. “Estamos sempre ansiosos para oferecer os melhores animes originais e trabalhar com os mais conceituados criadores da indústria”, ele afirmou. Coproduzido pela Polygon Pictures, a animação tem direção de Hiroyuki Seshita (também de “Knights of Sidonia”) e previsão de estreia apenas para 2017.

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    Yu-Gi-Oh!: Veja dois trailers do filme que comemora os 20 anos da franquia animada

    20 de março de 2016 /

    4K Media divulgou o pôster e dois trailer (um para o Japão e outro para os EUA) de “Yu-Gi-Oh! – The Dark Side of Dimensons”, longa japonês de animação que continua a história da série animada e do mangá “Yu-Gi-Oh!”, que está completando 20 anos. Quem assina a história é Kazuki Takahashi, o próprio criador de “Yu-Gi-Oh!”. Na trama, ameaçados por uma força misteriosa, os eternos rivais Yugi Mutou e Seto Kaiba decidem testar suas forças em mais um duelo de cartas de monstros. Como também foi anunciado que os quadrinhos de “Yu-Gi-Oh!” voltarão a ser publicados, após um hiato de 12 anos, é possível que o filme seja o início de uma nova saga com os personagens. Por sinal, o jogo de cartas colecionáveis de “Yu-Gi-Oh!” nunca parou de receber novas expansões. E até a Konami já confirmou que lançará um novo game de “Yu-Gi-Oh!” para o 3DS este ano. “Yu-Gi-Oh! – The Dark Side of Dimensons” será o quarto longa da franquia, seis anos após o último lançamento nos cinemas, com estreia marcada para 23 de abril no Japão. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Roteiristas de Terremoto escreverão versão com atores de Astro Boy

    18 de fevereiro de 2016 /

    Os roteiristas Andre Fabrizio e Jeremy Passmore (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) foram contratados para desenvolver a versão live action do anime “Astro Boy”, informou o site The Hollywood Reporter. “Astro Boy” foi criado pelo lendário artista Osamu Tezuka (1928-1989) num mangá de 1952, que por sua vez foi adaptado como anime em 1963 e se tornou o primeiro grande sucesso internacional da animação japonesa. O impacto foi tanto que, desde então, todos os desenhos japoneses adoram suas características, inaugurando a moda de exagerar no tamanho dos olhos dos personagens. A estética clássica dos animes começou com “Astro Boy”. A trama se passava num mundo futurístico, onde androides conviviam com seres humanos, e acompanhava o personagem-título, um poderoso robô criado pelo chefe do Ministério da Ciência para substituir seu filho falecido. Esta premissa foi mantida nos dois remakes que a série já ganhou, em 1980 e 2003. Recentemente, o personagem estrelou um longa de animação. Dublado por Freddie Highmore (série “Bates Motel”) e lançado em 2009, o filme se provou um grande fracasso de bilheteria e faliu a empresa Imagi Animation Studios, sediada em Hong Kong. O filme ainda não tem diretor definido.

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    As Memórias de Marnie emociona com sensibilidade sobrenatural

    30 de novembro de 2015 /

    Não fosse a marca forte e de qualidade dos estúdios Ghibli, “As Memórias de Marnie” talvez não tivesse a boa recepção internacional que merecidamente teve. Afinal, não é assinado por Hayao Miyazaki e Isao Takahata, os dois nomes mais conhecidos do estúdio. Mas o filme de Hiromasa Yonebayashi é um primor em sua história sobre solidão, amizade e relações familiares, aliado a um crescente e instigante clima de mistério. O contexto é muito comum à cultura japonesa, que lida com o próximo de uma maneira mais distanciada, enquanto, paradoxalmente, imagina os espíritos com formas físicas, como comprovam obras referenciais do J-horror, como “Contos da Lua Vaga” (1953), de Kenji Mizoguchi, e “Kwaidan – As Quatro Faces do Medo” (1964), de Masaki Kobayashi. Não que “As Memórias de Marnie” se enquadre exatamente nessa categoria, embora a tangencie (os momentos que aproximam a animação de um horror gótico lembram, inclusive, certas produções do gênero da velha Hollywood). A animação deixa claro, desde o início, que há algo de estranho na garotinha loira que mora em uma mansão abandonada. O lugar só pode ser acessado quando a maré está baixa ou via barco. E essa dificuldade cria um objeto de fascinação para a solitária Anna. Quando ela visita a mansão pela primeira vez, logo percebe que o lugar está abandonado. Mas vê que as luzes estão acesas. E finalmente tem a primeira visão e contato com a nova amiga. Há nuances nesse relacionamento que permitem imaginar que a atração entre as duas é mais que amizade, uma espécie de amor romântico, graças a detalhes como a forma como tocam suas mãos num barco, o momento em que Anna a convida para sua casa e a cena da dança na festa patrocinada pelos pais aristocratas de Marnie. O que as torna íntimas é a solidão que ambas sentem. As duas são órfãs e, por meio de suas conversas e flashbacks, os encontros viram confidências, aproximando-as também do espectador. Embora ameace cair no melodrama, “As Memórias de Marnie” se contém, evitando a manipulação ao atingir seu pico emocional, lá pelo finalzinho, quando o filme revela seu verdadeiro tema, a autodescoberta. E quando também, junto com Anna, o espectador finalmente descobre quem de fato é Marnie. Belo e sensível, “As Memórias de Marnie” foi indicado ao Oscar 2016 na categoria de Melhor Animação.

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    As Memórias de Marnie trata da adolescência com encanto e magia

    21 de novembro de 2015 /

    Provável último filme do estúdio Ghibli – que legou ao cinema obras-primas como “Meu Amigo Totoro” (1988), “A Viagem de Chihiro” (2001) e o recente “A Lenda da Princesa Kaguya” (2013) – , “As Memórias de Marnie” é um trabalho de uma sensibilidade e delicadeza ímpares. E mesmo que não chegue a ser tão perfeito como os citados acima, é um filme maravilhoso e emocionante – o que nos força a cair novamente no clichê já comum às obras do Ghibli: um verdadeiro poema em movimento. O filme conta a história da garota Anna, filha de pais adotivos, introvertida e solitária, que é enviada, por conta de problemas de saúde, para passar alguns dias na casa dos tios, no interior, que fica próxima a um lago. A rotina e um certo marasmo destes dias logo são quebrados quando a garota conhece Marnie, uma garota de cabelos loiros que parece ser a única habitante da mansão abandonada que fica do outro lado do lago. O filme não faz questão de disfarçar ou enganar o espectador, investindo no tom de magia desde o início. Assim, fica logo claro que Marnie não é uma garota comum. A relação entre as duas cresce com o tempo, com Anna encontrando em Marnie a amizade verdadeira que tanto procurava. Marnie, por sua vez, vê em Anna a possibilidade de (re)viver com alegria momentos que pareciam para sempre desaparecidos. Dirigido por Yomasa Yonebaiashi (“O Mundo dos Pequeninos”), Marnie tem uma traço mais tradicional – longe da ousadia estética de “Kaguya”, por exemplo – , mas compensa isso com uma animação fluída e natural, além de uma paleta de cores absurdamente linda, capaz de transformar cada quadro em um verdadeira pintura. Some-se a isso uma trilha sonora perfeita e o resultado não é menos que fascinante. O filme é baseado no livro homônimo da escritora inglesa Joan G. Robinson, e traça um primoroso registro de diversas questões da adolescência, como a falta de habilidade em lidar com os sentimentos, a necessidade de pertencimento e o desejo quase insuportável de se sentir feliz e amada. Com Marnie, Anna aprende a lidar com seus sentimentos e a enfrentar suas dúvidas e frustrações, principalmente relativas à família que nunca conheceu – um arco que será devidamente trabalhado ao longo do filme. E mesmo quando dá uma derrapada em seu terço final, tornando-se quase redundante em suas revelações – outrora apresentadas de forma bem mais sutil e inteligente – é impossível não se emocionar ao extremo das lágrimas com os desdobramentos da relação entre Marnie e Anna, almas gêmeas que compartilham algo muito maior do que uma simples amizade. Se este for o canto do cisne dos Estúdios Ghibli, que sucumbiu diante de um mercado cada vez mais comercial, que assim o seja: uma despedida leve, despretensiosa, mas tão repleta de magia e emoção quanto se poderia desejar.

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