Clipe de Pabllo Vittar traz cantor animado com música da série Super Drags
A Netflix divulgou o clipe da música “Highlight”, que Pabllo Vittar canta na série animada “Super Drag”. O vídeo em estilo “cheguei” começa com a versão animada de Vittar na série, a cantora Goldiva, e logo mostra a carne, osso e closes por trás da personagem, com seu arsenal de figurinos e força nas perucas. Além de Pabllo – que, vale lembrar, faz sucesso como drag queen, mas não é transexual – , a série contará com as vozes de ícones LGBTQIA+ brasileiros, como Silvetty Montilla e Suzy Brasil. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. A animação é para maiores de 16 anos e estreia nesta sexta (9/11) em streaming.
Super Drags ganha vídeo com Pabllo Vittar, Silvetty Montilla e criadores da série
A Netflix divulgou um featurette de “Super Drags”, primeira animação brasileira do serviço de streaming, que apresenta as vozes por trás das protagonistas e também comenta o mundo LGBTQIA+ abordado pela série. Uma das dubladoras da série é Pabllo Vittar, que interpretará Goldiva. Entre as demais vozes, Silvetty Montilla será Vedete Champagne, Suzy Brasil fará a voz de Juracy, e Guilherme Briggs dá voz a dois personagens. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. A estreia acontece em 9 de novembro de 2018.
Academia de Hollywood seleciona animação brasileira Tito e os Pássaros para disputar o Oscar 2019
O filme brasileiro “Tito e os Pássaros” se qualificou entre os 25 longas selecionados para disputar o Oscar 2019 de Melhor Animação. O anúncio da lista foi feito nesta quarta-feira (24/10) pela Academia de Artes e Ciência Cinematográficas dos Estados Unidos. O longa dirigido por Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto foi exibido em vários festivais internacionais importantes, como Annecy, na França, e Toronto, no Canadá, além de ter vencido o Anima Mundi, no Brasil. O filme acompanha um menino de 10 anos empenhado em combater uma epidemia de medo que deixa as pessoas assustadas e doentes. “Tito e os Pássaros” ainda não tem previsão de estreia. O Brasil disputou o Oscar da categoria pela primeira vez em 2016, com a indicação de “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu, que ficou entre os cinco finalistas ao prêmio. Neste ano, o candidato brasileiro terá pela frente concorrentes de peso, como “Os Incríveis 2”, da Pixar, “Wifi Ralph: Quebrando a Internet”, da Disney, “Ilha de Cachorros”, do diretor Wes Anderson, desenhos de super-heróis da DC e da Marvel, o chinês “Have a Nice Day”, que é comparado aos filmes de Tarantino, além de um predomínio avassalador de animes japoneses, como “Lu está Livre”, “Mirai”, “The Night Is Short, Walk on Girl”, “Liz and the Blue Bird”, “Maquia: When the Promised Flower Blooms” e “Fireworks: Luzes no Céu”. As indicações definitivas ao Oscar serão reveladas em 22 de janeiro e a premiação anunciará os vencedores no dia 24 de fevereiro, em cerimônia que será transmitida ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira abaixo a lista dos 25 filmes selecionados. “Ana y Bruno” “O Grinch” “O Homem das Cavernas” “Fireworks: Luzes no Céu” “Have a Nice Day” “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas” “Os Incríveis 2” “Ilha de Cachorros” “The Laws of the Universe – Part I” “Liz and the Blue Bird” “Lu está Livre” “MFKZ” “Maquia: When the Promised Flower Blooms” “Mirai” “The Night Is Short, Walk on Girl” “On Happiness Road” “Wifi Ralph: Quebrando a Internet” “Ruben Brandt, Collector” “Sgt. Stubby: An American Hero” “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” “PéPequeno” “Homem Aranha: No Aranhaverso” “Tall Tales” “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” “Tito e os Pássaros”
Super Drags: Série animada dublada por Pabllo Vittar ganha trailer contra haters
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Super Drags”, sua primeira animação brasileira, que vem precedido por um aviso de que se trata de material adulto. É a deixa para a prévia enfiar o pé na jaca e abusar dos closes. O desenho é basicamente “As Meninas Superpoderosas” com drag queens, com três super-empoderadas que voam espalhando raios de arco-íris contra os terríveis haters, vilões do mal. Com alusões anatômicas e sexualmente óbvias, a prévia também é garantia de mais chiliques conservadores. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e desde então desperta chiliques e pitis. Os protestos começaram nos Estados Unidos, onde uma entidade cristã lançou uma petição online para impedir que a série fosse exibida. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclamava a petição. A ojeriza foi imitada no Brasil por duas outras entidades: a Sociedade Brasileira de Pediatria (“em defesa das futuras gerações”) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”). A primeira emitiu um comunicado oficial de protesto contra a produção. A segunda enviou intimação e deu prazo para cumprimento, invadindo atribuições do Ministério da Justiça, como, por exemplo, a classificação etária. Por conta disso, a Netflix chegou a divulgar um vídeo em que Vedete Champanhe explica que não se trata de uma animação para crianças. “Cês tão achando que eu tô com cara de Galinha Pintadinha?”, perguntava a personagem animada. Veja aqui. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. Para dar ainda mais credibilidade à brincadeira, as super-empoderadas tem vozes famosas, dubladas pelo cantor Pabllo Vittar, pela ícone da noite paulistana Silvetty Montilla (“Do Lado de Fora”), pela drag queen mais debochada do Rio Suzy Brasil (da vindoura comédia “Carlinhos & Carlão”) e o ator Rapha Vélez (da série “Macho Man”). A série também ganhou data de estreia. Os cinco episódios da 1ª temporada serão disponibilizados em 9 de novembro.
Série Clube da Anittinha estreia já renovada para a 2ª temporada
A animação infantil de Anitta, “Clube da Anittinha”, vai estrear já renovada para a 2ª temporada. A série, que chega nesta quarta-feira (3/10) nos canais pagos Gloob e Gloobinho, teve nova temporada encomendada para 2019. Além disso, entrou para o portfólio de produtos licenciados da unidade infantil da Globosat, responsável pelos canais. Outra novidade é que cada episódio terá uma música inédita, interpretada pela própria cantora, que também dubla a voz da personagem principal. E todas as canções estarão disponíveis no Spotify após a exibição dos episódios. A 1ª temporada terá 11 episódios, com os dois primeiros exibidos na estreia, em sequência – a partir das 17h30 no Gloob e, às 18h30, no Gloobinho. Os demais episódios vão ao ar diariamente neste mesmo horário até o dia 11. Em 12 de outubro, Dia das Crianças, os canais farão uma maratona da temporada completa. Além da dublagem feita pela própria cantora, Clube da Anittinha” terá personagens inspirados em sua mãe, pai, irmão, amigos, além de seus animais de estimação. Na série animada, ela vai morar em um trailer chamado “Poderosa”, que tem a capacidade de se transformar em trio elétrico. Os desenhos tem produção da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix, e abordarão temas como meio-ambiente, amizade, a importância do brincar e o respeito às diferenças.
Academia Brasileira premia sua “relevância” por meio de Bingo, vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
A Academia Brasileira de Cinema (ABC) confirmou que se acha genial e muitíssimo relevante. A mesma entidade responsável pela escolha de “Bingo – O Rei das Manhãs” para representar o Brasil no Oscar 2018 escolheu o próprio filme como o Melhor do Ano, na premiação ouroboros auto-intitulada Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Pode ser mais óbvio? Pode. “Bingo” venceu 8 prêmios, mais que qualquer outro filme, para escancarar como a ABC considera o longa de Daniel Rezende melhor que todos os outros. O filme é bacaninha. Mas. Não disputou nenhum festival e suas maiores consagrações foram todas da ABC. Por outro lado, os acadêmicos do abecedário não reconheceram com um trofeuzinho sequer “Gabriel e a Montanha”, dirigido por Felipe Barbosa, que venceu o prêmio Revelação na Semana da Crítica em Cannes e o prêmio da Fundação Gan, e “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, vencedor dos prêmios do público no Festival de San Sebastián (Espanha), na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio. Já “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, que venceu o Festival de Gramado 2017, ficou com apenas dois Oscaritos, ops, troféus Grande Otelo (o outro nome do Oscar brasileiro): Melhor Direção e Atriz (Maria Ribeiro). Pouco, considerando que era, disparado, o mais premiado e elogiado candidato da lista de indicados. Para se ter ideia dos critérios adotados, a ABC também premiu duas vezes o roteirista Mikael de Albuquerque, por Melhor Roteiro Original e Melhor Roteiro Adaptado. O adaptado foi “Real – O Plano por Trás da História”, um dos piores filmes do ano passado. Talvez esta seja a explicação para a ABC realizar sua premiação sempre tão tarde. É o segredo para que a cobertura do evento não seja retrucada com a lembrança dos filmes lançados nos cinemas há mais de um ano atrás. A verdade é que, ao contrário do Oscar-Oscar, o Oscarito-Grande Otelo privilegia lançamentos de maior apelo popular, que por isso ficam mais frescos na memória, com direito até aos que viram minissérie da Globo. Sinal desse critério é que o vencedor do Prêmio do Público foi exatamente o mesmo premiado pelos acadêmicos. Já os filmes de reconhecida repercussão artística, selecionados por curadorias de festivais internacionais, não parecem merecer a mesma reverência do abecedário. Tanto é que alguns dos longas de maior prestígio do ano passado nem sequer ganharam indicação ao tal Grande Otelo do Cinema Brasileiro, o prêmio Oscarito nacional. “Elon Não Acredita na Morte”, “Não Devore Meu Coração”, “Mulher do Pai”, “Antes o Tempo Não Acabava”, “Lamparina da Aurora”, “Corpo Elétrico”, “A Cidade Onde Envelheço”, “Pendular”, com passagens por festivais como Sundance, Berlim, Rotterdã, Cartagena e outros, não existiram segundo a seleção da ABC. Atente, ainda, que “A Cidade onde Envelheço” venceu, entre outros, o prêmio de Melhor Filme do Festival de Brasília 2016, “Mulher do Pai” o de Melhor Direção (Cristiane Oliveira) no Festival do Rio 2016, e “Eden”, mais um ignorado, consagrou Leandra Leal como Melhor Atriz no Festival do Rio 2012 e o de Gramado 2013. As datas são antigas? É que nem as premiações convenceram o circuito a lhes dar espaço nos cinemas, o que só aconteceu no ano passado. O legítimo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é da distribuidora Vitrine Filmes, que presta um serviço inestimável ao levar esse tipo de filme ignorado pela ABC a um circuito de resistência no Brasil. Até então uma brincadeira inofensiva de amiguinhos, que colocavam black tie para fingir que faziam um Oscar, a ABC cruzou limites de tolerância quando sua ilusão de grandeza ganhou legitimidade do Ministério da Cultura, que lhe repassou a função de selecionar o representante brasileiro ao Oscar-Oscar. Assim, neste ano, o escolhido foi o filme do amiguinho da turma, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, numa reprise descabida da falta de critérios anteriormente vista em “Bingo – O Rei das Manhas”, passando por cima de obras consagradas em festivais. No ano que vem, já se sabe qual será o vencedor do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Cinema Brasileiro. Veja abaixo o que os amiguinhos premiaram neste ano e que a Grande Imprensa Brasileira noticiou como feito muito importante. Longa-Metragem de Ficção: “Bingo – O Rei das Manhãs” Longa-Metragem Documentário: “Divinas Divas” Longa-Metragem Comédia: “Divórcio” Longa-Metragem Animação: “Historietas Assombradas – O Filme” Longa-Metragem Infantil: “Detetives do Prédio Azul” Direção: Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”) Atriz: Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”) Ator: Vladimir Brichta (“Bingo – O Rei das Manhãs” ) Atriz Coadjuvante: Sandra Corveloni (“A Glória e a Graça”) Ator Coadjuvante: Augusto Madeira (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Direção de Fotografia: Gustavo Hadba (“A Glória e a Graça”) Roteiro Original: Mikael de Albuquerque e Lusa Silvestre (“A Glória e a Graça”) Roteiro Adaptado: Mikael de Albuquerque (“Real – O Plano por Trás da História”) Direção de Arte: Cássio Amarante (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Figurino: Verônica Julian (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Maquiagem: Anna Van Steen (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Efeito Visuais: Ricardo Bardal (“Malasartes e o Duelo com a Morte”) Montagem Ficção: Márcio Hashimoto (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Montagem Documentário: Natara Ney (“Divinas Divas”) Som: George Saldanha, François Wolf e Armando Torres Jr (“João, O Maestro”) Trilha Sonora Original: Plínio Profeta (“O Filme da Minha Vida”) Trilha Sonora: Mauro Lima, Fael Mondego e Fábio Mondego (“João, O Maestro”) Longa-Metragem Estrangeiro: “Uma Mulher Fantástica” Curta-Metragem de Animação: “Vênus-Filó, a Fadinha Lésbica” Curta-Metragem Documentário: “Ocupação do Hotel Cambridge” Melhor Curta-metragem Ficção: “A Passagem do Cometa” Voto Popular – Longa Brasileiro: “Bingo – O Rei das Manhãs” Voto Popular – Longa Estrangeiro: “La La Land” Voto Popular – Longa Documentário: “Cora Coralina”
Pabllo Vittar vai dublar uma das heroínas da animação Super Drags
Pabllo Vittar vai dublar uma das protagonistas de “Super Drags”, primeira animação brasileira da Netflix. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, Pabllo já colocou a voz em todos os seis episódios da 1ª temporada. Como o próprio nome sugere, o desenho mostrará três drag queens poderosas. As demais serão dubladas por Silvetty Montilla (“Do Lado de Fora”), ícone da noite paulistana, e o ator Raphael Velez (da série “Macho Man”). Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento de dia. Mas, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater o mal com muita purpurina. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e rapidamente despertou a ira dos conservadores. Os protestos começaram nos Estados Unidos, onde uma entidade cristã lançou uma petição online para impedir que a série fosse exibida. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclamava a petição. A ojeriza foi imitada no Brasil por duas outras entidades: a Sociedade Brasileira de Pediatria (“em defesa das futuras gerações”) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”). A primeira emitiu um comunicado oficial de protesto contra a produção. A segunda enviou intimação e deu prazo para cumprimento, invadindo atribuições do Ministério da Justiça, como, por exemplo, a classificação etária. Por conta disso, a Netflix divulgou um vídeo em que Vedete Champanhe explica que não se trata de uma animação para crianças. “Cês tão achando que eu tô com cara de Galinha Pintadinha?”, pergunta a personagem animada. Veja aqui. A previsão de lançamento é para o fim de 2018, em todo o mundo.
Novo vídeo de Super Drags garante: “Vai ter desenho de viado na Netflix, sim”
A Netflix divulgou um novo vídeo de sua primeira animação brasileira “Super Drags”, que tem o objetivo de deixar claro que não se trata de uma produção infantil. “Cês tão achando que eu tô com cara de Galinha Pintadinha?”, retruca a drag queen Vedete Champanhe (dublada por Silvetty Montilla), que faz o anúncio. “Vai ter desenho de viado na Netflix, sim, mas para maiores de 16 anos”, acrescenta, incluindo ainda informações sobre a capacidade oferecida pela plataforma de bloquear determinados programas para menores. “Não quer que os outros vejam? Bloqueia, coloca senha. Não sabe como faz? Joga no Google” (ou “Glugou”, como ela parece falar). “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e rapidamente despertou a ira dos conservadores. Os protestos começaram nos Estados Unidos, onde uma entidade cristã lançou uma petição online para impedir que a série fosse exibida. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclama a petição. A ojeriza foi imitada no Brasil por duas outras entidades: a Sociedade Brasileira de Pediatria (“em defesa das futuras gerações”) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”). A primeira emitiu um comunicado oficial de protesto contra a produção. A segunda enviou intimação e deu prazo para cumprimento, invadindo atribuições do Ministério da Justiça, como, por exemplo, a classificação etária. Segundo a sinopse oficial, a trama conta a história de três jovens que trabalham em uma loja de departamentos, mas, durante a noite, se transformam nas Super Drags, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série terá cinco episódios e ainda não tem previsão de estreia.
Festival de Toronto inclui animação brasileira Tito e os Pássaros
O Festival de Toronto anunciou novos filmes em sua programação. E uma das novidades, dentro da seção Discovery (destinada a cineastas relativamente desconhecidos, apostas da curadoria), é a animação brasileira “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. O longa foi premiado no recente Festival Anima Mundi e destaque no Festival de Annecy, em junho, na França. Na animação, o menino Tito se junta ao pai para buscar a cura de uma doença misteriosa, que é contraída após uma pessoa tomar um susto. O evento contará ainda com duas coproduções brasileiras: “Diamantino”, dos portugueses Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, que venceu a mostra Semana da Crítica no Festival de Cannes, e “Sueño Florianópolis”, da argentina Ana Katz, com Andréa Beltrão e Marco Ricca no elenco, que venceu o Prêmio Especial do Júri no Festival Karlovy Vary. Além disso, os organizadores deram um tapa de luva de pelica no Festival de Veneza, que insiste em incluir poucos filmes de cineastas femininas em sua seleção, ao celebrar uma divisão igualitária de gênero na seções Discovery. “Este ano, 48% dos títulos em nossa seção de Descobertas será de diretoras. Espero que estejamos dando um sinal de que mudanças são inevitáveis no horizonte da indústria de cinema mundo afora”, afirmou Kerri Craddock, diretora de programação do TIFF, abreviatura em inglês do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
Carlos Saldanha revela ter planos de produzir filme animado totalmente feito no Brasil
O cineasta Carlos Saldanha, que disputou o Oscar 2018 de Melhor Animação por “O Touro Ferdinando”, quer fazer um longa animado 100% produzido no Brasil. A revelação foi feita ao jornal O Globo, durante o Festival de Gramado, em que foi homenageado com o Troféu Eduardo Abelin, concedido a realizadores brasileiros de destaque, Ele afirmou que ainda “há muito trabalho a ser feito”, mas já iniciou conversas nesse sentido. “Não desisti da ideia e tenho conversado com muitos produtores, porque é um desejo meu mesmo. O problema aqui é a estrutura, que temos de construir do zero. Lá fora é muito mais fácil porque eles têm a infra toda pronta. Aqui, não”, explicou. Saldanha, que este ano também foi homenageado pelo Festival Anima Mundi, está atualmente trabalhando em outro projeto brasileiro, a série “Cidades invisíveis”, que ele está produzindo para a Netflix, com Marcos Pigossi no elenco. As gravações vão começar no segundo semestre, em São Paulo e no Rio.
Anitta revela primeiros segundos da animação Clube da Anittinha
A cantora Anitta postou no seu Instagram a primeira – e curtíssima – prévia de seu desenho animado. São só quatro segundos de animação, que podem ser conferidos abaixo. O “Clube da Anittinha”, projeto infantil de Anitta, terá dublagem feita pela própria cantora e personagens inspirados em sua mãe, pai, irmão, amigos, além de seus animais de estimação. Na série animada, ela vai morar em um trailer chamado “Poderosa”, que tem a capacidade de se transformar em trio elétrico. Os desenhos serão voltados para o público infantil, com produção da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a série tem previsão de estreia para outubro, durante a semana do Dia das Crianças, nos canais pagos Gloob e Gloobinho. Tá chegando ? @mundogloob @gloobinho Uma publicação compartilhada por anitta ? (@anitta) em 11 de Ago, 2018 às 12:04 PDT
A Ganha-Pão e Tito e os Pássaros são os longas premiados do Anima Mundi 2018
Os filmes “A Ganha-Pão” (The Breadwinner) e o nacional “Tito e os Pássaros” foram os vencedores da edição de 2018 do festival Anima Mundi, que se encerrou no fim de semana em São Paulo, após 14 dias de programação, que atraíram cerca de 40 mil pessoas nas capitais carioca e paulistana. Os longas-metragens foram premiados pela média da votação dos públicos de Rio de Janeiro e São Paulo, com um prêmio único para cada categoria: Melhor Longa Infantil e Melhor Longa. O vencedor do Prêmio de Melhor Longa foi “A Ganha-Pão”, uma coprodução entre Canadá, Irlanda e Luxemburgo, com direção de Nora Twomey, que traz entre seus produtores a atriz Angelina Jolie. A trama gira em torno de uma jovem que vive na Afeganistão na época do Talibã. Quando seu pai é preso de maneira injusta, ela precisa se disfarçar de menino para trabalhar e garantir o sustento de sua família. Já “Tito e os Pássaros”, filme nacional dirigido por Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoso Dias, foi eleito o Melhor Longa Infantil. Na produção, o menino Tito se junta ao pai para buscar a cura de uma doença misteriosa, que é contraída após uma pessoa tomar um susto. Também foram revelados os curtas vencedores do voto popular, que se juntam aos vencedores do prêmio do júri, anunciados no final da parte carioca do festival. Confira abaixo os vencedores dos prêmios do Júri Popular: Melhor Longa: “A Ganha-Pão”, de Nora Twomey (Canadá, Irlanda e Luxemburgo) Melhor Longa Infantil: “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoso Dias (Brasil) Melhor Curta: “Happiness”, de Steve Cutts (Reino Unido) Melhor Curta Brasileiro: “O Homem na Caixa”, de Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr (Brasil) Melhor Curta Infantil: “Lé com Cré”, de Cassandra Reis (Brasil) Melhor Curta de Estudante: “ENOUGH”, de Anna Mantzaris (Reino Unido)
Desenho animado da cantora Anitta ganha primeiras imagens e data de estreia
A cantora Anitta divulgou a primeira imagem de sua série animada, “O Clube da Anittinha”, em seu Instagram. E o canal pago infantil Gloob deu mais detalhes – e imagens – sobre a produção, que já vai estrear em outubro na TV brasileira. Serão inicialmente dez episódios, exibidos no Gloob e no Gloobinho. Mas a produção deve ganhar novos capítulos em 2019. A ideia de lançar um trabalho para o público infantil veio da própria Anitta, que já faz um tremendo sucesso com o “Show das Poderosinhas”, uma versão de suas apresentações voltadas para crianças. “Eu sempre tive um público infantil muito grande, mas nunca havia produzido um trabalho para ele. Eu tento não só entreter e divertir as pessoas, mas passar mensagens importantes. Cada dia mais vejo a importância da educação na vida das pessoas. Procuro, muito sutilmente, passar princípios e valores no meu desenho”, declarou a cantora. A própria Anitta dubla sua personagem animada. E entre os demais personagens estão seus pais e amigos da vida real. Como ela mesmo explicou no Instagram: “Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor”. A produção é da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix. Essa sou eu e minha turma, na versão desenho animado. Eu sempre tive um público infantil muito grande mas nunca tive nenhum trabalho focado especificamente para eles. Hoje com muita emoção compartilho com vocês a primeira imagem desse projeto que criei com todo o meu coração para divertir e educar as crianças. Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor. Obrigada a todos os envolvidos que me ajudaram a fazer esse sonho real. Uma publicação compartilhada por anitta ? (@anitta) em 2 de Ago, 2018 às 6:30 PDT









