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    Ator australiano será o Superboy da 2ª temporada de Titãs

    27 de fevereiro de 2019 /

    A série “Titãs” escalou o seu Superboy. Após introduzir o personagem (sem revelar seu rosto) em uma cena pós-créditos do final da 1ª temporada, a produção escalou o australiano Joshua Orpin para interpretar o papel. O ator de 26 anos só tem um longa no currículo, “The Neon Spectrum”, filmado e lançado na Austrália há 15 meses. E será o terceiro australiano no elenco de “Titãs”, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin) no elenco. A plataforma de streaming DC Universe, que exibe a série nos EUA, também divulgou uma descrição oficial do Superboy, caracterizando-o como “um adolescente de aço revoltado, que procura por seu propósito e pela verdade sobre o seu passado”. Conforme vislumbrado pela cena pós-créditos, a aparição do personagem vai acontecer após sua fuga do laboratório genético Cadmus, refletindo também a forma como sua origem foi apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). O detalhe é que, ao fugir, ele levou um companheiro de experiências, um cachorro, que deve se tornar Krypto, o Super-Cão. Vale lembrar que o Superboy atual não tem nenhuma relação com o personagem clássico dos quadrinhos, que era a versão adolescente do Superman e até teve série própria nos anos 1980. Ele é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. O personagem foi introduzido após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, como clone de Lex Luthor, do cientista que o criou e até do filho de Superman do futuro, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Desde então, a editora e os herdeiros entraram em acordo e o personagem “melhorou” sua saúde, retornando às páginas da DC. Em contraste com essa bagunça, Superboy teve um desenvolvimento consistente na série “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a DC Universe, deve dar o tom do personagem em “Titãs”. O produtor Greg Walker já confirmou que o herói vai adotar a identidade de Connor Kent, ao referir-se a ele com este nome. “O que posso dizer é que queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, disse o produtor em dezembro, na época da season finale de “Titãs”. No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu data de estreia para a 2ª temporada.

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    Netflix confirma exibição da 2ª temporada de Titãs

    28 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo nas suas redes sociais para confirmar que exibirá a 2ª temporada de “Titãs”. Na verdade, a série está renovada desde outubro, antes mesmo de sua estreia nos Estados Unidos. “Titãs” é uma produção da WBTV (Warner Bros Television) para a plataforma americana de streaming DC Universe e a Netflix apenas distribui a série no mercado internacional. Originalmente, foram produzidos 12 episódios para a 1ª temporada, mas somente 11 foram exibidos. Os produtores resolveram interromper a trama antes de sua resolução, acreditando que um final em aberto atrairia mais público para sua 2ª temporada. Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos, que devem começar a ser gravados já em fevereiro. Robin: O Retorno. Também conhecido como temporada 2 de #TitãsNetflix, que está confirmada. pic.twitter.com/H5VT1Vl9Gh — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 28, 2019

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    Campanha de Titãs inclui manifestação de Robins contra o Beco do Batman em São Paulo

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix fez uma nova ação publicitária em São Paulo para promover a estreia de “Titãs” em sua plataforma. Depois de montar uma réplica do Haly’s Circus no estacionamento externo do Shopping Villa-Lobos durante o fim de semana, cosplayers saíram às ruas para pedir que o Beco do Batman, na Vila Madalena, seja renomeado como Beco do Robin. “Isso aqui é história. A gente cansou de morrer, a gente quer protagonismo. Beco do Batman nunca mais, já foi por muito tempo, agora é beco do Robin. Robins unidos jamais serão vencidos”, gritavam os manifestantes. Confira o vídeo do “protesto” abaixo. A série, por sinal, tem mais de um Robin, mostrando Dick Grayson, o original, e Jason Todd, seu primeiro substituto. Além disso, explora bastante a rixa entre o ex-ajudante mirim e Batman. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam com a Patrulha do Destino (Doom Patrol). “Titãs” estreou na Netflix na última sexta-feira (11/1), com a disponibilização de todos os episódios de sua 1ª temporada.

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  • Série

    Divulgação de Titãs traz circo da família de Robin ao Brasil

    11 de janeiro de 2019 /

    A Netflix está realmente empolgada com o lançamento da série “Titãs”. Apesar de ser uma produção da WarnerMedia, exibida nos EUA por uma plataforma rival (DC Universe), a empresa de streaming não está economizando em sua divulgação, com a ativação de um circo para chamar atenção para a estreia. A réplica do Haly’s Circus foi montada no estacionamento externo do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo, onde ficará apenas neste fim de semana. Antes da tenda clássica, um cartaz em forma de arco de entrada anuncia como destaque os Flying Graysons, a família de trapezistas de Dick Grayson, o Robin original. No espaço, as pessoas podem tirar fotos em cenários temáticos, destinados a cada personagem, entre eles uma sala de espelhos dedicada à Ravena e a possibilidade de atirar shurikens num alvo. Também há peças originais da série expostas, como a mochila da Ravena, o colar usado por Estelar e o bastão do Robin. A entrada é gratuita. O circo e os Graysons Voadores aparecem em vários flashbacks da série, que chegou nesta sexta (11/1) ao streaming no Brasil. Apesar dessa ativação, “Titãs” não é uma série com clima lúdico. Bem diferente do tom infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, trata-se é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. A atração chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes

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    Titãs tentam falar português em vídeo do lançamento da série dos super-heróis no Brasil

    11 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo para o reforçar lançamento nacional de “Titãs” (Titans), série da DC Comics, que foi disponibilizada nos Estados Unidos na plataforma DC Universe. O vídeo mostra o elenco caraterizado e tentando falar os nomes de seus personagens em português. Veja abaixo. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. A atração chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação da versão dos Titãs dos anos 1980, ponto alto dos quadrinhos da DC Comics, além de comprovar a teoria de que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da série, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades originais do adolescente Grayson não servem de base para a “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A trama toma rumo diferente, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a adolescente para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam a Patrulha do Destino (Doom Patrol). Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos ainda incluíam Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerrou em 21 de dezembro nos Estados Unidos. E chega na Netflix nesta sexta, dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada, que introduzirá Superboy. Segura essa emoção, RRRRobin! Meus Titãs chegaram hoje. pic.twitter.com/iPKpcgOwOW — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 11 de janeiro de 2019

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    Série dos Titãs ganha novos pôsteres para a estreia na Netflix

    5 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou dois novos pôsteres para o lançamento internacional de “Titãs” (Titans), série da DC Comics, que foi disponibilizada nos Estados Unidos na plataforma DC Universe. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. A atração chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação da versão dos Titãs dos anos 1980, ponto alto dos quadrinhos da DC Comics, além de comprovar a teoria de que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da série, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades originais do adolescente Grayson não servem de base para a “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A trama toma rumo diferente, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a adolescente para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam a Patrulha do Destino (Doom Patrol). Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos ainda incluíam Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerrou em 21 de dezembro nos Estados Unidos. E chega na Netflix na próxima sexta, dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada, que introduzirá Superboy.

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    Titãs: Trailer legendado revela cenas de vários capítulos e participações especiais

    26 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Titãs” (Titans), que mostra cenas de diversos episódios da série da DC Comics, revelando as participações especiais de outros heróis e os poderes dos protagonistas em ação. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. Primeira atração lançada pela plataforma DC Universe, que por enquanto só opera nos Estados Unidos, “Titãs” chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação da versão dos Titãs dos anos 1980, ponto alto dos quadrinhos da DC Comics, além de comprovar a teoria de que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única, como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da série, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades do adolescente Grayson não deram origem à “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A ideia de formar um grupo teria surgido anos mais tarde, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Por isso, sua jornada na produção leva tanto ao nascimento dos Titãs quanto à sua transformação em Asa Noturna. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a adolescente para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Nos quadrinhos, ela é filha do demônio Trigon. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam a Patrulha do Destino (Doom Patrol). Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerrou em 21 de dezembro nos Estados Unidos. E chega na Netflix no dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada, que introduzirá Superboy.

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    2ª temporada de Titãs terá Superboy e Krypto

    21 de dezembro de 2018 /

    O final da temporada inaugural de “Titãs” (Titans), primeira série da plataforma DC Universe, incluiu uma cena pós-créditos que apontou os rumos da trama para o próximo ano de produção. A sequência revela um clone com um logo de Superman tatuado no corpo, que se liberta do confinamento de um laboratório, acompanhado por um cachorro de olhos vermelhos flamejantes. Trata-se, claro, de Superboy e Krypto. Veja abaixo. Por sinal, a história do despertar e fuga de Superboy (sem o cachorro) já foi adaptada antes numa produção da DC: na 1ª temporada de “Young Justice”, a série animada da Justiça Jovem. Por conta disso, a premissa deixou os fãs extremamente empolgados e ansiosos pelos próximos episódios. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Greg Walker confirmou que a série vai mesmo introduzir Conner Kent, o Superboy, na 2ª temporada, embora essa reviravolta não fizesse parte da concepção da série. “Não foi totalmente planejado desde o primeiro dia – ou talvez estivesse nas cabeças de Geoff Johns e Akiva Goldsman, mas eles não me disseram. Acho que sabíamos que seria uma direção emocionante para os fãs e interessante para nós também, e esse foi o melhor momento para abordá-la”, ele contou. “O que posso dizer é que ainda queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, completou. A produção da 2ª temporada de “Titãs” já está confirmada, mas ainda não tem previsão de estreia. A série ainda não teve lançamento nacional, mas falta pouco para os fãs brasileiros de quadrinhos conhecê-la. Ela desembarca no país em 11 de janeiro, via Netflix.

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    Astro do remake de Kickboxer vive o Batman na série Titãs

    21 de dezembro de 2018 /

    A DC Universe liberou a identidade do intérprete de Batman na season finale da série “Titãs”, exibida nesta sexta (21/12) nos Estados Unidos. Trata-se do astro do remake de “Kickboxer”, o ator e dublê Alain Moussi. Ele mesmo disponibilizou a identificação nas redes sociais. Veja abaixo. Moussi já apareceu antes nas séries da DC. Ele é dublê de cenas de ação de “Arrow”, que contém algumas das lutas mais intensas já mostradas numa produção de super-heróis. Seus próximos trabalhos no cinema são, como dublê, “X-Men: Fênix Negra” e, como ator, o terceiro longa da franquia “Kickboxer”. Já renovada para a 2ª temporada, “Titãs” estreia no Brasil em 11 de janeiro, via Netflix. Visualizar esta foto no Instagram. Well… cats out of the bag… or should I say the bat’s out of the cave lol • I share this one with my brother from another mother @maximsavarias ? We both had the honor of wearing Batman’s mask in the season finale of @dcutitans ? Got some fun behind the scenes coming soon ? . . . . . #imbatman #dcutitans #dcu #titans #batman #darkknight Uma publicação compartilhada por Alain Moussi (@alainmoussi) em 17 de Dez, 2018 às 8:58 PST

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    Titãs: Sinopse e fotos do final da temporada confirmam teoria sobre briga de Batman e Robin

    17 de dezembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe deixou os fanboys agitados ao divulgar o trailer do final da temporada de “Titãs” (Titans), que mostrava Batman chacinando vilões, entre eles o Coringa. Mas o vídeo, que culmina num confronto entre o Cavaleiro das Trevas e Dick Grayson, o Robin original, oculta o que realmente está por trás dessas cenas. Quem assistiu ao episódio anterior da série já tinha imaginado, alimentando a teoria de que tudo não passava de um pesadelo induzido pelo demônio Trigon. Mas a polêmica foi tanta que a DC decidiu acalmar os espectadores com a confirmação, via divulgação de 13 fotos e da sinopse oficial do capítulo. A sinopse diz o seguinte: “No final da temporada, Trigon manda Dick para uma dimensão dos sonhos que o encontra vivendo uma vida comum e feliz. Entretanto, logo as coisas mudam e ele é enviado numa jornada sombria até Gotham”. As imagens mostram a “vida comum e feliz” do herói ao lado de Dawn/Columba, com quem teria um filho. Já a “jornada sombria” em Gotham inclui cenas do assassinato sangrento do Ventríloquo, Charada e uma visita ao Coringa em coma num hospital. O elenco central da série é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. O final da 1ª temporada vai ao ar na próxima sexta (21/12) nos Estados Unidos. E a série finalmente estreia no Brasil duas semanas depois, em 11 de janeiro, via Netflix.

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    Robin enfrenta Batman no trailer violento do final da temporada de Titãs

    14 de dezembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 1ª temporada de “Titãs” (Titans). E a prévia já está dando o que falar. Se, até então, as cenas de violência vinham sendo toleradas, ao mostrar Batman pela primeira vez a série ultrapassa limites. O trailer mostra Batman como um assassino ensandecido, que mata o Coringa e provoca um massacre de vilões. Isto leva o Robin atual a pedir ajuda ao Robin original. Jason Todd aparece de cadeira de rodas, para aumentar o impacto. Há closes no cadáver do Coringa. Na mão enrijecida de Duas Caras, ainda segurando sua moeda da sorte. E tudo conduz a um confronto entre pupilo e mestre, com os Titãs incentivando Dick Grayson a enfrentar Batman. Melhor aguardar pelo episódio para protestar contra a forma como o Cavaleiro das Trevas está sendo retratado. Afinal, a DC não autorizaria, supostamente, a transformação de seu herói mais famoso num serial killer. E o jeito como o episódio anterior encerrou sugere que se trata de um pesadelo/delírio de Dick Grayson. Vale reparar que, em nenhum momento, o vídeo mostra o rosto de Batman – sem revelar quem interpreta o herói ou se é realmente Bruce Wayne que está sob o famoso capuz. O que ajuda a caracterizar a aparição como pesadelo. O elenco central da série é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. O final da 1ª temporada vai ao ar na próxima sexta (21/12) nos Estados Unidos. E a série finalmente estreia no Brasil duas semanas depois, em 11 de janeiro, via Netflix.

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    Produtores de Titãs consideram possibilidade de uma série com Rapina e Columba

    8 de dezembro de 2018 /

    O ator Alan Ritchson revelou que os produtores de “Titãs” (Titans) consideram a possibilidade de criar um spin-off baseado em Rapina e Columba, personagens que ele e Minka Kelly interpretam na atração. ”Tenho certeza que não está fora de cogitação. Essa ideia foi discutida várias vezes enquanto desenvolvíamos ‘Titãs’. Tanto eu quanto Minka (Kelly) somos grandes fãs destes personagens e queremos conhece-los ainda mais”, disse o ator em entrevista ao site ComicBook. Rapina e Columba foram introduzidos logo no segundo episódio de “Titãs”, mas apenas no capítulo mais recente, batizado com seus nomes (Hank e Dawn, suas identidades civis), sua história foi melhor explorada. Exibido na sexta-feira nos Estados Unidos, o episódio foi todo focado na dupla, contando sua história trágica de origem, e ganhou muitos elogios da crítica norte-americana. “Hank and Dawn” foi escrito por Geoff Johns e dirigido por Akiva Goldsman, cocriadores de “Titãs” com o produtor Greg Berlanti. Vale lembrar que “Titãs” já está rendendo uma série derivada, focada na Patrulha do Destino, que apareceu em apenas um episódio. Rapina e Columba aparecem em três capítulos e estarão no próximo, que é 10º e antepenúltimo da série. “Titãs” já foi renovada para a 2ª temporada e chega ao Brasil, via Netflix, no dia 11 de janeiro.

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    Titãs: Trailer legendado anuncia data de estreia da série da DC Comics na Netflix

    5 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Titãs” (Titans), que além de mostrar cenas da série da DC Comics, anuncia a data de estreia da atração no Brasil. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muitas cenas de violência, palavrões e sexo. Primeira atração lançada pela plataforma DC Universe, que por enquanto só opera nos Estados Unidos, “Titãs” chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E pelo tom inicial, o clima sombrio inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones” é mais que mantido. Assim como a aprovação da crítica, com 84% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação do grupo de mesmo nome, em sua versão dos anos 1980, comprovando, como todo leitor da DC sabe, que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única, como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da trama, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades do adolescente Grayson não deram origem à “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A ideia de formar um grupo teria surgido anos mais tarde, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Por isso, sua jornada na produção leva tanto ao nascimento dos Titãs quanto à sua transformação em Asa Noturna. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a jovem para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Nos quadrinhos, ela é filha do demônio Trigon. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerra em 21 de dezembro nos Estados Unidos e chega na Netflix no dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada.

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