Ridley Scott decide tirar Kevin Spacey de Todo o Dinheiro do Mundo com o filme já pronto para a estreia
Diante da perspectiva de ter o lançamento de “Todo o Dinheiro do Mundo” adiado indefinidamente, devido à participação do ator Kevin Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, o diretor Ridley Scott tomou uma decisão sem precedentes. Vai apagar Spacey do filme, por meio de sua substituição por outro ator. A solução é dispendiosa, já que envolve não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro. O escolhido para substituir Spacey foi Christopher Plummer, vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor” (2010). O intérprete veterano tinha sido a primeira escolha de Scott, mas a Sony queria um nome mais célebre e o vetou, optando por Spacey. Scott vai refilmar as cenas do filme com Plummer e os principais atores da produção. Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), ambos já concordaram em voltar ao trabalho. Mas para economizar tempo e dinheiro, Scott vai inserir digitalmente o rosto de Plummer sobre o de Spacey em várias cenas externas, rodadas em locações na Europa e Oriente Médio. Ele já tinha feito isso quando a tecnologia não era tão avançada. O ator inglês Oliver Reed sofreu um ataque cardíaco e morreu algumas semanas antes de rodar suas cenas finais no filme “Gladiador”. Scott filmou outro ator e aplicou digitalmente o rosto de Reed, extraído de cenas anteriores, sobre o figurante. Ele acabou vencendo o Oscar de Melhor Direção. Caso Scott volte a obter êxito, sua ideia vai aumentar a pressão sobre os atores, que passarão a ser facilmente substituídos em caso de confusões ou escândalos. A grande ironia é que Ridley Scott já tinha rodado o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.
Universal desiste do Dark Universe, seu universo cinematográfico de monstros clássicos
O Dark Universe da Universal Pictures acabou. Segundo o site The Hollywood Reporter, o universo cinematográfico compartilhado, que pretendia juntar os monstros clássicos do estúdio, desmoronou após o fracasso de “A Múmia” nos cinemas, e agora os responsáveis pelo projeto foram dispensados. O contrato de Alex Kurtzman expirou em setembro, e nem ele nem o estúdio se mostraram interessados em uma renovação. Kurtzman pretende se concentrar na produção de séries, como “Star Trek: Discovery”. Já Chris Morgan vai continuar na Universal, mas à frente de outro universo, desenvolvendo derivados da franquia “Velozes e Furiosos”, da qual ele é o principal roteirista. A implosão acontece apenas cinco meses após a Universal apresentar o projeto do Dark Universe, com uma foto de elenco que reunia Johnny Depp, Russell Crowe, Tom Cruise, Javier Bardem e Sofia Boutella. É a imagem acima. Cruise, Crowe e Boutella estrelaram “A Múmia”. Já Bardem estava contratado para interpretar o monstro de Frankenstein em “A Noiva de Frankenstein”. O filme chegou a entrar em pré-produção, mas acabou engavetado porque os executivos não gostaram do roteiro escrito pelo diretor Bill Condon. Além deste, “O Homem Invisível”, com Johnny Depp, também foi anunciado e não deve sair do papel. “A Múmia” custou US$ 125 milhões para ser produzido, mais um montante de despesas de marketing que, segundo o site Deadline, elevam seu orçamento total para mais de US$ 200 milhões. Entretanto, rendeu apenas US$ 80 milhões na América do Norte. Em todo o mundo, o filme somou US$ 409 milhões. O diretor de “A Múmia”, Alex Kurtzman, era o arquiteto do projeto do Dark Universe, comandando roteiristas e cineastas para criar filmes com tramas e personagens compartilhados, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes – os mencionados Bardem e Depp – que posaram para a infame foto acima e participaram de eventos para badalar projetos que não serão realizados. O estúdio gastou fortunas no conceito e os atores comprometidos com os filmes precisarão ser compensados financeiramente por terem aberto mão de outros projetos. Tudo isso para perceber o óbvio: que filmes de terror são lucrativos porque são baratos e não superproduções repletas de efeitos caros e elenco milionário. “Aprendemos muitas lições ao longo do processo criativo no Dark Universe, e agora estamos vendo esses títulos como obras dirigidos por cineastas com suas próprias visões distintas”, disse o presidente de produção da Universal, Peter Cramer. “Não estamos correndo para marcar datas de lançamento e só avançaremos com esses filmes quando acharmos que eles são as melhores versões de si mesmos”. A declaração indica que, se o Dark Universe, como introduzido em “A Múmia”, está morto, algo sombrio ainda ocupa as mentes da Universal. Segundo apurou o THR, o estúdio abriu negociações com Jasom Blum para reformular o projeto. Blum é o produtor-proprietário da Blumhouse, empresa por trás de alguns dos maiores sucessos do terror dos últimos anos, como “Corra!”, “Fragmentado”, “A Morte Te Dá Parabéns” e “Ouija: Origem do Mal”. Suas produções também são conhecidas por terem baixo custo e renderem grandes lucros.
Novo filme de Ridley Scott estrelado por Kevin Spacey pode ser adiado indefinidamente
“Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), o novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”), não deve mais chegar aos cinemas neste ano. Segundo o site da revista Variety, a Sony já cancelou a première do filme e deve tirá-lo de seu cronograma de lançamentos, visando, na melhor das hipóteses, lançá-lo ao longo de 2018. O adiamento se deve ao escândalo sexual que envolve um de seus protagonistas, o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”), que apareceu irreconhecível no trailer liberado, sob maquiagem de envelhecimento. A grande ironia é que Ridley Scott rodou o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Antes ameaçada por “Todo o Dinheiro do Mundo”, os papéis se inverteram e agora a produção televisiva é que pode inviabilizar o êxito do filme. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A história é real e o elenco do filme também destaca participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes. Resta saber se esta data será mantida ou se acompanhará o adiamento indefinido dos Estados Unidos.
Estreia de filme em que Benedict Cumberbatch vive Thomas Edison é adiada após escândalo sexual
Em meio ao escândalo sexual que envolve Harvey Weinstein, a produtora The Weinstein Company decidiu adiar a estreia do esperado filme “The Current War”, que traz Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como Thomas Edison. Desde a sua primeira exibição no Festival de Toronto, o longa era considerado um forte candidato a o Oscar, mas a empresa percebeu que não terá a menor chance de disputar o troféu neste ano e o tirou da programação. A mudança aconteceu depois de o roteirista do longa, Michael Mitnik (“O Doador de Memórias”), ter cancelado a sua participação no Festival de Nova York. De acordo com a revista Variety, Mitnik considerou “inapropriado” promover a obra em meio ao escândalo. Sua estreia estava programada para 24 de novembro nos Estados Unidos, mas agora só chegará aos cinemas em 2018, em data a ser determinada. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.
Remake de A Noiva de Frankenstein é adiado, expondo crise no universo sombrio da Universal
A Universal congelou os planos do remake de “A Noiva de Frankenstein”. O estúdio tirou o filme de seu calendário de lançamentos e dispensou a equipe que já estava trabalhando na pré-produção, explicando em comunicado que se trata de um adiamento para reconsiderar o projeto. A situação revela o fiasco do planejamento do chamado Dark Universe (Universo Sombrio) do estúdio. Milhões foram gastos no desenvolvimento de um universo compartilhado entre os monstros clássicos da Universal, e a não realização desses filmes deve gerar mais milhões em multas para os atores que assinaram contrato para as produções, entre eles Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que deveria viver o monstro de Frankenstein no filme arquivado, e até Johnny Depp, que estrelaria “O Homem-Invisível”, agora também invisível no calendário da companhia. Oficialmente, o congelamento do projeto visa dar tempo para o roteirista David Koepp (o mesmo de “A Múmia”) fazer mudanças no roteiro, além de outras considerações genéricas. “Após muitas considerações, a Universal Pictures e o diretor Bill Condon decidiram adiar ‘A Noiva de Frankenstein’. Nenhum de nós quer fazer algo apressado para manter uma data de lançamento, quando sabemos que esse filme especial necessita de tempo. Bill já provou seu talento diversas vezes e estamos ansiosos em continuar a trabalhar juntos”, diz a declaração oficial do estúdio. Estranhamente, um dia antes, Condon dera uma entrevista à revista Forbes em que se dizia “animado” para começar a trabalhar no longa, informando que as filmagens estavam programadas para fevereiro de 2018, visando um lançamento em 14 de fevereiro de 2019. O estúdio queria Angelina Jolie no papel principal, mas aparentemente não teve sucesso na negociação. A atriz preferiu fazer a continuação de “Malévola” na Disney. Especula-se que, além da indisponibilidade de Angelina, os planos de “A Noiva de Frankenstein” foram revistos após o desempenho horrível de “A Múmia”. Concebido como o primeiro filme do universo compartilhado, a produção deu um prejuízo estimado em cerca de US$ 95 milhões. Estrelado por Tom Cruise, “A Múmia” custou US$ 125 milhões apenas para ser produzido, mais um montante de despesas de marketing que, segundo o site Deadline, elevam seu orçamento total para mais de US$ 200 milhões. Entretanto, rendeu apenas US$ 80 milhões na América do Norte. Em todo o mundo, o filme somou US$ 409 milhões. O diretor de “A Múmia”, Alex Kurtzman, era o arquiteto do projeto do Dark Universe, comandando roteiristas e cineastas para criar filmes com tramas e personagens compartilhados, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes – os mencionados Bardem e Depp – que posaram para fotos e participaram de eventos para badalar projetos que podem nem ser rodados. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) em agosto, em que foi falar da série “Star Trek: Discovery”, Kurtzman foi perguntado sobre sua participação nos demais filmes que a Universal estaria planejando, e disse não saber o que vai fazer, nem se ainda continuava à frente do Dark Universe. Por sinal, o próprio nome Dark Universe é motivo de problemas para a Universal. O site The Hollywood Reporter apurou ter ouvido de uma fonte não identificada da Warner, que o estúdio pretende processar a empresa rival pelo uso do nome, já que se trata de marca registrada. Dark Universe é o título que a Warner pretende dar ao filme da Liga da Justiça Sombria.
Velozes e Furiosos 9 tem estreia adiada em um ano
O próximo filme da franquia “Velozes e Furiosos” teve a estreia adiada em um ano. Originalmente previsto para abril de 2019, a Universal anunciou que “Velozes e Furiosos 9” chegará aos cinemas americanos apenas em 10 de abril de 2020, durante o feriado da Páscoa. Não foi dada explicação para a demora, mas pode ter relação com a agenda lotada dos integrantes da franquia, em particular de Vin Diesel e Dwayne Johnson. O lado positivo é que o grande espaçamento permitirá aos dois astros esfriarem as cabeças, após a tensão relatada por Johnson nos bastidores da produção de “Velozes e Furiosos 8”. Primeiro longa filmado após a morte de Paul Walker, “Velozes e Furiosos 8” rendeu US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, maior bilheteria da Universal Pictures em 2017. Vale lembrar que a revista Variety adiantou em abril que a Universal tinha planos de juntar Johnson e Jason Statham num spin-off, que ainda teria Charlize Theron reprisando seu papel de vilã do último filme. A personagem dela tem ligação direta com o de Statham, e a situação abre espaço para mais histórias. O roteirista da franquia, Chris Morgan, já teria se encontrado com produtores para desenvolver a história do derivado, que seria filmado paralelamente a “Velozes e Furiosos 9”. A Universal não anunciou oficialmente nenhum plano para produzir spin-offs, mas desde “Velozes e Furiosos 5” os produtores falam num filme individual centrado no personagem de Johnson.
Primeiro trailer de Maze Runner: A Cura Mortal revela dilema na conclusão da trilogia distópica
A Fox divulgou o primeiro trailer de “Maze Runner: A Cura Mortal”, em versões legendada e dublada. As prévias tem muita ação, adrenalina e momentos de decisão, com Thomas (o personagem de Dylan O’Brien) tendo que decidir entre salvar seus amigos ou a humanidade, se acreditar nos cientistas que o usaram como cobaia. O vídeo é curto e ainda inclui uma rápida recapitulação da franquia distópica, que será concluída após longo hiato de três anos. Na verdade, a produção ficou interrompida por um ano, após um grave acidente sofrido pelo protagonista. O acidente do ator aconteceu em 18 de março de 2016, quando filmava uma cena preso no teto de um carro em movimento. Ele acabou arremessado para o alto e atingido por outro automóvel, quebrando vários ossos. Dylan foi levado às pressas para um hospital da região e ficou vários dias internado. Com o atraso no cronograma original, o longa também ganhou nova data de estreia. Ele será lançado apenas em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito e Patricia Clarkson.
Maze Runner: A Cura Mortal ganha primeiras fotos
A MTV News e o Buzz Feed divulgaram as primeiras imagens de “Maze Runner: A Cura Mortal”, produção que ficou interrompida por um ano, após um grave acidente sofrido pelo protagonista Dylan O’Brien. Com direção de Wes Ball, responsável pelos dois primeiros longas da franquia, o filme que encerra a trilogia traz o personagem de O’Brien em busca da cura para uma doença fatal e misteriosa, que dizima os sobreviventes de um futuro distópico. O acidente do ator aconteceu em 18 de março de 2016, quando o protagonista filmava uma cena preso no teto de um carro em movimento. Ele acabou arremessado para o alto e atingido por outro automóvel, quebrando vários ossos. Dylan foi levado às pressas para um hospital da região e ficou vários dias internado. Com o atraso no cronograma original, o longa também ganhou nova data de estreia. Ele será lançado apenas em janeiro de 2018, exatamente 11 meses após a previsão original.
Estreia de Star Wars: Episódio IX é adiada
A Disney decidiu adiar a estreia de “Star Wars: Episódio IX”, o filme que encerra a terceira trilogia espacial da Lucasfilm. O anúncio foi feito após a confirmação do cineasta J.J. Abrams como novo diretor, após a demissão de Colin Trevorrow (“Jurassic World”) da produção. O filme vai chegar aos cinemas sete meses após a data original, em 20 de dezembro de 2019, em vez de 24 de maio como estava programado. Para reacomodar o final da saga espacial, a Disney optou por antecipar a estreia de sua versão com atores da fábula de “Aladdin”, trocando as datas reservadas entre as duas produções. O tempo extra permitirá a Abrams desenvolver melhor o roteiro do filme em parceria com o roteirista Chris Terrio (“Batman vs Superman”). A principal missão da dupla será contornar a ausência da General Leia, devido à morte da atriz Carrie Fisher, além de, claro, dar um final para a história de Luke Skywalker (Mark Hammill). Abrams dirigiu e também coescreveu “Star Wars: O Despertar da Força”, que abriu a nova trilogia e quebrou recordes de arrecadação nas bilheterias, faturando mais de US$ 2 bilhões em todo o mundo. O próximo filme da franquia a chegar nos cinemas é “Star Wars: Os Últimos Jedi” (tradução errada do singular “The Last Jedi”), com estreia marcada para 14 de dezembro no Brasil.
Star Trek: Discovery ganha sete vídeos e 15 fotos de sua tripulação
A rede CBS divulgou cinco novos trailers, duas cenas e 15 fotos inéditas da tripulação de “Star Trek: Discovery”. As prévias são marcadas por tom dramático e muitas cenas de ação, com mais efeitos visuais que qualquer outra série do universo trekker, destacando combates contra os klingons. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e a tripulação fotografada é formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e o maquiado Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”). Já os klingons são vividos por Chris Obi (série “American Gods”) e Mary Chieffo (“Natural Disasters”). A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
Sete vídeos de Star Trek: Discovery realçam mensagem de tolerância e conflito com os klingons
A CBS e a Netflix divulgaram sete vídeos promocionais de “Star Trek: Discovery”, que realçam as posições conflitantes entre a tripulação da nave Discovery e os klingons, inimigos da Federação dos Planetas Unidos. De forma premonitória, diante de eventos recentes dos noticiários, a mensagem de tolerância da franquia, cada vez mais relevante no mundo atual, é confrontada pela brutalidade dos alienígenas de perfil fascista. A nova série é estrelada por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), que terá o papel de um alienígena. Além destes, James Frain (série “Orphan Black”) e Rainn Wilson (série “The Office”) farão participações especiais como dois personagens da série clássica dos anos 1960, respectivamente Sarek (o pai de Spock) e o trapaceiro Harry Mudd. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos e, seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
Personagem de Sonequa Martin-Green em Star Trek: Discovery é irmã de Spock
O ator James Frain (série “Orphan Black”), que interpreta Sarek, um dos principais vulcanos de “Star Trek: Discovery”, revelou à revista SFX que Spock tem uma irmã adotiva: a Primeiro Oficial Michael Burnham, papel de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”). Para quem esqueceu, Sarek é o pai de Spock. O personagem tem uma longa história de participações em produções do universo trekker, desde a série clássica dos anos 1960, que o estabeleceu como Embaixador de Vulcano na Federação dos Planetas Unidos. “Sarek será retratado como um homem muito mais jovem do que já apareceu e logo veremos que ele é o responsável pela educação de Michael – os pais dela foram mortos enquanto estavam hospedados na Academia de Vulcano, durante um ataque Klingon. Então, ele se sente responsável por ela e a acolhe, criando-a em sua família como uma vulcana.” A atriz Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”) também revelou mais detalhes sobre a ligação de sua personagem com o planeta Vulcano. “Sou a única humana a ter frequentado o Centro de Aprendizado de Vulcano e a Academia de Ciências de Vulcano, e me sobressai nos estudos. Me formei como xenoantropóloga e sou essencialmente e inerentemente uma especialista em primeiro contato com outras espécies.” A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Assim, se Spock aparecer, será como adolescente. Com 15 episódios, “Star Trek: Discovery” estreia em 24 de setembro nos EUA e chega no Brasil pela Netflix.
Personagens de Star Trek: Discovery ilustram 11 pôsteres individuais
A rede CBS divulgou 11 pôsteres de “Star Trek: Discovery”, que traz closes individuais de seus personagens centrais, humanos e alienígenas. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e traz uma tripulação formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), e Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), que viverá o primeiro tripulante assumidamente gay de uma série trekker. Além deles, a atração inclui James Frain (série “Orphan Black”) como Sarek, o pai de Spock, klingons vividos por Chris Obi (minissérie “Raízes”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), e participação de Rainn Wilson (série “The Office”) como o trapaceiro Harry Mudd, personagem da série original “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos e no dia seguinte no resto do mundo, pela Netflix.











