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  • Filme,  Música

    Baterista do Lynyrd Skynyrd vence sobreviventes da banda pelo direito de contar sua história no cinema

    12 de outubro de 2018 /

    O filme sobre o acidente aéreo de 1977 que matou os integrantes da banda Lynyrd Skynyrd foi liberado pela justiça americana, após uma liminar do ano passado impedir sua distribuição. Os herdeiros e alguns dos sobreviventes tentaram impedir a produção da cinebiografia da banda de rock, “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”. Isto porque os sobreviventes fizeram um “juramento de sangue” de nunca mais usar o nome Lynyrd Skynyrd para evitar evocar a tragédia, e esse juramento já foi considerado um contrato verbal por um tribunal, que impediu o lançamento de um álbum ao vivo dos membros remanescentes com o nome de Lynyrd Skynyrd em 1987. Entretanto, de acordo com a sentença, o ex-baterista Artimus Pyle tem o direito de contar sua história, apesar da objeção de outros integrantes do banda, conhecida por sucessos como “Sweet Home Alabama” e “Free Bird”. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme foi baseado em parte nas experiências de Pyle, que se juntou ao Lynyrd Skynyrd como baterista em 1975 e escapou com vida do desastre aéreo. Outros guardiões do legado de Lynyrd Skynyrd, incluindo a viúva do cantor Ronnie Van Zant, Judith Van Zant Jenness, o membro fundador Gary Rossington, além de representantes dos ex-membros Allen Collins e Steve Gaines, tentaram impedir a exibição do filme. O filme é uma produção independente, dirigida por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também assina o roteiro. O título da produção usa o nome do álbum “Street Survivors”, que a banda tinha lançado três dias antes da tragédia e trazia os músicos, de forma premonitória, em meio à chamas (imagem acima).

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  • Filme

    Klebber Toledo viverá o goleiro Danilo em filme sobre a tragédia da Chapecoense

    3 de novembro de 2017 /

    O goleiro Danilo, jogador da Chapecoense que faleceu no acidente aéreo do fim do ano passado, terá sua história transformada em filme. Ele será vivido pelo ator Klebber Toledo (“Real, o Plano por Trás da História”) no longa intitulado simplesmente “Goleiro”. O projeto foi apresentado pelo diretor Thiago Di Melo, que também é cantor sertanejo e vai compor músicas para o filme. Em entrevista coletiva, Di Melo disse que quer fazer da produção uma homenagem para Chapecó. Por isso, o longa metragem será todo rodado na cidade e até os figurantes serão moradores locais. Ele declarou ainda que destinará parte da renda para as famílias das vítimas do voo da LaMia. A obra, porém, não terá como enfoque principal a tragédia que matou a maioria dos integrantes do time de futebol de Santa Catarina, mas a vida de Danilo, literalmente desde seu nascimento até a morte. Klebber Toledo já recebeu o roteiro e terá de colocar lentes de contato para escurecer os olhos, cortar os cabelos e ganhar massa magra para representar o atleta no auge de sua forma física. Além disso, está assistindo a muitos vídeos e entrevistas do atleta, além de planejar uma temporada em Cianorte e em Chapecó para conviver com os familiares mais próximos do atleta, e conversar com as pessoas que o conheciam. “Goleiro” será o primeiro longa escrito e dirigido por Thiago Di Melo, que costuma dirigir seus próprios clipes, concebidos como curta-metragens estrelados por atores conhecidos – como o casal André Gonçalves e Danielle Winits (em “Desaparecidos”) e Felipe Titto (“Para Sempre”). A previsão é que “Goleiro” seja lançado no fim de 2018.

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  • Música

    Sobreviventes do Lynyrd Skynyrd querem proibir filme sobre a banda

    20 de junho de 2017 /

    Os herdeiros e os sobreviventes do Lynyrd Skynyrd vão tentar impedir a produção da cinebiografia da banda de rock. Segundo o site The Hollywood Reporter, eles entraram com um processo na Justiça para barrar as filmagens de “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”, que pretende se centrar no acidente de avião que devastou a banda em 1977. O problema é que os sobreviventes fizeram um “juramento de sangue” de nunca mais usar o nome Lynyrd Skynyrd para evitar evocar a tragédia, e esse juramento já foi considerado um contrato verbal por um tribunal, que impediu o lançamento de um álbum ao vivo dos membros remanescentes com o nome de Lynyrd Skynyrd em 1987. Agora, os demais se juntaram contra o baterista Artimus Pyle, que teria escrito o primeiro esboço do roteiro, porque ele estaria indo contra o juramento. A produtora do filme, Cleopatra Pictures, alega que, assim que soube do pacto, afastou Pyle da produção e o diretor reescreveu o roteiro. A empresa também afirma que a história da banda é conhecida e já rendeu livros e especiais televisivos, portanto não deveria haver impedimentos para um filme. “Street Survivors” é, claro, o nome do álbum que a banda tinha lançado três dias antes da tragédia, que trazia os músicos em meio à chamas (imagem acima). Anteriormente, o filme estava sendo divulgado como “Free Bird”, título de um de seus sucessos mais conhecidos. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme será uma produção independente, dirigido por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também assina o roteiro.

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  • Música

    Filme da tragédia da banda Lynyrd Skynyrd terá título de disco clássico de rock

    5 de abril de 2017 /

    A cinebiografia da banda Lynyrd Skynyrd ganhou título oficial e data para começar suas filmagens. Intitulado “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”, a produção começa a ser rodada no final de maio. “Street Survivors” é, claro, o nome do álbum que a banda tinha lançado três dias antes do acidente, que trazia os músicos em meio à chamas (imagem acima). Anteriormente, o filme estava sendo divulgado como “Free Bird”, título de um de seus sucessos mais conhecidos. Como aponta o subtítulo enorme e detalhista, a produção vai se concentrar no acidente de avião que causou a morte de três integrantes da banda. Mas não será apenas isso, garante o baterista Artimus Pyle, um dos sobreviventes da tragédia de 1977, em cujas memórias a trama é baseada. “A história deste filme – a minha história – não é só sobre o acidente de avião, mas também a minha relação pessoal com o gênio que foi Ronnie Van Zant, a quem eu amava como irmão e de quem tenho saudades até hoje”, ele declarou, em comunicado divulgado em junho do ano passado, quando o projeto foi anunciado. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme será uma produção independente, dirigido por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também vai assinar o roteiro em parceria com o baterista.

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  • Filme

    Arnold Schwarzenegger busca vingança em novo trailer de Aftermath

    5 de março de 2017 /

    A Signature divulgou o trailer britânico de “Aftermath”, em que Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) volta a querer vingança. Desta vez, porém, ele não derruba portas e sai atirando. Seu personagem aperta a campainha. Isto porque, apesar de incluir morte e destruição, o filme segue uma linha de suspense dramático. Como o astro de ação jamais tinha filmado um drama, não é de se estranhar que a prévia opte por destacar a tensão e a expectativa, focada no desenlace do encontro entre o brutamontes e seu alvo. Detalhe: o trailer encerra justamente nesta cena. A trama reverbera o erro de um controlador de voo, que se distrai e não vê a proximidade de dois aviões em rota de colisão. No voo estavam a mulher e a filha do protagonista. Quando a causa do acidente vem à tona, o controlador, vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), opta por mudar de identidade para retomar sua vida longe do escândalo. Mas, como todo mundo sabe desde os anos 1980, ninguém é capaz escapar de Schwarzenegger, que logo encontra seu paradeiro. Ele jura que só quer olhar nos olhos do homem responsável pela morte de sua família e fazê-lo sentir-se culpado. Mas uma vez que Arnold engata o modo “Comando para Matar”… “Aftermath” é baseada numa história real, cujo desfecho foi de filme de Schwarzenegger mesmo. O acidente verdadeiro aconteceu em julho de 2002 e não foi nos EUA, mas na Alemanha, entre um avião cargueiro e outro de passageiros lotado de crianças russas em viagem de férias para Barcelona. Todos morreram. E um dos pais quis vingança. A versão de cinema foi escrita pelo espanhol Javier Gullón (“O Homem Duplicado”) e dirigida pelo inglês Elliott Lester (“Blitz”). E além dos antagonistas, o elenco ainda inclui Maggie Grace (“Busca Implacável”), Kevin Zegers (“Os Instrumentos Mortais”) e Hannah Ware (remake de “Oldboy”). “Aftermath” ainda não tem título em português nem previsão de estreia no Brasil, mas chega em 7 de abril nos EUA e no Reino Unido.

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  • Etc

    Vídeo mostra momento em que Harrison Ford quase provocou um acidente aéreo

    22 de fevereiro de 2017 /

    O site americano TMZ divulgou um vídeo que registra o quase-acidente aéreo provocado por Harrison Ford no último dia 14 de fevereiro. O ator pilotava seu avião particular quando pousou na pista errada do aeroporto John Wayne, na Califórnia, passando por cima de outra aeronave, que taxiava com mais de 100 passageiros a bordo. De acordo com a NBC News, que deu primeiro a notícia, nas instruções passadas pelos controladores, ele deveria se dirigir à pista 20-L. Mas se confundiu e desceu em uma pista de apoio logo ao lado, usada por aeronaves que estão taxiando. Assim que percebeu a outra aeronave, Ford teria perguntado no rádio se “era para esse avião estar embaixo de mim?” Foi quando os controladores informaram que ele pousou na pista de apoio, não na principal. De acordo com a FAA (Federal Aviation Administration), órgão que regula a aviação nos EUA, pousar na pista de apoio é uma violação de segurança. A FAA investiga o incidente e o ator pode receber uma punição, que pode ser branda como uma ou grave, como a perda da licença para pilotar. A FAA afirmou que não houve erro por parte dos controladores. Eles passaram a instrução correta a Ford que a repetiu em seguida, num procedimento típico de qualquer voo. Este não é o primeiro incidente aéreo em que Ford se envolve. Em 2015, o avião que ele pilotava caiu em um campo de golfe dos EUA, devido a uma pane no motor pouco após a decolagem. Na ocasião, sua ação foi aprovada pelos peritos, que constataram que o ator conseguiu realizar uma manobra difícil, evitando se chocar contra uma árvore. Como consequência do pouso de emergência, o ator quebrou um braço e sofreu pequenos machucados na cabeça.

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  • Filme

    Arnold Schwarzenegger volta a querer vingança no primeiro trailer e pôster de Aftermath

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Aftermath”, em que Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) volta a querer vingança. A palavra aparece, inclusive, grafada no cartaz. Desta vez, porém, ele não derruba portas e sai atirando. Seu personagem aperta a campainha. Isto porque, apesar das cenas de morte e destruição, o filme é supostamente um drama. O que causa estranhamento, já que, em 47 anos de carreira, o astro de ação jamais tinha filmado um drama. Por conta disso, a prévia carrega tensão e expectativa, focada no que pode acontecer após do encontro entre o brutamontes e seu alvo. Detalhe: o trailer encerra justamente nesta cena. Mas “Aftermath” é baseada numa história real, cujo desfecho foi de filme de Schwarzenegger mesmo. A trama reverbera o erro de um controlador de voo, que se distrai e não vê a proximidade de dois aviões em rota de colisão. No voo estavam a mulher e a filha do protagonista. Quando a causa do acidente vem à tona, o controlador, vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), opta por mudar de identidade para retomar sua vida longe do escândalo. Mas, desde os anos 1980, ninguém consegue escapar de Schwarzenegger, que logo encontra seu paradeiro. Ele jura que só quer olhar nos olhos do homem responsável pela morte de sua família e fazê-lo sentir-se culpado. Mas uma vez que Arnold engata o modo “Comando para Matar”… O acidente real aconteceu em julho de 2002 e não foi nos EUA, mas na Alemanha, entre um avião cargueiro e outro de passageiros lotado de crianças russas em viagem de férias para Barcelona. Todos morreram. E um dos pais quis vingança. A versão de cinema foi escrita pelo espanhol Javier Gullón (“O Homem Duplicado”) e dirigida pelo inglês Elliott Lester (“Blitz”). E além dos antagonistas, o elenco ainda inclui Maggie Grace (“Busca Implacável”), Kevin Zegers (“Os Instrumentos Mortais”) e Hannah Ware (remake de “Oldboy”). “Aftermath” ainda não tem título em português nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Sully demonstra a efetividade e a frieza do cinema de Clint Eastwood

    22 de dezembro de 2016 /

    É importante saber que “Sully – O Herói do Rio Hudson” é dirigido por Clint Eastwood, um cineasta econômico, preciso, direto ao ponto – não mostra nem mais, nem menos, apenas o necessário –, um exímio contador de histórias, como se ainda respirasse os ares da Hollywood dos anos 1970, com foco total na humanidade de seus personagens. Para Clint, tudo que um diretor necessita é um bom roteiro, uma boa montagem e um bom elenco. Tudo isso está aplicado na condução da história sobre como o Capitão Chester “Sully” Sullenberger III (Tom Hanks), e seu co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart), salvaram a si mesmos e outras 153 pessoas a bordo do Airbus A320, graças a uma manobra ousada de pouso no Rio Hudson, em Nova York, após a aeronave ser atingida por pássaros e perder os dois motores. Isso aconteceu de verdade no inverno de 2009 e a responsabilidade foi toda de Sully, embora sua decisão de descer na água estivesse longe de garantir a sobrevivência de todos a bordo, afinal nem mesmo o Capitão poderia prever que o avião boiaria em um rio castigado por um frio de rachar. Deu certo, mas a companhia aérea e a agência de aviação contestaram a ação do piloto, acreditando que bastava retornar e pousar no aeroporto de LaGuardia. Entre pesadelos que atormentam Sully (dormindo ou acordado) e cenas de interrogatórios que antecipam o inevitável julgamento, Clint primeiro expõe o problema. Com o espectador ciente do drama, ele finalmente intercala a trama, com a reconstituição da queda do avião no melhor uso que se pode fazer de flashbacks no cinema. É a hora em que podemos comprovar quem está falando a verdade: os acusadores de Sully ou o próprio. E Clint picota seu filme entre idas e vindas no tempo com a segurança e a competência de sempre. Em seus trabalhos mais recentes, o diretor vem se dedicando em focar o homem comum alçado à condição de herói ou ídolo americano, ainda que sempre questionado – por alguns ou por ele mesmo. Com “Sully”, ele atinge um momento grandioso ao valorizar a condição humana, num mundo que treina a todos para uma vida profissional em que se age como máquinas. Tom Hanks, Aaron Eckhart e Laura Linney, como a esposa de Sully, entregam o que se espera deles. Mas, assim como Clint, não vão além, porque o diretor se contenta apenas com a exposição dos fatos (do ponto de vista do protagonistas, mas são fatos). E isso não apenas em “Sully”, mas também em “Sniper Americano” (2014), “Jersey Boys” (2014), etc. Embora o diretor mereça elogios pelo absoluto controle de seu ofício, a frieza profissional ressente-se da falta de emoção, que havia de sobra em “Gran Torino” (2008) e “Invictus” (2009), que são da década passada e os últimos grandes filmes de Clint Eastwood. Portanto, por mais que seja bem feito e com muito talento envolvido, não é de causar espanto que o público saia do cinema questionando: “Era só isso?”.

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  • Filme

    Sully ganha nova data de estreia no Brasil

    5 de dezembro de 2016 /

    Com o lançamento adiado após a queda do voo que levava o time da Chapecoense, o longa “Sully – O Herói do Rio Hudson” ganhou uma nova data de estreia no Brasil: 15 de dezembro. Inicialmente programado para 1º de dezembro, o longa foi retirado da programação pela Warner para evitar uma possível alusão à tragédia que deixou 71 mortos na Colômbia, causando comoção mundial. Dirigido por Clint Eastwood, “Sully – O Herói do Rio Hudson” é baseado na história real do piloto americano Chelsey Sullenberger, o “Sully”, que em 2009 conseguiu evitar um acidente de grandes proporções em Nova York, ao constatar falhas nos motores e pousar seu avião em pleno Rio Hudson, salvando as vidas de todos a bordo. O feito heroico fez o piloto ganhar os noticiários e se transformar em um herói nacional, mas, ao mesmo tempo, suas decisões foram contestadas pela perícia. O longa liderou as bilheterias dos EUA por duas semanas consecutivas em setembro passado. No filme, Hanks aparece com cabelos brancos e aparência envelhecida para viver o protagonista, e o elenco também inclui Anna Gunn (série “Breaking Bad”), Laura Linney (série “The Big C”), Aaron Eckhart (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Sam Huntington (série “Being Human”) e Autumn Reeser (série “Hawaii Five-0”).

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  • Filme

    Tragédia com o time da Chapecoense adia estreia do filme Sully no Brasil

    29 de novembro de 2016 /

    O filme “Sully – O Herói do Rio Hudson”, que gira em torna da queda de um avião, teve sua estreia adiada no Brasil. Segundo a Warner, que faria a estreia do longa na próxima quinta (1/12), uma nova data de estreia deve ser divulgada em breve. O adiamento tem como objetivo evitar qualquer tipo de constrangimento relacionado ao conteúdo do longa-metragem, que chegaria às telas dois dias após a queda do avião que transportava o time da Chapecoense. Uma das maiores tragédias da história dos esportes, o voo que levava o time catarinense à Colômbia, onde disputaria a primeira partida da final da copa Sul-Americana, caiu na madrugada desta terça (29/11) em uma região próxima à Medellín. O acidente deixou pelo menos 75 mortos, entre jogadores, comissão técnica, jornalistas e tripulação, causando comoção mundial. Dirigido por Clint Eastwood, “Sully – O Herói do Rio Hudson” é baseado na história real do piloto americano Chelsey Sullenberger, o “Sully”, que em 2009 conseguiu evitar um acidente de grandes proporções em Nova York, ao constatar falhas nos motores e pousar seu avião em pleno Rio Hudson, salvando as vidas de todos a bordo. O feito heroico fez o piloto ganhar os noticiários e se transformar em um herói nacional, mas, ao mesmo tempo, suas decisões foram contestadas pela perícia. O longa liderou as bilheterias dos EUA por duas semanas consecutivas em setembro passado. No filme, Hanks aparece com cabelos brancos e aparência envelhecida para viver o protagonista, e o elenco também inclui Anna Gunn (série “Breaking Bad”), Laura Linney (série “The Big C”), Aaron Eckhart (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Sam Huntington (série “Being Human”) e Autumn Reeser (série “Hawaii Five-0”).

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  • Etc,  Filme

    Tom Hanks diz que Clint Eastwood “trata atores como cavalos”

    28 de novembro de 2016 /

    Ator de filmes clássicos e diretor bem-sucedido, premiado com dois Oscars por “Os Imperdoáveis” (1992) e “Menina de Ouro” (2004), Clint Eastwood pode ser muito admirado em Hollywood, mas, trabalhar com ele não é fácil, garantiu Tom Hanks. Protagonista de “Sully – O Herói do Rio Hudson”, o ator admitiu, durante o programa de entrevistas de Graham Norton, que ficava nervoso com a forma que o cineasta tratava os atores. Mesmo com tom de brincadeira, Hanks afirmou que o jeito duro e incisivo de Eastwood assustou a ele e aos colegas de elenco. “Você não ia gostar de receber um dos intimidadores olhares de Eastwood. Ele trata os atores como cavalos. Pois nos anos 1960, quando ele fez a série western ‘Couro Cru’ (Rawhide), o diretor gritava ‘ação’ e os animais disparavam. Então, quando ele dirige um filme, ele fala bem baixinho ‘vai, pode começar’, e em vez de gritar ‘corta’, ele diz ‘chega disso’. É muito intimidante”, declarou. Com estreia marcada no Brasil para a quinta (1/12), “Sully – O Herói do Rio Hudson” liderou as bilheterias dos EUA por duas semanas consecutivas em setembro passado. No filme, Hanks aparece com cabelos brancos e aparência envelhecida para viver o Capitão Chesley “Sully” Sullenberger, que dá título à produção. Baseado numa história real, o filme destrincha a repercussão de seu feito, ao conseguir pousar um avião com problemas, lotado de passageiros, no Rio Hudson, em Nova York, sem deixar feridos em janeiro de 2009. Considerado herói pela mídia, mas questionado pela perícia, ele precisa defender suas ações, que o levaram a tomar a decisão de pousar no rio ao constatar falha nos motores logo após a decolagem. O roteiro foi adaptado por Todd Komarnicki (“A Estranha Perfeita”) e o elenco também inclui Anna Gunn (série “Breaking Bad”), Laura Linney (série “The Big C”), Aaron Eckhart (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Sam Huntington (série “Being Human”) e Autumn Reeser (série “Hawaii Five-0”).

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  • Filme

    Sully: Tom Hanks evita um desastre no trailer legendado do novo filme de Clint Eastwood

    9 de setembro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Sully: O Herói do Rio Hudson”, drama baseado em fatos reais estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”) e dirigido por Clint Eastwood (“Sniper Americano”). A prévia traz Hanks com cabelos brancos e aparência envelhecida para viver o Capitão Chesley “Sully” Sullenberger, que dá título à produção. Baseado numa história real, o filme destrincha a repercussão de seu feito, ao conseguir pousar um avião com problemas, lotado de passageiros, no Rio Hudson, em Nova York, sem deixar feridos. Considerado herói pela mídia, mas questionado pela perícia, ele precisa defender suas ações, que o levaram a tomar a decisão de pousar no rio ao constatar falha nos motores logo após a decolagem. O elenco também inclui Anna Gunn (série “Breaking Bad”), Laura Linney (série “The Big C”), Aaron Eckhart (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Sam Huntington (série “Being Human”) e Autumn Reeser (série “Hawaii Five-0”). O roteiro foi adaptado por Todd Komarnicki (“A Estranha Perfeita”) e a estreia está marcada para 9 de setembro nos EUA, três meses antes do lançamento no Brasil, previsto apenas para 1 de dezembro.

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  • Música

    Tom Hanks surpreende ao usar entrevista de seu novo filme para elogiar La La Land

    6 de setembro de 2016 /

    O ator Tom Hanks fugiu totalmente do roteiro da entrevista coletiva de “Sully – O Herói do Rio Hudson”, seu novo filme, dirigido por Clint Eastwood. Durante a première do drama no Festival de Telluride, nos EUA, ele aproveitou para falar de outro filme da programação do evento: “La La Land”. E não poupou elogios. “Quem viu ‘La La Land’, ontem?”, ele perguntou aos jornalistas presentes para entrevistá-lo. “Quando você assiste algo novo, que nunca imaginou, você pensa ‘meu Deus, obrigado por isso’. Porque acho que um filme como ‘La La Land’ é algo cada vez mais raro hoje em dia. Acho que também será um teste para o público americano, porque não é uma obra que possui elementos desejados por nenhum dos grandes estúdios. O que os executivos de Hollywood desejam é previsibilidade, acertar o que o público quer. Por isso, temos cada vez mais do mesmo, um monte de remakes. ‘La La Land’ não é uma sequência, ninguém sabe quem são os personagens. É um musical, mas ninguém conhece suas músicas. Também não é um filme que cai em algum tipo de tendência em voga. Agora, se o público não quiser abraçar algo maravilhoso como este filme, então estamos ferrados”, disse o astro. Hanks completou com um comentário irônico, brincando que a Warner deve ter ficado muito feliz por ele ter usado o tempo da sua entrevista para elogiar uma produção de outro estúdio. Dirigido por Damien Chazelle (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”), “La La Land” foi aplaudido de pé na abertura do Festival de Veneza. Sua trama gira em torno do romance de um pianista de jazz (Ryan Gosling) com uma jovem aspirante a atriz (Emma Stone). Os dois se apaixonam, porém, à medida que vão ficando famosos, o romance entra em crise. A estreia no Brasil está marcada o dia 12 de janeiro. Veja o trailer aqui. Já “Sully” é baseado numa história real e traz Tom Hanks de cabelos brancos, no papel do Capitão Chesley “Sully” Sullenberger, que foi considerado um herói, ao conseguir pousar um avião com problemas, lotado de passageiros, no Rio Hudson, em Nova York, sem deixar feridos. O filme também foi bastante elogiado pela crítica americana e estreia em 1 de dezembro no Brasil. Veja o trailer aqui.

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