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  • Etc

    Mulheres acusam filho de Olavo de Carvalho de estupros e tortura

    27 de junho de 2024 /

    Quatro mulheres denunciam Tales de Carvalho, filho do guru do bolsonarismo, por crimes graves e formação de seita

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  • Série

    Diretores da Nickelodeon ficam “horrorizados” com relatos de Drake Bell

    27 de março de 2024 /

    Os diretores Beth e Rich Correll haviam sido expostos no recente documentário sobre os abusos sofridos por ex-atores mirins do canal televisivo

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  • Etc

    Produtor vencedor do Oscar se afasta de Hollywood após denúncias de violência e abusos

    20 de abril de 2021 /

    Um dos produtores mais premiados da indústria do entretenimento dos EUA, Scott Rudin, vencedor do Oscar por “Onde os Fracos Não Têm Vez’ (2007), vai se afastar de todas as atividades de teatro, cinema e TV após vários funcionários virem à público denunciar seu comportamento violento. Segundo relatos, por décadas ele agiu de forma beligerante nos bastidores, utilizando o assédio moral como forma de tratamento habitual. Chamado de “monstro” em algumas denúncias, Rudin teria ultrapassado do limite várias vezes, extrapolando no uso de tortura psicológica e até violência física em seu arsenal de bullying cotidiano no ambiente de trabalho. As denúncias se acumularam nos últimos dias, até o produtor se ver forçado a se manifestar. Ele se desculpou publicamente por meio de uma nota enviada à imprensa americana e anunciou seu afastamento de Hollywood e da Broadway. O anúncio chegou após algumas produtoras com quem mantinha relação comercial terem declarado que não voltariam a trabalhar com ele. Rudin virou pessoa non-grata no estúdio A24, para quem produziu os filmes “Joias Brutas” e “Lady Bird”, e vai sair de todos os projetos que desenvolvia para a produtora, incluindo “Men”, de Alex Garland, e “Red, White and Water”, um drama de guerra que será estrelado por Jennifer Lawrence. Ele também tem um acordo com o 20th Century Studios desde 2015, que atualmente possui várias produções finalizadas e com exibição agendada, entre elas o suspense “A Mulher da Janela”, que será lançado em 14 de maio na Netflix, e “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), novo filme de Wes Anderson com première agendada para o Festival de Cannes 2021. Além disso, Rudin é produtor da série “O Que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows) do canal pago FX, entre outras atrações televisivas e de streaming. A decisão de se afastar dos filmes e das séries foi tomada poucos dias após o anúncio de abandono de suas produções da Broadway, onde estava à frente de “The Music Man”, protagonizada por Hugh Jackman, e “O Livro de Mórmon”. “Depois que comentei no fim de semana que estava focado na reabertura da Broadway e não queria que meu comportamento prejudicasse os esforços de todos para voltarem a apresentar espetáculos [após a covid-19], ficou claro para mim que devo seguir o mesmo caminho nos filmes e streaming. Lamento profundamente a dor que meu comportamento causou e dou este passo com o compromisso de crescer e mudar”, ele declarou em nota oficial. Não está totalmente claro o que isso implicará, se Rudin vai lucrar com os projetos que finalizou e se ele continuará a ser creditado como produtor. “Muito tem sido escrito sobre minha história de interações problemáticas com colegas, e lamento profundamente a dor que meu comportamento causou aos indivíduos, direta e indiretamente”, disse Rudin em sua primeira nota, sobre a Broadway. Na denúncia original, publicada pela revista The Hollywood Reporter, o produtor de “A Rede Social”, “Sangue Negro” e “Capitão Phillips” foi retratado como um patrão que jogava coisas nos empregados, incluindo um grampeador e até um prato de batata assada. Ele também quebrou um monitor de computação num assistente, que foi parar num pronto socorro, e teria ameaçado funcionários com retaliação profissional se o denunciassem ou deixassem o emprego. A queda de Rudin é um sinal de que Hollywood não vai mais tolerar a tirania dos produtores e cineastas arrogantes, mudando o foco das denúncias de assédio sexual para enquadrar o comportamento abusivo dos poderosos nos sets de gravação. O cineasta Joss Whedon foi o primeiro a cair em desgraça por conta disso, após investigação interna da WarnerMedia. Ele não pediu desculpas. Ganhando tração, a revolta contra o assédio moral pode trazer consequências para outros executivos famosos de temperamento explosivo, que alimentaram em Hollywood uma cultura tóxica de bullying.

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  • Música

    Diretor “cancelado” enfrenta ira feminista ao planejar volta a Hollywood

    21 de fevereiro de 2021 /

    O diretor e produtor Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”) estaria planejando um retorno a Hollywood com a direção de um projeto sobre a dupla pop Milli Vanilli. A cinebiografia veio à tona no sábado (20/2), junto com a revelação de que produtora Millennium Media pretendia apresentá-la durante o evento de mercado European Film Market (EFM) na primeira semana de março. O cineasta está ligado à biografia sem título de Milli Vanilli há mais de uma década, quando adquiriu os direitos vitalícios para filmar a história da dupla franco-alemã, envolvida num escândalo de farsa musical. O roteiro é de Jeff Nathanson, com quem o Ratner trabalhou na franquia “A Hora do Rush”. Só que a iniciativa feminista Time’s Up não pretende deixar o filme acontecer. Ratner encontra-se “cancelado” desde que se tornou um dos poderosos de Hollywood denunciados durante o auge do movimento #MeToo. Em novembro de 2017, sete mulheres, incluindo as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, acusaram o cineasta de assédio e abuso sexual, com descrições de comportamento de revirar o estômago, que fizeram com que a Warner Bros. rompesse contratos e todos os laços com o produtor-diretor com quem o estúdio tinha um negócio lucrativo de coprodução. A relação de Ratner com a Warner se devia a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Liga da Justiça” (2017). A presidente e CEO da Time’s Up, Tina Tchen, divulgou um comunicado que afirma: “A Time’s Up nasceu da reavaliação nacional do assédio sexual no local de trabalho. Nosso movimento é um produto de incontáveis ​​atos de coragem de muitos sobreviventes, incluindo aqueles que falaram sobre o que sofreram nas mãos de Brett Ratner”. O texto acusa: “Ratner não apenas nunca reconheceu ou se desculpou pelo dano que causou, mas também entrou com processos na tentativa de silenciar as vozes das sobreviventes que se apresentaram – uma tática tirada do manual do predador. Você não pode apenas sumir por alguns anos e depois ressurgir e agir como se nada tivesse acontecido. Nós não esquecemos – e não iremos esquecer. E a Millennium Media também não deveria. Não deveria haver retorno”. A Time’s Up também lançou uma hashtag no Twitter: #wewontforgetbrett (nós não esqueceremos Brett). O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e antes do movimento #MeToo ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Not only did he never acknowledge harm or apologize to the survivors, he tried to silence them. We didn’t forget. 2/2 #wewontforgetbrett https://t.co/QvAucNyx9a — TIME'S UP (@TIMESUPNOW) February 20, 2021

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  • Etc

    Ex-esposa diz que Jeremy Renner tentou matá-la e se suicidar

    14 de outubro de 2019 /

    O divórcio de Jeremy Renner, intérprete do herói Gavião Arqueiro nos filmes da Marvel, entrou em fase sensacionalista. Sonni Pacheco, ex-mulher de Jeremy Renner, que ficou famoso por seu papel como Gavião Arqueiro na franquia Vingadores, fez revelações bombásticas sobre o ator no processo de separação na Justiça norte-americana. Na briga pela filha Ava, de seis anos, Pacheco acusou Renner até de tentar matá-la e de quase se suicidar em seguida. A revelação foi feita pelo site TMZ, que teve acesso aos documentos da disputa pela guarda da menina. Atualmente, a guarda de Ava é compartilhada, mas a ex de Renner quer impedir maiores contatos do pai. A ex-esposa alega que o ator ameaçou matá-la durante uma briga que tiveram em um momento em que Renner estava embriagado e sob o efeito de cocaína. De acordo com Pacheco, ele chegou a colocar a arma dentro da própria boca, ameaçou se matar e disparou no quintal enquanto Ava estava dormindo no quarto. Por fim, a denúncia ainda aponta que uma babá contratada por Renner chegou a ligar para Sonni Pacheco para avisá-la que o ator estava indo para a casa dela com a intenção de matá-la e cometer suicídio na sequência, alegando que “seria melhor que Ava não tivesse pais do que tivesse Sonni como mãe”. Ainda segundo Pacheco, esta não teria sido a primeira briga em que ele teria ameaçado matá-la. Ela citou um caso que teria ocorrido em novembro do ano passado, quando o ator a teria ameaçado de morte em uma casa noturna. De acordo com a mulher, Renner estava “sob efeito de cocaína e bebidas alcoólicas” no momento em que a confusão ocorreu e ele teria dito que “não conseguia mais lidar com ela”, que ressaltou que só queria deixar o local. Na denúncia, Sonni Pacheco afirma que Renner tem histórico de uso de drogas. Ela alega, inclusive, que Renner fica constantemente sob influência de drogas quando está com Ava e que, certa vez, ele deixou cocaína exposta no banheiro ao alcance da criança. Após a publicação da reportagem, um representante do ator encaminhou um comunicado ao TMZ indicando que “o bem-estar de sua filha Ava sempre foi e continua sendo o principal foco de Jeremy, e essa é uma questão para a Justiça decidir” e que “é importante salientar que a dramatização feita pelas declarações de Sonni só levam em conta um lado da história e são feitas com um objetivo específico em mente”.

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  • Etc

    Pamela Anderson denuncia ex-namorado da seleção de futebol da França por abusos

    27 de junho de 2019 /

    Dois dias depois de anunciar o fim de seu relacionamento com o zagueiro francês Adil Rami, jogador do Olympique de Marselha, que foi campeão do mundo com a França em 2018, a atriz Pamela Anderson (“SOS Malibu”) tornou públicas denúncias de abusos físicos e psicológicos cometidos pelo ex-namorado contra ela. As acusações foram feitas em uma troca de mensagens entre Pamela e uma outra mulher com quem Rami teve relacionamento e é identificada como S. pela atriz. Segundo a imprensa americana, trata-se de Sidonie Biémont, com quem o atleta teve dois filhos em 2016. Nas conversa, que foi publicada pela atriz no site de sua fundação, Pamela relata duas ocasiões em que teria sido agredida por Rami. Na primeira, teve o seu cabelo puxado durante uma briga em Los Angeles. Em outra, teve a mão esmagada a ponto de ter que procurar atendimento em um hospital. “Ele foi muito cruel comigo às vezes. Ele me jogou, puxando meu cabelo em Los Angeles no verão passado. Porque eu o deixei para ir ao hotel depois de uma sessão de fotos com amigos. Eu não queria ficar com ele por mais tempo com seus amigos em uma casa em Hollywood. Eles festejavam todas as noites, me deixando em casa”, escreveu Pamela. “No verão anterior, ele me perseguiu por toda a parte em Los Angeles e em St. Tropez – este verão foi o pior. Ele esmagou minhas duas mãos. Eu precisei ir ao hospital (6 meses depois) porque estava com muita dor. Eu não conseguia abrir uma garrafa de água. Eles precisaram me colocar para dormir para fazer injeções. Minhas mãos estavam ficando melhores e ele me machucou novamente”, completou. Na troca de mensagens, as duas mulheres conversam e chegam a um consenso de que Adil Rami estava levando uma vida dupla, enganando as duas. “Nós terminamos em junho de 2016 mas, por quase um ano e meio, continuamos a nos ver como amantes, ele sendo realmente discreto e me dizendo que tudo acabaria em breve. Então, no início de 2019, nós paramos o caso porque acho que valho mais do que ser escondida e tratada assim. Sinta-se livre para me ligar ou me encontre em Paris. E eu realmente desejo que você seja feliz”, escreveu S., segundo Pamela. No texto de apresentação da troca de mensagens, a atriz voltou a atacar Adil Rami, a quem já tinha chamado de “monstro” ao anunciar o fim do relacionamento na última terça-feira (25/6), e ainda ironizou o comunicado do francês no qual ele negava alegações de abuso. “Ele é um narcisista pervertido e perigoso. Só cuida de si mesmo, mesmo em seu post. Ele não nega ser abusivo. Ele só está bravo que as pessoas saibam. Ele quer continuar a ferir, trair, mentir, f… quem ele quiser e parecer machista para seus amigos doentes. Ele pensou que poderia fugir disso. Ele é o retrato de um sociopata. Nada de atencioso ou gentil, ele não sabe o que é amor. Ele definitivamente não sabe amar”, escreveu. “Ele e todos como ele devem ser expostos. Exponham todos eles, não tenham medo. Apoie outras que passam pela mesma coisa. Não acobertem abusos. Acabou a época em que homens que destroem corações e vidas podem dormir em paz, enquanto suas vítimas não conseguem dormir. O abuso não deve ficar oculto. Não é um negócio pessoal, é uma epidemia. E ele só se importa com sua imagem e dinheiro. Sua família é bajuladora. Eles só ganham dinheiro com ele e o protegem. Eles permitem que os homens abusivos em suas famílias. E eles deveriam ter vergonha”, completou.

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