Estado Zero: Veja trailer e fotos da série australiana criada e estrelada por Cate Blanchett
A Netflix começou a divulgação da série australiana “Estado Zero” (Stateless), criada, produzida e estrelada pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A promoção inclui a tradução nacional e as primeiras imagens liberadas pela plataforma. Originalmente exibida em março pela emissora australiana ABC, a série foi adquirida pela Netflix para exibição mundial em streaming, com estreia prevista para o dia 8 de julho. A trama quatro pessoas que se veem envolvidas ao terem suas vidas afetadas pelo serviço de imigração. Os personagens centrais são uma aeromoça em fuga de uma seita, um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua família, um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver e um burocrata preso entre ambições profissionais e um escândalo nacional. Cada um deles enfrentam questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente, e todos acabam se cruzando em um centro de detenção de imigrantes no meio do deserto. Além de Blanchett, o elenco conta com Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), Dominic West (“The Affair”), Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”), Asher Keddie (“Em Prantos”), Fayssal Bazzi (“6 Dias”) e Marta Dusseldorp (“A Place to Call Home”). Blanchett criou a série em parceria com os roteiristas Tony Ayres (criador da atração sci-fi “Glitch”, também disponível na Netflix) e Elise McCredie (criadora de “Jack Irish”), e a direção dos episódios é dividida por Emma Freeman (“Glitch”) e a cineasta Jocelyn Moorhouse (“A Vingança Está na Moda”). Além das imagens da Netflix, veja abaixo também o trailer australiano da atração, que já terminou de ser exibida pela rede ABC, arrancando elogios rasgados da imprensa do país – 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Califórnia processa CBS e Disney por encobrirem assédio sexual na série Criminal Minds
As produtoras CBS Studios, do conglomerado ViacomCBS, e ABC Signature e ABC Studios, ambas do grupo Disney, estão sendo processadas pelo governo da Califórnia, acusadas de encobrir 14 anos de assédio sexual contra homens da equipe de produção da série “Criminal Minds”, exibida nos EUA pela rede CBS. A informação foi compartilhada pelo Departamento de Emprego Justo e Habitação (DFEH) da Califórnia nesta terça-feira (26/5). De acordo com o processo, o diretor de fotografia Gregory St. Johns teria abusado de sua posição para apalpar repetidamente funcionários e retaliar aqueles que rejeitaram seus avanços nos bastidores da série. Enquanto trabalhou em 278 dos 323 episódios de “Criminal Minds”, St. Johns teria abusado de vários homens, tocando em suas genitálias e fazendo carícias em “seus pescoços, ombros e ouvidos” em um padrão de comportamento “desenfreado, frequente e aberto”. O processo alega ainda que “a equipe de produção executiva teve conhecimento e apoiou a conduta ilegal, demitindo vários funcionários que resistiram ao assédio de St. John”, segundo o comunicado do órgão, que fiscaliza a aplicação das leis de direitos civis na Califórnia e suas violações, incluindo o assédio no local de trabalho. Além de processar as empresas produtoras, a ação também inclui alguns executivos como réus, visando indenizar as vítimas do assédio. Entre eles, estão a showrunner da série, Erica Messer, os produtores executivos Harry Bring e John Breen Frazier, o diretor Glenn Kershaw e a gerente de produção Stacey Beneville. Encerrada em fevereiro após 15 temporadas, “Criminal Minds” enfrentou outros problemas ao longo de sua produção. O maior escândalo foi a demissão de seu principal ator, Thomas Gibson, por agressão a um dos roteiristas da série no set de gravações. Seis anos antes, ele chegou a empurrar um dos diretores da atração e foi forçado a frequentar terapia para controle de raiva.
Agents of SHIELD: Prévia da temporada final mostra personagens nos anos 1930
A rede americana ABC divulgou uma cena do começo da 7ª e última temporada de “Agents of SHIELD”. A prévia mostra que, depois de levar os personagens para o futuro, a trama desta vez transcorre no passado, mais precisamente nos anos 1930, com direito a debate sobre “efeito borboleta”, isto é, a possibilidade de um acidente provocado por suas presenças alterar os rumos da História. Criada por Joss Whedon (diretor de “Os Vingadores”), seu irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen, “Agents of SHIELD” foi a primeira série live-action da Marvel Television, lançada em 2013 como derivado de “Os Vingadores”, até então a maior bilheteria de um filme de super-heróis. Ironicamente, será também a última série da produtora, que foi extinta no ano passado, após uma sucessão de fracassos e vexames. O Marvel Studios, responsável pelos filmes, vai passar a realizar as próximas séries adaptadas dos quadrinhos da empresa. Os episódios finais começam a ser exibidos na quarta (27/5) nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
ABC renova sete séries veteranas, incluindo os dramas A Million Little Things e The Rookie
A rede ABC apostou na consolidação de sua programação ao anunciar a renovação de sete séries veteranas: as comédias “The Goldbergs” (8ª temporada), “Black-ish” (7ª temporada), “American Housewife” (5ª temporada), “The Conners” (3ª temporada) e “Mixed-ish” (2ª temporada), além dos dramas “A Million Little Things” e “The Rookie” (ambos vão pra 3ª temporada). “Em um momento em que estamos fisicamente separados e as experiências compartilhadas importam mais do que nunca, esses programas são base da estratégia que nos colocou em 1º lugar nesta temporada – aproximando pessoas, criando momentos culturais e criando conteúdo que diverte e inspira gerações”, afirmou a presidente da rede, Karey Burke, em comunicado. “Nossa principal prioridade agora é trabalhar com nossos parceiros de estúdio para garantir um retorno seguro às produções, para que possamos aproveitar o forte momento de uma programação vencedora”, acrescentou. As renovações desta quinta (21/5) juntam-se a anúncios anteriores, que reforçam a continuidade das atrações consagradas no canal, como os dramas “Grey’s Anatomy” e seu spin-off “Station 19”, sem esquecer do novo sucesso “The Good Doctor”. Em compensação, três séries tradicionais da emissora foram encerradas: “Modern Family”, “How to Get Away with Murder” e “Fresh off the Boat”, que serão substituídas por novos projetos em 2021.
Stumptown é renovada para 2ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Stumptown” para sua 2ª temporada. A série estrelada por Cobie Smulders (intérprete da agente da SHIELD Maria Hill nos filmes da Marvel) foi um dos melhores lançamentos da TV aberta americana na temporada recém-finalizada, mas não tinha um grande público, vista por 2,6 milhões em sua season finale. Em compensação, a avaliação do Rotten Tomatoes atingiu 92% de aprovação, com base no piloto. Baseada na história em quadrinhos homônima de Greg Rucka (“Terror na Antártida”), desenhada por Matthew Southworth, a trama acompanha Dex Parios (Smulders), uma ex-militar do exército dos EUA que trabalha como detetive particular em Portland. Inteligente, durona e assertiva, ela enfrenta a má vontade da polícia local, sua própria inexperiência como investigadora, a falta de dinheiro e decisões erradas em sexo e apostas, enquanto resolve seus casos. O elenco também inclui Michael Ealy (“Secrets and Lies”), Jake Johnson (“New Girl”), Camryn Manheim (“Ghost Whisperer”), Tantoo Cardinal (“Frontier”) e Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”). Adaptada por Jason Richman (criador de “Detroit 1-8-7”), a série ainda conta com o cineasta Ruben Fleischer (“Venom”) entre seus produtores.
ABC cancela Emergence, Bless This Mess, Schooled e Single Parents
A rede ABC cancelou a sci-fi “Emergence” e mais três comédias, “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents”. “Emergence” era a única estreante, e seu desempenho deixava tanto a desejar que os produtores conceberam o final da temporada inaugural como possível fim da série. Exibido em janeiro, o último capítulo foi visto por apenas 1,8 milhão de espectadores ao vivo. Em contraste com os 94% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, a série era fraquíssima – a forma como o site avalia séries é totalmente equivocada, baseada apenas na exibição do piloto. Criada por Tara Butters e Michele Fazekas, dupla responsável por “Reaper” e “Kevin (Probably) Saves the World”, “Emergence” era um “Exterminador do Futuro” com robô-criança. Na trama, a xerife Jo (interpretada por Allison Tolman, de “Fargo”) encontrava uma menina sem memórias no local de um acidente misterioso e acabava levando-a para sua casa, sem saber que ela era uma inteligência artificial com corpo de criança, cuja evolução poderia causar o fim do mundo. Uma das reviravoltas incluía a ameaça de outros robôs de aparência humana, que viajam para eliminar Sarah Conn… Jo e pegar sua “filha” (Alexa Swinton, da série “Billions”) para acabar com a humanidade. “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents” estavam todas em suas segundas temporadas. O destaque era “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990, que saiu do ar diante de 3,2 milhões de espectadores na quarta passada (13/5). No mesmo dia, “Single Parents” se despediu com uma audiência de 2,5 milhões. Já “Bless This Mess” tinha mais público que todas as demais, atingindo 3,8 milhões de espectadores em seu final – mais pessoas, inclusive, que “Prodigal Son”, que a Fox renovou. O apelo estava no carisma dos intérpretes principais, Lake Bell (“Childrens Hospital”) e Dax Shepard (“The Ranch”). A atriz também era uma das criadoras da série, sobre um casal que se mudava da cidade grande para o campo.
Fox renova The Resident e Last Man Standing
A rede Fox anunciou a renovação das séries “Last Man Standing” e “The Resident”, que vão, respectivamente, para suas 9ª e 4ª temporada. Ambas as atrações são produzidas pela 20th Century Fox Television, que a Disney adquiriu ao comprar os estúdios da Fox. “‘The Resident’ e ‘Last Man Standing’ são partes importantes da Fox, e estamos muito satisfeitos por eles voltarem na próxima temporada”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em comunicado. “Queremos agradecer a todos os escritores, atores, diretores, produtores e equipes talentosas por ambos os programas e, é claro, aos nossos amigos e parceiros de produção na 20th Century Fox Television.” “Last Man Standing” tem uma média de 8 milhões de espectadores, incluindo o público multiplataforma, e é a série de comédia mais assistida da Fox, enquanto “The Resident” atrai 10 milhões de espectadores multiplataforma e está entre os 10 dramas televisivos mais vistos entre os espectadores de 18 a 34 anos nos EUA. As duas séries se juntam a uma pequena lista de originais live-action já renovados na Fox. Além delas, o canal só oficializou as voltas de “9-1-1” e seu spin-off “9-1-1: Lone Star”. Por outro lado, renovou todas as suas séries animadas – “Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “Bob’s Burgers”, “Bless the Harts” e “Duncanville”. Apesar de ser a mais longeva, a 9ª temporada de “Last Man Standing” será apenas a terceira exibida na Fox, após a rede resgatar a série estrelada por Tim Allen, que foi cancelada pela ABC em 2017, após seis temporadas. Considerada uma comédia conservadora, “Last Man Standing” destoava do tom inclusivo das séries de famílias modernas da ABC, encontrando seu público natural na rede que lançou a Fox News. Já “The Resident” sobreviveu ao excesso de séries médicas lançadas recentemente – “New Amsterdam” na NBC e “The Good Doctor” na ABC – para se estabelecer entre os líderes de audiência do canal.
Especial musical Disney Family Singalong vai ganhar segunda edição
A rede ABC vai produzir uma segunda edição do “Disney Family Singalong”, bem-sucedido especial beneficente em que astros famosos cantaram clássicos dos filmes da Disney. Exibido há duas semanas, o especial foi visto por 10,3 milhões de espectadores ao vivo e atingiu uma classificação de 2,6 pontos na audiência entre os adultos de 18 a 49 anos – o maior público qualificado do canal desde a transmissão do Oscar. A segunda edição será exibida em 10 de maio, o dia das mães, com apresentação de Ryan Seacrest (do “American Idol”), mas os convidados ainda não foram revelados. A primeira edição contou com participações de duas das cantoras mais populares dos EUA, Beyoncé e Ariana Grande, além da reunir o elenco de “High School Musical”, entre muitos outros convidados – veja alguns dos clipes da atração neste link. “O ‘Disney Family Singalong’ foi um evento bonito, e uniu milhões de famílias ao redor do país, enchendo os nossos corações de alegria e músicas, além de prover alimentação muito necessária para os nossos vizinhos que estão sofrendo” disse Claire Babineaux-Fontenot, CEO da Feeding America, campanha beneficente que recebeu doações do público durante a transmissão do programa. Assim como o primeiro “Disney Family Singalong”, este segundo especial também vai arrecadar dinheiro para a Feeding America, que está ajudando a alimentar população carente dos EUA durante a pandemia do novo coronavírus.
Agents of SHIELD: Trailer da temporada final leva personagens para os anos 1930
A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer da 7ª e última temporada de “Agents of SHIELD”. O material revela que, depois de levar os personagens para o futuro, a trama desta vez transcorre no passado, mais precisamente nos anos 1930. A prévia mostra alienígenas viajantes no tempo, participação especial de Enver Gjokaj como Daniel Sousa (personagem de “Agent Carter”) e qual é a “missão final” dos protagonistas: salvar a HIDRA. Criada por Joss Whedon (diretor de “Os Vingadores”), seu irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen, “Agents of SHIELD” foi a primeira série live-action da Marvel Television, lançada em 2013 como derivado de “Os Vingadores”, até então a maior bilheteria de um filme de super-heróis. Ironicamente, será também a última série da produtora, que foi extinta no ano passado, após uma sucessão de fracassos e vexames. O Marvel Studios, responsável pelos filmes, também vai passar a realizar as séries adaptadas dos quadrinhos da empresa. Os episódios finais começam a ser exibidos a partir de 27 de maio nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Astros de High School Musical, Beyoncé e Ariana Grande se juntam em musical da Disney. Veja os clipes
A rede americana ABC apresentou na noite de quinta (16/4) um especial musical chamado “Disney Family Singalong”, em que astros famosos da Disney interpretam hits do repertório do estúdio. Vários clipes do evento foram disponibilizados no YouTube e podem ser vistos abaixo. Um dos maiores destaques foi a canção que reuniu o elenco original de “High School Musical”, via telechamada. Os protagonistas da famosa franquia cantaram juntos – remotamente – o clássico “We’re All in This Together”, que virou uma espécie de hino da quarentena nos EUA. Todos, menos Zac Efron, que já tinha faltado em outra live de reencontro da turma. Desta vez, ao menos, ele apareceu para apresentar a performance dos colegas – dizem que Efron não é realmente um bom cantor e, corre o boato, teria sido dublado nos telefilmes. Ashley Tisdale, Vanessa Hudgens, Monique Coleman, Lucas Grabeel, Corbin Bleu e o diretor Kenny Ortega representaram a franquia clássica, e foram acompanhados na interpretação coletiva pelos atores da nova série baseada na atração original, “High School Musical: The Musical: The Series”, além de integrantes de “Descendentes” e “As Visões da Raven”. “Disney Family Singalong” também teve participação musical das estrelas Ariana Grande, Christina Aguilera, Demi Lovato, Josh Groban e Beyoncé, além da dupla de Josh Gad e Luke Evans, vilões de “A Bela e a Fera”, e Darren Criss, como representante de “Glee” (a Disney comprou a Fox, né?). Embora não tenha estrelado uma série da Disney, Beyoncé possui ligação com o estúdio por meio do remake de “O Rei Leão”. Por sua vez, Ariana, que cantou uma música da animação “Hércules”, começou sua bem-sucedida carreira em 2010 como atriz de “Victorious” e seu spin-off “Sam & Cat”. Já Demi Lovato estrelou dois telefilmes “Camp Rock” com os Jonas Brothers e sua própria série, “Sunny Entre Estrelas” (Sunny with a Chance). Josh Groban cantou em “A Bela e a Fera” e também atuou nos dois filmes de “Os Muppets” da era Disney. Para completar, Christina Aguilera, além de cantar nas duas versões de “Mulan”, foi revelada no programa do “Clube do Mickey” – junto com Britney Spears, Justin Timberlake e os atores Keri Russell e Ryan Gosling, nos anos 1990. Veja abaixo o clipe da versão de quarentena de “We’re All in This Together” e demais destaques do especial musical da Disney.
Série Modern Family chega ao final nos EUA
A longeva série “Modern Family” exibe seu último capítulo na noite desta quarta (8/4) nos EUA. A rede ABC divulgou vários comerciais da despedida, com direito a abraços e muitas lágrimas do elenco. Veja abaixo. Centrada em três casais e respectivos filhos de uma mesma grande família, a série de Steve Levitan e Christopher Lloyd foi lançada em 2009 e por 11 temporadas representou a diversidade das famílias modernas, como prometido pelo seu título, ao mostrar casal gay, casal inter-racial de grande diferença etária e até o casal papai e mãe do subúrbio. Todos com suas dificuldades, mas com grande harmonia na hora de enfrentar tudo em família. Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, “Modern Family” perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das séries de streaming. Tanto que seus criadores chegaram a cogitar encerrar a série um ano antes. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox Life.
Séries médicas dos EUA doam equipamentos de suas produções para hospitais
Mais três séries americanas sobre serviços de emergência e cotidiano hospitalar anunciaram as doações dos equipamentos médicos de suas produções para hospitais de verdade da América do Norte. “Grey’s Anatomy”, “Station 19” (ambas da mesma produtora, Shondaland) e “The Good Doctor”, todas exibidas pela rede ABC, juntaram-se à iniciativa de “The Resident”, da Fox, no auxílio à prevenção da pandemia de coronavírus. “Em ‘Station 19’, tivemos a sorte de ter cerca de 300 das cobiçadas máscaras N95 que doamos para nosso corpo de bombeiros local”, disse a showrunner Krista Vernoff em comunicado. “Eles ficaram tremendamente agradecidos. Em ‘Grey’s Anatomy’, temos um estoque de trajes e luvas que também estamos doando. Todos nós estamos muito gratos pelo trabalho e dedicação de nossos profissionais de saúde durante esse período incrivelmente difícil e, além dessas doações, estamos fazendo nossa parte para ajudá-los, ficando em casa”, completou. “The Good Doctor”, por sua vez, está doando o material de sua produção para hospitais de Vancouver, no Canadá, onde a série é gravada. A tendência foi inaugurada por “The Resident”, que doou seu equipamento para o Grady Memorial Hospital em Atlanta, cidade em que a série é produzida, sem fazer alarde. O fato só se tornou conhecido porque uma médica tirou fotos da entrega e publicou em seu Instagram na quarta-feira (18/3). A falta de suprimentos médicos adequados tornou-se uma crise à parte durante a pandemia de coronavírus. Apesar dos esforços para aumentar a capacidade de testes em pacientes com suspeita de infecção, alguns testes não foram realizados por que faltam suprimentos necessários, como cotonetes e equipamentos de proteção para os médicos.
Produção de Grey’s Anatomy é interrompida pelo coronavírus
Os médicos da ficção foram derrotados pelo coronavírus. Os produtores de “Grey’s Anatomy” informaram que as gravações de novos episódios da série médica foram suspensas, devido à pandemia. A interrupção não programada aconteceu quando ainda faltavam ser gravados 4 dos 25 episódios previstos para a 16ª e atual temporada. O anúncio segue recomendação do prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, de que as reuniões em grupo sejam limitadas a 50 pessoas na cidade – 200 a menos que a orientação do governador Gavin Newsom para o estado. Os planos iniciais são para uma pausa de duas semanas. “Essa decisão foi tomada para garantir a saúde e a segurança de todo o elenco e equipe e a segurança de nossos entes queridos fora do trabalho, e foi tomada de acordo com a sugestão do prefeito Garcetti de que não nos reunamos em grupos de mais de 50 pessoas”, escreveram a showrunner Krista Vernoff e os produtores Debbie Allen e James D. Parriott em comunicado. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) informou na terça (10/3) a existência de 696 casos comprovados de coronavírus no país, um aumento de 224 casos em relação à contagem anterior, e disse que o número de mortes aumentou de 6 para 25.











