Estado Zero: Série criada por Cate Blanchett ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da série australiana “Estado Zero” (Stateless), criada, produzida e estrelada pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A trama acompanha quatro histórias de pessoas que acabam envolvidas ao terem suas vidas afetadas pelo serviço de imigração australiano. Os personagens centrais são uma aeromoça em fuga de uma seita, um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua família, um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver e um burocrata preso entre ambições profissionais e um escândalo nacional. Cada um deles enfrentam questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente, e todos acabam se cruzando em um centro de detenção de imigrantes no meio do deserto. Além de Blanchett, o elenco conta com Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), Dominic West (“The Affair”), Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”), Asher Keddie (“Em Prantos”), Fayssal Bazzi (“6 Dias”) e Marta Dusseldorp (“A Place to Call Home”). Blanchett criou a série em parceria com os roteiristas Tony Ayres (criador da atração sci-fi “Glitch”, também disponível na Netflix) e Elise McCredie (criadora de “Jack Irish”), e a direção dos episódios é dividida por Emma Freeman (“Glitch”) e a cineasta Jocelyn Moorhouse (“A Vingança Está na Moda”). Originalmente exibida em março pela emissora australiana ABC, sob elogios rasgados da imprensa do país – 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – , a série foi adquirida pela Netflix para exibição mundial e estreia em streaming no dia 8 de julho.
For Life é renovada para 2ª temporada
A rede ABC encomendou a 2ª temporada de “For Life”, drama criminal que encontrou grande repercussão na TV americana. Criada por Hank Steinberg (criador de “The Last Ship”) e produzida pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”), a série teve sua trama valorizada pelo contexto racial, após a morte de George Floyd, que desencadeou protestos em massa e abriu discussões profundas sobre racismo estrutural e justiça social. O drama jurídico é inspirado na vida real de Issac Wright Jr., que foi injustamente condenado como chefão das drogas, mas teve sua condenação revertida enquanto estava na prisão e se tornou um advogado licenciado. A versão televisiva dessa história traz Nicholas Pinnock (“Counterpart”) como Aaron Wallace, um inocente condenado injustamente que estuda para se tornar advogado na prisão, passa a defender casos de outros presos e se esforça para anular sua própria sentença por um crime que não cometeu. Sua busca pela liberdade é impulsionada por seu desejo desesperado de voltar à família que ama – sua esposa e filha – e recuperar a vida que lhe foi roubada. “For Life” também examina as falhas do sistema penal americano. “É mais do que apenas uma série, é uma luta pela justiça e estamos mantendo a luta”, disse 50 Cent ao comemorar a renovação. “Isaac Wright Jr enfrentou o sistema e conquistou sua liberdade e agora, mais do que nunca, precisamos continuar contando essa história inspirada em sua vida. O criador Hank Steinberg e sua equipe de escritores estão prontos para continuar explorando e expondo as falhas no sistema que são tão importantes agora, mais do que nunca”, completou, em comunicado. O bom elenco da série ainda inclui Indira Varma (“Game of Thrones”), Joy Bryant (“Parenthood”), Dorian Missick (“Luke Cage”), Tyla Harris (“Six”) e Mary Stuart Masterson (ainda hoje lembrada pelos clássicos “Tomates Verdes Fritos” e “Alguém Muito Especial”).
The Baker and the Beauty é cancelada na 1ª temporada
A ABC cancelou “The Baker and the Beauty”, dramédia romântica baseada numa atração israelense. A série tinha a pior audiência do canal e rendeu apenas nove episódios em sua única temporada, que termina em 1º de junho. A atração foi a segunda série do roteirista-produtor Dean Georgaris cancelada nas últimas horas. A outra, “Bluff City Law”, saiu do ar na rede NBC. “The Baker and the Beauty” acompanhava o personagem de Victor Rasuk (“Jack Ryan”), que trabalha na padaria da família e faz tudo o que seus amados pais e irmãos cubanos esperam que ele faça. Mas em uma noite de festas em Miami, ele conhece a personagem de Nathalie Kelley (“Dynasty”), uma superstar internacional e magnata da moda, e passa a virar o centro das atenções da mídia e viver um conflito cultural. A versão original israelense (“Lehiyot Ita”) ainda está no ar e vai para a 3ª temporada em seu país de origem.
Episódio de Black-ish sobre violência policial vai ganhar reprise especial nos EUA
A rede americana ABC vai reprisar um episódio de 2016 de “Black-ish” que lida com a violência policial. O criador da série, Kenya Barris, disse que fica com “o coração partido” por o episódio ainda ser relevante hoje. Intitulado “Hope”, o episódio acompanha as reações da família Johnson a um caso judicial envolvendo um adolescente afro-americano que supostamente foi vítima de violência policial. Quando as crianças começam a fazer perguntas sobre isso, Dre (Anthony Anderson) e Bow (Tracee Ellis Ross) tem um conflito sobre como abordar a questão. Dre e seus pais (interpretados por Laurence Fishburne e Jenifer Lewis) querem oferecer uma visão envernizada sobre como o sistema jurídico trata os negros, enquanto Bow opta por uma mensagem mais esperançosa sobre como poderia ser. “Faz 1,562 dias desde que compartilhamos esse episódio com o mundo e fico com o coração partido por esse episódio parecer tão oportuno quanto antes e estranhamente premonitório sobre o que está acontecendo hoje com os negros neste país”, Barris disse, nas redes sociais. Quando “Hope” foi originalmente ao ar, em fevereiro de 2016, Barris dizia: “Só espero que seja bem recebido e espero que realmente inicie uma conversa, porque acho que é uma conversa que precisamos ter”. O episódio será exibido nesta terça-feira (2/6) nos EUA, junto com “Juneteenth”, a estréia da 4ª temporada da série, que apresenta números musicais sobre o feriado que marca o fim da escravidão no Texas. Ambos os capítulos ganharão tratamento de “especial” para refletir os movimentos antirracistas que eclodiram nos EUA na última semana, após o assassinato de George Floyd, sufocado por policias brancos. Vale lembrar ainda que Barris teve problemas com a própria ABC em 2018, quando a rede descartou um episódio de “Black-ish” em que Dre contava ao filho uma história de ninar que incluía diálogos e imagens consideradas anti-Trump. Barris contou à revista The Hollywood Reporter que, depois de tentar fazer cortes no capítulo, ele e a rede concordaram mutuamente em arquivá-lo, porque “o resultado não era uma representação verdadeira do que pretendíamos fazer”. O episódio censurado seria uma reação a um ataque de Donald Trump contra a série. O presidente dos EUA chamou “Black-ish” de racista, acusação que já tinha desferido contra o cineasta Spike Lee e congressistas negras. Em compensação, é bem mais difícil lembrar um tuíte de Trump que acuse algum branco de racismo. Após a polêmica, Barris acabou assinando um contrato de exclusividade com a Netflix.
Estado Zero: Veja trailer e fotos da série australiana criada e estrelada por Cate Blanchett
A Netflix começou a divulgação da série australiana “Estado Zero” (Stateless), criada, produzida e estrelada pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A promoção inclui a tradução nacional e as primeiras imagens liberadas pela plataforma. Originalmente exibida em março pela emissora australiana ABC, a série foi adquirida pela Netflix para exibição mundial em streaming, com estreia prevista para o dia 8 de julho. A trama quatro pessoas que se veem envolvidas ao terem suas vidas afetadas pelo serviço de imigração. Os personagens centrais são uma aeromoça em fuga de uma seita, um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua família, um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver e um burocrata preso entre ambições profissionais e um escândalo nacional. Cada um deles enfrentam questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente, e todos acabam se cruzando em um centro de detenção de imigrantes no meio do deserto. Além de Blanchett, o elenco conta com Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), Dominic West (“The Affair”), Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”), Asher Keddie (“Em Prantos”), Fayssal Bazzi (“6 Dias”) e Marta Dusseldorp (“A Place to Call Home”). Blanchett criou a série em parceria com os roteiristas Tony Ayres (criador da atração sci-fi “Glitch”, também disponível na Netflix) e Elise McCredie (criadora de “Jack Irish”), e a direção dos episódios é dividida por Emma Freeman (“Glitch”) e a cineasta Jocelyn Moorhouse (“A Vingança Está na Moda”). Além das imagens da Netflix, veja abaixo também o trailer australiano da atração, que já terminou de ser exibida pela rede ABC, arrancando elogios rasgados da imprensa do país – 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Califórnia processa CBS e Disney por encobrirem assédio sexual na série Criminal Minds
As produtoras CBS Studios, do conglomerado ViacomCBS, e ABC Signature e ABC Studios, ambas do grupo Disney, estão sendo processadas pelo governo da Califórnia, acusadas de encobrir 14 anos de assédio sexual contra homens da equipe de produção da série “Criminal Minds”, exibida nos EUA pela rede CBS. A informação foi compartilhada pelo Departamento de Emprego Justo e Habitação (DFEH) da Califórnia nesta terça-feira (26/5). De acordo com o processo, o diretor de fotografia Gregory St. Johns teria abusado de sua posição para apalpar repetidamente funcionários e retaliar aqueles que rejeitaram seus avanços nos bastidores da série. Enquanto trabalhou em 278 dos 323 episódios de “Criminal Minds”, St. Johns teria abusado de vários homens, tocando em suas genitálias e fazendo carícias em “seus pescoços, ombros e ouvidos” em um padrão de comportamento “desenfreado, frequente e aberto”. O processo alega ainda que “a equipe de produção executiva teve conhecimento e apoiou a conduta ilegal, demitindo vários funcionários que resistiram ao assédio de St. John”, segundo o comunicado do órgão, que fiscaliza a aplicação das leis de direitos civis na Califórnia e suas violações, incluindo o assédio no local de trabalho. Além de processar as empresas produtoras, a ação também inclui alguns executivos como réus, visando indenizar as vítimas do assédio. Entre eles, estão a showrunner da série, Erica Messer, os produtores executivos Harry Bring e John Breen Frazier, o diretor Glenn Kershaw e a gerente de produção Stacey Beneville. Encerrada em fevereiro após 15 temporadas, “Criminal Minds” enfrentou outros problemas ao longo de sua produção. O maior escândalo foi a demissão de seu principal ator, Thomas Gibson, por agressão a um dos roteiristas da série no set de gravações. Seis anos antes, ele chegou a empurrar um dos diretores da atração e foi forçado a frequentar terapia para controle de raiva.
Agents of SHIELD: Prévia da temporada final mostra personagens nos anos 1930
A rede americana ABC divulgou uma cena do começo da 7ª e última temporada de “Agents of SHIELD”. A prévia mostra que, depois de levar os personagens para o futuro, a trama desta vez transcorre no passado, mais precisamente nos anos 1930, com direito a debate sobre “efeito borboleta”, isto é, a possibilidade de um acidente provocado por suas presenças alterar os rumos da História. Criada por Joss Whedon (diretor de “Os Vingadores”), seu irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen, “Agents of SHIELD” foi a primeira série live-action da Marvel Television, lançada em 2013 como derivado de “Os Vingadores”, até então a maior bilheteria de um filme de super-heróis. Ironicamente, será também a última série da produtora, que foi extinta no ano passado, após uma sucessão de fracassos e vexames. O Marvel Studios, responsável pelos filmes, vai passar a realizar as próximas séries adaptadas dos quadrinhos da empresa. Os episódios finais começam a ser exibidos na quarta (27/5) nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
ABC renova sete séries veteranas, incluindo os dramas A Million Little Things e The Rookie
A rede ABC apostou na consolidação de sua programação ao anunciar a renovação de sete séries veteranas: as comédias “The Goldbergs” (8ª temporada), “Black-ish” (7ª temporada), “American Housewife” (5ª temporada), “The Conners” (3ª temporada) e “Mixed-ish” (2ª temporada), além dos dramas “A Million Little Things” e “The Rookie” (ambos vão pra 3ª temporada). “Em um momento em que estamos fisicamente separados e as experiências compartilhadas importam mais do que nunca, esses programas são base da estratégia que nos colocou em 1º lugar nesta temporada – aproximando pessoas, criando momentos culturais e criando conteúdo que diverte e inspira gerações”, afirmou a presidente da rede, Karey Burke, em comunicado. “Nossa principal prioridade agora é trabalhar com nossos parceiros de estúdio para garantir um retorno seguro às produções, para que possamos aproveitar o forte momento de uma programação vencedora”, acrescentou. As renovações desta quinta (21/5) juntam-se a anúncios anteriores, que reforçam a continuidade das atrações consagradas no canal, como os dramas “Grey’s Anatomy” e seu spin-off “Station 19”, sem esquecer do novo sucesso “The Good Doctor”. Em compensação, três séries tradicionais da emissora foram encerradas: “Modern Family”, “How to Get Away with Murder” e “Fresh off the Boat”, que serão substituídas por novos projetos em 2021.
Stumptown é renovada para 2ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Stumptown” para sua 2ª temporada. A série estrelada por Cobie Smulders (intérprete da agente da SHIELD Maria Hill nos filmes da Marvel) foi um dos melhores lançamentos da TV aberta americana na temporada recém-finalizada, mas não tinha um grande público, vista por 2,6 milhões em sua season finale. Em compensação, a avaliação do Rotten Tomatoes atingiu 92% de aprovação, com base no piloto. Baseada na história em quadrinhos homônima de Greg Rucka (“Terror na Antártida”), desenhada por Matthew Southworth, a trama acompanha Dex Parios (Smulders), uma ex-militar do exército dos EUA que trabalha como detetive particular em Portland. Inteligente, durona e assertiva, ela enfrenta a má vontade da polícia local, sua própria inexperiência como investigadora, a falta de dinheiro e decisões erradas em sexo e apostas, enquanto resolve seus casos. O elenco também inclui Michael Ealy (“Secrets and Lies”), Jake Johnson (“New Girl”), Camryn Manheim (“Ghost Whisperer”), Tantoo Cardinal (“Frontier”) e Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”). Adaptada por Jason Richman (criador de “Detroit 1-8-7”), a série ainda conta com o cineasta Ruben Fleischer (“Venom”) entre seus produtores.
ABC cancela Emergence, Bless This Mess, Schooled e Single Parents
A rede ABC cancelou a sci-fi “Emergence” e mais três comédias, “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents”. “Emergence” era a única estreante, e seu desempenho deixava tanto a desejar que os produtores conceberam o final da temporada inaugural como possível fim da série. Exibido em janeiro, o último capítulo foi visto por apenas 1,8 milhão de espectadores ao vivo. Em contraste com os 94% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, a série era fraquíssima – a forma como o site avalia séries é totalmente equivocada, baseada apenas na exibição do piloto. Criada por Tara Butters e Michele Fazekas, dupla responsável por “Reaper” e “Kevin (Probably) Saves the World”, “Emergence” era um “Exterminador do Futuro” com robô-criança. Na trama, a xerife Jo (interpretada por Allison Tolman, de “Fargo”) encontrava uma menina sem memórias no local de um acidente misterioso e acabava levando-a para sua casa, sem saber que ela era uma inteligência artificial com corpo de criança, cuja evolução poderia causar o fim do mundo. Uma das reviravoltas incluía a ameaça de outros robôs de aparência humana, que viajam para eliminar Sarah Conn… Jo e pegar sua “filha” (Alexa Swinton, da série “Billions”) para acabar com a humanidade. “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents” estavam todas em suas segundas temporadas. O destaque era “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990, que saiu do ar diante de 3,2 milhões de espectadores na quarta passada (13/5). No mesmo dia, “Single Parents” se despediu com uma audiência de 2,5 milhões. Já “Bless This Mess” tinha mais público que todas as demais, atingindo 3,8 milhões de espectadores em seu final – mais pessoas, inclusive, que “Prodigal Son”, que a Fox renovou. O apelo estava no carisma dos intérpretes principais, Lake Bell (“Childrens Hospital”) e Dax Shepard (“The Ranch”). A atriz também era uma das criadoras da série, sobre um casal que se mudava da cidade grande para o campo.
Fox renova The Resident e Last Man Standing
A rede Fox anunciou a renovação das séries “Last Man Standing” e “The Resident”, que vão, respectivamente, para suas 9ª e 4ª temporada. Ambas as atrações são produzidas pela 20th Century Fox Television, que a Disney adquiriu ao comprar os estúdios da Fox. “‘The Resident’ e ‘Last Man Standing’ são partes importantes da Fox, e estamos muito satisfeitos por eles voltarem na próxima temporada”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em comunicado. “Queremos agradecer a todos os escritores, atores, diretores, produtores e equipes talentosas por ambos os programas e, é claro, aos nossos amigos e parceiros de produção na 20th Century Fox Television.” “Last Man Standing” tem uma média de 8 milhões de espectadores, incluindo o público multiplataforma, e é a série de comédia mais assistida da Fox, enquanto “The Resident” atrai 10 milhões de espectadores multiplataforma e está entre os 10 dramas televisivos mais vistos entre os espectadores de 18 a 34 anos nos EUA. As duas séries se juntam a uma pequena lista de originais live-action já renovados na Fox. Além delas, o canal só oficializou as voltas de “9-1-1” e seu spin-off “9-1-1: Lone Star”. Por outro lado, renovou todas as suas séries animadas – “Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “Bob’s Burgers”, “Bless the Harts” e “Duncanville”. Apesar de ser a mais longeva, a 9ª temporada de “Last Man Standing” será apenas a terceira exibida na Fox, após a rede resgatar a série estrelada por Tim Allen, que foi cancelada pela ABC em 2017, após seis temporadas. Considerada uma comédia conservadora, “Last Man Standing” destoava do tom inclusivo das séries de famílias modernas da ABC, encontrando seu público natural na rede que lançou a Fox News. Já “The Resident” sobreviveu ao excesso de séries médicas lançadas recentemente – “New Amsterdam” na NBC e “The Good Doctor” na ABC – para se estabelecer entre os líderes de audiência do canal.
Especial musical Disney Family Singalong vai ganhar segunda edição
A rede ABC vai produzir uma segunda edição do “Disney Family Singalong”, bem-sucedido especial beneficente em que astros famosos cantaram clássicos dos filmes da Disney. Exibido há duas semanas, o especial foi visto por 10,3 milhões de espectadores ao vivo e atingiu uma classificação de 2,6 pontos na audiência entre os adultos de 18 a 49 anos – o maior público qualificado do canal desde a transmissão do Oscar. A segunda edição será exibida em 10 de maio, o dia das mães, com apresentação de Ryan Seacrest (do “American Idol”), mas os convidados ainda não foram revelados. A primeira edição contou com participações de duas das cantoras mais populares dos EUA, Beyoncé e Ariana Grande, além da reunir o elenco de “High School Musical”, entre muitos outros convidados – veja alguns dos clipes da atração neste link. “O ‘Disney Family Singalong’ foi um evento bonito, e uniu milhões de famílias ao redor do país, enchendo os nossos corações de alegria e músicas, além de prover alimentação muito necessária para os nossos vizinhos que estão sofrendo” disse Claire Babineaux-Fontenot, CEO da Feeding America, campanha beneficente que recebeu doações do público durante a transmissão do programa. Assim como o primeiro “Disney Family Singalong”, este segundo especial também vai arrecadar dinheiro para a Feeding America, que está ajudando a alimentar população carente dos EUA durante a pandemia do novo coronavírus.
Agents of SHIELD: Trailer da temporada final leva personagens para os anos 1930
A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer da 7ª e última temporada de “Agents of SHIELD”. O material revela que, depois de levar os personagens para o futuro, a trama desta vez transcorre no passado, mais precisamente nos anos 1930. A prévia mostra alienígenas viajantes no tempo, participação especial de Enver Gjokaj como Daniel Sousa (personagem de “Agent Carter”) e qual é a “missão final” dos protagonistas: salvar a HIDRA. Criada por Joss Whedon (diretor de “Os Vingadores”), seu irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen, “Agents of SHIELD” foi a primeira série live-action da Marvel Television, lançada em 2013 como derivado de “Os Vingadores”, até então a maior bilheteria de um filme de super-heróis. Ironicamente, será também a última série da produtora, que foi extinta no ano passado, após uma sucessão de fracassos e vexames. O Marvel Studios, responsável pelos filmes, também vai passar a realizar as séries adaptadas dos quadrinhos da empresa. Os episódios finais começam a ser exibidos a partir de 27 de maio nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.










