Primeiro trailer de Watchmen apresenta continuação distópica dos quadrinhos
A HBO divulgou o primeiro trailer da série “Watchmen”, que continua a trama do filme de Zack Snyder e dos quadrinhos clássicos de Alan Moore e Dave Gibbons. A prévia explora um tique-taque nervoso, que remete a uma contagem até o fim do mundo – tema da obra dos anos 1980. O vídeo também deixa claro que a história se passa alguns anos depois do filme/quadrinhos e destaca um grupo mascarado de vigilantes, inspirados no visual de Rorschach – morto na história original. A história original de Alan Moore e Dave Gibbons era uma abordagem distópica do gênero dos super-heróis, ambientada em uma linha temporal alternativa durante o auge da Guerra Fria entre os EUA e União Soviética. A trama girava em torno de um grupo de super-heróis americanos, a maioria aposentada, que investiga o assassinato de um deles e, no processo, descobre uma conspiração que pode mudar o curso da História. Poucos detalhes foram revelados sobre a adaptação dessa premissa para a série, que está sendo desenvolvido por Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”). Até agora, a única sinopse divulgada afirma que a trama é “situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos”. Além disso, “‘Watchmen’ abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios”. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“The Get Down”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). De toda essa gente, o único papel conhecido – ainda que não confirmado oficialmente – é o de Jeremy Irons, que interpretará uma versão mais velha de Adrian Veidt, mais conhecido como Ozymandias. O personagem é justamente o responsável por tudo o que aconteceu nos quadrinhos – e no filme de 2009. A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data da estreia ainda não foi anunciada, mas o trailer revela que o lançamento acontecerá no período do outono norte-americano (entre setembro e novembro).
Novas fotos de Game of Thrones mostram o cerco de Porto Real
A HBO divulgou nove fotos do próximo episódio de “Game of Thrones”, que destacam a preparação para a Batalha de Porto Real, com Jon Snow (Kit Harington) e até Tyrion (Peter Dinklage) à frente das tropas de Daenerys (Emilia Clarke), num cerco contra os mercenários de Cercei (Lena Headey) e seu aliado Euron Greyjoy (Pilou Asbæk). Assim como tem sido praxe na atual temporada, várias imagens são capturas de telas. Elas são mais escuras, tem tamanho diferente e definição inferior aos registros da fotógrafa oficial da série – Helen Sloan. Mas não repetem os borrões da Batalha de Winterfell, graças às gravações diurnas. Ainda sem título divulgado, o próximo episódio volta a ser dirigido pelo inglês Miguel Sapochnik, responsável pela Batalha de Winterfell, a Batalha dos Bastardos e outros episódios de ação épica da série. A exibição vai acontecer no domingo (12/5) no canal pago HBO.
Teaser e pôster reúnem elenco da 5ª temporada de Fear the Walking Dead
A produtora Skybound, de Robert Kirkman, divulgou o pôster e um novo teaser da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que mostram a disposição do elenco central para enfrentar zumbis. Os novos episódios também contarão com a volta de Daniel Salazar (Ruben Blades) e o reencontro entre Morgan (Lennie James) e Dwight (Austin Amelio). Os dois se viram pela última vez no final da 8ª temporada de “The Walking Dead”, quando cada um embarcou em sua própria jornada. A 5ª temporada de “Fear the Walking Dead” estreia em 2 de junho nos Estados Unidos. A série também é exibida no Brasil pelo canal AMC, que programou os novos capítulos para 17 de junho, 15 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Série do Monstro do Pântano ganha pôsteres com protagonistas
A plataforma DC Universe divulgou dois pôsteres de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. As imagens trazem os personagens principais, Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), envolvidos por galhos, folhas e insetos do pântano. Os dois são descritos como “Força da Natureza” nos cartazes. Veja abaixo. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, acompanhando Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”) como o Monstro do Pântano. Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” tem produção do cineasta James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) e seu episódio de estreia é assinado por outro diretor de cinema, Len Weiseman (“Anjos da Noite”). A estreia está marcada para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos.
Última temporada de Jessica Jones ganha pôster da Netflix
A Netflix divulgou o pôster da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. Além de encerrar a série, os novos episódios vão marcar a estreia da atriz Krysten Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. Ainda não há previsão de estreia para os capítulos finais, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish Walker (Rachael Taylor). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus). "Everything changes, and nothing really changes. People die, new people are born, and we exist in between." The final season of Marvel's Jessica Jones is coming soon to Netflix. pic.twitter.com/NHHthvv1sP — Jessica Jones (@JessicaJones) May 6, 2019
Série Batwoman ganha primeiro teaser
A rede The CW divulgou o primeiro teaser da série “Batwoman”. Lançado assim que o canal oficializou a produção, o vídeo é curto e mostra apenas a atriz Ruby Rose (“Megatubarão) no uniforme da personagem, ao lado do Bat-sinal. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Como a série vai se passar em Gotham City, também apresentará alguns personagens conhecidos dos quadrinhos de Batman. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para completar, a direção do piloto aprovado foi realizada por Marcos Siega, que no ano passado emplacou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. A rede CW ainda não anunciou a data de estreia da série. O teaser e uma arte divulgados prometem a atração para “breve”.
CW oficializa séries de Batwoman, Katy Keene e Nancy Drew
A rede The CW aprovou três de seus pilotos, encomendado a produção de temporadas inaugurais para as novas séries “Batwoman”, “Katy Keene” e “Nancy Drew”. Todas são baseadas em IPs (sigla em inglês de propriedades intelectuais) conhecidas, como tem sido prioridade dos canais e plataformas na disputa (cada vez mais acirrada) pela audiência. Duas das produções são spin-offs. A personagem-título de “Batwoman” chegou a ser introduzida no crossover “Elseworlds”, que juntou três séries de super-heróis da DC Comics exibidas pelo CW. E “Katy Keene” se passa no mesmo universo de “Riverdale”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose (“Megatubarão) será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Como a série vai se passar em Gotham City, também apresentará alguns personagens conhecidos dos quadrinhos de Batman. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para completar, a direção do piloto aprovado foi realizada por Marcos Siega, que no ano passado emplacou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. “Katy Keene” é baseada nos quadrinhos homônimos, que são publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. Mas ganhará uma roupagem mais moderna. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, ela será uma personal shopper nova-iorquina que sonha virar uma fashion designer. A série traz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) como a personagem-título e também contará com Ashleigh Murray repetindo seu papel de Josie, de “Riverdale”. Curiosamente, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que, como Josie, serão interpretados por atores negros. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, que também lançou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. Por fim, “Nancy Drew” é a nova encarnação da detetive mirim criada na literatura juvenil em 1930. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova série literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Além de dezenas de livros, a personagem também já apareceu em cinco filmes (o mais recente é de 2007, com Emma Roberts no papel-título) e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), sem esquecer de games e produtos variados. A versão da CW mostrará uma Nancy Drew mais velha. Mas não tanto, acompanhando a personagem como uma jovem adulta de 18 anos – ou seja, “Veronica Mars”. O projeto foi escrito por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e vai mostrar Nancy após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia familiar a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato fantasmagórica – enquanto sua investigação revela segredos mais profundos do que jamais imaginou. A produção é de Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla de “Gossip Girl”, “Dinasty” e “Runaways”). Nancy será interpretada por Kennedy McMann, atriz novata que apareceu num episódio de “Law & Order: SVU” e tem sido apontada como potencial revelação da temporada. Ela terá companhia de Freddie Prinze Jr. (o Fred nos filmes live-action de “Scooby-Doo”), que viverá seu pai, além de Maddison Jaizani (“Into the Badlands”), Alex Saxon (“Os Fosters”) e Tunji Kasim (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Além desses projetos, o canal tinha outros três pilotos para avaliar. Embora não tenha sido imediatamente aprovado, “Glamourous” foi colocado “em contenção”. Ou seja, a CW quer avaliar melhor e, por via das dúvidas, mantém elenco e equipe sob contrato por mais tempo. A comédia de Jordon Nardino (roteirista de “Quantico” e “Star Trek: Discovery”) acompanha um adolescente que recusa rótulos de gênero e acaba arranjando emprego na indústria de cosméticos. Ben J. Pierce (“Guidance”) tem o papel principal, num elenco com John Barrowman (“Arrow”), Peyton List (“Light as a Feather”) e a veterana Brooke Shields (“Jane the Virgin”). Apesar do IP forte, o projeto de “The Lost Boys”, adaptação do filme de vampiros “Os Garotos Perdidos”, não atendeu às expectativas da CW, que encomendou a produção de um segundo piloto para a próxima temporada. Isso significa que os executivos da rede gostaram da ideia, mas não de sua execução. Tyler Posey (“Teen Wolf”) tinha o papel principal, porém são esperadas mudanças no elenco. Já o spin-off de “Jane the Virgin”, intitulado “Jane the Novela”, foi totalmente descartado.
Professor Xavier aparece no trailer da última temporada de Legion
O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer da 3ª (e última) temporada de “Legion”, série derivada do universo dos “X-Men”, criada por Noah Hawley (“Fargo”). A prévia continua o clima esquizofrênico que caracteriza a atração, ao mergulhar ainda mais na cabeça de David Haller (Dan Stevens), cada vez mais desconectado da realidade, posando de messias, enquanto embarca numa jornada de supervilão. O vídeo mostra David recrutando uma mutante chamada Switch (Lauren Tsai), que é capaz de viajar no tempo, para impedir que Syd (Rachel Keller) e Amahl Farouk (Navid Negahban) o matem – um assassinato que já aconteceu. E ainda apresenta o pai do protagonista, ninguém menos que o Professor Charles Xavier. O papel será representado por Harry Lloyd (o irmão de Daenerys em “Game of Thrones”), que aparece rapidamente no trailer testando uma versão inicial do Cérebro. “Legion” também traz em seu elenco Aubrey Plaza, Bill Irwin, Amber Midthunder e Jeremie Harris. A estreia dos novos capítulos foi marcada para o dia 24 de junho nos Estados Unidos.
John Lithgow entra na nova versão da série Perry Mason
O ator John Lithgow, vencedor do Emmy por seu papel como Winston Churchill na série “The Crown”, entrou no elenco da nova versão da série clássica “Perry Mason”, produzida por Robert Downey Jr. (“Os Vingadores”) para a HBO. Ele se junta a outros dois vencedores do Emmy, Matthew Rhys (protagonista de “The Americans”), que vive o célebre advogado do título, e Tatiana Maslany (protagonista de “Orphan Black”), intérprete da Irmã Alice, uma freira que prega pelo rádio. Lithgow interpretará Elias Birchard “EB” Jonathan, descrito como um advogado no ponto mais baixo de sua carreira e um empregado semi-regular de Mason. Mentor e figura paterna para Mason, EB começa a série recebendo o tipo de caso que ele não vê há anos: uma investigação de alto nível envolvendo um caso de sequestro infantil. Personagem literário do escritor Erle Stanley Gardner, “Perry Mason” já rendeu sete filmes, entre 1934 e 1940, e uma série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr. Originalmente exibida entre 1957 e 1966, a produção televisiva fez tanto sucesso que continuou a render telefilmes até os anos 1990. A maior diferença da nova versão para as anteriores é que ela apresentará “Perry Mason” como um drama de época passado nos anos 1930, época dos primeiros livros de Gardner. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr. e sua esposa Susan Downey, que adquiriram os direitos do personagem e chegaram a considerar uma adaptação cinematográfica. A série terá direção de Timothy Van Patten, que assinou o primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Ainda não há previsão para a estreia do novo Perry Mason.
Série do filme O que Fazemos nas Sombras é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia vampírica homônima (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), para a 2ª temporada. Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme, Taika Waititi (que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. O filme original foi concebido como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses e venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Já a série sofreu várias mudanças, além da locação e do elenco. Para começar, os protagonistas não são três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Atualmente em seu quinto episódio (metade da 1ª temporada), a série vem atraindo cerca de 500 mil telespectadores ao vivo.
Netflix vai produzir série sobre os crimes do apresentador de TV Wallace Souza
A Netflix anunciou a produção de uma série documental sobre Wallace Souza, ex-apresentador de TV e deputado, que foi preso por orquestrar mortes e produzir cenas de crime para passar em seu programa na televisão. Apesar do tema, o projeto não é brasileiro, mas das produtoras britânicas Caravan e Quicksilver. O título original também é em inglês, “Killer Ratings”, uma expressão de duplo sentido que se refere a números “matadores” (altos) de audiência, mas também um trocadilho com assassinatos. Wallace Souza chamou atenção com o programa “Canal Livre”, que apresentava em Manaus. A atração ganhou fama por encontrar cenas de crime e exibi-las antes de a polícia ter chegado ao local – como no filme “O Abutre”. Após investigação, Souza passou a ser acusado de encomendar mortes e criar cenas de crime, com o intuito exclusivo de mostrá-las no programa. Um ex-segurança do apresentador o acusou de ser chefe de uma organização criminosa. O apresentador também foi deputado, mas acabou cassado no final de 2009 e expulso do PP depois de ser acusado pela Polícia Civil de mandar matar traficantes de drogas para aumentar a audiência de seu programa de TV. Acabou preso por suspeita de ligações com crimes, incluindo formação de quadrilha, tráfico de drogas e homicídio. Durante sua defesa, alegou inocência. Souza morreu em 2010, vítima de parada cardíaca e infecção generalizada. A produção de “Killer Ratings” entrevistou pessoas ligadas ao programa de Souza, amigos, parentes e fontes policiais, e promete mostrar cenas inéditas do “Canal Livre”. A direção é de Daniel Bogado, que já ganhou diversos prêmios por seus documentários para o Channel 4 britânico, especializando-se na cobertura de conflitos africanos. “O que eu achava que sabia sobre Wallace Souza se mostrou ser só o ponto de partida de uma história extraordinária. Quando procuramos a fundo, vimos que os eventos eram de deixar queixos caídos, dignos de um roteiro de Hollywood”, afirmou Bogado. A série documental terá sete episódios e ainda não possuiu previsão de estreia.
The Walking Dead: Norman Reedus revela início das gravações da 10ª temporada
As gravações da 10ª temporada de “The Walking Dead” já começaram. A informação foi compartilhada pelo ator Norman Reedus, intérprete de Daryl, que divulgou em seu Instagram uma foto de bastidores do primeiro dia no set de Atlanta. A imagem traz os assentos de Daryl e Carol (Melissa McBride), que voltam a contracenar nos novos capítulos, após a mudança de ambos para a mesma comunidade. A produção deve durar até o segundo semestre. Ainda não há previsão para a estreia da 10ª temporada, mas geralmente o canal pago AMC reserva o mês de outubro para a série. Os próximos capítulos marcarão a despedida de outro personagem central da trama. Michonne, interpretada por Danai Gurira, terá participação diminuída até sair da história, como aconteceu com Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan) na temporada passada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox. Visualizar esta foto no Instagram. Day 1 ? Uma publicação compartilhada por norman reedus (@bigbaldhead) em 6 de Mai, 2019 às 8:31 PDT
Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série musical do diretor de La La Land
A atriz Amandla Stenberg, conhecida pelo primeiro “Jogos Vorazes” (2012) e o drama “O Ódio que Você Semeia” (2018), será a protagonista feminina da série “The Eddy”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”) para a Netflix. Ela se junta ao ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) no elenco da atração, desenvolvida por Chazelle em parceria com o escritor britânico Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos da produção, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg viverá a filha, chamada Julie. A produção também confirmou Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) como o sócio francês do clube e a atriz polonesa Joanna Kulig – que voltará a demonstrar os dotes vocais vistos em “Guerra Fria” (2018) – no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner. Ainda não há previsão para a estreia.











