The Good Doctor se despede de dois atores ao fim da 3ª temporada
A série “The Good Doctor” se despediu de dois integrantes de seu elenco original no final de sua 3ª temporada, exibida na segunda-feira (30/3) nos Estados Unidos. Intitulado “I Love You”, o capítulo trouxe a morte de um personagem e confirmou que outro deixou de fazer parte do elenco fixo da atração. Spoilers. Nicholas Gonzalez, que interpretava Neil Melendez desde o primeiro capítulo, não retornará à série após seu personagem morrer de ferimentos internos sofridos na queda de um prédio. Além dele, Jasika Nicole também deixou o elenco. Presente desde o segundo capítulo, sua personagem, Carly Lever, chegou até a viver um curto romance com Shaun (Freddie Highmore) na 3ª temporada, mas não aparece no programa desde o 16º episódio (de um total de 20) deste ano. Criador e showrunner da série, David Shore (que também criou “House”) afirmou que adoraria ter a atriz de volta para alguns episódios, mas com uma participação menor. Lançada em 2017, “The Good Doctor” acompanha a história do médico autista Dr. Shaun, que começa a trabalhar em um famoso e movimentado hospital. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay.
Trying: Primeira série britânica da Apple ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o trailer de “Trying”, sua primeira série de comédia britânica, estrelada por Rafe Spall (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Esther Smith (“Cuckoo”) e Imelda Staunton (“Harry Potter”). A série segue o casal Nikki (Smith) e Jason (Spall), que tenta adotar uma criança após descobrir que ser incapaz de ter filhos. Os episódios vão mostrar seus desafios, amigos disfuncionais, família maluca e vidas caóticas, além de suas interações com a equipe responsável pelo sistema de adoção. Criada por Andy Wolton (“The Great Travel Hack”) e dirigida por Jim O’Hanlon (“Catastrophe”), a 1ª temporada de oito episódios tem estreia marcada para 1º de maio.
Stargirl: Fotos revelam visual de Henry Thomas como o herói Dr. Meia-Noite
A figurinista Laura Jean Shannon publicou no Instagram duas fotos dos bastidores de “Stargirl”, que revelam o traje do Dr. Meia-Noite, um dos heróis da Era de Ouro que aparecerão na trama. O visual do personagem, interpretado por Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”), é bastante fiel às publicações da DC Comics. A participação do herói clássico da Sociedade da Justiça, dos anos 1940, deve-se à ligação da heroína principal com os os primeiros quadrinhos da DC Comics. Isto porque, apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois personagens bastante antigos. Quem liga as duas eras é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore, a Stargirl. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora e o citado Henry Thomas como Dr. Meia-Noite. A lista ainda inclui Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, o autor de quadrinhos que criou Stargirl para a DC. A estreia está marcada para 19 de maio nos EUA, primeiro na plataforma DC Universe e logo em seguida na rede The CW. Ver essa foto no Instagram Some behind the scenes looks on the set of Stargirl. LJ and ACD Sarah will always visit the set for the start of filming to “establish” characters, like Doctor Midnite Golden Era seen here. Meaning that she ensures that each character is dressed and styled to her exact vision, and that is what will remain the standard for the rest of the season! #dc #dcuniverse #dcustargirl #stargirl #cdg #cdglocal892 #cwstargirl Uma publicação compartilhada por Team LJ Supersuits (@ljsupersuits) em 27 de Mar, 2020 às 3:53 PDT
Netflix cancela V Wars e October Faction
A Netflix cancelou as séries “V Wars” e “October Faction” após a temporada inaugural de cada uma delas. Ambas eram adaptações de quadrinhos da editora IDW, assim como “Locke & Key”, que teve sua renovação anunciada nesta segunda-feira (30/3). A plataforma não soltou comunicado sobre os cancelamentos, mas as duas séries não tiveram grande repercussão entre a crítica e as redes sociais. “V-Wars” atingiu apenas 55% na métrica de avaliação do site Rotten Tomatoes e “October Faction” saiu-se ainda pior, com somente 33%. Elas se juntam às vítimas mais recentes do furor cancelador da Netflix, que tira do ar séries com a mesma velocidade em que aprova novas produções. Nos últimos dias, a plataforma também cancelou “Messiah”, “AJ and the Queen”, “Spinning Out”, “Soundtrack” e “Daybreak”, entre outras. O destaque de “V Wars” era a participação de Ian Somerhalder. Após viver o vampiro Damon Salvatore por oito temporadas em “The Vampire Diaries”, ele virou caçador de vampiros nos dez episódios da atração, como o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, Somerhalder atuava como produtor e diretor de alguns episódios da atração, que tinha como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da péssima série “Aftermath”). “October Faction”, por sua vez, trazia Tamara Taylor (de “Bones”) e JC MacKenzie (“O Irlandês”) como um casal de caçadores de monstros. A adaptação estava a cargo de Damian Kindler (criador de “Krypton”).
The Walking Dead: Veja abertura completa do último episódio, que introduz nova personagem
O canal pago AMC divulgou a abertura completa do próximo episódio de “The Walking Dead”, que foi o último finalizado antes da suspensão da produção devido à pandemia de coronavírus. A prévia introduz uma nova personagem, que finalmente se apresenta após ser vislumbrada no capítulo passado. A atriz porto-riquenha Paola Lázaro (“Máquina Mortífera”) vive a Princesa, que faz parte dos quadrinhos de Robert Kirkman. O nome verdadeiro da Princesa é Juanita Sanchez. Introduzida na edição 171 da revista original, ele é uma jovem sobrevivente que foi encontrada acidentalmente pelo grupo de Michonne em uma viagem de reconhecimento até a Commonwealth, comunidade ainda não introduzida na série. Ela ganhou seu apelido ao decidir se auto-proclamar “Princesa de Pittsburgh”, por ser a única pessoa viva por lá. Como a Princesa passou um ano completamente sozinha, isso acabou afetando seu comportamento. Em suas primeiras histórias, ela aparece sempre excessivamente animada, feliz por apenas ter com quem conversar, o que acaba se tornando um fardo. Na adaptação da série, ela é encontrada por um grupo diferente, formado por Ezequiel (Khary Payton), Eugene (Josh McDermitt) e Yumiko (Eleanor Matsuura). Nos quadrinhos, Ezequiel já estava morto nesta fase. Na história original, a aparição de Juanita marca uma mudança narrativa na trama. Ela surge após a guerra dos Sussurradores e em meio à jornada que introduz os sobreviventes à comunidade mais avançada da saga. É possível imaginar que a série esteja avançando rapidamente para chegar na fase da Commonwealth, que deve ter relação com o spin-off “The Walking Dead: World Beyond”, cujo trailer mostrou uma comunidade protegida e avançada que poderia muito bem ser esse local. Intitulado “The Tower”, o próximo capítulo era originalmente o penúltimo da 10ª temporada, mas agora fechará a trama. Segundo o AMC, o capítulo que encerraria o ano será exibido mais tarde em 2020, como um episódio especial, após autorização para retomada dos trabalhos no departamento de pós-produção. “The Tower” vai ao ar no próximo domingo (5/4). “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Trailer, fotos e cenas do último episódio mostram invasão de zumbis
O canal pago AMC e a produtora Skybound revelaram o trailer, cenas e fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”, que foi o último finalizado antes da suspensão da produção devido à pandemia de coronavírus. Nas prévias, Beta (Ryan Hurst) lidera uma horda de zumbis numa invasão à Alexandria, enquanto alguns sobreviventes se escondem. Já as 26 fotos oficiais optam por retratar as histórias paralelas do episódio. Intitulado “The Tower”, o capítulo era originalmente o penúltimo da 10ª temporada, mas agora fechará a trama. Segundo o AMC, o capítulo que encerraria o ano será exibido mais tarde em 2020, como um episódio especial, após autorização para retomada dos trabalhos no departamento de pós-produção. “The Tower” vai ao ar no próximo domingo (5/4). “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Série sobre Aretha Franklin é adiada sem previsão de estreia
Depois do filme, a série sobre Aretha Franklin também foi adiada. O canal pago National Geographic anunciou que “Genius: Aretha” não tem mais previsão de estreia. A biografia da cantora seria tema da 3ª temporada da antologia “Genius”, que nos anos anteriores levou às telas as biografias de Albert Einstein e Pablo Picasso. O lançamento original estava agendado para 25 de maio. “A produção da série limitada da National Geographic ‘Genius: Aretha’ (dos estúdios Fox 21 Television e Imagine Television) permanece suspensa e ficou claro que a série não será concluída a tempo de nossa data anunciada anteriormente. Estamos ansiosos para retomar o trabalho de forma mais rápida e segura possíveis, e que for o momento anunciaremos uma nova data de estreia para o final deste ano”, afirmou o canal da Disney em comunicado nesta segunda-feira (30/3). O anúncio da paralisação das gravações tinha sido feito em 13 de março, e desde então a tragédia sanitária provocada pela pandemia de coronavírus só piorou nos EUA. Não há qualquer previsão para a retomada dos trabalhos em séries e filmes. Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks (“Garota 6”), “Genius: Aretha” vinha sendo divulgada como a única produção autorizada sobre a vida da rainha do soul, com a garantia dos direitos necessários para a recriação de sua carreira, junto à sua família e às gravadoras de suas músicas. Eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone, Aretha Franklin foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e suas inúmeras conquistas incluem 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis norte-americanos. Além de Cynthia Erivo (indicada ao Oscar por “Harriet”) no papel principal, o elenco de “Genius: Aretha” ainda destaca Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. Aretha, que morreu em agosto de 2018, também será homenageado com uma cinebiografia. Intitulado “Respect” e estrelado por Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”), o filme também foi adiado devido ao coronavírus, ganhando previsão de estreia para dezembro.
Netflix renova Locke & Key para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série de terror “Locke & Key” para a 2ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. “Estamos entusiasmados por continuar a jornada de ‘Locke & Key’ ao lado de todos os nossos incríveis colaboradores”, disseram os co-showrunners Carlton Cuse e Meredith Averill no texto oficial, divulgado nesta segunda-feira (30/3). “Somos gratos à Netflix por todo o seu apoio, especialmente neste momento difícil, e esperamos trazer a você o emocionante próximo capítulo da nossa história”. O anúncio foi apenas uma formalidade, porque Cuse e Averill já trabalhavam nos roteiros da 2ª temporada desde a estreia da série em fevereiro passado, devido à repercussão da produção. Excessivamente bem divulgada em comparação a outros conteúdos da plataforma, a série se tornou um sucesso evidente na Netflix, após fracassar em sua tentativa de ser aprovada em outros canais. A estreia aconteceu após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a série. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – naquela que é terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. A data de retorno da série não está definida, uma vez que toda as produções estão paralisadas devido à pandemia de coronavírus. Essa é a chave de Locke & Key que eu queria: A QUE CONFIRMA A SEGUNDA TEMPORADAAAAAAA pic.twitter.com/hMDArAfYRC — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 30, 2020
Fã compara cartaz original de The Walking Dead com imagem atual da pandemia de coronavírus
Um fã de “The Walking Dead” decidiu comparar o pôster da 1ª temporada da série, que mostra Rick numa rodovia deserta, entrando numa Atlanta fantasma após o surto zumbi do apocalipse, com a imagem atual da cidade, cujas ruas estão vazias devido a pandemia de coronavírus, num paralelo arrepiante. Atualmente em sua 10ª temporada, até “The Walking Dead” foi afetado pelo vírus do mundo real. A “season finale”, que deveria acontecer em 12 de abril, foi adiada para o final do ano, devido à suspensão do trabalho de pós-produção da série. Portanto, a temporada será interrompida no episódio 15, “The Tower”, que vai ao ar no próximo domingo (5/4). Segundo o canal pago AMC, emissora original da série, o capítulo que faltou para encerrar o ano será exibido mais tarde em 2020, como um episódio especial.
John Krasinski e Steve Carell celebram 15 anos de The Office em vídeo da quarentena
O ator e cineasta John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) voltou a se reunir com Steve Carell (“Vice”) para comemorar o 15º aniversário da estreia da sitcom “The Office” na rede NBC. O remake da série britânica homônima estreou em 25 de março de 2005 nos EUA e a data foi celebrada num vídeo de Krasinski, que decidiu lançar um programa dedicado a “boas notícias” diretamente da quarentena de sua casa. O vídeo do primeiro programa “Some Good News” foi preenchido por notícias que Krasinski pediu para seus seguidores nas redes sociais compartilharem ao longo da semana – “histórias que te fizeram se sentir bem nesta semana ou coisas que apenas te fizeram sorrir”. Entre diversas notícias que celebram a humanidade em tempos difíceis, ele também lembrou que, nesta semana, “The Office”, responsável pela alegria de milhões de fãs, completou 15 anos. A série deu a Krasinski o seu primeiro papel de destaque e catapultou Steve Carell, o chefe do escritório do título, para o estrelato. Os dois compartilharam a tela, via videochamada, para contar histórias dos bastidores da produção e revelar suas cenas favoritas, entre elas a que mostrou Jim (Krasinski) vestido de Dwight (Rainn Wilson) e a vez em que Michael (Carell) apresentou sua novíssima e discreta televisão de plasma. Durante o bate-papo, Carell ainda brincou com Krasinski: “Garanto que a metade inferior do que você veste não combina com o topo”, referindo-se ao terno e gravata. Além disso, a dupla reforçou o desejo de um reencontro presencial, com todo o resto do elenco. E, ao final, quando se despediu e se levantou, Krasinski revelou que suas roupas de baixo definitivamente não correspondiam ao visual de cima. Veja o vídeo abaixo.
David Schramm (1946 – 2020)
O ator veterano David Schramm, que estrelou a série “Wings” por oito temporadas, morreu em Nova York no domingo (29/3), aos 73 anos. A causa da morte não foi divulgada. Schramm foi membro fundador da trupe teatral The Acting Company, sediada em Nova York, da qual também participaram Kevin Kline, Patti LuPone e David Ogden Stier. Sua primeira apresentação na Broadway foi em 1973 e seu primeiro papel de destaque na TV foi como o secretário de Defesa dos EUA, Robert McNamara, na minissérie “Kennedy”, de 1983. Sua carreira de ator durou quatro décadas, incluindo sua passagem de 1990 a 1997 em “Wings” – também conhecida como “De Pernas pro Ar” na TV aberta brasileira. Seu personagem, Roy Biggins, era o dono inescrupuloso da companhia aérea fictícia Aeromass, que competia com os irmãos Joe e Brian Hackett (interpretados por Tim Daly e Steven Weber), gerentes da companhia aérea rival Sandpiper Air. “Eu sabia, quando começamos, que seria um sucesso”, disse Schramm em uma entrevista em abril passado. “E não apenas porque os roteiristas estavam envolvidos com ‘Cheers’, ‘Taxi’ e ‘Mary Tyler Moore’. Quando nos sentamos à mesa para ler o primeira roteiro e vi o tipo bufão que eles criaram pra mim, esse cara pomposo que dizia coisas extravagantes para as mulheres e todos os outros personagens ricos, virei para Rebecca (Schull, que interpretou Fay Cochran na série) e disse: ‘Acho que pousamos em uma banheira de manteiga’. E nós pousamos. Se ao menos eu tivesse colocado o dinheiro que ganhei embaixo do colchão e não no mercado de ações…” Ele também apareceu nas séries “The Equalizer”, “Miami Vice” e “O Homem da Máfia”, e nos filmes “Um Rosto sem Passado” (1989), “A Grande Barbada” (1989) e “Minhas Idéias Assassinas” (1990). Seu último trabalho nas telas foi uma participação na série “Hércules”, em 1998. Mas ele continuou apresentando-se nos palcos nova-iorquinos até o ano passado.
Mrs. America: Cate Blanchett ataca feministas em trailer de nova série
O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer de “Mrs. America”, série sobre o movimento feminista estrelada por Cate Blanchett. “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, que estreia em 15 de abril na plataforma Hulu. Originalmente concebida para o FX, a série mudou de endereço com o lançamento da iniciativa FX on Hulu, que leva produções do canal pago – consagradas ou inéditas – para o serviço de streaming adulto da Disney. A primeira série exclusiva dessa faixa foi “Devs”, sci-fi tecnológica de Alex Garland (diretor de “Ex Machina” e “Aniquilação”), lançada em 5 de março.
Solar Opposites: Nova série animada do criador de Rick & Morty ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Solar Opposites”, nova animação adulta de Justin Roiland, co-criador de “Rick & Morty”. “Solar Opposites” acompanha uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA. Os quatro sobreviventes se dividem entre achar que a Terra é horrível e impressionante. Enquanto dois deles só veem a poluição, o consumismo grosseiro e a fragilidade humana, os outros dois amam os seres humanos e toda a sua TV, junk food e coisas divertidas. O elenco de vozes destaca o próprio Roiland, Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Mary Mack (dubladora de “Golan the Insatiable”) e Sean Giambrone (“The Goldberg”) como os alienígenas. Além deles, vários astros famosos aparecem na 1ª temporada, como Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Amanda Leighton (“This Is Us”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Echo Kellum (“Arrow”) e Jason Mantzoukas (“The Good Place”). A série é produzida pela 20th Century Television e estréia em 8 de maio no Hulu.












