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  • Série

    Atriz de Entourage será Lana Lang na nova série de Superman

    7 de abril de 2020 /

    A nova série de Superman vai apresentar uma nova Lana Lang. A atriz Emmanuelle Chriqui, que estrelou o terror “Pânico na Floresta” (2003), a série “The Passage” (2019) e também a série e o filme de “Entourage” (de 2005 a 2015), interpretará a personagem em “Superman & Lois”. Chriqui vai viver uma Lana adulta, que trabalha em um banco de Smallville, após a maioria de seus amigos de escola ter se mudado da cidadezinha. Ela se reconecta com Clark Kent, seu velho colega de colégio, durante um momento difícil de sua vida. Segundo rumores, a série vai começar com um enterro. Criada em 1950 por Bill Finger (o cocriador de Batman), Lana Lang já passou por várias transformações em sua trajetória na DC Comics – de primeira namorada de Clark Kenk a esposa de outro grande amigo de infância, Pete Ross, e até virou a heroína Superwoman. Sua encarnação mais famosa, porém, é a versão televisiva de “Smallville” (2001–2011), onde foi vivida por Kristin Kreuk. Antes disso, Stacy Haiduk foi a Lana Lang da série “Superboy” (1988–1992) e Annette O’Toole interpretou o papel nos cinemas, em “Superman 3” (1983). E apenas estas duas representaram a personagem como ruiva, de forma fiel aos quadrinhos. Apesar da inclusão da ex-namorada, Clark/Superman vai aparecer na série casado com Lois Lane. “Superman & Lois” vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente foi “Crise nas Infinitas Terras”, encerrado em janeiro. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Introduzida em “Supergirl”, a gravidez de Lois acabou sofrendo uma reviravolta pelos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, que transformaram o bebê Jonathan num par de garotos adolescentes. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto exibido como episódio normal de “Arrow”, mas até agora não teve sua produção oficializada nem descartada.

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  • Série

    The Walking Dead: World Beyond ganha trailer com Rick Grimes

    7 de abril de 2020 /

    A produtora Skybound divulgou um novo teaser de “The Walking Dead: World Beyond”, série derivada da franquia “The Walking Dead”, que evidencia a conexão de sua trama com as duas outras séries do mesmo universo. A conexão se dá por meio de cenas de série principal e do spin-off “Fear the Walking Dead”, que destacam helicópteros com os mesmos logotipos utilizados nos veículos da nova atração. O helicóptero da líder da nova comunidade, interpretada por Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”), traz o mesmo símbolo de três círculos unidos vistos nos veículo aéreo que resgatou Rick Grimes (Andrew Lincoln), protagonista da “The Walking Dead” original, e daquele pilotado por Isabelle (Sydney Lemmon), em seu contato não planejado com Althea (Maggie Grace) em “Fear the Walking Dead”. O vídeo sugere que a nova produção vai mostrar quem são as pessoas que resgataram Rick, que pertencem ao mesmo grupo da misteriosa Isabelle. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas. Originalmente previsto para 12 de abril, “The Walking Dead: World Beyond” teve o lançamento adiado devido à pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, a atração encontra-se sem data de estreia confirmada. A série será exibida no Brasil pelo canal pago AMC Brasil e também pode chegar pela Amazon, que fechou contrato de distribuição internacional da produção.

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  • Etc,  Série

    Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa

    7 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.

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  • Série

    All Rise: Série vai retomar produção de episódios sem abandonar quarentena

    7 de abril de 2020 /

    A série “All Rise”, produção da WBTV (Warner Bros. Television) para a rede CBS, vai retomar sua produção durante a quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus. Mas a equipe não vai sair do isolamento. A ideia é adaptar a série para os dias de hoje, com situações da quarentena. O episódio em desenvolvimento abordará como o pandemia e o distanciamento social estão afetando o sistema de justiça criminal. Usando o FaceTime, Zoom, WebEx e outras mídias sociais, os produtores vão trabalhar virtualmente, à distância. As gravações do drama jurídico estrelado por Simone Missick (de “Luke Cage”) serão feitas nas casas dos próprios atores, respeitando as regras de distanciamento social, e a equipe técnica usará efeitos visuais para criar os cenários. “É uma chance única para nossa família ‘All Rise’ se unir – em nossas diferentes casas, até cidades – para contar uma história sobre resiliência, justiça e poder da comunidade”, disse o produtor executivo Greg Spottiswood. Com isso, “All Rise” será a primeira série a ter um episódio produzido em meio à suspensão de todas as gravações de filmes e séries, medida tomada como prevenção contra o covid-19. O episódio de quarentena vai ao ar no dia 4 de maio.

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  • Série

    Personagem de Frozen, Olaf ganha série animada. Veja o primeiro episódio

    7 de abril de 2020 /

    O boneco de neve Olaf, personagem da franquia “Frozen”, ganhou uma série animada, intitulada “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal). O título da atração reflete esses tempos de coronavírus. A série foi criada e produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Assim como nos filmes, Olaf é dublado por Josh Gad, que também atuou remotamente na produção. Os episódios são curtos e mostram Olaf interagindo com outros pequenos bonecos de neve. O primeiro pode ser visto abaixo e novos capítulos serão disponibilizados diariamente no YouTube e no Twitter da Walt Disney Studios. Olaf também está em “Frozen 2”, longa mais recente da franquia da Disney, que recentemente foi disponibilizado em VOD no Brasil.

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  • Série

    Vídeos de The Walking Dead revelam a volta de Maggie

    7 de abril de 2020 /

    A produtora Skybound divulgou o trailer e uma cena completa de “A Certain Doom”, o último episódio da 10ª e atual temporada de “The Walking Dead”. As prévias mostram o confronto final contra os Sussurradores e a volta de Maggie (Lauren Cohan). A última aparição de Maggie aconteceu no episódio final de Rick (Andrew Lincoln), antes do salto temporal da 9ª temporada, mas seu destino só foi revelado em diálogos dos personagens remanescentes. Ela teria abandonado Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada. A decisão foi financeira. Cohan não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de uma nova série, “Whiskey Cavalier”. Entretanto, a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier”, abrindo a possibilidade de reintegração da atriz em “The Walking Dead”. Ela fará parte do elenco fixo da 11ª temporada, que não tem previsão de estreia. A exibição de “A Certain Doom” tampouco está agendada. Com a suspensão dos trabalhos como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, o episódio ficou sem pós-produção. Assim que receber autorização, a equipe voltará para finalizar o capítulo. A expectativa é para o fim do ano. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e marcou a despedida de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva.

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  • Etc,  Série

    James Drury (1934 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    O ator James Drury, que por nove temporadas protagonizou a famosa série de western “O Homem de Virgínia” (The Virginian), morreu nesta segunda (6/4) aos 85 anos. A assistente do ator, Karen Lindsey, confirmou a notícia no Facebook e citou que a more ocorreu por causas naturais. Uma das séries mais populares da era de ouro do western televisivo, “O Homem de Virgínia” acompanhava os empregados do rancho Shiloh Ranch, gerenciado pelo personagem de Drury. Ele era conhecido como o homem de Virgínia, em alusão ao estado americano em que nasceu, e nunca teve seu verdadeiro nome revelado na atração, exibida entre 1962 e 1971 na TV americana. O protagonista e o seu braço direito, Trampas (Doug McClure), foram os únicos que ficaram na série por toda a duração, visto que o proprietário do rancho mudou várias vezes com o passar dos anos. Entre as diferentes temporadas, o elenco também destacou Lee J. Cobb, Clu Gulager e John McIntire. Antes de conseguir o papel que marcaria sua carreira, Drury atuou num dos maiores clássicos da ficção científica “Planeta Proibido” (1956), além de ter estrelado westerns cinematográficos, como os igualmente célebres “A Última Carroça” (1956), dirigido por Delmer Daves, e “Pistoleiro do Entardecer” (1962), do mestre Sam Peckinpah. Ele também contracenou com Elvis Presley no western “Ama-Me com Ternura” (1956) e estrelou a versão da Disney de “Pollyanna” (1960). Ao contrário do colega Doug McClure, que protagonizou vários filmes de sucesso, a carreira de Drury não prosperou após “O Homem de Virgínia”, resumindo-se a participações especiais em séries, como “Têmpera de Aço”, “Chuck Norris: Homem da Lei” e “As Aventuras de Brisco County Jr.”, e pequenas aparições em filmes derivados de séries do Velho Oeste, como “Maverick” (1994, com Mel Gibson) e a própria adaptação de “O Homem de Vírginia” (2000), estrelada por Bill Pullman no canal pago TNT. Seu último papel foi no telefilme “Billy and the Bandit”, atualmente em pós-produção.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Honor Blackman (1925 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    A atriz inglesa Honor Blackman, conhecida por viver a Bond girl Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), morreu nesta segunda (6/4) em sua casa em Lewes, no Reino Unido, de causas naturais não relacionadas ao novo coronavírus, segundo disse a família ao jornal The Guardian. Ela tinha aos 94 anos. “Além de ter sido uma mãe e avó adorada por nós, Honor era uma atriz de talento criativo imensamente prolífico, com uma extraordinária combinação de beleza, inteligência e poderio físico, além de sua voz única e sua ética de trabalho dedicada”, escreveu a família em nota. Ela começou a carreira nos anos 1940, geralmente escalada como jovem recatada em filmes como “A Filha das Trevas” (1948) e “Quarteto” (1948). E sua longa carreira inclui muitos clássicos, entre eles “Angústia de uma Alma” (1950), “Somente Deus por Testemunha” (1958), uma das versões cinematográficas do desastre do Titanic, e “Jasão e o Velo de Ouro” (1963), em que viveu a deusa Hera. Mas, curiosamente, sua popularidade só explodiu quando ela foi para a TV, ao estrelar a série “Os Vingadores” (The Avengers) em 1962 como Catherine Hale, uma espiã em roupa de couro preto que marcou época na programação televisiva britânica. Ela deixou o papel em 1964, exatamente para se juntar a Sean Connery em “007 Contra Goldfinger”, a terceira aventura de James Bond nos cinemas. A personagem de Blackman, Pussy Galore, que liderava um esquadrão aéreo, rompeu com os clichês das Bond girls indefesas e submissas da franquia. “Ela era uma criatura fascinante e a menos previsível de todas as conquistas de James Bond”, disse Blackman uma vez. “Todas as outras sucumbiram rapidamente [à sedução de Bond], mas não Pussy. No livro [de Ian Fleming], ela era lésbica.” E ela era capaz de fazer mais que deixar os homens tontos com sua beleza, ela os fazia cair a seus pés, desmaiados após golpes de artes marciais. Graças ao papel de “Os Vingadores”, Blackman tinha treinado judô e a repercussão de seus papéis em produções de ação renderam até o lançamento de um livro em que atriz ensinava golpes de autodefesa. Seu papel em Pussy Galore ainda repercutiu na cultura pop, inspirando o nome de uma banda de rock, formada em Washington em 1985 pelo guitarrista e cantor Jon Spencer (posteriormente líder do trio The Jon Spencer Blues Explosion). O sucesso de “007 Contra Goldfinger” levou Blackman a estrelar três filmes em 1965: a comédia “O Segredo do Meu Sucesso”, o drama “Leilão de Almas” e o romance trágico “Por um Momento de Amor”. Ela voltou a contracenar com Sean Connery no western “Shalako” (1968) e continuou em alta até o fim dos anos 1970, aparecendo em “Twinky” (1970), de Richard Donner, e em vários terrores cultuados, como “Uma Noite de Pavor” (1971), “Uma Filha para o Diabo” (1976) e “O Gato e o Canário” (1978). Blackman também fez muitas produções televisivas, inclusive um arco em “Doctor Who”, nos anos 1980, e na maior parte dos anos 1990 estrelou a série de comédia “The Upper Hand”, a versão britânica da sitcom americana “Who’s the Boss?”, como uma mãe sexualmente ativa que contrata um empregado doméstico masculino. Entre seus últimos papéis estão participações nos filmes “O Diário de Bridget Jones” (2001), “Totalmente Kubrick” (2005), “Eu, Anna” (2012) e o terrir “Cockneys vs. Zombies” (2012). A atriz foi casada duas vezes. Seu último marido foi o também ator Maurice Kaufmann, com quem contracenou em “Uma Noite de Pavor”. O casal adotou dois filhos, Lottie e Barnaby, que lhes deram os netos Daisy, Oscar, Olive e Toby.

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  • Etc,  Série

    Plataforma Quibi estreia em meio à quarentena do coronavírus

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi vai estrear na segunda-feira (6/4) nos EUA – e aparentemente também no Brasil – num cenário completamente diferente do que previam seus idealizadores. Criada para ser uma alternativa “de bolso” da Netflix, a Quibi investiu quase US$ 1,8 bilhão e atraiu pesos-pesados de Hollywood, de Steven Spielberg a Jennifer López, com sua estratégia de programas de curta duração, para se tornar o primeiro serviço de streaming especializado em conteúdo exclusivo para celular. O nome Quibi vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia tentava transformar em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais do lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Entretanto, a inauguração do serviço vai se dar num período em que a maioria da população americana está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries na televisão. Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu serviço está atingindo recordes históricos de audiência. Neste contexto, como fica o projeto de séries com episódios de 10 minutos? É o que o mercado, e especialmente os investidores do Quibi, querem saber. “Honestamente, não sabemos o que esperar”, confidenciou, de forma sincera, a CEO Meg Whitman (ex-CEO da eBay e da Hewlett Packard) ao MarketWatch, em entrevista por telefone na quinta passada (2/4). Dada a circunstância atual, ela disse: “As pessoas ainda têm seus momentos intermediários para se divertir, seja depois da escola em casa ou do Zoom”, ponderou, antes de concluir: “Teremos que esperar e ver”. Whitman foi a primeira contratada de Jeffrey Katzenberg, ex-Disney e fundador da DreamWorks Animation, quando o projeto da Quibi começou a sair do papel. Katzenberg é o verdadeiro responsável pela iniciativa e, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Atraídas pelo célebre executivo de Hollywood e pelos milhões de dólares prometidos, estrelas do cinema e da televisão prepararam várias séries e programas de variedades para a Quibi, desde um reboot da série clássica “O Fugitivo” até um reality de sobrevivência de Zac Efron, que ganhou manchetes após o ator ser hospitalizado. Mas a imprensa já reparou que muitas séries prometidas, algumas ligadas a franquias clássicas, têm na verdade a duração de um filme convencional e passam a impressão de ser longa-metragens fatiados em episódios. De fato, o serviço apresenta essas produções como filmes em capítulos, o que não soa como o atrativo imaginado pelos produtores. Por outro lado, antologias, como a produção de terror “50 States of Fear”, do cineasta Sam Raimi, tendem a funcionar melhor nesse formato por conta de suas histórias curtas completas. Não bastasse o desafio de emplacar uma nova forma de consumo de conteúdo, a Quibi ainda enfrenta uma batalha jurídica para ser lançada e permanecer no ar. O motivo é uma disputa de patentes tecnológicas. Todo o conteúdo da plataforma é produzido em formato vertical e horizontal, mudando automaticamente de um para o outro, conforme a preferência do espectador. A tecnologia e o conceito por trás dessa inovação, pensada no consumo em celular, teria sido desenvolvido por outra empresa, que foi à justiça americana tentar impedir o lançamento da plataforma, alegando roubo de propriedade intelectual. Em seu processo, a empresa Eko denuncia que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi para fechar negócio, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual à apresentada. O caso segue na justiça americana. Por tudo isso, a proposta revolucionária da Quibi chega ao mercado como uma grande incógnita. Para evitar o desapontamento e virar a possível maior vítima comercial do coronavírus, a empresa resolveu oferecer testes gratuitos de 90 dias para seus primeiros assinantes, o que supera ofertas semelhantes da Netflix e da Amazon. Após os primeiros três meses, a assinatura do serviço custará entre US$ 5 e US$ 8 mensais, dependendo da opção preferida – com ou sem anúncios. Veja abaixo o comercial americano do serviço.

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  • Série

    50 States of Fright: Antologia de terror de Sam Raimi ganha primeiro trailer

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi divulgou o pôster e o primeiro trailer de “50 States of Fright”, antologia de terror produzida pelo cineasta Sam Raimi (“Evil Dead”). Com 50 episódios curtos (de até 10 minutos), a série pretende apresentar as lendas urbanas mais arrepiantes de cada estado americano – uma por capítulo. O próprio Raimi também é creditado como roteirista, junto com seu irmão Ivan Raimi (“Ash vs. Evil Dead”) e a dupla Scott Beck e Bryan Woods (de “Um Lugar Silencioso”). Já o elenco conta com participações de Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Taissa Farmiga (“A Freira”), Christina Ricci (“Z: The Beginning of Everything”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), Asa Butterfield (“Sex Education”), James Ransone (“It: Capítulo Dois”), Travis Fimmel (“Vikings”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”) e muitos outros. “50 States of Fright” estreia nesta segunda (6/4), junto com o lançamento da Quibi nos EUA.

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  • Série

    Produtores de The Office preparam nova série sobre Home Office!

    5 de abril de 2020 /

    Os produtores Paul Lieberstein e Ben Silverman, que ganharam o Emmy de Melhor Série de Comédia por “The Office”, estão desenvolvendo uma nova série de escritório. Com uma diferença crucial. Será uma comédia sobre home office. Com a súbita popularidade do trabalho remoto durante a pandemia do coronavírus, eles imaginaram rapidamente a premissa. “Tantos de nós estão fazendo reuniões diárias via Zoom – para o trabalho e outras coisas. Estamos em uma nova situação de normalidade e pessoalmente procurando maneiras de nos manter conectados e produtivos”, disse Silverman, em comunicado. “Com o brilhante Paul Lieberstein no comando, nós achamos que temos uma série que não apenas traz humor e conforto durante este período turbulento, mas também será uma comédia inventiva e duradoura”. Criada por Lieberstein, a série – ainda sem título oficial – vai se focar em “um chefe prodígio que, em uma tentativa de garantir a produtividade e a conectividade da sua equipe, pede que todos interajam virtualmente e trabalhem cara a cara todos os dias”. Lieberstein também produziu “The Newsroom” e “Ghosted”, mas é mais conhecido por sua participação como ator na série “The Office”, como o contador Toby Flenderson, vítima das piadas mais cruéis do chefe do escritório, Michael Scott (Steve Carell). Ainda não há nenhuma emissora ou plataforma ligada à produção, que será comercializada pela Propagate Content, responsável por séries documentais na Netflix e Hulu, além de “Charmed”, na rede CW, e “Blood and Treasure”, na CBS.

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  • Série

    Premiada com o Emmy, Malhação: Viva a Diferença ganha reprise na Globo

    5 de abril de 2020 /

    A temporada mais famosa de “Malhação”, intitulada “Viva a Diferença”, vai voltar ao ar em versão especial compacta, nesta segunda-feira (6/4) na rede Globo. Vencedora do prêmio Emmy Kids Internacional de 2018, a fase fez tanto sucesso que deu origem até a uma série derivada, “As Five”, produzida para a plataforma Globoplay. Exibida originalmente entre 2017 e 2018, “Malhação: Viva a Diferença” foi, como sugere seu título, a mais diferente das versões da novelinha eterna da Globo. Para começar, foi a primeira temporada ambientada em São Paulo. Mais importante que isso, a primeira a valorizar a amizade feminina, em vez de namorinhos, e a integrar personagem LGBTQIA+ entre as protagonistas, retratada não como alívio cômico ou vítima de preconceito, mas ao estilo gente como a gente. Outro fato inovador aconteceu após sua exibição, quando se tornou a primeira fase de “Malhação” a ganhar spin-off. Na trama, tudo começa durante uma pane no metrô paulista, em que Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Benê (Daphne Bozaski) e Tina (Ana Hikari) se veem presas no mesmo vagão em que Keyla (Gabriela Medvedovski) entra em trabalho de parto. O nascimento da criança se torna uma experiência impactante na vida das cinco garotas, que apesar de origens e personalidades distintas, tornam-se ligadas para sempre. Escrita pelo recém-falecido Bruno Lima Penido e pelo cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”), a produção rompeu com o padrão dos draminhas românticos que vinham se alternando em “Malhação” para abordar cinco histórias paralelas, que, além de ilustrar diferentes estilos de vida, formaram um panorama multicultural capaz de refletir a amplitude do universo jovem paulistano. Os temas se aprofundaram, da gravidez na adolescência à rejeição sofrida por jovens LGBTQIA+, passando pelo preconceito racial e de doença (autismo), sem esquecer do empoderamento feminino. Isto teve impacto na audiência e reconhecimento da crítica. “Malhação” se tornou programa maduro, sem perder seu foco original no público jovem. A volta de “Malhação: Viva a Diferença” à televisão é consequência da suspensão das gravações de novos programas do núcleo de dramaturgia da Globo, como forma de prevenção contra o avanço da pandemia de coronavírus no Brasil. A emissora estava preparando a estreia de uma nova temporada, “Malhação: Transformação”, quando suspendeu a produção geral de seus trabalhos. Mas a opção pela reprise da temporada premiada também funciona como esforço de sinergia, já que antecede o lançamento da continuação da história, “As Five”. Ainda sem data oficial de estreia, “As Five” tinha previsão de lançamento no segundo semestre na Globoplay, mas a crise sanitária pode ter mudado esses planos. A trama pretende mostrar o reencontro das cinco amigas, “três anos, seis meses e dois dias” depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença”. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e o até o bebê que as juntou cresceu, mas o motivo do reencontro, segundo tem sido divulgado, será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina. Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular e cada uma vai tentar ajudar a outra. Veja abaixo uma apresentação da história original de “Malhação: Viva a Diferença”.

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  • Etc,  Série

    Doctor Who ganha curta inédito escrito pelo ex-showrunner da série

    4 de abril de 2020 /

    “Doctor Who” ganhou um curta oficial, escrito por Steven Moffat, o antigo showrunner da série, que usou seu tempo de quarentena para criar uma história inédita sobre a jovem Amelia “Amy” Pond, personagem vivida por Karen Gillan. Disponibilizado neste sábado (4/4), “The Raggedy Doctor” foi ilustrado por Sophie Iles, uma fã de “Doctor Who” de longa data, e narrado por Caitlin Blackwood, que interpretou a versão criança de Amy. A trama ganha vida no diário de Amelia e serve de complemento para o episódio “The Eleventh Hour”, a primeira vez que ela encontrou o Doutor, então vivido por Matt Smith. O curta também faz referência aos dois melhores amigos da criança, incluindo seu futuro marido Rory e Mels – que os fãs mais atentos lembrarão como uma futura versão da filha de Amy e Rory, River Song. Todos os envolvidos na produção do vídeo contribuíram com seu tempo e talento gratuitamente, em apoio a um fundo de emergência para ajudar funcionários da indústria televisiva britânica durante a pandemia. Confira abaixo.

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