PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Série

Nova Avatar é caçada no trailer de “Avatar: Os Sete Refúgios”

Pavi sucede Aang e Korra num mundo destruído por um cataclismo

Leia mais
23 de julho de 2026
Série

Mangá “Parasyte” vai ganhar nova série com atriz de “Deadpool”

"Parasyte: Tamiya" vai se passar no mesmo universo de "Parasyte: The Grey"

Leia mais
23 de julho de 2026
Série

Apple TV anuncia fim de “The Morning Show”

Drama com Jennifer Aniston e Reese Witherspoon exibirá sua 5ª e última temporada em 2027

Leia mais
23 de julho de 2026
  • Série

    The Crown terá um ano a mais com anúncio da 6ª temporada

    9 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta quinta (9/7) que a série britânica “The Crown”, sobre o reinado da Rainha Elizabeth II, ganhará uma 6ª temporada. O anúncio foi feito por meio do perfil da plataforma para o Reino Unido e a Irlanda no Twitter. Na publicação, a Netflix disse que a atração teria “a sexta (e última)” temporada”. A extensão da série foi acompanhada por um pronunciamento de seu criador. “Quando começamos a discutir as histórias da quinta temporada, logo ficou claro que, para fazer justiça à riqueza e complexidade da história, deveríamos voltar ao plano original e fazer uma 6ª temporada”, disse Peter Morgan, no tuíte da Netflix. Morgan sempre planejou fazer seis temporadas, trocando os intérpretes principais a cada dois anos. Por isso, o anúncio de janeiro passado sobre o fim da série em seu quinto ano surpreendeu muita gente. Na ocasião, ele também deu a entender que a decisão de encurtar a trama tinha sido sua iniciativa. “Inicialmente, eu planejei ‘The Crown’ para seis temporadas, mas agora que estamos começando a pensar nas histórias do quinto ano ficou claro que este é o momento perfeito para finalizar a história”, escreveu há seis meses. Apurações de bastidores, porém, sugerem que a decisão de encerrar a série antes do previsto teria sido da Netflix. Morgan deve ter conseguido convencer a plataforma a voltar atrás e seguir seu plano original. A série teve duas temporadas premiadíssimas estreladas por Claire Foy, já exibiu a 3ª e tem a 4ª pronta para ser lançada com Olivia Colman no papel principal. Assim que houver liberação para as gravações, serão realizadas a 5ª e a 6ª temporadas, com Imelda Stauton como Elizabeth II. “Então, para resumir: teremos mais uma temporada com a rainha Olivia Colman, antes que ela passe a coroa para Imelda Staunton”, conclui a Netflix. A 4ª temporada vai se passar nos anos 1980 e introduzir a Princesa Diana. Seguindo a tendência de apresentar uma década a cada temporada, os próximos capítulos deverão apresentar os anos 1990 e 2000. Mas o final pode ser alterado para incluir Meghan Markle – afinal, seria um argumento capaz de justificar a extensão da produção.

    Leia mais
  • Série

    Netflix cancela O Mundo Sombrio de Sabrina

    9 de julho de 2020 /

    A Netflix cancelou outra série. “O Mundo Sombrio de Sabrina” vai acabar em sua Parte 4. O anúncio foi feito nas redes sociais como se fosse uma notícia boa. Em comunicado, o produtor Roberto Aguirre-Sacasa agradeceu à equipe pelo trabalho desenvolvido. “Trabalhar em ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ foi uma honra incrível desde o primeiro dia. O elenco, começando com Kiernan [Shipka] como a bruxa adolescente favorita de todos, foi uma alegria absoluta. Sou muito grato à equipe, escritores, editores, assistentes e a todos por derramarem tanto amor nesse sonho sombrio em forma de série. Também sou grato aos nossos parceiros da Netflix, Warner Bros., Berlanti Television e Archie Comics por nos deixar contar a história que queríamos contar, da maneira que queríamos contar. Mal podemos esperar para que todos vejam a quarta parte”, concluiu. O final de “Sabrina” é a culminação de uma fase terrível na carreira de Aguirre-Sacasa, que na semana passada soube que sua outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, “Katy Keene”, foi cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia, tanto que o anúncio do cancelamento foi acompanhado pelas primeiras fotos. Veja abaixo. Em ritmo assustador de cancelamentos, a Netflix anunciou nos últimos dias que vai encerrar outras séries populares, como “Ozark”, “O Método Kominsky” e “Dead to Me” (também conhecida como “Disque Amiga para Matar”). Eu já tô bem pronta pra uma última aventura. A parte final de O Mundo Sombrio de Sabrina chega ainda esse ano, e só de ver essas fotos já sei que vai ser boa demais 😈 pic.twitter.com/7mrslhfFQG — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 9, 2020

    Leia mais
  • Série

    The Boys vai ganhar “episódio extra” centrado em Billy Butcher

    9 de julho de 2020 /

    A 2ª temporada de “The Boys” vai ganhar um episódio extra. Segundo o showrunner Erick Kripke, a produção da Amazon terá a companhia de um curta inédito, que mostrará algumas semanas “perdidas” de Billy Butcher (Karl Urban) na trama principal. Em entrevista ao site Collider, Kripke revelou que “Butcher some e reaparece no começo da temporada”. E que a equipe de produção chegou a gravar cenas para o segundo episódio, que mostravam “onde ele foi e quais foram suas experiências”. Entretanto, depois que ficaram prontas, as cenas não encaixaram no episódio e atrapalharam o ritmo da ação. Por isso, acabaram cortadas. Mas elas não serão desperdiçadas. “Editamos esse material em um curta chamado ‘Butcher’ e vamos lançá-lo. Vocês vão poder ver como foram essas duas semanas perdidas dele, e o curta vai servir como um material adicional da série”. O detalhe é que, segundo Kripke, quem não assistir ao curta poderá perder detalhes importantes da temporada. “Têm algumas referências que você não vai entender se não assistir [ao curta]”, ele afirmou. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a série acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis, como serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e embala suas imagens. A série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis malvados. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os novos episódios vão estrear em 4 de setembro na Amazon Prime Video. O primeiro trailer da nova temporada foi divulgado nesta quarta (8/7). Veja aqui o vídeo legendado.

    Leia mais
  • Série

    PEN15: Teaser revela mais situações bizarras e data de estreia da 2ª temporada

    8 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o teaser da 2ª temporada de “PEN15”, que traz mais situações bizarras vividas pelas criadoras-protagonistas e revela a data de estreia dos novos episódios. “PEN15” foi criada pelas atrizes Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”), que revisitam suas próprias adolescentes no ano de 2000. Na trama, elas vivem duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que sob as roupas de adolescentes e truques pouco convincentes de rejuvenescimento estão duas mulheres adultas de 30 anos, que contracenam o tempo inteiro com adolescentes de verdade. Isto gera um certo desconforto, pois, como o título (uma referência ao órgão sexual masculino) sugere, o tema principal da série é a curiosidade das duas em relação ao sexo, que elas abordam em tom exagerado de paródia. A produção é da trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone) e a 1ª temporada recebeu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada estreia em 18 de setembro nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Série clássica Anos Incríveis pode ganhar nova versão com família negra

    8 de julho de 2020 /

    A série clássica dos anos 1980 “Anos Incríveis” (Wonder Years) pode ganhar reboot, desta vez com uma família negra. A nova versão deve ser exibida no mesmo canal, a rede ABC nos EUA, e se passar na mesma época da atração original, os anos 1960, mas acompanhando os dramas familiares e todo o contexto histórico pelo ponto de vista de uma criança negra. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela ABC, e caso seja aprovado a série só estrearia na temporada televisiva de 2022. O seriado original girava em torno de uma família branca de classe média em sua típica vida suburbana, durante os 1960. A trama, que acompanhava os personagens pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage, rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993. Foi um enorme sucesso, que marcou época e inspirou dezenas de séries – algumas exibidas até hoje – , graças à sua combinação de comédia familiar e nostalgia, como uma estrutura narrativa inédita. Sua inovação foi apresentar os tais “anos incríveis” como lembranças de um adulto remorando sua infância, por meio da narração dos episódios. O que era novidade em 1988 acabou virando padrão, repetido por várias séries de sucesso nos últimos anos, como “Todos Odeiam o Cris”, “Os Goldbergs” e “Young Sheldon”. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Além dele, um dos co-criadores da série original, Neal Marlens, vai participar da produção como consultor. Já o roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. Não é a primeira vez que uma série clássica inspira reboot com mudança racial. Atualmente em sua 4ª temporada, “Um Dia de Cada Vez” (One Day at a Time) faz sucesso com uma família latina no lugar dos brancos dos anos 1970. Mas a nova versão de “O Quinteto” (Party of Five) acabou cancelada ao final da 1ª temporada, após o elenco latino não repetirem o sucesso dos adolescentes brancos dos anos 1990.

    Leia mais
  • Série

    Atriz negra será nova Batwoman da TV

    8 de julho de 2020 /

    A atriz Javicia Leslie foi escolhida para virar a nova Batwoman da TV, após Ruby Rose abandonar a série baseada nos quadrinhos da DC Comics. Ao contrário da intérprete original, ela é uma atriz negra. Nascida na Alemanha, mas morando nos EUA desde a infância, Javicia se destacou recentemente nas duas temporadas da série “Deus Me Adicionou” (God Friended Me), cancelada em abril passado. Ela será a primeira intérprete negra de Batwoman em todas as mídias, inclusive nos próprios quadrinhos. Sua personagem também é inédita: Ryan Wilder, criada especialmente para a série em decorrência da saída de Ruby Rose. Os produtores chegaram a afirmar que buscariam outra atriz da comunidade LGBTQIA+ para o papel, com o objetivo de manter a representatividade, e que ela seria bem mais jovem. Mas Javícia Leslie tem 31 anos, um ano a menos que Ruby Rose. E não é lésbica como a intérprete anterior. Ela se diz bissexual. “Estou extremamente orgulhosa de ser a primeira atriz negra a desempenhar o papel icônico de Batwoman na televisão e, como mulher bissexual, tenho a honra de participar deste programa inovador que foi pioneiro para a comunidade LGBTQIA+”, disse a atriz em comunicado. Ruby Rose elogiou a escolha. “Isto é incrível! Estou tão feliz que Batwoman será interpretada por uma incrível mulher negra”, ela escreveu em seu Instagram. “Quero parabenizar Javicia Leslie por assumir a capa de morcego. Você está entrando em um elenco e equipe incríveis. Mal posso esperar para assistir a 2ª temporada, você vai ser incrível!”, completou. Veja abaixo. A descrição da nova personagem diz que Ryan Wilder é uma ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada, que assume a identidade de Batwoman inspirada pela heroína original. Como sua antecessora, ela também será retratada como lésbica na série. Durante um painel na edição virtual do ATX Television Festival, a showrunner Caroline Dries contou que chegou a considerar uma “simples” troca de atrizes, mas Greg Berlanti, dono da produtora responsável pela série, sugeriu criar uma nova personagem em respeito ao trabalho de Rose. “Para ser honesta, considerei a ‘opção novela’ em um primeiro momento, de forma egoísta, porque já tínhamos dois episódios escritos”, afirmou a showrunner. “Mas, depois de refletir mais, Greg me ajudou a tomar essa decisão – e ele é mais esperto do que eu nesses assuntos. Ele disse: ‘acho que tínhamos só que transformar a Batwoman em uma personagem nova’. Também para respeitar tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem da Kate Kane”. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro como uma transição para a nova protagonista vai acontecer no ponto em que a trama foi interrompida. De todo modo, Caroline Dries fez questão de salientar que não pretende matar Kate Kane, a Batwoman original. “Como lésbica que trabalha como roteirista há 15 anos, estou muito ciente da regra ‘enterre seus gays’ [costume de matar personagens gays nas séries] e não tenho interesse em participar dela”, escreveu Dries, numa nota publicada no Twitter. “Meus comentários sobre a reformulação da ‘Batwoman’ lançaram uma tempestade de rumores e desinformação e eu queria esclarecer uma coisa. Como vocês, eu amo Kate Kane – ela é a razão pela qual eu queria fazer a série. Nós nunca vamos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos mistérios da 2ª temporada”, acrescentou. “Não quero revelar nenhuma das nossas surpresas, mas para todos os nossos fãs dedicados, saibam que a justiça LGBTQIA+ está no âmago de quem é a Batwoman e não temos a intenção de abandoná-la”, concluiu. Ver essa foto no Instagram OMG!! This is amazing!! I am so glad Batwoman will be played by an amazing Black woman. ❤️ I want to congratulate Javicia Leslie on taking over the bat cape. You are walking into an amazing cast and crew. I can’t wait to watch season 2 you are going to be amazing !! ❤️ Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 8 de Jul, 2020 às 3:35 PDT

    Leia mais
  • Série

    Série documental Sandy & Junior: A História ganha trailer da Globoplay

    8 de julho de 2020 /

    Depois de duas chamadas da Globo, a plataforma Globoplay divulgou o trailer oficial de “Sandy & Junior: A História”, série documental que vai contar a história dos irmãos músicos. A série vai contar a trajetória de Sandy & Junior em sete episódios, nos quais os fãs poderão acompanhar vários momentos da vida da dupla. Além disso, celebridades como Roberto Carlos, Rodrigo Santoro e Ivete Sangalo gravaram depoimentos descritos como “carinhosos” para a produção. A prévia mostra alguns desses depoimentos, vasto material de arquivo, reflexões dos artistas e seus familiares sobre o sucesso musical e o lado negativo da fama, além de cenas da recente turnê “Nossa História”, que marcou o retorno dos irmãos à música no ano passado. Com sete episódios, a série “Sandy & Junior: A História” estreia nesta sexta (10/7) em streaming. A atração também terá o primeiro capítulo exibido na TV aberta, no próximo domingo (12/7). Para completar, um documentário sobre as apresentações da nova turnê, com destaque para o show que ocorreu no Allianz Parque, em São Paulo, será disponibilizado pela Globoplay na próxima semana, a partir de 17 de julho.

    Leia mais
  • Série

    The Boys ganha trailer superviolento da 2ª temporada

    8 de julho de 2020 /

    A Amazon divulgou um novo pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “The Boys”, adaptação de quadrinhos em que os super-heróis são, na verdade, supervilões. A prévia mantém o cinismo e a ultraviolência que consagraram os episódios iniciais, com novos assassinatos sangrentos cometidos pelos supostos heróis. Além disso, mostra como os Boys do título passam a ser considerados os vilões da história, numa campanha televisiva que os aponta como criminosos. Mas embora pareçam um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias – , desta vez eles têm razão: os super-heróis da série são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças à empresa de marketing que os financia. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os novos episódios vão estrear em 4 de setembro no serviço Prime Video.

    Leia mais
  • Série

    Umbrella Academy: Trailer da 2ª temporada mostra fim do mundo nos anos 1960

    8 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Umbrella Academy”, que mostra muitos efeitos visuais explica como os protagonistas tentarão impedir o fim do mundo… de novo. Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no Brasil como “A Academia Umbrella” – , a série gira em torno de um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Vários anos depois de se separarem, eles se reúnem no funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. A 2ª temporada mostra o que acontece depois deles falharem. Refletindo o final da temporada inaugural, os Hargraves vão parar no passado graças aos poderes de Five, que embora tenha salvo todos do apocalipse, acabou espalhando cada um deles num ponto diferente da década de 1960. Nos próximos capítulos, eles tentarão encontrar uma forma de se reencontrar, enquanto descobrem que, ao voltar ao passado, anteciparam o apocalipse para 1963. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”) e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A estreia dos novos episódios está marcada para 31 de julho em streaming.

    Leia mais
  • Série

    Criador de Mad Men prepara nova série para o canal pago FX

    8 de julho de 2020 /

    O roteirista-produtor Matthew Weiner, criador de “Mad Men”, está desenvolvendo uma nova série para o canal pago FX. Os detalhes estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes ouvidas pelo site Deadline sugerem que o projeto é um dramédia com episódios de meia-hora de duração. A trama teria um elemento de mistério e um tom cômico peculiar. Weiner está totalmente envolvido no projeto e pretende escrever, dirigir e produzir a série. Ainda sem título, esta será a segunda série do produtor após o fim de “Mad Men”, uma das séries mais premiadas dos últimos tempos. Em 2018, ele também criou, dirigiu e produziu a série de antologia “The Romanoffs”, estrelada por grande elenco, que não decolou e não foi renovada no serviço Amazon Prime Video.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Criador dos remakes de Hawaii Five-0, MacGyver e Magnum é demitido

    7 de julho de 2020 /

    Um dos produtores mais bem-pagos da TV americana, Peter M. Lenkov, foi demitido nesta terça (7/7) pelo CBS Studios, com quem tinha contrato até 2021. O criador e showrunner dos remakes de “Hawaii Five-0”, “MacGyver” e “Magnum”, exibidos nos EUA pela rede CBS, foi investigado pelo estúdio, após denúncias sobre comportamento pouco profissional, abusivo e por manter um ambiente de trabalho tóxico. Com o fim de “Hawai Five-0” em abril passado, após 10 temporadas, ele estava à frente apenas de “MacGyver” e “Magnum P.I.”, e será substituído por dois produtores diferentes em cada série. “Peter Lenkov não é mais o produtor executivo que supervisiona ‘MacGyver’ e ‘Magnum PI’, e o estúdio encerrou seu relacionamento com ele”, disse a CBS TV Studios em comunicado para a imprensa. “Nosso estúdio está comprometido em garantir ambientes de produção seguros e respeitosos. No ano passado, atribuímos parceiros de recursos humanos a todas as séries, expandimos o treinamento da equipe e aumentamos as opções de relatórios. Continuaremos a avançar nossas práticas com foco contínuo na construção da confiança com todos os que trabalham em nossos sets. Todas as reclamações são levadas a sério, todas as denúncias são investigadas e, quando há evidências claras de que nossas políticas e ética foram violadas, tomamos uma ação decisiva”. O próprio Lenkov emitiu uma declaração sobre sua demissão. “Agora é a hora de ouvir e eu estou ouvindo. É difícil ouvir que o ambiente de trabalho que comandei não era o ambiente de trabalho que meus colegas mereciam e, por isso, lamento profundamente. Aceito a responsabilidade pelo que estou ouvindo e estou comprometido em realizar o trabalho necessário para melhorar e realmente melhorar”, ele afirmou. Embora os motivos exatos do rompimento contratual não tenham sido detalhados, o site The Hollywood Reporter ouviu de suas fontes que Lenkov foi alvo de pelo menos três denúncias. São alegações sobre comportamento manipulador e abusivo durante gravações de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”. Segundo essas fontes, Lenkov mantinha um “clube de garotos” com funcionários do sexo masculino que se reuniam regularmente, fumavam charutos e julgavam inadequadamente a aparência de mulheres em “Hawaii Five-0”. Além disso, atendia pedidos especiais de horário de trabalho de atores do sexo masculino, sem oferecer a mesma consideração às atrizes da série. “Aquele set era um lugar difícil para qualquer mulher”, disse um funcionário que supostamente trabalhava nas gravações em Oahu de “Hawaii Five-0”. As fontes do THR também alegam que Lenkov costumava humilhar roteiristas – particularmente mulheres e pessoas de cor. Em um incidente, ele supostamente zombou de um fã com deficiência e, depois que uma roteirista se opôs ao seu comportamento, tentou fazer com que fosse demitida. “Ele não é racista, sexista ou classista em particular – é tudo isso”, disse um membro da equipe ao THR. “Ele é anti-mulher, anti-POC (pessoas de cor), anti-gay e tudo o que você imaginar. Mas ele também torturava homens brancos heterossexuais, quando queria.” Lenkov é o mais recente showrunner da CBS Studios a ser demitido, após a produtora se provar um celeiro de produtores “complicados”. Brad Kern foi demitido de “NCIS: New Orleans” após várias denúncias de assédio e perseguição às mulheres, além de declarações racistas nas gravações. Bob Kushell teve seu contrato rompido após a CBS Studios confirmar que ele usava “linguagem inapropriada” no set da comédia “Fam”. Gretchen Berg e Aaron Harberts saíram de “Star Trek: Discovery”, da plataforma CBS All Access, após alegações de comportamento abusivo. E Vinnie Favale, executivo da própria CBS Studios, foi demitido em 2018, em meio a denúncias de má conduta. A rede CBS, por sua vez, também demitiu o produtor executivo do programa “60 Minutes” (uma das inspirações do “Fantástico”) e ex-chefe de sua divisão de notícias, Jeff Fager, depois que ele enviou uma mensagem de texto ameaçadora a um repórter que estava cobrindo acusações de má conduta sexual contra ele. Também afastou o apresentador Charlie Rose, do programa “CBS This Morning”, ao apurar alegações de assédio sexual. E foi principalmente abalada pela partida, em setembro de 2018, de seu próprio CEO, o poderoso Leslie Moonves, após a revista The New Yorker publicar denúncias de assédio e abuso do executivo.

    Leia mais
  • Série

    Curta animado vencedor do Oscar 2020 vai virar série na HBO Max

    7 de julho de 2020 /

    A HBO Max encomendou uma série animada baseada em “Hair Love”, produção premiada com o Oscar 2020 de Melhor Curta de Animação. O cineasta Matthew A. Cherry, que escreveu, dirigiu e produziu o curta original, será responsável pela nova atração, batizada de “Young Love”. Ele vai trabalhar com o veterano animador Carl Jones (“The Boondocks”, “Black Dynamite”) na série para expandir o mundo da família Young – incluindo os pais Stephen e Angela, sua pequena filha Zuri e seu gato de estimação Rocky – e mostrar seu cotidiano de lutas, enquanto tentam equilibrar carreiras, casamento, paternidade, questões sociais e dinâmicas multigeracionais, esforçando-se para conseguir uma vida melhor. “Estou entusiasmado para continuar contando a história de Stephen, Angela e Zuri e explorar ainda mais a dinâmica familiar da jovem família negra atual que estabelecemos em nosso curta ‘Hair Love’, agora numa série animada”, disse Cherry, no comunicado do projeto. “Não poderia pedir melhores parceiros na Sony Pictures Animation e HBO Max para nos ajudar a divulgar o ‘Young Love’ no mundo”. Não há previsão de estreia para a nova atração, que terá uma temporada inicial de 12 episódios. Vale lembrar que “Hair Love” começou como uma produção independente, realizada graças a uma campanha de financiamento coletivo e só se materializou graças à dedicação de Cherry, que era jogador de futebol americano antes de decidir seguir sua paixão pelo cinema. O curta é sua primeira animação, mas ele já tinha dirigido um longa, “9 Rides” (2016), premiado no circuito dos festivais indies dos EUA. A trama edificante do desenho segue a primeira tentativa de um pai afro-americano de arrumar o cabelo da filha, enquanto sua esposa se recupera de um tratamento de câncer no hospital. A ideia para o projeto surgiu do desejo de Matthew de promover o amor ao cabelo negro, e ao mesmo tempo contrariar o estereótipo do pai negro ausente. Um mês depois de vencer o Oscar, “Hair Love” foi adquirido pela Sony, que está por trás do projeto de transformá-lo em série. Aproveite e veja abaixo a versão completa, divertida e emocionante do curta premiado.

    Leia mais
  • Série

    Primeira série do diretor de Me Chame pelo Seu Nome ganha teaser e fotos

    7 de julho de 2020 /

    A HBO divulgou as fotos e o teaser de “We Are Who We Are”, primeira série dirigida pelo cineasta italiano Luca Guadagnino (de “Me Chame pelo Seu Nome” e “Suspiria”). A série se passa numa base militar dos EUA em Veneto, na Itália, e foi escrita por Guadgnino em parceria com Paolo Giordano (“A Solidão dos Números Primos”), Francesca Manieri (“Minha Filha”) e Sean Conway (“Ray Donovan”). Segundo a sinopse, a trama vai acompanhar dois adolescentes americanos, Fraser e Caitlin, que moram na base devido ao trabalho dos pais, e vai explorar temas típicos dessa fase da vida, como amizade, primeiro amor, identidade, confusão e angústia. Trata-se de “uma história que pode acontecer em qualquer lugar o mundo, mas, neste caso, acontece num pequeno pedaço dos EUA na Itália”. Os dois protagonistas aparecem em destaque no teaser, vividos por Jack Dylan Grazer (o Eddie de “It: A Coisa”) e a estreante Jordan Kristin Seamon. O elenco também destaca Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”) e a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”) como as mães do personagem de Fraser, o rapper Scott “Kid Cudi” Mescudi (“Westworld”) e Faith Alabi (“Cold Feet”) como os pais de Caitlin, além de Tom Mercier (“Synonymes”), Spence Moore II (“All American”) e Francesca Scorsese, a filha caçula e adolescente do cineasta Martin Scorsese. “We Are Who We Are” é uma coprodução da HBO com o canal pago europeu Sky, e tem previsão de estreia para setembro nos EUA.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie