Ncuti Gatwa, o Eric de “Sex Education”, se despede da série
O ator Ncuti Gatwa, intérprete de um dos personagens mais queridos da série “Sex Education”, fez uma postagem misteriosa, que deixou os fãs da série em alerta. Em suas redes sociais, o ator falou sobre o fim das filmagens da 4ª temporada do seriado, indicando uma possível despedida da produção. O intérprete de Eric postou uma foto da porta do seu camarim com o nome do seu personagem na série, e escreveu a seguinte frase na legenda: “Último dia. Última vez. Tchau, meu querido, obrigado por todas as lições e toda a força”, desabafou. Não é de hoje que circulam rumores de que o ator deixaria a série. Antes mesmo de ser confirmado para o quarto ano da comédia, Ncuti Gatwa foi anunciado como 15º Doutor da série “Doctor Who”. As fofocas se intensificaram ainda mais quando a produção da Netflix anunciou diversas saídas no elenco, como Simone Ashley (“A Irmã”) e Tanya Reynolds (“I Hate You”). Para a tristeza dos fãs, o tom de despedida da postagem está dando a entender que Gatwa está dando adeus ao personagem. Mais grave ainda, isso pode significar o final da série, que acabaria no seu quarto ano de produção. Com bom humor, “Sex Education” fala – de forma leve – sobre sexo na adolescência, retratando as dificuldades que os jovens enfrentam em um período de descobrimento da própria sexualidade. Prazer feminino, assédio sexual, comunidade LGBTQIAP+, homofobia, pornografia e aborto são alguns dos temas que rondam o seriado, que é um dos mais amados e assistidos da Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 4ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ncuti Gatwa (@ncutigatwa)
Periféricos: Sci-fi estrelada por Chloë Moretz é renovada para 2ª temporada
A Amazon Prime Video renovou “Periféricos” para sua 2ª temporada. A série sci-fi tem produção dos criadores de “Westworld” e traz Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) e Jack Reynor (“Midsommar”) como irmãos envolvidos numa conspiração do futuro. “Periféricos” é baseada no best-seller homônimo de William Gibson, criador do movimento cyberpunk, e lida com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A trama acompanha uma família pobre nos EUA rural, que tem a vida sacudida com a chegada de um novo simulador beta de realidade virtual para ser testado pelos irmãos. A princípio impressionada com o realismo das imagens do aparelho, a protagonista logo muda de ideia sobre o teste ao perceber que pode ser ferida de verdade ao usar o aparelho perigoso. Na verdade, o que os irmãos pensam ser uma simulação do ciberespaço revela-se uma conexão real com o futuro, possibilitada por uma tecnologia de outra época. Só que sua presença por lá incomoda pessoas poderosas, que contratam assassinos para matá-los no presente. A adaptação foi feita por Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Jonathan Nolan e Lisa Joy (os criadores de “Westworld”) atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A série é o primeiro fruto de um contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. Para completar, o primeiro episódio teve direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”).
“Homem-Aranha Noir” vai virar série live-action na Amazon
A Sony está desenvolvendo uma série live-action baseada nas histórias em quadrinhos do “Homem-Aranha Noir” para a plataforma Prime Video, da Amazon. De acordo com o site Deadline, a atração será escrita e produzida pelo roteirista Oren Uziel (“Cidade Perdida”). A série ainda sem título vai mostrar o super-herói atuando em Nova York na década de 1930, durante a era da Grande Depressão. O personagem do “Homem-Aranha Noir” foi visto na série animada “Ultimate Spider-Man”, dublado pelo ator Milo Ventimiglia (“This Is Us”), e, mais recentemente, na animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018), em que ganhou a voz de Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). A produção está a cargo dos cineastas Phil Lord e Christopher Miller e pela executiva Amy Pascal, que também atuaram como produtores em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Ainda não há previsão de estreia.
Nicole Kidman e Jamie Lee Curtis vão estrelar série da Amazon
As atrizes Jamie Lee Curtis (“Halloween Ends”) e Nicole Kidman (“Big Little Lies”) vão estrelar a série “Kay Scarpetta”, desenvolvida pela Amazon. Segundo o site Deadline, Curtis e Kidman também serão produtoras da atração. Baseada nos livros de Patricia Cornwell, a série vai acompanhar Kay Scarpetta (Kidman), uma patologista que usa tecnologia forense para resolver crimes. Curtis interpretará a irmã de Kay, Dorothy, mãe de Lucy Farinelli, que é uma personagem recorrente na série de livros. Jamie Lee Curtis é fã declarada da obra de Patricia Cornwell, que já vendeu mais de 100 milhões de livros. Foi ela quem moderou as conversas entre a autora e a produtora Blumhouse, que está produzindo a série – e que já trabalhou com Curtis na trilogia “Halloween”. Ao longo dos anos, diferentes estúdios quiseram adaptar a obra para o cinema, e atrizes como Demi Moore (“Animais Corporativos”) e Angelina Jolie (“Malévola”) se interessaram pelo papel principal. Mas essas negociações não foram adiante. Foi justamente essa proximidade com Curtis que fez com que Cornwell liberasse os direitos de adaptação. “Patricia Cornwell é uma pioneira literária genuína, e colaborar com ela para dar vida à sua amada personagem Kay Scarpetta por meio do poder da televisão e apresentá-la a um público totalmente novo é emocionante”, disse Curtis ao anunciar a aquisição dos direitos do livro, em 2021. “A confluência da Blumhouse e da Comet [produtora da atriz] dando vida a um mundo sombrio, divertido, familiar e cheio de camadas, liderado pela inteligente e sexy e indomável Kay Scarpetta, será um passeio emocionante.” A série “Kay Scarpetta” será escrita por Liz Sarnoff (“Alcatraz”), que também vai atuar como showrunner da atração. Fontes do Deadline afirmaram que a série deve receber a encomenda de duas temporadas de oito episódios, mas isso ainda não foi confirmado. O projeto marcará uma nova parceria de Nicole Kidman com a Amazon Prime Video, onde ela fez o filme “Apresentando os Ricardos” (2021) e a série “Expats”, ainda sem data de estreia. Já Jamie Lee Curtis, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, será vista em breve na nova versão de “Mansão Mal-Assombrada”, que chega aos cinemas em agosto.
Trailer de “Perry Mason” apresenta o grande caso da 2ª temporada
A HBO divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Perry Mason”, em que o protagonista lida com novos casos envolvendo assassinato e conflitos sociais. As imagens também destacam a repressão violenta da polícia numa favela de imigrantes latinos e a dificuldade enfrentada por Mason e sua equipe para encontrar provas contra os homens mais poderosos da cidade. A 2ª temporada vai se passar alguns meses após o julgamento do caso Dodson, visto na 1ª temporada, com Perry se mudando da casa na fazenda e trocado sua jaqueta de couro por um terno bem passado para frequentar tribunais. Apesar disso, a história se passa no pior ano da Depressão, o que faz Perry e Della (Juliet Rylance) buscarem casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Infelizmente, não há muito trabalho para Paul (Chris Chalk) em testamentos e contratos, então ele fica por conta própria. Mas um caso proeminente acaba dominando a atenção de Los Angeles, e a constante busca de justiça da parte de Perry revela que nem tudo é o que parece. O revival de “Perry Mason”, desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., também tem seu elenco reforçado por Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”), Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”). O maior diferencial da atração em relação às adaptações anteriores do personagem é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros de Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas pois Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último capítulo da série clássica, em 1966. Os novos episódios estreiam na HBO em 6 de março.
Cidade Invisível: Teaser mostra que 2ª temporada se passa na floresta amazônica
A Netflix divulgou o teaser da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. A prévia revela que a nova leva de episódios da produção será ambientada na floresta amazônica. No teaser, parte da narração é feita por Pajé Jaciara (Ermelinda Yepario) em tukano, uma língua indígena. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada. “Estamos levando a 2ª temporada para Belém, um centro urbano rico de histórias. Os novos episódios mostram um Brasil indígena, do Norte, plural e com novas entidades e elementos muito interessantes da cultura popular”, explicou Carlos Saldanha, criador e produtor executivo da série. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Assim, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. Apesar da divulgação do teaser, a Netflix ainda não marcou a data da volta da série.
Christoph Waltz é chefe sociopata no trailer de “O Consultor”
A Amazon Prime Video divulgou um novo trailer de “O Consultor”, sátira sombria de ambiente de trabalho que será estrelada pelo vencedor do Oscar Christoph Waltz (“Django Livre”, “Bastardos Inglórios”). A prévia mostra como seu personagem é perturbador. Ele é o consultor do título, trazido para avaliar a performance de funcionários de uma empresa de games após o suicídio do antigo chefe. Desenvolvida por Tony Basgallop (criador de “Servant” na Apple TV+), a série é inspirada no romance homônimo de Bentley Little e explora, em clima de thriller satírico, a relação sinistra entre um chefe e seus empregados, questionando o quão longe é possível ir para progredir e sobreviver no ambiente de trabalho. Especialmente quando o chefe indica ser um sociopata. A direção dos capítulos está a cargo de Matt Shakman (de “WandaVision”), que também participa da produção, junto com Basgallop, Waltz, e integrantes das equipes dos estúdios MGM, Amazon e das produtoras 1.21 e Toluca Pictures. O elenco também inclui Nat Wolff (“The Stand”), Brittany O’Grady (“The White Lotus”) e Aimee Carrero (“O Menu”), e a estreia está marcada para 24 de fevereiro.
“Teerã” é renovada e reforçada com o ator Hugh Laurie
A Apple TV+ renovou “Teerã” (Tehran) para sua 3ª temporada e anunciou a inclusão do ator Hugh Laurie (o “House”) nos novos episódios. Ele interpretará um inspetor nuclear sul-africano e se juntará ao elenco encabeçado por Niv Sultan, que interpreta a agente do Mossad Tamar Rabinyan. Desenvolvida por Moshe Zonder, Dana Eden e Maor Kohn, integrantes da equipe de “Fauda”, a série israelense é um thriller de espionagem e ação com elementos de intriga geopolítica. A trama segue uma agente secreta israelense que se infiltra na capital do Irã, Teerã, sob uma identidade falsa. A 3ª temporada mostrará Tamar enquanto ela tenta encontrar uma maneira de se reinventar e reconquistar o apoio do Mossad. “Estamos muito empolgados em ter o brilhante Hugh Laurie se juntando a Niv e o elenco incrivelmente talentoso em um novo enredo que tem todos os ingredientes de uma temporada inesquecível”, disse Morgan Wandell, chefe de programação internacional da Apple TV+.
Série “Bosch” vai ganhar dois spin-offs
A série policial “Bosch”, da Amazon Prime Video, vai ganhar dois novos spin-offs, um focado no detetive Jerry Edgar (interpretado por Jamie Hector na série original) e outro sobre a detetive Renee Ballard, uma personagem frequente nos livros de Michael Connelly, que deram origem à série. A série de Jerry Edgar vai mostrar o personagem sendo escolhido para uma missão secreta do FBI na localidade de Little Haiti, Miami. Em meio à sua missão, Edgar é forçado a equilibrar sua nova vida com o lado sombrio da cidade, enquanto é perseguido por segredos do seu passado. Já a série da detetive Renee Ballard vai acompanhar a personagem enquanto ela administra a nova divisão de casos antigos da Polícia de Los Angeles. Além de investigar crimes não resolvidos, Renee se dedica a trazer credibilidade ao departamento e justiça à comunidade. Criada por Eric Ellis Overmyer (“Treme”), com base nos livros de Michael Connelly, “Bosch” acompanha Harry Bosch (Titus Welliver), um detetive linha dura de Los Angeles. A atração teve sete temporadas, exibidas na Amazon Prime Video, e gerou o spin-off “Bosch: Legacy”, desenvolvido para a Freevee, plataforma gratuita de streaming da Amazon. Os novos spin-offs serão produzidos pelo próprio escritor Michael Connelly, mas não ficou claro se eles serão lançados na Freevee ou na Amazon Prime Video. Também não há previsão de estreia. Já a 2ª temporada de “Bosch: Legacy” deve ser lançada ainda em 2023.
“Ginny & Georgia” entra no Top 10 das séries mais assistidas de todos os tempos na Netflix
A 2ª temporada de “Ginny & Georgia”, que estreou em 5 de janeiro, entrou na lista das 10 séries mais assistidas da Netflix em todos os tempos. Durante a sua quarta semana de exibição, a atração teve uma audiência de 38 milhões de horas assistidas, elevando seu número total para 504 milhões de horas. Com isso, a série garantiu o 10º lugar entre as séries faladas em inglês mais vistas da história da Netflix. “Ginny & Georgia” gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Mas esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio, o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. É que Georgia é uma assassina. Ela jura que matou o primeiro marido por acidente, mas logo se seguem outras mortes, como o padrasto de Ginny no final da 1ª temporada, que chamam atenção da polícia local. Inicialmente pouco comentada, “Ginny & Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Bastou para o público correr para a Netflix para ver do que se tratava, rendendo audiência e renovação para a produção. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”). Apesar de ter conseguido o feito de entrar no Top 10 da Netflix, “Ginny & Georgia” não ficou no topo da audiência semanal. Essa posição ficou com a série de fantasia “Lockwood & Co.”, que teve 39,4 milhões de horas assistidas. Fechando o Top 5 estão “Wandinha” em 3º lugar (com mais 28 milhões de horas), a 1ª temporada de “Ginny & Georgia” (22,5 milhões) e a 1ª temporada de “Hospital New Amsterdam” (18,9 milhões). Entre as séries estrangeiras, ou seja, aquelas que não são faladas em inglês, o destaque ficou com a atração espanhola “A Garota na Fita”, que teve uma audiência impressionante de 50 milhões de horas (mais do que as primeiras colocadas nos EUA). Já entre os filmes, os destaques foram a comédia “Certas Pessoas”, estrelada por Jonah Hill e Eddie Murphy, vista por um total de 65 milhões de horas, e o documentário “Pamela Anderson – Uma História de Amor”, que arrecadou mais de 24 milhões de horas assistidas. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da Netflix na semana passada. 1 | LOCKWOOD & CO. | NETFLIX 2 | GINNY E GEORGIA 2 | NETFLIX 3 | WANDINHA | NETFLIX 4 | GINNY E GEORGIA 1 | NETFLIX 5 | HOSPITAL NEW AMSTERDAM | NETFLIX
Audiência de “The Last of Us” não para de subir e bate novo recorde
A audiência de “The Last of Us” sobe sem parar nos EUA. De acordo com o levantamento da consultoria Nielsen, o quarto episódio da série foi 17% mais visto que o anterior, que já tinha crescido 12% em relação à exibição do segundo capítulo no canal pago HBO. A exibição do último domingo (5/2) atraiu 7,5 milhões de espectadores ao vivo tanto na HBO quanto na HBO Max nos EUA, superando os 6,4 milhões da semana passada, que já eram superiores aos 5,7 milhões da semana anterior e muito mais que os 4,7 milhões que viram a estreia em 15 de janeiro. Considerando apenas a audiência ao vivo, “The Last of Us” só perde para “A Casa do Dragão” na programação atual da HBO. A média de público da série já ultrapassou “Euphoria” e “The White Lotus”. Vale lembrar que esses números refletem apenas a audiência ao vivo. Com as reprises e visualizações atrasadas em streaming, os dois primeiros episódios já tiveram mais de 21 milhões de views apenas nos EUA. Nesta semana, a HBO optou por antecipar a exibição para sexta (10/2) para evitar a concorrência direta por público com o Super Bowl 2023, final do campeonato de futebol americano que acontece no domingo (12/2) – e costuma render as maiores audiências de todos os anos na TV dos EUA. “The Last of Us” se passa num futuro pós-apocalíptico, após uma pandemia de fungos eliminar a maior parte da civilização. Os episódios seguem o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a doença. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin se juntou ao próprio criador do game, Neil Druckmann, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais para a edição dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). A HBO já renovou “The Last of Us” para sua 2ª temporada.
Série rejeitada pelo Showtime é salva pela Lionsgate
A Lionsgate salvou a série “Three Women”, que foi rejeitada pela canal pago americano Showtime após estar inteiramente gravada. A atração será agora exibida no canal Starz nos EUA e disponibilizada na plataforma Lionsgate+ no resto do mundo. Adaptado do romance de mesmo nome de Lisa Taddeo, “Three Women” chegou ao Showtime após um leilão acirrado entre plataformas rivais. Com base em anos de reportagens imersivas, o livro de não-ficção retratou mulheres comuns de diferentes origens e regiões dos EUA. A série traz Shailene Woodley (“Divergente”), Betty Gilpin (“GLOW”) e DeWanda Wise (“Jurassic World: Domínio”) como as três mulheres destacadas em seu título em inglês. Este foi o segundo resgate recente da Lionsgate, que também levou “Minx” para a Starz. A série tinha sido cancelada na HBO Max e, da mesma forma que “Three Women”, tinha uma temporada inédita totalmente gravada.
John Cleese fará reboot da série “Fawlty Towers”, sucesso dos anos 1970
O ator John Cleese vai escrever e estrelar um reboot de “Fawlty Towers”, série clássica britânica, que ele estreou entre 1975 e 1979 na rede BBC. A nova versão será produzida pelo cineasta Rob Reiner (“A Princesa Prometida”). “Fawlty Towers” teve apenas duas temporadas de seis episódios cada, mas foi repetida à exaustão. A série acompanhava a rotina da família Fawlty enquanto eles lutavam para manter seu casamento, sanidade e hotel funcionando. A nova versão vai mostrar como o cínico, exagerado e misantrópico Basil Fawlty (Cleese) está lidando com o mundo moderno. A série também vai destacar o relacionamento entre Basil e uma filha que ele acabou de descobrir que tinha – que será interpretada pela própria filha do ator, Camilla Cleese. Além de Reiner, a série também será produzida pela esposa do diretor, Michele Reiner, e por Matthew George (“Uma Guerra Pessoal”), a quem Cleese não poupou elogios. “O que eu gosto em Matt é que, ao contrário de muitos produtores, ele realmente ‘entende’ o processo criativo”, disse Cleese, em comunicado. “Quando nos conhecemos, ele ofereceu uma excelente primeira ideia, e então Matt, minha filha Camilla e eu tivemos uma das melhores sessões criativas de que me lembro. De sobremesa tínhamos um conceito geral tão bom que, alguns dias depois, ganhou a aprovação de Rob e Michele Reiner. Camilla e eu estamos ansiosos para expandi-lo em uma série.” “John Cleese é uma lenda da comédia. Só a ideia de trabalhar com ele me faz rir”, completou Rob Reiner. O novo “Fawlty Towers” ainda não tem previsão de estreia. Embora tenha tido uma curta duração, a série ficou em 1º lugar na lista de 100 melhores séries britânicas promovida pelo British Film Institute, e divulgada em 2000. Já em 2019, a revista Radio Times nomeou a atração como a maior série britânica de todos os tempos, com base em votação feita por especialistas em comédia. Confira abaixo algumas cenas hilárias da série original.












