“The Last of Us” será uma das séries mais caras já feitas pela HBO
A vindoura série “The Last of Us” vai ser uma das atração mais caras da HBO. Segundo a revista New Yorker, o orçamento estimado da série é de US$ 100 milhões, o que faz com que cada um dos 9 episódios da 1ª temporada custe em torno de US$ 11 milhões. Com isso, “The Last of Us” passa na frente de produções como “Game of Thrones”, que custou cerca de US$ 10 milhões por episódio. Porém, ainda fica atrás de “A Casa do Dragão”, cujo orçamento foi de US$ 20 milhões por episódio. Anteriormente, o Presidente do sindicato dos trabalhadores do cinema de Alberta (Canadá), Damian Petti, comentou que o custo da produção era gigante para os padrões canadenses. “Eu não posso confirmar números oficiais, mas diria que é provavelmente o maior projeto rodado no Canadá atualmente”, disse ele à emissora CTV News. Tamanho custo de produção visa dar maior autenticidade à adaptação. Em entrevista à New Yorker, Neil Druckmann (roteirista do game que deu origem à série) disse que esta “será a melhor e mais autêntica adaptação de um jogo”. Já Craig Mazin (“Chernobyl”), criador da série, brincou dizendo que isso não é muito difícil, já que não existem muitas adaptações boas de games. Ele também admitiu que, no caso de “The Last of Us”, seu trabalho de adaptação foi facilitado porque “apenas peguei aquele (jogo) com a melhor história”. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que um vírus mortal destrói quase toda a civilização, transformando os infectados em monstros. A trama segue Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura do vírus, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A direção ficará a cargo do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). “The Last of Us” estreia em 15 de janeiro na HBO. Assista abaixo ao trailer da série.
“Wandinha” supera audiência de “Stranger Things”, mas Netflix não reconhece
A série “Wandinha” chegou a sua quinta semana em 1º lugar no ranking da Netflix, somando mais 118,5 milhões de horas assistidas. Na semana passada, ela estava apenas a 115 milhões de horas de superar o recorde da 4ª temporada de “Stranger Things” e, com 118 milhões a mais, virou na prática a série em inglês mais vista em todos os tempos na plataforma de streaming. Entretanto, como a Netflix supostamente só contabiliza os primeiros 28 dias de cada conteúdo para seu ranking das maiores audiências de todos os tempos, a empresa encerrou a soma dos números de “Wandinha” antes que a ultrapassagem acontecesse. Com isso, “Wandinha” teria chegado a “apenas” 1,237 bilhão de horas, mantendo a diferença da semana passada, de 115 milhões de horas, em favor de “Stranger Things 4”. O detalhe é que “Wandinha” teve muito mais audiência de “Stranger Things 4” pelos critérios da própria Netflix. É que a produção dos irmãos Duffer contou com uma vantagem atípica para chegar a seus números, graças a uma exceção nas regras que permitiu somar a contabilidade de temporadas divididas em duas partes. Ao somar as partes 1 (lançada em 27 de maio) e 2 (de 1 de julho), o ranking considerou na prática 56 horas de consumo de “Stranger Things 4”, o dobro do tempo de “Wandinha”. Vale observar que no Top 10 oficial da Netflix, a plataforma não divide os números de “Stranger Things 4” como sendo Parte 1 e Parte 2, apresentando-os apenas como uma totalização consolidada. A soma das duas partes da 4ª temporada de “Stranger Things” renderam, ao longo de 56 dias de contabilização, 1,352 bilhão de horas assistidas. Mas a produção teve “somente” 930,8 milhões de horas assistidas em seus primeiros 28 dias, como a Netflix revelou em junho passado. Proporcionalmente, portanto, “Wandinha” teve mais de 300 mil horas assistidas que os primeiros 28 dias de “Stranger Things 4”. Não só isso. “Wandinha” liderou o ranking por cinco semanas consecutivas. Já a Parte 1 de “Stranger Things 4” foi superada por “The Umbrella Academy” em sua quinta semana no catálogo da plataforma. Outro detalhe a que poucos se atentam é que “Wandinha” é, na verdade, uma série da Amazon. A produção é do estúdio MGM, que foi comprado pela Amazon. Não seria curioso se a série mais vista da Netflix fosse uma produção da Amazon? Para todos os efeitos, a série mais vista da Netflix em todos os tempos é “Round 6”, com 1,6 bilhão de horas, mas seu desempenho é tabulado num ranking diferente, entre as séries não faladas em inglês. O Top 10 das séries desta semana ainda estacou duas estreias: “Emily em Paris 3” em 2º lugar, com 117 milhões de horas assistidas, seguida por “O Recruta” em 3º, com 95 milhões. Confira abaixo os trailers das 5 séries mais vistas da Netflix na semana passada. 1 | WANDINHA | NETFLIX 2 | EMILY IN PARIS 3 | NETFLIX 3 | RECRUTA | NETFLIX 4 | HARRY & MEGAN | NETFLIX 5 | SONIC PRIME | NETFLIX
“The Witcher: A Origem” tem pior avaliação da história da Netflix
A minissérie “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher” lançada nesse domingo na Netflix, acumulou a pior avaliação do público na história do serviço de streaming. Até o momento, a atração está com uma aprovação de apenas 8% entre no público, segundo apontado pelo site Rotten Tomatoes. Para se ter uma ideia, uma das séries com a avaliação mais baixa dos últimos anos foi “Resident Evil”. Apesar de ter sido amplamente odiada pelo público e cancelada pela Netflix, a série baseada na famosa franquia de games ainda conseguiu uma aprovação de 26% entre os espectadores, um número três vezes maior do que “The Witcher: A Origem”. A série ficou atrás até mesmo do filme “365 Dias” (2020), que tem 0% de aprovação entre a crítica, mas ainda assim conseguiu agradar 29% do público. Entre a critica especializada, a aprovação de “The Witcher: A Origem” cresce um pouco mais, chegando a 38%. Ainda assim, essa nota está muito distante da série original, “The Witcher”, que tem 81% de aprovação entre a crítica e 75% entre o público. Vale destacar que “The Witcher: A Origem” estava no alto da lista de séries mais assistidas da Netflix durante o final de semana, o que significa que o público estava interessado em assistir a atração. Agora, esse mesmo público (e crítica) está descontando a frustração em postagens nas redes sociais e no site Rotten Tomatoes. Um fã escreveu assistir a minissérie era “uma tortura”. Outro disse que “é uma piada! Uma piada sem sentido e implacável!”. Teve também quem dissesse: “Esta é apenas uma série terrível”. “Como? Como isso passou de incrível para terrivelmente ruim?”, questionou outro. “Eu tentei. Acredite, eu tentei, embora soubesse que SEM Cavill provavelmente não seria tão bom, mas foi chocantemente ruim! Bom Deus… não perca seu tempo!” Entre a crítica, os comentários não são muito melhores. Joshua Alston, do site Variety, disse que “‘A Origem’ é para a série de televisão ‘The Witcher’ como um pacote de expansão para download descuidado seria para os videogames populares de ‘Witcher’. Somente os completistas precisam se inscrever”. Bob Strauss, do jornal San Francisco Chronicle, afirmou que “apesar de sua rapidez narrativa e ação impactante (graças a Michelle Yeoh, por emprestar sua influência e presença), ‘A Origem’ é apenas uma perda de tempo”. E Angela Han, do site/revista The Hollywood Reporter, disse: “para citar um dos personagens, ‘isso já foi feito muitas vezes antes'”. Entre os poucos comentários positivos que a minissérie recebeu, os destaques ficam por conta de Jack Seale, do Guardian, e Brian Lowry, da CNN. Curiosamente, ambos elogiaram o fato de atração ter apenas quatro episódios – ou seja, pode até ser ruim, mas pelo menos acaba rápido. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” foi lançada no domingo (25/12) na Netflix. Assista abaixo ao trailer.
Stephen Greif, ator de “The Crown”, morre aos 78 anos
O ator britânico Stephen Greif, conhecido por fazer participações em séries como “Blake’s 7” e “The Crown”, morreu aos 78 anos. Sua morte foi anunciada por seus representantes por meio de uma publicação nas redes sociais, mas a causa da morte não foi revelada. Dono de uma carreira longeva que se estendeu por mais de 50 anos, Stephen Greif trabalhou sem parar em filmes, séries e teatro. Ao todo, ele tem mais de 130 créditos como ator. Nascido em 26 de agosto de 1944, em Hertfordshire, na Inglaterra, Greif se formou com honras na Academia Real de Artes Dramáticas. Ele também foi membro da Royal Shakespeare Company e foi indicado ao prêmio Laurence Olivier e London Critics Circle por seu trabalho no National Theatre por muitos anos. Suas primeiras aparições na TV foram justamente em filmagens das peças de teatro que ele estrelava, como “The Tragedy of King Richard II” (1970) e “Edward II” (1970). Logo, porém, ele já conseguiu seu primeiro papel em um filme, “Nicholas e Alexandra” (1971), além de sempre fazer participações em séries de TV. Um dos seus primeiros papéis de destaque na TV foi na série sci-fi “Blake’s 7”, na qual interpretou o vilão comandante Travis. Ele também apareceu em 12 episódios de “Citizen Smith”, além de diversas participações esporádicas em outras séries, como “Casal 20” (em 1983), “Zorro” (1990) e “EastEnders” (1996) Os créditos de Greif também incluem muitas outras séries e, mais recentemente, ele apareceu em “O Alienista”, e na 4ª temporada de “The Crown”, na qual interpretou o presidente do parlamento, Sir Bernard Weatherill. No cinema, seus créditos incluem os filmes “Spartan” (2004), “Casanova” (2005), “A Outra Face da Raiva” (2005), “Trair é uma Arte” (2009) e “A Dama Dourada” (2015). Os últimos trabalhos de Greif como ator foram no filme “D Is for Detroit” (2022) e no game “Total War: Warhammer III” (2022), no qual ele dublou um dos personagens.
7ª temporada de “Outlander” ganha primeiro teaser
O canal pago americano Starz divulgou o primeiro teaser da 7ª temporada de “Outlander”. Além de revelar que os novos episódios chegam no verão dos EUA (nosso inverno), o vídeo exibe cenas dramáticas, com destaque para uma imagem de Claire (Caitriona Balfe) prestes a ser enforcada. Uma das séries mais vistas da TV paga dos Estados Unidos, com média de 1,5 milhões de telespectadores ao vivo – que sobe para 5,8 milhões em todas as plataformas – , “Outlander” possui elementos de romance, sci-fi, drama histórico e aventura. A trama acompanha a enfermeira britânica Claire Randall, que, ao entrar numa ruína celta nos anos 1940, viaja no tempo e acaba no século 18, onde se apaixona por um jovem escocês (Sam Heughan) em luta contra a Inglaterra. Desde esse começo, a trama foi e voltou no tempo várias vezes, revelando até parentes do casal no futuro. Nas temporadas mais recentes, o casal central estabeleceu-se numa das 13 colônias que em breve virarão os EUA, onde acompanha atentamente o levante contra a coroa britânica, sabendo detalhes desse futuro histórico. Consistindo novamente de 12 episódios, a nova temporada será baseada no sétimo dos oito volumes da saga literária da escritora Diana Gabaldon, “Um Eco do Passado” (An Echo in the Bone). Isto indica que a série vai adaptar todos os oito livros da “Saga Outlander”, também conhecida pelo nome do primeiro volume, “A Viajante do Tempo”. Como a trama está na reta final, o Starz já começou a desenvolver um spin-off, produzido por Ronald D. Moore, criador da série original (e de “Battlestar Galactica”). “Outlander” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Novo trailer de “Doctor Who” destaca volta de David Tennant
A BBC divulgou o trailer do retorno da série britânica “Doctor Who”, que destaca a volta surpreendente de David Tennant ao papel-título da atração. O ator estrelou “Doctor Who” do final da 1ª à 4ª temporada completa, e teve a companhia de Donna Noble, personagem de Catherine Tate, a partir do terceiro ano da produção. Ela também aparece no trailer, 12 anos após sua última aparição na série – no especial de Ano Novo de 2010. Apesar disso, Tennant não deve permanecer muito tempo na série. Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) vai assumir o papel do Doutor logo no começo da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em novembro de 2023. O artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). A volta de Tennant tem um significado simbólico por ressaltar uma mudança nos bastidores da produção. O produtor-roteirista Russell T. Davis, responsável pelo relançamento da série clássica em 2005, está retomando o comando da atração e convenceu o ator a reviver sua participação para marcar sua chegada. Assim, Tennant aparecerá como o protagonista do próximo especial, que será lançado em novembro de 2023 em comemoração aos 60 anos de “Doctor Who”, antes do primeiro episódio oficial da 14ª temporada. Vale lembrar que em outubro passado a Disney fechou acordo com a BBC para exibir “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. Com isso, a atração deve sair da Globoplay no Brasil e migrar para a Disney+.
Maggie Thrett, atriz da série clássica “Jornada nas Estrelas”, morre aos 76 anos
A atriz americana Maggie Thrett, que ficou conhecida por sua participação na série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), morreu no domingo passado (18/12), de complicações de uma infecção no Centro Médico Judaico de Long Island, em Nova York. Ela tinha 76 anos. Seu nome verdadeiro era Diane Pine, mas virou Maggie Thrett ao tentar carreira na música. Foi o produtor Bob Crewe (que trabalhou com os Four Seasons) quem lhe aconselhou a adotar o nome artístico, porque “ele achou que soava britânico e mais adequado para a época”, ela contou no livro “Talking Sixties Drive-In Movies”. Ela até chegou a experimentar algum sucesso em 1965 com a música “Soupy”, produzida por Crewe. Mas decidiu trocar de carreira no ano seguinte, assinando um contrato com a Universal Pictures. Em 1966, apareceu na ficção científica “Dimension 5” e na comédia de surfe “Out of Sight”, em que viveu uma surfista assassina chamada Wipeout. E então fez sua estreia na televisão com seu papel mais lembrado. Thrett estrelou um dos episódios mais famosos da franquia “Star Trek”, “Mudd’s Women” (1966), o sexto capítulo da 1ª temporada da atração original. Na trama, ela e outras duas mulheres deslumbrantes (Karen Steele e Susan Denberg) interpretavam noivas espaciais, levados pelo vigarista Harry Mudd (Roger C. Carmel) para se casar com colonos de um planeta distante. A beleza das mulheres acaba seduzindo os tripulantes da Enterprise, mas elas têm um segredo: precisam de uma droga de Vênus para impedir o envelhecimento e preservar sua ilusão de beleza. De volta à Terra do cinema, Thrett teve seu papel mais importante no filme “Three in the Attic” (1968), uma comédia de vingança sexual da era hippie, juntando-se a Yvette Mimieux e Judy Pace num plano para aprisionar e abusar do namorado, após descobrirem que ele se relacionava com as três ao mesmo tempo. O filme teve uma das maiores bilheterias do estúdio indie AIP (American International Pictures) em 1968 e, com o tempo, tornou-se bastante cultuado, a ponto de receber uma citação em “Era uma vez em… Hollywood” (2019), de Quentin Tarantino. A atriz apareceu em outros filmes, incluindo a aventura de guerra “A Brigada do Diabo” (1968), o filme de ação “O Avião dos Condenados” (1970) e o suspense “Uma Sombra Me Persegue” (1970), além de séries como “James West”, “Cimarron”, “Jeannie É um Gênio”, “McCloud” e “Jogo Mortal” (The Most Deadly Game). Seu último papel foi num episódio da série “Joe, o Fugitivo” (Run, Joe, Run), em 1974, onde conheceu seu futuro marido, o ator canadense Donnelly Rhodes. Thrett parou de atuar depois do casamento em 1975. Ela não retomou a carreira após o divórcio dois anos depois, mesmo não tendo filhos. Em vez disso, trabalhou por anos como telefonista em um hospital. Veja abaixo a cena da atriz no vestido verde brilhante de Ruth Bonaventure, que até hoje rende cosplay dos fãs de “Star Trek”.
“Rensga Hits!” vai trazer artistas pop na 2ª temporada
A 2ª temporada de “Rensga Hits!” teve sua produção agendada. E com isso começaram a surgir as primeiras novidades da trama. De acordo com a coluna de Patria Kogut, no jornal O Globo, novos personagens entrarão na trama musical, que desta vez não se restringirá ao gênero sertanejo. Os personagens cantarão com artistas do pop. A autora Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”) e sua equipe estão atualmente trabalhando nos capítulos, que só começarão a ser gravados no segundo semestre de 2023. Serão ao todo oito episódios, que contarão com a volta do elenco original. A trama acompanha Raíssa (Alice Wegmann, de “Onde Nascem os Fortes”), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande com o intuito de se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações em um restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada e gravada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato, de “Impuros”), o que inicia uma rivalidade entre as duas. A produção também destaca em seu elenco Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Fabiana Karla (“Lucicreide Vai pra Marte”), Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”), Sidney Santiago (“Segunda Chamada”), Maurício Destri (“Orgulho e Paixão”), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”), Mouhamed Harfouch (“Amor de Mãe”) e ainda marca a volta de Lúcia Veríssimo às telas, oito anos após “Amor à Vida” (2013). A série foi um grande sucesso em seu lançamento pelo Globoplay. Por isso, também já está com a 3ª temporada confirmada.
Estrela de novelas bíblicas será mulher preconceituosa em série de streaming
Afastada das telas desde a novela “Amor Sem Igual” (2019), na Record TV, a atriz Day Mesquita estará na série “How To Be a Carioca”, na Star+. Depois de trabalhar em produções bíblicas, como “Os 10 Mandamentos” e “Jeusus”, ela viverá uma mulher conservadora e preconceituosa. Desenvolvida por Carlos Saldanha, criador de “Cidade Invisível” e diretor das animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando”, a série é baseada no livro homônimo da americana Priscilla Goslin. Lançado em 1992, “How To Be a Carioca” descreve, de maneira cômica, hábitos e manias dos cariocas — como aquela balançada vigorosa do cabelo, jogando-o para a frente e para trás, quando as mulheres saem do mar. A produção vai mostrar, em tom de comédia, as experiências dos estrangeiros no Rio. Todos os episódios reúnem atores brasileiros e internacionais. E o elenco nacional conta também com Seu Jorge, Malu Mader, Douglas Silva, Raquel Villar e Débora Nascimento. As gravações já foram finalizadas, mas ainda não há previsão de estreia.
Estreias: As melhores séries novas pra maratonar no Natal
Papai Noel dos streaming preparou um pacotão de Natal com romance, ação, fantasia, suspense e até zumbis. Da primeira série da carreira de Sylvester Stallone às novas aventuras parisienses da filha do cantor Phil Collins, a programação da semana tem opções bem variadas e a maioria com vários episódios disponíveis. Confira abaixo 10 lançamentos para passar o fim de semana natalino testando o wi-fi da família com maratonas de capítulos. | TULSA KING | PARAMOUNT+ A primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira já se tornou uma das mais vistas da Paramount+ nos EUA. Na trama, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. Só que não era isso que os outros mafiosos imaginavam que aconteceria, prevendo uma aposentadoria do velho gângster no local sossegado. A atração foi criada por Taylor Sheridan, mesmo criador de “Yellowstone”, que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. O elenco também destaca Annabella Sciorra (“Família Soprano”), Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”), Dana Delany (“Body of Proof”) e Martin Starr (“Silicon Valley”), entre outros. A estreia no Brasil vai acontecer no Natal (25/12). | JACK RYAN | AMAZON PRIME VIDEO Após uma espera de três anos, a 3ª temporada traz o personagem-título, vivido por John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), em ritmo de fuga. Foragido e caçado pela própria CIA, Jack Ryan conta com apenas um punhado de aliados para impedir o plano de ex-soviéticos rebeldes, que pretendem trazer de volta a União Soviética com um ataque nuclear na Europa – uma intenção que o governo dos EUA não tem como investigar nem pode insinuar. O título original da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), e o atual, Vaun Wilmott (criador de “Dominion”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e a série já se encontra renovada para a 4ª temporada. | O PACIENTE | STAR+ O suspense traz Steve Carell (“The Office”) como um psicanalista numa situação de pesadelo: atendendo um serial killer, vivido por Domhnall Gleeson (“Ex Machina”). Na trama, o personagem de Carrell é sequestrado e aprisionado por um paciente que, durante a sessão de terapia, revela ter compulsão para matar pessoas. Em busca de ajuda – ou apenas de alguém que escute as barbaridades que tem para contar – , o assassino decide que precisa continuar a terapia, e para isso acorrenta o médico em sua casa, demonstrando interesse em “melhorar”. “O Paciente” foi criada por Joseph Weisberg e Joel Fields, respectivamente criador e showrunner de “The Americans” – o que é uma ótima credencial. | ALICE IN BORDERLAND 2 | NETFLIX Ao estilo de “Round 6”, mas com elementos de sci-fi, a série adapta um mangá popular do Japão, que acompanha um grupo de jovens enviado a um universo paralelo, exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de uma sucessão de jogos de sobrevivência. A 2ª temporada encontra os principais sobreviventes, Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”), enfrentando novas etapas e competidores no jogo mortal, enquanto tentam saber mais sobre aquele lugar e se existe alguma saída. A direção é de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência na trama. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. | THE WITCHER: A ORIGEM | NETFLIX A fantasia derivada de “The Witcher” é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos da série original, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”) como a líder guerreira dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). Com apenas quatro episódios, a minissérie foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. A estreia vai acontecer no Natal (25/12) | EMILY IN PARIS 3 | NETFLIX A comédia romântica traz Lily Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de levar uma “visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras turísticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. O 3º ano da produção explora o tema das escolhas e traz a protagonista dividida entre decisões profissionais e amorosas. Agora, ela tem uma decisão crucial a tomar: sobre ficar com Alfie (Lucien Laviscount), um banqueiro que surgiu na 2ª temporada e a tirou do chão, ou Gabriel (Lucas Bravo), o “vizinho gato” que desperta seu interesse desde o começo da série. O detalhe é que todas as outras personagens femininas enfrentam dilemas similares, além de questões relativas à carreira, que tornam a trama repetitiva. Para não dizer que não evolui, Emily mostra, ao menos, um corte de cabelo novo. | O CANGACEIRO DO FUTURO | NETFLIX A série brasileira volta a juntar o cineasta Halder Gomes com o ator Edmilson Filho após os sucessos do filme, da série e da continuação de “Cine Holliúdy”, além de “O Shaolin do Sertão”. Desta vez, Edmilson é Virguley, um cabra frouxo, enrolado e sem moral, que vive em absoluto perrengue em São Paulo e sonha em voltar rico para o Nordeste. Entre seus bicos, aproveita-se da sua semelhança com Lampião para fazer shows em praças públicas na capital paulista. Até que se mete numa confusão e leva um tabefe tão forte que vai parar em 1927, no meio do cangaço, onde é confundido pela população local como o verdadeiro Virgulino Lampião. Tirando vantagem da farsa, Virguley reúne um bando pra lá de inusitado, se apaixona por Mariá (Chandelly Braz, de “Orgulho e Paixão”) e fica poderoso na cidade. Mas como nada na vida desse cabra é fácil, a história ainda lhe reserva muitas reviravoltas, incluindo o surgimento do verdadeiro Rei do Cangaço, que vem tirar satisfações. Criada por Halder Gomes, que também é responsável pela direção geral, a série ainda traz em seu elenco os atores Dudu Azevedo, Frank Menezes, Fábio Lago, Evaldo Macarrão, Haroldo Guimarães, Max Petterson, Valéria Vitoriano, Solange Teixeira e Carri Costa. | WHAT WE DO IN THE SHADOWS 4 | STAR+ Os vampiros favoritos da TV retornam a Nova York, após se separarem no final da temporada passada, para enfrentar novas desventuras e dilemas. Os desafios do quarto ano da produção incluem criar um bebê vampiro e abrir um nightclub vampiro. A série é baseada no premiado filme homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil) e foi criada pelos diretores do longa original, a dupla Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”) e Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”). A proposta original era um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. O filme venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, além da mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Em sua adaptação para série, a trama sofreu várias mudanças, incluindo locação e intérpretes. As mudanças se estenderam à própria premissa. Os protagonistas não são mais três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) – agora transformado em bebê – e um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”), e a série já se encontra renovada até a 6ª temporada. | KUNG FU 3 | HBO MAX A série de ação está em sua 3ª temporada com exibição semanal simultânea no Brasil pela HBO Max. Produzida por Greg Berlanti, o criador do Arrowverso, trata-se de um reboot completo da produção clássica de mesmo nome que marcou a década de 1970, em que David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) vivia um jovem mestre do kung fu no Velho Oeste. A nova versão opera uma mudança de sexo e de época, acompanhando uma lutadora contemporânea, e ainda acrescenta elementos místicos à trama. Na premissa desenvolvida por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”), Olivia Liang (intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies”) interpreta Nicky, uma americana de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, tornando-se estudante de kung fu num mosteiro isolado na China. De volta a San Francisco, nos EUA, ela passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger sua família e comunidade, ao mesmo tempo em que se envolve numa conspiração sobrenatural, cujos desdobramentos a levam além deste mundo e à beira do apocalipse. | FEAR THE WALKING DEAD 7 | AMAZON PRIME VIDEO A 7ª temporada apresenta um mundo literalmente pós-apocalíptico, após uma explosão nuclear devastar o Texas e tornar os zumbis radioativos. Diante deste cenário desolador, onde o próprio ar representa a morte, os poucos sobreviventes lutam pelo único local seguro: uma fortaleza dominada pelo inescrupuloso Victor Strand (Colman Domingo), que se divide entre bancar o ditador sanguinário e sentir remorsos por suas próprias atitudes. Do lado de fora, Alicia (Alycia Debnam-Carey) conta as horas para morrer, delirante após ser contaminada por um zumbi, enquanto Morgan (Lennie James) se desespera para juntar todos os remanescentes e escapar daquele inferno. Bastante sombria, a temporada é marcada por traições, despedida de três integrantes importantes do elenco e uma volta inesperada. Madison (Kim Dickens), a mãe de Alicia, que todos acreditavam ter morrido na 4ª temporada, retorna de surpresa para introduzir um novo mistério e vilão, que será o tema do 8º ano da série, atualmente em produção.
4ª e última temporada de “Jack Ryan” já terminou de ser gravada
A 4ª temporada da série de espionagem “Jack Ryan” já terminou de ser gravada. A informação foi divulgada pelo protagonista John Krasinski, em entrevista ao site The Wrap, por ocasião do lançamento do terceiro ano da produção, que chegou nesta semana à plataforma Prime Video, da Amazon. “Já terminamos [a 4ª temporada], na verdade filmamos a três e a quatro consecutivamente”, disse Krasinski. “Então essa era a ideia, sabendo que os fãs esperaram tanto entre a dois e a três, decidimos fazer a três e a quatro consecutivamente, para que eles não tivessem que esperar tanto tempo novamente.” De fato, os fãs tiveram que esperar três anos pela 3ª temporada devido à pandemia. Ainda que a espera seja menor agora, ela terá um sabor agridoce, visto que a 4ª temporada também será a última. “Sendo a última temporada da série, acho que é realmente uma celebração desta equipe, é uma celebração da confiança e como nada pode ser feito se não pudermos confiar um no outro”, disse ele. “Então foi provavelmente o maior feito de todas as temporadas, resultado de como todos nós trabalhamos juntos. Eu estou realmente ansioso [pelo desfecho].” Ainda que não tenha entrado em detalhes a respeito da trama do final, Krasinski falou um pouco sobre o período intenso de gravações e as locações onde a história se passa. “Que desafio incrível foi para todos nós, que durou mais de um ano e meio”, contou. “Tivemos uma pequena pausa no meio disso, mas ficamos essencialmente longe de nossas famílias por mais de um ano e meio. E não apenas de Nova York a Los Angeles, estivemos em Budapeste e na Eslováquia, em Praga e em vários outros lugares. Nas Ilhas Canárias. É uma bênção fazer isso, mas ainda assim é difícil.” O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A 3ª temporada de “Tom Clancy’s Jack Ryan” já está disponível na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Já a 4ª e última temporada ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer mais recente da série.
Mansão vista em “Harry & Meghan” não é residência do casal
A mansão vista na série documental “Harry & Meghan”, que narra as polêmicas envolvendo o duque e a duquesa de Sussex, na verdade não pertence ao casal. Embora algumas cenas da série mostrem os dois andando pela casa, brincando com o filho Archie e escondendo ovos de Páscoa no quintal, eles não moram no local. Segundo apurou o site Dirt, aquela casa, localizada na região de Montecito, na Califórnia, que está à venda há mais de um ano por US$ 33,5 milhões. A propriedade fica em uma área de mais de dois acres e tem seis quartos e oito banheiros, além de cozinha de chef, sala de projeção com lareira, salas de jogos, academia e jardins paisagísticos com vista para o mar. Harry e Meghan moram em uma propriedade na mesma região de Montecito, mas a cerca de cinco quilômetros do local onde gravaram a série. Sua residência real é mais “modesta”, já que está avaliada em US$ 14,6 milhões (um valor bem menor do que aquela em que a série foi rodada), apesar de possuir nove quartos, 16 banheiros, piscina e quadra de tênis. “Harry & Meghan” está em exibição na Netflix, onde se tornou a série documental de maior sucesso da plataforma de streaming. Além disso, o casal, que tem um acordo de produção com a Netflix, já divulgou o trailer da sua próxima atração na plataforma, uma série documental chamada “Live to Lead”, sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. Assista abaixo ao trailer de “Harry & Meghan”.
Charlie Cox diz que nova série do “Demolidor” será sombria, mas menos violenta
O ator Charlie Cox, interprete do herói “Demolidor”, falou sobre as suas expectativas para a série derivada “Daredevil: Born Again”, desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+. Em entrevista ao site britânico NME, ele explicou que a nova atração deve se diferenciar da série anterior, produzida pela Netflix, especialmente no uso de violência. “Minha opinião é que esse personagem funciona melhor quando é voltado para um público um pouco mais maduro”, disse ele . “Meu instinto é que na Disney+ será sombrio, mas provavelmente não será tão sangrento”. Segundo Cox, a ideia é pegar os elementos que funcionaram na série anterior e tentar trabalhar em cima disso. Mas ele ainda se questiona se “podemos atrair um público um pouco mais jovem sem perder o que aprendemos sobre o que funciona?” O ator estrelou a série do “Demolidor” por três temporadas na Netflix, além de ter participado da minissérie “Defensores”. Desde que os direitos do personagem retornaram para a Marvel, ele apareceu no filme “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021) e na série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. “Daredevil: Born Again” marcará o seu retorno como protagonista. E as filmagens começam em breve. “Eles me disseram: ‘Vamos filmar em 2023′”, contou Cox. “Eu disse: ‘Ótimo, quando?’ Eles disseram: ‘Durante todo 2023’. Começo a filmar em fevereiro e termino em dezembro.” Esse tempo todo de filmagem se deve ao escopo do projeto, um dos maiores da Disney+, que terá 18 episódios. Porém, detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. “Estou imaginando que haverá um elemento de série processual da velha guarda”, especulou o ator. “Não necessariamente o caso da semana, mas algo para nos aprofundamos no Matt Murdock advogado, e vermos como é a vida dele. Se isso for feito corretamente e ele realmente sujar as mãos com esse mundo… Acho que há algo bastante interessante nisso.” Vale lembrar que o título, “Daredevil: Born Again”, é o mesmo nome de um arco famoso dos quadrinhos, escrito por Frank Miller e lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Nesse arco, a personagem Karen Page está viciada em drogas e, quando se vê sem dinheiro para sustentar o vício, vende a identidade do Demolidor a um traficante que, por sua vez, a revela a Wilson Fisk/O Rei do Crime. A partir disso, a vida de Murdock começa a ser destruída. Ainda não se sabe se a minissérie da Disney+ vai adaptar essa história na íntegra, ou se vai usar apenas elementos dela para dar um final digno à história do herói. Afinal, a Netflix cancelou a série do “Demolidor” em 2018, deixando a atração com diversas pontas soltas e sem um final adequado. “Daredevil: Born Again” ainda não tem previsão de estreia.












